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7 de dez. de 2014

NULO X NULO


BOTAFOGO 0 X 0 ATLÉTICO-MG

Um empate para encerrar uma temporada nula. Melancólico e impreciso.

Acho que não há nada a se falar desse jogo, com um Atlético cumprindo tabela pra sair de férias e se preparar para um 2015 auspicioso, e um Botafogo querendo esquecer o ano que passou e se preparar para catar os cacos que sobraram, e planejar um 2015 que possa resgatar o clube.

O jogo poderia servir de observação, mas mesmo jogadores como Maikon (é assim que se escreve o nome do novo desconhecido?), Fabiano, e outros menos cotados, não puderam apresentar nada de interessante em uma partida tão desinteressante.

Vamos ver as dispensas e contratações de virada de ano. Temos que começar o estadual com um esqueleto de time bem definido, de forma a entrar competitivo e fazer os acertos necessários nesta grande pré-temporada que é o estadual. E entrar para dominar a série B e garantir a subida o mais facilmente possível.

Abraços.

19 de nov. de 2014

NÃO CAIU


BOTAFOGO 0 X 1 FIGUEIRENSE

O fracasso já estava desenhado quando vimos a escalação: 3 volantes e 3 atacantes. Que invenção é essa?

Para completar, quem acreditava que Jobson poderia fazer toda a diferença, está aí, perdeu um penalty de forma até bisonha. Não, não estou colocando a culpa nas costas dele, mas era claro e evidente de que não se poderia colocar a solução nas costas dele e muito menos na do Carlos Alberto.

Sobre o jogo? Mais um que não jogamos. Então deixo para o Paret falar e os amigos comentarem. Sobre o título, eu aviso que não é otimismo exagerado, ou uma espera pela consumação matemática do fato. Simplesmente é o complemento de uma postagem que fiz em maio deste ano: NÃO VAI CAIR.

O que posso dizer sobre aquela postagem e esta? É que até o Botafogo caiu, mas a cobertura do Engenhão não caiu! 

Então temos que considerar tudo já vivido e dar a volta por cima. É o momento de expulsar aqueles que se aproveitaram e destruíram nosso clube, e tratar logo de colocá-lo no caminho novamente. Acho que cabe uma auditoria externa e processos pesados contra estes que estão se retirando, porque há muitos desmandos e muita sujeira feita.

Abraços. Eu
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VIA CELULAR - 1:30 da madrugada

Fui ao jogo sim, meus amigos do blog. E foi dali, daqueles inacreditáveis degraus de S. Januário que os donos do lugar teimam em chamar de arquibancada que assisti, triste mas resignado, a um dos últimos atos de um time esfacelado, destruído no meio da competição, ainda atuando na elite do nosso futebol

Estou na rua, neste pré-feriado, digitando do celular e assim, prometo para o dia desta quinta-feira outras impressões sobre o jogo.

*    *    *
VIA WEB - 13:00

Bom meus amigos, hoje já estou em casa (são 13:05 desta quinta-feira amarga) e passo então a refletir melhor sobre a nossa situação, apesar de ter ido para esta partida, mais uma vez, menos com olhos apaixonados de torcedor do que com a cabeça do crítico frio e direto.

E foi, como em vários jogos já nesta segunda parte do campeonato (fase pós-copa), com este olhar bem distanciado daquele do torcedor apaixonado que sou, que fui analisando, jogada por jogada, o que o nosso time fazia em campo. Desta forma, me ficou facilitado o ato de, por exemplo, observar  vários lances e jogadas com bastante correção e concluir que, naquelas chances de gol do primeiro tempo, a bola do Jobson foi sim bem colocada mas ainda assim, a jogada de perigo, aquela que chega dentro do gol em condições de deixar o goleiro vendido, esta não aconteceu. Bolatti também recebeu pelo meio e isolou mas ele sempre chega com uma moleza, uma displiscência que sequer conseguiu me tirar do chão. Vi a bola ser rolada para ele mas juro, não esperei nada.

E antes que pareça que sou um 'desertor' vou logo avisando: pulei, bati nas costas do amigo do lado na arquibancada e gritei quando o pênalti foi marcado mas ato contínuo, ao ver o Jobson decidir que ele iria cobrar, o medo tomou conta de mim e passei então a apenas rezar para que ele acertasse um canto qualquer da rede, pelo lado de dentro. Claro que ele não era o jogador indicado para bater. Até o insosso Bolatti poderia ter feito a cobrança, menos ele, o garoto que acaba de voltar e precisa primeiro reafirmar o bom futebol que tem.

Pela minha ótica então a coisa fica assim - vamos viajar por duas rodadas e dificilmente voltamos com mais de um ponto (na nossa atual situação, voltar no zero é o mais esperado). Desta forma, o jogo contra o Galo aqui se tornou mera formalidade. Que os nossos novos comandantes tomem o clube como um todo, com a responsabilidade de quem vai gerir, pelos próximos 3 anos, uma das maiores agremiações da história do futebol e não nos deixem ficar à deriva também na segunda divisão. O Botafogo não é lugar de moleques, não é lugar para brincadeiras.

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15 de nov. de 2014

BOTAFOGO 0x1 FLUMINENSE


Botafogo perde
jogo decisivo no Maracanã

A coisa fica mais ou menos resumida assim: num BotafogoxFluminense nestes dias deste novembro negro, com toda a varrida que ocorreu no nosso elenco...

De um lado, um time entra com Fred, Cavalieri, Jean, Conca, Vagner, tira do banco o ótimo Válter e ainda escala outros muito bem votados.

Do outro, o nosso time vai de Dankler, Sidney, Andreazzi, um Carlos Alberto totalmente desinteressado e inúmeros outros em quem talvez só os familiares votariam.

Foi assim que vimos ser iniciado este jogo de hoje no Maraca. E vejam, não tínhamos posse de bola, não tínhamos jogadas bem criadas mas éramos nós que perdíamos as melhores chances de gol.

Quando liguei para o Henrique uma hora antes do jogo, o desânimo era o tom da nossa conversa e como eu não estava ligado em nada que falasse de futebol neste fim de semana, ele me informou que iríamos de 3 atacantes outra vez. O desânimo então se transformou numa grande apatia.

No início, as coisas funcionaram pois os tais três atacantes eram meio que um blefe: Murilo entrou com a missão de ajudar o Sidnei na lateral esquerda e assim, compactamos o jogo a partir da nossa intermediária e fomos para o ataque apenas com Jobson e Carlos Alberto, o que, com a boa marcação que fazíamos, sempre nos deixava em situações de bons contraataques

Mas não conseguimos nada, não temos time, não temos homem de frente e sem ele, contraataque com o falido Carlos Alberto e o insosso Jobson não serve para nada. No início do segundo tempo, Andreazi foi tentar o gol mas além de perder a jogada, no pique, se contundiu e cedeu o lugar ao Bolatti. Aos 17, vendo o time sofrer uma pressão insana, o treinador trocou Jobson por Gegê, ou seja, recuou ainda mais o time.

Recuamos, tomamos pressão, levamos o gol e o treinador teve que colocar novamente o time no ataque, trocando Sidnei por Bruno Correia. Nada disto porém serviu para nos levar ao empate. O grupo já entra com os nervos à flor da pele e contra adversários mais bem montados, fica praticamente impossível sair da partida levando ao menos um ponto. O próximo jogo, contra o Figueirense, será em São Januário mas não nos iludamos: vai ser pedreira.



Pouco a se falar. Devemos virar a página de 2014 o mais rápido possível. Devemos pensar na nova gestão, em 2015, em um bom planejamento. 

Sobre hoje, iniciamos escalados com Jefferson, Régis, Dankler, André Bahia, Sidney, Marcelo Mattos, Gabriel, Andreazzi, Carlos Alberto, Murilo e Jobson.

Analisando um por um, Jefferson foi bem como sempre, o gol ele quase pegou, mas era muito difícil. Se agarrasse seria uma defesa gigante. Régis vem subindo de produção na lateral direita. Dankler finalmente fez uma boa partida na zaga, apesar de não passar segurança.

André Bahia foi bem, completou a marcação na esquerda com Sidney e Murilo. Falhou no gol deles, mas foi em mais de 20 cruzamentos que sofremos. Sidney, improvisado e apagado, não apoiou nada, e foi mais ou menos na marcação, sempre ajudado por Murilo e André Bahia.

No meio, Andreazzi fez boa partida, Mattos um ótimo retorno, até inesperado para quem ficou tanto tempo sem jogar, e Gabriel correu o campo todo. Marcava e puxava os contra-ataques, foi o motor do time, infelizmente um time que vem jogando com o freio-de-mão puxado a muito tempo.

Carlos Alberto tem domínio de bola e aquele belo drible curto, mas não foi nada produtivo. Murilo de uma dedicação tática impressionante, merece ter um time mais armado para se mostrar mais no ataque. E Jobson continua apagado, hoje jogando no sacrifício, justificou a baixa mobilidade.

Perdemos dois gols importantes: primeiro Carlos Alberto numa tolice de dar dó, e logo dele, escolhido pelo presidente para ser seu representante em campo. Sem dúvida uma escolha perfeita, nada poderia representar mais nosso presidente do que aquele gol perdido.

O outro gol foi a arrancada do Andreazzi, que optou pelo chute, no meio do gol, quando poderia abrir na direita, acho que para o Jobson, que entraria na área de frente para Cavalieri.

Tivemos as entrada de Bolatti no lugar do Andreazzi, por contusão, de Gegê no lugar de Jobson, acho que pelo cansaço, e no final de Bruno Correa no lugar do Sidney, por desespero. Bolatti foi o de sempre, jogo vistoso, mas marcação meio que arame liso, e pouca produtividade se o time não estiver azeitado. Gegê começou se esforçando, correu, mas não foi efetivo também. E Bruno Correr mostrou vontade, mas em jogo já no final e no desespero, pouco acrescentou.

Se o ânimo deixar em breve coloco postagem já pensando em 2015. De 2014 só podemos contar com a sorte.

Abraços.

2 de nov. de 2014

OUTRA DERROTA E AINDA NO Z4


BOTAFOGO 1 X 2 CRUZEIRO

Não deu, não funcionou.

O time entrou cheio de desfalques, todo complicado, com uma zaga pra lá de improvisada e sem inspirar confiança: Dankler e Rodrigo Souto.

O Cruzeiro, com um time de certa forma misto, vindo de jogo no meio da semana e com jogo no meio da semana que vem, veio querendo decidir logo o jogo. E conseguiu. Logo aos 4 minutos Rodrigo Souto cortou errado uma bola na entrada da área, o atacante Marquinhos do time deles dominou, invadiu e fuzilou Jefferson a queima roupa. 1 a 0 para eles, e nosso time sem saber atacar para reverter o resultado.

Para piorar, uma arbitragem caseira e tendenciosa só nos atrapalhava e facilitava o que já estava fácil para eles. Deixou de dar cartão amarelo para Dedé, e na reclamação de Mancini o expulsou. O comentarista da TV, em lance mais a frente aonde Marcelo Moreno corrigiu a marcação equivocada que nos prejudicava, ainda chegou a dizer que a arbitragem estava indo bem, só tinha cometido uns 4 erros. Pois é, mas eram erros primários em jogo que não apresentou nenhum desafio. 

O jogo estava tão fácil, que nem havia discussão, e logo, em falta bem cobrada, o Cruzeiro aumentou o placar e tirou o pé.

Com 2 a 0 eles tiraram o pé, e devagar o Botafogo foi tentando produzir, e foi sim melhorando. Fez um segundo tempo bastante interessante, perdeu algumas oportunidades de diminuir, salvou alguns contra-ataques deles, e teve oportunidade do Jefferson brilhar pelo menos duas vezes.

E quando se encaminhava para um 2 a 0 tranquilo, bem perto do final, saiu um gol, em cruzamento desviado pela zaga que entrou no cantinho do Fábio. Na verdade o lance foi tão "assim assim" que nem eu, nem as pessoas que estavam comigo, nem o narrador da TV perceberam o gol. Um gás a mais no final, mas nada pra animar mais, e o jogo terminou em 2 a 1.

Nada animador, nem pra desanimar. Com os resultados da rodada podemos apostar em 44 pontos para escapar. Chegar nesse número é que é o desafio difícil.

Abraços.




Não consegui postar ontem. A desgraçada da OI me ligou cancelando o atendimento prometido para domingo no meu Velox e assim, não pude participar do blog como pretendia, após o jogo. Vai aqui a minha opinião (segunda, 3/11, 10:35h).

Perdemos. O volume de jogo deles foi muito maior na estapa inicial e acabamos por perder o foco. E ainda assim, vejam, não fosse o "passe" do Souto para o cara que (de novo pô?) entrou na área com o calcanhar (contra nós, todos tentam tudo e conseguem - esta maré ainda vai passar), não fosse aquele grosseiro erro técnico do nosso atleta e, quem sabe poderia vir o empate? Nem falo isso com muita convicção, já que eles, muito certamente, apertariam de novo o ritmo mas ainda assim, se mantivéssemos o 1x0 até o fim, sairíamos de lá com uma possibilidade de empate.

De qualquer forma, 33 pontos e a moral do time agora lá em cima nos dão esperanças. Eu tinha seríssimas dúvidas se conseguiríamos nos safar justamente por este fator, "o moral da tropa". Agora, creio em vitórias nos jogos em casa e com isso, poderemos chegar às partidas finais em condições de brigar pela nossa permanência na elite.

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25 de out. de 2014

GANHAR É SEMPRE BOM, DO FLAMENGO, MELHOR AINDA



BOTAFOGO 2 x 1 FLAMENGO
Em Manaus

E o eterno freguês cumpriu sua parte

Vencemos, 3 pontos na conta, mas continuamos no Z4.

Por outro lado estamos a um ponto de sair dela, mas nosso próximo adversário é o todo poderoso e claudicante Cruzeiro. Uma goleada não é improvável, mas um empate não é impossível.

Hoje enfrentamos um Flamengo desinteressado, focado em outra competição, com vários desfalques, o que significou jogadores querendo mostrar serviço, e nosso time se portou direito.

Primeiro o improvável, o inusitado, abrimos o placar em bela jogada com gol de Rogério. Depois ampliamos o placar com Wallyson (Quem?). E faltando 15 minutos para acabar o jogo eles diminuíram.

Bem, faltando 15 minutos não, faltando 21, pois o árbitro mandou levantar a placa de "até o Flamengo empatar", dando mais 6 minutos de jogo. Pensei que o desespero fosse bater, mas o time se portou bem, e faltou organização, experiência e ímpeto ao adversário.

Resultado para se comemorar, para zoar torcedor adversário, mas que não serve para criar falsas esperanças: nosso elenco é rebaixável, só falta saber se existem 4 mais qualificados para isso ou não, pois muitos são fraquíssimos.

Agora é torcer para arrancarmos pelo menos um ponto frente os azuis mineiros, e isto se torna mais realizável por conta do jogo que eles tem no meio de semana. Não custa sonhar.

Abraços.

22 de out. de 2014

LUTO ALVINEGRO



NÃO, NÃO MORREU NINGUÉM...

SOMENTE O BOTAFOGO ESTÁ TENDO SUA HONRA DESTRUÍDA, PELO IGNÓBIL SENHOR MAURÍCIO ASSUMPÇÃO E AQUELES QUE LHE APOIAM.


BOTAFOGO 0 X 2 CORITIBA

NOSSO LUTO É NEGRO, MAS NOSSA ALMA É ALVA.

ABRAÇOS.


NO RÁDIO - Paret.


É meus amigos, não tem mesmo como se safar. Serão 8 jogos com necessidade de 5 vitórias (ou 4 vitórias e um empate para tentar na sorte). Não seria possível mesmo se fosse em campeonato carioca, imaginem então nesta sequência:

Flamengo (embalado)
Cruzeiro (lá em Minas)
Figueirense (aqui - uma possível vitória)
Atlético-PR (uma dificílima possibilidade de vitória)
Fluminense
Chapecoense (fora)
Santos (fora) Atlético-MG (aqui - último jogo).

Não terá mesmo jeito. O único fato novo que poderia mudar este quadro, Jobson, precisaria justamente desta quantidade de partidas para entrar em forma técnica (estava há mais de um ano sem jogar). Vamos aguardar que o time volte, em 2016, novamente estruturado e desta vez, sem aventureiros a tentar a sorte no comendo do clube.

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19 de out. de 2014

MAIS UM CAPÍTULO DA SAGA ALVINEGRA...


BOTAFOGO 1 X 1 SPORT

Serviço de Banda Larga no Rio de Janeiro funcionando igual ao time do Botafogo, e aqui estou eu de novo responsável pela postagem do BLOG.

É, Paret ainda na idade da Pedra, desconectado do mundo, e eu aqui usando sinal de fumaça, agora chamado de 3G, para manter o BLOG, porque aquela operadora do Tchau! nos deixou a ver navios...

Jogo visto pela TV, um empate e mais um pontinho, que nos levou a abrir o Z4, e ficar a 1 ponto de sair dela, mas que não foi nada animador.

Vou me abster mais uma vez de falar sobre o jogo. Não há mais nada a acrescentar. Como diz a letra do Paulinho da Viola que postei "Quem sabe de tudo não fale/Quem não sabe nada se cale" e portanto fico meio que calado.

Ainda sobre o "trauma" do jogo de quarta (trauma entre aspas porque não assustou e nem abalou a torcida, mas mexeu com jogadores e comissão técnica), acho que está provado que não será Jefferson, Jobson ou qualquer jogador salvador da pátria que irá mudar a situação.

Precisamos mudar muita coisa, mas agora o que podemos fazer é seguir em frente na saga, nos trabalhos de Hércules. Faltam uns 14 a 15 pontos para escapar, na pior hipótese 16. Temos que vencer o Coritiba, e a participação de todos será fundamental.

Não falarei mais de futebol. Daqui até dezembro será a busca da sobrevivência.

Abraços.

11 de out. de 2014

UMA LUZ?

BOTAFOGO 1 X 0 CORINTHIANS



Uma luz no fim do túnel?

Conquistamos 3 pontos inesperados, em uma vitória heróica, que mostra a vontade dos jogadores em não se entregarem.

3 pontos épicos, creditados ao espírito de Jefferson, goleiraço do Botafogo e da seleção que hoje defendeu penalty cobrado por ninguém menos que Messi, e que sem dúvida foi incorporado pelo jovem, guerreiro e eficaz Helton Leite, que defendeu tudo e mais um pouco.

É claro que a vitória tem um pouco das limitações do arrumado time do Corinthians. Tem crédito também a coragem do Mancini, em colocar o time fechado e explorar os contra-ataques, o que nos deu um pênalty no primeiro tempo, convertido por Wallyson.

E toda a luta, inclusive dos nossos meias, que marcavam as laterias do campo exaustivamente, mesmo com todo o calor e umidade de Manaus.

No segundo tempo a pressão foi maior, e no meio do segundo tempo Bolatti levou o segundo amarelo e foi expulso. Jogamos mais quase meia hora com um a menos. Muita correria, muito espaço, mas quando eles acertavam, esbarravam ou na ansiedade dos atacantes, ou na firmeza e perfeição de Helton Leite.

Os garotos entraram e se portaram bem. No final com Andreazzi e Murilo em campo, em natural contra-ataque que conseguimos, quase marcaram o gol que fecharia o placar. Infelizmente não saiu e tivemos que torcer ansiosamente até os 50 minutos do segundo tempo, com direito a Cássio na nossa área e outro contra-ataque nosso, com eles sem goleiro.

Felizmente o placar terminou assim, somamos os 3 pontos necessários, saímos da lanterna e podemos sonhar em sair da Z4.

Mas com tudo isso, ainda não estou satisfeito. Ver o Botafogo fechado, tomando sufoco por minutos a fio, encurralado como um time pequeno, só se defendendo, como ficou nos 15 minutos finais, é algo que me dói, e dói a todo botafoguense. Mas é um mal necessário, para seguirmos na luta pela permanência na série A, à espera de um 2015 melhor.

Abraços.


10 de out. de 2014

BASTA QUERER

Eis aqui um bombeiro, talvez o único disponível caso haja uma réstia de bom senso dentro do clube, capaz de fazer uma reviravolta que nos tire desta situação



Jorginho, ex atleta do Palmeiras e ex treinador da Ponte (popularmente chamado de 'Jorginho cicatriz').

Nesta reportagem do Lance, o técnico relata como fez para sapecar 5x0 no engraçadíssimo* time do Inter.

*Muita gente me critica na internet por isso, mas sempre elegi as grnades enceradeiras do futebol mundial e D´Alessandro é uma das mais vistosas. Nem sei se ele estava em campo mas aí está um daqueles conhecidos atletas de jogos resolvidos.

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8 de out. de 2014

E A SAGA CONTINUA


BOTAFOGO 0 x 1 PALMEIRAS




Mais uma derrota com luta. Foi o primeiro dos  últimos 12 jogos do campeonato. Agora faltam mais 11 trabalhos de Hércules.

Infelizmente a expectativa é péssima. Não dá pra dizer que estamos rebaixados, não dá pra desistir antes da hora, mas não podemos negar que o ano foi todo conduzido errado. Uma sucessão de erros gerenciais básicos, e aos lotes. Resultado disto é estarmos agora na lanterna do campeonato, após uma eliminação ridícula na Libertadores e o pior desempenho do clube no campeonato carioca.

As marcas do senhor Maurício Assumpção no clube serão inesquecíveis. Não faço política, mas comparando com o questionado Bebeto de Freitas, este recebeu o clube na segunda divisão e devolveu na primera, recebeu o clube sem estádio e devolveu com o Engenhão. Cheio de dívidas, sem jogadores, e com salários atrasados. O clube que o Maurício Assumpção entregará também estará sem jogadores, salários atrasados e cheio de dívidas, mas sem o Engenhão e talvez, provavelmente, na série B.

Sobre o jogo, muito pouco a dizer. Alguns perna-de-paus brigando por 90 minutos, mostrando esforço e quase fazendo gol, mas saindo derrotados.

Para consertar tudo que foi destruído, só a longo prazo. E antes que venham com "Fora Mancini", o lema tem que ser "Fora Maurício". Mancini já pediu demissão, Maurício é que não deixou ele sair.

Abraços.




Pois é meus caros amigos, doença é doença.

Fui sim a este jogo perigoso, escamado e que ao fim e ao cabo, nos deixou na lanterna do campeonato. Discordei de todos os comentaristas que ouvi, exceto do Carlos Eduardo Éboli, da CBN. Só este foi capaz de, não tentando enganar o torcedor que acompanhava a partida apenas pelo rádio, dizer o óbvio – NÃO TEMOS MAIS TIME.

Entrar com Zeballos é pedir para tomar gol logo de início. Lançam-lhe a bola, o adversário parece já saber que ele é lerdo e, mal lhe chegam perto, por moleza ou por falta de ritmo (parece que não treina), ele a entrega para contraataques sempre perigosos. Com a saída dos zagueiros mais experientes, nos jogos em que falte o Dankler, entra na zaga um garoto chamado Mateus Menezes. É bom de bola, parece ter futuro mas este futuro pode estar sendo queimado pela imensa responsabilidade do momento.

Nosso adversário de hoje era um time ridículo com um bom meia, Valdívia e um atacante em ascensão. E só isso. Mas nós, infelizmente, podemos ter cavado o buraco que faltava para que o nosso caminho para a segunda divisão em 2015 fique sacramentado antes mesmo do fim do campeonato. Não temos, com o que vi hoje no estádio, como enfrentar Figueirense, Chapecoense e Coritiba de igual para igual. Serão sempre jogos desiguais.

Nada a dizer do que rolou em campo. Não adianta pressionar o adversário se, na hora de decidir, não temos atacante. Não adianta escalar Carlos Alberto como o homem a pensar o jogo, se ele hoje é apenas um ex atleta em atividade. E para piorar, o treinador coloca Wallyson em campo mas, em vez de tirar o Zeballos, tira o Airton. Ora, se era para tirar um volante e reforçar o ataque, que tirasse o Zé de qualquer forma: com o hoje bom Airton armando as jogadas, as bolas chegariam muito mais limpas lá na frente.

Então é isso meus amigos. O Corinthians, nosso adversário do final de semana, venceu hoje o Cruzeiro em plena Belo Horizonte. O que está ruim sempre pode piorar mais.

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- Pela primeira vez nos marcadores da postagem, foi digitada a expressão 'segunda divisão'. Afinal, este blog teve o seu início justamente naquele final de 2009, com Jobson e Jefferson segurando a onda na reta final contra favoritos ao título.

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4 de out. de 2014

DEPOIS DA TEMPESTADE...

...Time vai a Salvador, cochila e perde o jogo.



BOTAFOGO 1x2 VITÓRIA
A CRISE



 Vejam mais uma matéria sobre a semana mais negra dos nossos últimos 12 anos.

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O JOGO

Crise que segue, fomos para o jogo em Salvador. Confesso que assim que li a escalação, pouco vi do assombro que seria ficar sem o Sheik problemático, a recente avenida Bolívar e também o Edilson, de quem já há muito não tínhamos notícia. Entramos em campo então, tendo como desconhecidos apenas o Régis e o Fabiano, um garoto das divisões de base. Eram tão poucas novidades que foi possível até barrar o Wallyson de novo, vejam que maravilha. Afinal meus amigos, entrar com o Wally-quem? e o Zeballos juntos em campo não é coisa das mais agradáveis de se ver no nosso time nestes dias negros. Os dois se tornam aqueles já falados “dois a menos” e aí, com as falhas, o grupo vira um bando.

Com a bola rolando, do show de horrores que saía dos pés daqueles 22 valentes atletas, vejam que irônico, dominamos amplamente a partida e perdemos, daquelas certas, 3 chances de gol em 4 jogadas, já que na última, a da bola na trave do Ramirez, a jogada ainda voltou do Zeballos mas sem chance para o equatoriano tentar o gol outra vez. E dominamos, pode-se afirmar, por todos os números estatísticos desta etapa: posse de bola, escanteios, as chances já faladas e até um que de espectador da partida em relação ao nosso goleiro.

Foi mesmo uma pena não termos revertido esta vantagem em gol. Até a nossa marcação, mesmo com o desentrosamento natural entre gente recém chegada e atletas já há mais tempo no clube mas sem a titularidade, até nisto fomos relativamente bem. O show de horrores falado lá em cima refere-se, sim, ao péssimo futebol para quem apenas assiste, e não para quem torce.

Mas nesta fase em que estamos nada é tão seguro assim. Veio a segunda etapa e com ela, a crise na bola, no campo. O time deles chegou mais ligado, nossa defesa delivery começou a dar suas pixotadas e logo, logo abriram o placar. Chegamos até a empatar nos momentos em que Carlos Alberto entrou no lugar do Fabiano, num gol do Rogério bem feio, bem à feição desta partida ruim. Mas eles voltaram ao ataque, chegaram ao segundo gol e perdemos mais uma. Do ameba continuo não falando nada (e olha que ele nos prejudicou duas vezes), pois a minha opinião é que nós mesmos é que temos que reagir. O treinador ainda trocou o Gabriel pelo jovem Murilo (aos 31 minutos), mas nada se viu que mudasse a nossa forma de jogar ou nos desse mais poder de fogo.

Ah! Aquele grande temor que tenho de ver os “dois a menos” não se confirmou hoje. Pelo menos, não se confirmou em relação aos dois juntos: Wallyson substituiu Zeballos já no fim do jogo.
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Mas para não dizer que o blog não tem notícia boa (em hora triste, como comemorar?), eu mesmo, em acesso hoje à tarde, cravei a visita de número 175 mil.





Depois da tempestade?

Isso me faz lembrar que podemos tentar relaxar com um clássico da MPB...


Sobre o jogo? Blá-blá-blá, dominamos o primeiro tempo, perdemos gol, a bola pune, quem não faz leva, jogamos como nunca, perdemos como sempre... o de sempre.

O elenco e ruim, ficou pior. E duvido que só os 4 criavam problemas, tumultos, etc. Vai ser feito o que agora? Não tem como contratar e inscrever mais ninguém, então vamos ter que ficar esperando a estreia do Régis, que não vi jogar, o Dankler deixar de boicotar e fazer corpo mole igual ao Bolívar fazia e passar a marcar o atacante e não colocar a mão na bola na área, vamos ter que aguardar o Zeballos mostrar força e disposição.

Conclamar a torcida para ir ao estádio? Faço gosto, mas ninguém mais tem paciência, e com certeza as vaias virão rapidamente. Jogar em casa com estádio cheio não dará ânimo, só aumentará a pressão sobre os jogadores, que parecem já não ter o interesse em nada mesmo, afinal quem manda no clube também não quer saber de nada.

Vida que segue. Futebol não é a coisa mais importante do mundo. Vou aguardar o fechamento das cortinas deste ano com indiferença.

Abraços.


28 de set. de 2014

MAIS UM TROPEÇO...



Maracanã - 28/09/2014

BOTAFOGO 0 x 2 GRÊMIO


Pouco para se dizer deste jogo.

Fizemos um primeiro tempo sem jogar, mas deixando o Grêmio jogar somente fora de nossa área, e então, a falta de poder de fogo deles, e nosso ótimo goleiro garantiram o 0 a 0.

No segundo tempo saímos mais para o jogo. Mas infelizmente, para isso, Mancini abriu o meio, e ofereceu o espaço que eles queriam para chegar na nossa área. Nós também conseguimos chegar na deles, mas também sem poder de fogo, e diante do excelente Marcelo Grohe.

Para melhorar nossa chegada a opção do Mancini foi tirar Zeballos e colocar Wallyson. Diante destas opções será que ainda veremos gente criticando nosso técnico?

Não deu outra. Com espaço tomamos mais dois gols de Barcos, e vamos ver com o final da rodada se terminamos no Z4 ou não. 

Não é desesperador. Já sabemos que contra estas equipes melhor organizadas e elencos mais completos, não temos muita condição de vencer. É natural a derrota para Grêmio, São Paulo, Cruzeiro. Vamos decidir contra Bahia (e aquela derrota foi algo grave), ou contra Vitória, como na próxima rodada.

Abraços.



Olá amigos alvinegros.

Cheguei um pouco atrasado hoje ao Maraca, entrei no estádio ali pelos 15 minutos do primeiro tempo e por isso, acabei por continuar com o rádio do celular ligado. Um dado então me intrigou: eu ouvia o nome ‘Felipe Bastos’ o tempo inteiro. Durante os 15 a 20 minutos em que estive na rua até chegar à arquibancada, só se falava neste atleta. Já assistindo à partida da arquibancada, fixei o olhar no gramado e ele me parecia sim, familiar. Pois não é que vi, já perto do final da partida, que se tratava sim daquela ameba que foi para a segunda divisão com o Vasco?

Pois assim vai o nosso futebol, prezados irmãos de time. Este cara era, hoje, junto com o bom e eficiente Barcos, Zé Roberto (40 anos) e um jovem atacante deles cujo nome não lembro, um dos destaques naquele time que trouxeram ao Rio. E aí eu me ponho a pensar: o Cruzeiro deita e rola há dois anos cheio de atletas que não deram certo em lugar nenhum. Jogam, igualmente, com outro atleta do nível "segundona - liberado do Vasco: Nilton. O Inter está na vice liderança e joga com William, com o nosso ainda inexperiente Gilberto na lateral (Gilberto, aquele dos 4x0 da CB do ano passado) e com Wllington Paulista no ataque. Creiam: Wellington Paulista.

E com tudo isso, fomos dominados neste jogo de hoje praticamente o tempo todo. Bom, dominados mas sem que houvesse muito brilho do outro lado, a não ser nos pés do Zé Roberto, do Barcos e do jovem cujo nome não lembro mesmo. Quando o telão do estádio mostrou a estatística do primeiro tempo, deu lá, frio e seco como o são os números: perdemos a posse de bola por 67% a 33%. E se perdemos logo um gol incrível no início da segunda etapa, nem sei se seria um gol suficiente para nos dar a vitória, numa partida em que todas as nossas fraquezas ficarem visíveis. A torcida, sempre ela, sábia que é, começou a abandonar o estádio logo após o segundo gol. Eu mesmo, doente como vocês sabem que sou, ouvi sobre o fim do jogo já na rua, mesmo com todo aquele ‘latifúndio’ para deixar o estádio (4 rampas e aquele 'vai e vem' sem fim). Não aguentei ver os minutos finais, não vi a bola do Barcos na trave e só tenho um fio de esperança de não cair porquê os times que estão abaixo são horríveis. O problema agora reside em visitar o Vitória e tentar voltar com o empate. E, claro, torcer para que sejamos um time no brasileirão e outro na CB. Na quarta-feira, o Santos vem aí.

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25 de set. de 2014

BRASILEIRÃO 2014


Botafogo recebe o Goiás
E vence por 1 a 0


3 Pontos. Eram essenciais.

Fui ao jogo com meu filho com a tradicional correria. Sair do trabalho, ir direto até a escola dele e voltar ao Maracanã. No caso, para chegar e ainda comprar ingressos. Com este horário de 19:30 não tinha como: chegamos às roletas depois dos 15 minutos de jogo, e só sentamos na arquibancada já quase aos 30.

Não perdemos muito. Deu para ver um jogo morno, com torcida impaciente, um time com alguma vontade e quase nenhuma inspiração, contra um adversário satisfeito com o 0 a 0, crendo que havia esgotado seu estoque de gols.

Destacava-se no Botafogo o Gabriel, com sua vontade e boa saída de bola. Felizmente nosso garoto vem recuperando seu bom futebol. Fora ele, mesmo Ramirez e Sheik sendo jogadores um degrau acima da maioria em campo, não conseguiam produzir nada de diferente.

Um pouco mais de posse de bola, e quase uma dezena de escanteios a nosso favor eram o que indicavam nosso domínio. Mas todos os escanteios no primeiro tempo foram mal batidos, pelo que vi i ouvi no rádio.

Começamos o segundo tempo mostrando um pouquinho mais de vontade. Dankler chegou mais no apoio, mesmo que meio sem cacoete, e o time continuou valorizando a posse de bola. Algumas chances foram criadas, mas o gol cismava em não sair.

Em uma jogada de área Shwik protegeu a bola, esperou o tranco do adversário e caiu. Irritação na torcida, pois um pênalty daquele é difícil do árbitro marcar mesmo que fosse a favor de Flamengo, Corinthians, Cruzeiro ou São Paulo.

Mas logo a seguir Wallyson invadiu a área pela ponta esquerda e sofreu o pênalty, de fato e indiscutível. Só que Sheik cobrou mal,  e goleiro fez linda defesa. Nada de gol e o Z4 se avizinhando, pois o Palmeiras ia vencendo o Vitória.

Logo depois, escanteio cobrado, a bola é desviada, e sobra para Bolívar empurrar de cabeça para o gol. 1 a 0 Fogão, e um certo alívio.

Ainda vimos a saída de Wallyson e Zeballos para entrada de Carlos Alberto e Fabiano, e depois de J César para entrada de J César (assim mesmo, sem fazer diferença, se é que hoje existe alguma). O time recuou, abdicou da posse de bola, irritou o torcedor, chamou o Goiás, e este tentou levar perigo. Mas nada, Goiás também não tinha a mínima inspiração, e desta vez Jefferson ficou longe de ser o melhor em campo, porque quase não teve trabalho.

Agora e encarar o grêmio com certa tranquilidade, entendendo que o empate é ruim, mas não é um desastre, como seria hoje.

E sonhar que este time possa mostrar um futebol de mais qualidade, para evitarmos a série B e também sonharmos em passar à próxima fase na Copa do Brasil. Uma semi-final contra o Cruzeiro seria algo bem interessante para animar este grupo.

Abraços.




Olá amigos.

Saí do Maracanã mas continuo fora de casa e assim, vou ser suscinto. O tempo e a falta de um lugar adequado não vão me permitir discorrer mais profundamente sobre o jogo.

Então o que vi foi exatamente o seguinte – o Botafogo entrou em campo com valentia. O time procurou não sentir muito com os três ou quatro atletas que estão em péssima forma. O adversário, que vinha de um 6x0 incrível, não passava da sua intermediária, mostrando o fraquíssimo nível deste brasileirão e ficando todo lá atrás, esperando a bola boa que era sempre marcada pelos nossos defensores.

Deixar de vencer este jogo então até poderia ser o destino hoje, mas seria um castigo enorme. E por isso, vamos tentar mostrar como foi esta vitória pelo lado de quem jogou bem, já que até o fraco Dankler procurou se superar e quase marcou o seu. E tenho como destaque as ótimas atuações de Gabriel (como voltou a jogar bem), Ramirez (valiosíssimo), Sheik (qundo está calmo, é só futebol e luta... não deixa uma jogada sem conferir), Airton e até mesmo os nossos zagueiros, hoje firmes e barrando qualquer tentativa de triangulação do adversário na nossa área.

Com isso, até ficamos muito no miolo de campo na parte inicial do jogo, sem penetração, mas na volta do vestiário, com mais orientação e uma visão melhor do que ocorria com o adversário, começamos a chegar à área deles com muito mais perigo. Sinal disto eram os escanteios, que de 8 a 10 a nosso favor no primeiro tempo CONTRA NENHUM DELES, voltaram a surgir às pencas, até que num deles conseguimos o nosso gol. Sheik, antes, já perdera um pênalti mas nos dias em que ele se porta em campo como hoje, de muito crítico ao seu comportamento, passo a aplaudir e a incentivar a sua escalação. Como briga este cara. Sua marcação na saída de bola do adversário, para um jogador naquela idade e já consagrado, é digna de nota.

Então meus caros alvinegros, fizemos os 3 pontos que precisávamos e agora, no domingo, quem vem aí é o Grêmio. Merecíamos recebe-los em melhor momento técnico e tático mas enfim, vamos para o jogo. Jobson, pelo jeito, já era. Falaremos disto em comentários ou em postagem futura.

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20 de set. de 2014

A SAGA ALVINEGRA CONTINUA



Botafogo 1x1 Criciúma
Em Santa Catarina

O gol do Zeballos - imagem do Youtube

Vejam só o que tinha no ‘baú’ de atletas que mandamos a campo hoje: Dankler, Mateus Menezes, Junior Cesar, Bolatti, Sidney e, na frente, o insuportável Wallyson.

Não é mesmo brincadeira sair do Rio para pegar um adversário escamado, que se recuperava no campeonato, com uma escalação dessas. O jogo já ia pelos 20 minutos e sequer conseguíamos trocar 3 passes sem que a bola voltasse para o adversário, com Wallyson escondido, Rogério sumido em campo e Zeballos igualmente nulo, principalmente depois que, ao tentar carregar uma bola para o ataque, foi derrubado pelo zagueiro adversário.

Só aos 23 minutos é que conseguimos saber o que era chegar na área adversária em condições de marcar, quando Rogério chutou com força mas jogou a bola por cima. E com tudo isso, sofríamos uma pressão dos diabos, mas sempre salvos pela incompetência do adversário em chegar ao nosso gol de forma correta. Mas vejam o que é o futebol: num dos ataques deles, Jefferson, com a sua estupenda visão de jogo, lançou Wallyson, este entrou na área e sofreu pênalti, já aos 35 minutos de jogo. Zeballos, que resolveu jogar pelo menos para fazer a sua parte do ‘onze’ em campo, cobrou com perfeição e nos fez ir para o vestiário em vantagem.

Mas muito mais do que nos deixar na vantagem de 1x0, o que aquele gol fez mesmo foi arrefecer o ímpeto do adversário, pelo menos nesta parte final da primeira etapa. Não deixaram de ir para a nossa área mas pelo menos, após o pênalti, pelo menos olhando aqui da TV, empatamos a posse de bola, fator que era de amplo domínio deles até então. Seguiu o jogo, voltamos para a segunda etapa esperando a melhora do jogo do nosso time, mas o quadro da primeira etapa voltou: a posse de bola deles era infernal, a chegada na nossa área um perigo e as chances de gol que perdiam era de assustar. Aos 14 minutos, após levar uma cotovelada do Cortez, Rogério saiu para a entrada do Yuri Mamute mas nada mudou em campo até os 20 minutos. Neste momento, em jogada confusa do Bolatti na nossa área, o árbitro preferiu marcar pênalti na jogada. Pênalti convertido, jogo empatado e a nossa situação no campeonato voltou a ficar complicada.

Depois do pênalti, Sidney saiu para a entrada de outro garoto, Fabiano, mas o jovem da base entrou ali apenas para apertar mais o ferrolho de marcação que imprimimos a partir do empate. Aos 49, Rodrigo Souto entrou no lugar do esgotado Zeballos mas isto só se deu para completar o elenco. Saímos de Santa Catarina fora da Zona do Rebaixamento mas como apenas empatamos, poderemos ser ultrapassados de novo amanhã.


Muito ruim, muito triste, ver o Botafogo jogando assim.

Sem desmerecer o Criciúma, que é um time de menor tradição e teoricamente menor investimento, e está com um time limitado e que hoje jogou mal, mesmo assim passamos 90 minutos de sufoco.

Não sei o que dizer, o que escrever, e o que esperar. Hoje jogamos tão mal, tão mal, mas tão mal, que no primeiro tempo nosso melhor jogador foi o Zeballos. Ao final do jogo, mérito pelo ponto conquistado mais uma vez na conta do Jefferson, pelo lançamento perfeito ao Wallyson, e pelas defesas no segundo tempo.

A falta de opções no banco, e a incerteza em relação a atuação dos jogadores, é uma situação que não nos deixa em condições de criticar o Mancini. Sidney foi uma decepção, Rogério não entrou no jogo, e por aí vai...

Próximo jogo é em casa, na verdade dois jogos seguidos. 4 pontos é o mínimo a se pensar. E depois teremos Copa do Brasil. Haverá alguma perspectiva de passar pelo Santos? E de enfrentarmos o ABC na fase seguinte? Não custa torcer.

Abraços.

14 de set. de 2014

BOTAFOGO VAI A PORTO ALEGRE


Botafogo perde para o Inter no sul
2x0

QUEM NÃO FAZ, LEVA

E por mais incrível e insólito que possa parecer, a frase é sobre o nosso ataque, o jogo foi na casa do adversário E O ADVERSÁRIO FOI O INTER.

Mas mesmo antes que o comentarista da TV pudesse se lembrar deste adágio e citá-lo no ar, eu o falei aqui para a minha filha alvinegra no sofá e o primeiro gol deles só veio mesmo corroborar o fato, sacramentar o dito popular. E foi isso o que vimos: Wallyson perdeu 2 no último jogo, começou esta partida e perdeu um, dois, três e assim, um time em má fase não acaba por não conseguir se segurar num jogo como este. Não se segura nem em jogo feito em casa (cuidado, portanto, com o Bahia).

E vejam o que é mais insólito ainda: fomos pegar o Inter em Porto Alegre, com mais de meio time reserva mas o adversário vinha em crise, o estádio, para a nossa tranquilidade, estava mais vazio do que cheio e para corroborar o quanto não estavam bem, criávamos estas chances em sequência e via-se que era o dia de uma boa vitória fora de casa, para fazer uma sequência de pontos, mas que nada! O time entra com 2 a menos (Wallyson e o molenga Zeballos) e quando faz as trocas, coloca em campo outro que, na verdade, não soma. Assim, invariavelmente, chegamos ao fim da partida jogando com 10.

As trocas do Mancini ,que vieram tarde, com jogadores (pelo menos o Yuri) que já deveriam entrar como titulares, mostraram a inutilidade dos que saíram. Mal o Yuri entrou e já propiciou duas boas jogadas na área deles: imaginem isso com um 3x1 a nosso favor.

E agora, mesmo jurando que não quero falar mas sem poder deixar de ir naquela linha do Alexandre, de sempre lembrar o quanto nos atrapalham, o ameba inventou várias jogadas em sequência, escanteios inexistentes e no último, tomamos o segundo gol, o ‘gol da morte’. Vimos de bom, uma agradável subida de produção do futebol do Rogério (ele é o Vitinho da fase inicial, fominha e afobado), um Ramirez muito bem posicionado mas, infelizmente coitado, olhando para o lado e desanimado por saber que, se tocasse a bola no Zeballos, era contraataque certo para o adversário. Na quarta-feira, o Bahia vem aí e a vitória é obrigação. O time terá que suar sangue no Maracanã para sair com os 3 pontos, pois a galera do Z4 está chegando.


- Um adendo – eu acho o Rogério um Vitinho de início de carreira mas faço uma ressalva: o saudoso garoto da 31 se perderia naqueles devaneios de craque, não fosse a cabeça do Seedorf a orientá-lo. O holandês “nos salvou” de perder Gabriel, Vitinho e até mesmo Dória. Hoje, Rogéio não tem ninguém para o orientar e, com o time titular em campo, ainda terá gente para o reprimir em alguma jogada errada, gente que não aconselha, malha e ajuda a matar uma carreira no nascedouro.



Mais uma vez brigamos e corremos (com raras exceções).

Mais uma vez perdemos.

A incompetência de Wallyson e Zeballos, sendo que deste último também vemos lentidão e falta de vontade, nos custaram pelo menos um empate, no jogo de hoje.

Precisamos de reforços, e na situação que estamos, infelizmente teremos que contar com a volta de Emerson e Edílson para o time voltar a produzir um pouco mais.

Para falar a verdade, nas circunstâncias atuais não é mais absurdo se perguntar por Carlos Alberto e Jobson.

Não temos elenco, e não temos um time competitivo. Os poucos jogadores que nos davam alguma esperança, como Daniel e até o desconhecido Bruno Correa, não voltam tão cedo. Da base não traremos nenhum solução milagrosa, até pelas condições do time atual. Subir com qualquer garoto significará desgaste e desperdício.

Alguns jogadores, inseridos em melhores contextos, tendo um time melhor jogando junto, poderiam render mais. Yuri Mamute vem se mostrando esforçado e com alguma qualidade. Rogério é afobado e tem pouca visão de jogo, mas tem coragem de partir pra cima.

Não nos resta nada além de seguir torcendo, contra o Bahia em casa podemos sair com os 3 pontos. E pelo que andam falando por aí, temos que torcer muito, pois há realmente o risco do OO voltar. Tomara que não.

Abraços.

11 de set. de 2014

PAUSA NA PAULEIRA

PC Guimarães abriu a "caixa

de ferramentas"



É diversão, cultura futebolística mas,
principalmente, um passeio pela história do nosso esporte


Se tem uma recomendação que faço aqui para a nossa galera, nestes dias negros do nosso futebol, esta é a leitura do novo livro do P.C. Guimarães.

O jornalista, autor de um dos blog´s mais importantes dedicados a futebol, mandou ver e, na comemoração dos 70 anos da sentada menguitista, jogou tudo 'no papel' e nesta terça, 9, fez o lançamento oficial do livro no Salão Nobre de General Severiano. Estive lá (imagens abaixo) e já na volta para casa, comecei a ler as primeiras passagens (ainda no trânsito).

Está tudo ali, naquelas páginas já históricas: o jogo do 'pó de mico', o 'jogo do senta', claro, Morumbi/1981, BotafogoxSantos pelo Robertão de 1964, BotafogoxSantos de 95, o Fla-Flu da Lagoa, FlaxBangu de 66 (jogos para provar que eles sempre foram chorões - choraram primeiro), tudo narrado em detalhes de uma riqueza bem esclarecedora. E vejam, estou apenas na metade. 

Leiam: vocês não vão se arrepender.

O Blog do PC (lá tem o link para adquirir o livro pela internet).


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10 de set. de 2014

BOTAFOGO RECEBE O SÃO PAULO


Em Brasília
E esta busca pelo faturamento
custou caro

Perdemos por 4x2


Foi como uma espécie de Exército de Brancaleone, a ida do elenco a campo hoje, para enfrentar justamente o time com a melhor ascenção no campeonato e com um elenco estelar. Com desfalques importantíssimos (pelo menos uns 5 atletas), fomos atuar contra este adversário, que é da parte de cima da tabela, completo, com jogadores de nível internacional. E como para piorar o que já era ruim, fomos mandar o jogo em Brasília, dando-lhes assim um alívio em relação a um jogo fora de São Paulo. Nestas condições, o primeiro gol deles, logo aos 16 minutos, era uma consequência disto tudo aí acima e foi de almanaque: o atleta se livrou da marcação na nossa lateral direita, cruzou no pé do atacante que só escorou. 1x0.

Mas jogávamos bem e jogávamos assim desde o início da partida e com isso, chegando e chegando mais, fomos ao empate, com Zeballos, após cobrança de escanteio aos 19 minutos. E, pasmem amigos, viramos o jogo em novo escanteio, 4 minutos depois. Nosso melhor jogador até então, inacreditavelmente, era o Ferreyra. Como cavou jogadas, como deu trabalho à defesa deles. Foi dele a jogada que resultou neste segundo gol. Escanteio cobrado, André Bahia, de cabeça, chegou novamente às redes.

Íamos então cozinhando o jogo mas contra um time recheado de bons jogadores, embalado e o nosso time com tantos desfalques, tomar o gol do empate era sempre um risco e ele veio. Foi aos 36 minutos, novamente naquelas jogadas de toque de bola muito vistas nesta partida pelo nosso embalado adversário. A virada deles então não tardou: veio aos 40 minutos, novamente no toque de bola fácil que conseguiam imprimir ante os nossos atônitos jogadores de marcação. Ainda tivemos a má sorte de ter a bola do empate caindo nos pés do Wallyson mas ele, com a apatia que lhe acomete quando se acomoda nos times por onde passa, apenas a atrasou para o goleiro quando poderia, ou chutá-la com força, ou encobrir o arqueiro ou então, rolar para o meio. Foi aos 45 minutos e com isto, fomos para o vestiário com o placar adverso.

No retorno para a segunda etapa, Wallyson iniciou a sua atuação como havia terminado a etapa anterior. Antes dos 3 minutos, perdeu mais um gol feito. O Airton também perdeu a cabeça e foi expulso logo depois, como que ditando o que seria o jogo a partir dali. Aos 14 minutos, Yuri e Sidnei entraram nos lugares do El Tanque e do Junior Cesar mas a esta altura, o jogo se desenrolava num autêntico “ataque contra defesa”. Para piorar mais ainda (se é que já não estava tudo péssimo), Zeballos sempre atrapalhava nossas tentativas de contraatacar.

Aos 30 minutos, com o nosso time completamente batido e acuado na defesa (podemos até dizer dentro da nossa área), Mancini tirou o ‘um a menos’ Zeballos para colocar Gegê. Mas não teve jeito: como se fosse por castigo, na única vez em que conseguimos sair, ganhamos escanteio mas, sem aproveitar, tomamos um contraataque e o quarto gol. Isto aconteceu aos 35 minutos e a partir daí, levamos olé, deixamos que eles ‘treinassem’ mais para a próxima partida e agora, teremos que ir a Porto Alegre enfrentar o Inter. Que Deus seja então alvinegro, pois o que mais precisamos neste momento é de fé.



Sem ilusões.

Enfrentamos talvez o melhor time do campeonato, que não é líder porque não é o melhor elenco e também porque tem uma defesa que ainda se enrola em lances fáceis, principalmente nas bolas aéreas.

E mesmo com isso tudo, vendemos nosso ótimo rendimento como mandante, para faturar uma grana, e jogar sem mando, mesmo teno péssimo rendimento como visitantes.

Mas não era só isso, já viajamos cheio de desfalques, sem Edílson, Bolatti e Rogério. E ainda perdemos Emerson, cortado de última hora.

Começamos o jogo e já sentenciei para meu filho: é jogo para vermos uma superação milagrosa, ou um massacre em campo. No final, sem ilusões, não foi nem um nem outro.

O time correu, se esforçou, mas não deu. É claro que neste esforço algumas peças destoaram. Os de sempre, Zeballos lento, mas que mesmo assim marcou um gol, e Wallyson, que foi participativo mas ao mesmo tempo disperso. E pra piorar, Aírton, que fez aquilo que todos apostaram que um dia ele faria. Destemperado, cometeu uma agressão sem sentido, que só poderia resultar em cartão vermelho. Gostaria de saber o que ele tem a dizer sobre o que fez, e qualquer que seja a explicação, terei certeza que falta cérebro para ele.

Apesar deste quadro todo, tomamos gol no início da partida mas soubemos virar, e depois sofremos a revirada, gol o placar fechando em contra-ataque fatal no final do jogo.

Sem ilusões, o elenco é fraco, faltam peças de reposição, mas pelo menos o espírito de luta apareceu forte nos último jogos.

Não creio que seremos rebaixados. Em breve peças importantes estarão de volta, e o rendimento pode subir um pouco. Mas só podemos sonhar com meio de tabela, e nada além disto.

Abraços.


7 de set. de 2014

FUGINDO... PARTE 19


Só faltam 19 capítulos
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Botafogo 0x1 Atlético-MG
em Belo Horizonte

O que posso dizer que vi deste jogo hoje lá em BH, foi que o elenco faz falta, um juiz incompetente (ou mal intencionado) pode ser decisivo para um time que joga no fio da navalha como o nosso e, principalmente, que a decisão de ir atrás de dinheiro tirando jogos decisivos do Maracanã pode acabar custando caro.

Sim, jogaríamos a próxima partida contra o São Paulo, no bom pique em que se econtra o time neste momento, no Maracanã. Teríamos igualmente mais dois jogos contra times fortes aqui mas infelizmente, a diretoria optou por levar estas partidas para lugares como Manaus e Brasília. É a fase.

Do jogo, começamos bem na marcação e pecávamos apenas por não termos jogadores criativos no meio, o que nos deixava bem no quesito ‘tomar a bola’ mas de posse dela, não tínhamos muito o que fazer para tentar chegar ao gol deles. Rogério, pela direita, fazia um bom jogo mas infelizmente, saiu machucado para a entrada do Yuri, um garoto bom de bola mas que ainda não está pronto como está o Gabriel. E como o ataque deles não estava bem, eles chegavam tocando até à frente da nossa área, tocando muito bem aliás, mas não conseguiam concluir e com isso, saímos para o intervalo, mesmo chutando apenas uma vez ao gol, relativamente tranquilos com o zero a zero.

Tranquilidade esta que o ameba do apito (olha aí Alexandre!) tratou de nos tirar, expulsando o Dankler logo aos 40 segundos desta etapa pelo segundo cartão amarelo (o primeiro, ainda na etapa inicial, foi um tremendo equívoco do ameba de amarelo). O garoto havia entrado na lateral direita e vinha jogando bem mas depois da sua perda, ficamos exatos 18 minutos tomando sufôco, sem posse de bola e sem conseguir, na retomada das jogadas que iam à nossa área, dar dois passes sem ficar de novo à mercê dos contraataques deles. Ramirez, após a expulsão, teve que recuar para o meio pois Gabriel, pelo menos naqueles momentos iniciais, foi cobrir o setor do Dankler e com isto, Zeballos, o nulo, ficou lá na frente mas não por muito tempo.

Percebendo que o paraguaio, além de não fazer nada ali na frente, ainda poderia, perdendo aquelas bolas fáceis, dar contraataques dos quais teríamos que nos virar na defesa, Mancini logo o tirou de campo para colocar Rodrigo Souto, deslocando de novo Ramirez para o ataque para jogar com Yuri. Uma pena mesmo o garoto dos juniores ainda não estar perfeitamente entrosado com o elenco, pois apesar das jogadas rifadas, tínhamos bola de ataque. Só que o sufôco na nossa área não cessava e, claro, não tardou para eles fazerem o gol. Como? Novamente com uma bela ‘jogada’ do ameba de amarelo: Yuri se deslocou de forma precisa pela direita e ia entrando na área mas o zagueiro, já vencido, o derrubou. O cara que usava o apito deixou o jogo seguir e na sequência, houve um escanteio do qual surgiu o gol deles.

Aos 30 minutos, Mancini ainda trocou Yuri por Tanque Ferreira para tentar, nas bolas aéreas, trazer pelo menos o empate mas não deu certo. Uma pena mesmo pois, ainda que sem a criação ali no meio de campo, não jogamos tão mal assim.
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- Como eu disse, é uma grande pena perdemos um jogo no qual tentamos partir para cima do adversário, quando temos alguns jogadores em excelente forma técnica. Hoje, Andrey, André Bahia e Gabriel estavam atuando de maneira eficiente e com muita qualidade (André não errou nada).

- Tomara, também como foi citado na postagem, que os jogos que estamos levando para fora do estado não se tornem um pesadelo na caminhada para fugir do sufôco.



Acabei de chegar em casa, já às 21 horas, bastante tempo após o fim do jogo, e com a rodada terminada.

Estamos aí, na décima-quarta posição, 4 pontos acima do Z-4. É uma situação ruim, mas não péssima.

Sobre o jogo de hoje, uma derrota por 1 a 0, com méritos para o Atlético-MG pela persistência, e mais nada. O jogo foi ruim, mas muito brigado. Do nosso time? Melhor falar dos antecedentes...

Perdemos o Daniel no jogo passado, e as notícias são de lesão séria no joelho e retorno só ano que vem. Também perdemos o Bruno Correa, em jogo anterior, que vinha se mostrando uma opção interessante como 9 do time, este com lesão muscular e parada de 30 a 40 dias, ou seja, se voltar é só pro final do campeonato.

Hoje não tínhamos também Jefferson, com a seleção, Edílson suspenso, e Emerson com uma lesão no pé. Sinceramente, mesmo Edílson estando mal, ele vem sendo decisivo, mesmo Emerson estando mal, ele assume a responsabilidade e puxa o jogo pra si quando as coisas apertam. E Daniel vem sendo uma peça importante na armação e na chegada junto ao ataque. Então nossa situação era complicada para este jogo.

Para piorar, Rogério se machucou de forma até meio assustadora, a queda com o rosto direto no chão foi feia, e assim queimamos logo uma substituição e uma opção de velocidade no ataque. Ficou tudo muito complicado, mas com aplicação resistimos à pressão...

Nós sim, mas nem o árbitro e nem Dankler resistiram, e logo no começo do segundo tempo ele foi expulso. Erro do árbitro, erro do Dankler e erro do Mancini. Primeiro, Mancini não deveria tê-lo lançado improvisado na lateral, deveria ter saído direto com o que teve que armar depois: Gabriel na lateral e outro volante no meio. Se não fez isso de cara, deveria ter feito quando Dankler tomou um cartão amarelo bobo, em um empurrão fora de campo.

Dankler errou por ter assumido o risco de tomar dois cartões amarelos. Tanto o do primeiro tempo, quanto na falta sem necessidade no meio do campo, por trás. Foram sim, lances passíveis de punição com cartão, e não havia necessidade dele assumir o risco.

E foi erro da arbitragem, pois ao final do primeiro tempo um jogador do Galo, acho que Emerson, já com amarelo, fez falta semelhante e não levou cartão nenhum. Para piorar, Bolatti reclamou da não expulsão do jogador atleticano e recebeu ele o cartão amarelo. Faltou critério.

De qualquer forma, com um a menos só aumentou um pouco a pressão do Galo, e facilitou o gol que já se desenhava desde os primeiros minutos do jogo. Jogamos para tentar não perder, e isto raramente funciona.

De positivo, o fato de ver Gabriel atuando bem novamente, mas podendo produzir mais, Andrey se firmando como ótimo goleiro, em franca evolução, e Yuri Mamute fazendo mais uma vez uma partida interessante.

Fora isso, assusta bastante ver como o elenco está cada vez mais escasso para a continuidade de duas importantes competições. Precisamos contratar alguns jogadores, mesmo que sejam apostas, e também promover umas experiências com o pessoal da base. É o que resta, pois não há dinheiro para o investimento que seria de fato necessário.

Vamos ao segundo turno, pois a luta será grande.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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