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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

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28 de fev. de 2026

CARIOCA 2026 - TAÇA RIO

O jogo
Que jogo?
Botafogo 0 x 0 Boavista

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PRÉ JOGO

- Notícias

Junior Santos pode pintar de volta no Fogão. O site Fogãonet noticiou que além da vontade do atleta de sair do Atlético-MG, o clube também pretende negociá-lo. Contudo, os valores não estão no padrão desejado pelo Glorioso, além de haver outros clubes interessados no atleta. 


- Escalação: 
 



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OPINIÃO 




Fomos a campo com nosso mistão sub20+reservas, trazendo como titulares Artur, Joquim Correa e Artur Cabral.

E aparentemente começamos bem, ficávamos com a bola, chegando a 75% de posse, cadenciamos o jogo, e tentamos chegar só na boa. Para quem estava com a vantagem de 2 a 0 no placar, pelo regulamento, era o suficiente.

Só que isso tornou o jogo bastante chato. Boavista não se arriscava, e era bastante eficiente na defesa, e com alguns poucos a chutes a gol nosso fomos para o intervalo com o mesmo 0 a 0.

No segundo tempo o Boavista promoveu algumas mudanças, buscou um pouco o ataque, e o que parecia que poderia melhorar o "espetáculo" não deu em nada... 

Tivemos mais espaço e menos criatividade. Posse de bola que deve ter sido quase todo de Ithalo e Justino se distribuiu em campo, mas sem trazer grandes emoções.

Vimos entrarem em campo primeiro Nathan e Villalba, mais a frente Montoro e Barrera e no final Arthur Izaque, mas nada. Só a eficiência do Boavista na defesa.

Jogo terminou no 0 a 0, sem emoção, mostrando que o público de pouco mais de 3 mil pessoas foi um exagero, merecia menos. Jogo mequetrefe.

Mas estamos na final da Taça Rio contra o Bangu, e temos nossos titulares poupados para terça-feira. Conseguiremos neste jogo evoluir e mostrar mais do que todos esses últimos jogos? Bem, de qualquer forma um 0 a 0 lá em jogo morno será bom resultado.

Abraços.

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21 de mar. de 2018

SEMI DA TAÇA RIO


BOTAFOGO 3 X 2 VASCO
Devolvendo o placar...



Os melhores momentos do jogo - Imagens do Youtube

Vencemos, estamos na final da Taça Rio. Teremos mais um jogo clássico decisivo para testar o coração dos torcedores e dar algum padrão ao time...

Do jogo de ontem, posso dizer que começamos escalados com Gatito, Marcinho, Marcelo Benevenuto, Rabello, Moisés; Marcelo, Lindoso, Marcos Vinícius, Luiz Fernando, Brenner e Valência.

Desta escalação, destaco que a zaga continua enfrentando problemas com quase todos os tipos de jogada, mas principalmente as bolas nas costas dos laterais e as bolas pelo alto, com dois gols de cabeça.

Mas também o meio se mostrou bastante inoperante com a marcação adiantada do Vasco. E o ataque hora parece que vai, hora parece que só vai perder gols. 

Se há algo de positivo foi a clara evolução do Luiz Fernando. Não dá para dizer que encantou, mas foi a melhor atuação pelo Botafogo até agora, o que também não significa muito.

No final do jogo as substituições do Valentim deram muito certo: Pimpão no lugar de Valência, Pachu no lugar de Marcos Vinícius e Ezequiel no lugar de Luiz Fernando. Melhorou o time? Não acho. Mas o Vasco cansou e o que vimos foi correria e muita vontade. O sangue novo e a disposição dos que entraram acabou por não dar muita chance para o Vasco empatar o jogo no final, apesar do jogo ter ficado em aberto até o apito final.

O que esperar daqui para frente? Não tenho ideia. Vamos somente esperar e torcer.

Abraços.

4 de mai. de 2013

FINAL DA TAÇA RIO - EU VOU

General Severiano hoje de manhã
Amigos,


Nem vou escrever muito. Ontem vi notícia de que haveria uma carga extra de ingressos sendo vendida em General Severiano, deixei meu filho em um curso e fui pra lá. Cheguei às 7:20 da manhã e já tinha uns 15 alvinegros fanáticos na fila (da fila tirei com celular a foto que ilustra a postagem).


As 9 e meia estava com nossos ingressos, amanhã partiremos para Volta Redonda. Espero retornar junto com esta aí debaixo, e mais a outra, a do estadual.



Estamos merecendo.

Abraços!

7 de abr. de 2013

OUTRO 3 A 0 E A JUSTA LIDERANÇA

BOTAFOGO 3 x 0 OLARIA



Outra vitória, outro 3 a 0,  a justa liderança, que de fato nunca deixou de ser nossa, só nos foi tirada pelos adiamentos de jogos, e continuamos, e só nós, com os 100% na Taça Rio.

Mais alguma coisa para se falar? Sobre a campanha, não. Sobre o jogo poderia enaltecer as atuações de Lodeiro e Vitinho, mas deixarei isso para o Paret. Discorrer sobre o andamento da partida também não será o caso, 3 a 0 com gols no segundo tempo, o primeiro de Lodeiro e dois de Vitinho. Mas não, vou escolher falar sobre o treino. Sim, o treino que esta partida foi.

Para começar, entramos sem Seedorf, Jefferson e Dória. Então era momento de se observar Renan, que não precisa de teste, só de ritmo, André Bahia, que já havia atuado mas em circunstâncias diversas, e Bruno Mendes.

O que posso dizer é que os 3 foram bem. Renan não teve trabalho, mas mesmo assim mostrou tranquilidade, André Bahia parecia preocupado em aparecer bem, e apesar da tensão se saiu bem, e Bruno Mendes continuou devendo, apesar da atuação não ter sido tão ruim. É claro que o tipo de jogo do Botafogo não facilita o trabalho dele.

Ainda em observação tínhamos Rafael Marques e o próprio Oswaldo. Rafael repetiu as atuações anteriores, mostrando que pode ser jogador de elenco, mas não pode ter vaga garantida mesmo neste time do Botafogo que almeja muito mais que um título estadual.

E Oswaldo foi bem. Vendo que o time dominava a partida, que o gol era questão de tempo, e sabendo que a vitória era importante, tirou Mattos no intervalo, que cometeu alguns erros bobos, e colocou Renato, o que melhorou bastante o passe e a saída de bola. O principal disso foi poder ver Renato atuando novamente. Acho que ele pode ajudar muito este elenco, e era partida para esta volta.

E mais, já com 1 a 0 no placar, ficou claro que precisávamos de velocidade, e a primeira opção era a entrada do Vitinho. Pensei nisso, a torcida logo em seguida também, e pediu nosso garoto em campo. Oswaldo atendeu, mas fez uma substituição errada. No meu entender era para tirar o Rafael Marques e deixar o Bruno Mendes. Ele fez o contrário, mas fazendo a recomendação de que Rafael ficasse mais na área. Palavras em vão, Rafael não mostrou presença de área, mas a entrada do Vitinho incendiou a partida.

Vitinho fez um golaço, e pouco depois Oswaldo corrigiu o erro, tirando Rafael Marques e colocando Henrique. Neste caso foi um duplo acerto, pois mesmo tendo só uns 10 minutos, era mais uma oportunidade para o jovem atacante entrosar e ganhar ritmo de jogo.

Vitinho, autor de dois golaços na vitória por 3 a 0

Mas quem continuou brilhando foi Vitinho, que fez outro golaço. Um jovem, moleque, que vem atuando de meia-atacante, mas que acho que deve ser enquadrado na categoria de segundo atacante, jogando mais junto da área e com atribuições mais relativas de criação e marcação.

Agora espero que Oswaldo de Oliveira siga o trabalho de reabilitação e engajamento do elenco. Mais peças precisam entrar em campo nas próximas partidas.

Antes de finalizar, só uma provável constatação. Creio que não tem sido só a escalação da dupla de volantes Mattos-Gabriel, ou a zaga mais firme com Bolívar, Dória ou André Bahia, o motivo de tomarmos quase nenhum gol. A participação simples, discreta, mas sem inventar história e criar riscos desnecessários de Júlio César tem sido fundamental. Não há mais a velha avenida na nossa esquerda, uma que já recebeu o nome de Azevedo-Ferreira.

Abraços.




Os belos gols da partida - Lancenet
Fogão 3x0, show do Vitinho. Imagem nem precisa, visto o belo visual desta postada aí acima pelo Henrique.

Nosso time precisava de goleadas como a da última quarta em cima do Vasco, precisava de disputas como as da Taça GB há 20 dias mas igualmente, precisava também de um jogo assim, com um pequeno desesperado e fechando o jogo à sua feição até com certa determinação, não dando espaços para os nossos inoperantes homens de frente (coloquei no plural mas falo do Bruno Mendes).

Bruno, definitivamente, não está em boas condições para ser titular mas em outra ponta, Vitinho também não tem se mostrado ainda um atacante pronto para sair jogando e ter bom rendimento. E como Henrique não vai mesmo dar em bola (o que joga no time e não o blogueiro.. haha), a solução é a sempre reclamada, de trazer um veterano matador (Denis Marques, Borges, He-man ou qualquer outro aí) para que este atleta, com a sua experiência, vá colocando os nervos da garotada no lugar. Sobre Bruno Mendes, já está na hora de pedir aos seus empresários que o levem e sejam felizes.

Mas aí está, mais um 3x0 com cara de 4 ou 5, jogo no qual tivemos sim dificuldades com a retranca deles e também com uma certa preguiça do nosso time no primeiro tempo mas o momento e a superioridade do elenco do Fogão fizeram a diferença para se alcançar o resultado no placar. Somos líderes da chave, seremos de todo o campeonato se vencermos na quarta e isto é o que importa no carioca, para levar a vantagem do empate para as fases finais (de Taça Rio e da decisão, se houver).

Está valendo muito a pena ver esta evolução do Botafogo galera. Vivas para a agora compreendida maneira de jogar do Rafael Marques, um dos mais importantes jogadores em campo (mais uma vez). Distribui bem o jogo, com qualidade e inteligência e só desejo que mantenha este nível no brasileiro. E finalmente, menção honrosa para Nicolas Lodeiro, o pequenino uruguaio que se agiganta em campo com a sua técnica mas, principalmente, com a sua vontade de jogar, do primeiro ao último minuto. Parabéns ao uruguaio pelo golaço, de oportunismo e técnica. Vamos que vamos.

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24 de mar. de 2013

SEEDORF É EXPULSO PELO SISTEMA

Mas o Botafogo continua vencendo, para desespero de quem queria outros times nesta situação.



BOTAFOGO 2x1 MADUREIRA

Em Moça Bonita.

O dia em que o sistema colocou Seedorf
para fora do campo.


Os gols do jogo - Lancenet - ISTO, NO FIM, É O QUE IMPORTA

Olá amigos alvinegros

O Botafogo veio para este jogo na casa do adversário (a partida foi em Bangu) sem Lodeiro e foi o toque que faltou ali no meio de campo para que pudéssemos passar com menos sustos por este ensaboado time do Madureira. Estávamos há 1 mês sem levar gol, com Mattos dando toda a consistência de que é capaz ali na cabeça de área já com a conhecida eficiência e chegamos para este jogo com a defesa menos vazada e o ataque mais positivo do campeonato.

Confesso que cheguei a pensar que seria mais fácil. Acho mesmo que o único time pequeno que poderia dar trabalho neste grupo foi este de hoje e então, não há mais o que temer em matéria de surpresas. Do jogo mesmo, pode-se dizer que quando Dória desviou para o gol aquela bola cruzada pelo Seedorf já aos 42 minutos de partida, fazia-se justiça no placar ao time mais encorpado, ao que mais investe, ao time grande. O “não pênalti”, apesar da pixotada dos 300 árbitros em demorar para tomar suas decisões, teve a anulação aceita como correta pois na jogada, Seedorf estava mesmo impedido, mas o que se reclama é a forma como o lance foi marcado: muita discussão, muita demora e a suspeita de interferência externa na anulação da jogada.

Eles passam a vida deixando o Souza quebrar quem quiser, passaram anos aqui dando condições para que Williams e Toró, no Flamengo, fizessem o que bem estivessem a fim de fazer em matéria de violência mas aí, vem uma situação confusa e o árbitro, em vez de se orientar, tenta crescer para cima do atleta mais visado, o que tem mídia o tempo todo. Conseguiu, o do apito, o seu intento de aparecer na mídia mundial neste final de semana. Se o juiz quisesse realmente mostrar serviço, além da expulsão dos atletas deles, deveria ficar atendo à violência com que se portaram na parte final do jogo.

Num todo, o time foi bem e até o Rafael Marques teve sua chance de marcar e, naquilo que já andam dizendo ser a sua verdadeira função em campo, ajudou o quanto pôde na distribuição de jogadas. O único a destoar de todos nesta partida foi o Lucas, que estava no seu “dia não”. Bolívar também deu hoje a sua pixotada aguardada, dando o passe para o gol deles. Em compensação, Fellype Gabriel na criação e Mattos no desarme fizeram mais uma bela partida.

E vou ser honesto em afirmar que, mesmo com o empate deles e aquele momento em que partiram para cima da nossa defesa, não deixei de acreditar na vitória em nenhum momento. O time encorpou mesmo e, se não está pronto ainda para a Copa do Brasil, está no caminho certo. Foi o que vi do jogo e para não dizer que reclamei além da conta, o General Bolívar errou na partida mas mostrou o seu lado de liderança ao procurar o árbitro no intervalo para, com classe e sem afobação, mostrar a insatisfação do time com a anulação da jogada do pênalti.

Vamos então agora aguardar a opinião do nosso bravo Carlos Henrique, que decerto virá com aquele texto esclarecedor, marca registrada do blog.



Amigos, domingo em família, churrasco fora de casa, e consegui eu e os dois bravos botafoguenses daqui de casa assistir o jogo numa TV de 21 polegadas, com antena interna. Ou seja, com carne passando e imagem ruim, a visão do jogo fica bastante limitada.

Dada a desculpa, vamos ao jogo. O Botafogo iniciou com a natural relaxada que a situação do estadual leva a ter, mas mesmo assim sabendo atacar e dominar a partida. E isso contra um Madureira bem armado, querendo ocupar os espaços do pequeno campo de Moça Bonita e sair no contra-ataque.

Sabendo se impor, as jogadas iam saindo. E num lance fortuito a bola encontrou Seedorf impedido, que soube dominar e passar para Rafael Marques por trás do zagueiro, que não teve dúvidas em fazer o pênalti. Pênalti marcado, Seedorf pronto para fazer a cobrança, e "seu Fulano" foi e pegou a bola, marcando o impedimento, com "somente" uns 2 a 3 minutos de atraso. Mas é o que se diz, antes um acerto atrasado, do que um erro rápido.

Seguimos dominando, e no final o gol saiu, bola alçada na área e Dória desviou na cara do goleiro. Fomos para o intervalo com o confortável 1 a 0.

E voltamos com vontade, marcando em cima, e parecia questão de tempo o segundo sair. Mas o Madureira resolveu sair e a partida ficou no "lá e cá", e num vacilo da zaga, que não foi só erro do Bolívar, o experiente Jean ficou cara-a-cara com Jefferson, que saiu bem, tocou na bola, mas ela bateu no joelho do Jean, configurando o drible. Gol escancarado, e Jean praticamente entrou com bola e tudo.

Mas o Madureira mostrou que queria era empatar, recuou, e com o espaço dado o Botafogo voltou a dominar. E em bela jogada pela direita, Lucas enfiou para Rafael Marques, que disputou com o goleiro, e a bola sobrou para Seedorf, o personagem do jogo, marcar o seu. 2 a 1 e parecia tudo bem.

No final do jogo entrou Bruno Mendes, que levou um tremendo chute por trás, que resultou na expulsão do jogador do Madureira. Estava até aí o jogo meio que equilibrado novamente, então parecia fim do jogo.

 Seguimos dominando, mas antes do apito final, tivemos mais um show.

15 minutos de fama

Já nos acréscimos, em lance que nem vale a pena descrever, "seu Fulano" resolveu conquistar seus 15 minutos de fama. Qual o nome do "seu Fulano"? Eu não sei e nem faço questão de saber. É claro que faltou a Seedorf a malandragem de entender o que estava para ser feito. Faltou perceber que ele era a pessoa ideal para os 15 minutos de fama. 

Hoje, "seu Fulano" pode colocar no currículo que foi o primeiro árbitro a expulsar Clarence Seedorf. Vai dar entrevistas, vai se explicar, vai mostrar "autoridade", vai exigir respeito, e como as celebridades do BBB, será esquecido. Até aprontar qualquer outra coisa para poder aparecer.

Qual o impacto disso? Sinceramente nenhum. Já estava na hora do Oswaldo de Oliveira poupar o Seedorf, e a partida contra o Friburguense seria uma boa opção. Precisamos do Seedorf contra o Vasco e contra o Sobradinho. Sim, contra o Sobradinho, que acredito ser mais fraco do que este arrumado Madureira, mas que devemos entrar pensando em vencer por mais de dois gols. Ou vencer sem tomar gols.

Então, vira a página e guardemos o lugar certo do "seu Fulano" na história: o anonimato. 

Abraços!  

16 de mar. de 2013

ESTREIA DE CAMPEÃO

BOTAFOGO 4 x 0 QUISSAMÃ



Sim, estreia de campeão! Para começar, uma certa ressaca e falta de pegada. Adicionado por um pouco de desconcentração. Coisas de quem acabou de cumprir uma missão.

Mas a festa já acabou, estamos em outro torneio, e no final, sem muitas dificuldades, contra um adversário frágil que é o Quissamã, mostramos nossa força, a força de campeões.




Os dois times entraram em um 4-5-1, sendo que o do Quissamã estava mais para 4-3-2-1, com dois laterais improvisados no meio e fechando totalmente a marcação pelos lados. No Botafogo, a escalação já conhecida, com a alteração de se poupar Bolívar e promover a estreia de André Bahia como titular na zaga.

O jogo transcorria morno, xôxo, entediado, com o Botafogo com domínio territorial, o Quissamã sem condições nem de contra-atacar, mas com poucas chances de gol criadas. Até que nosso Júlio César mais uma vez nos surpreendeu, e em um belo chute de fora, que o inseguro goleiro do Quissamã não levou fé, abriu o placar.

Com este 1 a 0 pareceu que o time relaxou mais ainda. Quissamã saiu um pouquinho, chegou a criar algumas jogadas, mas acabamos indo para o intervalo no 1 a 0 mesmo.

Na volta, entrevistado, Lucas já informou que Oswaldo havia dado "um puxão de orelhas", cobrou mais pressão, para sair logo o segundo gol. Quissamã trocou um dos seus marcadores por um atacante, e a avenida ficou aberta ali mesmo, na lateral direita do nosso Lucas, herói do novo título.

Pressionamos, foram várias boas jogadas de ataque, até que em um contra-ataque Fellype Gabriel lançou Lodeiro, livre, que avançou até ficar cara-a-cara com o goleiro. Era só chutar tirando do goleiro para fazer o gol, mas ele optou pelo serviço e rolou a bola mansamente para Seedorf, que só precisou escorar para tirar do goleiro já batido. E tirou, mas tirou do gol também. Gol perdido, que se fosse ali o Rafael Marques, ainda assim iria causar suspresa.

Uma certa preocupação ficou no ar. Seedorf, que já não vinha bem na partida, perde um gol desses, e abriu-se um certo temor de que a partida poderia sair dos trilhos.

Mas não, o adversário era frágil, e quanto mais tentava atacar, mais espaços dava, permitindo a chegada do Botafogo.

E assim foi indo. Na avenida da direita, Lucas avançou e cruzou, Rafael Marques fez o pivô, escorou para Lodeiro, e chegamos aos tranquilos 2 a 0.

A pressão continuou,  e pouco depois Rafael Marques serviu de novo, tocou para Fellype Gabriel que dividiu com a zaga e conseguiu o chute, sem chances para o goleiro. Vitória sacramentada.

Aleluia! Aleluia! Aleluia!

Já perto do fim do jogo, aos 36 do segundo tempo, Gabriel tocou para Rafael Marques, que acertou belo chute de fora da área, bem no canto. Encerrada a seca, placar justo de 4 a 0 para o campeão da Taça Guanabara.



Antes deste quarto gol Oswaldo ainda fez algumas substituições. Primeiro tirou André Bahia, que fez uma boa partida, e promoveu a estreia de Rodrigo Defendi. Parece que finalmente teremos zagueiros titulares e reservas para o campeonato brasileiro.

Depois Oswaldo poupou Mattos e realizou a volta de Zen aos gramados. Não creio que Zen tenha muito espaço neste elenco, mas é uma posição que sempre se precisa de reservas aptos a atuarem em alto nível.

E finalmente, Seedorf saiu para a entrada de Bruno Mendes. Acho que o Bruno deveria ter entrado bem mais cedo, logo nos primeiros minutos do segundo tempo. É um bom atacante, e merece mais tempo em campo para recuperar a boa forma.

Agora aguardemos as impressões do Paret lá do NOSSO ESTÁDIO.





O PREDADOR alvinegro



Olá amigos. Aqui estamos nós, com mais uma imagem exclusiva do blog conforme prometemos, o que espero se repita doravante por muitos jogos. Nesta imagem algumas explicações se fazem necessárias.

Primeiramente, já com a torcida dispersada pelo bairro, saí do estádio para pegar minha família no Shopping e me deparei com este torcedor saindo de uma daquelas casas que vendem lanches (o local aí é a Henrique Scheidt - acesso ao setor Norte). Muito interessante e apropriada a figura, se fizermos uma analogia com o desempenho do time hoje no campo. O que também cabe esclarecer é que esta parede vermelha é de um dos bares da região e, para os mais antigos, nos alegra saber que os proprietários do estabelecimento e que atendem diretamente ali no balcão, são nada mais nada menos do que os irmãos do nosso lendário atacante dos anos 70, Nilson Dias. Nas paredes, inúmeras fotos dos irmãos jogadores (Nilson e Ney Dias) até mesmo com a seleção brasileira e, claro, Nilson Dias com a camisa gloriosa. ISTO É BOTAFOGO. Durante a semana, trarei imagens do Bar do Quim, o maior e melhor da região, e que fez toda a sua decoração com imagens da nossa história.

Agora vamos falar da goleada 
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FELLYPE GABRIEL 
O CRAQUE DO JOGO

Amigos alvinegros, me permitam começar o meu texto com esta afirmativa pois todos aqui sabem e mormente o amigão Luiz, que sou também crítico deste atleta devido à sua falta de força física e à lerdeza que exibiu em campo por vários jogos do último brasileirão.

Mas hoje meus prezados, não posso tapar o sol (no caso deste jogo a lua) com a peneira e esconder a realidade dos fatos. Seedorf vem mal, não jogou bem desde os 4x2 no Resende, foi decisivo sim nos dois jogos finais da Taça GB mas durante as partidas não vem se dando bem nas jogadas que tenta (na maioria delas). Hoje, não pelo gol que perdeu mas por esta má fase, tinha mesmo que ser substituído e aí é que vem a justificativa deste meu subtítulo: FELLYPE GABRIEL ACABOU COM O JOGO.

Não tivesse o Fellype feito o seu gol e teríamos saído desta partida com uma situação de injustiça. Sei que Rafael Marques hoje também fez um jogo correto (deu assistência para o segundo e terceiro gols), marcou o seu tento e saiu, para alguns, como craque da partida mas que me desculpem os analistas profissionais da imprensa: Fellype Gabriel, que hoje comeu a bola, é quem foi verdadeiramente o craque em campo.


Ele brigou e lutou como lhe manda fazer o Oswaldo, distribuiu o jogo e deu passes precisos como que a suprir a apatia técnica do Seedorf, fez jogadaças de Seedorf e por pouco, duas delas não resultam em dois golaços (um por cobertura e outro numa levada de bola de chilena que culminou num chute bem dado no fim do jogo). O cara hoje estava demais meus amigos. Era toque de classe, era chapéu de frente, de costas, era o diabo.

Eu sei, repito, que se trata de um atleta de físico de porcelana e que, com aquele tornozelo operado, fica mais vulnerável ainda a entradas fortes mas até nisto já vem se mostrando mais hábil: anda conseguindo se sair bem de praticamente todas as jogadas divididas. A bola do jogo hoje só chegava redonda à área adversária se passasse pelos pés dele, Lodeiro só conseguia desenvolver bem um ataque em velocidade se contasse com ele na tabela e por fim, Marcelo Mattos certamente não achava que viria logo de um meia de criação a ajuda valiosíssima que está tendo no primeiro combate, assim que o adversário sai para atacar.

O time hoje foi bem meus amigos, mormente pelo ótimo segundo tempo, mas como Henrique já falou tudo aí sobre a partida eu quis aqui fazer esta homenagem ao nosso 11, por ter nos brindado ali da arquibancada com este dia de Zidane. Não é exagero, creiam. Não sei se ele vai manter esta fase mas passo agora a torcer pelo Fellype, pois é um atleta exemplar e estamos precisando disto.

No mais, "... el - el - el... Viva o Rafael!..."

Os belos gols do Fogão - Lancenet

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29 de abr. de 2012

FOGÃO É CAMPEÃO
O ENGENHÃO É NOSSO





É CAMPEÃO!


É CAMPEÃO!


Vitória inquestionável, que poderia ter sido mais elástica. Faltou só um pouco mais de preparo físico, ou nem isso, porque a correria, dedicação e vontade foram muito grandes, desde o primeiro minuto.


Aquilo que havíamos observado, e o Paret bem destacou, se confirmou: Loco e Maicosuel voltando à excelente forma. Com os dois tinindo fica difícil para qualquer adversário. Hoje também pudemos ver uma brilhante partida do Mattos. Márcio Cabelo Azevedo sensacional, Lucas mais de lateral, apoiando menos, mas importantíssimo no esquema. A zaga não comprometeu, e está aí: Botafogo Campeão da Taça Rio 2012.


Amigos, fiquem a vontade para comentar. Vou aguardar também a postagem do Paret com a emoção do estádio. Agora vou assistir a premiação. Depois escrevo mais.


É CAMPEÃO!





Segunda parte da postagem comemoração...


Taça levantada, vou comentando com os amigos na postagem mesmo! Hoje pode!


Essa é nossa! Pode ser visitada lá em Gen. Severiano pelo Projeto Manequinho de visitas guiadas.


Amigos, o fato é que o Botafogo entrou mais ligado no jogo. Foi direto nos 220 Volts como alguém havia pedido. 


E logo aos 3 minutos, contra-ataque, Maicosuel disputa com a defesa vascaína que manda direto pra lateral. O Vasco desacelerou na volta à defesa, mas a Fernanda, novo destaque do Fogão, também estava no 220V, repôs a bola com a agilidade devida, Maicosuel bateu rápido para o avanço do Cabeleira, que tocou rasteiro para Loco enfiar nas redes. Estava aberto o caminho para o título.




Essa a Fernanda deve ter mandado com dedicatória para o Loco

Não fez mais que a obrigação? Parabéns por isso, menina!

Com 1 a 0 aos 4 minutos, nada de retranca ou esperar o jogo. Botafogo continuou dominando. Mattos brilhante. Fellype Gabriel não deixava Fagner jogar, ganhava todas na bola, era um volante perfeito, sabendo sair jogando e apoiando o ataque quando necessário.

Andrezinho soube orquestrar as jogadas pelo meio, o time sabia se compactar para defender, sabia manter a bola nos pés, sabia sair rápido para o ataque. Era evidente que o Botafogo estava mais perto do segundo gol do que o Vasco do empate. E foi isso que aconteceu nos minutos finais da primeira etapa. Elkeson, que não foi brilhante mas foi dedicado, alçou cobrança de falta na área, Fábio Cacatua Ferreira, eleito esta semana pelos amigos como melhor zagueiro do país (permitam-me a piada, mas hoje está valendo quase tudo), escorou e Loco de novo não perdoou: bola na rede, Botafogo 2 a 0.

Loco Abreu: carrasco dos vascaínos, comemorando mais um gol

Fomos ao segundo tempo com ótima vantagem e controle da partida. Vasco tentou se ligar no 220V também. Equilibrou um pouco as ações, mas mostrava nervosismo. Tudo indicava que já era tarde para reverter a situação. Se agora conseguiam pressionar um pouco, também tomavam pressão. A torcida do Botafogo mantinha o time ligado, cantando sem parar.

E quando parecia que o Vasco estava definitivamente entrando no jogo, acontece uma falta de ataque, na intermediária do Botafogo. Antonio Carlos se prepara para bater e vê Maicosuel em velocidade pela esquerda. A cobrança sai no estilo Gérson, a bola atravessa a diagonal do campo, caindo perfeita para Mago se livrar do zagueiro, enganar Prass, e tocar bonito para o gol.  Eram só 7 minutos, isso mesmo 7, sete,

7


Maicosuel comemora terceiro gol - coroação de uma atuação brilhante


Sete minutos do segundo tempo, e a taça já estava sendo selada e empacotada, para ser postada em direção a Gen. Severiano.

Daí para frente foi assistir ao Vasco lutar, abrilhantando o título. Bateram um pouco demais. Correram, se esforçaram. As saídas de Andrezinho, Fellype Gabriel e Maicosuel fizeram o nosso time perder um pouco do brilho, um pouco da velocidade. Jadson não entrou tão bem como na primeira oportunidade. O clima de decisão e o nível do adversário pesam bastante para os 18 anos de idade. Gabriel e Herrera também entraram. O objetivo do nosso técnico, Osvaldo de Oliveira, OO, double O, era não forçar demais suas peças mais importantes, que tiveram problemas musculares ao longo da competição. Vasco também trocou, partiu pra cima, o jogo ficou lá e cá, poderíamos ter feito o quarto, mas o que saiu foi um gol de honra para eles. Terminou em 3 a 1 a partida do primeiro título do Botafogo conquistado dentro de casa. O primeiro que a TV não teve como tirar de lá.



Agora temos 4 partidas nas próximas duas semanas. Vitória na Bahia quarta-feira, Fluminense no domingo, Vitória aqui na outra quarta, e no outro domingo Fluminense de novo. Confio em quatro vitórias nossas. Estou exagerando?

Foto dos campeões

Abraços!






Engenhão, 14:30, o povão-Fogão invade O NOSSO ESTÁDIO


Neste horário, vendo que o acesso ao viaduto de Pilares já estava totalmente parado, resolvi pela primeira vez em meus 5 anos de Engenhão ir para o outro lado da via férrea, deixando o carro na Adolfo Bergamini. Times em campo e já chamavam a atenção os longos cabelos da Fernanda (vou falar sobre ela mais à frente), o Caçador, nosso dirigível que sobrevoou o campo para delírio da galera e a disposição da torcida em apoiar incondicionalmente. As corneteiras que queriam vaiar Andrezinho logo eram caladas pelos gritos da multidão.

"Uh! El Loooooco... Uh! El Looocooo"

Uma gandula que vale ouro - Imagens do Lancenet.

Jogada linda em três lances, Maicosuel cobra o lateral, Azevedo cruza com precisão e Loco está lá para mandar para as redes. Primeiro gol ‘na manga’ e o Fogão começou a fazer aquilo a que se propunha neste jogo: marcar fortemente o meio de campo adversário e tentar sair nos contraataques, desta vez com Maicosuel praticamente pronto para o que virá. Que partidaça do nosso 7. O segundo gol do Loco aconteceu pela superioridade técnica do Botafogo hoje. UM CHOCOLATE SE AVIZINHAVA. 

E hoje meus amigos, Fábio Ferreira fez uma partida praticamente correta do início ao fim. Que dia era esse, hein? Márcio Azevedo saindo do jogo como um dos melhores em campo, esta surpresa de um Fellype Gabriel brigador deixando de criar mais para substituir Renato à altura (e se o Renato estivesse em campo, a goleada provavelmente teria se formado) e o time em campo esperando apenas o Elkeson desencantar. Marcelo Mattos é novamente o jogador eficiente que chegou ao Fogão em 2010 e El Loco é El Loco.

“Éééé campeããããooooooo”


Os gols da partida - Imagens do Lancenet

Os gritos de campeão que normalmente só começam depois dos 40/45 minutos, já ecoavam pelo estádio logo após a parada técnica ou seja, com pouco mais de 20 minutos do segundo tempo. Isto se devia, vindo da exigente torcida alvinegra, muito pelo comportamento do time em campo. O golaço do Maicosuel nos tirou quaisquer dúvidas que ainda pairassem sobre a sua capacidade de recuperar o futebol que o fez ser chamado de Mago pela 'exigente' das arquibancadas. Que golaço senhores, que jogada, que matada no peito e que conclusão, fria, precisa, bem ali embaixo de onde fui para torcer nesta etapa do jogo.

E a partir daí, até a zoação com o outro lado já não podia ficar mais contida. Os torcedores adversários começaram a abandonar o estádio, o Fogão continuou brigando pela bola, marcando e trocando passes, gritos de olé se ouviam a todo instante e nem o gol deles foi capaz de lhes dar motivos para acreditar em nada que o Botafogo não pudesse destruir. Nossa marcação foi perfeita, as saídas de bola corretas em sua imensa maioria (aqueles passes errados andam cada vez mais raros) e os cruzmaltinos do outro lado, os que ainda tentavam ficar, eram obrigados a ouvir...

“Ei, pula ‘aê’, vai ser vice até morreeeerrrr....”



- Findo o jogo e a festa já estava formada fazia tempo. Nota ruim para Maurício Assumpção que, sempre sóbrio e correto, recebeu a Taça do representante da Ferj e a ergueu, para só depois entragá-la ao Loco Abreu. Ficou muito mal na foto. 

- A Fernanda chamava sempre a atenção ali de cima das arquibancadas, pelo cabelão (é quase a metade da altura dela), e por parecer uma adolescente, até devido ao fato de estar naquela função. Sua presença e seu conhecimento do jogo na hora do lateral foram fundamentais para o complemento da jogada.

- Para vocês que viram de casa, Fábio Ferreira hoje foi mesmo tão bem assim ou nós só vimos em campo as boas jogadas que ele criou?

- A evolução do time é visível e o comportamento em campo cada vez mais irretocável. A equipe está numa maré de subida e se o próximo adversário não jogar tudo o que sabe nos dois jogos, o título é nosso.

- Valeu galera... ÉÉÉÉÉ ....... CAMPEÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOO 

- Em 1989, a Sonja. Em 2012, a Fernanda. Estas figuras femininas costumam marcar época na história recente do Botafogo.

Bastidores da conquista - Projeto 'CONTEÚDO ÚNICO' do site BFR  
- O Henrique abriu a postagem com uma foto simplesmente mágica. Vai ser a imagem do título de 2012.

Amigos, pela última linha do Paret, abri com foto mágica, simplesmente a foto do site oficial comemorando o título.

Então hoje adiciono mais uma foto, igualmente mágica. A foto da Taça, fotografada por mim mesmo, lá em Gen. Severiano. Para todo mundo curtir.


Por Carlos Henrique - Do Blog.


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21 de abr. de 2012

BOTAFOGO NA FINAL



BOTAFOGO 4 X 2 BANGU

Antes de falarmos do jogo, não deixem de ler no Humor da galera sobre o momento atual do futebol carioca.



Agora vamos para final.


Faltou luz, mas não faltou Fogo!

Amigos, vou ser breve, muito breve. Antes do jogo, postagem dupla combinada com Paret, e temos um pique de luz aqui em casa. Tudo rapidinho, TV ligada novamente, times entram em campo e lá se vai a luz de novo...

Tudo apagado, aproveito a bateria do laptop, o no-break com o modem e o roteador sem fio, e vou acompanhando a partida pelo tempo real do Globoesporte. Deu para perceber a pressão e o domínio, mas não dá para comentar, certo? Tempo técnico e lá se vai a bateria do laptop. Botafoguense que sou, não desisto nunca, e parto para o rádio do celular. Consigo ouvir a contusão do Renato e a entrada do Maicosuel, e também o gol do Loco Abreu. Desencantou.

Felizmente a luz volta e ainda é possível ver o replay do Andrezinho perdendo um gol numa tentativa de cobertura.

Então poderia falar sobre o segundo tempo, mas me limito a comentar a sensacional partida do Mago. A bola brilhante do terceiro gol do Loco, parecia voar, desviar, pairar, esperando a cabeçada. Fora isso, mais inúmeros lances brilhantes, premiados por um belo gol nos instantes derradeiros da partida.

Gol contra do Lucas? Falha de marcação e do Jefferson no segundo gol? Gols perdidos? Não é justo reclamar disso. Mas devemos manter os pés no chão, sempre acreditando que é possível ir mais longe. Agora resta uma partida para o título da Taça Rio. Três partidas para o título estadual. Oito partidas para o título da Copa do Brasil. Tudo pode acontecer, e com Mago jogando bem, Loco fazendo gols, Jobson perto de voltar, dá para acreditar. Porque não?

Sobre a partida, vou deixar para ler os comentários e análises sempre lúcidas e precisas do Paret.

Abraços!




Olá amigos alvinegros.

Nas notícias do ‘pré-jogo’, Almir, nosso antigo pé murcho e hoje grande craque deles, foi descartado devido a uma contusão. Lamentei muito pelo adversário mas já vivemos este tipo de problema num carioca mesmo, na decisão de 2009 e assim, o lema é ‘cada um com seus percalços’. E quando conferi a postagem do Henrique, à qual eu aguardava para inserir este texto, me deparo com a vela e aí, claro né, a gargalhada foi inevitável. Este Henrique não tem o perfil, mas é um gaiato daqueles.. rsrsrsrsrsrs.

O juiz da partida começou muito engraçado, dando um cartão amarelo para o Azevedo aos 5 minutos mas ignorando a questão do cartão para o jogador adversário numa fala sobre o Elkeson. O cartão acabou saindo na segundo falta em cima do nosso 9 e em várias outras ocasiões, pois os caras vieram para parar o jogo do jeito que desse.

Começamos bem o jogo, com várias estocadas no ataque principalmente pela direita (Márcio Azevedo andou esquecido no início) mas o último passe não funcionava. Ainda assim, numa bela jogada com a bola sendo ajeitada para Lucas na direita, Fellype Gabriel perdeu gol feito ao cabecear para fora. Isto aconteceu aos 16 minutos de partida. Eles descontaram, numa jogada inesperada, aos 19 minutos, quando Tiago Galhardo chutou por cima mas mesmo com o ataque do Botafogo não conseguindo chegar ao gol com precisão, era uma partida de ataque contra defesa.

Até os 33 minutos tivemos seguramente 2 pênaltis não marcados e nesta altura do jogo, Maicosuel substituiu Renato machucado. Preocupava pois o campo pesado devido à chuva poderia atrapalhar o nosso 7 mas ele se mostrou bem fisicamente e se movimentou com bastante desenvoltura em campo. Márcio Azevedo era quem, mesmo não jogando mal, não estava acertando hoje como de costume mas o tempo ia correndo e o jogo continuava de ataque contra defesa. Mas justiça é para ser feita meus amigos, e aos 39 minutos, Loco Abreu estava no lugar certo e livre, escorou para as redes, mostrando que a boa forma está voltando. Ele já fizera boas jogadas antes inclusive, distribuindo bolas com a inteligência que usa em campo e o gol foi um belo prêmio para o nosso 13. O Botafogo só terá a ganhar com isto.


A partir deste gol e pelo decorrer do segundo tempo, o time foi transformando a partida cada vez mais num jogo de um time só e isto era o que todos nós esperávamos pois, com todo o respeito, quem estava do outro lado era o Bangu. O time em campo, com exceção do último passe, ia tão bem que mesmo o ameba de amarelo tentando (2 pênaltis não marcados), não conseguia nos segurar. Loco marcou seu segundo gol naquela jogada característica de cabeça logo aos 2 minutos e Lucas ainda chegou a dar uma pixotada que vai custar caro em cobranças da furiosa dos comentários e das arquibancadas, mas apesar de este gol do nosso 2 dado de graça ter animado o adversário, retomamos o pé da partida e Loco continuou marcando. Mago, muito bem hoje apesar do mole no segundo gol deles, colocou na cabeça do artilheiro aos 14 que só teve o trabalho de escolher o canto. Terceiro gol e tranqüilidade em campo, apesar da pixotada dupla do Maicosuel e do Jefferson no segundo deles, aos 26 minutos. O time adversário só foi começar a incomodar a nossa defesa depois deste segundo gol, já com o jogo chegando aos 30 minutos, mas bastou o Botafogo se organizar para ganhar um pênalti. Lucas, que quando cansa em campo não consegue mais produzir, fez boa jogada e foi puxado na área. Mas Loco chutou o pênalti para fora, mostrando que a fase de tranqüilidade para ser o cobrador oficial do time não anda das melhores. Este pênalti perdido tirou a tranqüilidade do time que passou finalmente a ser atacado, não conseguindo as saídas de bola fáceis que usou durante todo o jogo até ali.

Loco saiu para dar lugar a Herrera, Elkeson deixou o campo para entrar o Caio e nos minutos finais, Maicosuel mostrou que pode ter começado seu caminho de volta aos bons tempos de 2009, com um golaço no melhor estilo do craque que é. A jogada foi toda do Márcio Azevedo que se conseguir se tranqüilizar no brasileirão, pode fazer o Botafogo ter pelo segundo ano consecutivo o melhor lateral esquerdo da competição.

Vamos para as finais do turno e para Salvador enfrentar o Vitória.

Imagens do jogo - Lancenet


- Não gosto de contrariar ninguém, nem em discussão no escritório e muito menos em encontros sociais, imaginem então aqui no blog. Mas não podemos de jeito nenhum achar que Loco Abreu é um jogador dispensável ou reserva. Ele é no máximo, jogador tático, aquele que pode sim ficar de fora como na última quarta, mas que tem muito ainda a dar ao Botafogo.

- E não é que o Banguzinho acaba sendo também um ótimo freguês? 1967, 2x0 Fogão com gol de Gérson. 2012. Hoje, apesar dos gols que lhes demos, um chocolate inesquecível.

- A proposta é barcelonizar o time mas repito, até o melhor do mundo (está com 2 derrotas seguidas) demorou muito para dar certo com este tipo de futebol. Com os jogadores que temos, precisamos atacar e definir as jogadas, pois querer ir tocando a bola nos deixa a perigo quando o adversário encaixa uma jogada que pega nossa zaga vendida.

- Dava pena da urubuzada (nome que eles mesmos dão a uma de suas torcidas) vestidos de Bangu e torcendo feito loucos no setor sul. Vão (os falsos torcedores) colecionar derrotas neste primeiro semestre... rsrsrsrsrs.

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15 de abr. de 2012

BOTAFOGO x BOAVISTA
Jogo Treino?



Amigos,


Mais um empate, mais uma partida com altos e baixos, e continuamos invictos.


Podemos olhar pela ótica de última rodada da Taça Rio 2012, classificação para as semifinais, mas todas as condições do jogo me levam a tentar olhar como mais um jogo treino, e tentar remeter para a postagem do Paret de 15 de janeiro, onde relatava o jogo treino de início de temporada do Botafogo frente este mesmo Boavista.


Então não vou me preocupar com o que saltou aos olhos, e não é novidade, ou seja, mais um empate com time pequeno, e Loco Abreu perdendo outro pênalti. Meu primeiro foco é olhar a escalação:


Jefferson, Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Renan Lemos; Jadson, Renato, Felipe Menezes e Fellype Gabriel; Caio e Loco Abreu


Sem dúvida um time misto, utilizado para poupar titulares, recompor pela suspensão do Mattos, e evitar cartões e suspensão dos pendurados Márcio Azevedo, Antônio Carlos e Herrera. E também uma oportunidade para observar os novatos, a garotada que chega, e que mais cedo ou mais tarde será necessária. No desempenho geral é claro que o entrosamento pesou muito. Para muitos, o fato de jogar 90 minutos também pesou.


OO aprovou a atuação da garotada

Avaliando jogador por jogador, o que podemos notar?


Jefferson, seguro como sempre, sem culpa no gol adversário. Fez ótima saída em jogada de Somália, se não brilhou como o goleiro de seleção que é, teve um excelente desempenho no geral.


Lucas, teve atuação melhor do que algumas anteriores, mas sem a mesma precisão e velocidade para chegar à linha de fundo, e às vezes dando muito espaço para o avanço adversário.


Brinner, apesar da falha geral na zaga no gol do Boavista, teve uma atuação segura, mostrando que merece mais oportunidades. Só uma sequência de jogos, ou partidas com muito mais pegada, como clássicos, é que poderão dizer até aonde ele pode chegar. Para primeiros 90 minutos se saiu muito bem.


Fábio Ferreira esteve seguro. Na ausência do Antônio Carlos tentou fazer as vezes de xerife da zaga, e apesar da reclamação geral da galera, e do apagão da defesa no gol sofrido, não teve uma atuação ruim.


Renan Lemos começou bem a partida, fez alguns bons apoios e triangulações com Fellype Gabriel. Também merece ser mais testado. No segundo tempo passou a impressão de ter sentido o cansaço e a falta de ritmo, e caiu bastante de desempenho, mas no geral mostrou tranquilidade e bom posicionamento, pelo menos até cansar.


Jadson foi uma grata surpresa, se movimentou bem, fez a função de volante marcando firme, mas mostrou também toque de bola. Também merece ser observado com mais calma.


Renato, hors concours, preciso, discreto, para este tipo de jogo sabe fazer totalmente o papel.


Felipe Menezes, infelizmente, fez mais um partida ruim. Participou pouco, foi lento, e desperdiçou uma ótima oportunidade de ter um relevância maior neste elenco. Até onde sei, seu contrato de empréstimo vai até o meio do ano. Osvaldo de Oliveira declarou que o deseja no elenco até o fim do ano, mas jogando assim, e dependendo do que os portugueses peçam, acho que será difícil permanecer.


Fellype Gabriel fez uma partida discreta, com bastante disciplina tática, comprovando que será peça chave no elenco do OO.


Caio mostrou as deficiências de sempre, segurando demais a bola, caindo muito, e teria saído com mais uma partida apagada não fossem as 3 cabeçadas, sendo uma delas a do gol.


Loco ficou sumido nos 90 minutos, com raros toques de bola bem feitos, e a já tradicional perda de pênalti.


No decorrer da partida tivemos a oportunidade de ver o retorno do Maicosuel, entrando no intervalo no lugar do Fellype. A substituição mostrou o espírito do OO, com outras opções para sacar do time, retirou Fellype Gabriel com a única justificativa de poupá-lo. Mago fez boa partida, mostrando que ainda podemos esperar grandes atuações dele.


Mais a frente Caio saiu para a entrada de Willian, que foi mais efetivo hoje, sem brilhar, mas também sem aquele nervosismo exagerado das outras oportunidades.


Mais no final Felipe Menezes foi sacado para a entrada de Gabriel, mas a partida já havia caído muito de qualidade, ambos os times cansados, satisfeitos com o resultado, e o Botafogo mais desentrosado ainda. Não consegui nem perceber a função tática do Gabriel, ou o esquema do Botafogo, pois até onde sei tínhamos 3 volantes em campo: Renato, Gabriel e Jadson.







Então continuamos no compasso de espera. Agora é preparar as coisas para quarta-feira, jogo decisivo contra o Guarani. Não teremos Lucas, e fiquei surpreso de não ter sido testado alguém para fazer a função da ala direita hoje.


Vamos continuar a torcer!

4 de mar. de 2012

BOTAFOGO VENCE VOLTA REDONDA - ÓTIMO RESULTADO

Vencemos, 3 a 1 sobre o Volta Redonda, mas não gostei da partida.


Lancenet: Herrera resolve!

O jogo começou embolado, até aí se pode colocar como méritos do Volta Redonda, interessado em empatar e alcançar a liderança do grupo A. Mas o fato do Botafogo não ter dado nenhum chute a gol até os 15 minutos de jogo é algo sério, grave.

Felizmente, aos 16 o primeiro chute, numa roubada de bola do Fellype Gabriel, e passe lindo do Loco, mostrando que não havia disputa interna pela artilharia, e golaço do Herrera. Caminho aberto para a partida ficar tranquila. E quase ficou, a partir daí o domínio que era territorial se tornou domínio total, e começou um festival de gols perdidos.

Mas perder gol é perigoso, e mais uma vez o velho ditado valeu: quem não faz leva. Aos 39 minutos o Volta Redonda conseguiu pela primeira vez concluir a gol, em mais uma falha da defesa, um cabeceio na marca da pênalti, e numa embolada entre Azevedo, sem culpa, e Jefferson, que só falhou por mais uma vez nem tentar sair do gol, e a bola entrou. E assim acabou o primeiro tempo.

No segundo tempo o jogo foi de ataque do Botafogo, e contra-ataque do Volta Redonda. Muito chuveirinho, muitos cruzamentos, muitos escanteios, mas como Menezes, Renato, Lucas e Azevedo erravam. Muitas bolas cortadas pela defesa, era só o que se conseguia.

Até que numa dessas bolas alçadas na área, Antonio Carlos tocou de cabeça para Herrera, que sem pular cabeceou no contrapé do goleiro. 2 a 1 Botafogo, dois gols do argentino. O jogo ficou mais calmo, o Volta Redonda saiu um pouco mais, a velocidade de Caio e William, que haviam entrado, facilitavam o jogo, mesmo com o segundo se mostrando mais uma vez nervoso e errando muito. No final, mais uma bola alçada na área, e Antonio Carlos fechou o placar: 3 a 1 Botafogo.






Líder do grupo B, equipe com 100% de aproveitamento na Taça Rio, a outra com a mesma marca é o Macaé, 7 gols feitos em 2 jogos, ou seja, melhor ataque. Isso sem contar com Maicosuel, Andrezinho, Elkeson e Jobson. Mas mesmo assim não gostei do jogo, não gostei da atuação. Podia ter sido mais consistente. Mas é bom saber que existe espaço para melhorar mais.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG