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14 de jul. de 2015

EM BUSCA DO SONHO - A volta da CB



Botafogo 0 x 1 Figueirense


Merecido...

Por alguns jogadores que se desdobraram e correram por dois, como Pimpão, Luís Henrique e Arão, não foi merecido. Mas pelo conjunto da obra foi.

Não dá pra discutir. Alguns jogadores não tem culhões para vestir a camisa do Botafogo e provavelmente de nenhum time grande. Tomás Bastos definitivamente é um bom jogador, para jogar no Boa, e só.

Serve de consolo que se tivéssemos passado seriam só mais dois jogos, com muita sorte quatro, e viria a eliminação, que não foi nada precoce.

Minha conclusão é que com 4 meias não conseguimos somar 2: Otávio, Elvis, Tomás e Daniel juntos valeram por menos de 2. Desculpa-se os dois primeiros, o Elvis por ter saído por contusão, e o Otávio que provavelmente não aguentaria os 90 minutos por falta de ritmo.

Substituições equivocadas? Talvez.... não sei se haveria muitas outras opções. No final também pecamos por não ter matado o jogo no primeiro tempo, quando a partida esteve a nosso favor, ou mesmo ter aproveitado os raros contra-ataques, alguns muito perigosos.

O gol deles no final? Serviu só pra deixar a certeza que Jefferson pode agarrar muito, mas não faz milagres.

Foi merecido.





Merecemos o castigo - simples assim.

Por conta do engarrafamento, cheguei ao estádio já com quase meia hora de jogo mas o que eu ouvia pelo rádio dava bem a medida do que é um time bom, bem estruturado mas, ao que me parecia, com um comando que não tem a competência para saber explorar as características de cada jogo, de cada adversário. Levamos sufôco no início, superamos este sufôco, passamos então a jogar melhor do que eles mas veio a maldita perda de bola no fim, naquele momento em que não dá mais para recuperar o prejuízo. Não quero me preocupar com o nome do atleta que perdeu aquela bola na esquerda, na jogada que resultou em retomada de bola, com a posterior troca de passes e o gol deles. Isto não importa mais. Até nem podemos dizer que foi culpa do jogador, que de onde eu estava (do lado oposto) me parecia sem opção de passe.

Nada disto mais importa. Aliás, se não temos time para encarar os times mais fortes da segunda fase, melhor sair agora do que pegar um Atlético-MG e fazer mais feio ainda. Agora é vermos se temos score do ano passado para entrar na sulamericana e no mais, vida que segue. No sábado, o Timbu vem aí.

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19 de mai. de 2015

BOTAFOGO VAI A FLORIPA

BOTAFOGO 2x2 FIGUEIRENSE



Time joga a primeira partida
da terceira fase
Empate em 2x2


Do purgatório ao céu em 49 minutos


O primeiro tempo - um autêntico show de horrores.

Não jogaram hoje o Gilberto, o Mattos e o Bill, daqueles considerados titulares e ainda o recente Daniel Carvalho que hoje nem foi de banco. Ele não viajou e vai se incorporar ao elenco em Brasília, para onde o grupo seguirá direto de Floripa a fim de cumprir o jogo do brasileiro contra o Atlético-GO.

E que gol perdeu este mistão aos 23 minutos da primeira etapa, com Henrique e Elvis se atrapalhando sozinhos ante o goleiro. Dois minutos depois, Jefferson fez jogada errada, afastando uma bola para o lado nos pés do jogador deles e na volta, em falha do Renan Fonseca, eles abriram o placar. O que bastou para ficarem pelo menos mais uns 10 minutos ininterruptos rondando o gol do Jefferson, com a nossa defesa expondo todas as falhas que é capaz de cometer, o que temos visto em muitos destes jogos de 2015. Aos 36 minutos, o Bill-II (Henrique) entrou de novo sozinho com o goleiro mas mais uma vez, se atrapalhou e não conseguiu fazer o gol, claro, mostrando que já deveria estar longe do clube. Show de horrores com direito a mulher barbada (Fonseca) e palhaços (Henrique, Diego Jardel e chega)

E o time foi assim, sendo contraatacado e lá na frente, chegando sem convicção, de forma atabalhoada até os 52 minutos deste primeira etapa, a mais nova determinação da CBF, de não deixar nenhum lance de cera ou atendimento médico sem desconto. Vai faltar preparação física. E creiam, voltamos para a segunda etapa com este mistão bem carregado nos cartões, outra das novas determinações da entidade que responde pela tabela (pois quem manda bem o sabemos), a de dar cartão para qualquer tipo de reclamação. Vai faltar jogador para terminar certos jogos.

O segundo tempo - um começo ruim mas um final bem produtivo

Voltamos com o Emerson na zaga no lugar do Fonseca, um dos amarelados pelo juiz mas na criação de jogadas, nada. E, claro, o festival de horrores voltou logo no início quando, numa jogada de área, Emerson tentou tirar a bola na linha do gol, chutou em cima do Giaretta e tomamos o segundo. Um bizarríssimo gol contra e uma sombria perspectiva de jogo para aqueles mais de 40 minutos restantes. Renê ainda aguardou a postura do time mas ante a amarelice total do Henrique, o tirou de campo para a entrada do Bill. Aos 17, quem saiu foi o Airton para a entrada do Camacho, ou seja, ficamos sem a chance de tentar a sorte com o Lulinha, e isto precisando atacar, precisando ir para a área deles com qualidade.

Mas até que o meio de campo se acertou e começamos a tentar a chegada na área deles que por sua vez, pararam de atacar. Só que nossa chegada era sempre atabalhoada, com jogadas sem muita objetividade, sem aquela bola mais forte à frente do goleiro para dar moral ao time. William Arão, antes um motor e um fator de inteligência na nossa meia, hoje estava abaixo de qualquer nível, sem a menor condição de receber uma nota maior do que zero para a sua atuação. Mas apesar dos pesares, do Bill, do hoje inepto Arão e do inútil Diego Jardel (a Lady Flávio da perna esquerda), conseguimos o nosso gol com Giaretta, aos 32 minutos e a partir daí, tomamos conta do jogo. Até o Arão parou de errar a partir deste gol.

O empate, numa falta bem cobrada pelo Carleto já no fim do jogo e com o rebote do goleiro aproveitado pelo Luis Ricardo, acabou por nos premiar, como a recompensar o time pela má sorte da jogada do gol do Emerson. Aqui no Rio nós conseguiremos vencê-los: basta o time jogar focado. Foi um bom final de jogo, pelo menos, uns 25 minutos de jogo intenso, de posse de bola muito superior à do adversário e o empate foi um prêmio para esta postura final.


- Elvis - com a atuação de hoje, ajudando a tirar o time de uma situação caótica para uma bela arrumação na parte final do jogo, já mostrou que Tomas pode ir esquentando o banco.

- William Arão - Hoje esteve abaixo da crítica mas como bom jogador que é, cresceu com o time na parte final.

- Luis Ricardo - Bela surpresa. Enquanto teve fôlego, cumpriu muito bem o papel de lateral/atacante. No fim, mesmo sem pernas mas com inteligência, se posicionou muito bem para aproveitar o rebote e empatar.

- Diego Jardel - Pelo amor de Deus! Será que sou tão implicante assim ou este cara é mesmo a moleza que tenho visto e reclamado sempre? O que a 'criança' tira o pé da bola quando tem que dividir é um assombro. Banco já! Muito bom, mas para ficar de papo com o Tomas na reserva (e vejam, os dois no banco é uma temeridade).

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6 de mai. de 2015

PARA AVANÇAR NA COPA

BOTAFOGO 3 x 0 CAPIVARIANO-SP


E PASSAMOS FÁCIL...


Vencemos por 3 a 0 sem dificuldades, apesar da escalação de time B ou misto entre reservas e sub-20.

Começamos o jogo com a volta do Jefferson, Luís Ricardo, Alisson e a estreia de Pedro Rosa. Airton, Fernandes, Gegê, Diego Jardel, Sassá e Henrique.

De cara vimos que o Capivariano veio ao Rio para cumprir a tabela, faturar uns trocados, e evitar uma goleada. Mesmo com time B dominamos as ações, e quem brilhava na criação, na briga e no ataque era o jovem Sassá, sério candidato a décimo-segundo jogador do time principal.

E foi em assistência primorosa do Sassá em boa infiltrada de Gegê que surgiu o primeiro gol do Botafogo. Depois, em jogada brigada pelo Henrique, que fez o cruzamento-assistência Sassá foi premiado pelo gol.

Não há muito mais o que falar do primeiro tempo. Pedro Rosa, que era aguardado com certa curiosidade, não entusiasmou e nem decepcionou. Luís Ricardo se saiu melhor, e mesmo Gegê e até o insensatamente incensado Diego Jardel, fizeram partida razoável. Mas diante da fragilidade do adversário, isto não significa tanto assim.

No segundo tempo tivemos a entrada, logo no intervalo, de Daniel Carvalho, substituindo Diego Jardel, e aí sim, tivemos a confirmação da boa impressão do primeiro jogo. Com mais ritmo e confiança, Daniel Carvalho confirmou o bom toque de bola, a boa visão, e até uma boa mobilidade e condicionamento físico para jogar 45 minutos.

Infelizmente no segundo tempo o futebol de Sassá caiu bastante, e este dupla não rendeu tanto. E Henrique, apesar do boa assistência para o gol do Sassá, não conseguiu mostrar nada além de boa vontade. Se Henrique não chegou a nos fazer ter saudades de Bill, também não nos fez ter esperança de não vê-lo no time principal...

No segundo tempo fizemos o terceiro gol, em cobrança de escanteio que Luís Ricardo, livre de marcação no primeiro pau cabeçeou forte de forma indefensável.

Daí para frente o jogo foi treino. Ainda vimos a entrada do Giaretta no lugar do Alisson, e a agradável volta aos gramados do menino Cidinho, já não tão menino, que mesmo não tendo mostrado muita coisa é bom saber que está fisicamente recuperado.

Agora é esquecer um pouco a Copa do Brasil, aonde devemos demorar um pouco a jogar, uma vez que hoje foi o primeiro jogo de onde sairá nosso adversário, Avaí x Figueirense. Vamos nos concentrar no próximo sábado, a estreia na série B, no jogo contra o Payssandu em Belém.

Abraços.


5 de mai. de 2015

ÁGUAS PASSADAS


É isso amigos do blog.

Águas passadas, vida que segue e amanhã já teremos o jogo da volta pela CB. Acho que o time reserva com Jefferson no gol dá conta do empate com sobras, havendo até a chance de goleada. Saímos de um carioca com a cobiçada Taça Guanabara e convenhamos, teve time de mídia e com muito mais aporte financeiro do que o Botafogo que saiu do jeito que entrou: liso, sem nada.

Viramos já esta página e agora, força amanhã e barco 'a todo pano' no sábado em Belém.

Mas, para não deixar passar em branco mais este show da torcida alvinegra no Maraca, vamos na onda do último e belo mosaico, como inspiração para o que queremos daqui por diante: sermos campeões.

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29 de abr. de 2015

COPA DO BRASIL - 2ª FASE


BOTAFOGO 2 x 1 CAPIVARIANO
Em Capivari


Vencemos e trazemos uma ótima vantagem para o segundo jogo... mas que pelada triste de assistir.

Para começar, iniciei assistindo o jogo sabendo que iríamos de Renan, Gegê, Sassá e Henrique. Ao longo da partida descobri em campo o Diego Jardel e o Airton, e depois o Jean e o Andreazzi. Em seguida, aprendi que temos um lateral direito Diego, e acho que um zagueiro Emerson e outro que fiquei sem saber o nome.

Não era para se esperar muito e nem se tentar avaliar os garotos. Eu acreditava que os jogadores mais experientes, mesmo jovens como Andreazzi, Gegê e Sassá fariam a diferença. Mas só Sassá se destacou.

Gegê, Henrique, totalmente dispensáveis. Airton, burocrático. Diego Jardel, sumido. Andreazzi fora de ritmo, mas brigando um pouco. Felizmente numa bola roubada, em toque de Andreazzi para o lateral Diego, este cabeceou para a área buscando Sassá que se antecipou ao goleiro e marcou o primeiro gol.

Daí pra frente o que vimos fora dois times batendo cabeça, inclusive literalmente. No segundo tempo vimos as entradas de Daniel Carvalho, no lugar de Diego Jardel, de Tássio no lugar de Henrique, e Dierson no lugar de Airton. Ainda vimos o Capivariano empatar, e Daniel Carvalho fechar o placar em belo gol, onde tabelou bem com Gegê e tocou de forma bonita para tirar a bola totalmente do goleiro.. 

O veterano tem categoria, comprovada não só pelo gol, mas também por mais uns dois ou três toques na bola, o que não significa que podemos dizer que ainda tem futebol. Isso só saberemos com o tempo.

Sobre os garotos, vi um correto Jean pela esquerda, um voluntarioso Diego pela direita, dois zagueiros altos mas inexperientes, e um batalhador volante Dierson. Poderemos contar com esses garotos entrano individualmete, mas não assim, de batelada.

Agora é voltar o foco para a inal do estaual,  só depois pensar neste jogo da volta.

Abraços.


Não poderia deixar de registrar esta importante marca do BLOG. Esta é a postagem de número 700. É uma incrível marca que comprova a persistência e longevidade do BLOG, fruto do imenso carinho dedicado pelo Paret e por todos os amigos que aqui frequentam.






22 de abr. de 2015

REFORÇOS PARA 2015

Do face - matéria do globoesporte.com


Foi anunciada hoje a contratação do Daniel Carvalho para o restante da temporada. Esta matéria do globoesporte.com já dá conta de que ele pode jogar a primeira partida da segunda fase da CB, contra o Capivariano, na próxima quarta-feira. Boa aposta.


E quem também já já está treinando com o grupo é o Pedro Rosa, que atuou pelo Volta Redonda. No time do interior, ele atuou pela lateral mas confesso que não lembro muito dele em campo. A conferir.


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15 de abr. de 2015

VIRANDO A CHAVE

BOTAFOGO 4x2 BOTAFOGO-PB


O JOGO ENTRE OS 'XARÁS'
A partida da volta - Engenhão



Com o time entrando em campo por 3 resultados, a saber, a vitória, o zero a zero e o outro empate por 1x1, Gilberto foi poupado e Luis Ricardo veio na lateral direita e sem o 2 titular, logo vimos o jogo lento que a presença do 2 titular sempre impede, com aqueles bons avanços pelo lado do campo. Mas o início do jogo, mesmo com a falta enorme que faz o nosso lateral titular e mesmo com o time atuando para cumprir o regulamento, mostrou logo como os nossos reservas lá naquele jogo em João Pessoa não formam um time minimamente confiável: o adversário, apesar de vermos que tem um jogo de ataque bem forte, levou muito tempo para se acostumar com o estádio mas mesmo assim, passeávamos displicentemente pelo gramado.

Mas ainda assim, com este cenário, mesmo não jogando para vencer, o nosso primeiro gol não tardou a sair. Numa cobrança de escanteio aos 15 minutos, Jobson desviou de cabeça e Bill completou quase na linha do gol. Só então o time deles resolveu sair para o jogo, claro, ajudado pela nossa leniência e até uma certa lerdeza de vários dos nosso jogadores, causada, principalmente, pelo sono com que encarávamos o jogo. Passamos então a deixá-los atacar, cedemos um sem número de escanteios ainda antes dos 30 minutos de jogo e o medo começou a rondar a Arena Nilton Santos. Mas o Botafogo anda mesmo numa maré especial, jogando mal e vencendo, talvez pela seriedade com que o time tem enfrentado os seus adversário e assim, aproveitando-se da fraquíssima zada deste time que, sim, ataca bem mas defende pavorosamente, pudemos ir respirando até chegarmos ao segundo gol com Tomas, o sempre nulo (hoje também), aos 34 minutos.

Um gol que só toma mesmo quem não tem categoria para acompanhar uma jogada de ataque, ou seja, para um time que tomava um gol destes não poderíamos mesmo perder a vaga. Mas é aquilo, as máximas, conosco, são as máximas: “há coisas que só acontecem..... quem não faz ...... nada é fácil para o Botaf..”. Não completei mas nem precisa. Demos mais espaço, fomos fazendo faltas próximas à área e numa delas, eles fizeram o seu gol. Foi justamente na saída para o intervalo, intervalo este do qual esperávamos que o time voltasse alterado. Tivemos então estes 15 minutos para acertar o time, nestes 15 minutos a TV anunciou que o Fred não jogaria no sábado e no segundo tempo, o confuso Jobson saiu para dar lugar ao Rodrigo Pimpão.

Mas a mudança, se serviu para suprir a atuação apagada do Jobson, não nos adiantou muito visto ter o adversário voltado com vontade de empatar e nisso, eram bem mais organizados para atacar do que o nosso time nos contraataques, sempre perdidos por jogadas inúteis. O jogo corria de forma bem perigosa e ali pelos 12 minutos, já era possível ouvir pela transmissão da TV os torcedores reclamando com o Renê a presença do Sassá em campo. Aos 16, Renê atendeu aos apelos dos torcedores e tirou Tomas para colocar o reclamado Sassá. Mas nada arrefecia o ânimo do adversário para atacar e nada nos fazia criar um mínimo de organização até que aos 25 minutos, Elvis saiu para dar lugar ao Fernandes.

E o garoto, que de bom e pé quente tem muito, tentou uma jogada na área sem conseguir o gol mas na sequência, Arão roubou a bola na saída do adversário, tocou para Pimpão na direira e recebendo a devolução, acertou o canto. 3x1 num momento em que éramos amplamente dominados, chegando por várias vezes a correr seríssimo risco de sofrer o segundo gol. Mas nada mudou muito, apesar das boas atuações de quem entrou e assim, eles, de tão organizados no ataque e de tantas pixotadas que fazíamos, quer não aproveitando contraataques quer nas saídas da defesa, chegaram ao segundo gol aos 35 minutos, momento perigoso do jogo.

E a situação passou a beirar o pânico. Perigosíssimo. Nossa pífia organização foi para o espaço de vez enquanto eles, vencendo o cansaço com a gana de empatar e se classificar, tentavam usar o bom toque para ir à nossa área mas este ano parece sim ser diferente em matéria de surpresas desagradáveis. De onde menos se esperava, dos pés do nulo (inútil) Luis Ricardo veio uma roubada de bola naquele momento mais oportuno para se garantir a vitória num jogo, 45 minutos. Ele então fez o rodopio correto, livrou-se do marcador e tocou no meio da área. Na sobra, Sassá fez o quarto gol, o gol do ‘ufa-ufa’. Foi um jogo de Copa do Brasil, mas deu bem a medida do que vamos enfrentar na série B ao toparmos com um time organizado e bem entrosado. Que venha o Fellype Gabriel, com toda urgência que o momento requer.



Passamos de fase. Em princípio não teria muito mais que isso para falar...

Comecei vendo o jogo na TV, depois peguei uma parte no rádio do celular, perdendo alguns minutos até terminar A Voz do Brasil, e terminei vendo na TV.

Então vou tentar fazer uma análise mais geral, visão mais superficial da situação. Primeiro, desde o jogo passado em João Pessoa estou com a impressão que a Copa do Brasil está sendo tratada como cumprimento de tabela. Não está na prioridade do clube.

Segundo, mais uma vez não fizemos boa partida mas obtivemos um bom resultado. Estamos sendo eficazes, a questão é saber se o futebol apresentado é o suficiente para este objetivo. Acho que um bom indicador de que é provável que sim pode ser trazido pelo Cadré, pois aposto que já devemos estar próximos de alcançar a metade das vitórias que conseguimos em 2014, o que significa uma grande mudança.

Outro aspecto importante é vermos que temos uma boa opção no elenco com o Rodrigo Pimpão. Não sei a questão física dele a longo prazo, mas pode compor muito bem nosso ataque.

Outra surpresa agradável é o Giareta. Não fez nenhuma partida estupenda, mas já atuou na zaga, na lateral esquerda, e fez partidas interessantes como primeiro volante, onde acho que se saiu melhor. Podemos definitivamente esquecer Airton, não depender exclusivamente de Mattos, nem jogar no fogo Fernandes ou Dierson.

Na lateral direita, Luiz Ricardo parece que será também boa opção. E finalmente, a posição de segundo volante estará muito bem servida com Arão. Vem se destacando e conseguindo chegar bem no ataque, as vezes quase suprindo as dificuldades dos meias, que ainda espero que se desenvolvam.

Com tudo isso, ainda acho que alguns reforços deveriam ser pensados, e creio que venham.

Abraços.

1 de abr. de 2015

BOTAFOGOS


Hoje a noite começamos nossa trajetória na Copa do Brasil 2015.

Será o jogo da TV aberta pelo menos aqui no Rio, o que é um misto de surpresa e de confirmação de que algumas coisas estão mudando.

Minha expectativa não é muito alta para este jogo. Espero ver luta e disposição, e acho que traremos um resultado positivo para o jogo de volta. É, espero jogo de volta qui no Rio, o que não é ruim mesmo com calendário complicado.

Nosso primeiro adversário é o xará paraíbano, ou seja, hoje teremos Botafogo em dose dupla na TV.

Abraços!
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O JOGO





Fomos para este jogo com um time quase que totalmente de jogadores reservas. Atletas como Ricardo na lateral, André no ataque, Jean, enfim, vários garotos (ou veteranos vindos de equipes pequenas) em campo, o que mostrou a sua pior face logo de saída, num 11 completamente desentrosado para atuar fora de casa. O resultado se desenhou desastroso, com a promessa de uma estréia catastrófica num torneio tão importante para o clube.

Nosso futebol ia do sofrível ao ridículo, com aqueles horrorosos reservas fazendo jogadas bosonhas uma atrás da outra. Sair para o intervalo perdendo apenas por um a zero, para o quadro grotesco que se via, chegou a ser um bom presente, e a esperança de, pelo menos, umas duas mudanças que fizessem a diferença no segundo tempo, já que o banco era composto só por atletas titulares, passou a ser a única solução para que não ficássemos tão dominados como o fomos na primeira etapa.

Renê voltou então com Jobson e Bill e logo aos 2 minutos, Jobson perdeu gol feito, com o goleiro colocando a bola para escanteio. Na cobrança, em chute do Bill, o zagueiro bateu com a mão na bola e o juiz, que já nos prejudicara em dois lances na primeira etapa, marou pênalti, cobrança que, desta vez, o Bill fez com perfeição. Com o nosso time então dono das ações, quatro minutos depois, Bill virou o jogo, completando bela triangulação com Tomas e Jobson (passe deste último). Titulares enfim.

 A partir daí, colocamos bola no travessão, destruimos a bela troca de passes que eles usaram à larga no primeiro tempo e o terceiro gol até parecia encaminhado. Aos 20 minutos, enteou o William Arão no meio no lugar de um zagueiro, com Giaretta, que atuava de volante, sendo recuado para a defesa. Só que o terceiro gol não saiu e o adversário, que foi aos poucos voltando a dominar as ações, empatou aos 31 minutos, num gol de cqbeça no meio da nossa perdida defesa. O time embalou apenas para virar o placar, foi superior ao adversário só naquele terço inicial da defesa mas para quem entrou em campo com o combinado 'solteiros/casados' que entramos, o 2x2 final foi até um prêmio. Era para ter sido de mais, para eles, no primeiro tempo.



Desfalques, testes, desinteresse pela competição?

Não conhecia o tal Alex, não imaginava ver Murilo começando a partida, não sabia que Luis Ricardo estava recuperado de contusão...

Olha, diante de uma equipe um tanto quanto que improvisada, não  reclamo do resultado. Mas acho que dar tão pouca importância para a Copa do Brasil assim tão cedo pode ser custoso.

O adversário era um clube que está na série C, então podemos até considerar que a experiência foi válida...

No final do jogo, com a entrada de Bill, Jobson e Arão, foi possível notar como um pouquinho mais de técnica (no caso dos dois últimos) pode fazer bastante diferença.

Ainda assim, o empate só saiu por uma falha de arbitragem, que marcou penalty inexistente para nós (fiquei com a impressão que depois deixou de marcar um que houve, mas...).

Resumindo: não gostei, e vou seguir aguardando uma evolução que já está tardando.

Abraços.

16 de dez. de 2014

COPA DO BRASIL/2015


Nesta terça-feira, foram sorteados os grupos da Copa do Brasil. Faremos a nossa estreia em João Pessoa, contra o homônimo (Botafogo-PB). No emparceiramento, seguem-se Caxias ou Capivariano (não conheço) e, na última fase da primeira etapa, Avaí ou Operário. Chaveamento mais tranquilo do que esse estamos esperando desde que disputamos este torneio.

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Gabriel, que jurou amor ao clube no domingo do rebaixamento, acaba de entrar na justiça pedindo os valores atrasados. Tomara que a diretoria saiba efetuar de maneira competente a negociação deste atleta, do qual o clube detém 70% dos direitos federativos. 

Quando preparei este texto, no fim da tarde, não havia lido ainda a matéria do jornal eletrônico e agora à noite, lamentavelmente, vi o texto e constatei o pior - a liminar que foi concedida ao atleta para o seu afastamento deixa o Botafogo a ver navios. Mais uma na conta do Maurício Assumpção (o clube pode ter perdido aí, pelo barato, uns 5 milhões).

Daniel - no final da noite de terça-feira, começou a ser noticiado que Daniel também iria à justiça visando receber atrasados e pedindo o fim do vínculo com o clube. A confirmar na quarta-feira.

A matéria do Lancenet está aqui.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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