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16 de jul de 2018

COPA DO MUNDO - A FRANÇA É CAMPEÃ



FRANÇA É CAMPEÃ DO MUNDO
BÉLGICA FICA COM O TERCEIRO LUGAR

FINALÍSSIMA – DOMINGO, 15/7 – 12:00h – França 4x2 Croácia

“Existe uma nova ordem no futebol mundial”. É o que tem dito o Galvão Bueno, um chato de galocha mas um profundo conhecedor das coisas do esporte, um profissional que, quando não cai para o ‘ôba-ôba’, sabe do que fala.

É dele a afirmativa de que existem 4 gigantes no futebol: Brasil, Itália, Alemanha e Argentina. Discordo quanto aos hermanos já que, apesar de serem um bom celeiro de craques, fizeram seus 2 títulos sob muitas controvércias. O caso é que, com relação à tal nova ordem, não concordo totalmente.

O que temos visto, são os candidatos ao grupo dos gigantes tentando criar aquele estigma de respeitabilidade, procurando fazer valer a pena nos momentos decisivos mas de novo mesmo, temos visto a vitória da retranca sobre o talento. Todo mundo tem jogado lá atrás (até a França fez isto nesse mundial), com as raras exceções do bom elenco belga e, em alguns dos seus jogos, da seleção brasileira.

De novidade, então, temos agora no olimpo a candidata França. Se esta geração confirmar a fase e ganhar mais uma taça nos próximos 3 mundiais, terão, de forma definitiva, chegado lá. Uma pena mesmo as debacles holandesas nos 3 vicecampeonatos, que parecem ter tirado, ao menos por um tempo, o moral “da tropa” laranja.

DO JOGO

A Croácia tomou o primeiro gol da forma mais cruel possível, em jogada oriunda de uma falta inexistente. O requinte da crueldade veio na cobrança, com um gol contra do Mandzukic, “o cara” do jogo da semifinal contra a Inglaterra. Contudo, sem se abater, o time croata empatou logo na sequência, com um golaço do Perisic.

Com isto, o jogo ficou aberto. A Croácia, que tentava a sua sorte ainda na primeira parte do jogo por temer o cansaço (passaram pelas fases decisivas anteriores fazendo prorrogações) e assim, no primeiro tempo ainda, o jogo já chegava ao placar de 2x1, com a França voltando á frente. Mas que time, esse da Croácia! Não tem um jogador que dê chutão, que se livre da bola, do primeiro atleta de linha, na defesa, até o último atacante.

Mas o grande naquele jogo (pela camisa e pela história) era o time francês (grande e agora, candidato a gigante). Com imensa categoria, Pogba fez o terceiro gol ainda antes dos 15 minutos da etapa final e aí, pensei logo: acabou! Ainda imaginei que se armaria uma goleada que, guardados os limites entre os elencos, ia lembrar aquela da final de 70, naqueles 4x1 do Brasil sobre a Itália.

E não deu outra. O fôlego dos croatas passou a jogar contra e com isto, os franceses chegaram ao quarto gol e "cozinharam" o adversário em óleo frio. O time croata ainda fez o seu segundo, numa falha bisonha do goleiro azul, o que fez com que Modric e sua turma ainda tentassem um Sprint final, porém, sem resultado.

A meu ver, a Croácia até mostrou um pouco mais de categoria mas no fim, o título francês foi merecido.
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SÁBADO – 11:00h – Bélgica 2x0 Inglaterra (a disputa do terceiro lugar)

E a tão falada geração belga conquistou o terceiro lugar na Copa da Rússia.

Sabem aquele tipo de situação em que uma tese tem que ser confirmada (e ela se confirma)? Pois foi o que vimos neste jogo entre os tais inventores do futebol e os craques belgas. Foi aquele típico jogo no qual a técnica sobrepujou o nome, a marra e a falta de talento e assim, o time belga da invencibilidade de mais de 20 jogos fez o que quis em campo. Infinitamente superior ao do 11 inglês, a equipe do Lukaku “brincou” nesta partida. Se eu tivesse pena deles, ficaria com aquela dó dos ingleses. Se acham, sempre se acharam, acho que vão continuar se achando mas do que vi de bom futebol para o futuro (uma das balelas faladas do time de Sua Majestade), até os nigerianos nos trouxeram promessas mais visíveis para 2022.

Os jogadores técnicos da Bélgica não tomaram conhecimento do adversário, fizeram um 2x0 categórico e provaram que poderiam eles estar na finalíssima do torneio. Aguardemos por 2022 e torçamos para que não desapareçam, como ocorreu com a Dinamáquina de 1986.

Agora é o brasileirão. Na quarta-feira, o Fogão já entra em campo.

9 de jul de 2018

BOTAFOGO F. R. - DE VOLTA AO TRABALHO

1 - O NOVO TREINADOR 

2 - COPA DO MUNDO - Últimos jogos


Marcos Paquetá - é o nome dele.


Bom dia, amigos alvinegros!

É chegada a hora de voltarmos aos nossos assuntos, àquilo que diz respeito ao Botafogo de Futebol e Regatas. E o assunto do mês da Copa do Mundo foi – O NOVO TREINADOR.

Não postamos nada aqui por ter sido uma troca até simples, sem muito alarde e apenas com algumas queixas dos torcedores mais exaltados nas redes sociais, mas a contratação do Marcos Paquetá, cujos bastidores estão na matéria aqui linkada, mostram a realidade financeira do clube e como teremos que ir contando com o binômio ‘sorte/acaso’ até 2020, prazo que os pensadores financeiros do clube deram para que a realidade financeira volte ao patamar de um clube realmente grande.


Os jogos-treino


No primeiro teste sob o comando do Paquetá, o time enfrentou o Audax e na primeira parte, os titulares empataram em 0x0, vindo os reservas, na segunda metade, a perder para o pequeno carioca por 1x0. Já no segundo teste (imagem acima), o resultado foi bem satisfatório, com um sonoro 6x0 no Bangu, que disputou a primeira divisão aqui do estadual. O que preocupa ainda é que, mesmo atuando, Aguirre não balançou as redes desde que chegou ao clube.Vamos aguardar os próximos testes.


COPA DO MUNDO - SEMIFINAIS.


Terça Feira - 15:00h - França x Bélgica

Num primeiro tempo de um jogo tão estudado que até ficaria chato, não fosse a categoria da maioria dos jogadores em campo, a Bélgica tentou manter a França na sua defesa mas o seu ataque atuava no modo ‘arame liso’, sem levar praticamente nenhum perigo ao gol de Hugo Lloris. Na segunda etapa, pesou a camisa azul dos campeões de 1998.

A França, que já vinha bem na marcação, fez o seu gol logo aos 5 minutos desta etapa final (escorada de Umtiti de cabeça, após cobrança de escanteio) e a partir daí, os belgas não conseguiam nem sombra dos espaços que tiveram contra Japão e Brasil, tal a aplicação tática do 11 francês. A reclamar, uma falta claríssima sobre o Hazard na entrada da área, aos 35 minutos, não marcada pelo árbitro. Mas a Bélgica, a rigor, não criou nada, não viu o brilho dos seus grandes jogadores e por este jogo, não merecia mesmo um lugar na final. A França, por tudo, aí incluído aquele futebol amarrado de fim de jogo para manter o placar, merece estar onde está.
Se ganhar a taça, o futebol francês será real candidato a um lugar entre os gigantes. Motivos para isto estão aí aos olhos de todos, mas o principal é um jovem craque, que atua com a 10 em plena Copa como se estivesse treinando no PSG e que (te cuida, Pelé!) pode vir a ser campeão do mundo com apenas 19 anos, portanto, tendo idade para brihar, futuramente, em mais 3 (e até 4) Copas. Sim, te cuida Pelé mas, mais importante ainda, te cuida Itália. O futebol da Bota não está mostrando renovação e por isto, a França está aí mesmo pedindo passagem.

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Quarta Feira - 15:00h - Croácia 2x1 Inglaterra

Enfim, um jogo para a Copa chamar de seu 

Um jogo DE COPA DO MUNDO.

Este sim, foi o tal jogo histórico pelo qual aguardamos por todo o torneio, aquela partida que, em mais alguns anos, será usada para lembrar o que é o épico em futebol, o que foi marcante numa Copa do Mundo sem muita coisa digna de nota, enfim, para exibir heróis de carne e osso.

Os ingleses não tomaram conhecimento da pouca tradição croata no primeiro tempo inteiro. Abriram o placar ainda aos 5 minutos, perderam gols em série e não conseguiram ampliar o placar para, imaginamos sempre, deixar a vitória encaminhada para a segunda etapa. E o tempo 2 foi então de mudanças.

O 11 croata, mais talentoso, acordou para o jogo, empatou a partida e na prorrogação, uma assustada Inglaterra já nem sabia mais pelo que esperar: se um gol salvador ou se a temida disputa de pênaltis. Mas um cansado e machucado Mandzukic, que já havia até abaixado a cabeça, quase desistido da jogada em mais um lance de ataque não concluído, sentiu que a bola voltava para a área e não perdoou, marcando o segundo gol croata já na parte final da prorrogação.

Um jogaço digno, enfim, de fazer parte dos melhores das Copas do Mundo.

Que venha a França! – Devem estar gritando em Zagreb.

6 de jul de 2018

COPA 2018 - VALE VAGA NA SEMIFINAL


Brasil 1x2 Bélgica

Em busca da vaga na semifinal,
time joga muito mal e é
eliminado pela Bélgica

6/7/2018 - 15:00h

O time entrou sem pegada, levou o primeiro gol numa bola de escanteio e o segundo num contraataque.

Fazer primeiros tempos ruins para reagir no segundo pode não ser uma estratégia tão complicada assim, mas um dia a bola cobra.

E a bola redondinha dos belgas (do meio para a frente) cobrou. Eles não possuem defensores dignos de nota, mas o número 10, o número 11 e o gigante Lukaku compõem um meio e um ataque muito bons.

No nosso time, notinhas pequenas para o Tiago Silva, o Douglas Costa e só. Todos os demais não jogaram absolutamente nada. Até hoje eu não entendo o que é que esse goleiro tem que o Marcelo Grohe não tem. Seria um padrinho?

Enfim, saímos da Copa. Voltemos aos assuntos alvinegros.

Antes, às 11h., a França eliminou o Uruguai.

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França 2x0 Uruguai

O que tem de bom na fase mais aguda de uma Copa, é a probabilidade menor de termos jogos ao estilo 'carioquinha'. E este FrançaxUruguai não fugiu à regra (Brasil e Bélgica também foi um bom jogo).

No primeiro tempo, os uruguaios tiraram o espaço para a velocidade do Mbapeé e a França não levou perigo ao gol do Muslera mas, sem poder contar com as jogadas do 10, foi um zagueiro quem abriu o placar para os franceses, aos 40 minutos, quando o Uruguai era levemente superior.

A França então, melhor time, voltou bem mais coesa para a segunda etapa e, contando com uma falha bisonha do goleiro Muslera, Griezmann fez o segundo gol e os uruguaios perderam o rumo na partida.



06/06 - Sábado - Inglaterra 2x2 Suécia (4x3 nos pênaltis)

Assistir a um jogo desses, mesmo sabendo que as insistências do técnico da seleção brasileira poderiam ter outras consequências graves até mesmo numa hipotética final, foi para ficar com raiva por termos um bom técnico mas não um estrategista corajoso.

Fosse a nossa comissão técnica boa (e corajosa) de estratégia, teríamos feito como já fez, por exemplo, a Alemanha em 1974 e deixaríamos o primeiro lugar da fase inicial para a Suíça. Este chaveamento do outro lado é bem menos complexo e até no jogo entre Croácia e Rússia, o segundo do dia, ficou comprovada esta tese.

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Croácia 2x2 Rússia (4x3 nos pênaltis) - 15:00h

Foi até uma partida disputada, mas se a raça do time russo foi capaz de segurar o empate no tempo normal, faltou técnica na cobrança de pênaltis.

A melhor comprovação da vitória da técnica sobre a raça foi a atuação do lateral direito Mario Fernandes, o brasileiro do time russo: ele fez o gol do empate no final da prorrogação, mas perdeu a sua cobrança de pênalti, isolando a bola como um zagueiro mesmo .


3 de jul de 2018

COPA DA RÚSSIA - OITAVAS - ÚLTIMA RODADA

A CAMINHO DA SEMI


MARCOS PARET e CARLOS HENRIQUE




03/7 - Segunda-feira - 15:00 - Bélgica 3x2 Japão - 15:00h




Foi um jogo da rodada de ontem, que decidiu o nosso adversário nas quartas de final da competição. E deu Bélgica. E, pelo insólito do placar, do resultado, do jogo em si, resolvemos falar desta partida aqui, no dia dos jogos entre SuéciaxSuíça e Colômbia Inglaterra.



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Vamos então ao que se passou entre Bélgica e Japão. 

Permitam-me, amigos, pela primeira vez desde o início da Copa, gastar tantas linhas com um jogo que não seja o da nossa seleção, mas esta partida merece uma análise mais longa.

O que vi do Japão: um time valente, agora com atletas de bom nível mas que, no todo, como time mesmo, de uma ingenuidade inacreditável, inaceitável para quem se candidata a um mata-mata de Copa do Mundo. Se jogasse as eliminatórias sulamericanas, seria pau a pau ali com a Bolívia e a Venezuela. Não pela qualidade do seu jogo e muito menos pelos bons jogadores mas sim, pela falta da tão necessária malandragem com a bola, tão bem ensinada por Pelé, Garrincha e cia. e já assimilada por qualquer boa seleção que se preze.

O que vi da Bélgica.

Um timaço do meio para a frente, com atletas que, ao nível dos que formamos hoje aqui no Brasil para "exportação" (nossos jogadores viraram commodities), excetuando-se o Neymar (na habilidade), não devem nada a ninguém.

Mas, ô defesinha fraca! Se a nossa seleção entrar ali fazendo aquelas belas triangulações do segundo tempo do jogo contra o México, a partida vira um 'EspanhaxDinamarca-1986'. Naquela copa, como bem lembramos, a Dinamáquina foi “passando o rodo” em quem se lhe apresentava pela tabela (6x1 no Uruguai e 2x0 na Alemanha Ocidental na fase de grupos – os alemães, lembremos, acabou na disputa do título). Timaço, recheado de craques mas, de uma ingenuidade absurda que, nas oitavas, contra a Espanha, teve o seu preço (um inacreditável 5x1 para os espanhóis – a Espanha, então, era uma espécie de time médio tentando alçar o estrelato).

Não quero dizer com isto que a defesa belga possa vir a tomar um chocolate desses e repetir a história, ou neste jogo contra o Brasil ou, se nos vencerem, nos prováveis jogos contra França ou então, numa vingança uruguaia (obra do destino). Mas que aquele meio de volantes e a zaga ‘distraída’ pedem, não pedem não: imploram por um chocolate contrário.

O que se viu neste jogo, com os japoneses abrindo 2x0 e segurando bem na marcação lá atrás, só não virou um “Lukaku tchau, tchau, tchau” por conta da citada ingenuidade do time asiático, que em vez de prender a bola naquele escanteio aos 47 minutos do segundo tempo, resolveu “iniciar” a jogada do gol belga, o da virada, o gol do 3x2. Acho que o Sr. Tite focou bem nestes detalhes, detalhes que podem facilitar muito a vida da nossa seleção na sexta-feira, mormente se jogarmos um primeiro tempo melhor do que os que temos jogado até então na competição.



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03/07 - Terça Feira - 11:00h. - Suécia 1x0 Suíça

Algumas decisões que tomamos na vida nos parecem, lá na frente, tão equivocadas mas, ao mesmo tempo, à época da sua tomada, tão acertadas que nos parecem ser, enfim, os tais desígnios do destino.

Slatam Ibraimovik. É dele que quero falar.

Ibra, para os íntimos (nós, boleiros), galhofeiro e, em certo ponto, fanfarrão, desistiu da seleção (ou foi “desistido” por ela – não se sabe) assim que os suecos foram eliminados da Copa de 2014 por um Cristiano Ronaldo (e sua troupe) inspiradíssimo, em Estocolmo, no jogo em que surgiu o “eu estou aqui”.

Com isto, o Ibra deixou de fazer parte de um time que, este ano, com ele, se apresentaria como um sério candidato a, pelo menos, dar trabalho (e muito trabalho) para muita gente grande aí. Afinal, se não é nenhuma ‘brastemp’, ruim de todo o selecionado sueco não é. É um 11 valente, brigador, time de jogadas bisonhas mas, também, de uma frieza nórdica capaz de ‘cozinhar’ o adversário em óleo frio até alcançar os objetivos que pretende durante os 90 minutos dos seus jogos, o que levou o selecionado amarelo à classificação em primeiro lugar no seu grupo e, hoje, à passagem de fase.

Do jogo

Mais um jogo horroroso, mais uma partida sem um lance técnico sequer, mas no qual se sobrepôs o pragmatismo do futebol sueco.

Suécia e Suiça foi considerado o jogo chique da Copa, decantado pelos narradores e comentaristas como o jogo do IDH mais alto da competição, mas é como diz a piada que rodou o mundo através das redes sociais, após a derrota e a eliminação da Alemanha: de que adianta ser líder em saúde, infraestrutura, economia e educação, se não cuidam do futebol?

E ainda faltava o Ibra, e o adversário era o outrora ferrolho suíço, ainda forte na defesa mas já um time hoje bem mais eficiente no ataque. Só que, num jogo em que os suecos foram levemente superiores, num lance de sorte, surgiu o gol que definiu os rumos da partida e naquele 1x0 magrinho, deu Suécia. Classificada para as quartas de final de um emparceiramento que, comparado ao do Brasil, parece um pré carioquinha de times de interior que surpreendem mas “não mordem”, a Suécia não parece ter chances de chegar mais longe. Vamos do que é capaz o time amarelo (o europeu), ante ingleses ou colombianos.


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15:00h - Colômbia x Inglaterra

Jogo ruim, final emocionante.

O primeiro chute a gol da Colômbia só foi sair aos 33 minutos, numa tentativa do Quintero, que espirrou na defesa e saiu pela linha de fundo. Os ingleses, a grosso modo (muito grosso mesmo), mandaram no jogo nesta etapa.

O jogo foi muito pobre de técnica, faltando futebol e sobrando violência, sem qualquer lampejo de brilhantismo de lado a lado (da Colômbia, talvez, pela ausência do James Rodriguez). O árbitro, do país sem futebol (EUA), muito confuso, só fazia ajudar a piorar o espetáculo.

Aqui, um parêntese: acredito que, um dia, esta figura do ataque colombiano (Falcão Garcia) já teve talento. Confio no que diz a imprensa, já que não acompanho clubes estrangeiros, não o vi em 2014 aqui na Copa (ele estava machucado) e este ano, ele me pareceu mais um Rodrigo Pimpão com camisa amarela e grife.

Depois de um zero a zero na primeira etapa, os ingleses acharam o seu gol, de pênalti, mas logo depois, recuaram e deram campo para os sulamericanos, que acabaram empatando nos últimos minutos, com mais um gol de cabeça do onipresente Mina.

Empolgados, os jogadores da Colômbia abriram a prorrogação imprensando o já desorganizado 11 britânico mas o gol não veio e assim, na cobrança de pênaltis, deu Inglaterra.

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