Eis aqui um bombeiro, talvez o único disponível caso haja uma réstia de bom senso dentro do clube, capaz de fazer uma reviravolta que nos tire desta situação
Jorginho, ex atleta do Palmeiras e ex treinador da Ponte (popularmente chamado de 'Jorginho cicatriz').
Nesta reportagem do Lance, o técnico relata como fez para sapecar 5x0 no engraçadíssimo* time do Inter.
*Muita gente me critica na internet por isso, mas sempre elegi as grnades enceradeiras do futebol mundial e D´Alessandro é uma das mais vistosas. Nem sei se ele estava em campo mas aí está um daqueles conhecidos atletas de jogos resolvidos.
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Crise que segue, fomos para o jogo em Salvador. Confesso que assim que li a escalação, pouco vi do assombro que seria ficar sem o Sheik problemático, a recente avenida Bolívar e também o Edilson, de quem já há muito não tínhamos notícia. Entramos em campo então, tendo como desconhecidos apenas o Régis e o Fabiano, um garoto das divisões de base. Eram tão poucas novidades que foi possível até barrar o Wallyson de novo, vejam que maravilha. Afinal meus amigos, entrar com o Wally-quem? e o Zeballos juntos em campo não é coisa das mais agradáveis de se ver no nosso time nestes dias negros. Os dois se tornam aqueles já falados “dois a menos” e aí, com as falhas, o grupo vira um bando.
Com a bola rolando, do show de horrores que saía dos pés daqueles 22 valentes atletas, vejam que irônico, dominamos amplamente a partida e perdemos, daquelas certas, 3 chances de gol em 4 jogadas, já que na última, a da bola na trave do Ramirez, a jogada ainda voltou do Zeballos mas sem chance para o equatoriano tentar o gol outra vez. E dominamos, pode-se afirmar, por todos os números estatísticos desta etapa: posse de bola, escanteios, as chances já faladas e até um que de espectador da partida em relação ao nosso goleiro.
Foi mesmo uma pena não termos revertido esta vantagem em gol. Até a nossa marcação, mesmo com o desentrosamento natural entre gente recém chegada e atletas já há mais tempo no clube mas sem a titularidade, até nisto fomos relativamente bem. O show de horrores falado lá em cima refere-se, sim, ao péssimo futebol para quem apenas assiste, e não para quem torce.
Mas nesta fase em que estamos nada é tão seguro assim. Veio a segunda etapa e com ela, a crise na bola, no campo. O time deles chegou mais ligado, nossa defesa delivery começou a dar suas pixotadas e logo, logo abriram o placar. Chegamos até a empatar nos momentos em que Carlos Alberto entrou no lugar do Fabiano, num gol do Rogério bem feio, bem à feição desta partida ruim. Mas eles voltaram ao ataque, chegaram ao segundo gol e perdemos mais uma. Do ameba continuo não falando nada (e olha que ele nos prejudicou duas vezes), pois a minha opinião é que nós mesmos é que temos que reagir. O treinador ainda trocou o Gabriel pelo jovem Murilo (aos 31 minutos), mas nada se viu que mudasse a nossa forma de jogar ou nos desse mais poder de fogo.
Ah! Aquele grande temor que tenho de ver os “dois a menos” não se confirmou hoje. Pelo menos, não se confirmou em relação aos dois juntos: Wallyson substituiu Zeballos já no fim do jogo.
Mas para não dizer que o blog não tem notícia boa (em hora triste, como comemorar?), eu mesmo, em acesso hoje à tarde, cravei a visita de número 175 mil.
Depois da tempestade? Isso me faz lembrar que podemos tentar relaxar com um clássico da MPB...
Sobre o jogo? Blá-blá-blá, dominamos o primeiro tempo, perdemos gol, a bola pune, quem não faz leva, jogamos como nunca, perdemos como sempre... o de sempre.
O elenco e ruim, ficou pior. E duvido que só os 4 criavam problemas, tumultos, etc. Vai ser feito o que agora? Não tem como contratar e inscrever mais ninguém, então vamos ter que ficar esperando a estreia do Régis, que não vi jogar, o Dankler deixar de boicotar e fazer corpo mole igual ao Bolívar fazia e passar a marcar o atacante e não colocar a mão na bola na área, vamos ter que aguardar o Zeballos mostrar força e disposição.
Conclamar a torcida para ir ao estádio? Faço gosto, mas ninguém mais tem paciência, e com certeza as vaias virão rapidamente. Jogar em casa com estádio cheio não dará ânimo, só aumentará a pressão sobre os jogadores, que parecem já não ter o interesse em nada mesmo, afinal quem manda no clube também não quer saber de nada.
Vida que segue. Futebol não é a coisa mais importante do mundo. Vou aguardar o fechamento das cortinas deste ano com indiferença.
Assim falou (não o Zaratustra), o Vetusto (no pior sentido possível da palavra).
"Liguei para Gottardo (diretor de futebol, foto), no fim do dia (quinta-feira) e falei para entender que não era ingerência. Era a decisão que o presidente resolveu tomar". Pedi para ele passar essa questão ao treinador Vagner Mancini".
"Tudo que acontece fica por conta do problema financeiro, o que não é exclusivo do Botafogo. Outros clubes passam pelo mesmo problema".
"Os quatro (entre eles, Edilson e Emerson Sheik) terão contrato rescindido. Já vinha amadurecendo essa ideia. Tomei a decisão com o vice de futebol".
"Hoje estamos rebaixados. Quem é o responsável por isso sou eu".
"Algumas questões são técnicas. A produção de alguns jogadores não são compatíveis com as falas".
"Mancini colocou o cargo à disposição. Disse que entende, respeita a minha decisão, mas não aceitei. Sou o único responsável por um possível rebaixamento".
"Todos foram comunicados ontem (quinta-feira) à noite pessoalmente por pessoas do Botafogo, menos o Emerson, que foi avisado por um agente. Todos receberam um documento por e-mail como o Bolívar recebeu da primeira vez".
"Não era para estarem aqui hoje (OS AFASTADOS FORAM AO CLUBE). Vieram por motivos deles".
"Não é afastamento. Isso é outra coisa. Estamos rescindindo".
"Não teve indisciplina, mas alguns discursos colocados errados. Se coloca questão financeira como responsável por tudo. Não era".
"Pelo trabalho, conhecimento do Mancini do elenco, acho ele a pessoa certa para resolver esse problema".
"Se for rebaixado, a culpa é minha. Tomei a decisão que achei melhor. Novas lideranças no elenco vão aparecer, a base sempre correspondeu. Se não tivesse confiança no atual elenco, não tomaria essa decisão".
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O Dória hoje ficou no banco com a permanência do André Bahia na zaga e assim, sem Sheik e Carlos Alberto, fomos para esta partida, perigosíssima pelo fator ‘jogo de seis pontos’ e, ainda, pela recuperação técnica do adversário nas últimas rodadas, tendo que confirmar a aguardada subida de produção após a vitória do último domingo. Mas a realidade nos foi madrasta e bem rápido. Após uma pressão da qual não soubemos sair, cometemos alguns erros em sequência e tomamos o gol logo aos 2 minutos de jogo, com nossos jogadores sonolentos, andando em campo e deixando o adversário à vontade ante um Jefferson sobrecarregado.
As tentativas de criação de jogadas eram mal feitas, com passes mal completados e com os nossos (hoje) lentos jogadores esbarrando na marcação deles, muito eficiente por sinal. Mal conseguíamos chegar na área adversária com qualidade, o que praticamente não nos deixou criar quase nada em matéria de jogadas perigosas. Para determinados jogos Ferreyra se torna praticamente inútil, mais atrapalhando do que propriamente prendendo a defesa adversária ou criando jogadas de perigo pelo alto. No jogo de hoje, também Zeballos, Ramires e Gabriel estavam abaixo da crítica, impossibilitando que as tentativas de reação surtissem efeito, perdendo bolas fáceis e dando contraataques para o adversário. Do Junior Cesar então nem falo mais nada: absolutamente inútil e, com algumas jogadas erradas, bastante temerário.
Na volta para o segundo tempo, Rogério voltou no lugar do hoje péssimo Gabriel mas nada de novo se viu em campo. O time até passou a atacar mais, mas os inaceitáveis erros de passe jogavam contra. Aos 25 minutos, Daniel saiu para a entrada do Gegê mas igualmente nada de novo acrescentou (e, claro, sequer o Gegê foi visto no gramado durante o tempo em que atuou). Aos 39, Ramirez saiu para a entrada do Bollati mas em noite negra de vários jogadores (e do sistema de jogo como um todo), nada deu certo. Perdemos mais uma vez pelo inacreditável apagão do time em certos jogos e, convenhamos, não fizemos por merecer sequer empatar esta partida.
Leniência, preguiça, falta de vontade, falta de espírito de grupo, descaso, irresponsabilidade, má vontade...
Poderia passar a noite falando as mazelas que atingiu estes homens que vestiram a camisa do Botafogo hoje. Todas inaceitáveis para aqueles que se dizem profissionais e trabalhadores. Não se pode entrar em um jogo destes com a displicência e o desinteresse que mostraram durante toda a partida.
Para não ser injusto, só salvo o Jefferson, o Airton e mais ou menos o Gegê. E digo isso não falando que jogaram muito e fizeram boa partida, mas só pelo fato de terem mostrado alguma seriedade, qualidade mínima para se tentar uma vaga no banco do Botafogo.
Os demais? Não consegui entender o sumiço do Daniel, o excesso de erros de Gabriel, a improdutividade do Edílson. Isso sem falar na inoperância do Ferreyra, na incógnita que ainda é o Ramirez, a zaga insegura, Júnior César apagado e o pior de todos: Lúcio Pablo Flávio Zeballos. Pra mim já deu, pode voltar pro Paraguai.
Agora é a torcida se movimentar e empurrar este bando para arrancar uma vitória no Maracanã. A promoção está aí, e a vitória não interessa à Diretoria, comissão técnica ou jogadores. A vitória interessa a nós, torcedores, que de fato somos o Botafogo. Nós precisamos vencer.
E eu assisti a esta partida com muita calma, analisando cada lance, cada jogada e, claro, o conjunto todo no seu desenvolvimento em campo e aí, me ocorreu justamente o pior: que porcaria de treinador é esse que, mesmo com o time perdendo, não consegue fazê-lo fechar no ataque com um mínimo de atletas necessários para levar perigo ao gol adversário? Meu Deus! Aquela jogada na qual Zeballos perdeu o gol, ela mesma foi o exemplo maior de que, com um ataque bem situado na área deles, até a vitória teria sido possível mas aí amigos, como fazer gol chegando com 2 atacantes contra 4 ou 5 defensores, e isto o jogo inteiro?
Fora esta reclamação em forma de dúvida, acho o nosso elenco razoavelmente bom. Tão bom, por exemplo, quanto este do adversário de hoje, que é um time que eventualmente acessa o G4. Só que, por não ser conhecedor de posturas táticas, não posso afirmar se essa coisa de defender bem, fechar bem o meio mas não ter um ataque de time grande, é mesmo erro de quem está comandando no banco. Talvez a minha dúvida possa ser respondida por esta constatação: o “homem” não parou em nenhum time grande em que passou e sucesso mesmo, só nestes medianos fora do eixo Rio-S. Paulo-RS-Minas.
Mas do jogo, o que sei mesmo é que, ainda assim, perdemos essencialmente pela forma estranha do Dória (o segundo gol foi uma consequência do momento da partida). O garoto melhorou e muito com a bola no chão mas diabos, está falhando em todas pelo alto. Foi dele a culpa no empate do Cruzeiro, no primeiro gol de hoje, no gol da derrota para o ex lanterna e por aí vai. O que pode estar havendo com ele? Vamos ao debate.
- Nosso time, realmente, não é pior do que o da maioria. Hoje nós perdemos um jogo para uma equipe para lá de arrumada.
- Gostei da estréia do peruano. Para um atleta em inatividade por tanto tempo, mostrou boa visão de jogo mas, infelizmente, a falta de ritmo o prejudicou muito e o seu futebol acabou não aparecendo.
- Decepção mesmo é o garoto Daniel: teve ‘trezentas’ chances e acabou por se destacar somente naquele jogo contra o Criciúma e mesmo assim, com a partida já resolvida. Machucou-se, sumiu de novo e quando será que vai conseguir jogar bem outra vez?
E como “prêmio” para a tentativa de recuperação na tabela, no jogo da volta para casa, pegamos o Flu, time igualmente do G4. Alguém estava pensando que iria ser fácil?
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Estamos no último minuto de um dos jogos mais dramáticos
da nossa "existência alvinegra".
Brasília - 5/8/2014 - 17:32h.
O tal do grupo bom senso já deu a sua primeira "canetada", não se sabe bem se a exemplo da trôpega Lei Pelé, no sentido de defender os seus interesses e, em linha frontal e direta, terminou por prejudicar o Botafogo no tocante à renegociação das dívidas fiscais. O projeto é aquele conhecido como Proforte.
Estamos agora no último minuto deste jogo aterrorizante, aguardando ainda a chegada da quinta-feira (o dia do apito final). Neste dia (7/8), o TRT do Rio irá julgar recurso do Botafogo requerendo a reentrada do clube no Ato Trabalhista. Quem acompanha esses trâmites de perto afirma que, sem acordo na quinta é insolvência total. Vários atletas completam 3 meses de salário atrasado até sexta-feira, o que lhes permite rescisão unilateral de contrato. E por aí vai.
O Engenhão, notícia comentada pelo Gigante e pelo Henrique no post passado, será devolvido em novembro, em época do returno do brasileirão bem parecida com essa (rodada em que estaremos recebendo o Furacão) e por isso, há notícias de que o clube já se move para propiciar ao equipamento as condições necessárias para receber jogos de futebol mas aí eu pergunto: COM QUE DINHEIRO?
Poucas vezes, nestes meus 'mais de 40' anos de Botafogo, vi a coisa tão feia.
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Se fizessem, para esta manifestação, uma espécie de abaixo assinado ou ato escrito de protesto, eu assinaria as 6 milhões de vezes necessárias para completar o quadro de torcedores do clube.
Leia reportagem sobre briga do Bebeto de Freitas com o atual Presidente Maurício Assumpção no globoesporte.com
Ora amigos, até a balela da venda de uma sede já veio à baila. Na mesma reportagem acima linkada, tem outro link mostrando que, para que sejam colocadas as contas em ordem, o clube precisaria de 65 milhões até o final do ano. Então, com novo comando a partir de novembro, caso se tentasse conseguir verba em 2015, bastariam os 65 milhões e mais o que fosse preciso na rolagem da dívida.
Só que um tal técnico em finanças ligado ao clube já alardeou que podemos ir à falência e aí, surgem os boatos mais nefastos do planeta como encerramento de atividades. Pago para ver. Quem quiser, pode me cobrar (o salário inteiro). Época de eleições, gente querendo voltar e, no caso do Bebeto, com a volta do estádio, passar novamente a gerir aquilo que conseguiu em 2007 (a concessão do Engenhão) e por mais 4 anos, até 2018. Para mim é isso, eleições, tiros de todos os lados e, neste ano, infelizmente, o time deixado à mingua.
- O estádio próprio - o caso 'luso-arena'. Aqui, não se fala na manipulação tentada por Bebeto de Freitas nas negociações. Farei nova postagem, ainda esta semana, falando das denúncias do Montenegro à época.
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Querendo subir na tabela, time dá mole e perde por 1x0
Entramos no jogo muito frios, deixando o adversário pensar e tentar construir jogadas quando o certo, contra um time como o deles, sofrido, com derrotas seguidas e marcando passo no torneio, seria justamente o nosso time entrar sufocando. Não acertávamos nada, o todo em campo estava frouxo, a marcação até se saía bem mas como conjunto, fomos deixando que “gostassem” do jogo.
Tamanha panacéia lhes deu tranquilidade. Eles foram procurando se entrosar naqueles minutos de pane geral no Botafogo (mesmo tendo alguns atletas fazendo a sua estréia) e até nem corríamos perigo mas como fazer o nosso futebol se impor ante o lanterna do campeonato? Com tudo isso, tomamos um gol em jogada que não foi nem de contraataque, mas na qual o homem de frente deles chegou sozinho com o zagueiro para cabecear. Foi dose para mamute. Inaceitável sob todos os aspectos. Não perdemos bola, eles vieram de jogada invertida da esquerda para a direita e ainda assim, pareceu em tudo um contraataque dos mais tradicionais.
Zeballos voltou do intervalo no lugar do Bollati e o nulo Yuri Mamute permaneceu atuando, ou melhor, não jogando. Nada mudou. O time continuou sem força, sem organização no meio e, mesmo com o adversário já tentando manter o resultado, nada produzíamos lá na frente. Aos 14, Daniel entrou no lugar do (até que enfim) Mamute e a esta altura, o time já começava a ir para a frente tentar chutar a gol. O adversário, que só defendia esperando os contraataques, no entanto, conseguia vencer o nosso ataque com a sua bem plantada defesa.
Subimos então de produção de maneira incrível, como a mostrar que no primeiro tempo o time não tivesse entrado para jogar. Virou uma espécie de ataque contra defesa, só que o nosso ataque errava demais. Todos erravam, ou nas conclusões, ou nos últimos passes para quem estava melhor colocado mas ainda assim, foram quase vinte minutos seguidos de pressão quase absoluta. Aos 31, Wallyson entrou no lugar do cansado Carlos Alberto e continuamos dando continuidade à pressão. A essa altura, o time deles não jogava: apenas se defendia, num jogo de ataque contra defesa de dar raiva.
No finalzinho de jogo a situação reinante era de impressionar: mesmo com o nosso time atrapalhado, tudo era marcado contra nós, impedimentos inexistentes, faltas fantasmas e, claro, jogo violento deles, antijogo, tudo sendo aceito como se fosse válido. Enfim, não conseguimos o gol, o que ficou muito difícil ante a desorganização para se chegar ao ataque e, claro, para não fugir à regra, a tabela novamente nos é madrasta: vamos enfrentar o Cruzeiro.
Caros,
Cheguei rápido em casa. Aproveitei estar na Sul inferior e saímos quase correndo ao apito final. Rampa curta, logo estávamos na rua, usei o aplicativo EasyTáxi e rapidamente fomos atendidos e um táxi nos trouxe em casa.
Esta enrolação para dizer o óbvio: resultado ruim. Perdemos. Mas perdemos porque o time é ruim, quase tanto quanto o adversário, e por conta disso o jogo foi ruim.
Não dá para falar muita coisa de um time que tem um atacante com a qualidade do Mamute, e onde os jogadores que se destacavam eram Edílson e Aírton.
Para coroar a tarde, tempinho ruim, e arbitragem ruim... o de sempre, em um Maraca onde o padrão Fifa já ficou esquecido em um passado remoto. Ingressos comprados, ficamos mais de 5 minutos esperando a entrada recomeçar no portão C, pois as catracas estavam travadas. Resultado disso é que víamos gente chegando ainda no final do primeiro tempo...
Não fiquei chateado com o placar, coisa normal do campeonato, mas fico muito preocupado como vamos encarar o Cruzeiro no próximo fim de semana com este time assim. Seja o que Deus quiser.
O atacante Irven Ávila, do Sporting Cristal, pode vir a ser o novo reforço de área do Botafogo. A notícia saiu neste sitee já está sendo divulgada nas redes sociais.
Não lembro mesmo deste atleta mas a notícia é a de que fez gols nos dois jogos da Libertadores, contra o Atlético-PR. Vamos aguardando e conferindo.
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Não com surpresa, abri o exemplar do jornal O Globo de hoje e, na coluna do Fernando Calazans, li uma informação inquietante. Declara o jornalista ter ouvido de Vitorinho Chermont, que no vestiário do pós jogo lá no sul, um desentendimento entre Oswaldo e Seedorf foi tão sério que até a turma do 'deixa-disso' teve que intervir, evitando com isso que o bate-boca chegasse às vias de fato.
Não temos mais o que esconder então. A crise se instalou igualmente no elenco alvinegro e amanhã, sem um gol logo no início, o nervosismo certamente tomará cada setor do campo. Não será surpresa se vermos alguém mal colocado mas em boa jogada de área, escolher chutar de qualquer forma em vez de passar a bola para um companheiro e nem sabemos de quem esperar isto, vez que não sabemos também os 'nomes dos bois' das panelas obviamente já formadas. Aliás, já vimos Elias fazer umas duas ou três jogadas destas nos dois últimos jogos.
Em outra ponta, sabendo-se que Maurício Assumpção brincou estes dias dizendo que iria matar um caso a vaga na Libertadores não viesse, já ilustramos o possível fato para começarmos a nos acostumar com, provavelmente, mais um ano de "batida na trave" e de espera por outro ano melhor. Vamos, de qualquer forma, fazer o nosso papel de torcedor e incentivar mas, confesso, a coisa está ficando cada vez mais difícil. Só mesmo uma boa vitória contra a Lusa para acalmar o ambiente.
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REPERCUSSÃO/ESCLARECIMENTO:
No site Fogãonet, o próprio Seedorf procurou esclarecer que pegaram um lance de vestiário e transformaram em terceira guerra mundial. Leia AQUI.
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