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19 de mai. de 2015

BOTAFOGO VAI A FLORIPA

BOTAFOGO 2x2 FIGUEIRENSE



Time joga a primeira partida
da terceira fase
Empate em 2x2


Do purgatório ao céu em 49 minutos


O primeiro tempo - um autêntico show de horrores.

Não jogaram hoje o Gilberto, o Mattos e o Bill, daqueles considerados titulares e ainda o recente Daniel Carvalho que hoje nem foi de banco. Ele não viajou e vai se incorporar ao elenco em Brasília, para onde o grupo seguirá direto de Floripa a fim de cumprir o jogo do brasileiro contra o Atlético-GO.

E que gol perdeu este mistão aos 23 minutos da primeira etapa, com Henrique e Elvis se atrapalhando sozinhos ante o goleiro. Dois minutos depois, Jefferson fez jogada errada, afastando uma bola para o lado nos pés do jogador deles e na volta, em falha do Renan Fonseca, eles abriram o placar. O que bastou para ficarem pelo menos mais uns 10 minutos ininterruptos rondando o gol do Jefferson, com a nossa defesa expondo todas as falhas que é capaz de cometer, o que temos visto em muitos destes jogos de 2015. Aos 36 minutos, o Bill-II (Henrique) entrou de novo sozinho com o goleiro mas mais uma vez, se atrapalhou e não conseguiu fazer o gol, claro, mostrando que já deveria estar longe do clube. Show de horrores com direito a mulher barbada (Fonseca) e palhaços (Henrique, Diego Jardel e chega)

E o time foi assim, sendo contraatacado e lá na frente, chegando sem convicção, de forma atabalhoada até os 52 minutos deste primeira etapa, a mais nova determinação da CBF, de não deixar nenhum lance de cera ou atendimento médico sem desconto. Vai faltar preparação física. E creiam, voltamos para a segunda etapa com este mistão bem carregado nos cartões, outra das novas determinações da entidade que responde pela tabela (pois quem manda bem o sabemos), a de dar cartão para qualquer tipo de reclamação. Vai faltar jogador para terminar certos jogos.

O segundo tempo - um começo ruim mas um final bem produtivo

Voltamos com o Emerson na zaga no lugar do Fonseca, um dos amarelados pelo juiz mas na criação de jogadas, nada. E, claro, o festival de horrores voltou logo no início quando, numa jogada de área, Emerson tentou tirar a bola na linha do gol, chutou em cima do Giaretta e tomamos o segundo. Um bizarríssimo gol contra e uma sombria perspectiva de jogo para aqueles mais de 40 minutos restantes. Renê ainda aguardou a postura do time mas ante a amarelice total do Henrique, o tirou de campo para a entrada do Bill. Aos 17, quem saiu foi o Airton para a entrada do Camacho, ou seja, ficamos sem a chance de tentar a sorte com o Lulinha, e isto precisando atacar, precisando ir para a área deles com qualidade.

Mas até que o meio de campo se acertou e começamos a tentar a chegada na área deles que por sua vez, pararam de atacar. Só que nossa chegada era sempre atabalhoada, com jogadas sem muita objetividade, sem aquela bola mais forte à frente do goleiro para dar moral ao time. William Arão, antes um motor e um fator de inteligência na nossa meia, hoje estava abaixo de qualquer nível, sem a menor condição de receber uma nota maior do que zero para a sua atuação. Mas apesar dos pesares, do Bill, do hoje inepto Arão e do inútil Diego Jardel (a Lady Flávio da perna esquerda), conseguimos o nosso gol com Giaretta, aos 32 minutos e a partir daí, tomamos conta do jogo. Até o Arão parou de errar a partir deste gol.

O empate, numa falta bem cobrada pelo Carleto já no fim do jogo e com o rebote do goleiro aproveitado pelo Luis Ricardo, acabou por nos premiar, como a recompensar o time pela má sorte da jogada do gol do Emerson. Aqui no Rio nós conseguiremos vencê-los: basta o time jogar focado. Foi um bom final de jogo, pelo menos, uns 25 minutos de jogo intenso, de posse de bola muito superior à do adversário e o empate foi um prêmio para esta postura final.


- Elvis - com a atuação de hoje, ajudando a tirar o time de uma situação caótica para uma bela arrumação na parte final do jogo, já mostrou que Tomas pode ir esquentando o banco.

- William Arão - Hoje esteve abaixo da crítica mas como bom jogador que é, cresceu com o time na parte final.

- Luis Ricardo - Bela surpresa. Enquanto teve fôlego, cumpriu muito bem o papel de lateral/atacante. No fim, mesmo sem pernas mas com inteligência, se posicionou muito bem para aproveitar o rebote e empatar.

- Diego Jardel - Pelo amor de Deus! Será que sou tão implicante assim ou este cara é mesmo a moleza que tenho visto e reclamado sempre? O que a 'criança' tira o pé da bola quando tem que dividir é um assombro. Banco já! Muito bom, mas para ficar de papo com o Tomas na reserva (e vejam, os dois no banco é uma temeridade).

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19 de nov. de 2014

NÃO CAIU


BOTAFOGO 0 X 1 FIGUEIRENSE

O fracasso já estava desenhado quando vimos a escalação: 3 volantes e 3 atacantes. Que invenção é essa?

Para completar, quem acreditava que Jobson poderia fazer toda a diferença, está aí, perdeu um penalty de forma até bisonha. Não, não estou colocando a culpa nas costas dele, mas era claro e evidente de que não se poderia colocar a solução nas costas dele e muito menos na do Carlos Alberto.

Sobre o jogo? Mais um que não jogamos. Então deixo para o Paret falar e os amigos comentarem. Sobre o título, eu aviso que não é otimismo exagerado, ou uma espera pela consumação matemática do fato. Simplesmente é o complemento de uma postagem que fiz em maio deste ano: NÃO VAI CAIR.

O que posso dizer sobre aquela postagem e esta? É que até o Botafogo caiu, mas a cobertura do Engenhão não caiu! 

Então temos que considerar tudo já vivido e dar a volta por cima. É o momento de expulsar aqueles que se aproveitaram e destruíram nosso clube, e tratar logo de colocá-lo no caminho novamente. Acho que cabe uma auditoria externa e processos pesados contra estes que estão se retirando, porque há muitos desmandos e muita sujeira feita.

Abraços. Eu
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VIA CELULAR - 1:30 da madrugada

Fui ao jogo sim, meus amigos do blog. E foi dali, daqueles inacreditáveis degraus de S. Januário que os donos do lugar teimam em chamar de arquibancada que assisti, triste mas resignado, a um dos últimos atos de um time esfacelado, destruído no meio da competição, ainda atuando na elite do nosso futebol

Estou na rua, neste pré-feriado, digitando do celular e assim, prometo para o dia desta quinta-feira outras impressões sobre o jogo.

*    *    *
VIA WEB - 13:00

Bom meus amigos, hoje já estou em casa (são 13:05 desta quinta-feira amarga) e passo então a refletir melhor sobre a nossa situação, apesar de ter ido para esta partida, mais uma vez, menos com olhos apaixonados de torcedor do que com a cabeça do crítico frio e direto.

E foi, como em vários jogos já nesta segunda parte do campeonato (fase pós-copa), com este olhar bem distanciado daquele do torcedor apaixonado que sou, que fui analisando, jogada por jogada, o que o nosso time fazia em campo. Desta forma, me ficou facilitado o ato de, por exemplo, observar  vários lances e jogadas com bastante correção e concluir que, naquelas chances de gol do primeiro tempo, a bola do Jobson foi sim bem colocada mas ainda assim, a jogada de perigo, aquela que chega dentro do gol em condições de deixar o goleiro vendido, esta não aconteceu. Bolatti também recebeu pelo meio e isolou mas ele sempre chega com uma moleza, uma displiscência que sequer conseguiu me tirar do chão. Vi a bola ser rolada para ele mas juro, não esperei nada.

E antes que pareça que sou um 'desertor' vou logo avisando: pulei, bati nas costas do amigo do lado na arquibancada e gritei quando o pênalti foi marcado mas ato contínuo, ao ver o Jobson decidir que ele iria cobrar, o medo tomou conta de mim e passei então a apenas rezar para que ele acertasse um canto qualquer da rede, pelo lado de dentro. Claro que ele não era o jogador indicado para bater. Até o insosso Bolatti poderia ter feito a cobrança, menos ele, o garoto que acaba de voltar e precisa primeiro reafirmar o bom futebol que tem.

Pela minha ótica então a coisa fica assim - vamos viajar por duas rodadas e dificilmente voltamos com mais de um ponto (na nossa atual situação, voltar no zero é o mais esperado). Desta forma, o jogo contra o Galo aqui se tornou mera formalidade. Que os nossos novos comandantes tomem o clube como um todo, com a responsabilidade de quem vai gerir, pelos próximos 3 anos, uma das maiores agremiações da história do futebol e não nos deixem ficar à deriva também na segunda divisão. O Botafogo não é lugar de moleques, não é lugar para brincadeiras.

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20 de ago. de 2014

BOTAFOGO VAI A FLORIPA


Botafogo encara o Figueirense
e perde por 1x0


A VOLTA DO FANTASMA DA PANE INICIAL

O Dória hoje ficou no banco com a permanência do André Bahia na zaga e assim, sem Sheik e Carlos Alberto, fomos para esta partida, perigosíssima pelo fator ‘jogo de seis pontos’ e, ainda, pela recuperação técnica do adversário nas últimas rodadas, tendo que confirmar a aguardada subida de produção após a vitória do último domingo. Mas a realidade nos foi madrasta e bem rápido. Após uma pressão da qual não soubemos sair, cometemos alguns erros em sequência e tomamos o gol logo aos 2 minutos de jogo, com nossos jogadores sonolentos, andando em campo e deixando o adversário à vontade ante um Jefferson sobrecarregado.

As tentativas de criação de jogadas eram mal feitas, com passes mal completados e com os nossos (hoje) lentos jogadores esbarrando na marcação deles, muito eficiente por sinal. Mal conseguíamos chegar na área adversária com qualidade, o que praticamente não nos deixou criar quase nada em matéria de jogadas perigosas. Para determinados jogos Ferreyra se torna praticamente inútil, mais atrapalhando do que propriamente prendendo a defesa adversária ou criando jogadas de perigo pelo alto. No jogo de hoje, também Zeballos, Ramires e Gabriel estavam abaixo da crítica, impossibilitando que as tentativas de reação surtissem efeito, perdendo bolas fáceis e dando contraataques para o adversário. Do Junior Cesar então nem falo mais nada: absolutamente inútil e, com algumas jogadas erradas, bastante temerário.

Na volta para o segundo tempo, Rogério voltou no lugar do hoje péssimo Gabriel mas nada de novo se viu em campo. O time até passou a atacar mais, mas os inaceitáveis erros de passe jogavam contra. Aos 25 minutos, Daniel saiu para a entrada do Gegê mas igualmente nada de novo acrescentou (e, claro, sequer o Gegê foi visto no gramado durante o tempo em que atuou). Aos 39, Ramirez saiu para a entrada do Bollati mas em noite negra de vários jogadores (e do sistema de jogo como um todo), nada deu certo. Perdemos mais uma vez pelo inacreditável apagão do time em certos jogos e, convenhamos, não fizemos por merecer sequer empatar esta partida.



Leniência, preguiça, falta de vontade, falta de espírito de grupo, descaso, irresponsabilidade, má vontade...

Poderia passar a noite falando as mazelas que atingiu estes homens que vestiram a camisa do Botafogo hoje. Todas inaceitáveis para aqueles que se dizem profissionais e trabalhadores. Não se pode entrar em um jogo destes com a displicência e o desinteresse que mostraram durante toda a partida.

Para não ser injusto, só salvo o Jefferson, o Airton e mais ou menos o Gegê. E digo isso não falando que jogaram muito e fizeram boa partida, mas só pelo fato de terem mostrado alguma seriedade, qualidade mínima para se tentar uma vaga no banco do Botafogo.

Os demais? Não consegui entender o sumiço do Daniel, o excesso de erros de Gabriel, a improdutividade do Edílson. Isso sem falar na inoperância do Ferreyra, na incógnita que ainda é o Ramirez, a zaga insegura, Júnior César apagado e o pior de todos: Lúcio Pablo Flávio Zeballos. Pra mim já deu, pode voltar pro Paraguai.

Agora é a torcida se movimentar e empurrar este bando para arrancar uma vitória no Maracanã. A promoção está aí, e a vitória não interessa à Diretoria, comissão técnica ou jogadores. A vitória interessa a nós, torcedores, que de fato somos o Botafogo. Nós precisamos vencer.

Abraços.

24 de jul. de 2013

BOTAFOGO NA COPA DO BRASIL - FATALIDADE?



BOTAFOGO 0 x 1 FIGUEIRENSE
Em Florianópolis

Derrota no tempo normal, apesar de muito mais volume de jogo.

Não vou me estender nem um pouco, o sofrimento foi grande, mas nos classificamos nos pênalties, após 7 cobranças de cada lado, terminando com defesa do Jefferson.

Fatalidade? Sim, foram duas bolas na trave no jogo aqui, mais uma bola na trave neste de hoje, desta vez do Gabriel, ainda no primeiro tempo. Começamos dominando, e na primeira tentativa de ataque deles, sofremos o gol. Foi uma fatalidade a decisão ter ido para pênalties.

Mas o fato é que tivemos controle das ações, posse de bola, mas continuamos com o problema do último passe e das finalizações. Temos que resolver esta falta de poder de fogo, principalmente para a continuidade da Copa do Brasil. Nosso estilo pode ser bastante adequado para campeonatos no formato do Brasileirão, mas será muito difícil reverter resultados contra equipes bem qualificadas, organizadas, e jogando com vontade, nesta disputa em mata-mata.

E outro ponto importante: Lucas fez muita falta. Pode não ser um lateral sensacional, mas perdemos bastante capacidade ofensiva. Tanto Gilberto quanto Edilson não substituíram a altura.

Sobre as substituições do Oswaldo? Foram lógicas, Renato entrou para melhorar o passe, que estava péssimo, pois Mattos estava muito mal no jogo. E se não me engano, quem entrou foi para cobrança das penalidades, e somente o Edilson errou, permitindo a defesa do goleiro deles.

Mas se classificou o melhor time, com a atuação de Jefferson acabando por superar o goleiro adversário, que havia sido fundamental para manter o placar no 1 a 0. Fatalidade? Não hoje, estamos classificados, e apesar da atuação claudicante, foi com méritos. Felizmente a postagem 400 do BLOG é com uma boa notícia, Botafogo nas oitavas da Copa do Brasil 2013.


Que nossos corações resistam, pois acho que ainda passaremos mais alguns apertos. Mas o título é possível sim, apesar de precisarmos, e podermos, melhorar bastante.

Abraços.



CLASSIFICADO, APESAR DO SUSTOS.


Olá amigos.

Mas o que é que acontece com o Botafogo quando, em determinados jogos, sofre um apagão como o que sofreu hoje após tomar aquele gol no início do jogo? Nosso time entrou em campo e, no dizer de um radialista que ouvi no intervalo, era tão superior ao adversário (e era mesmo), que a soberba tomou conta do elenco e assim, com a bola na trave do Gabriel, afrouxou, tomou o gol (claro, em falha do Mattos) e com a boa postura do pequeno adversário não conseguiu se encontrar.

A esperança então era que voltasse diferente no segundo tempo mas nem isso o Oswaldo fez com mudanças de atletas, preferindo chamar os nossos guerreiros aos brios e esperar mais para substituir os que estavam mal. Não adiantou nada. Passamos então nós a rifar a bola sem direção e com isso, os caras foram 'gostando do jogo' e passaram a nos dominar. Não conseguíamos trocar mais que três passes no ataque e, do meio para o fim da partida foram eles que ditaram o ritmo. Tivessem só um pouco de categoria e teríamos perdido a classificação no tempo normal.

Nada é fácil para o Botafogo e assim, fomos para os temerários pênaltis mas desta vez, graças a Deus, com as substituições certas. Renato e Alex, certamente, tornaram mais segura a cobrança de tiros livres do que se fôssemos de Vitinho e Mattos e, com a postura do Jefferson e os erros deles, conseguimos chegar à fase que interessa na competição. Que venha então o nosso adversário pois não creio que o time volte a jogar tão mal assim este ano.




- Parabéns para Seedorf, Renato, Dória, Alex e Rafael Marques, nossos marcadores nas cobranças certeiras.

- E aqui, não um simples 'parabéns' mas sim, menção honrosa para Jefferson. Nosso herói (melhor do Brasil) mais uma vez nos garantiu numa competição.

- E que Lodeiro e Edilson treinem muito e a sério, pois posso falar com sinceridade que ao perceber o uruguaio como primeiro cobrador, ali mesmo já temi pelo pior. Ele ainda sofre, com a pouca idade, com problemas de afirmação e vai sim chegar a ser o craque que promete mas por enquanto, nada de muita carga ou de responsabilidade exagerada. Foi assim que, em 2000, após a perda da CB, perdemos uma das nossas maiores promessas de craques daqueles tempos: Rodrigo.

- Domingo é o urubu (que estava morto). Seriedade será o suficiente para sairmos do jogo com os 3 pontos e a liderança.

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23 de jul. de 2013

BOTAFOGO É LÍDER - CONTRA TUDO E CONTRA TODOS


Olá meus amigos.

Mais que nunca, o nosso blog não pode se calar ante a maré de manifestações negativas, de cunho nefasto, dirigidas ao nosso clube em momento tão bom mas que insistem em querer macular de todas as formas. Sem o apito que já não nos faz mal há meses, agora vem a imprensa com tudo, em editoriais ou, simplesmente, ignorando o clube/time nas suas publicações, quer sejam impressas ou pela internet. Os programas radiofônicos esportivos de ontem, sem sequer mencionar qualquer fator positivo em relação à liderança, só falou do problema criado pelo Maurício Assumpção com o Doria. Claro que, menino e insistentemente procurado pelas reportagens, o garoto acabou reclamando da situação

Em outra ponta, não vou aqui me dar ao trabalho de publicar o link mas é notória a tentativa do Sr. Renato Maurício Prado na coluna de hoje (23/7), no jornal que lhe dá abrigo, em momento em que o nosso time se torna de novo o líder do campeonato e o dele, que “coincidentemente” vem a ser o nosso próximo adversário no campeonato, já dá mostras de entrosamento e de que pode reagir no certame, de desmerecer o nosso time e tentar criar factoides com o intuito de provocar confusão no elenco.

O referido jornalista publicou um texto inteiro de tópicos, referindo-se a tudo o que podia em relação à última rodada, quase sempre de maneira positiva (até o que poderia gerar opinião negativa) para, somente no final, publicar 4 linhas (a última palavra caiu na quinta) sob o título “Bomba relógio”. Grasna ali o torcedor remunerado que há visível insatisfação entre alguns jogadores por estar o Seedorf querendo levar colegas para uma tal agência esportiva que representa e que somos sim um líder com méritos mas, segundo sua execrável opinião, UM LÍDER SEM BRILHO segundo se viu contra o Náutico. Nem seria preciso exigir que falasse também do seu time, que cometeu o vergonhoso ato de, sendo considerado grande, perder para este mesmo Náutico aqui em terras cariocas.

Fiquemos então de olho meus amigos. A todo o momento, querem criar crises como já foi tentado naquela semana da expulsão do Seedorf. Ora, na atual informação do jornalista que escreve com a camisa do seu clube, o jogador é homem de negócios e querer negócios em futebol será, provavelmente, a sua principal ocupação no futuro. Antes, o mote era o de que haveria insatisfação no elenco por ser ele (o holandês) muito ‘chato’, naquela atitude que o vemos ter em campo de cobrar postura do time a todo o momento. Viu-se então que a molecada gosta e faz questão de o escutar sem qualquer sentimento negativo e assim, partiram para outra via, a do ciúme profissional.

Eu não sei, com o elenco que temos de bons jogadores em campo mas, outros não tão preparados assim no banco, se este será o ano do título mas está cada vez mais claro para todos que será sim o da volta à Libertadores e isso, vemos a cada dia, está incomodando muito. Vamos voltar às cobranças galera, vamos “gritar”, publicar todos os dias tudo o que lermos e que seja publicado com a indisfarçada intenção de plantar crises em General Severiano. Fiquemos alertas pois não estão aceitando de bom grado o sucesso do nosso time.

E por enquanto, já que “teremos uma quarta antes do domingo”, QUE VENHA O FIGUEIRENSE!


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3 de jul. de 2013

BOTAFOGO DE VOLTA À COPA DO BRASIL

BOTAFOGO 1 X 0 FIGUEIRENSE

Vitória magra, em uma partida bem sem graça.

Não acho que foi ruim, mas é um resultado perigoso, apesar do time do Figueirense não parecer oferecer muito perigo.

Deixarei a descrição da partida para o Paret, e me deterei em alguns detalhes: Fellype Gabriel não fez tanta falta assim. O desempenho ruim e a partida chata se deveu basicamente à disposição do Figueirense em fazer a partida não andar.

Por outro lado, o Botafogo estava disposto a esperar os gols acontecerem, sem correr riscos de levá-los. Mesmo assim, as falhas apareceram nas defesas, de parte a parte.

Dória foi muito bem, acertando dois belos lançamento, aos 7 minutos do primeiro tempo e outro aos 20 e tantos do segundo. Também foi muito bem na marcação e nas antecipações.

Seedorf jogou bem, mas pode render mais, mesmo com a belíssima bola na trave. Rafael Marques se superou, fez excelente partida. 

Lodeiro foi capítulo a parte. Fez a assistência para o gol do Rafael Marques, foi caçado em campo sofrendo diversas faltas, puxou vários contra-ataques, perdeu 2 gols feitos e mais duas boas chances de finalização. Com tudo isso fez uma partida bem medíocre. Coisa bem estranha.

Julio César foi bem. Mattos e Gabriel não tiveram tanto trabalho na marcação, mas bastante dificuldade na saída para o jogo.

Vitinho repetiu os altos e baixos, perdendo algumas oportunidades de finalizar e outras de passar, mas também colocando um belissimo chute no travessão.

Algo para se reclamar? Não. Só vejo muito trabalho pela frente. Tem bastante coisa para se melhorar.

Abraços.

Lancenet – os lances e o gol do jogo


PARET

Rafael Marques - o autor do gol único da partida.

OLÁ AMIGOS


Que jogo perigoso, que time perigoso (apesar de ser da série B) este adversário, pelo menos para a nossa pouca eficiência em tentar parar suas jogadas de ataque. E ainda perdemos aquelas duas belas chances com Lodeiro e Vitinho, na primeira metade desta etapa inicial. Ainda bem que o gol do Rafael Marques, em bela jogada ensaiada, nos deixou ir para o vestiário mais tranquilos mas do que vi na primeira etapa, pouco ou quase nada gostei.

Ainda bem que o Botafogo terá algumas rodadas de brasileirão antes do jogo da volta para tentar recuperar o ritmo, pois pelo que jogou hoje pode ficar muito difícil tentar segurar o empate, ou mesmo fazer gols lá em Florianópolis. E ainda sou capaz de afirmar que, apesar de irmos lá com a vantagem do empate e de vários placares de derrota, ainda assim, podemos não segurar o ímpeto de um time, pequeno sim mas com atacantes bem perigosos.

Parecia que a parada da Copa das Confederações havia tirado a capacidade do nosso time de marcar como o fazia durante todo o primeiro semestre e agora, sem a mesma pegada, sem o mesmo jogo compacto quando fica sem a bola e de toques bonitos com ela, ficamos bem vulneráveis, mormente no segundo tempo. Esta segunda etapa quase inteira, apesar de termos perdido alguns gols, foi de arrepiar. Não tomamos o gol do empate por milagre e sorte de campeão.

Desculpem tamanho pessimismo mas não vi nada diferente disto nesta partida. E nem quero debitar esta fraca atuação na conta da saída do Fellype Gabriel. O time jogou mesmo como se estivesse desentrosado, sem saída para as rápidas jogadas deles e sempre esperando a bola boa para tentar o segundo gol. Vamos ver como será no domingo, contra o Fluminense que também vem de parado. Vencer é obrigação para não perder o ritmo neste momento dos dois campeonatos.

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24 de out. de 2012

BRUNO MENDES FAZ MAIS UM



BOTAFOGO 2 X 0 FIGUEIRENSE

Vencemos! E só...


Enfrentamos um adversário frágil, tenso e desarrumado, que ainda assim assustou e até bola na trave colocou. Mas a afobação deles, mais uma certa segurança do Jefferson e um pouco de sorte nossa, e não tomamos gol.

Mesmo a zaga com Antonio Carlos e Dória se mostrou insegura, foram várias bolas nas costas, várias falhas de marcação. Parece que OO não se preocupa em treinar defesa.

O jogo começou meio embolado, meio tipo pelada, muitos erros e o Figueira mais incisivo. Só que nosso atacante, que não veio para ficar, mas tomara que fique, colocou a bola para o fundo das redes. Em bela troca de passes com nosso único meia que começou o jogo com lucidez, o Lodeiro, Bruno Mendes marcou o 1 a 0, que acabou por definir o destino da partida, pois o desespero e insegurança tomaram conta dos catarinenses.

Logo depois, em jogada de muita inteligência, Seedorf empurrou uma bola de rebote para dentro do gol, em chute colocado de primeira. A partir daí seria só controlar a partida e dominar o adversário, usando o desespero contra eles. Mas o Botafogo não soube fazer isso, deu espaços.

No segundo tempo, hora da partida melhorar... ledo engano, ficou pior. E o jogo se arrastou assim, até terminar no 2 a 0 mesmo. Tivemos sim, muitos ataques do Figueirense e alguns bons contra-ataques do Botafogo, mas não foi jogo para entusiasmar.

De positivo, ver nosso atacante marcar seu quarto gol, na sua quarta partida, a segunda completa. Ver a volta do Marcelo Mattos, ainda devagar, nos minutos finais.

Talvez agora nossas chances de vaga na Libertadores tenham dobrado: de 1 para 2%. O que podemos esperar de verdade é uma melhorada do time, algumas boas partidas e alguns bons resultados, para dar um fim digno à nossa participação neste campeonato. Quinto ou sexto lugar?



Abraços!





Olá amigos do blog. Vocês querem uma verdade incontestável? Não jogamos absolutamente nada durante o primeiro tempo inteirinho.

Meus amigos. Foi a primeira vez em toda a minha vida de alvinegro, que vi o Fogão passar todo o primeiro tempo de uma partida "pedindo" para levar gol mas ir para o vestiário sem que o danado do gol viesse a sair. Muito pelo contrário, talvez até devido à ruindade absoluta do nosso adversário, saímos de campo com um inacreditável 2x0. E olha que (no plural mesmo) pedimos para levar vários gols nesta etapa.

Hoje a nossa meia simplesmente sumiu. Se Andrezinho, que fez bons jogos por várias rodadas, já mostrava-se caindo de produção novamente depois da volta da contusão, Seedorf parece ter sumido nestas últimas partidas (desânimo talvez), não tendo jogado nada na última partida contra o Vasco e hoje, igualmente nada fazer para ajudar na criação. Seu gol foi lindo sim, mas foi fruto da sorte (ressalvada a competência para bater na bola) e mais uma vez, da inabilidade dos nossos adversários.

E o gol deles? Se houvesse um placar moral na primeira etapa mas o adversário não fosse um time tão varzeano (pelo menos hoje, este adversário era deste nível), sairíamos perdendo por uns 4x2 (ou até 4x1, pois não dariam o mole que deram no segundo gol). Mas nem posso falar sobre gols deles pois exceto pela bola na trave, perderam as outras 3 ou 4 chances por ruindade mesmo. E vejam mais ironia, num jogo em que nossos principais jogadores de criação sumiram em campo, fomos salvos pela ótima partida do Lodeiro. Jogou muito o uruguaio, o que explica como conseguimos chegar algumas vezes na frente e aí, o talento incrível do garoto Bruno Mendes fez a diferença.

Na segunda etapa, pelo menos no início, paramos de “pedir” para tomar gols, ajudados de novo pela ruindade do adversário mas principalmente por uma melhor organização tática do nosso grupo. Nada que valha nota mas sim, um time melhor postado em campo. Lima horroroso, Andrezinho nulo e Seedorf continuando parecer desinteressado davam o tom do que era este jogo, horrível, sonolento, sem qualquer jogada que mostrasse ser uma partida de um time que já brigou mais acima na tabela (o Botafogo). O juiz, para variar, não estava nem um pouco a fim de ser isento, invertendo tudo o que podia contra nós, mas duvido que fôssemos jogar melhor caso a arbitragem nos desse, pelo menos nesta partida, uma folguinha nestes apitazzos viciados.

E o show de horrores foi sendo mostrado no palco de Floripa. Aquele fiapo de organização que tivemos na volta do intervalo sumiu de novo a partir dos 18 minutos e voltamos a “pedir” gols nas redes do Jefferson. Mas como não se tenta gols sem marcá-los o jogo inteiro, ainda mais sendo o adversário esta coisa horrenda de hoje, o ânimo deles foi arrefecendo (mesmo ainda melhor postados em campo do que nós), nossos garotos foram tocando a bola de forma minimamente eficiente para tentar fazê-la chegar à frente e conseguimos chegar ao fim da partida no 2x0 mesmo. Agora fica um alerta: com o futebol apresentado hoje, não tem como não dar vexame em alguns dos 6 jogos que faltam. Quem avisa é o nosso blog, já cansado de fazer isto nestes 3 anos de existência.

E se vale mais um aviso, vindo o Goianiense no sábado apenas querendo jogo e entrando em campo o Botafogo com a falta de organização de hoje, perdemos e perdemos feio.

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28 de jul. de 2012

VENCEMOS, E SÓ!

BOTAFOGO 1 X 0 FIGUEIRENSE




Era um jogo crucial para o Botafogo. 


Final da tarde veio com notícias animadoras. Primeiro a de que a escalação seria a já anunciada pelo Orlando, com dois atacantes. Se não é a melhor escalação, pelo menos é um indicativo de que OO pode não ser tão teimoso.


Depois tivemos ótimos resultados dos adversários, Vasco e Inter empatando, Coritiba vencendo o Grêmio. Então seria hora de vencer, e amanhã continuar torcendo para resultados favoráveis.


E aí a novidade legal, tudo combinado para postagem dupla, eu mais uma vez ficando em casa, Paret indo para o estádio, e recebo ligação dele. Numa feliz coincidência, ele encontrou com o pai do Sassá, nosso jovem e promissor atacante, e também com o garoto Dedé, meia vitorioso da nossa equipe de juniores, um dos próximos a serem promovidos.


Então podíamos dizer que estava tudo para a festa. Mas não foi isso que vimos. Em campo o jogo era feio e arrastado. O esquema não funcionou. Renato ficou apagado, Andrezinho oscilou, e Rafael Marques me fez lembrar do Alexandre Oliveira.


É amigos, a coisa está complicada. No intervalo o OO voltou ao 4-2-3-1, sacando o Rafael Marques e colocando o Vitor Jr, que correu bastante tentando desmentir as histórias que estão circulando. Mas não convenceu. 


A partida continuou triste, fomos salvos algumas vezes por Jefferson, mas de diferente, nesta partida, era o adversário frágil, pressionado pela lanterna, e sem suas maiores estrelas, Caio, Loco e Ana Paula Oliveira (esta  piada trazida do twitter).


Por sorte, em lance fortuito, Andrezinho conseguiu um espaço, bateu de fora da área, a bola desviou na zaga, e o goleiro deles aceitou, no que podemos considerar um franguinho.





Perto do fim, jogador do Figueirense consegue o segundo amarelo e nos deixa com um a mais. Parecia que teríamos ao menos um fim de partida tranquilo. Engano, poucos segundos depois Vitor Jr numa infantilidade (mais uma) colocou a mão na bola, arrumou o segundo amarelo, e parece que garantiu definitivamente a vaga de quem sai do meio para a entrada do Seedorf.

De positivo? Os 3 pontos, que dá uma certa tranquilidade, e ver que com calma Seedorf vai abrindo sua caixa de ferramentas e nos brindando com belas jogadas e belos passes, jogando bonito, cooperativo e objetivo. 

Alçados temporariamente à sexta posição, agora nos preparamos para enfrentar outra equipe do Z4, o Atlético-GO, mas antes com uma pausa para iniciar nossa participação na Sulamericana, enfrentando o Palmeiras. Vamos torcer para as coisas melhorarem.

Abraços.


Olá meus caros amigos.

Hoje eu tenho que deixar aqui uma história digna dos melhores roteiros de ficção, mas que tive a felicidade de viver no caminho para o estádio. Digo-lhes então, acerca do jogo, que o time se ressentiu mesmo da entrada do Seedorf como que tendo que, já estando num patamar relativamente avançado no tocante ao sistema tático, dar uma recomeçada que, felizmente, nos deixou hoje nesta temporária sexta posição e agora podendo marcar mais pontos para encostar nos líderes. E como o Henrique já fez o raio-x do jogo, vamos ao que eu gostaria de relatar e que, certamente, deixará os nossos amigos igualmente felizes.


O diário de um botafoguense.


Cheguei nesta noite de sábado à estação da supervia e, pulando de 2 em 2 os degraus, ainda assim não tive a felicidade de pegar o trem no horário pretendido, ficando naquela frustração de antever atraso para a chegada ao jogo e talvez até uma noite bem mais ruim em campo (é bom nem comentar). Ledo engano. Tive mesmo foi a felicidade de me atrasar pelo que viria em seguida.

Sentei-me num banco com o rádio do celular ligado em informações do jogo do Vasco e vi quando um cara que aparentava a minha idade, com uma camisa branca com a estrela no peito,me vendo também usando o manto sagrado alvinegro, disse ao seu interlocutor “então tá.. vou ficar aqui neste banco com este botafoguense”. Com a raiva que eu estava, cometi a indelicadeza de não responder inicialmente à gentileza dele, mas ele começou a falar do jogo e o papo se iniciou. Tudo muito rápido, ele disse que o seu filho iria ficar no banco e a princípio, não entendi direito. “Meu filho joga no time” emendou ele, pegando-me de surpresa até que eu lhe perguntasse quem era o atleta. “É o Sassá” ouvi em resposta.

Cara de muita surpresa, elogiei o garoto e falamos por uns minutos sobre esta coisa de ter chance no time quando o seu celular tocou. Ele falou algumas coisas e ato contínuo, disse ainda ao celular “fale aqui com um amigo botafoguense”. Surpresa em cima de surpresa, peguei o celular e ainda perguntei quem era. Quando ele disse que era o garoto falando lá do estádio, quase não acreditei. Falei um “oi”, o garoto respondeu e só pude pensar em lhe desejar sorte e que Deus iluminasse o seu caminho. Não lembro direito do que falamos, mas acho que o menino respondeu também com um termo religioso e me despedi. E vocês acham que foi só isso?

Chegou o trem, entramos e por estar a composição cheia, sentei de um lado e o pai do garoto do outro. Ele relaxou um pouco do nervosismo pelo atraso (o horário do jogo estava bem próximo), cochilou e ali ficou aguardando a chegada ao Engenho de Dentro. Olhei então três jovens que estavam igualmente do lado oposto ao banco aonde sentei, mas em um outro assento diferente do do pai do Sassá e percebi um garoto bem novo e duas lindíssimas jovens, uma delas parecendo ser sua namorada. Não fixei o olhar pois não é de bom tom observar pessoas acompanhadas mas em mais algumas estações, o jovem se levantou, foi até ao local aonde ainda cochilava o pai do atleta e o chamou. Ele acordou, sorriu muito e se deslocou dali para se sentar ao lado dos jovens. Sentou-se, fez cumprimentos (ouvi quando o rapaz disse às meninas “é o pai do Sassá”) e para minha surpresa, fui chamado para também cumprimentar o trio. Me levantei e ouvi do pai do atleta que aquele jovem era igualmente jogador do Botafogo.

Mais surpresa da minha parte, sorri, apertei-lhe a mão (o garoto é absolutamente simples e simpático) e comecei a perguntar de qual categoria ele era. Ao responder que era dos juniores, perguntei-lhe o nome e ouvi, já quase sem acreditar, que se tratava do Dedé. Vejam só. Como eu já havia passado um SMS para o Henrique falando sobre ter conhecido o pai e falado com o Sassá, resolvi lhe telefonar. O Henrique ficou emocionado do outro lado da linha, mandou cumprimentos e elogios para os jovens (os quais repassei) e ficamos naquele papo de quem jogaria naquela partida, como faríamos para ganhar e começamos a marcar para ficarmos na arquibancada (o que depois não foi possível visto serem os ingressos deles para o inferior Oeste).

Chegando ao estádio, o pai do Sassá saiu na frente por ter que encontrar o contato do filho no lado oposto do estádio e eu segui então com o Dedé, sua namorada e a outra jovem (provavelmente cunhada) para o setor Oeste quando ele disse (não sabíamos ainda que tínhamos ingressos para setores separados – ainda bem) para que eu aguardasse até que ele solucionasse um problema com as suas entradas, e emendou: “vamos esperar um pouco pois o Sidnei vem aí”. kkkk. Vejam vocês. Fui conhecendo um a um os heróis do título de 2011, da Amsterdã Cup (falamos no trem sobre a excursão européia) e do título na Alemanha.

O jogo começou, as pixotadas do F. Ferreira rolaram em campo e fiquei feliz por estar do lado de fora (que coisa, não?). Mais uns minutos e o Dedé pegou o celular, ligou e começou a mostrar ao Sidnei, fazendo gestos com as mãos, aonde estávamos e vejam, quando o garoto se aproximou, mesmo na pressa para ver o problema dos ingressos, parou e apertou a minha mão. Tudo resolvido, vimos que não ficaríamos nos mesmos setores mas eu já havia pegado o número do celular do Dedé e marcado para que pudéssemos colher um depoimento para o nosso espaço (expliquei que não era jornalista e sim, torcedor e autor de um blog) e só então, subi para a "minha segunda casa", a Oeste Superior, para acompanhar o jogo.

Sassá e sua família moram num prédio aqui na vizinhança e em telefonema, já ficou certo para que eu os procure, o que vou fazer com calma para não atrapalhar o dia a dia do garoto. Vou mostrar-lhes o blog e tentar algum tipo de entrevista ou um vídeo para que possamos publicar aqui mas é interessante ver como, traçando um paralelo, tive um ‘pré-jogo’ que seria parecido com uma chegada ao Maracanã ali por volta de 73 para ver Marinho Chagas, Jairzinho e Fischer em campo, e subir a rampa um garoto de nome Mendonça, conversando e trocando impressões sobre o time. Foi realmente uma noite muito marcante esta do dia 28/7/2012: encontrei celebridades futuras (brinquei assim com eles) e ainda presenciei o início da era Seedorf.

Que a sorte sorria para estes iluminados jovens talentos.

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5 de nov. de 2011

BOTAFOGO PERDE PARA O FIGUEIRENSE

Imagem_MSN esportes

BOTAFOGO 0X1 FIGUEIRENSE, EM CASA.

Não adianta. Entramos num ano em que a diretoria fez de tudo para nos dar um time decente e nos deu. Fiquei comparando, por exemplo, o nosso time (alguns jogadores) com este adversário agora 5º colocado e ficou claro como se montou time mas se ficou sem treinador. Não me queiram mal mas não era mesmo hora de fazer experiências táticas e parecia que só ele não sabia como viria jogar o Figueirense.

Ele (o entregador de camisas) é inseguro, não tem firmeza para tomar decisões, inventa fora de hora e hoje, justamente num dos jogos mais difíceis desta reta final e só se falou disto durante a semana, resolve fazer a mudança tática que fez. O resultado foi um Leo (entrou no lugar do Herrera) absolutamente nulo, um Renato praticamente inútil na frente e quando ele resolveu consertar a besteira que fez, ficou difícil passar pelo jogo forte e às vezes de violência deste adversário catarinense. E acredito sinceramente que se Jefferson não tivesse falhado naquela bola do gol e eles fossem empurrando o jogo à sua feição (atuaram assim o tempo todo), ou sairíamos com um 0x0 infeliz ou teríamos corrido o risco de perder em outra bola de contraataque deles.

O pessoal da rádio Tupi já adiantava na parte da tarde que ele estava “pardalizando” com esta drástica alteração, enfraquecendo nossa marcação na meia com a intenção de fazer Renato chegar no ataque e municiá-lo de jogadas ficando, consequentemente, sem Herrera que bem ou mal, prende a atenção de 2 e às vezes 3 zagueiros. E não há que se dizer que este time pequeno está invicto há 12 jogos, que ganhou de vários grandes que visitou durante esta invencibilidade ou o que quer que seja para justificar a pixotada do nosso time (treinador) hoje, vez que o que vi quando eles precisaram se safar de ataques nossos, foram chutes tortos, bicos para fora e até passes errados.



Imagem_O Globo

A justificativa sobre terem vencido tanta gente de camisa não cabe, pois quando eles entraram durante o jogo com Jonatas, aquele Jonatas que quisemos ver longe para termos o time que temos hoje, nós alinhávamos Elkson, Mago, Cortêz, Renato, Mattos e Jefferson. Nosso goleirão falhou hoje mas está com crédito, pois até neste jogo tirou outras duas bolas de perigo. Maicosuel foi tão mal na segunda etapa que até passou a ser vaiado pelos 25 mil alvinegros no estádio, prendendo muito a bola e deixando, com isso, de criar boas jogadas de área.

Não aceito também esta coisa de que na hora de assumir a ponta, na hora de tomar as rédeas do campeonato o time amarela. Tivesse a equipe entrado com a formação com que vem atuando praticamente o campeonato inteiro, as chances de sair com o empate para o intervalo teriam crescido e muito.

Agora ficamos aí, na dependência de segurar o Vasco, com uma semana daquelas, sete dias com a imprensa buzinando no ouvido e perigando perder a tranqüilidade de vez e com ela, a sonhada vaga na Libertadores. E o pior galera, todos sabiam que aquele time viria aqui jogar assim, mas infelizmente, o entregador de camisas do Botafogo quis fazer mais uma experiência no seu laboratório para treinador. As lições que ele deixou no Palmeiras e posteriormente no Quattro aqui do Rio parecem não lhe ter servido para nada.

Até quando teremos que aturar este cara fazendo vestibular para técnico no banco do Botafogo?




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3 de ago. de 2011

CAIO JUNIOR ERRA DE NOVO


BOTAFOGO perde para o Figueirense em Florianópolis. 2x0

Independentemente de termos tomado 2 gols sem que o adversário tivesse feito nada demais para fazê-los, da ótica de quem, como sempre nestes jogos das 19:30, chegou à frente da TV aos 19 minutos do primeiro tempo e já encontrou a partida correndo com 1x0, podemos dizer que nosso time continua mal. E o desenrolar da partida foi trantando de confirmar este fato. O que se via em campo hoje era o nosso time tentando jogar e eles batendo, batendo e o juiz levantando cartões amarelos aqui e ali, mas mesmo assim, com o Botafogo todo confuso, não levamos perigo ao gol deles em praticamente nenhuma jogada. E isto meus amigos, com o adversário fechadinho tentando manter o resultado a cada gol e só saindo na boa. Passar pela marcação deles na sua defesa era praticamente impossível e nosso bom toque de bola visto contra o Cruzeiro, desta vez não funcionou a contento. O que se falava muito na transmissão era que o nosso Jefferson falhou no primeiro gol, mas depois, com o replay da jogada, viu-se que toda a defesa foi envolvida no lance.

Desta vez, quem começou a mostrar um bom jogo, até lançando bolas vez que nos dribles ainda está procurando as melhores opções, foi o nosso Mago. Elkson, mais uma vez, continuou atrapalhado e não conseguia acompanhá-lo. Só que em noite de má sorte, até a Lei de Murphy veio com tudo para cima do Fogão, ou seja, se estava ruim piorou mais ainda: o juizeca aceitou a ‘aterrissagem’ do atacante adversário, deu aquele pênalti escroto (desculpem o termo) e com 2x0 ficou muito difícil manter os nervos do time no lugar. E o pior é que o time ainda ganhou mais 2 cartões amarelos com as reclamações pré e pós cobrança (Herrera já tinha levado o seu de praxe), e ficamos então na expectativa de pelo menos um gol para não sairmos para o intervalo com estes 2 de desvantagem, o que efetivamente não aconteceu.

No segundo tempo, já passávamos dos 10 minutos e o nosso time ainda não mostrara reação ou como faria para sair da armadilha da marcação dos catarinenses. O time estava sem força, nossa sistema defensivo já não era o mesmo do jogo passado e os jogadores adversários sempre se impunham, no início na marcação e agora já no toque de bola. Quem tentava levar o time à frente era o Mago mas sozinho, não conseguia municiar o ataque da forma que era preciso. Com a expulsão do jogador adversário, o técnico (o H. P.) resolveu colocar o Alexandre Oliveira em campo tirando o Herrera aos 22 minutos, já tendo voltado para esta segunda etapa com Lucas no lugar daquele que representa a falta do lateral direito em campo, o Cabeçandro. Eu preferia ver o Alex substituindo o gringo, já que era para ir para a frente, mas fomos indo com o time tentando atacar e já aos 27 minutos, Mattos, com cartão amarelo, saiu para dar lugar ao Felipe Menezes.

Mas nosso time atacava, os jogadores começavam então a tentar tocar a bola mesmo com alguns deles muito aquém do que podem render mas em dia em que até Renato jogava mal, as coisas não podiam mesmo acontecerem a nosso favor. Felipe entrou bem e o time chegou à área adversária de vez e as únicas coisas que não ajudavam então eram o placar mais largo do que seria esperado e o pouco tempo restante a cada ataque perdido. Aos 34 minutos, o juiz marcou um sobrepasso do goleiro adversário mas Elkson chutou muito mal e o time ia, tentando mas também esfriando o ímpeto com tantas más atuações individuais. Loco, Alex Oliveira, Elkson, Cortêz, Jefferson, enfim, praticamente todo o time jogou mal. Aos 45, o Mago ainda deu uma vacilada e acabou sendo expulso e com isto, as coisas já começavam a se complicar para o time vez que ele pode ter sua punição extendida pelo que falou para o árbitro.

Vamos reagir contra o Vasco. Parada muito difícil mesmo mas quem sabe, trocamos a derrota de hoje por uma vitória domingo? Reage Fogão!!!


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG