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6 de mar. de 2018

TAÇA RIO - QUARTA RODADA

BOTAFOGO 1x0 BANGU





Começamos este jogo xingando o Pimpão....e como ele errava. Meu Deus! Continuamos, excomungando o Valência....e como ele (de bom futebol) joga com medo. Não entendo isso.

Pois na hora do gol do primeiro, eu olhava para a comemoração dos atletas e só sabia rir. Rir de nervosismo, de preocupação com o futuro do time e aí, num papo rápido com o Henrique, a dedução lógica foi: de gol em gol assim, vamos sendo obrigados a aturá-lo no time titular.

E o Valência? Ouvindo comentaristas no intervalo, a opinião era a de que ele dava o tom do meio de campo, municiava o ataque, fazia bem a ligação. Bem, o competente Eraldo Leite (da Globo) que me perdoe, mas eu acabei de trocar os meus óculos e não vi nada disso e assim, se ele não os usa ainda, tá na hora daquela visitinha ao oftalmologista.......

E mais uma dos comentaristas: nosso time perdeu o poder de acossar o adversário depois que o Marcos Vinícius entrou, já que o Valência havia saído. Juro que o que vi foi o Marcos, fazendo belas trocas de passes com o João Paulo, produzir jogadas para a área adversária muito mais efetivas do que as da primeira etapa.

Enfim...vencemos, que é o que importa. O Aguirre acertou e o Renatinho deve estar para voltar. Acho que serão mais dois nomes capazes de mudar mais ainda a qualidade do nosso futebol.

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10 de abr. de 2016

RETA FINAL

BOTAFOGO 1x0 BANGU



Rodrigo Lindoso, o autor do gol único.


O time que foi a campo não era exatamente o 11 com que o Ricardo Gomes anda fazendo aqueles milagres. Jefferson, Luis Ricardo, Carli, Emerson Silva e Diogo Barbosa, Lindoso, Fernandes, Otávio, Salgueiro e Gegê, com Ribamar na frente.

Sem Emerson (zagueiro da base), Airton e Bruno Silva, o time ficava visivelmente enfraquecido, o que pudemos observar durante o desenrolar da partida. E outra coisa a ficar também visível naquele início de partida, foi que aquele Bangu a quem goleamos no início do campeonato não era este que nos enfrentava novamente hoje. O Botafogo até era o dono das ações na primeira parte dos 45 minutos iniciais, mas eles sempre procuravam chegar à nossa área nas retomadas de bola. Não nos preocupavam muito mas ainda assim, o risco de uma bola vadia sempre assustava.

Na parada técnica, perdemos o substituto do Airton, o Fernandes, que sentiu uma contusão e vejam, na falta de agressividade do nosso time ele era o que melhor organizava as jogadas. Quem entrou no seu lugar foi o Dierson. E no jogo, a coisa seguia assim: tentar o Botafogo até tentava mas criar com Gegê e Otávio, realmente, era querer demais de 2 meninos que, sabemos, não deram certo.

Discordo quando dizem nas redes sociais que este time é pior do que o de 2015. Não é. Mas é sim, do mesmo nível daquele do final de 2014, ou seja, um time até aguerrido mas que, perdendo um ou dois homens que produzem com mais qualidade, perde a agressividade e a capacidade de criar jogadas. Aliás, de diferente do time rebaixado, temos este ano apenas a defesa consistente. Fomos então para o intervalo no zero e do vestiário, voltamos sem o Otávio e com o Luis Henrique como segundo homem de frente.

Aos 32, ante a total inoperância do 11 que não se encontrava em campo, Gegê saiu para a entrada do Neilton, o que nos deixou com o meio de campo definitivamente fragilizado. Restava então rezar para que o ataque, agora com 2 homens de ofício e mais um de chegada (o recente Neilton) resolvessem o jogo. E vejam, já estávamos nos 45 minutos da etapa final e a realidade é que poderíamos estar perdendo, já que eles perderam um gol, anteriormente, na frente do Jefferson numa cabeçada e neste final, outro num chute que passou raspando o travessão. Mas a sorte que tem nos ajudado veio através de um pênalti no Luis Henrique, cobrado pelo Rodrigo Lindoso, para dar o número final ao placar.

Foi uma vitória imerecida para o péssimo futebol que jogamos, mas camisa é camisa. A classificação para as semifinais veio, no sufoco mas veio. Aquele medo de perdermos os meias e sofrermos o gol se transformou na alegria de vermos o ataque resolver a partida, na jogada em que o Luis Henrique foi derrubado na área. E sobre as semifinais, jogaremos no sábado, independentemente o adversário.

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30 de jan. de 2016

COMEÇA O CARIOCA/2016


Botafogo 2 x 0 Bangu

Os belos gols do jogo - imagens do Youtube

Cheguei em casa faltando 30 minutos para o jogo, e fui direto ligar a TV...

Só sabia que o Botafogo iria com Jefferson, Fulano, Beltrano e Cicrano, ou alguém com nome assim. E logo no início da transmissão vi que o Bangu iria com Almir, Zé das Couves, João Paçoca e Willian Amendoin, ou coisa parecida. É o campeonato Carioca, literalmente carioquinha, onde ouvimos na transmissão que o Tigres foi a campo com 12 jogadores, 11 titulares e 1 reserva...

Diante disso, não podia dar outra coisa: o jogador mais inútil em campo foi o Jefferson, que para não sair de campo só tendo batido uma meia dúzia de tiros de metas, fez uma defesa, a primeira e única da partida, aos 45 do segundo tempo...

Então que se dê experiência aos garotos, mesmo para aqueles que já tiveram muitas e muitas oportunidades. O jogo valeu como um treino, Nuñes deixou o dele logo no início, em jogada brigada por Lus Ricardo´.

Renan Fonseca fez o segundo em cobrança de falta de Gegê, no estilo chuveirinho vindo da intermediária, ou seja, aquela jogada que qualquer defesa mediana tem que cortar.

E não fizemos o terceiro, ou quarto, ainda no primeiro tempo, por conta de afobação e desentrosamento. E esses mesmos gols não saíram no segundo tempo pelo mesmo motivo.

Vamos ver mais de Diogo, Diego, Dierson, Luís Henrique, Ribamar, Leandro e outros garotos. Esse carioca vai ser um treino de luxo para nosso sub-23, pois não há dinheiro para fazer diferença.

E digo mais: coloquem o Barcelona para jogar este campeonato e depois de 10 anos e 10 títulos invictos eles irão a falência. Essa é a verdade.

Abraços.
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O presidente deu entrevista antes do jogo na rádio Globo e esclareceu algumas situações, dentre elas, a do Arão, certamente, a mais significativa: falarei sobre isto e sobre os outros assuntos durante a semana mas já adianto que o atleta, que vai ser outro Carlos Alberto, já demonstrou desinteresse em ficar no Botafogo ainda no fim do estadual passado, em abril. Aguardem.

O JOGO

Sem Lizio e Joel Carli, cujas escalações dependem de detalhes na documentação, fomos a campo, como novidades, com Gervásio e Airton. Não pudemos contar também com o Fernandes, expulso na decisão do ano passado.

O time então, entrando em campo com a camisa comemorativa dos 80 anos do tetra de 32/35, se mostrou logo disposto a marcar a sua presença no gramado, a mostrar o seu tamanho e com isso, dominou praticamente todas as ações iniciais até o gol do Gervásio Nuñez, logo aos 9 minutos. Isto deu tanta confiança ao grupo que o jogo passou a se desenrolar na base do "ataque contra defesa”. Aos 23 minutos, Renan Fonseca escorou uma cobrança de falta de cabeça e fez o segundo, mostrando que a superioridade de um time sobre o outro era um verdadeiro abismo.

O time voltou do intervalo atuando com a mesma vontade, mesmo diminuindo o ritmo. Diérson entrou no lugar do contundido Airton logo aos 15 minutos quando o jogo corria já naquela onda de treino qualificado. Gervásio também saiu para a entrada do atacante da base Ribamar. O time tentou marcar mais uma, duas vezes mas isto acabou não acontecendo, muito por conta da inexperiência dos garotos. Bons garotos. A diretoria está acertando também neste aspecto, o da renovação.

No fim, Leandro entrou no lugar do vaiado Gegê e foi mais um menino a mostrar que pode ter futuro.


- Se o Gervasio “Yacaré”, que já começou bem (um gol em 9 minutos atuando aqui), tiver como missão apenas dar cancha ao menino Luiz Henrique, já terá prestado um serviço e tanto ao clube.

- Com a entrada do Lizio e a volta do Neilton, esta bela surpresa de "meia atacante" chamada Luís Ricardo deve voltar a ocupar o seu lugar na lateral e aí, já começa a surgir um bom esboço de elenco.

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11 de fev. de 2015

FOGÃO QUER A LIDERANÇA


Time goleia o Bangu
fora de casa
3x0 com jeito de 4, 5

Por enquanto está assim

O time começou feito time de primeira: a marcação era cerrada, os toques na bola bem mais certos (quase sem erros de passe) e as jogadas de gol iam surgindo como se fôssemos aquele time de 2013 na sua melhor fase. Aos 15 minutos, o nosso jogo fluía tão bem que numa jogada em que Pimpão recebeu uma bela enfiada da meia, o goleiro deles foi obrigado a derrubá-lo a um passo da área e, como último homem, foi expulso.

Uma grande pena termos perdido este atleta logo 2 minutos depois, por contusão na coxa direita. Jobson entrou em seu lugar. Abençoado este garoto: entrou no momento de uma cobrança de falta, se deslocou, recebeu a bola no terceiro toque e, como seu primeiro toque, cruzou no pé do Bill. 1x0 aos 21 minutos de partida e a real esperança de vitória, haja vista o futebol encaixado que o time apresentava.

E se é uma coisa pela qual torcemos, ela parece ter vindo hoje: a recuperação de parte do futebol do Jobson. Apenas parte, na minha opinião. Parte do que aquele belíssimo craque de 2009 jogava já seria mais do que a maioria do que jogam estes cabeças de bagre do futebol de hoje e ele parece ter recuperado isto. Se o time já vinha bem, o garoto não só não deixou o ritmo cair como, principalmente, passou a criar uma jogada rapidíssima pelos lados do campo, levando sempre perigo ao gol adversário. Se ele tiver mesmo largado todo o vício que o consumia, poderemos ter aquele valiosíssimo atleta de volta.

O jogo então continuou correndo nesta balada, com o adversário tentando suas estocadas em alguns dos poucos espaços que dávamos e o nosso time atacando com força, mormente pela excelente entrada do Jobson. Bill ainda perdeu gol feito aos 41 minutos mas apesar do magro 1x0 do primeiro tempo, o que se viu de bom foi termos anulado uma boa equipe destas ditas pequenas.

Voltamos para a segunda etapa sem alterações mas com Sassá já recebendo um aviso do Renê (observado pelas imagens da TV) e Almir, figuraça alvinegra, mesmo sem conhecer mais ninguém no clube/time, indo à beira do gramado cumprimentar Renê e o preparador físico. Merece uma volta diretoria! No jogo, continuamos com aquela marcação que vimos elogiando desde o último jogo só que hoje, praticamente sem falhas na defesa, talvez até pela facilidade que se criou a partir da forma como o time entrou em campo e, claro, pela expulsão do goleiro deles. Uma observação a ser feita é que, aos poucos, o jogo que, segundo comentei na última partida evoluía quase sempre com o Gilberto pela direita, já anda sendo mais distribuído também para o lado esquerdo, muito pela movimentção frenética do Jobson que, ora joga por um lado, ora pelo outro, bem como pela subida de produção deste crreto lateral Carleto.

Aos 15 minutos o Renê colocou o Fernandes no lugar do ainda tímido Tomas. Aos 19, Diego Jardel caiu no gramado após bela jogada no ataque e Sassá foi sinalizado para entrar. Veio o tempo técnico e no retorno das equipes, Sassá assumiu então o lugar do Jardel e presumia-se que, sem os atletas da criação na meia, iríamos apostar na velocidade, para não perdermos espaços e não darmos chances para as chegadas na nossa área.

Nem bem pudemos testar se a velocidade seria o tom quando, num escanteio aos 26 minutos, Bill escorou uma cabeçada vinda do meio e fez 2x0. E na continuidade, a velocidade só veio em contraataques e a organização na meia se foi mas ainda assim, com determinação, o time chegou ao terceiro gol em cruzamento do Sassá para Jobson no meio da área, aos 35 minutos de jogo. Sassá voltou ao time muito bem, jogando com consciência e usando bem o talento que mostrou nas categorias de base. E para calar a boca da mídia golpista que quer impingir o novato do flamengo como nome importante com fins de esvaziar o Jefferson, o nosso paredão ainda fez defesa de cinema aos 48 minutos, na última jogada da partida.

E terminou assim, mas bem que caberiam uns 4 ou 5x0. Vamos aguardar o fim da rodada.
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- O futebol hoje, como conjunto, funcionou tão bem que ninguém precisou se destacar individualmente para fazer a diferença. Como ocorreu com Pimpão e Fernandes no jogo anterior, hoje apenas discretos em campo (o primeiro até se machucar).

- E o Jobson hein? Na saída do jogo, abraçado ao Bill que lhe dava força de maneira elegante e elogiável, ao responder a uma pergunta do repórter da TV, animado, deixou escapulir um palavrão.. rsrsrs.

- Fernandes hoje foi descretíssimo. Compreende-se, uma vez que viveu nesta semana a grande virada da sua vida, com a mudança de patamar financeiro. Antonio Lopes e Renê Simões, decerto, irão cuidar da cabeça deste garoto.

- E encerrada esta postagem, fui para a frente da TV esperar pela notícia sobre o jogo no jornal local das 7 e 20 / 7 e meia. Mas que nada! Aquela emissora engraçadíssima fez como se não tivesse havido qualquer partida de futebol do carioca que ela mesma patrocina. Acorda Botafogo! A hora de reagir é agora: lembremo-nos dos anos 50. Hoje? Alemanha 7x1.


10 de fev. de 2015

BOTAFOGOxBANGU_PRÉ-JOGO


O time vai a campo amanhã, naquele estádio de nome engraçadíssimo em Xerém (Los Larios), para enfrentar o Bangu pela quarta rodada do carioca/2015, aquele torneio que, segundo a emissora que manda, se o time dela bombar é taça, título, campeonato mas se o Botafogo se sobressair, é esvaziado, sem importância, etc..

Mas o mais animador que se viu hoje nas notícias veiculadas pelos sites de esporte foi mesmo a que saiu no Lancenet (imagem abaixo), dando conta da disposição do time em aproveitar a fase e criar liga, dar conjunto ao grupo de atletas que até então não se conheciam. A declaração do Bill de que não terão carnaval e que irão treinar direto é um alento, um sinal de que 2015 será um ano de seriedade, de trabalho correto e desta forma, a esperança por um 2016 redentor vive.

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21 de jan. de 2014

EM BRANCO

BOTAFOGO  0  X  0  BANGU


Jogo morno, placar em branco. Mas não deu para arrancar os cabelos.



Antes de uma análise mais profunda, que certamente virá com o texto do Paret, uma análise simples e direta: 22 jogadores em campo sem vontade de vencer.

O Bangu veio com triste missão de não levar gol, e se por acaso houvesse espaço para contra-ataque, tentar marcar umzinho.

Os jogadores do Botafogo, por outro lado, procuravam dominar, mas faltava algo para matar a partida. O principal que faltava era vontade.

E como Eduardo Húngaro entrou com uma boa zaga, Dória e Dankler, laterais de pouco apoio, e dois volantes firmes na marcação, não houve o que o Bangu fazer. Nem o Botafogo, nem a torcida...

Para um clube às vésperas de disputar uma Libertadores, eu esperava muito mais determinação, garra, vontade de vencer. E esperava isto justamente por ser o time B. Dória, por exemplo, procurou jogar o necessário, sem riscos, e foi muito bem. Ele sabe que jogará a Libertadores.

E os outros jogadores? Eles são os que precisam mostrar serviço, provar que são capazes de cegar lá, participar daquele grupo, e não vi isso. Pareciam quase todos acomodados com a escalação no time B, e em jogar o Carioca só pra não fazer "feio", sem ambição maior.

Digo quase todos, porque um ou outro mostrou alguma vontade. Henrique foi um deles. Mas só vontade não adianta, ainda mais se falta técnica e sobre ansiedade. E a falta de técnica não é só dele não.

Tivemos umas boas jogadas de Renato, mas um jogador com o nome dele, com o currículo dele, e com o salário dele, deveria engolir uma partida dessas, assumindo o protagonismo do jogo do início ao fim.

Daniel também se esforçou, se movimentou bastante, buscou o jogo, e contrariando o que ouvi no rádio, foi um dos melhores em campo.

Também foi possível ver um belo pique do jovem Alex, um dos "super-gêmeos-ativar", mas no geral ele foi um lateral pouco produtivo. Ficou bem aquém do que Lucas apresentou no jogo passado, único jogador realmente promisso para a Libertadores de tudo que foi apresentado nas duas partidas.



No mais, Octávio, Yguinho e Lima não disseram a que vieram. Gegê apagado. Dankler em alguns momento pareceu assustado, mas no geral foi bem. E os dois contestados volantes, Rodrigo Souto e Aírton,  até que se saíram bem. 

Rodrigo arriscou alguns chutes de fora, uns bem ruins, outros interessantes, incluindo um na trave, e Aírton esteve bem no desarme, apesar de muito voluntarioso e exagerando nas faltas. Ambos caíram de ritmo no segundo tem, mas podem ajudar este time B e até completar o elenco na Libertadores em casos de desfalques sérios.

No mais, é esperar o time A no jogo de quinta-feira contra o Madureira. Que possamos ver algum futebol produtivo neste próximo jogo.

Abraços.

24 de jan. de 2013

ERA MESMO UM 'ME ENGANA QUE EU GOSTO'

Jogo do último domingo enganou a quem quis.


Botafogo nada joga e empata
no segundo jogo do carioca.

BOTAFOGO 0X0 BANGU

Hoje tivemos o retorno do Bruno Mendes ao ataque, saindo o inoperante Henrique (pelo menos, inoperante no último e único jogo) e em outra mudança, Lima veio no lugar do Márcio Azevedo, o que por sí só já era uma notícia para assustar logo de começo.

O que gostei de ver de cara, na verdade, foi um tremendo “me engana que eu gosto”. Foi logo no início, num bom e rápido toque de bola da nossa equipe. Fellype Gabriel perdeu um gol ainda antes dos 2 minutos, numa bela triangulação de jogada na qual, vindo a bola da esquerda, encontrou Andrezinho na meia direita. O nosso meia então cruzou de primeira mas no chute do Fellype, talvez por culpa do gramado, saiu muito alto sem levar perigo ao gol adversário. Uma outra jogada de contraataque, chamou também muito a atenção pela bela feitura da jogada: fazendo a defesa numa jogada vinda do escanteio, Jefferson viu a possiblidade de saída rápida e, entregando a bola já quase na intermediária, o passe foi para Andrezinho livre na esquerda que, infelizmente, não conseguiu enfiar para Bruno Mendes. Eram 5 contra 4

Mas como tudo o que é bom dura pouco, um mole aqui, uma entregada nos pés do adversário ali, acabamos chamando o time deles para a nossa área e o nosso futebol perdeu o ímpeto inicial. Começamos a tomar bolas perigosas e, concomitantemente, a errar passes bobos. E a partir daí, foram pelo menos 28 minutos de jogadas inócuas, passes laterais sem objetividade até que aos 33, Fellype ganhou uma bola dividida com o lateral e cruzou na cabeça do Bruno Mendes que jogou para fora. O que se percebia então era o Bruno muito isolado na frente, pela escalação inicial (4 na meia e só ele no ataque), e uma distância guardada dele para estes homens de meia que dificultavam a chegada da bola limpa e em boas condições para o arremate ao gol. E enquanto isso, o adversário só buscando a melhor chance, o melhor chute.

Eu diria que não tomamos gol nesta etapa inicial única e exclusivamente pela ruindade de quem tentou concluir jogadas para a nossa meta. E no segundo tempo, nada mudou e continuamos não produzindo jogadas e por consequência, tomando algumas bolas de perigo. Aos sete e meio de jogo nesta etapa, o moicano deles chutou uma bola na qual Jefferson, adiantado, quase toma o gol. O que vi de diferente foi, percebendo que a casa poderia cair, os nossos jogadores acabarem por começar a manter a posse da bola, tentando chegar ao ataque mesmo por vezes (várias vezes), em jogadas sem muita objetividade.

Aos 24 minutos, mais um gol foi perdido pelo adversário e, só assim, ‘seu’ Oswaldo resolveu mexer na equipe. Trocou logo 2 de uma vez: Henrique entrou no lugar do Fellype Gabriel e Julio Cesar no lugar do Lima, esta última alteração, lateral por lateral, devido à inoperância do já desgastado antigo reserva do Márcio Azevedo. Não se viu acontecer nada de diferente e desta forma, o ‘profexô’ trocou Jadson pelo garoto Jefferson paulista mas isto, já aos 38 minutos desta segunda etapa. O resultado foi que terminamos o jogo como um time que rifava bolas para a área sem qualquer brilho ou produtividade, com dois atacantes que poderiam até ter a companhia de mais 5 e nada iria adiantar: com o futebol que jogamos, não perdemos por termos enfrentado um adversário de baixa categoria.

Este jogo, decididamente, foi pior até do que os piores do Botafogo neste último brasileirão, jogando sem atacante. E a torcida gritava ao final do jogo “..ô-ôô-ôô-ôôô Fooora Oswaaalldoooo...”





ATUAÇÕES DE ALGUNS DOS PRINCIPAIS JOGADORES

Lodeiro – tem que entender que não é craque. É um bom jogador, com mais idade pode chegar à categoria de grande, mas craque jamais será. Numa entregada de bola nos pés do adversário, tomamos um contraataque que só não resultou em gol por vacilo do atacante deles (isto ainda no primeiro tempo).

Andrezinho – Hoje não estava inspirado como no último jogo. No segundo tempo, era visível o seu cansaço ante o sol do horário da partida e o desgaste pela correria em busca do gol.

Bolivar – Acho que têm razão os que andam dizendo que veio já como rebotalho do Inter. Vamos aguardar mais alguns jogos para ver como ele se sai.

Marcelo Mattos – já evoluiu do jogo de domingo para cá. Num belo drible em retomada de bola, aos 26 da primeira etapa, cavou um cartão amarelo para o atleta que o derrubou. Com o pouco futebol do time hoje, foi a nossa segurança ali na cabeça de área para conter os contraataques do adversário.

Jadson – nesta volta da seleção sub-20, mostrou afobação e ainda uma força excessiva nas jogadas . Não fez nada o jogo inteiro que justificasse a sua permanência em campo.

Fellype Gabriel – hoje se ressentiu pelo estado do gramado. Não é mesmo jogador para este tipo de jogo difícil, em campo ruim.
Bruno Mendes – Não teve culpa pelo mau jogo que fez. Os jogadores de meio de campo não lhe deu nada de bom para que pudesse tentar o gol, a não ser no belo cruzamento do Fellype, já citado acima.

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21 de abr. de 2012

BOTAFOGO NA FINAL



BOTAFOGO 4 X 2 BANGU

Antes de falarmos do jogo, não deixem de ler no Humor da galera sobre o momento atual do futebol carioca.



Agora vamos para final.


Faltou luz, mas não faltou Fogo!

Amigos, vou ser breve, muito breve. Antes do jogo, postagem dupla combinada com Paret, e temos um pique de luz aqui em casa. Tudo rapidinho, TV ligada novamente, times entram em campo e lá se vai a luz de novo...

Tudo apagado, aproveito a bateria do laptop, o no-break com o modem e o roteador sem fio, e vou acompanhando a partida pelo tempo real do Globoesporte. Deu para perceber a pressão e o domínio, mas não dá para comentar, certo? Tempo técnico e lá se vai a bateria do laptop. Botafoguense que sou, não desisto nunca, e parto para o rádio do celular. Consigo ouvir a contusão do Renato e a entrada do Maicosuel, e também o gol do Loco Abreu. Desencantou.

Felizmente a luz volta e ainda é possível ver o replay do Andrezinho perdendo um gol numa tentativa de cobertura.

Então poderia falar sobre o segundo tempo, mas me limito a comentar a sensacional partida do Mago. A bola brilhante do terceiro gol do Loco, parecia voar, desviar, pairar, esperando a cabeçada. Fora isso, mais inúmeros lances brilhantes, premiados por um belo gol nos instantes derradeiros da partida.

Gol contra do Lucas? Falha de marcação e do Jefferson no segundo gol? Gols perdidos? Não é justo reclamar disso. Mas devemos manter os pés no chão, sempre acreditando que é possível ir mais longe. Agora resta uma partida para o título da Taça Rio. Três partidas para o título estadual. Oito partidas para o título da Copa do Brasil. Tudo pode acontecer, e com Mago jogando bem, Loco fazendo gols, Jobson perto de voltar, dá para acreditar. Porque não?

Sobre a partida, vou deixar para ler os comentários e análises sempre lúcidas e precisas do Paret.

Abraços!




Olá amigos alvinegros.

Nas notícias do ‘pré-jogo’, Almir, nosso antigo pé murcho e hoje grande craque deles, foi descartado devido a uma contusão. Lamentei muito pelo adversário mas já vivemos este tipo de problema num carioca mesmo, na decisão de 2009 e assim, o lema é ‘cada um com seus percalços’. E quando conferi a postagem do Henrique, à qual eu aguardava para inserir este texto, me deparo com a vela e aí, claro né, a gargalhada foi inevitável. Este Henrique não tem o perfil, mas é um gaiato daqueles.. rsrsrsrsrsrs.

O juiz da partida começou muito engraçado, dando um cartão amarelo para o Azevedo aos 5 minutos mas ignorando a questão do cartão para o jogador adversário numa fala sobre o Elkeson. O cartão acabou saindo na segundo falta em cima do nosso 9 e em várias outras ocasiões, pois os caras vieram para parar o jogo do jeito que desse.

Começamos bem o jogo, com várias estocadas no ataque principalmente pela direita (Márcio Azevedo andou esquecido no início) mas o último passe não funcionava. Ainda assim, numa bela jogada com a bola sendo ajeitada para Lucas na direita, Fellype Gabriel perdeu gol feito ao cabecear para fora. Isto aconteceu aos 16 minutos de partida. Eles descontaram, numa jogada inesperada, aos 19 minutos, quando Tiago Galhardo chutou por cima mas mesmo com o ataque do Botafogo não conseguindo chegar ao gol com precisão, era uma partida de ataque contra defesa.

Até os 33 minutos tivemos seguramente 2 pênaltis não marcados e nesta altura do jogo, Maicosuel substituiu Renato machucado. Preocupava pois o campo pesado devido à chuva poderia atrapalhar o nosso 7 mas ele se mostrou bem fisicamente e se movimentou com bastante desenvoltura em campo. Márcio Azevedo era quem, mesmo não jogando mal, não estava acertando hoje como de costume mas o tempo ia correndo e o jogo continuava de ataque contra defesa. Mas justiça é para ser feita meus amigos, e aos 39 minutos, Loco Abreu estava no lugar certo e livre, escorou para as redes, mostrando que a boa forma está voltando. Ele já fizera boas jogadas antes inclusive, distribuindo bolas com a inteligência que usa em campo e o gol foi um belo prêmio para o nosso 13. O Botafogo só terá a ganhar com isto.


A partir deste gol e pelo decorrer do segundo tempo, o time foi transformando a partida cada vez mais num jogo de um time só e isto era o que todos nós esperávamos pois, com todo o respeito, quem estava do outro lado era o Bangu. O time em campo, com exceção do último passe, ia tão bem que mesmo o ameba de amarelo tentando (2 pênaltis não marcados), não conseguia nos segurar. Loco marcou seu segundo gol naquela jogada característica de cabeça logo aos 2 minutos e Lucas ainda chegou a dar uma pixotada que vai custar caro em cobranças da furiosa dos comentários e das arquibancadas, mas apesar de este gol do nosso 2 dado de graça ter animado o adversário, retomamos o pé da partida e Loco continuou marcando. Mago, muito bem hoje apesar do mole no segundo gol deles, colocou na cabeça do artilheiro aos 14 que só teve o trabalho de escolher o canto. Terceiro gol e tranqüilidade em campo, apesar da pixotada dupla do Maicosuel e do Jefferson no segundo deles, aos 26 minutos. O time adversário só foi começar a incomodar a nossa defesa depois deste segundo gol, já com o jogo chegando aos 30 minutos, mas bastou o Botafogo se organizar para ganhar um pênalti. Lucas, que quando cansa em campo não consegue mais produzir, fez boa jogada e foi puxado na área. Mas Loco chutou o pênalti para fora, mostrando que a fase de tranqüilidade para ser o cobrador oficial do time não anda das melhores. Este pênalti perdido tirou a tranqüilidade do time que passou finalmente a ser atacado, não conseguindo as saídas de bola fáceis que usou durante todo o jogo até ali.

Loco saiu para dar lugar a Herrera, Elkeson deixou o campo para entrar o Caio e nos minutos finais, Maicosuel mostrou que pode ter começado seu caminho de volta aos bons tempos de 2009, com um golaço no melhor estilo do craque que é. A jogada foi toda do Márcio Azevedo que se conseguir se tranqüilizar no brasileirão, pode fazer o Botafogo ter pelo segundo ano consecutivo o melhor lateral esquerdo da competição.

Vamos para as finais do turno e para Salvador enfrentar o Vitória.

Imagens do jogo - Lancenet


- Não gosto de contrariar ninguém, nem em discussão no escritório e muito menos em encontros sociais, imaginem então aqui no blog. Mas não podemos de jeito nenhum achar que Loco Abreu é um jogador dispensável ou reserva. Ele é no máximo, jogador tático, aquele que pode sim ficar de fora como na última quarta, mas que tem muito ainda a dar ao Botafogo.

- E não é que o Banguzinho acaba sendo também um ótimo freguês? 1967, 2x0 Fogão com gol de Gérson. 2012. Hoje, apesar dos gols que lhes demos, um chocolate inesquecível.

- A proposta é barcelonizar o time mas repito, até o melhor do mundo (está com 2 derrotas seguidas) demorou muito para dar certo com este tipo de futebol. Com os jogadores que temos, precisamos atacar e definir as jogadas, pois querer ir tocando a bola nos deixa a perigo quando o adversário encaixa uma jogada que pega nossa zaga vendida.

- Dava pena da urubuzada (nome que eles mesmos dão a uma de suas torcidas) vestidos de Bangu e torcendo feito loucos no setor sul. Vão (os falsos torcedores) colecionar derrotas neste primeiro semestre... rsrsrsrsrs.

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10 de mar. de 2012

BOTAFOGO EMPATA COM O BANGU

BOTAFOGO 1X1 BANGU - A volta do Jobson 

As primeiras notícias deram conta de que Mattos ficou de fora por “incômodo muscular”, e a pantomima dos sempre pessimistas de que a torcida não iria ao jogo se mostrou furada logo na primeira imagem que surgiu do estádio. A torcida foi e naquele estádio em que não cabia mais do que isto, 4 mil alvinegros foram ver a reestréia do Jobson. O time entrou de Lucas Zen no lugar do Mattos, deixando o time com 5 desfalques a saber, Maicosuel, Elkeson, Felipe Gabriel, Andrezinho e o citado Mattos. 

 Começamos bem o jogo, sentindo sim os desfalques mas partindo para cima até os 5 minutos, M. Azevedo não tão bem no apoio como ocorrera no jogo anterior mas marcando com eficiência, mas vejam que o primeiro perigo de gol fomos nós que sofremos, aos 8 minutos, com um chute perigosíssimo e na sequência, uma bola na linha do gol em que poderíamos ter saído atrás no placar. Felipe Menezes, quando exigido para armar o jogo, vinha com um passe fabuloso, bola sempre no pé do companheiro e em condições de rara favorabilidade, mas nas disputas de bola ainda continua com a mesma lentidão que tanto irrita o torcedor. 

Eles começaram, depois da bola de perigo, a criar jogadas de área prevalecendo-se da falta de ritmo do Zen na marcação e, jogando de forma compacta, dificultavam as ações do Botafogo que não conseguia criar praticamente nada. Em 25 minutos, tivemos apenas 3 chutes a gol e mesmo assim, apenas o do Caio, pouco antes do tempo técnico, levou algum perigo. E assim foi o time, lutando contra suas deficiências, segurando (ainda bem) o ímpeto de um Bangu bem mais criativo e eficiente do que aquele do primeiro turno mas, ainda assim, com muitas dificuldades, nossos jogadores não faziam a bola de ataque chegar limpa para os homens lá na frente. Uma boa jogada nossa acabou não redundando em gol, devido à falta de pontaria do Caio, que chutou na trave aos 40 minutos mas ainda assim, era o time deles que respondia com mais algumas jogadas de perigo. 

No segundo tempo a vontade do povão foi atendida: Loco saiu para dar lugar ao Jobson mas este se apresentou muito fora da forma técnica ideal, apesar de estar fininho. Deve levar algumas rodadas para readquirir um melhor condicionamento e passar a fazer com maestria as jogadas que tentou hoje. E o time, que melhorou um pouco conseguindo impedir as jogadas de perigo do adversário, não conseguia contudo ser eficiente também no ataque. O Botafogo decididamente não estava bem na partida, não conseguindo se impor como time grande e a prova disto foi a entrada do Cidinho no lugar do Caio justamente no tempo técnico. 

Cidinho entrou em campo e deu boa mobilidade ao ataque, mas na primeira boa bola que meteu para Jobson, o garoto deslocou o goleiro mas o gol não valeu por impedimento. Nosso time contudo conseguiu tirar o adversário de vez da nossa área e passamos nós finalmente a mandar no jogo. Herrera passou a acertar mais e numa triangulação maravilhosa entre (me permitam) 3 craques do time, Jobson tocou para F. Menezes, este lhe devolveu a bola e Jobgol serviu Cidinho à feição para que este, com um toque inteligente, abrisse o placar. Eram então 29 minutos de jogo e vinha a ser o momento ideal para que saíssemos do zero. Que belíssimo gol, galera. Mas Jefferson cometeu mais um daqueles erros de saída de bola e isto permitiu ao adversário retomar a redonda e chegar à nossa grande área em boas condições de chute. Almir então não perdoou. 

Que castigo, sofrer o empate no momento em que o time havia melhorado tanto na partida. Jefferson então entrou em campo, fez logo uma boa jogada no ataque, sofreu falta e a cobrou à maneira dos grandes, mas o goleiro defendeu para escanteio. Mas nosso time não conseguiu se manter por muito tempo com o mesmo ímpeto do momento do gol e o empate acabou por trazer outra vez o adversário para a nossa área. Ficamos vivendo dos bons deslocamentos do Jobson, rápido e sempre sozinho na frente mas ainda assim, faltando-lhe o melhor ritmo de jogo para decidir. E não deu mesmo para mudar o panorama que se apresentou a partir daí. Nosso time não criou mais, ficamos à mercê das velhas e manjadas levantadas de bola na área mas sem ninguém que pudesse resolver com uma cabeçada, os cruzamentos eram inócuos.

Final de jogo, notícia da volta de 3 dos 4 machucados contra o Vasco no domingo da próxima semana e vida que segue. Agora é a Copa do Brasil. A culpa na saída de jogo foram os buracos no campo e as pipas atrapalhando na primeira etapa. O campo também foi de novo o vilão, vez que empatamos com o Nova Iguaçu, ali mesmo, no primeiro turno. Tem que melhorar, Fogão! Nada de desculpas para quem quer ser campeão.
 


- Daquela classe de jogadores que são craques, mas trocam o time pequeno pelo grande e seu futebol desaparece com o peso da camisa, Tiago Galhardo é um dos mais novos representantes. Almir talvez também se enquadre nesta categoria, apesar de ter sido decisivo e ter jogado bem hoje. 

- Jogamos mal mas o adversário surpreendeu. Este Bangu aí não é sombra daquela equipe fraquíssima do primeiro turno. 

- Por mais que Jobson ainda careça de melhor forma técnica, os dias do Loco parecem mesmo contados no ataque do alvinegro. 

- Jogou bem o Felipe Menezes, com as conhecidas falhas na hora de proteger a bola. Muito bem em campo foram Cidinho e Antonio Carlos. Jogaram muito mal hoje Caio, Zen, Loco e com a falha, o Jefferson com a bola que redundou no gol que sofremos (sorry, galera). Sem comprometer mas também sem criar nada, Renato sumiu na hora da onça beber água e os nossos laterais voltaram a fazerem seu papel de “arroz”: só acompanham. Jobson merece nota, pela presença e pela calma na hora do gol. 

- Ponto positivo no jogo: Oswaldo de Oliveira. Bancou a saída do Loco no intervalo, deu talvez a última chance ao Caio (acho que o garoto dança no brasileirão) e as notícias dão conta de que o uruguaio pode perder espaço no time quando o futebol do Jobson voltar com tudo. O treinador ainda disfarçou na entrevista, dizendo que Loco passa por um trabalho de recondicionamento e nem viaja para a partida da Copa do Brasil, e que estas substituições irão acontecer e já estavam previstas. Sei não.

- Nossa garotada do sub-23 continua fazendo sucesso. Em torneio na Índia JOGANDO CONTRA TIMES PROFISSIONAIS, venceu na sua primeira participação. Veja aqui.

2 de fev. de 2011

BOTAFOGO JOGA MAL E SÓ EMPATA


Botafogo 1x1 Bangu
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CARÍSSIMOS ALVINEGROS. LÁ NO LINK 'VOU ZOAR', INSERI, NO LUGAR DO LINK DESTRUÍDO, A IMAGEM COM A LACUNA NA EDIÇÃO DIGITALIZADA DO JORNAL DO BRASIL EM FORMA DE DENÚNCIA.
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Sobre o jogo.

É amigos. Sabemos que este mesmo Bangu deu calor no Flu, que o Olaria chegou até a virar o jogo para cima dos atuais campeões brasileiros para só depois tomar a goleada, mas algo de podre existe. Não pode o Botafogo, com o elenco que agora possui, ver aos 27 minutos do segundo tempo, um adversário destes nos trazer para a nossa área, nos deixar na base dos contra-ataques e tomar, ele, o adversário pequeno, as rédeas da partida.

Algo precisa ser feito, pois o time acaba se acostumando a jogar deste jeito e num jogo contra outro pequeno em que eles façam o gol na frente, poderemos não ter as mesmas oportunidades que tivemos naquele jogo contra o Duque de Caxias, em que viramos o jogo mas não convencemos. Este empate de hoje poderia até ter sido considerado injusto, PARA O ADVERSÁRIO.

O gol deles foi apenas conseqüência disso tudo e aí, na dúvida, mesmo tendo inicialmente levantado o braço, o juiz nem quis saber de confirmar o impedimento. Deixemos. Não precisaremos destes dois pontos. O talismã desta vez entrou e não fez nada, Cabeçandro de início foi aquilo que todos já conhecem e os novos contratados, a despeito da boa atuação do lateral esquerdo, não puderam fazer nada. Destes, novamente uma grande decepção com o garoto Caio, que desta forma acaba dando razão total ao amigo Luiz Henrique. Vamos mesmo acabar todos corroborando com a sua opinião sobre ele, Henrique.
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Arévalo Rios – classe, categoria e raça uruguaia. Apesar de ser volante de marcação, é capaz de passes dignos de jogador de Copa do Mundo mesmo.

‘Habemus’ laterais... Márcio Azevedo, veio com desconfiança e nem se abalou com o manto sagrado. Acabou também a era Marcelo Cordeiro, fugaz mas de lembrança não muito boa. O cabeludo tomou conta do setor e alguns passes errados no segundo tempo, credito sem medo de errar à falta de entrosamento com o elenco. Este brasileirão promete.

Perguntinha da jornalistazinha do peefecezinho no intervalo, a um atleta do Bangu: “fulano.... já era para estar 1x1 não fosse a experiência do Jefferson do outro lado?....”..... Ao que nós dizemos aqui: valeu reporterzinha da redezinha. Valeu mesmo por escolher o seu lado.

Já o juizinho danado, tratou de pendurar o time que estava em campo nos cartões amarelos (os titulares poupados já o estavam), vez que deve mesmo se tratar de um campeonato já arrumado.

E o FLAlhahel, hein? Pareceu só ter entrado mesmo para nos deixar com aquela preocupação no pênalti. Ainda bem que a reporterzinha do sitezinho tem razão: Jefferson é mesmo “o cara”.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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