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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

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23 de abr. de 2018

CONTRA SPORT FORA


BOTAFOGO 1 X 1 SPORT
Segunda rodada do Brasileirão
Hora de ver o que realmente podemos fazer

E ganhamos mais um ponto.

Se havia alguma dúvida se o primeiro ponto havia sido um bom resultado, este segundo sem dúvida foi, pois não jogamos absolutamente nada, e após tomar o gol aos 40 minutos do segundo tempo, não havia muita esperança de empate.

Diante de tantos desfalques, e de um campo que não permitia o toque de bola, o time ficou perdido. Tendo iniciado a partida com Gatito, Marcinho, Carli, Rabello e Gilson; Lindoso, Bochecha, Matheus Fernandes, Pimpão, Brenner e Valencia, o time não se encontrou em campo, e apesar de algumas atuações "limpas", o único que brilhou foi Gatito.

No segundo tempo Alberto Valentim mudou os jogadores de frente todos. Prmeiro Pachu no lugar do amarelado e ineficiente Pimpão, depois Kieza e Ezequiel nos lugares de Brenner e Valencia. Pouco fez diferença.

Parece que ainda iremos ver este time oscilar. E as ausências de Renatinho, Luis Fernando e Moisés complicam o funcionamento do time.

Mesmo assim podemos ter alguma esperança de uma boa temporada. Na próxima partida está prevista a estreia de Aguirre no complicado jogo contra o Grêmio. Mas não dá para acreditar que a entrada de um jogador vindo de uma longa parada vá resolver todos os problemas deste time.

A temporada segue em aberto para nós. Quem sabe mais tempo e o entrosamento melhore, e nosso desempenho estabilize.

Abraços.

8 de nov. de 2017

EM BUSCA DO G4,

time vai a Recife enfrentar o Sport, vence por 2x1 

e fica em quinto lugar no campeonato






O que está acontecendo com o time/elenco do Botafogo?

Na minha opinião, coisas simples, corriqueiras, inerentes às competições em si e ao futebol em particular.

Esta oscilação do time se deu igualmente no final do ano passado, depois que, inaugurada a Arena Botafogo (na Ilha), passamos o rodo em quem quer que quisesse aparecer ali naquele caldeirão (dos mais fracos aos fortões da temporada) mas nas últimas 7/8 partidas, fomos caindo de produção, chegando mesmo ao ponto de quase colocar por terra a classificação para a Libertadores, com aquele 1x0 sofrido no último jogo, lá no sul do país.

Voltou a ocorrer a mesma coisa. Se o time mantinha a pegada na Libertadores, ali eram jogos mensais e com o elenco descansando no brasileirão. Agora, voltamos apenas à competição nacional e volta a maratona de jogos. Qualquer elenco se desgasta assim. Some-se a isto, agora em relação a jogadores, o estado psicológico de quem não vai ficar, de quem tem propostas mirabolantes e tem-se o detalhe preocupante para um time que tem as pretensões que tem o nosso Glorioso.

E, por fim, a falta de qualidade técnica de vários dos nossos atletas também vem explicar a fase atual. Ontem, mesmo com o 2x0, deixamos de fazer mais um ou dois gols simplesmente pela falta de raciocínio de quem podia dar a bola para um companheiro livre à frente do gol ou, no fim, pela afobação e falta de categoria do Guilherme, que perdeu o terceiro gol de forma incrível, quando o jogo estava em 2x1 e eles estavam em cima da nossa defesa.

Mas vencemos e é isto o que importa. Estamos em quinto lugar e, com a possibilidade de, vendo o Grêmio campeão da Libertadores, estarmos, mesmo nesta posição, classificados diretamente para a fase de grupos da competição. Torçamos para que volte mais um período de regularidade, faltando agora apenas 4 ou 5 rodadas para o fim do campeonato. É o que realmente importa.


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17 de jul. de 2017

BOTAFOGO RUMO AO G4

Time recebe o Sport



BOTAFOGO 2 X 1 SPORT

Time faz gol no início, cede o empate logo, 
não joga brilhante,
 mas vence com gol  no segundo tempo
ESTÁ NO G6



Os gols do jogo - Youtube

Começamos a partida com Jefferson, Arnaldo, Carli, Rabello, Gilson, Lindoso, João Paulo, Matheus Fernandes, Marcos Vinícius, Pimpão e Roger.

Logo no primeiro lance, Carli jogou a bola para o ataque, Roger disputou no ar e recebeu a falta. Gilson cobrou no chuveirinho, Carli no segundo pau escorou de cabeça para o meio, e Lindoso mandou para o gol. Abrimos o placar antes dos 2 minutos.

Deu para sonhar que o jogo que se desenhava difícil ficaria fácil. Acertamos alguns contra-ataques mas logo Arnaldo sentiu algo muscular, e também o Sport empatou o jogo. Tivemos a volta de Luís Ricardo, e jogo ficou amarrado, mas tendo bastante empenho das duas equipes, ficando meio lá e cá.

O que vimos foi nosso meio ceder espaços e errar passes que normalmente não erra. João Paulo e Matheus Fernandes foram dois que erraram mais do que costumam. Lindoso também não esteve bem. Felizmente Gilson não comprometeu, mas mesmo assim foi possível sentir a falta que Bruno Silva e Vitor Luiz fazem ao time.

Outro que não rendeu o mesmo da partida anterior foi Marcos Vinícius. Lento na distribuição, exagerou nas tentativas de dribles e condução da bola, perdendo-a e permitindo o contra-ataque.

Jair trocou Marcos Vinícius por Guilherme já no segundo tempo, e isso deu mais velocidade. Em um contra-ataque Roger acertou o passe para Guilherme, que conseguiu entrar na área e chutar cruzado, fazendo o gol que definiu o placar.

Roger ainda saiu para dar lugar a Leandrinho, nitidamente numa tentativa do Jair de ganhar o meio campo e usar Pimpão e Guilherme para os contra-ataque. O jogo seguiu em aberto até o término dos 3 minutos de acréscimos, quando a torcida pode respirar aliviada e comemorar.

Fizemos o dever de casa, vencemos um concorrente direto ao G6 (Sport ficou em oitavo na tabela), um time embalado e bem arrumado que ainda vai tirar muitos pontos de outros adversários. Vitória importantíssima para as pretensões do campeonato, para quem quer se firmar e terminar no G4.

Abraços.

31 de mai. de 2017

COPA DO BRASIL - JOGO DA VOLTA

Time vai a Recife, empata em 1x1
e se classifica para as
quartas de final da
Copa do Brasil



Imagens da partida - Youtube

Olá, amigos alvinegros e demais visitantes do blog!

Não quero falar do jogo (futebol em si), deste maravilhoso “mais do mesmo” implantado pelo Botafogo a partir da chegada do Jair Ventura ao comando da equipe, ou até mesmo antes, nos tempos do Ricardo Gomes. Falar do jogo é repetir à exaustão a entrega do time em campo, o fechamento dos espaços e a forma como deixamos atônitos adversários, aqui ou em seus domínios.

Hoje eu quero voltar a um assunto o qual prometi não mais mencionar aqui no nosso eapaço, mas que, ante a gravidade do que vimos ontem, não tenho como deixar passar sem uma forte menção: a atuação daquela bandeirinha no segundo tempo.

O que foi aquela marcação de impedimento, pelo amor de Deus? Ela não deve ser uma iniciante, uma vez que estava auxiliando o árbitro (bom árbitro) num jogo importante, do qual sairia um dos 8 melhores times do país. Se ela não era, então, primária no seu ofício, como não saber que, naquele tipo de jogada (o lançamento do Roger para o Rodrigo Pimpão), ela teria toda a linha da grande área para se orientar?

Então meus amigos, com esta breve análise, só podemos deduzir que aquilo ali estava, de novo, à moda 2007, com aquela outra da qual não vale a pena nem citar o nome, A SOLDO DE ALGUÉM. Não é possível que a mesma história se repita como fato grave: um adversário perdido é recolocado no jogo por um lance que, em minutos, desnorteia nossos atletas. Já vimos isto no carioca de 2007, na Copa do Brasil do mesmo ano com aquela “todos sabem quem”, em 2008 e também no carioca de 2009. Já vimos isto, jogo a jogo, no brasileirão de 2009, campeonato este no qual tentaram marcar o Botafogo para rebaixá-lo mas ele, de forma guerreira, disse não em campo e sobreviveu.

Fica mais do que claro que muitas competições no país, com o mando de quem paga (e paga muito mas só a quem quer) estão viciadas. O Botafogo, se não pegar seus próximos jogos e resolvê-los de forma categórica, vai passar muito sufoco ainda com este tipo de desmando. Acho que, mesmo com as dificuldades inerentes à competição, (e é opinião pessoal) o clube poderia priorizar a Libertadores, competição na qual os podres poderes do nosso futebol não podem interferir. Tentar a Copa do Brasil não é de todo ruim, mas o caminho pode ser árduo.

Vamos aguardar a repercussão que o caso de ontem vai ter nas mídias independentes, que acabam por mexer com aquela que (ainda) manda. Nosso clube é gigante (e o tem sido também com este novo e competitivo futebol que tem apresentado), mas, sozinho, não será capaz de se sobrepor a todo um sistema que privilegia uns 2 ou 3 em detrimento dos demais. É o que penso.


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26 de abr. de 2017

COMEÇA A COPA DO BRASIL-2017



Em busca de um dos únicos títulos que ainda não possui,
time estréia em casa contra o Sport pela Copa do Brasil.


BOTAFOGO 2x1 SPORT-RECIFE

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Que jogo, senhores! Só mesmo quem estava naquele estádio pode descrever o que foi a sensação de ver em campo a garra, a superação e aquele "buscar a vitória até à morte". Nossos 14 guerreiros merecem muito mais do que aplaudos, merecem estátuas.
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Não acompanhei com muita atenção o noticiário do dia. Afinal, o time deles (o da mídia, o da TV) ia fazer o seu “super mega jogo” e assim, quase nada era falado dos outros clubes. Pelo telão, vimos que Pimpão iria ficar no banco, Airton estaria de volta e Bruno Silva, ainda sem julgamento pela expulsão no jogo contra o Vasco, começaria como titular.

Nosso ataque viria então formando com Sassá e o bom e promissor Guilherme. E o que o garoto recém chegado estava aprontando para aqueles apreensivos mas felizes 12 mil alvinegros presentes ao estádio, meus amigos? Que noite foi esta?

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Os gols da partida - noite de gala do Guilherme e do Botafogo  

O JOGO


Não há muito para se falar de um jogo como este. Superação é pouco, garra é pouco, chamar os 14 atletas presentes em campo de guerreiros é, ainda assim, muito pouco. O que vimos foi um show de entrega, de disposição tática. Sem querer fazer parecer uma afirmação chula, quando vemos um adversário (seja de que quilate for, em que campo/país for) tentando fazer jogadas e olhamos para os nossos atletas a fechar espaços e correr para forçar uma jogada, é como se víssemos um monte de piranhas num rio a atacar a sua presa.

E com tudo isso, eles ainda saíram na frente do placar (o seu atleta vai levar um bom tempo para acertar outro chute daquele), perdemos o Bruno Silva por explusão (num campo pesado e escorregadio, ficamos com um a menos por mais de 50 minutos) e ainda assim, viramos o jogo. E viramos quando, após o empate, fizemos um pênalti magicamente defendido pelo incrível Gatito Fernandez.

Eu e o Henrique, com seus familiares, estávamos ali na leste inferior e o coração apertou, apertou demais quando a defesa, num dos raros momentos em que não se houve bem, cometeu aquele pênalti. Por outro lado, após a defesa, se não se tinha a certeza da virada, tinha-se pelo menos a nítida visão de que, perder, não perderíamos de jeito nenhum.

E não perdemos, e viramos, e vencemos. Foi uma das viradas mais incríveis que já acompanhei no futebol, Poucas tiveram tal valor. Talvez só mesmo, das mais conhecidas, a batalha dos Aflitos (vitória do Grêmio com 7 atletas contra o Náutico, em 2005).

Não podemos esquecer da volta, a lenta volta mas ainda assim a saudável volta do futebol do Camilo. Não se sabe o que o treinador vai fazer quando Montillo estiver apto a jogar novamente, mas tirar o Camilo das suas funções vai ser algo a trazer problemas para o elenco. Já temos o complicado Sassá querendo se sentir a estrela da companhia. Não precisamos de mais confusões. É ano para se beliscar uma taça importante e o clube/time não pode cochilar.

Guilherme – um capítulo à parte. Pensar que o Botafogo pode não conseguir adquirir os direitos federativos deste atleta é mesmo uma pena. Que jogador promissor, que disposição tática e, nas suas limitações, que técnica. Dois belos gols de quem sabe o que fazer na frente da área.

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19 de out. de 2014

MAIS UM CAPÍTULO DA SAGA ALVINEGRA...


BOTAFOGO 1 X 1 SPORT

Serviço de Banda Larga no Rio de Janeiro funcionando igual ao time do Botafogo, e aqui estou eu de novo responsável pela postagem do BLOG.

É, Paret ainda na idade da Pedra, desconectado do mundo, e eu aqui usando sinal de fumaça, agora chamado de 3G, para manter o BLOG, porque aquela operadora do Tchau! nos deixou a ver navios...

Jogo visto pela TV, um empate e mais um pontinho, que nos levou a abrir o Z4, e ficar a 1 ponto de sair dela, mas que não foi nada animador.

Vou me abster mais uma vez de falar sobre o jogo. Não há mais nada a acrescentar. Como diz a letra do Paulinho da Viola que postei "Quem sabe de tudo não fale/Quem não sabe nada se cale" e portanto fico meio que calado.

Ainda sobre o "trauma" do jogo de quarta (trauma entre aspas porque não assustou e nem abalou a torcida, mas mexeu com jogadores e comissão técnica), acho que está provado que não será Jefferson, Jobson ou qualquer jogador salvador da pátria que irá mudar a situação.

Precisamos mudar muita coisa, mas agora o que podemos fazer é seguir em frente na saga, nos trabalhos de Hércules. Faltam uns 14 a 15 pontos para escapar, na pior hipótese 16. Temos que vencer o Coritiba, e a participação de todos será fundamental.

Não falarei mais de futebol. Daqui até dezembro será a busca da sobrevivência.

Abraços.

16 de jul. de 2014

FOGÃO EM BUSCA DO 'G10'


BOTAFOGO x SPORT
Em Recife
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Perdemos por 1x0

Começamos o jogo com cautela. Chute só aos 26 minutos, enquanto eles haviam chegado pelo menos 3 vezes. Mas íamos nos virando, segurando as ações na marcação e com isso, não os deixávamos penetrar com perigo. Nosso chute, aquele dos 26 minutos, foi uma bela chance para abrirmos o placar mas Zeballos perdeu um gol incrível. Com alguns atletas demonstrando má forma técnica, mormente Emerson e Wallyson, ainda assim conseguíamos segurar o ímpeto do time adversário.

O nosso goleiro ia seguro mas mesmo assim, ficava aquela pontinha de dúvida em relação ao seu comportamento(era o seu primeiro jogo como profissional) e, principalmente, em relação à cabeça dos dirigentes. Aonde está a cabeça desses dirigentes, meu Deus? Como voltar ao campeonato, tendo que enfrentar um time do G10, na casa deles e ainda levar um garoto estreante (foi o primeiro jogo dele como profissional, ainda aos 20 anos)? E ele, de defesa segura em defesa segura, pecou pela falta de experiência e entregou o ouro no finzinho do primeiro tempo, tomando aquele gol por cobertura que goleiro nenhum quer tomar. Pode se queimar na carreira.

E aí, o primeiro tempo que nos parecia à feição tornou-se o nosso terror, passaram a ser aqueles 45 minutos para serem esquecidos. Como ir para o vestiário com aquele 1x0, com um gol tomado daquela forma? Vida que segue.

Veio o segundo tempo e o time continuou tocando a bola, só que tranquilo no placar, o adversário passou a oferecer mais riscos. Assim, logo cedo, o treinador tirou Zeballos para colocar Carlos Alberto e mal o ‘predador’ entrou, já víamos o garoto Daniel recebendo instruções à beira do campo. Ainda não havíamos chegado aos 20 minutos mas já estávamos sendo perigosamente dominados. Daniel então entrou no lugar do Yuri mas ainda assim, o time não evoluia. Jorge Vagner também entrou no lugar do Bolatti, isto depois dos 30 minutos mas foi o mesmo que nada: não foi visto em campo.

Assim, com Carlos Alberto entrando mal, Daniel também e Jorge Vagner passando despercebido em campo, tendo ainda Emerson e Wa.lyson como dois a menos, perdemos a mão no jogo e o time deles, mesmo sem muito empenho, dominou toda a parte final dests etapa, podendo mesmo chegar ao segundo gol.

A conclusão é que não jogamos tão mal para sermos derrotados, pelo menos não até à metade do segundo tempo, mas se um time tinha que sair como vencedor era mesmo o deles: Foi incrível como a nossa equipe se perdeu nos últimos 20 minutos, sem acertar passes, sem pegar qualquer rebote e chutando a esmo para a área adversária. Ainda bem que o próximo adversário é o combalido Coritiba, em jogo com mando de campo nosso. Está começando a ficar uma impressão de que, se der os jogadores buscam vencer mas se ficar difícil, não correm devido à falta de salários. Olho vivo galera! Essa diretoria não está mais nem aí para o nosso futuro.

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14 de jul. de 2014

VAMOS À LUTA!


De volta ao
brasileirão / 2014

Nesta quarta-feira, às 19:30 (já que, pela enésima vez, o horário das 22 horas ficou para o 'time da casa'), a TV por assinatura transmite Botafogo x Sport, direto de Recife.

A vitória seria um resultado maravilhoso mas o empate, caso o time ainda careça de mais pegada, não será de todo ruim. Renan, que jogaria no lugar do Jeferson (que só volta no fim de semana), ficou no Rio para "resolver problemas particulares" e Andrey entra em seu lugar. Vamos que vamos galera! Agora é para valer.

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18 de nov. de 2012

FELIZ 2013



BOTAFOGO 0 X 2 SPORT

Em Recife

Olá amigos. No dia desta tremenda pedreira, eis que os administradores do blog, eu e o Paret, sem combinarmos nada, acabamos comprando ingresso para o mesmo espetáculo: o show do Kiss. Vamos ficar meio alheios ao que ocorre em campo por motivos óbvios (sete e meia da noite o som das guitarras começa a ecoar pelo ginásio) e assim, chegando em casa, deixaremos aqui um texto simples, ficando para os seus comentários a análise mais apurada do que aconteceu em campo.




Som pesado rolando, arena animada e pulando, a garotada animada (e o velhinho aqui também), mas o fone do rádio ainda persistiu...  zaga bobeando, Jefferson fazendo defesas, Sport insistindo, até que sai o 1 a 0. Daí pra frente foi rock and roll puro... e a torcida para que 2013 seja melhor, não só por conta do Rock in Rio que virá, mas que a nossa Estrela Solitária possa brilhar mais.

Temos um caminho trilhado, mas ainda tem muita coisa a ser preparada. Acredito que podemos vencer os dois próximos jogos, e depenar as duas aves. Pode parecer pouco, mas garantir esta quinta colocação é algo que deveríamos buscar.

Só para não perder a piada: o Cruzeiro veio ao Engenhão e estragou a festa dos campeões, pois deixou de fazer dois gols. Que festa seria comemorarem o título tomando de 4, não?

Abraços.




Olá meus amigos.

De bom hoje para se comemorar, tenho o fato de levar pela primeira vez minha "mocinha" de 12 anos para ver um super espetáculo de rock. Lá na Arena, fiz algumas filmagens de momentos marcantes do show mas também da animação da menina, com seus cabelos esvoaçantes, feliz da vida e curtindo cada segundo dos malabarismos da turma do Kiss.

Sobre o jogo, como disse o Henrique, o Botafogo tomou o primeiro gol que ainda na preparação para o show me pareceu ter nascido de um mole dado no nosso ataque e aí, vieram os primeiros acordes e tive que largar o fone de ouvido.

Não vou cair no lugar comum de achar que poderíamos não ter deixado o Palmeiras empatar e ter tentado vercer este jogo dificílimo de hoje. Esta classificação foi perdida muito antes, em derrotas para Ponte, Cruzeiro, Santos (sem Neymar), Grêmio e Vasco. Agora é pensar em um 2013 mais organizado e torcer para que os homens ali em General Severiano tenham o mínimo de organização que vimos hoje em duas frentes, primeiramente naquele valoroso time do Falcão que nos trouxe o hepa pela manhã e por fim, neste já tão falado show, um verdadeiro espetáculo para os ouvidos e os olhos dos mais exigentes espectadores.


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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG