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4 de nov. de 2017

SÓ A VITÓRIA


Time joga mal e
Perde de virada

BOTAFOGO 1X2 FLUMINENSE


Os motivos da nossa derrota hoje são bem simples.

No futebol, a regra é tão clara quanto determinadas lógicas. E hoje, a lógica foi aquela que diz que "venceu o melhor". Como assim?..... Explico.

O time do Botafogo é, pretensamente, o melhor do Rio mas time é conjunto. Basta um outro conjunto se acertar em campo e atrair a nossa marcação e acabamos nos atrapalhando. Vitória-BA, São Paulo e Avaí (para ficarmos somente nesses 3) estão aí mesmo para provar isto.

Aí, seguimos para a outra parte do jogo, a da capacidade individual dos atletas. Eu não sei se outros torcedores usam mesma função crítica que uso para analisar os nossos jogos, mas fica muito claro para mim que inúmeros adversários nossos têm valores individuais melhores do que os do Botafogo. O time que enfrentamos hoje os tinha e em boa quantidade.

Ora meus amigos, apesar da decantada vitória sobre o líder, da busca pelo g4 e tal, fica muito claro, jogo a jogo, que aquela pegada mensal das Copas já se foi faz tempo. Aí, sobra para a capacidade individual de cada atleta e hoje, o nosso diferencial em campo atende pelo nome de Bruno Silva. Eu já poderia encerrar por aqui, não?

Então vejamos: alguém ainda sonha que Pimpão, Arnaldo, Brenner e Tanque tenham caixa para criar jogadas diferentes do "se livrar da bola"? Alguém ainda sonha mesmo que Lindoso e Vitor Luiz ou mesmo o Gilson sejam capazes de pensar o jogo?

Pois hoje, com um 10 inspirado a lhes guiar pelo gramado do nosso estádio, foi o que fizeram vários dos atletas do time adversário. Vários mesmo. Nos ganharam na criatividade, nos passes que a cada minuto se faziam mais precisos, em triangulações que Pimpão, Gilson e Arnaldo jamais serão capazes de fazer e com isto, conduziram o jogo até à sua vitória.

Não tenho medo de estar sendo pessimista. Acho que é a realidade nua e crua: sem jogadores minimamente capazes de criar, entrar nas disputas de Libertadores pode até nos levar a pagar micos bem sofridos. Acho que acabou a pipoca e acabou até tarde demais, já que o milho está em falta há muito tempo.

É o que eu acho.


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23 de out. de 2017

CONTRA O LÍDER



BOTAFOGO 2 X 1 CORINTHIANS

BOTAFOGO JOGA BEM, CONVENCE, VENCE 
E DÁ A VOLTA POR CIMA,
 VOLTANDO À SEXTA COLOCAÇÃO

Finalmente o time entrou em campo. Entrou com vontade, querendo vencer.

Jogadores que se mostravam apagados e inseguros, como Bruno Silva e Vitor Luiz, atuaram como nos bons jogos da Libertadores e Copa do Brasil.

Brenner mostrou suas diferenças para o Roger, onde é melhor e onde não conseguirá substituí-lo a altura, por exemplo fazendo pivô. Mas parece ter mais presença de área e melhor passe. E pela presença e oportunismo fez o seu gol.

Marcos Vinícius voltou a ter uma boa atuação. Talvez ainda seja uma incógnita. Ele me faz lembrar de Lúcio Flávio, com tudo de bom que nos trouxe, e também com a apatia e lentidão em outros momentos. Mas tem ótima visão de jogo, domínio de bola, bom passe, e chuta com facilidade.

A zaga se postou bem, foi firme, e Rabello também conseguiu deixar o seu gol, em linda cabeçada. O garoto tem muito futuro, e passou a ser seriamente assediado para o ano que vem.

Graças a nossa atuação o campeonato embolou. O líder do returno venceu o líder do campeonato, e o melhor momento falou mais forte.

Agora vem o mais importante, uma semana de pausa e jogo no fim de semana. Vamos ter que mostrar que a atuação de ontem não foi uma chuva de verão. Temos que estabilizar as atuações e partir à caça do Grêmio, aproveitando que o mesmo não está focado no campeonato, e pegar esta vaga no G4.

Chegando lá, veremos o que nossos qualificados adversários conseguirão fazer. O objetivo básico estará alcançado, então o que vier a mais é lucro, lembrando que cada posição galgada na tabela significa um aumento importante em premiação, e dinheiro é algo que nos fará muita falta em 2018.

Abraços.

18 de out. de 2017

LEVANTA, SACODE A POEIRA


BOTAFOGO VAI A FLORIPA
BUSCANDO REENCONTRAR O RUMO


BOTAFOGO 1 X 1 AVAÍ

Amigos,

Que sufoco, que sofrimento. Que tristeza de partida, que desempenho sofrível. E que um ponto miraculoso, a começar pelos milagres do Gatito, a terminar com o gol vindo do acaso, no chute do inoperante e perdido Marcos Vinícius.

Trouxemos um ponto útil, que poderá fazer diferença para a classificação para Libertadores, dada a inconstância de nossos adversários - ontem Vasco ganhou chutando duas vezes a gol e fazendo 1 a 0, Atlético-MG perdeu para a Chapecoense, Cruzeiro, já de férias, perdeu para o Coritiba, e por aí vai - e por conta de lances de sorte.

Caímos. Caímos muito de produção. Este ponto de ontem, com empate aos 50 minutos do segundo tempo, precisa ser festejado, precisa ser criticado e reclamado. Não podemos continuar a atuar assim, sob o risco de jogar no lixo tudo aquilo que vinha sendo construído ao longo do ano.

Já são 5 partidas com atuações irregulares, sem convencer ninguém. Coritiba, Vitória, Chapecoense, Vasco e Avaí. Conseguimos somar 7 pontos por acaso, na sorte. Não podemos contar só com ela e com goleiro.

Agora teremos o também irregular e claudicante Corinthians, em casa, e nem digo que os 3 pontos são fundamentais. Agora o fundamental não é nem jogar bem. Precisamos recuperar a vontade, concentração, o padrão, e daí reconquistar o bom futebol e naturalmente somar os pontos que precisamos. Levantamos, ainda falta sacudir a poeira, e então dar a volta por cima.

Abraços.



14 de out. de 2017

CLÁSSICO DE OLHO NA TABELA


BOTAFOGO  0X1 VASCO


Se o nosso time realmente desandou, o que parece ter ocorrido, não acho a sulamericana tão ruim assim, para o nível do elenco que temos.

Vários jogadores voltaram ao patamar de normalidade pré Camilo. Não vejo mais o Vitor e o Pimpão, para ficar apenas nestes dois, na mesma pegada da Libertadores.

Talvez nem mesmo o Bruno Silva consiga continuar naquela "vibe seleção' (aquele seu momento técnico em que alguns analistas o defendiam no tocante a uma convocação para a vestir a amarelinha). Igor Rabelo passou a errar muito, sendo responsável direto por umas 3 destas derrotas que tivemos nos últimos meses.

Uma das nossas esperanças é o Airton, mas existem dois detalhes certos: ele precisaria de um verdadeiro 10 ao seu lado, função que parece cada vez mais distante dos pés e da personalidade do João Paulo e, não menos importante, a sua saúde física assusta.

Assim, caros amigos alvinegros, é bom que nos acostumemos a uma nova e fria realidade: a de um time/clube em construção. Milagres não acontecem e em futebol, às vezes a conta vem bem alta, difícil de pagar. Espero estar errado.

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22 de ago. de 2017

UMA META, DOIS DESEJOS, TRÊS CAMINHOS





Esta semana uma reportagem, entre tantas, causou certa indignação aos botafoguenses. Nem teve tanto destaque, no meio de tanto disse-me-disse e confusões. E até porque, de certa forma tem razão, mesmo estando totalmente errada. Segue o link:

http://sportv.globo.com/site/programas/troca-de-passes/noticia/2017/08/apos-derrota-do-bota-barreto-adverte-para-risco-de-time-ficar-sem-nada.html


Diante do falado resolvi fazer minhas considerações, e concluir que praticamente já temos tudo, mas que não podemos baixar a guarda e bobear nesses meses que faltam para encerrar o ano.

Meu primeiro comentário é insistir no que deve ser nossa principal meta do ano, o piso de conquistas aceitáveis. E insisto que nossa meta é dar continuidade e manutenção ao que foi conquistado. Ou seja, precisamos em 2018 jogar a Libertadores e entrar na Copa do Brasil nas oitavas, conforme fizemos este ano. Esta é a meta básica. Este é o caminho de resgate do clube, e é fácil de entender porque.

Somos hoje 35819 sócios-torcedores, com um número crescente, que até o final do ano deve chegar aos 40 mil, e que com vaga na Libertadores 2018 nos garantirá a manutenção desse número e até algum crescimento.

Para chegar nessa vaga temos amanhã o confronto na semifinal da Copa do Brasil. Antigo desejo do clube e dos torcedores. Faltam teóricas 3 partidas para isso, sendo a de amanhã portanto a partida mais importante do ano, até agora.

Se a mídia diz que podemos ficar sem nada, digo que nada nos tira o que já conquistamos este ano. No momento pode não ser títulos, mas se na visão deles podemos ficar sem nada, digo que Palmeiras, Atlético-MG quase certamente ficarão sem nada. Que Flamengo, Santos e Cruzeiro podem ficar sem nada. Que Botafogo e Grêmio podem ficar sem nada. Até o Corinthians pode ficar sem nada. Nada está decidido, então só estão falando o óbvio.

Mas os quase 36 mil STs, os 10 milhõess de renda na Libertadores, o reencontro de torcida, time e clube, isso ninguém nos tirará.

Temos que continuar nossa jornada. Nada está ganho, mas chegamos até aqui porque fomos capazes, e podemos ir mais longe. É possível, e é nosso desejo, vencer a Copa do Brasil. É possível, e é nosso desejo, vencer a Libertadores 2017. E uma dessas conquistas premiará um trabalho consistente e vencedor que vem sendo feito, e dará de bônus o atingimento da meta básica, disputar a Libertadores 2018 (e aumentar ST, obter mais renda, mais exposição na TV, mais patrocinadores, etc.).

Há o caminho pelo Brasileirão para se atingir a meta, mas é sem dúvida a terceira via, e ela é possível. Há de se lembrar que alguns dos clubes que estão na nossa frente no Brasileirão são também alguns dos que podem ser o obstáculo no caminho para nossos desejos. Santos, Grêmio, Flamengo, Cruzeiro estão ali, na mesma briga.

Estou muito confiante com este ano de 2017. Acredito que podemos chegar a esta necessária vaga pelos 3 caminhos, ao mesmo tempo. Não é fácil, mas é possível.

O que não faltará será luta.

Dá-lhe Fogão.

20 de ago. de 2017

BRASILEIRÃO - SEGUNDA RODADA

Time visita a Ponte Preta


COMEÇA JOGANDO BEM,
SOFRE 1 GOL NO INÍCIO, REAGE,
MAS CAI DE PRODUÇÃO E PERDE


BOTAFOGO 1 X 2 PONTE PRETA

Botafogo, visando o jogo da volta da Copa do Brasil, veio a campo com um time alternativo, que não pode ser nomeado de reserva, e que no papel é muito interessante. Inclusive, provando que nome não resolve nada, diria que essa escalação chamaria mais a atenção do que a que vem fazendo todo o sucesso como principal.

Indo com Jefferson, Arnaldo, Carli, Emerson Santos, Gilson, Dudu Cearense, Bruno Silva, Marcos Vinícius, Leandrinho e Leo Valência, Brenner. Um bom time, que deixava dúvidas se era um 4-5-1, um 4-2-3-1, ou o nosso eficaz 4-4-2. Sinceramente? Não sei exatamente qual era formação, e isso tem sido um detalhe, umas vez que nossos volantes não são volantes, e nossos meias não são meias, e nossos atacantes não são atacantes.

O time começou jogando bem, mas logo no início Leo Valência cometeu falta desnecessária, entrando de carrinho, e levou o terceiro amarelo, ficando suspenso. Ele também perdeu gol fácil em excelente passe de Brenner. E foi o jogador que destoou. Jair precisará conversar e tirar a ansiedade dele. Um papo com Jefferson deve ajudar também.

Brenner e Leandrinho tiveram boas movimentações enquanto souberam manter o ritmo. Marcos Vinícius foi mais discreto, mas atuou bem. Bruno Silva foi bem, mas sem a mesma intensidade dos outros jogos decisivos. Dudu Cearense irregular sem comprometer.

Sofremos um gol logo aos 12 minutos, em falha de marcação na direita, quando Arnaldo ficou só com dois atacantes, e a bola sobrou para Sheik na cara do Jefferson.

Mas tivemos poder de reação, e em bela bola enfiada pelo Dudu Cearense para Arnaldo, sofremos pênalti, bem cobrado e convertido por Brenner.

No segundo tempo Jair trocou Valência por Pimpão, que entrou sem a mesma postura dos jogos da Libertadores. O campo pesado pela chuva dificultava para todos. Logo a seguir Leandrinho, com uma ótima atuação de volante-meia, ocupando espaço de forma semelhante ao João Paulo, acabou sentindo músculo da coxa. Preocupante, no momento em que mais uma promissora revelação da nossa base começa a despontar como uma firme opção de banco. Infelizmente volta a ele o fantasma da contusão.

Sai Leandrinho e entra Fernandes, e em poucos minutos este se machuca num choque com Emerson Sheik, indo as travas da chuteira no seu rosto. Bastante sangue, uma certa preocupação sobre o estado dele, e a última substituição sendo utilizada, entrando Wenderson, garoto da base, bom futebol, que vem atuando (jogou bem no empate contra o Coritiba no meio da semana) em torneios sub-20.

Não podemos culpá-lo, mas numa bola alçada na área, já perto do fim do jogo, nosso garoto, também ainda frio, falhou ao tirar a bola da área, e ela caiu certa no pé de Sheik para acertar daqueles chutes improváveis, e que acabou por selar o placar.

Então, de negativo deste jogo, além de se perder 3 pontos de jogo que tivemos oportunidades para matar, ficaram as contusões de Leandrinho e Fernandes.

Quarta tem decisão, e na outra quarta também, e na outra também... com contusões, e a posição na tabela caindo um pouco, será necessário entrar com uma postura mais firme e time mais eficiente em jogos do Brasileirão. Mais superação será necessária.

Abraços.

13 de ago. de 2017

BRASILEIRÃO - SEGUNDO TURNO

BOTAFOGO 1x0 GRÊMIO






O gol do jogo - Leandrinho

Nestes dias de “pressa alvinegra”, eu diria que é proibido chegar atrasado aos nossos jogos. Se na partida da última quinta-feira, contra os uruguaios, precavido, acabei saindo meia hora mais cedo do trablaho (vou pagar este tempo hoje, ficando meia hora além do meu horário) e, mesmo assim, tive que passar por multidões para estar no meu lugar lá na Leste superior uma hora antes da festa, hoje, infelizmente perdi o gol do Leandrinho.

A justificativa é compreensível: era dia dos pais, o evento principal do dia era com o ‘meu casal amado’. Fiquei com os dois até meio dia e na parte da tarde, com a menina tendo compromissos particulares, continuei a programação com o garoto. Compreensivo, como íamos para shopping, em vez de ficarmos por aqui pelo bairro, ele mesmo escolheu o Norteshopping. Assim, cumpríamos o nosso gostoso ritual de comemoração do meu dia e, na saída, ele já estaria no caminho de casa e eu não tão longe assim para chegar ao estádio.

Só que o compromisso se estendeu até 18:30. Saímos do shopping, fomos até o carro, ele pegou a sua mochila e dali, o levei ao ponto de ônibus mais próximo e, enfim, “partiu! Arena Nilton Santos”. Mas este Botafogo “the flash” tá demais. Fui ouvindo a narração e quando virava a rua das Oficinas, já atrás do setor norte, ouvi a narração no fone e o grito vindo de lá do interior do estádio. Gol do Leandrinho. O narrador insistia em falar ‘Leandro’ mas confirmei com o Henrique (ele já tinha entrado), pelo whatsapp, que era mesmo o nosso futuro camisa 10.

Contada então a minha história que, convenhamos, praticamente nada tem a ver com o que temos para discutir aqui, fechei com esta parte do gol para falar deste garoto (mais um) da nossa base. Desde as suas primeiras aparições, vi ali potencial de jogador para ser tudo o que o Camilo foi por pouco tempo e neste caso especial, o da nossa cria, o ser de forma duradoura. Ele fez gol em final de carioca, jogou muito por várias partidas do ano passado, se contundiu, perdeu o ritmo e o tempo de bola, se contundiu de novo mas vejam como voltou. Foi dele o passe para o terceiro gol naquele jogaço contra o Atlético-MG, mostrando tranquilidade, controle de bola e cabeça erguida para antever a melhor jogada.

Destas três qualidades, quando conferi o gol mais tarde, pela TV, pude perceber a sua boa habilidade na feitura do gol. Um ‘tapa’ bem rápido na bola, sem ter que pensar a jogada, a escolha do canto e a colocação da “redonda” de forma correta no gol, sem a menor chance para o goleiro.

Foi o jogo do nosso 11 reserva que, a cada dia, pega mais ritmo, mais entrosamento, não deixando a pegada do time titular fazer-lhe inveja. E o que é o Bruno Silva, meus amigos? O que é aquilo, pelo amor de Deus? O cara chega aos 45 minutos finais de uma partida, o time perde uma bola no ataque e ele corre na meia esquerda, o adversário vira a bola para o outro lado e lá vem ele, num pique de início de jogo, correndo de novo para evitar a evolução da jogada. O inacreditável Bruno Silva, realmente, não tem explicação.

Quanto ao Leo Valencia, fora a mania de querer resolver o jogo sozinho, gostei da sua participação em campo (foi dele o início da jogada no gol único da partida) e vimos que cansou no fim. Mas já mostra ter entendido qual é a deste time, correndo, igualmente, de um lado para o outro do campo a evitar que o adversário possa avançar livre para a nossa área, fechando o espaço, dificultando o passe. Acho que vai dar liga. Nota de destaque também para o Marcelo. Atuou com desenvoltura, matando quase todas as jogadas do adversário pela esquerda, mormente no final do jogo, com fôlego de velocista.

E o Gatito, 'avila lá' que defendeu mais um pênalti.


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29 de jul. de 2017

BRASILEIRÃO - SEGUE A FILA





BOTAFOGO 3x4 SÃO PAULO
De virada

Olá, amigos alvinegros.

Fui ao jogo sim mas, estupefado como todos aqueles alvinegros presentes ao estádio (e, claro, os milhões que acompanharam a partida pela TV), só agora, na manhã de segunda feira, pude ter clareza para falar do que vi.

Primeiramente, falemos do que se extraiu de bom neste jogo incrível. Vi, inicialmente, a bela troca que fizemos com o time mineiro. Sem querer o mal de ninguém, eles levaram um ótimo atacante, com potencial de seleção (Sassá) e nós, finalmente, ganhamos um meia com chute certeiro de fora da área (algo que nos faltava), inteligente para completar jogadas antes da marcação, como no seu primeiro gol (no mesmo segundo, recebeu com a direita e chutou com a esquerda) e um excelente protetor de bolas, o que, aliando-se à sua boa habilidade, o faz um jogador utilíssimo ao nosso esquema. Torçamos para que, em BH e aqui, o grupo consiga que ambos ponham a cabeça no lugar e esqueçam as farras e a preguiça.

Dito isto, depois de muito refletir, posso enfim resumir esta incrível derrota com uma explicação simpes e objetiva: substituímos mal, tiramos o motor da esquerda (Vitor Luis) na hora errada, hora necessária, já que ele estava esgotado, mas errada, imprópria e assim, o ótimo elenco deles, que não ia mesmo desistir até o último minuto, haja vista a situação em que se encontravam, percebeu que aquele setor (o lado esquerdo da nossa defesa) tinha virado uma Av. Paulista em dia de domingo. Foi simples: o menino que entrou na lateral não foi visto perto da bola, os caras fizeram por ali o que a nossa forte marcação havia impedido que fizessem por mais de 80 minutos e assim, com os bons talentos que têm, viraram o jogo.

Demérito – o Botafogo tem que aprender a não dar estes cochilos, aprender a isolar bolas nesta parte final do jogo, a jogar feio, enfim.

Mérito – o que valia mesmo, o jogo da última quarta-feira, foi aquele no qual a entrega se deu até o último minuto. Não podemos reclamar de um elenco assim. Hoje já temos em Roger um 9 efetivo, um jogador que já não atua da forma atabalhoada de antes e melhor, tivemos uma derrota que sequer nos tira dos 10 primeiros lugares e assim, podemos classificá-la como “vinda na hora certa”.

Aqui, afirmo e assino embaixo que este elenco hoje tem moral e cabeça para aprender com uma derrota assim e, claro, não tendo perdido nada além de um ou dois lugares na classificação, não passarão sequer pela cobrança que viria fosse este um jogo de mata-mata. Foi como vi aquela tarde inacreditável na Arena Nilton Santos.

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24 de jul. de 2017

BOTAFOGO EMPATA MAIS UMA

BOTAFOGO 1x1 ATLÉTICO-GO



Olá, amigos!

O que o Jair pôde levar a campo nesta noite foi um ‘arranjado’ que juntou Dudu Cearense e Gilson, Emerson Silva e Fernandes, Vinícius Tanque e um Luis Ricardo totalmente fora de ritmo de bola, sem tempo, sem entrosamento e, ainda, vários outros reservas. Não podia mesmo ter dado certo.

Se o gol que fizemos foi fruto da mudança feita no segundo tempo, o que levamos se deu exatamente pela falta de liga entre os jogadores que estavam no gramado. O time saiu para este jogo com apenas 2 titulares e um deles era o Jefferson, também ainda sem estar no ritmo ideal para a titularidade (o outro era Bruno Silva).

O resultado de tudo isto era vermos um time ruim, sofrível, péssimo, ter mais conjunto e arrumação tática do que o nosso, claro, de forma compreensível. Posso dizer que, de uma vitória que vislumbramos caso não hovessem os apagões no nosso sistema defensivo, o que temos que agradecer mesmo é por termos saído sem uma derrota, para um elenco tão desqualificado como aquele.

A única nota boa que vi nesta partida foi a boa entrada do Leandrinho, errando muito pouco e dando mobilidade à saída de bola. No mais, nossos atletas simplesmente entraram em campo para cumprir tabela.

Não há mais o que falar de um jogo assim. No brasileirão, domingo, aqui em casa contra o São Paulo, vamos sem Bruno Silva mas com o restante do time de volta. Já na quarta-feira, será força máxima para a batalha da Copa do Brasil. Todos à Arena Nilton Santos! O ano, repito aqui mais uma vez, nos favorece e o time não pode deixar chances e fases de sorte assim escaparem.

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17 de jul. de 2017

BOTAFOGO RUMO AO G4

Time recebe o Sport



BOTAFOGO 2 X 1 SPORT

Time faz gol no início, cede o empate logo, 
não joga brilhante,
 mas vence com gol  no segundo tempo
ESTÁ NO G6



Os gols do jogo - Youtube

Começamos a partida com Jefferson, Arnaldo, Carli, Rabello, Gilson, Lindoso, João Paulo, Matheus Fernandes, Marcos Vinícius, Pimpão e Roger.

Logo no primeiro lance, Carli jogou a bola para o ataque, Roger disputou no ar e recebeu a falta. Gilson cobrou no chuveirinho, Carli no segundo pau escorou de cabeça para o meio, e Lindoso mandou para o gol. Abrimos o placar antes dos 2 minutos.

Deu para sonhar que o jogo que se desenhava difícil ficaria fácil. Acertamos alguns contra-ataques mas logo Arnaldo sentiu algo muscular, e também o Sport empatou o jogo. Tivemos a volta de Luís Ricardo, e jogo ficou amarrado, mas tendo bastante empenho das duas equipes, ficando meio lá e cá.

O que vimos foi nosso meio ceder espaços e errar passes que normalmente não erra. João Paulo e Matheus Fernandes foram dois que erraram mais do que costumam. Lindoso também não esteve bem. Felizmente Gilson não comprometeu, mas mesmo assim foi possível sentir a falta que Bruno Silva e Vitor Luiz fazem ao time.

Outro que não rendeu o mesmo da partida anterior foi Marcos Vinícius. Lento na distribuição, exagerou nas tentativas de dribles e condução da bola, perdendo-a e permitindo o contra-ataque.

Jair trocou Marcos Vinícius por Guilherme já no segundo tempo, e isso deu mais velocidade. Em um contra-ataque Roger acertou o passe para Guilherme, que conseguiu entrar na área e chutar cruzado, fazendo o gol que definiu o placar.

Roger ainda saiu para dar lugar a Leandrinho, nitidamente numa tentativa do Jair de ganhar o meio campo e usar Pimpão e Guilherme para os contra-ataque. O jogo seguiu em aberto até o término dos 3 minutos de acréscimos, quando a torcida pode respirar aliviada e comemorar.

Fizemos o dever de casa, vencemos um concorrente direto ao G6 (Sport ficou em oitavo na tabela), um time embalado e bem arrumado que ainda vai tirar muitos pontos de outros adversários. Vitória importantíssima para as pretensões do campeonato, para quem quer se firmar e terminar no G4.

Abraços.

12 de jul. de 2017

BOTAFOGO 1x0 FLUMINENSE





Na entrevista coletiva, ao final do jogo, um repórter perguntou ao Jair Ventura como foi que o adversário começou parecendo que ia nos destruir e de repente, nós tomamos conta do jogo.

O jornalista não procurou se informar ainda sobre como o Botafogo joga. Como, com a distribuição atual do time campo, os nossos jogadores deixam 10 minutos para o adversário "dizer o que pretende". Ou ele "diz" o que quer em campo ou então, a nossa marcação encaixa e aí, vem o nosso costumeiro cerco a todos os espaços, o adversário, invariavelmente, se perde sem estes espaços e, não raro, achamos nós a brecha para o nosso gol. Vem o 1x0 e tome marcação, tome cobertura por todos os lados do campo.





Só que alguns jornalistas parecem não ter mesmo noção nenhuma do que ocorre numa partida de futebol. O Botafogo joga assim desde que ainda atuava na segunda divisão, em 2015. Assim, passamos por cima dos maiores candidatos a títulos no ano passado. Assim conseguimos duas vitórias fora do país na Libertadores deste ano. Pobre repórter!

Outro assunto digno de nota nesta partida, que até explicou a entrada do Marcos Vinícius e não a do Camilo no lugar do lesionado Bruno Silva, foi a declaração do nosso treinador na mesma entrevista. Disse ele, justificando a meritocracia que usa no Botafogo, que avisou que o Marcos estava 'pedindo passagem', ou seja, treinando bem, mostrando capacidade técnica e bom preparo para ser titular (recado com destinatário certo - Camilo).

Dito isto, não é difícil perceber o quanto a nossa diretoria acertou no alvo, ao trocar o quase perdido Sassá pelo Marcos Vinícius. Não perdemos o Sassá, ficamos com 50% do valor de uma futura negociação de ambos e que meia ganhamos, meus amigos. Até o bom e necessário chute de fora da área ele trouxe na bagagem. Que atuação teve hoje este atleta.

Camilo, com isto, vai cada vez mais perdendo espaço no 11 titular. A lista de bons nomes para a meia só faz crescer, até porque o Leo Valencia deve também 'pedir passagem'.

Vencemos, enfim. Não foi um adversário fácil, a nossa marcação não cochilou um só minuto mas a cada partida, mais e mais atletas se destacam, como que querendo levar o conjunto a um título no fim do ano. Confio nisso.

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9 de jul. de 2017

CONTRA O GALO DE NOVO: PELO BRASILEIRÃO




BOTAFOGO 1X1 ATLÉTICO-MG

A tragédia greco-alvinegra

Olá, amigos alvinegros e visitantes do nosso espaço!

Dá-se o nome de tragédia (do grego antigo), a uma forma de dramatização caracterizada por sua seriedade, dignidade e, se continuássemos na liturgia greco-romana, viria toda aquela denominação de fatos ligados a deuses e outras citações.

Pois podemos perfeitamente classificar o que se viu em campo, neste insólito empate, como parte de uma tragédia, naquilo que o jogo teve de seriedade, dignidade e outros adjetivos mais que possam classificar a luta, a entrega e o embate “Davi-Golias” do qual participamos, contra aquele elenco estelar do nosso adversário. Vamos começar dando uma palinha do que foi receber um time daquela categoria.

O que é este elenco do Atlético-MG? Que monstro é este? Monstro, é bem verdade, que parece ter tomado um forte sonífero nestes meses iniciais de 2017, apesar do passeio que deram na primeira fase da Libertadores. Vendo aquele toque de bola, aqueles atletas de ótimo trato com a redonda e aquele entrosamento, fiquei a pensar o que seria dos adversários caso (ou no dia em que) aquele monstro acorde (venha a acordar).

Pois com todas essas qualidades, mais uma vez, impusemos o nosso ritmo, a nossa ‘vibe 2016/2017’ já logo de saída e eles pouco encontraram espaços em campo, ainda que, por conta única do talento dos seus atletas, tivessem obrigado o Jefferson a duas belas defesas antes do seu gol que, vejam, saiu por um erro crasso do Emerson. Acho que já está na hora de pararem com a "brincadeira Emerson" e voltarem com um dos dois garotos da zaga.

Õpa! Eu falei Jefferson? Então vamos falar do nosso lado do embate. O que foi aquilo, hein? Como pode um goleiro, por mais imponente que seja, parar por um ano, sofrer a primeira cirurgia, esta intervenção dar errado, sofrer a segunda e no dia da volta, fazer o que o Jeff fez em campo nesta partida? Não consigo tecer comentários para tudo o que o nosso goleiraço aprontou hoje, parando até o craque Robinho, mais um dos “dorminhocos” daquele elenco, desinteressado do seu ofício mas, ainda assim, mantendo a rara e conhecida habilidade. Jefferson ontem fez os alvinegros voltarem a sonhar, de uma vez por todas, com algo bem promissor neste ano. Sem ele, não tenho medo de dizer que poderíamos ter perdido este jogo até por mais gols.

Mas o desenho da tragédia de que falei aí no título se deu, ante os pouco mais de 9.600 alvinegros presentes ao estádio, pelo brio e pela luta dos nossos atletas ante um 11 que lhe é bem superior, um elenco rápido, de toques rápidos e precisos. Pois nem isto, nem o gol tomado na frente, nem o cansaço da viagem de volta do Uruguai, nem nada é capaz de tirar o espírito de luta dos nossos valorosos atletas. Era uma briga desigual, enfrentar um elenco muito superior, com um gol de desvantagem e com muitos dos nossos jogadores extenuados.

Pois nós, com a luxuosa ajuda do Jefferson, os enfrentamos de cabeça erguida, os seguramos, levamos o placar “estreito” até o fim e, claro, como na insistente tragédia antiga, fomos premiados pelos deuses do futebol com um pênalti aos 47 minutos do segundo tempo, este sim, existente, diferentemente do que foi marcado contra nós que, ainda bem, o magnífico Jefferson defendeu (acho que já citei o nome dele aqui mais vezes do que o fiz no ano todo).

Hoje, Vitor Luis não estava bem, Pimpão errou muito e Roger, bem, é um tremendo pai de família. Quando o pênalti foi marcado, vibramos mas quando ele pegou a bola, uma grande parte da galera ali na Leste amarelou. E, finalmente, quando ele parou para cobrar, esperando o apito do juiz, a forma como ficou de pé, mesmo olhando-o pelas costas, via-se que a probabilidade de perder aquele pênalti era muito maior do que de acertar as redes. E ele perdeu. Ao pegar o rebote e colocar, finalmente, no fundo do gol, um garoto ao meu lado desabou, sentou-se no degrau do corredor de acesso às cadeiras e não teve forças para levantar. Tenso, muito tenso.

Mas ainda pudemos ser brindados com boas atuações, como nos casos do Bruno e do João Paulo, que seguraram a onda o quanto puderam. O garoto Matheus Fernandes é outro que merece destaque. Só que o placar só pôde ser modificado mesmo após a entrada do Marcos Vinícius, que fez ótimas triangulações ali da intermediária para a área deles e, no fim, sofreu o pênalti salvador.


O jogo - melhores momentos - Lancenet

De ruim - o cansaço do elenco. Tomara que o banco dê conta.

De bom - Leo Valencia chegou para assinar e já foi ver o jogo


Não foi uma vitória, mas quem disse que não foi uma noite de festa alvinegra?

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2 de jul. de 2017

BRASILEIRÃO: GATITO BRILHA, MAS NÃO É SUFICIENTE


BOTAFOGO 0 X 1 CORINTHIANS

Quem assistiu este jogo de hoje com a atenção de um analista, tem como tirar duas conclusões: a primeira é que estamos mesmo precisando de mais dois nomes em posições-chave (meio e ataque), mas que estes nomes, que não nos surpreendamos, podem vir lá de dentro do clube mesmo. Podem já estar aí. E a segunda e mais importante, em relação ao jogo no campo, é que perdemos, eles mereceram vencer mas convenhamos, o seu 11 titular "fez um quilo certinho" para chegar a esta vitória.

Comentei com meus sobrinhos que viam ao jogo ao meu lado sobre o que é este Botafogo/2017. Dizia-lhes que se um bom adversário não conseguisse encaixar o seu gol na primeira parte do jogo, nos seus domínios, nossa marcação, como quem finca bandeiras e marca território, encaixava de tal forma que dificilmente tomávamos gol. E hoje, vejam, o gol só foi tomado no abafa, numa jogada mordida, de bate/rebate.

Vi o nosso time, enfrentando o bicho papão do torneio nos seus domínios, fazer uma boa partida, por vezes, tocar muito bem a bola ante os 11 titulares deles mas hoje meus amigos, era jogo para gigantes. Duvido que eles se esqueçam mais do que os fizemos passar na sua Arena nesta tarde. Gatito só trabalhou mais uma vez, após o pênalti arrumado e a jogada do gol, nosso time mostrou uma tranquilidade absoluta ante aquela pressão de torcida e de um time embalado e isto, ao meu ver, mostra que o nosso embalo continua a todo vapor.

Terminada a partida e já pensando à frente, firmei de vez à opinião de que nada abala este elenco. Não creio mesmo que percamos o jogo lá em Montevideo e assim, só nos resta torcer para que o elenco volte do Uruguai inteiro, pronto para continuar a sua gloriosa caminhada e assim, podermos encher a nossa arena para dias de belas e importantes vitórias, já que tudo conspira a favor. Ou não? Sabem quem podemos pegar na semifinal da Libertadores? Pois é, um time, agora, com a abertura da janela de transferências e a cabeça dos seus atletas em outra dimensão, em franco declínio técnico. Ele mesmo, o azul dos pampas.

Vamos que vamos!


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26 de jun. de 2017

O G3 É 'LOGO ALI'

Time recebe o Avaí
e vai em busca do G3



MAS TUDO DÁ ERRADO, 
AS COISAS NÃO FUNCIONAM, E PERDE EM CASA DIANTE DE
 22 MIL TORCEDORES


BOTAFOGO 0 X 2 AVAÍ

Amigos,

Realmente deu tudo errado... Para começar, jogo às 20 horas, segunda ou quarta, para mim é complicado. Mas tudo planejado, aceitamos provavelmente chegar um pouco atrasado ao nosso estádio. Fui pegar meu filho no curso, optando pelo carro, o que poderia parecer ruim, mas no caso seria o mais prático.

Pois bem, na porta do curso, perto da hora de sair, resolvo religar o carro e... nada. Aparentemente um curto, os poucos minutos com ventilação ligada descarregaram a bateria. Tudo errado... Resolvemos empurrar o carro, ele pegou, e partimos, mais atrasados ainda. No meio do caminho vem a notícia, já estava 1 a 0 para o Avaí, gol de Joel, maldição do ex.

Já chegando ao estádio ouvimos pela Rádio Botafogo, 2 a 0. Nada de fraquejar, fomos em frente. Aos 30 minutos do primeiro tempo estávamos na Leste Inferior, setor cheio, numa posição ruim, tentando ver o jogo e empurrar o time. E entender o que acontecera com Montillo. Entrou? Nem entrou? Foi substituído?

Daí para frente foi torcer, ver um Botafogo no geral aguerrido, dominando o jogo, ficando com a bola, tentando fazer o gol, mas pecando na desorganização e afobação. Muitos gols perdidos, dando sinal de que realmente não era dia. E no final o placar trágico, mas que só deve servir de lição.

A primeira deveria ser sobre a forma de jogar do time. Temos um elenco com sérias limitações, alguns jogadores polivalentes, como Bruno Silva, e outros que sabem fazer muito bem algumas funções, como Roger e Guilherme, mas que não possuem capacidade de fazer coisas muito diferentes.

E temos Montillo, que atrevo a dizer que ontem se tornou definitivamente um ex-jogador. Uma pena, para ele, para nós, para o futebol. Não falo da qualidade técnica dele, não falo do caráter, da vontade ou do interesse. Mas estas lesões consecutivas não permitem que ele tenha uma sequência de jogos e renda nem 10% do que sabe. E não devem para de acontecer, pois ele nem vem sendo exigido, não tem atuado nem 45 minutos por partida, e quando entra é um dos com menor mobilidade.

Sobre a conta da derrota do Jair, como muitos tem falado na Internet, e até em programas esportivos, eu concordo, mas creio que podemos fazer algumas ponderações, pois afinal foi um dia em que tudo deu errado.

Para começar, creio que ele cometeu um erro ao escalar o time com Camilo e Montillo. Os dois sem condições físicas e dificilmente prontos para atuar por 90 minutos. Segundo, porque isto modificava o esquema com três volantes, pelo menos levemente. Ainda não tive oportunidade de assistir VT do jogo e ver como foi este começo, mas creio que ele teve ter pensado em mudar a formação que vem atuando, normalmente um 4-3-1-2, com os três volantes fechando à frente da zaga, um pelo meio, e outros pelas laterais, para uma formação 4-2-3-1. Dois volantes, Lindoso e Bruno Silva, ficariam mais atrás, e Camilo e Pimpão cairiam pelos lados, com Montillo centralizado e mais solto, deixando Roger mais fixo no meio.

Acontece que com 6 minutos tomamos o gol. Com 7 Montillo se contundiu. Talvez a opção ideal fosse colocar um volante, Dudu Cearense, e voltar à formação antiga, 4-3-1-2. Mas Jair optou por colocar Guilherme, indo praticamente para o 4-3-3 que havia fracassado contra o Barcelona. No meu ponto de vista o objetivo era partir para cima e virar a partida. E testar, se em outras condições, esta formação poderia funcionar. Esta formação pode ser necessária nesses confrontos de mata-mata, para tentar reverter um placar desfavorável, nos 30 minutos finais do segundo jogo. Mas não funcionou, e dificilmente funcionará, pois nosso elenco não está preparado para isso.

Como o adversário conseguiu, em mais uma falha (não vi, ouvi pelo rádio), ficou confortável em se defender e tentar o contraataque, mesmo não tendo qualidade para isso. E aí o que vimos foi um Botafogo aguerrido, com vontade, correndo atrás do prejuízo de forma desorganizada e afobada, tentando fazer o que não sabe, e errando.

Foi ruim? Foi péssimo. Mas me atrevo a dizer que com as lições aprendidas, e forma de jogar do grupo, não ficarei surpreso de voltarmos de São Paulo com vitória, no jogo contra o Corinthians, provavelmente usando time misto ou reserva.

Antes disso, vamos mudar a chave, que agora o foco é Copa do Brasil, quinta-feira, em BH. Com Carli e João Paulo o time fica muito mais eficiente.

Abraços.

21 de jun. de 2017

É CLÁSSICO - BOTAFOGO x VASCO



Time recebe o Vasco no Nilton Santos
"passeia" em campo e
vence por 3x1

E com uma tremenda 'cara' de 3 ou 4x0.



Eu disse aqui, no "pré-jogo", que era um jogo para alçar o G5. Dito e feito. Alçamos o G5, dependendo de uma vitória do Grêmio hoje na sua Arena chegamos ao G4 e ao que parece, não tem céu e nem limite para este inacreditável Botafogo.
___________________________________________

Botafogo 3x1 Vasco - uma aula de futebol moderno.

Meus amigos, perguntar é preciso.

O que é este Botafogo "2016/2017"?

O que são estes atletas que, ou apenas lutadores (Bruno Silva e Lindoso) ou então, habilidosos mas tímidos (João Paulo), de uma hora para outra, chegam a um nível de destaque que, em relação ao Bruno, já se começa um 'ôba-ôba' dirigido à seleção brasileira?

O que é um menino de 18 anos (Mateus Fernandes) que destruía na base (campeão brasileiro sub-20 na Arena Corinthians) e que, chamado a suprir a falta de companheiros lesionados, aguentou a desconfiança da torcida na arquibancada, o 'massacre' dos apressados nas redes sociais e, depois de vários jogos nos quais a busca da segurança o fazia perder bolas fáceis, chega a um clássico regional, com uma escrita secular e cruel e, ante a mesma torcida que cobrava, dá dribles curtos de jogador experiente no meio de campo, protege a bola como se fosse um veterano (e até franzino ele é) e nos brinda com uma atuação daquelas?

E, por fim, como o Botafogo foi conseguir chegar a este ponto? A ponto de, depois de anos em que liderou campeonatos para depois despencar na tabela por lesões de atletas, consegue mudar jogadores de posição, trazer meninos da base, fazer, com treino, conversa ou sei lá mais o que, com que jogadores que não produziam se mostrarem tão eficientes (os citados João Paulo e Bruno Silva) e, enfim, começar uma 'vibe' de time quase imbatível?

Eu lhes confesso: estou bem impressionado. Próximo da perplexidade.

Fui para o estádio ontem querendo vitória, porém com os pés no chão e aceitando que um empate não seria de todo ruim, mas jamais imaginei que poderíamos pegar o nosso adversário, que vinha subindo de produção, encarar aquela escrita miserável e "achocolatá-lo" daquela forma. Via-se claramente, como já vimos com outros adversários, o desânimo que batia nos seus jogadores a cada abafa do nosso time. À medida em que o tempo passava e, eles sem fôlego e os nossos guerreiros com ar até nas veias, era visível como não conseguiam mais sequer dar um passe lateral com correção.

Há algumas rodadas, eu dizia aqui que não sabia aonde este Botafogo iria parar. Hoje, confesso que já espero coisa grande mas, ainda assim, paira sempre uma dúvida do limite existente para se substituir atletas da forma como o faz o Jair Ventura. Ontem, depois de um jogo cansativo no último domingo, chegávamos já aos 90/95 minutos de partida e alguns jogadores nossos marcavam como se o jogo estivesse ainda no seu início.

E a mídia? Engraçadíssima como sempre. O juiz, simplesmente, resolveu não marcar as faltas a nosso favor, ignorando praticamente todas. Nada se falou na imprensa. A coisa ontem foi a tal ponto que, satisfeita com a atuação do time, a galera xingou e esbravejou mas, quando ele resolvia marcar uma falta a nosso favor, irônica e debochadamente, a galera começava um coro de: "juuuiz...juuuiz.... Leaaannnndro.. Vuaaaaaaden" - naquele mesmo estilo de gritos de nomes de atletas. Vejam que até disto estamos conseguindo nos livrar, claro, ainda com alguns cartões amarelos, mas sem a perda da concentração no gramado.

Outra da imprensa: o Botafogo é um time que não propõe jogo - simplesmente, entrega a bola para o adversário e impõe o seu jogo, de marcação, de anulação de espaços. Eles alardeiam isto em câmeras e microfones o tempo todo. Pois ontem, bastou fazermos o primeiro gol e "darmos" a bola para eles e, ato contínuo, um dos comentaristas foi ao microfone dizer que começamos bem e não jogamos nada no restante do primeiro tempo. Balela!

Jogamos bem sim depois do primeiro gol e a prova disto foi a participação do Gatito, por mais de meia hora - não fez absolutamente nada. Já do segundo tempo, quero falar apenas usando uma palavra, um um adjetivo - MAGISTRAL. Que os deuses do futebol não nos aprontem nada extra campo que faça este elenco perder o foco. O céu parece mesmo ser o limite para este gloriosíssimo Botafogo 2016/2017.

Estamos em quinto na tabela até às 23 horas: dependendo do resultado do jogo no sul e do daqui do Rio, podemos ir para o quarto lugar.

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18 de jun. de 2017

BRASILEIRÃO: OITAVA RODADA NA ARENA CONDÁ


BOTAFOGO 2 X 0 CHAPECOENSE

Com gols dos atacantes e boa atuação
voltamos com os três pontos

Os gols do jogo

Mais uma vez fizemos bom jogo, boa marcação na saída de bola, muitas roubadas, e aproveitando a lentidão da defesa, que jogava adiantada querendo reduzir o espaço, conquistamos a vitória.

O time foi a campo com Gatito, Arnaldo, Carlis, Igor Rabello, Vitor Luiz, Lindoso, Bruno Silva, Matheus Fernandes, João Paulo; Pimpão e Roger. Conseguindo repetir escalação o entrosamento ajuda.

Bruno Silva mais uma vez brilhou, se infiltrando como ala direita, e numa dessas serviu a Roger para só escorar para o gol. 

Ainda perdemos alguns gols, pelo menos em duas jogadas Roger se enrolou com a bola, quando deveria ter pelo menos chutado. Ainda assim, mesmo merecendo muitas críticas, tem uma função tática importante. Infelizmente não tem a velocidade e nem o poder de finalização que tornaria nossos contra-ataques fatais.

Ainda assim, em outra jogada pela direita, Arnaldo cruzou, o zagueiro furou, e no susto, quase de barriga, Pimpão jogou a bola no fundo das redes. Um dois a zero para tranquilizar e para trazer o fantasma do jogo do Barradão.

No segundo tempo Roger foi substituído por Montillo, que demonstrou em poucas oportunidades a visão de jogo e o bom toque de bola, mas também uma lentidão que só seria razoável para jogador em segundo tempo de prorrogação de final. Falta muito no aspecto físico para ele, e com isso segue jogando no máximo 30 minutos, sem conseguir se decisivo.

Ainda tivemos a entrada de Guilherme, substituindo Pimpão, que procurou imprimir velocidade, mas sozinho acabava tendo como única alternativa prender a bola e passar tempo.

Nos descontos Dudu Cearense substituiu Lindoso, e daí foi só esperar o fim de jogo. Lindoso e Gatito receberam amarelos, e Bruno Silva, Carli e João Paulo, nossos pendurados, saíram ilesos. Portanto, poderemos ter equipe completa para o clássico contra o Vasco.

Domingo passado, contra o Coritiba, fomos 17 mil botafoguenses no Nilton Santos. Nesta quarta deveríamos colocar no mínimo esses 17 mil, e junto com a torcida do Vasco fazer um público acima do 20 mil. O time está merecendo, e precisamos dessa adesão da torcida para seguir caminhando.

Abraços.

14 de jun. de 2017

BOTAFOGO VAI A SALVADOR

Time pega o Vitória, pela sétima rodada.





Em um jogo perigoso, com resultado imprevisível, quem fez o resultado se tornar amargo acabou sendo o próprio Botafogo.

Sim meus amigos. O título desta matéria nã estaria fora da lógica se fosse "Um empate inglório".

Podemos sim, classificar o resultado obtido hoje em Salvador como inglório, doído até. Se voltar de lá sem derrota, empatando um jogo naquele caldeirão, poderia ser considerado como normal, não o foi nas circunstâncias em que este 2x2 ocorreu.

Sim, pois uma coisa é jogar fora, sob pressão, contra um time bem armado e trazer um ponto: outra bem diferente é fazer 2x0, ter a possibilidade de ampliar este placar e, por pequenos mas decisivos erros individuais, ceder o empate.

Não vou falar de quem errou. Nosso time vem se superando, matando um leão (sem trocadilho) por jogo. Cito apenas o Montillo, mais uma vez, como a grande bola fora desta diretoria.

Vida que segue. Agora iremos a Chapecó.



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13 de jun. de 2017

O NOME É: FLÁVIO RODRIGUES DE SOUZA


Caros,

Não costumamos, e eu pessoalmente não gosto muito, de falar de arbitragem. Mas não tem como não falar quando ela passa a decidir o que deveria ser decidido na bola. E esse sistema de arbitragem está merecendo cartão vermelho.

Antes de ir direto ao nome do nosso último jogo, cabe apontar a solução que preferem não usar: o auxílio eletrônico, já comum no volêi, tênis e outros esportes, e que como vimos no jogo entre Avaí e Flamengo, é usado no futebol seletivamente, aumentando a injustiça.

Então, para nem entrar nos detalhes dos erros cometidos por Flávio Rodrigues de Souza em nossa partida, pênalty duvidoso, pênalty inexistente, inversão de faltas, não marcação de falta (o segundo pênalty foi fruto de um contra-ataque conseguido com falta em João Paulo), cartão amarelo exagerado (o do Bruno Silva foi dado por ser o Bruno Silva, pois foi em falta que em 90% das vezes não sai cartão, o de João Paulo foi recebido por falta que ele recebeu e que o defensor poderia levar amarelo ou vermelho), e assim por diante.

Mas para não ficar dando soco em ponta de faca, vamos a quem é essa figura:

http://sumulaonline.cbf.com.br/arbitragem/br/escala/?id=1100

E qual o histórico dele? Então não vamos deixar passar em branco...

http://www.tribunapr.com.br/esportes/atletico/jogadores-do-atletico-detonam-arbitro-apos-empate/

http://blog.chicomaia.com.br/2014/11/19/aos-gritos-de-o-fregues-voltou-flamengo-escapou-de-goleada-maior/

https://www.foxsports.com.br/news/302146-pratto-reclama-de-erro-de-arbitro-mas-faz-revelacao-sobre-o-classico-contra-o-corinthians

Nesta reportagem abaixo o nome dele não é citado, mas a foto que ilustra a reportagem não deixa dúvidas.

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2015/04/1622953-cbf-rejeita-arbitro-fraco-e-cobra-mais-rigor-contra-as-reclamacoes.shtml

E esta mostra que não é reincidência, mas sim modus operandi:

http://www.midiamax.com.br/esportes/255240-corinthians-sofre-vai-semi-vitoria-polemica.html

E esta antiga, que aparentemente o vídeo se perdeu, mostra que sempre atuou desta forma desde o início da carreira, e mesmo assim subiu de categoria. Como pode?

https://futeboldeverdade.wordpress.com/category/arbitragem/page/2/

Marcar penalty inexistente, um hábito dele, parecido com o que vimos domingo?

http://correio.rac.com.br/_conteudo/2017/04/esportes/476204-derrota-deixa-o-guarani-em-alerta.html

E o mínimo que o Botafogo deve fazer é seguir o Remo no mesmo tipo de atitude:

http://www.ormnews.com.br/noticia/remo-move-representacao-contra-arbitro-do-jogo-com-o-asa

E mais ainda:

http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/ultimas-noticias/1,1208,18,108/2016/08/07/noticia_sport,43907/irritado-com-arbitragem-oswaldo-nao-concede-entrevista-para-se-preservar-segundo-cartola.shtml

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Campeonato_Paulista/0,,MUL1082437-9839,00-TECNICO+DA+SELECAO+POR+UM+DIA+PEDRO+SANTILLI+AGRIDE+ARBITRO+NO+INTERIOR+DE+.html

Como parar isso?

Algo sério tem que ser feito.


11 de jun. de 2017

BRASILEIRÃO - SEXTA RODADA




BOTAFOGO 2x2 CORITIBA

Time recebe o Coxa em casa, às 11 da manhã, erra muito e não sai do empate. 
_____________________

Rio de Janeiro, 11 de junho de 2017, meio dia e quarenta. Neste dia e horário, aqui no gramado do estádio Nilton Santos, jaz o futebol do craque Montillo.

Craque, na minha opinião, com características bem fugazes. Após uma temporada muito bem jogada em Belo Horizonte, não o vi fazer mais nada digno de nota em alto nível. E hoje, confirmando esta análise, ineficiente e sempre escondido em campo, este grande erro da nossa diretoria jogou fora uma vitória que seria suada, penosa mas, ainda assim, merecida, perdendo um gol feito no meio da segunda etapa.

Dito isto, o que vi hoje foi o nosso time entrar sonolento e o adversário, bem armado, conseguir se segurar em campo, ora pelos nossos erros de passe, ora por decisões equivocadas da arbitragem (algo que o Henrique vai falar ainda durante esta semana), ora pela má atuação de vários dos nossos jogadores.

Até o bom Joel Carli, a quem devemos o empate, estava num daqueles dias para se esquecer. Mateus Fernandes foi outro que parecia perdido em campo, errando quase todas as jogadas que tentava.

Agora, chegou a hora em que o sinal de alerta precisa ser ligado. Fizemos 3 jogos em sequência nos quais, afirmo, deixamos de ganhar 5 pontos, no mínimo: ficamos com apenas 2 pontos. Estamos momentaneamente em nono lugar na tabela e agora, temos que buscar bons resultados para nos mantermos na parte de cima da classificação.


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7 de jun. de 2017

BRASILEIRÃO DE NOVO - BOTAFOGO X SANTOS




BOTAFOGO 0 X 1 SANTOS
Cheio de desfalques, Botafogo se supera
fora de casa, equilibra o jogo, domina segundo tempo,
tem a chance de abrir o placar,
mas perde no último lance.

Um pecado.

Iniciando o jogo com Helton Leite, Arnaldo, Carli, Igor Rabelo, Gilson, Matheus Fernandes, Lindoso, Fernandes e João Paulo, Pimpão e Roger, conseguimos surpreender, e jogando fora, ter uma boa atuação.

Em jogo onde a derrota seria resultado "normal", por ser fora e com tantos desfalques, tivemos o Pimpão desperdiçando oportunidade incrível, criada por ele mesmo em roubada de bola. Tivemos uma atuação de gala no segundo tempo, e o retorno de Montillo na segunda metade do segundo tempo, substituindo Fernandes.

Mas no final, quando tudo se encaminhava para um bom empate, diante das nossas circunstâncias, a arbitragem e Helton Leite, ambos vinham atuando bem, falharam. Falta inexistente na entrada da área aos 49 do segundo e a bola bem batida no canto, mas defensável, não fizeram justiça ao que foi o jogo.

Desta partida, o que ficou de bom foi ver que com meio time titular ainda é possível manter a pegada e o nosso bom nível de jogo. Estou triste pela derrota, mas satisfeito pela atuação.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG