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14 de set. de 2025

DE VOLTA AO BRASILEIRÃO

Time viaja para São Paulo, faz o pior jogo do ano
e é derrotado no Morumbis

São Paulo 1x0 Botafogo

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

Nada de novo no front. Eliminados da CB, com um goleiro claudicante na meta e sem saber qual é o nosso time titular. Treinador? Falam "por aí" no filho de um treinador mas a confiança da torcida anda pelas bordas do limite mínimo.


- Escalação: 
 

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OPINIÃO 

 

Primeiro chute a gol do Botafogo - 36 minutos DO SEGUNDO TEMPO

Foi a primeira vez que um atleta nosso fez o goleiro deles "saber que tinha uma bola para jogar", pois até então ele poderia perfeitamente ficar no whatsapp com a namorada/esposa que não faria falta ao seu time.

E eu não diria que tem algo errado com este time não, pois realmente não tem somente algo errado. TEM É MUITA COISA ERRADA.

Um goleiro inseguro (que Deus o ajude, mas para a nossa felicidade saiu machucado ou de 'migué') um cara fazendo as vezes de técnico que não parece fazer idéia de como se atua deste lado do campo, atletas de boa técnica que não conseguem, seguidamente, completar um passe, enfim, é problema a escolher.

Pode-se afirmar que se o nosso adversário não estivesse tão desfalcado ou fosse um time top 3, poderíamos ter saído goleados hoje daquele estádio. Se estivéssemos no campo do Mirasol, certamente sairíamos goleados e veja-se que o jogo contra o pequeno de São Paulo, o nosso próximo, é aqui, na próxima quarta feira. Dá para vencer? Hoje nós podemos afirmar categoricamente que não.

Não tínhamos criação, marcação, coordenação no ataque, tínhamos alguns atletas muitíssimo abaixo da crítica (destaques para Correa e Jefinho), o bom Savarino não acertava nada, o Kaio Pantaleão vinha bem na zaga e tentava arrancadas para municiar os companheiros lá na frente, mas não raro não tinha com quem jogar, enfim, a postagem teria aqui uns 20 parágrafos para explicar o show de horrores que foi este jogo.

Fico, para encerrar, com uma frase do amigo do blog Carlos Henrique logo no pavoroso início de jogo que fizemos - "o Botafogo tá fazendo um jogo duro: DURO DE SE VER".

Não há mais nada a falar.

Ah.. tem sim, algo mais a dizer - O G6 ESTÁ A PERIGO.

20 de jul. de 2025

BOTAFOGO VISITA O SPORT

E garante a vitória com gol nos acréscimos.

1x0

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PRÉ JOGO

- Notícias

- A nação alvinegra pode começar a colocar o champanhe pra gelar. Teremos estádio


Esta é a arte apresentada durante a semana sobre o projeto do novo estádio do Botafogo a ser construído próximo ao parque olímpico.

- Sobre o nosso momento, já temos as primeiras contratações de nomes consagrados (o volante Danilo, ex Palmeiras) e do garoto colombiano Jordan Barrera. O clube está em busca de mais reforços.

Já Rwan Cruz (Real Salt Lake), Serafim (Emirados Árabes), Kauê (Porto) e Gregores (Arábia Saudita) são os atletas que saíram nesta janela.


- Escalação: 
 

Os titulares 
 


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OPINIÃO 




Resumindo: não gostei da atuação, time lento e mostrando pouca vontade de vencer, mas gostei do resultado. A atuação contra o Vitória foi mais eficiente e ofensiva, mas não chegamos ao gol.

O fato é que o time se ressentiu de não ter seu "meio" tradicional, com Gregore, Marlon e Savarino. Ou, considerando que Gregore é página virada, nosso meio com Allan, Marlon e Savarino.

O que vi foi um time que tem muita qualidade individual sofrendo com a marcação de pressão do Sport, e saindo muito lento, com baixa participação do Marlon, e com Corrêa sem acelerar. Montoro fazia algumas tentativas, mas o campo pesado pela forte chuva favorecia o jogo de força deles. Tinha toda cara de partida para Cuiabano.

Se o campo pesado favoreceu o jogo destrutivo, que parecia encaminhar a partida para o 0 a 0, também favoreceu o desgaste, e já aos 35 do segundo tempo afirmava que ganharíamos no cansaço deles. E foi meio isso, cansaço deles, insistência nossa, e a força e voluntarismo de Cuiabano nos trouxeram os 3 pontos necessários para seguirmos a saga de buscar o G4, e quem sabe depois brigar pela liderança.

Cuiabano salvou o dia, garantiu os 3 pontos, e salvou o trabalho do Davide, que com um segundo empate poderia perder parte da tranquilidade. Mas terá que mostrar evolução nos próximos dias, sendo que os retornos de Allan e Savarino devem facilitar bastante,

Como destaque, nosso zagueiro Kaio Fernando, cada vez mais seguro e preciso. Bola dentro do scout, mais uma vez.

Abraços.

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Foi uma vitória no oportunismo, mas no oportunismo de um time absurdamente superior ao adversário.

Pelo menos nos dias atuais, não há termo de comparação entre nenhum atleta do Sport e qualquer um do Botafogo. Talvez tenhamos na figura do Rwan Cruz um atleta do fraco nível dos que enfrentamos hoje, mas é só.

Mas jogamos muito mal. Atrapalhados pela chuva forte no início e por um desacerto nas jogadas de ataque, não produzimos praticamente nada até o gol do Cuiabano, já nos acréscimos da etapa final.

O time não completava praticamente nenhuma jogada de ataque, o meio ficava só nos toques para os lados e para trás e errando ao tentar aprofundar as jogadas e assim, achou-se que seria a nossa segunda partida a terminar no zero.

Mas 5 substituições depois, algumas até de posição por posição nos casos de Vitinho pelo Ponte e Alex Teles pelo Cuiabano, coube ao garoto da esquerda a jogada individual que resultou no gol da vitória.

Não há mais muito o que falar, pois além do gol da vitória a partida não permitiu citarmos mais nada de bom.

Ganharemos agora a semana livre, pois o adversário da rodada tem compromisso pela sul-americana e só voltamos a campo no próximo sábado contra o Corinthians, aqui na nossa casa.

Subimos para o 5⁰ lugar com um jogo a menos que o 4⁰ e o 3⁰ colocados.

4 de jun. de 2025

EM BUSCA DO G6

O Time vence o Ceará por 3x2
e entra no G6

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana ferveu. Igor Jesus, Cuiabano e Jair já estão negociados com o Nottingham da Inglaterra (vão embora após o mundial de clubes), mas teve também a ótima renovação do Savarino por mais alguns anos. 

Para reformar o elenco, trouxeram o meia de 18 anos Álvaro Montoro, o zagueiro Kaio (quem?) Pantaleão do Krasnodar da Rússia, clube que (ainda) não tem restrições de embargos para negociar com a Eagle e o atacante Arthur Cabral do Benfica (ainda em tratativas até hoje, 4/6/2025),

Está também sendo negociada a contratação do atacante Joaquin Correa, da Inter de Milão. 


- Escalação: 
 

O time titular 


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OPINIÃO 




E podemos dizer que foi um jogo um tanto quanto atípico. Começamos bem, tivemos o controle da partida, e os números poderiam até dizer que foi um jogo de ataque contra defesa, mas na verdade foi o jogo de um time que tocava bem a bola e tentava construir contra o time que organizadamente tentava destruir e aproveitar erros.

Mas foi justamente o contrário. Após termos colocado bola até no travessão, numa falha deles um chute cruzado de Santi Rodriguez foi mal espalmado pelo goleiro que segurou o placar, e sobrou para Mastriani fazer seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

Parecia que o segundo tempo seria tranquilo, a tocada do jogo não mudou muito, mesmo com eles saindo mais um pouco pro jogo, e numa retribuição de falha Pedro Raul empatou para eles. Jogo parecia ganhar contornos dramáticos até nosso time voltar a encaixar jogadas e numa jogada de Artur a bola desviar no braço do marcador dentro da área, proporcionando o pênalti cobrado com perfeição por Alex Telles.

O 2 a 1 deixava o jogo a nosso feitio, ainda conseguíamos ficar com a bola e produzir, e isso foi premiado com lindo gol de Marlon Freitas. Já passávamos da metade do segundo tempo, e um 3 a 1 no placar mostrava justiça e parecia ter matado o jogo, uma vez que eles eram melhores destruindo do que construindo. Mas em nova falha, já nos 40 do segundo tempo, eles fizeram mais um e deram contornos dramáticos para o final de jogo, incluindo os 8 minutos de acréscimo que foram até 9.

Apesar da tentativa de abafa deles, seguramos a bola, criamos, e como foi durante todo o jogo, parecíamos mais próximos de ampliar do que eles empatarem, mas como em futebol as aparências enganam, só o apito final nos deu a tranquilidade e os 3 pontos que nos colocam no G6, zona de classificação na Libertadores.

Se vários jogadores se destacaram hoje, incluindo Igor, Telles, Marlon, Artur e o agora consistente Vitinho, foi possível observar algumas dificuldades em alguns jogadores, mas principalmente constatar que a vitória teria sido muito mais tranquila se tivéssemos Savarino em campo. E quero destacar isso: dominamos, vencemos, e chegamos ao G6 sem um dos nossos principais jogadores.

Pessoal de cima da tabela, fiquem atentos ao retrovisor, tem um time com patch de campeão chegando rápido e ganhando consistência. Segundo semestre promete.

Abraços.

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COM LEI DO EX DUPLA, 
TIME VENCE JOGO CONTRA O COMPETENTE CEARÁ

E quero começar falando to "tal" competente Ceará aí do título. Sim meus amigos, este clube do nordeste não vem bem e mesmo assim, deu um tremendo trabalho ao Atlético Mineiro no último final de semana, perdendo já no final com um gol daqueles que o atleta não acerta a bola nem em mais 10 anos de tentativas.

Estão perdendo jogos sim, mas antes desta fase já chegaram a frequentar o G4 e não por acaso. Foi o que vi ontem ali do setor oeste inferior. Sabem jogar, tocam bem a bola, são taticamente muito arrumados e pecam apenas pelo modo arame liso, já que as jogadas de ataque se resumem a tentativas de chegadas pelas pontas para cruzamentos na cabeça do Pedro Raul, o ex acima citado.

Dito isto, o que se vê é a evolução gradativa do Botafogo jogo a jogo. Fizemos uma bela partida, independentemente das falhas que redundaram nos dois gols do adversário. Fomos a Santos e vencemos o time deles que fez, segundo analistas, a sua melhor partida no ano. Fomos ajudados pela expulsão do Neymar, claro, mas a vitória fez sim parte da evolução já que ainda não havíamos vencido fora de casa. Recebemos este pequeno organizado, não lhes demos chances e chegamos aos 3x1 sustentando no final o 3x2 como já havíamos feito na vitória sobre a La U na semana passada.

E já que citamos estes jogos, veja-se que atuamos em Santos sem o Igor e hoje sem o Savarino. Aliás, é impressionante como são certas fases no futebol: fase ruim, craque quase vira bagre; fase boa, sempre tem um destaque. No nosso caso, a cada jogo alguém assume protagonismo em uma partida. Já foi o Artur, o Igor no jogo da Libertadores (uma das maiores atuações individuais da história do Niltão) e hoje, o nosso "maestro" Marlon Freitas.

O Marlon hoje só não fez chover porque até as nuvens se esconderam, impressionadas com a atuação do craque. Assistência, firmeza nos bloqueios ali na volância, gol de atacante nato, situações que mostram que o nosso 17 vai parar na seleção brasileira se continuar mantendo esse padrão de atuações. E assim, vários são os atletas que conseguem, com maior ou com nem tanto destaque, espaço para mostrar o seu potencial, valendo como exemplo neste jogo dois deles: Mastriani e Santi Rodriguez.

Do primeiro se pode dizer que serve sim a este elenco como 'homem de segundo tempo', com a característica que lhe é peculiar de estar na área para concluir. Jamais será um Igor ou mesmo um Tiquinho, pela incapacidade de voltar para buscar jogo. Já o Santi, que vinha meio que inseguro até o primeiro gol, teve ali uma amostra de que sabe o que fazer quando a situação se lhe apresenta, tirando o marcador da jogada e mandando a bola no meio da área no lance do primeiro gol. Parece estar só precisando de mais condicionamento físico para ganhar jogadas, driblar com mais confiança, etc..

Foi, no fim, um ótimo resultado pela imposição técnica e tática da equipe, pela chegada ao G6 mesmo sem ter ainda o elenco que virá nestas duas janelas e, mais ainda, para coroar a despedida do Igor Jesus, homenageado no final pela torcida. Vamos pro super mundial com a cabeça erguida, sabendo que a responsabilidade de se obter resultados não é nossa (lá estarão o melhor time do mundo e um dos 5 melhores), mas certos de que o segundo semestre promete coisas boas.

A DESPEDIDA DO IGOR - NOS BRAÇOS DA TORCIDA

                                            Imagem - GE



 

5 de mai. de 2019

EM BUSCA DO G6

Time recebe o Fortaleza, 
joga o suficiente para vencer
e está em 6º lugar na tabela



BOTAFOGO 1X0 FORTALEZA


Sabem qual é a diferença entre o Marcinho e o seu substituto Fernando? Nenhuma. Entre este correto Fernando que errou apenas uma bola (e mesmo assim, numa disputa apertada) e o verdadeiro Marcinho, não vi nada que pudesse desmerecer o futebol do antigo lateral (o "primeiro" Marcinho, lá dos tempos da sua chegada ao time principal).

Explicando melhor: Fernando chegou sem sentir o peso do time principal, trocou bons passes (recuou pouquíssimas bolas, diferentemente do ATUAL Marcinho) e foi bem até sentir câimbras e ser substituído pelo.... Marcinho, que.....

....entrou aplaudido, recuou as primeiras bolas mas num lance de coragem (lance daquele antigo Marcinho por quem tanto gritamos para que substituísse de vez a fraude Arnaldo), partiu para cima do Marcador, protegeu bem a jogada e entregou a bola limpa para o Diego (gordo) Souza. Este então, com o talento que possui, conseguiu enganar o marcador e, mesmo já sem forças, cruzou na cabeça do Erick que concluiu corretamente na direção do gol. Com a defesa parcial do goleiro, a bola sobrou livre para 2 jogadores nossos e o Alex Santana só teve o trabalho de escorar para as redes.

Pois é meus amigos. O Marcinho deste lance ajudou e ajudou muito nesta vitória. Fosse o antigo Marcinho e um zero a zero imperdoável poderia ter sido o resultado deste jogo chato. Afinal, aquele outro Marcinho de quem não gostamos não ia avançar com coragem – ia recuar a bola como fazia costumeiramente.

Dito isto, vamos a outras considerações.

Rodrigo Pimpão – A pergunta crucial é: o que podemos fazer, querendo crescer como time, com um atleta como ele? A porcaria do cara é raçudo, erra a bola e corre atrás do erro, não cansa (ou se cansa, não liga e continua correndo), enfim, contagia o time inteiro e faz, a seu modo, a diferença.

João Paulo – Foi decisivo contra o Bahia, tem bom passe mas na minha opinião, não será o 10 ideal para este time. Não vai mais ser o mesmo depois de uma contusão tão séria. Ontem, já perto do final, foi visível a ‘tirada de pé’ numa dividida próximo à nossa área. Não tem jeito: fica no psicológico do atleta e ele sempre vai evitar o confronto. Foi o jogador que mais errou passes no nosso time.

Gustavo (o Bochecha) – Como já falei, é sim um atleta valioso mas se não o chamarem (e rápido) num canto para dizer “não prenda muito a bola – evite passes laterais na nossa intermediária – olhe bem para onde dá o passe” ele vai se perder. Se tem uma visão de jogo de gente grande e soluções quase que de craque para algumas jogadas, é de uma displicência que só não era prejudicial no sub 20. Entre os profissionais, dormir assim em campo é fatal (como vimos na derrota para o São Paulo).

Gilson – Já está completando quase o seu “segundo jogo e meio”. Já já teremos que voltar com o Johnatan. Isto não é reclamação inútil – é um fato.

Alex Santana – Com a cabeça no lugar, não é jogador para banco. É habilidoso, conhece ‘atalhos’ no campo e é confiante. Mudou a forma de atacar do time quando entrou.

Erick – um bom vagalume. Como jogador decisivo, ele (ainda) é útil, uma vez que tem mostrado uma boa precisão para concluir mas creiam, é um outro Camilo (jogador que some com o tempo).

Diego Souza – uma pena não estar em forma. Tem um toque diferenciado, foi o principal responsável pelo gol (e pela vitória), ressalvada a arrancada do Marcinho só que, com aquele índice de gordura, as coisas se complicam para ele.

A zaga – muito eficiente e segura. Deve ir melhorando a cada jogo.

O banco – faz tempo que não vejo o time com um banco que não deixa a desejar em relação a quem está em campo. Senão vejamos: temos ali sentados, Jean, Alex, Ferrareis, Leo Valência, Diego Cavalieri, Benevenuto, Luiz Fernando. Isto representa mais de meio time apto a entrar e segurar a onda de jogos até mais complicados.

É amigos, se surpresas ruins não vierem eu acho que teremos um 2019 bem melhor do que estes anos anteriores. A conferir.

11 de out. de 2017

A SAGA CONTINUA



BOTAFOGO RECEBE A CHAPE, VENCE DE VIRADA E
SE FIRMA NO G6

FOGÃO 2X1 CHAPECOENSE


Hoje eu cheguei a temer pelo pior, após o gol deles

Nosso time parece ter perdido aquela liga, aquela pegada e hoje, ajudava muito o fato de termos entrado sem o Pimpão, ou melhor, o fato de termos ido com o Guilherme em seu lugar.

O garoto não parece mesmo preparado para começar jogando. Tem sido, até agora, aquele atleta de segundo tempo, que pega o adversário cansado e aí sim, consegue jogadas mais efetivas.

Mas nós empatamos... E viramos o jogo. Eu até já estava na rampa de saída quando o narrador gritou o gol do Vinicius. Não imaginava mesmo que, com aquele futebol confuso, iríamos conseguir alguma coisa justamente no fim do jogo.

Mas conseguimos, meus amigos. Estamos em 6º lugar, bem afastados da parte de baixo da tabela e só temos que manter o foco para não perder pontos irrecuperáveis, como poderia ter ocorrido hoje.

17 de jul. de 2017

BOTAFOGO RUMO AO G4

Time recebe o Sport



BOTAFOGO 2 X 1 SPORT

Time faz gol no início, cede o empate logo, 
não joga brilhante,
 mas vence com gol  no segundo tempo
ESTÁ NO G6



Os gols do jogo - Youtube

Começamos a partida com Jefferson, Arnaldo, Carli, Rabello, Gilson, Lindoso, João Paulo, Matheus Fernandes, Marcos Vinícius, Pimpão e Roger.

Logo no primeiro lance, Carli jogou a bola para o ataque, Roger disputou no ar e recebeu a falta. Gilson cobrou no chuveirinho, Carli no segundo pau escorou de cabeça para o meio, e Lindoso mandou para o gol. Abrimos o placar antes dos 2 minutos.

Deu para sonhar que o jogo que se desenhava difícil ficaria fácil. Acertamos alguns contra-ataques mas logo Arnaldo sentiu algo muscular, e também o Sport empatou o jogo. Tivemos a volta de Luís Ricardo, e jogo ficou amarrado, mas tendo bastante empenho das duas equipes, ficando meio lá e cá.

O que vimos foi nosso meio ceder espaços e errar passes que normalmente não erra. João Paulo e Matheus Fernandes foram dois que erraram mais do que costumam. Lindoso também não esteve bem. Felizmente Gilson não comprometeu, mas mesmo assim foi possível sentir a falta que Bruno Silva e Vitor Luiz fazem ao time.

Outro que não rendeu o mesmo da partida anterior foi Marcos Vinícius. Lento na distribuição, exagerou nas tentativas de dribles e condução da bola, perdendo-a e permitindo o contra-ataque.

Jair trocou Marcos Vinícius por Guilherme já no segundo tempo, e isso deu mais velocidade. Em um contra-ataque Roger acertou o passe para Guilherme, que conseguiu entrar na área e chutar cruzado, fazendo o gol que definiu o placar.

Roger ainda saiu para dar lugar a Leandrinho, nitidamente numa tentativa do Jair de ganhar o meio campo e usar Pimpão e Guilherme para os contra-ataque. O jogo seguiu em aberto até o término dos 3 minutos de acréscimos, quando a torcida pode respirar aliviada e comemorar.

Fizemos o dever de casa, vencemos um concorrente direto ao G6 (Sport ficou em oitavo na tabela), um time embalado e bem arrumado que ainda vai tirar muitos pontos de outros adversários. Vitória importantíssima para as pretensões do campeonato, para quem quer se firmar e terminar no G4.

Abraços.

3 de out. de 2016

BATALHA VENCIDA, A 'GUERRA' CONTINUA

MARCOS PARET


O G4 VIROU G6, com
possibilidade de 7 vagas


Conmebol altera o G4 e dá mais duas vagas

ao país na Libertadores.

Bom dia meus amigos.

Fui analisar a tabela e vi com bons olhos uma chance de classificação para a Libertadores, até mesmo sem depender do G6. Vejamos.

Faremos após este chato jogo contra o Figueira uma sequência de 6 partidas, com apenas uma delas sendo jogada fora do Rio, contra o Santa Cruz. A sequência é, voltar para casa para pegar Inter e Galo na nossa arena e depois, sair para o tal jogo contra o Santa, voltando na sequência para fazer 3 jogos aqui contra Coxa, Flamengo e Chape.

O jogo contra os mulambos é que deve ocorrer fora do Rio, mas talvez eles coloquem em Cariacica, onde serão obrigados a dar carga de 10% de ingressos para a nossa torcida que, com o time embalado, poderá comparecer e ajudar. O time tem reais condições de vencer os 4 jogos na Arena, somando 12 pontos.

Depois destes 6 jogos, virá a parte final, bem mais complicada. Palmeiras fora, Ponte aqui e Grêmio fora, encerrando o campeonato. Se considerarmos que o time tem condições de, nos jogos sem o mando (4 partidas), conseguir ao menos 3 pontos, somaremos a estes aqueles 12 da fase inicial, mais 3 do jogo contra a Ponte aqui na Arena e os jogos contra Palmeiras e Grêmio como incógnitas.

Isto nos leva (e é só hipótese) a 21 pontos. Iremos então a 62, o que é pontuação para G4. Mesmo considerando que percamos pontos nesta conta toda, acho sim que o G5 é viável.

E ainda temos a possibilidade de ter algum dos 3 times da parte de cima, Santos, Palmeiras ou Atlético-MG, vencendo a Copa do Brasil e assim, entraria até o sétimo colocado na competição continental. São enormes as possibilidades.


DO TIME


Cheguei a uma nada nobre conclusão – viramos um Grêmio.

Explico – o Botafogo notabilizou-se, em toda a sua existência, a exibir elencos de bom futebol, de belo trato com a bola e assim, ficou difícil manter-se no topo em momentos de crise (como ocorre com alguns dos outros 12 grandes) quando faltam os bons atletas.

Historicamente, acompanhamos o Grêmio chegando por vezes até em finais de Libertadores, ostentando no seu 11 titular gente do tipo do André Lima, para ficar somente neste mediano atleta. Certa vez, quando Mano Menezes assumiu a seleção, um gaiato na mídia falou que o Mano iria "transformar a seleção num Grêmio”, querendo frisar que, na gestão dele, o time brasileiro jogaria na base do ‘trombe-se quem puder’. 

Resguardada a distância de cultura do nosso futebol para o deles, é assim que estamos vivendo atualmente e é desta forma que o time está dando a volta por cima: futebol forte, um alçapão que não deixa o adversário pensar e, claro, um ou dois bons atletas para fazer a bola chegar lá na frente.

Isto é bom? Não sei, não posso afirmar já que odeio pegar times da Europa para assistir aos seus jogos e fazer comparações. Só que algo me diz que não vai haver outra saída tão cedo para que times grandes sobrevivam aqui no país.

Vamos então ao detabe em torno também deste tema.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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