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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

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17 de ago. de 2019

TENTANDO SUBIR NA TABELA

Botafogo vai a São Paulo
enfrentar o Corinthians



E voltamos com a derrota por 2 a 0

Nada de novo, nada de diferente... ou quase isso.

Começamos o jogo com algumas mudanças de escalação, por contusão, etc. 

Escalados com Gatito, Marcinho, Marcelo, Gabriel e Gilson; Gustavo, Rickson e Cícero, Pimpão, Luís Fernando e Diego Souza. A novidade, Rickson, gerando alguma expectativa mas não muita esperança.

Como sempre, o time sentiu a falta do Carli na zaga, e como sempre começou tentando ficar com a bola, mas não conseguindo mais do que girar os passes na zaga até ser pressionado e perder em lançamento rifado.

Se eu tinha esperança de voltarmos com um ponto, de um 0 a 0 sem inspiração, rapidamente essa esperança foi-se embora. Gatito foi fazendo defesas até o Corinthians abrir o placar ao final do primeiro tempo, tendo o Botafogo praticamente não passado do meio do campo e talvez tendo feito um único ataque importante.

E estava óbvio que não teríamos como empatar no segundo tempo... que começou logo com mais um gol deles. Corinthians subindo de produção no campeonato, mais arrumado, com elenco melhor, esta é a realidade: Há uns 6 ou 7 times com quem não temos muita esperança de conseguir resultado expressivo, a menos daquele jogo onde tudo dá certo para nós e o adversário se perde em campo. E há uns 6 adversários que estão mais desorganizados e desesperados que nós, e sobre os quais estamos fazendo nosso dever de casa, e permanecendo na primeira página da tabela.

E o quase nada de diferente? Bem, tivemos a entrada, novamente, de Lucas Campos e também do menino Rhuan no segundo tempo, substituindo Pimpão e Gustavo. E mostraram vontade e alguma qualidade, fazendo boa partida. Diante da ineficiência dos dois "titulares" podem tranquilamente pegar a vaga no time, mesmo com a oscilação natural de garotos (melhor oscilar do que ficar permanentemente em baixa). Também tivemos a entrada do Marcos Vinícius, que sempre mostra qualidade, mas parece que nunca conseguirá uma sequência de jogos, no lugar de Luís Fernando.

De interessante então é constatar que oriundos da base tivemos em campo ao longo do jogo: Marcinho, Marcelo, Gustavo, Rickson, Lucas Campos, Rhuan. Nenhum craque, mas podemos gerar valor.

Agora não tem jeito, é fazer o dever de casa e vencer a Chapecoense no Nilton Santos. E seguir buscando a vaga na Sulamericana, ou uma pré-Libertadores que nos caia no colo.

Abraços!

18 de jul. de 2018

BRASILEIRÃO 2018 - A VOLTA

O RETORNO DO BRASILEIRÃO



Na volta do campeonato,
time vai a São Paulo, massacra o 
adversário mas perde por 2x0

Mais insólito, impossível

Convenhamos que, tomar um gol ainda aos 2 minutos de partida esfria qualquer tesão de jogar, mas por incrível que pareça não foi isto que aconteceu com o Botafogo nesta noite. A rigor, o time adversário só conseguiu uma ou outra jogada de ataque (e mesmo assim só no primeiro tempo do jogo), mas de forma bem esporádica porque, no mais, o Botafogo tomou as rédeas da partida por quase todos os 95 minutos.

Mas o nosso problema era a forma como atacávamos – arame liso, a série.

O time tomou a posse de bola, criou, viu até serem minimizadas as bisonhices dos nossos piores em campo (e eles eram em número bem superior ao desejado) mas do meio para a frente, os erros de passe eram seguidos e em muito, prejudicavam a chegada da bola na área deles. Os citados piores eram, só para ficar nestes, João Pedro, Ezequiel (este, aliás, completamente perdido), Luis Ricardo e Matheus Fernandes. Tinha mais gente que não produzia nada, mas fiquemos nestes quatro só para não parecer que o jogo foi uma pelada de ‘canela para todo lado’.

O time então voltou do vestiário com o Pimpão no lugar de um dos nulos, João Pedro e por incrível que pareça, Pimpão conseguiu fazer o nosso ataque funcionar. O cara entrou jogando bem, muito bem, sem errar nada, nem um passe (meu Deus, eu vi isto!), deu um trabalho insano à marcação deles ali pela direita do nosso ataque e criou várias jogadas de área, infelizmente, inaproveitadas.

Foi incrível mas, eles colocaram 2 atletas em campo que, frios e sem o apavoro que já tomava conta dos que saiam, construíram uma jogada de ataque que resultou no seu segundo gol. E foi só. Jefferson não fez uma defesa sequer no segundo tempo, e que segundo tempo de dar raiva! O Botafogo mandava no jogo, mas é como mandar e não saber fazê-lo como se deve: mandava, mas a bola não obedecia.

Aos 21 minutos, o Aguirre entrou no lugar da nulidade Ezequiel, mas tornou-se mais um “menos um” em campo. Ainda confio em que este uruguaio possa encontrar o seu espaço no 11 titular, mas não se sabe o porquê de ele não vir se apresentando bem nos jogos. Depois do segundo gol, Luís Fernando entrou no lugar do Valencia (o que melhor conseguia fazer o time evoluir do meio para a frente). Tiramos então um jogador que criava, lançava e distribuía bem o jogo e vimos entrar em seu lugar mais um sem função, sem o poder de fazer a bola chegar com qualidade na área, justamente o que faltou para empatarmos este jogo naquele final alucinante.

Sim, por que depois dos 30 minutos de jogo, nos momentos anteriores e posteriores ao segundo gol deles, o Botafogo imprimia um massacre insólito num jogo que se desenvolvia apenas do meio para a área deles, só que é aquilo: podem chamar tudo o que o nosso time fez do que quiserem, mas eu achei um trabalho muito parecido com o daquele fazendeiro que vai cercando toda a sua propriedade, mas só usa o já tão aqui decantado arame liso.

Discordem do que eu vou dizer agora, coloquem as suas opiniões sinceras mas, para mim, de todas as endeusadas defesas do goleiro deles, só vi como complicada mesmo uma, aquela da jogada dupla em que ele tirou a primeira bola do Kieza com a mão e a segunda, do Carli, com o pé. Senão vejamos. Caso o Cássio tivesse levado um dos gols nas outras defesas, não seria considerado como um tipo de falha, aquele gol em que ele "poderia ter feito um esforço a mais"?

Pois foi isto: o Botafogo chutava, cabeceava mas era sempre onde o goleiro estava. Consagramos o cara. Não se cabeceava para o chão, ou nos ângulos. Eram sempre chutes/cabeçadas óbvias que, consequentemente, propiciavam ao goleiro defesas possíveis. Difíceis mas possíveis. Acho que foi feito um pacto no vestiário para fazer “o nome” do goleiro corintiano com vistas à sua efetivação no gol da seleção. Só pode ter sido isto.

O que se pode concluir então deste jogo, é que o nosso time melhorou muito com entrada do Pimpão, ou seja, temos que nos conformar em atravessarmos as duas competições que teremos pela frente dependendo de um jogador chamado Rodrigo Pimpão, o mesmo velho Pimpão, aqueeeeeleee. De resto, gostei da disposição tática (ou seja, devemos confiar, por ora, no trabalho do Paquetá) e vi os nossos defensores muito bem postados (não vi culpa deles nos gols). No sábado, enfrentaremos o mais popular do país, aqui no Rio. Uma vitória não é de todo impossível.

23 de out. de 2017

CONTRA O LÍDER



BOTAFOGO 2 X 1 CORINTHIANS

BOTAFOGO JOGA BEM, CONVENCE, VENCE 
E DÁ A VOLTA POR CIMA,
 VOLTANDO À SEXTA COLOCAÇÃO

Finalmente o time entrou em campo. Entrou com vontade, querendo vencer.

Jogadores que se mostravam apagados e inseguros, como Bruno Silva e Vitor Luiz, atuaram como nos bons jogos da Libertadores e Copa do Brasil.

Brenner mostrou suas diferenças para o Roger, onde é melhor e onde não conseguirá substituí-lo a altura, por exemplo fazendo pivô. Mas parece ter mais presença de área e melhor passe. E pela presença e oportunismo fez o seu gol.

Marcos Vinícius voltou a ter uma boa atuação. Talvez ainda seja uma incógnita. Ele me faz lembrar de Lúcio Flávio, com tudo de bom que nos trouxe, e também com a apatia e lentidão em outros momentos. Mas tem ótima visão de jogo, domínio de bola, bom passe, e chuta com facilidade.

A zaga se postou bem, foi firme, e Rabello também conseguiu deixar o seu gol, em linda cabeçada. O garoto tem muito futuro, e passou a ser seriamente assediado para o ano que vem.

Graças a nossa atuação o campeonato embolou. O líder do returno venceu o líder do campeonato, e o melhor momento falou mais forte.

Agora vem o mais importante, uma semana de pausa e jogo no fim de semana. Vamos ter que mostrar que a atuação de ontem não foi uma chuva de verão. Temos que estabilizar as atuações e partir à caça do Grêmio, aproveitando que o mesmo não está focado no campeonato, e pegar esta vaga no G4.

Chegando lá, veremos o que nossos qualificados adversários conseguirão fazer. O objetivo básico estará alcançado, então o que vier a mais é lucro, lembrando que cada posição galgada na tabela significa um aumento importante em premiação, e dinheiro é algo que nos fará muita falta em 2018.

Abraços.

2 de jul. de 2017

BRASILEIRÃO: GATITO BRILHA, MAS NÃO É SUFICIENTE


BOTAFOGO 0 X 1 CORINTHIANS

Quem assistiu este jogo de hoje com a atenção de um analista, tem como tirar duas conclusões: a primeira é que estamos mesmo precisando de mais dois nomes em posições-chave (meio e ataque), mas que estes nomes, que não nos surpreendamos, podem vir lá de dentro do clube mesmo. Podem já estar aí. E a segunda e mais importante, em relação ao jogo no campo, é que perdemos, eles mereceram vencer mas convenhamos, o seu 11 titular "fez um quilo certinho" para chegar a esta vitória.

Comentei com meus sobrinhos que viam ao jogo ao meu lado sobre o que é este Botafogo/2017. Dizia-lhes que se um bom adversário não conseguisse encaixar o seu gol na primeira parte do jogo, nos seus domínios, nossa marcação, como quem finca bandeiras e marca território, encaixava de tal forma que dificilmente tomávamos gol. E hoje, vejam, o gol só foi tomado no abafa, numa jogada mordida, de bate/rebate.

Vi o nosso time, enfrentando o bicho papão do torneio nos seus domínios, fazer uma boa partida, por vezes, tocar muito bem a bola ante os 11 titulares deles mas hoje meus amigos, era jogo para gigantes. Duvido que eles se esqueçam mais do que os fizemos passar na sua Arena nesta tarde. Gatito só trabalhou mais uma vez, após o pênalti arrumado e a jogada do gol, nosso time mostrou uma tranquilidade absoluta ante aquela pressão de torcida e de um time embalado e isto, ao meu ver, mostra que o nosso embalo continua a todo vapor.

Terminada a partida e já pensando à frente, firmei de vez à opinião de que nada abala este elenco. Não creio mesmo que percamos o jogo lá em Montevideo e assim, só nos resta torcer para que o elenco volte do Uruguai inteiro, pronto para continuar a sua gloriosa caminhada e assim, podermos encher a nossa arena para dias de belas e importantes vitórias, já que tudo conspira a favor. Ou não? Sabem quem podemos pegar na semifinal da Libertadores? Pois é, um time, agora, com a abertura da janela de transferências e a cabeça dos seus atletas em outra dimensão, em franco declínio técnico. Ele mesmo, o azul dos pampas.

Vamos que vamos!


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11 de out. de 2014

UMA LUZ?

BOTAFOGO 1 X 0 CORINTHIANS



Uma luz no fim do túnel?

Conquistamos 3 pontos inesperados, em uma vitória heróica, que mostra a vontade dos jogadores em não se entregarem.

3 pontos épicos, creditados ao espírito de Jefferson, goleiraço do Botafogo e da seleção que hoje defendeu penalty cobrado por ninguém menos que Messi, e que sem dúvida foi incorporado pelo jovem, guerreiro e eficaz Helton Leite, que defendeu tudo e mais um pouco.

É claro que a vitória tem um pouco das limitações do arrumado time do Corinthians. Tem crédito também a coragem do Mancini, em colocar o time fechado e explorar os contra-ataques, o que nos deu um pênalty no primeiro tempo, convertido por Wallyson.

E toda a luta, inclusive dos nossos meias, que marcavam as laterias do campo exaustivamente, mesmo com todo o calor e umidade de Manaus.

No segundo tempo a pressão foi maior, e no meio do segundo tempo Bolatti levou o segundo amarelo e foi expulso. Jogamos mais quase meia hora com um a menos. Muita correria, muito espaço, mas quando eles acertavam, esbarravam ou na ansiedade dos atacantes, ou na firmeza e perfeição de Helton Leite.

Os garotos entraram e se portaram bem. No final com Andreazzi e Murilo em campo, em natural contra-ataque que conseguimos, quase marcaram o gol que fecharia o placar. Infelizmente não saiu e tivemos que torcer ansiosamente até os 50 minutos do segundo tempo, com direito a Cássio na nossa área e outro contra-ataque nosso, com eles sem goleiro.

Felizmente o placar terminou assim, somamos os 3 pontos necessários, saímos da lanterna e podemos sonhar em sair da Z4.

Mas com tudo isso, ainda não estou satisfeito. Ver o Botafogo fechado, tomando sufoco por minutos a fio, encurralado como um time pequeno, só se defendendo, como ficou nos 15 minutos finais, é algo que me dói, e dói a todo botafoguense. Mas é um mal necessário, para seguirmos na luta pela permanência na série A, à espera de um 2015 melhor.

Abraços.


1 de jun. de 2014

BOTAFOGO X CORINTHIANS - EMPATE PARA PAUSAR


BOTAFOGO 1 X 1 CORINTHIANS

Fomos mais uma vez a São Paulo, em partida com mando trocado, e saímos com um empate providencial.

O jogo em si mais uma vez não foi bom, mas podemos ver consistente evolução no grupo, apesar de algumas peças destoantes.

Iniciamos a partida escalados com Renan, Lucas, Bolívar, André Bahia, Júnior César; Airton, Bolatti, Edílson, Zeballos, Wallyson e Ferreyra. Não dava para saber se era um 4-4-2, um 4-3-2-1, com 3 volantes, ou mesmo um 4-3-3, no tradicional estilo utilizado pelo Brasil na Copa de 70.

Apesar do domínio territorial, ou de iniciativa, uma vez que a posse de bola era quase igual, o Corinthians pouco levava perigo ao gol do Botafogo.

Em compensação o Botafogo fazia o mesmo. Ferreyra ficou isolado na frente, e apesar da insistência do narrador em criticá-lo, indicando que ele deveria sair, era visível que este não era o problema, mas sim a lentidão na ligação defesa-meio-ataque, um problema que as duas equipes enfrentavam.

Nossas puxadas de contra-ataque ficavam dependentes do Bolatti, jogador cadenciado, de Zeballos, que não demonstrou rapidez de raciocínio no jogo, e de Lucas e Edílson, nas triangulações pela direita. 

Em um jogo com estas características o gol acabou saindo em jogada individual, onde Jadson deixou Bolatti pra trás e bateu no canto, cruzado.


Podemos dizer que o jogo foi para o intervalo assim, mas antes, aos 43 minutos, Wallyson fez a jogada que resumiu sua atuação. Recebeu bola na esquerda, avançou ameaçando ir à linha de fundo, ameaçou cruzar, ameaçou cortar pra dentro, e foi avançando, avançando, ameaçando, e pronto. Saiu de campo com bola e tudo, sem fazer nada.

No segundo tempo vieram as substituições. Primeiro Daniel no lugar de Lucas, fazendo Edílson voltar para lateral. Isto deu mais mobilidade e agudeza ao time, mas o jogo ainda continuou quase com a mesma cara, tendo inclusive Renan salvo o segundo gol.

Depois entrou Gegê no lugar de Wallyson, e mesmo sem Gegê render praticamente nada, o time foi crescendo, talvez também pelo cansaço do Corinthians, e pelas mexidas erradas do Mano Menezes.

Começamos pressionar, chegando por alguns minutos o jogo a ficar no estilo "aluga-se meio campo", com as rebatidas, populares chutões, da zaga corintiana que iam parar na nossa intermediária serem recebidos pelo Renan.

Logo veio a última substituição, entrando Jorge Wagner no lugar do eficiente, mas sempre amarelado, Aírton. E que decepção mais uma vez. Mesmo assim seguimos dominando, mas sem levar tanto perigo assim, até que aos 40 minutos do segundo tempo a bola puniu a falta de ousadia do Mano Menezes. Edílson avançou bem, deu lindo corte no lateral, e chutou cruzado, uma bola que iria para fora, mas acabou desviada para as redes pelo zagueiro. O jogo, que até aquele momento ia com cara de derrota normal do cameponato, estava empatado.

Daí foram 5 minutos de aflição, com mais 4 de descontos, o Corinthians tentando pressionar, mas o jogo equilibrado, com cara de que qualquer coisa poderia acontecer, mas nada. Terminou assim mesmo. Não sem antes, agora aos 43 do segundo tempo, Jorge Wagner errar o seu tradicional passe na intermediária que dá o contra-ataque. Felizmente a bola saiu em escanteio que não deu em nada, só em um contra-ataque do Botafogo no qual faltou pernas para o Zeballos.

Agora é pausar para a Copa, tentar não perder muitos jogadores, e dar mais padrão ao time. Fiquei com a nítida sensação que se Wallyson, Jorge Wagner e Gegê rendessem 90% do que podem, o que não é muito, o time poderia jogar muito mais.

Abraços.

PS: No meio da digitação do texto precisei dar uma saída e só agora pude completá-lo, então vou direto para os comentários, que já vi que são 3, mas ainda não li.

11 de set. de 2013

BOTAFOGO 1x0 CORINTHIANS



Armazéns B.F.R.:
tem freguês na fila.

Amigos, tombei.

Tou sem condições de escrever e vou passar a bola para o Paret. Peço licença para ir nos comentários com vocês.

Só digo que Renato e Edilson estão entrando no ritmo no momento certo. E aposto que nas próximas 3 rodadas chegamos e passamos pela raposa.

Ao encontrar com Paret no Maraca fomos para o mesmo canto do jogo do Coritiba, e eu falei: esse lugar aqui é bom para ver gol do Hyuri. Isso, ali aonde atacamos pela direita no segundo tempo. Aproveitei, vi as cadeiras e disse: vou sentar nessa 17 aqui, o número do garoto. Então fiquem com o gol dele:

 




E para os nossos valorosos guerreiros, vamos gritar até o fim:

1, ... 2, ... 3, .. NÓS ESTAMOS COM VOCÊS.

Olá amigos.

Estou rindo muito aqui pois eu é que imaginei poder chegar em casa, dar uma rápida opinião sobre o jogo e 'deitar' sobre mais um belo texto do Henrique mas hoje, nosso amigo foi descansar e cabe a mim então falar do que vimos no estádio. Não vou me alongar pois amanhã (hoje) tem trabalho e já estamos passando das duas da matina.

Bom meus caríssimos, querem que lhes diga uma verdade que enxergo e não é de hoje? O nosso time, neste jogo, enfrentou um Madureira (ou Resende) com bons jogadores.

Faz tempo que venho querendo falar isso de forma clara e hoje chegou a hora. Imaginem termos, num torneio qualquer aqui no Rio (como já tivemos), o Resende, ou o Madureira ou ainda o Boavista eliminando alguns dos grandes e indo decidir a disputa. Agora imaginem se este pequeno, em vez de jogar com Zezinho da Vila, Amaral não sei do que e mais um rebotalho que sobra dos times grandes (Toni por exemplo), puder fazer o seu joguinho fechado, retrancadinho, usando o goleiro Cássio, que foi o melhor do país em 2012, Maldonado, Danilo, Douglas (um número 10 raro, muito talentoso), Romarinho, um garoto já com pedigree de fazer gol em decisão de Libertadores, Alexandre Pato e Emerson Sheik.

Pois é assim que este time do Corinthians vem conseguindo participar com destaque dos campeonatos há anos. Eu disse que fazia tempo que eu pretendia falar disto e a causa foram aqueles 2x0 que tomamos deles em jogo aqui em São Januário, em 2011. Estávamos voando, Jobson e Maicosuel voltaram e, junto com Herrera e Loco, faziam um ataque infernal mas apesar de jogarmos o jogo inteiro em cima deles, eles se fecharam, seguraram a onda com jogadores de nível de time grande e quando cansamos, partiram na boa e fizeram 2 gols em contraataques. Não vi o jogo deles há duas rodadas mas dizem que foi exatamente isso que fizeram para meter 4 gols no Flamengo.

Diante deste cenário e com Seedorf muito mal (errou tudo o que tentou - perdeu um gol feito), ficamos tentando chegar lá na frente também com mais um grande problema: com Renato entrando de cara, Rafael Marques perdeu seu lugar ali saindo do meio para chegar nos homens de frente e, adiantado, não rendeu o que sabe e o que tem feito nos últimos jogos. Ainda assim meus prezados, mais uma vez, além da jóia Hyuri, vimos hoje (e comentei com Henrique ainda no primeiro tempo) um novo Edilson, um jogador atuante tal qual foi no último domingo (foi dele a jogada do golaço do Elias), que pouco errava e, mesmo nos dando um grande susto ao chutar contra o nosso gol, teve a precisão de um 10 de verdade para deixar a bola à feição para o novo menino de ouro Hyuri tocar por cima do goleiro.

O resto meus amigos, foi festa. Uma festa inesquecível nas arquibancadas com direito, no fim do jogo e na chegada dos atletas para o já tradicional 'abraçaço' (imagem abaixo), a um novo e emocionante grito do povão:

1, ... 2, ... 3, .. NÓS ESTAMOS COM VOCÊS

Foi o grito de mais de 23.600 torcedores 
nesta quarta-feira, no Maraca, ao fim da partida

A festa dos heróis alvinegros com a galera, no fim do jogo.


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25 de mai. de 2013

BOTAFOGO ESTRÉIA NO BRASILEIRO



BOTAFOGO 1x1 CORINTHIANS
Em São Paulo

Crise? Que crise? Que a anti-fogopress nos perdoe mas crise é o cacete. O time começou o jogo equilibrando as ações contra um adversário que vinha com fama de, entre outras coisas, campeão do mundo. Mas um Botafogo bem tranquilo, tanto recebendo estocadas na área quanto chegando também lá na frente com o nosso já eficiente toque de bola, não tomou conhecimento da pressão e surpreendia ao apertar a saída de bola deles. A marcação funcionava bem e apenas não víamos o citado toque de bola fazer aquela jogada redonda, que sempre deixa um dos nossos na área em condições de marcar.

Os times então seguiam iguais. Eles sempre muito perigosos na sua organização tática, sempre chegando e chutando ao gol do Jefferson e nós, marcando forte e tentando trabalhar a bola para alguém em condições de marcar. Seedorf, deslocando-se com maestria sempre por espaços vazios do gramado, dava o nosso toque de magia nesta partida. Nota ruim então para Lodeiro, continuando o seu rosário de jogadas erradas da última partida e Fellype Gabriel, que pouco produzia em prol do nosso bom meio de campo.

Até que o jogo, para nós, em matéria de gol, começou como terminou o carioca: numa jogadaça do Seedorf, Rafael Marques entrou livre para marcar aos 25 minutos, parecendo aquele centroavante com com o qual estamos sonhando faz tempo (vejam no vídeo abaixo). Detalhe para o elogio do Seed ao Lucas que, na jogada, desistiu de participar por estar em impedimento. E o detalhe amigos é que Rafael hoje pode ser eleito como o melhor em campo, não somente pela presença de área no gol mas principalmente pela distribuição de jogadas e pela tranquilidade para esperar o companheiro melhor colocado na hora do passe. Uma jogada sua na ponta direita foi uma das mais belas jogadas desta partida.

Os lances e os gols da partida - Lancenet

A esta altura, via-se com grande tristeza o fato de o Lodeiro continuar com esta sina de ‘um a menos’. Tomara que a estada na seleção uruguaia o faça retomar a boa forma técnica. Aos 41 minutos, talvez a primeira demonstração do apito antifogo, quando Seedorf deu tranco legal no adversário ao lado da nossa área mas o ameba deu falta. De qualquer forma, continuamos levando o jogo à nossa feição e não fosse por uma quantidade excessiva de passes errados, se poderia dizer que fizemos um primeiro tempo ótimo. Chegamos a perder mais uns 2 gols mas a etapa inicial terminou mesmo com este 1x0. Contra o atual campeão da Libertadores, do Mundo e do campeonato paulista, acho que estava de bom tamanho.

Na segunda etapa eles voltaram com Douglas e Pato, visto ter tido o Botafogo uma vantagem visível na criação na etapa anterior. Aos 26, Vitinho entrou no lugar do Fellype Gabriel que saiu sentindo contusão mas pouco fez em campo, mas a força deles no ataque já era tão grande que o gol de empate acabou saindo aos 28 minutos. Cedendo então o empate, o time parecia começar a aceitar a pressão deles e assim, Oswaldo começou as substituições. Aos 34 Andrezinho entrou no lugar do Lodeiro e aos 37, uma estranha substituição com Lima entrando para a saída do Julio César, mas nada disto foi capaz de devolver o nosso time ao ataque, ficando, no fim, o empate até de bom tamanho. Agora temos 2 jogos seguidos aqui, contra Santos e Cruzeiro. Não seria nada demais pensar em 6 pontos nestas duas partidas.

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11 de jul. de 2012

BOTAFOGO VENCE O CORINTHIANS


BOTAFOGO 3x1 CORÍNTHIANS
No Pacaembu
De novo

Voltamos para o G4, galera.




E o Botafogo foi mesmo a campo sem o Vitor Junior, um ato que pode ser colocado na categoria ‘falta de organização do futebol brasileiro, ou seja, se houve uma determinação da CBF para que a partida fosse adiada, nada mais justo do que se fizesse um acordo para que ambos os times pudessem ter seus anseios atendidos e não apenas um deles.


Fomos então buscar a vitória no campo e ela veio. E FOI UM AUTÊNTICO CHOCOLATE. Gostei muito do Cidinho neste jogo mas o ameba, o catarinense anti alvinegro, procurou segurar o nosso time do jeito que conseguiu. Marcávamos a saída de bola deles e a cada roubada, ele sempre se decidia pela falta contra nós. Mas nossa superioridade era tão grande, com vários atletas jogando bem, que o gol, aos 27 minutos, foi consequência deste domínio. E se o zagueiro não tivesse desviado a bola, certamente o nosso jogador que entrava pela meia iria conferir e marcar. Foi bonito ouvir o corretíssimo Edson Mauro, da Globo, repetindo o tempo todo “imaginem então quando o Seedorf começar a jogar”.


Já íamos pelos 35 minutos e Márcio ‘Cabelo’ Azevedo deitava e rolava ante seus marcadores (vários deles). Arranjou um cartão amarelo para o Romarinho, volta e meia ganhava nas saídas de bola pela lateral e preocupava em muito a marcação adversária. Só Andrezinho, apesar de não jogar mal, parecia não conseguir acompanhar a velocidade do time juntando rapidez com eficiência nos passes e saídas de bola, mas repito, jogava bem e evoluiu mais ainda no decorrer da partida. Mas vejam que incrível o que vou dizer agora: quem tem Márcio Azevedo tem tudo. Numa jogada perigosa contra a nossa defesa, aos 40 minutos, sobrou uma bola limpa para eles na esquerda e no cruzamento, quando um jogador ia empatar a partida, ele tirou a bola de forma incrível, com absoluta precisão.


A esta altura, a violência consentida rolava solta por parte do adversário. Antônio Carlos e Lucas Zen foram atingidos em jogadas subsequentes e ambos, sangrando muito, preocuparam o time e a torcida mas por incrível que pareça, não houve marcação de falta em nenhum dos dois lances. Mas o time foi para o vestiário com a vantagem e voltou no segundo tempo mais ligado ainda. Renato jogava um bolão, Lucas Zen não vacilava e Cidinho parecia um veterano, fazendo um jogo que ia da bola recebida na meia até à entrada da área. Lucas também fazia bela partida e numa linda jogada logo aos 10 minutos, iniciada pelo Andrezinho que com a bola no pé jogava muito bem, fez o cruzamento na medida para Elkeson ampliar. Uma nota a respeito do nosso 9: Elkeson não está bem no geral mas o seu empenho atual e o espírito coletivo recuperado o estão fazendo voltar aos poucos a ser o jogador que admiramos quando aqui chegou. Seu gol foi um prêmio a esta dedicação. E vejam meus amigos, ELE É O NOSSO NOVE.


Mas a verdade é que este time parece ter incorporado de vez o espírito vencedor do Seedorf e, claro, das nossas lendas históricas. Em mais uma jogada linda de todo o time, na bola muito bem conduzida pelo Andrezinho pela esquerda, saiu o cruzamento perfeito para Elkeson ampliar, mais uma vez como centroavante nato. 3x0 aos 24 minutos da etapa final e o time deles só havia perdido um atleta para o exterior e 2 por contusão, mas nós estávamos sem Vitor Junior e ainda incompletos por não termos substituído os que saíram. E o ameba paranense, em desespero total, começou a tentar evitar a goleada. Numa outra bela jogada aos 26 minutos, Andrezinho passou uma outra linda bola para o Cidinho mas o último homem calçou o nosso novo talismã que foi ao chão: claro que a falta não foi marcada.


Aos 35 minutos, Rodrigo Dantas entrou em campo no lugar do Fellype Gabriel (William já substituíra o Elkeson anteriormente) e continuou dando a mesma consistência de marcação na meia. O ameba foi indo, foi indo e conseguiu arranjar um pênalti a favor do adversário, um pênalti absolutamente ridículo, para que eles saíssem do zero. Mas a superioridade do melhor time era tamanha que o nosso adversário, um time médio que ganhou a Libertadores, continuou apenas tentando evitar a goleada. O adiamento da partida, enfim, foi melhor para o Botafogo.


No final do jogo eu ainda ri muito do Muller, ex ponta do São Paulo nos anos 90, comentarista da partida. Vejam que pérola mandou o antigo pontinha: “na nossa época de São Paulo, qualquer adversário que jogava contra nós vinha para cima pois queria ganhar do campeão da Libertadores”. Ô seu Muller. Menos, meu amigo. Este Corinthians é quase um timeco. Fosse encontrar um Bayern em dezembro, tomaria um sacode histórico. Ele só se tocou da mancada depois dos 42 minutos, quando teve que reconhecer que temos alguns jogadores de qualidade e que a nossa superioridade havia sido incontestável.


O sistema de marcação enfim, parece estar dando conta do recado. A semente plantada por Oswaldo de Oliveira está se transformando numa linda planta e a árvore não demora a surgir. A única dúvida que eu tenho agora é saber o que fará o comando do Botafogo para se sair bem no campeonato com a perseguição do apito.




Baile.

Os gols da partida - Lancenet

Fizeram a festa para nós. Esta é a pura verdade. Resultado perfeito, estamos no G4, a 4 pontos do líder. Toda a cara de que estamos embalando, e com várias contratações por chegar. Mas foi uma partida perfeita?

Vou me dar o direito de tentar procurar o que podemos melhorar, o que não funcionou direito. Mas é claro que se eu me limitar aos erros, pouco terei o que escrever.
Então começo com o óbvio, estamos vendo um craque nascer, finalmente. Cidinho brilhou soube jogar com a bola, tocar, abrir o jogo, e até marcar. Isso mesmo, ele foi muito eficiante no fechamento do meio, junto com Zen e Fellype Gabriel, o que obrigava o Corinthians a tentar as jogadas pelos lados, que acabavam parando em Lucas, Márcio Azevedo, Antonio Carlos e Fábio Ferreira.

Mas aqui entra o primeiro porém. Com todo o brilhantismo e velocidade no toque de bola, a falta de força física dificulta nas disputas por rebotes ou bolas rifadas. Ainda mais contra este time do Corinthians, muito forte fisicamente, com bastante disposição para correr, e entrando duro em todas as disputas, muitas vezes faltosamente e perigosamente, mas com a conivência do árbitro. Neste ponto, alguém contou quantas faltas o tal Romarinho fez? Absurdo.

Fellype Gabriel foi muito bem, fazendo até esquecermos que o principal desfalque da partida era nosso, uma vez que Vitor Júnior vem sendo nosso destaque em quase todas partidas. A conclusão é que nos demos bem, pois teremos nosso meia descansado para o jogo de domingo.

Os mais críticos podem dizer que nossa zaga dá sustos, e não estará errado. Mas o domínio do nosso meio era tão amplo, e a marcação na lateral tão eficiente, que poucas dificuldades passamos. Na verdade, o Corinthians pressionou e dominou a partida por somente uns 3 a 5 minutos, no final do primeiro tempo, e isso por estarmos sem o Zen e o Antonio Carlos em campo. Isso mesmo, somente com 11 contra 9 foi possível para eles obter o domínio da partida.

Renato merece capítulo à parte. Muitos podem acusá-lo de omissão. Ele realmente não tem um estilo de chamar o jogo para si, nem possui uma personalidade de chamar muito a atenção. Se foi um primeiro tempo discreto e preciso, no segundo tempo ele brilhou totalmente. Deitou e rolou no meio, ocupando o espaço por onde era impossível para o Corinthians jogar. Fez de quase tudo nos 45 minutos finais.


Renato esculacha Danilo. Contra o Bahia também teve um assim

Elkeson começou a gerar dúvidas. Começou apagado, sem presença de área e ajudando a marcar zagueiro e volantes, atrapalhando bastante a saída de bola deles. Mas no primeiro momento parecia ainda não convencer como atacante, referência de área. Mas no final foi isso que ele foi. Com presença, boa colocação, reflexo para antecipar e bom chute, fez dois gols da nossa vitória. Foi o homem de área, que pouco pode tocar na bola, mas quando o faz, decide a partida.

Andrezinho ocupou o meio junto com Renato, e para minha surpresa correu os 90 minutos. Sem perder a qualidade naquilo que faz bem, que é se apresentar para receber a bola, e passar com precisão. Ele, Cidinho e Renato dominaram o meio-campo.

Mas mesmo dominando o meio, o Corinthians também não dava espaços. Marcava por ali, e nos dava a mesma opção, jogar pelos lados. Mas a diferença é que por lá construímos as jogadas, com o apoio certeiro dos nossos laterais, que não mais atuam como alas, e a caída pelo lados de Cidinho, Fellype Gabriel, Andrezinho e mesmo o Elkeson.

No final, uma certa queda de ritmo, afinal era uma partida remarcada, jogo de meio de semana, na casa do adversário, e inteligentemente OO fez suas substituições, para poupar e preservar uns, para dar ritmo e experiência para outros. Willian, Rodrigo Dantas e Lennon entraram, substituindo Elkeson, Fellype Gabriel e Márcio Azevedo. E o árbitro que segurou o que pode de cartão para os corintianos e tratou como dividida de jogo todas as entradas pesadas deles, acabou por marcar um pênalti marotinho no final do jogo. Só para dar o gostinho para a torcida na festa deles, que foi um baile nosso.

Agora é manter a regularidade e somar pontos, até a estréia de todos nossos reforços. Estamos na briga.

Abraços!

12 de out. de 2011

BOTAFOGO HERÓICO



Em São Paulo, BOTAFOGO 2X0 CORINTHIANS.

PLACAR MORAL - 3X0

Um primeiro tempo mágico seguido de uma segunda etapa na qual devolvemos ao adversário o mesmo veneno defensivo (retranca mesmo) que ele trouxe aqui no primeiro turno.

Felipe Menezes entrou de cara ficando Herrera no banco. Uma notícia boa e outra ruim? Em que sequência? Ruim em relação ao primeiro e boa em relação ao segundo ou vice-versa? No mesmo diapasão das dúvidas que postei no texto anterior, estas novas perguntas entraram conosco hoje em campo.

Mas um Cortêz agora preocupado em marcar e marcando bem melhor do que em outras partidas, Loco jogando até nem tão bem assim mas oportunista como sempre e Felipe sem comprometer e muito bem entrosado com Elkson pela direita, foi o suficiente para, com marcação firme, fazermos um primeiro tempo de enciclopédia, isto sendo o adversário que foi e o jogo na casa deles com estádio lotado. Ficamos nesta primeira etapa com duas ótimas opções de saída de bola: os citados da direita e a conhecida velocidade do Mago com o Cortêz pela esquerda.




Nosso primeiro gol foi apenas uma conseqüência destas possibilidades de ataque, claro que ajudado pelo elã com que o time entrou em campo hoje. A raça voltou de vez galera, numa prova cabal de que somos a melhor equipe deste país sim. Não sei como o time volta para o jogo de domingo mas voando deste jeito, faz uns 8x0 no Atlético paranaense.

Com toda a sinceridade e sem ôba-ôba de torcedor, peço que se eu estiver errado me corrijam rápido, mas vi o tal fortíssimo time adversário perdidinho em campo ali perto dos 40 minutos do primeiro tempo. E o motivo era a partida quase perfeita que fazia o Botafogo até então. Imaginem isto tudo se o juiz não nos tivesse tirado o primeiro gol, se Elkson estivesse em melhor forma técnica e o futebol do Mago e do Cortêz aparecesse mais em jogadas de ataque.

No segundo tempo apenas fizemos o que foi possível ao ficarmos sem o nosso 6. Não havia mágica, time adversário entrosado e perdendo por 2x0 em casa, só podíamos mesmo era defender. De forma certa ou errada é agora só uma nota de rodapé. O importante hoje foi a dedicação e os acertos do treinador, que parece ter lido todos os nossos comentários aqui e em outros blog´s: é só inventar e tudo acaba bem.




Nota 10 para o nosso herói de hoje – Mattos. Uma nota menos honrosa para Loco: apesar de ter aberto o caminho para a vitória. No fim, atuou como um valioso zagueiro tirando de cabeça bolas perigosas, jogada que ele sempre faz quando somos atacados até nos jogos aqui NO NOSSO ESTÁDIO.

Menção para lá de honrosa hoje para o garoto Renan. Superou críticas, desconfianças e uma pressão dos diabos e se tornou um dos nomes da partida.

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Imagens - Lancenet

- Hoje comecei a achar que entendo o Harry Potter. Ele até não deve ter tido tempo para treinar, naqueles 32 dias sem jogos oficiais, surpresas como a da escalação de hoje, só que ir tentando isto durante um campeonato tão disputado é dose Sr. Potter. A seu favor o fato de o elenco só ter chegado com o campeonato em andamento.

- Mais cedo, Avaí 2X2 Atlético-GO foi jogo candidato a ter o gol mais bonito do ano, um para cada lado. Mas com certeza irão ignorar isto e querer colocar algum gol aqui do Rio (se é que me entendem) em destaque no final do campeonato.

- E a iludidíssima torcida do Flamengo, mais uma vez, enche um estádio com seu jogo para vibrar.... com gols do Botafogo longe dali. Isto já ocorrera em 2009, no nosso 3x2 sobre o São Paulo completinho, enquanto eles criaram um mosaico bem analfa e bem grandão no Maraca, mas não saíram do 0x0 com o Goiás. Vibraram muito com Jobson e Cia. no Engenhão.

- E agora um momento "pé no chão", galera. Não nos iludamos com ataques mais bem armados e mais tranqüilos do que os perdidos homens de frente corintianos hoje. Nossa defesa caminha célere para ser “promovida” a queijo suíço, a não ser que o C. Junior (vejam que abandonei temporariamente o "HP") encontre logo uma solução mágica para fechar a nossa meia.

- Mas hoje é dia de só falar bem e assim amigos, mais uma constatação de ajudas e armações. Como o Botafogo estava magnífico e como o juiz nos tirou um gol e também a possibilidade de mais uns 2 ou 3 invertendo jogadas hein? Até quando? E de tanto querer marcar faltas contra nós próximo à nossa área acabou expulsando Cortêz. Ainda bem que o próximo jogo é aqui e contra o Atlético PR.

- Agora é que os 50.000 visitantes chegam rápido para deixarem os cálculos estatísticos do Henrique mais malucos do que fiquei hoje após o nosso segundo gol.

- E viva El Loco. Mais uma botinada no repórter da Rádio Globo que tentou colocar palavras na sua boca e tomou toco. O primeiro quando o jornalista quis inserir na entrevista que era vitória de arrancada e Loco devolveu "arrancada no.. estamos há tempos entre os primeiros então não há que se falar em arrancada."







“Apesar de você, hoje foi um lindo dia”


Começo parafraseando Chico para lembrar dos amebas de preto (by Alexandre). Caramba, como que podem anular um gol daqueles?

Vejam: a quanto tempo eu nem me refiro às arbitragens e armações?

Pois bem, hoje resolvi falar desta, por conta de dois absurdos, e com a tranquilidade de que ela não nos tirou a vitória, mas dificultou muito. Ora bolas, um gol pessimamente anulado e uma expulsão para lá de maluca. O Cortez deve ter entrado para a história. Tudo bem que já teve muito jogador expulso na primeira jogada por agressão. Mas ele não agrediu ninguém, nem tomou cartão vermelho direto. Foram dois amarelos, isso mesmo, ele conseguiu o recorde de ser expulso de uma partida tomando dois amarelos e FAZENDO UMA ÚNICA FALTA o jogo todo!!!

Então vamos vigiar estas arbitragens sim, e os Analfas de sempre podem falar o que quiserem, pois deveriam é dar treinamentos adequados aos seus filiados.

Amigos, pelo primeiro tempo e pela garra, e muito pelo resultado alcançado contra o adversário que era, na casa deles, e com tantos erros, então mesmo os mais pessimistas tem que admitir: ESTAMOS NO CAMPEONATO.

Hoje de manhã, num papo rápido com o Luiz, falamos sobre isso. A vitória era essencial, apesar de um empate não ser desastre. Mas uma vitória deixaria o campeonato com a cara do Vasco, com o Botafogo na cola deles. Vamos ver o que os lusitanos fazem amanhã.

Para os que tanto criticaram Renan, está aí o goleiro que conheço. Lá no blog Ninguém Cala do Lancenet eu havia afirmado que ele disputava a condição de segundo melhor goleiro em atuação no futebol carioca com o Fernando Prass. Afinal, o melhor estava ontem lá no México, e mostrou que realmente é o melhor.

Por fim, e enaltecendo algo que o Paret citou com destaque relativo, mas que me pareceu essencial nesta vitória, acho que devemos ver a eficiência que foi nossa zaga no final da partida, em especial nas bolas aéreas, totalmente dominadas pelo nosso quarto-zagueiro. Digo quarto-zagueiro literalmente, pois o primeiro era o Antonio Carlos, o segundo o Fabio Ferreira, o terceiro o Gustavo e o quarto o Loco.

Curtinhas:
  • Não posso deixar de dar o braço a torcer para o Caio Jr. e o Felipe Menezes. Repetiria ele esta atuação de hoje? Se sim, pode ficar no elenco e se tornar ótima opção tática.
  • Que felicidade de ver o Bruno Tiago em campo. Nada fez de relevante? Concordo, mas para quem estava voltando ao time, num jogo desses, já é uma grande conquista ter entrado e não ter errado.   

10 de out. de 2011

MOMENTO DE DÚVIDAS


SERÁ.........

- Que o nosso time irá se comportar como time campeão diante da massa corintiana e da pressão absurda que sofrerá também dentro do campo?

- Que Jefferson chegará com a cabeça tranquila para operar seus milagres no gol?

- Que o treinador aprendiz irá conseguir passar 90 minutos sem inventar substituições malucas?

- Que algum dos grandes jogadores atualmente em má fase irá desencantar e fazer a diferença?

- Que em caso de armações (prováveis) como aquela da anulação do gol do Herrera no jogo do ano passado lá mesmo, a diretoria vai finalmente falar alto e tomar providências?

- Que o citado Herrera, em caso de pixotadas durante o primeiro tempo, será substituído pelo Caio?

Bom meus amigos, tudo o que nós alvinegros queremos é que de pelo menos 6 destes casos de dúvidas, que 3 ou 4 sejam elucidados de forma satisfatória. Se isto for possível, o time pode voltar de São Paulo sim, senão com um resultado positivo, pelo menos com a moral elevada para fazer os resultados nas rodadas seguintes pois repito, SÓ TEREMOS JOGOS FAVORÁVEIS PARA NÓS. Depende exclusivamente do Botafogo.

20 de jul. de 2011

BOTAFOGO PERDE EM CASA


Botafogo perde para o Corinthians por 2x0 em São Januário.

1 – Nosso time dominou mas não atacou.

2 – Faltou tática.. os melhores jogadores sumiram em campo.

3 – O 2x0 foi um castigo, mesmo jogando tão mal.
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Jogo complicado, líder do campeonato que, conforme eu disse em comentário na postagem anterior, ainda não enfrentou situação complicada de verdade, e o Botafogo mandou no jogo como quis na primeira etapa. Uma grande pena a falta de objetividade para atacar, vez que Caio agora nos parece de vez um jogador de frente, mas para fazer a bola chegar aos homens de área e Elkson, incrivelmente, não aparecia como em outras partidas, talvez sucumbindo à marcação adversária.

De qualquer forma, o joguinho do time do Tite era aquele de se esconder para cansar o adversário e então começar a atacar. Já corriam os 30 minutos e o Botafogo tinha, tanto um grande domínio do jogo quanto, em outra ponta, uma falta de apetite para colocar bolas em cima do goleiro deles que só se explica mesmo pela falta que temos do tal homem de área. Bom, o que se via então era o pessoal da emissora líder tentando mostrar um Corinthians super líder e escondendo o domínio quase total das ações que fazia o Botafogo, mas nosso time contribuía com a incrível apatia na área adversária.

Renato parecia ter dado um bom sentido de organização à nossa meia e com isso o time ganhou na saída de bola, mas vejam que se Elkson não era o mesmo de outros jogos, o Mago também não conseguia dizer ao que veio e com isto, ficamos sem dois jogadores importantíssimos para levar perigo ao gol deles. A má vontade do cara do apito com as faltas contra o Botafogo eram aquelas de sempre. Ô situação crítica hein? E foi cozinhando o jogo desta forma que o adversário chegou ao seu incrível gol, sem preparar nada para chegar à nossa área mas infelizmente, chegando e marcando como sempre fazem Bangus, Friburguenses e Americanos por aqui para surpreender os grandes. E assim se foi o primeiro tempo, incrível, mostrando que contra um time mais forte, dominar sem atacar é pedir para perder o jogo. E a mídia? Bom, segundo ela, o retranqueiro time paulista é uma equipe madura, que não se abala em ser atacada e mesmo no contraataque (sic) acaba resolvendo seus jogos. Mas não era o Botafogo do Joel Santana o time que jogava como pequeno e isto atuando bem menos retrancado do que este aí? Vá entender.

Segundo tempo e já estávamos passando dos 10 minutos sem que nosso time se apresentasse para assustar o goleiro deles, agora com o time adversário finalmente atacando e saindo daquele jogo de time pequeno, de esperar para atacar na boa. Aos 13, Caio pediu para sair e Alexandre Oliveira fez sua estréia e logo depois, Zen também pede para ser substituído sentindo dores (as mesmas que tiraram o Caio do campo) e quem entrou foi o Márcio Azevedo mas isto já quase aos 20 minutos e sabem o que nosso time fez para um time que jogava em casa? Absolutamente nada. Vivíamos até esta parte do jogo daquela bola na trave do Herrera no primeiro tempo.

Caio Junior está parecendo técnico que abre mão de jogadas ensaiadas e elas, hoje, nos fizeram muita falta. Só substituiu por terem os que estavam em campo se machucado e com o jogo já indo para os 30 minutos, ainda tendo uma substituição, nosso time já sem mais saber o que fazer em campo e nada do Harry Potter tentar mudar o jogo com um atleta novo. E assim, nervoso por não conseguir armar jogadas e já chegando a hora de tirar o Renato do campo o homem acabou tirando, aos 30 minutos, o nosso Mago, que com todo o respeito ao seu belo futebol só fez perder bolas para a defesa adversária. Saiu vaiado.

Galhardo entrou e já comecei a ter receio de que, sem ver o garoto Alex em campo, jamais chegaríamos ao gol. E a maré continuava braba, pois até em momento em que a defesa deles entregou uma bola para o nosso ataque, nada conseguimos fazer, isto já aos 31 minutos. Herrera deu passe errado e um possível gol se transformou em mais uma jogada bisonha. Metemos outra bola na trave mas desta vez já não valia mais nada, pois Fábio Ferreira estava impedido. E com toda a sinceridade meus amigos do blog, nada jogamos mas contra um time retrancado como este, se tomássemos aquele gol do Emerson, seria castigo demais.


41 minutos, o goleiro deles quebra o dedo, tem que ficar em campo por não poderem mais substituir e nada de insistirmos em cruzar bolas na área. Incrível mesmo. Ah! Cruzávamos sim mas só na cabeça dos defensores deles. Ainda tomamos o segundo gol e na mesma jogadinha de time pequeno, só saindo na boa, o que acabou dando números enganosos à partida, ou seja, o castigo que não chegou no gol perdido pelo Emerson acabou nos matando nos minutos finais. Jogamos mal sim, mas o que fez este adversário grande com jogo de Cabofriense para nos impingir um placar destes no Rio?

Márcio Azevedo? Alexandre Oliveira? Tiago Galhardo? Não vi mesmo. Se alguém souber se estão gordos ou magros, me avisem por favor. O jogo lá contra o Furacão, antes quase uma baba, agora vai ficar complicado.

29 de set. de 2010

O TIME DEIXOU A VITÓRIA ESCAPAR


BOTAFOGO 1X1 CORINTHIANS, no Pacaembu.

Um belo primeiro tempo do time que, afirmo sem medo de errar, não fosse o mole dado pelo Cordeiro, poderia ter saído desta etapa com 1 ou até 2x0 a seu favor (2x1, vá lá). O time todo se houve bem e até os insossos L. Flávio e seu irmão siamês (na bola) Flalhael não comprometeram. O primeiro claro, com aquela característica clássica de começar bem e logo, vendo o jogo esquentar, procurando um cantinho em campo para tentar ficar longe dos holofotes. Estilo Lucio estátua Flávio (vide em “Vou Zoar”, a autozoação alvinegra).

APITAZZO DE NOVO?

Não era para começar falando do segundo tempo em relação ao do apito, mas a jogada do Herrera (goleiro na bola o caramba, ô Luiz Roberto) não pode nos deixar calados. Que roubalheira, senhores. E foi assim, com muita determinação e valentia, que o time conteve o ímpeto do Corinthians, com o elenco muito mais completo que o nosso, durante toda esta fase da partida. Foi ataque contra defesa por pelo menos uns 25 minutos, dos 48 jogados.

CAIO: O NOSSO NEYMAR NO QUE AQUELE TEM DE PIOR

O que quero saber agora é o que o Caio vai dizer ao Herrera, que não aceita mais uma infantilidade daquelas, e agora ao El Loco. Ele simplesmente, pelo bem do futebol, não pode mais repetir outra jogada daquelas de jeito nenhum. Era o final de jogo, e se ele toca na esquerda era gol (do Renato), se ao driblar empurra na direita era gol (El Loco). Se liga, garoto.
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- Eu já ia dizer que o Alessandro voltou a ser aquele do Furacão campeão brasileiro, mas aquele passe à La Eliseu ali aos 30 do segundo tempo me deixam ainda com as barbas de molho.

- Caio tem que parar este ano. Ou o departamento de futebol do Botafogo está dando mole (cadê a Psicóloca colada nele até o final do campeonato?) ou o garoto é dissimulado e engana até o tratamento com a competente médica.

- Sábado não tem Herrera (e precisa?) mas tem Edno. Para quem é qualquer Almir já estaria de bom tamanho.. hehehehe

6 de jun. de 2010

FOGÃO 2X2 CORINTHIANS - ESTAMOS NA BRIGA.


Olá pessoal. Chegando da Arena Stadium Rio e vendo um valente Botafogo dominar o jogo contra um adversário, nesta fase da competição ainda superior ao nosso time, e só ceder o empate por uma vacilada do Joel que trocou dois jogadores sem a menor necessidade de efetuar tais substituições.

Chegamos aí ao oitavo lugar, segundo melhor time do Rio (vamos conferir ao final da rodada) e o retorno do campeonato nos trará boas surpresas. E neste assunto de surpresas e mudanças, comentei hoje com o Henrique que iria pesquisar sobre o Jobson e foi só conferir no noticiário para descobrir que o Fogão cobriu a oferta do atravessador de negociações sem noção e trouxe o garoto.

Agora imaginemos. Já demos baile com um de cada vez no time, Maicosuel antes da sua contusão no cariocão e o Jobson, praticamente sozinho tirando o time do sufôco e contra times fortíssimos. Agora com os dois juntos, cuide-se aí periferia pois iremos atropelar. Só anotem a placa para fins de seguro de acidentes.

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- Já visitamos o Cruzeiro, São Paulo e recebemos o Santos na alta e o Corinthians hoje. O que falta em relação a time diferenciado? O Inter?, O Grêmio? É ruim, hein? Posso afirmar sem medo de errar que vamos passar várias rodadas enfrentando a baba.

- Aqui galera, de um torcedor que acaba de chegar do estádio e viu o jogo justamente por esta ótica, e hoje analisando mais do que torcendo pois estava ali o papão do ano, digo sem medo de errar: o adversário, pelo menos até esta fase, é melhor que o nosso time. Empatamos (e quase vencemos) na vontade e na calma dos nossos jogadores no contra-ataque. O futebol deles no entanto, está num estágio melhor (sem a imobilidade do Ronaldo a atrapalhar). Vamos chegar lá. Até mesmo porque, notícia do Lancenet dá conta de que também lá haverá desmanche.

- O pessoal da imprensa radiofônica soltou a pérola hoje: “se o Botafogo tá com investidor aí para arranjar dinheiro para pagar 12 milhões por jogador, o que faz o Vasco que está neste bagaço”... reajo assim: “ôôôô. Tira o olho, pô. Sai para lá. Levem sua urucubaca para longe do Fogão”.... hahahaha.

- Não quero (ainda) reclamar do Joel mesmo sabendo ter ele errado hoje. Pelo menos no Fogão, acertou mais que errou. Só peço uma coisa: aproveite a inoperância do Alessandro e desloque o Somália para o meio. Ou então, se você gosta tanto do cara, deixe-o na lateral mas barre um destes meias botinudos e coloque o Somália ali, já que é sua posição original, mas pelo amor de Deus: PÕÕÕÕÕEE O MARCEEEELOO CORDEEEEEIIIRO PAAAAAARA JOGAAAAAAR, PÔ!

- Hoje, 14.200 presentes ao estádio e continuamos a manter a segunda melhor média de público do campeonato, só atrás do Corinthias, o que é perfeitamente compreensível.



Alguém se lembra de Jong Tae-se? É difícil mas tem historinha recente para reforçar a memória. É aquele atacante da Coréia do Norte que atropela no português de forma bem estranha por ter colega brasileiro no time em que atua, e que até bate uma bolinha de dar inveja ao Grafite (o que não é grande coisa em matéria de seleção).

Pois é. A boa nova do "china" da atual cortina de ferro é que as duas seleções que irão às oitavas serão a do Brasil e, pasmem, a sua. O fanfarrão disse que havia prometido fazer um gol por jogo nas três partidas iniciais e que com isso, a inexistente Coréia do Norte acompanharia a seleção brasileira na classificação.

Bom. Seria o caso de se imaginar o seu time como aquela surpresa que foi na Copa de 1966 (as TV´s deverão passar o vídeo do incrível jogo PortugalXCoréia daquela Copa quando do reencontro destas seleções agora em semanas) aí sim, com chances de concretizar a profecia do Tae-se. Mas neste caso também não poderia o nobre comunista melhorar suas previsões e apostar num Portugal/Coréia? Ou será que ele gosta tanto assim do futebol de Elano, Grafite, Bastos e Felipe Melo?

Vamos aguardar.

25 de abr. de 2010

Vamos ao brasileirão... e à Libertadores.


Olá galera. BOTAFOGO 3X1 CORINTHIANS. De volta do Stadium Rio, chocolate (reservas? É ruim, hein?) e o fecho de um bom trabalho.

Agora é sério, e com a contratação do Leo do Santa Cruz e a volta do Maicosuel, já posso arriscar aqui o time do brasileirão (desculpem o tradicionalismo, mas me habituei a escalar em 4-3-3).

Jefferson, Somália, Fábio Ferreira, Danny Morais e Marcelo Cordeiro.
Leo, Leandro Guerreiro e Maicosuel (ele não gosta dali do lado esquerdo?)
Herrera, Loco Abreu e Caio (se o Natalino não quiser o talismã de saída, põe o Edno para vir como mais um do meio de campo).

E o Maicosuel hein? Isto é sina. Passa a impressão de ter surgido no futebol para brilhar no nosso magnífico Stadium Rio. Vai voltar, vai arrebentar e que alguém avise para o Juan (o Winehouse) que ou se aposente ou vá para a Coréia pois neste campeonato aqui vai ter bola entre as canetas de novo.

Loco Abreu virou mesmo ídolo. Perdeu gol incrível com os pés e a torcida nem ligou. Jogada no ataque de novo e lá estava o nosso triturador de defesas para fazer de cabeça, jogada esta que até ser marcada no brasileirão, deixará muito time aí na poeira. E se marcarem, o Botafogo tem outros caminhos para o gol, pois assim foi no carioca.

Hoje, minha pequena ficou encantada pois com jogo surpresa, a equipe da Rádio Globo não pôde fazer pela forma tradicional a promoção "torcedor do futuro". Assim, a repórter foi no setor oeste superior e escolheu duas crianças, sendo uma delas justamente a minha linda botafoguense. Um estadual com fecho de ouro para a família alvinegra aqui em casa. Uma jornada inesquecível.

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- Até que enfim a linda camisa (dizem que é o 4º uniforme) vingou. Pena ela ter tido aquele lançamento pomposo naquele dia fatídico contra o Vasco (ou dia marcante?). Agora, o time deveria usá-la em jogos especiais para que nossa marca tenha também o visual moderno, ao lado do tradicional e histórico listrado vertical.

- E o naufrágio do menguitinho hein? O Botafogo é mesmo o responsável. Agora se vê que a ex nadadora (aquela emérita ganhadora de medalhas de bronze em intercolegiais) nem tinha plano B para a Libertadores. É isso que dá, achar que é só se classificar que acaba se dando bem como "faz" nos estaduais.

- O Joel pediu e o Maurício Assumpção já está em negociações adiantadas, com os citados Leo e Maicosuel (Deus é pai) e vem mais gente por aí. Parece que outro jogador de nível internacional virá na fase pós Copa do Mundo.

- E o nosso vice, o vice de sempre, o maior vição do país (só perde em vices para o América de Natal, ou seja, é vice nisso também) emplaca seu TETRA-VICE. Perdeu... a Taça GB, a Taça Rio, o Cariocão e o Joel Santana. Parebééééns menguitinho.

22 de abr. de 2010

Aguardando o jogão!!!



Olá, galera.

1910 – 2010 - UM TÍTULO CENTENÁRIO - NINGUÉM CALA

Stadium Rio, domingo, 25/04/2010, Botafogo X Corinthians. O jogo da entrega das faixas ao supercampeão. CHATO,NÉ? hahahaha

Não tem nada não. O Corinthians se vinga no seu próximo adversário (sic).

Página nova na barra abaixo do título do blog.

Aguardando o jogo das faixas no domingo, aproveito para inserir mais uma postagem com novas opiniões E INFORMAR SOBRE A PÁGINA NOVA. Nos links da barra superior, está inserida a página "Nossos títulos", com o comparativo entre as nossas conquistas e as daquele que sempre pede isto (o urubulino) e que finalmente tem os seus anseios atendidos. Leia o banho do Botafogo na página e confira o vídeo do supercampeonato de 1957, com o 6x2 no Fluminense configurando-se como a maior humilhação imposta a um adversário de que se tem notícia em jogos decisivos até os dias de hoje. ISTO É BOTAFOGO.

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E a referência é batida mas o Botafogo, qual uma fênix, ressurgiu mesmo das cinzas (não as da quarta-feira pós carnaval quando quem foi cremado foi o menguitinho) mas as daquela goleada insólita na Taça GB, deste período pós-rebaixamento e de desmandos dentro e fora dos gramados que quase nos levam a um período que, curiosamente, nem nos 21 anos sem títulos enfrentamos: uma sina de jogar bem e perder sempre.

E o Botafogo, não satisfeito em apenas vencer, resolveu que iria ser campeão colocando quem se atrevesse a passar em seu caminho, no chão. E assim foi, deixando o Vasco em crise com aqueles (inesperados para eles e a sua mídia) 2x0 irretocáveis, deixando o Flu (que se achou "o time" após aquela virada por 2x1) tonto após o 3x2 (quem acha que eles venceriam se o gol do Caio fosse anulado?) e finalmente, detonando o tal melhor não sei do que por 3 vezes. 3 vezes sim, pois não fosse o beneplácito do juiz e eles teriam saído do jogo do returno com uma derrota por 3x2 pela superioridade do Botafogo naquele jogo. E vejam que o juiz da final ainda lhes deu de presnete aquele penaltezinho prontamente defendido pelo paredão Jefferson.

Agora pessoal, é esperar pelos reforços para o brasileirão e ir condicionando o time para a competição na qual entraremos com muito mais gás que a concorrência, pois em campo, Loco Abreu, Caio e Herrera cuidam para que a nossa felicidade seja ETERNA COMO O BLOG.

Fooooooooooooooooogooooooooooooooooooooooooooo!!!

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NO RIO, TETRA SÓ O BOTAFOGO.. Choooooora periferia!!!

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG