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24 de set de 2018

BOTAFOGO 4x3 VITÓRIA - EM SALVADOR



Em Salvador, time enfrenta o Vitória 
e vence por 4x3



Os gols do jogo - Agência FERJ_Youtube


Foi a primeira vitória do time neste brasileirão fora do Rio de Janeiro.

Mais um jogo estranho do nosso time. Levamos um gol logo no início, muito no início. Desta forma, não parecia que as coisas tomariam o rumo que acabaram por tomar, uma vez que após este gol, passamos a sofrer com várias estocadas do ataque deles. Foram várias as bolas cruzadas na frente da nossa área.

Muito ao acaso (o primeiro chute travou mas a bola retornou já ajeitada para novo chujte), Kieza empatou e, como num castelo de cartas, o adversário desmoronou. Tudo o que eles haviam mostrado em termos táticos e de boas jogadas de ataque sumiu. O jogo virou completamente e, claro, a sorte na jogada do nosso primeiro gol ajudou muito. Com um Erik inspirado, viramos, tomamos o empate no início da segunda etapa mas, com personalidade, fomos para cima e chegamos ao quarto gol.

Tivemos uma bela lição nesta partida, desnecessária pelo óbvio: a de que um homem de criação no meio é imprescindível e Erick foi esse homem no jogo de hoje. Vejam que este cara (este homem da 10) não é o João Paulo, nem sempre é o Valência mas hoje, o Erick mostrou como se deve conduzir o jogo na saída da defesa e, lá na frente, olhar quem se desloca e construir a jogada certa. Assim saiu o gol do Lindoso e assim já tinha saído a jogada do gol do Kieza. No fim, mesmo com as nossas falhas de marcação que nos levaram a tomar o temível terceiro gol, seguramos a vitória.

20 de set de 2018

VIRANDO A CHAVE - SULAMERICANA_OITAVAS





Time vai a Salvador 
enfrentar o Bahia, perde por 2x1
mas consegue um gol que 
pode garantir a classificação
no jogo da volta




A notícia do pós jogo era: a diretoria deu carta branca para que a comissão técnica priorizasse o que achasse conveniente para o restante da temporada. Foi dada a deixa: o gênio da entrega de camisas achou que com o hoje eficiente ataque baiano, poderia prescindir do Joel Carli.

E poderia sim, desde que entrasse com ele para evitar o abafa inicial e no segundo tempo, o substituísse – sairíamos, ao menos, com um bom empate. Só na parte inicial do primeiro tempo, após sofrermos o primeiro gol, tivemos 3 chances claras de gol perdidas.

Só que, pelos mesmos critérios que vem utilizando nos outros 2 clubes do Rio, ao meu ver, este treinador fez tudo errado. Começou com o goleiro acabado de sair do sub 20, todo o sistema defensivo alterado e na frente e, não fosse a “má sorte” da contusão do Leo, dificilmente veríamos sair o gol que ainda pode nos salvar na competição. E ele veio na vibe copeira do Pimpão, o (quase) inútil.

Não reclamo das bolas na trave – todo jogo tem bola na trave. Não reclamo mais das boas jogadas de ataque desperdiçadas: jogamos com Rodrigo Pimpão e Brenner, ou seja, não podemos esperar mais nada que não seja sorte ou lampejos. Ontem o “homem copa” Pimpão, mais uma vez, aproveitou o seu único chute certo em meses e foi com aquele gol que pudemos respirar para o jogo da volta. Mas que ninguém ache que é o mesmo 2x1 do jogo lá do Paraguai. Diferentemente do Nacional genérico, aqui na nossa casa este time do Bahia vai ser duro de ser batido. Pelo menos, pelo futebol que estamos jogando até agora.

O gol do Rodrigo Pimpão

16 de set de 2018

BOTAFOGO JOGA ÀS 11 DA MANHÃ



Time recebe o América-MG
Só a vitória interessava
e ela veio - 1x0

Linda festa - casa cheia

Numa belíssima jogada individual aos 24 minutos de jogo, quando parecia que nada iria acontecer, o garoto Luis Fernando inverteu o jogo da esquerda (de onde saiu jogando) para a direita e, recebendo a rolada de bola com açúcar, Marcinho pôde enfim fazer o cruzamento perfeito. Na cabeça do Lindoso (e do zagueiro também). Gol, vitória – e só.

O primeiro tempo do jogo - o gol do Lindoso - Premiere_Youtube

E agradeçamos aos céus. Na segunda etapa, pelo mesmo lado, Moisés “tentou fazer um gol” em cima do Saulo e o acaso nos salvou daquele risco de cedermos o empate e, ainda pior, ver aquele caldeirão (mais de 25 mil pessoas presentes) se transformar num inferno jogando contra.

O público foi maravilhoso, a desorganização na entrada a de sempre: as filas do lado de fora eram de mais de 500 metros já com os times entrando em campo (a oeste superior não foi comercializada) as possíveis vaias ao Kieza, substituído no segundo tempo pelo Aguirre, foram abafadas por aplausos, o competente Jean então, saiu ovacionado (jogador muito eficiente, mas que parece carecer de preparo físico) e mesmo sem apresentar um padrão de futebol compatível com o que vimos na época do Valentim, ainda assim, era muito firme a nossa marcação, não dando espaços para que uns 2 ou 3 bons atletas deles (os outros mais de 7 eram sofríveis) pudessem produzir qualquer jogada capaz de deixar o enorme (de gordo) He Man, que entrou na volta do intervalo, em condições de marcar.


Pode-se dizer que foi uma vitória relativamente tranquila. O nosso futebol, claro, ficou ainda mais pobre após a saída do Luis Fernando (o dono do jogo, na minha opinião) mas não sofremos mesmo nenhum susto que não fossem uns 2 ou 3 chutes de dentro da nossa área, mas sem a direção do gol. Na quinta feira, contudo, pela sulamericana (lá em Salvador), a coisa vai ser completamente diferente. Não creio mesmo que consigamos segurar o ataque (o bom e eficiente ataque) do time baiano. Vamos aguardar e conferir.

9 de set de 2018

BOTAFOGO x FLUMINENSE




Time joga um futebol de quinta
e perde o jogo por 1x0

De tudo o que o Botafogo fez de errado neste jogo de hoje, dava para escrever um livro: erros de marcação, de passes (3,5 em cada 3,8 tentativas), más atuações individuais, no coletivo também, falhas de marcação seguidas. Imaginem discorrermos, mesmo sem ser muito detalhista, sobre tantos defeitos. Seriam laudas e mais laudas.

E as perguntas são: como chegar com precisão à área adversária, se não se conseguia chegar ao terceiro passe sem errar? E as atuações individuais? E os chutes tortos? O nervosismo (Lindoso e Erik, no lance do pênalti). Pois é, amigos. Hoje, aquele Botafogo guerreiro que por um erro de goleiro não saiu vencedor do embate contra o Cruzeiro, “tirou folga”.

E o adversário, que se não tem um time excepcional também não é uma ‘água barrenta’ qualquer, não errou tanto assim (pelo menos, não em quantidade que se comparasse com a nossa pífia atuação) e assim, partindo para cima logo de início, fez o seu placar e “sentou-se” sobre ele. Uma pena mesmo. No domingo, apesar de ser jogo aqui na nossa casa, o adversário não é dos mais fáceis.

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