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12 de jul. de 2025

DOIS TOQUES: VOLTA DO BRASILEIRÃO / NOVO TREINADOR

Time enfrenta o Vasco em Brasília, joga bem
e vence por 2x0

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana está rico em novidades depois do retorno do clube da Copa do Mundo. Troca de técnico, saída de atletas, permanência do Lyon na primeira divisão francesa. Falaremos de tudo no bloco 'Opinião'.


- Escalação: 
 


O time titular 
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A semana 

Mal voltamos da Copa do Mundo de clubes e o noticiário ferveu esta semana.

Primeiramente, marcado pelos maus jogos (que apagaram incrivelmente as boas decisões tomadas) Renato Paiva foi demitido pelo Textor que explicou com um simples "ele traiu seus princípios", referindo-se ao jogo covarde feito pelo time nas derrotas para o Atlético de Madri e o Palmeiras no mundial.

O nome da vez é DAVIDE ANCELOTTI, filho do Carlos Ancelotti que atualmente treina a seleção brasileira. Com 35 anos de idade, já se apresentou ao elenco, orientou treinamentos mas por não aparecer a sua inscrição no boletim da CBF não vai a campo hoje.

O jovem técnico trouxe contigo profissionais respeitados na Europa, entre eles o espanhol Luis Tevenet, que trabalhava no Atlético de Madri.

Na esteira dos fatos pós Copa, Igor Jesus se despediu do clube e junto com o Jair foi para o Notingham da Premier League. Contudo, já chegaram mais dois jovens do mercado sul-americano: Jordan Barrera, considerado na Colômbia como o "Neymar colombiano" e daqui do país mesmo, o garoto Lucas Emanuel de 16 anos, atleta muito promissor do Athlético paranaense, que vai assinar contrato com multa de 500 milhões de reais.

Ainda na seara das contratações, Textor tem feito esforços para contratar o garoto Luis Guilherme, saído da base do Palmeiras na mesma geração do Endrick, mas o West Ham, seu atual clube, ainda não aceitou negociar o atleta.

Gregore - vem rolando uma novela acerca do acerto do atleta com o time árabe cujo treinador é o Artur Jorge. Durante a semana, ele ia, não ia, acertou, não acertou mais até que durante todo o dia de hoje o acerto foi dado como feito.... até que.... minutos após o jogo, nas entrevistas que o Textor sempre concede, ELE DESMENTIU O ACERTO.

Nada acertado ainda.

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OPINIÃO




E metemos um 2 a 0 com areia no Vasco...

Primeiro tempo morno, com muita marcação, pouca criação, sem grandes oportunidades de lado a lado, mas onde se via a segurança e qualidade do Kaio Fernando, que inclusive cabeceava com facilidade nas jogadas de ataque de bola parada.

Víamos Montoro mostrando qualidade, e Artur Cabral oportunismo, senso de posicionamento, força física e presença de área. Tínhamos Savarino evoluindo mas ainda tímido, Artur meio errático, sem produzir muito. E com isso fomos para o intervalo no 0 a 0.

Voltamos com mesmo time mas produzindo muito mais, e o Vasco começando a se perder. A qualidade técnica do nosso time que no primeiro tempo só tinha servido para gerar lances de ataque mais empolgantes agora servia para dominar.

E numa jogada de roubada de bola do Kaio na defesa, e saindo como elemento surpresa conduzindo a bola acabou chegando em Montoro, que cortou a marcação e bateu bem, obrigando o bom goleiro vascaíno fazer difícil defesa, aproveitada no rebote por Artur Cabral, que se antecipou a zaga e tornou nova defesa impossível.

E o jogo não mudou muito. O esforçado e até bom (bonzinho) time do Vasco tentou reagir, mas o nível do nosso lado era outro. Álvaro Montoro, o menino de 18 anos, criou, abusou, e mostrou que temos reposições que nos colocam em patamar melhor do que o de antes da Copa do Mundo de Clubes.

Ainda tivemos as entradas de Joaquim Corrêa, Nathan Fernandes, Allan e Santi. Após saída de Artur Cabral e entrada de Nathan o menino (Nathan tem 20 anos) perdeu um gol praticamente feito, mas logo depois a bola chegou Montoro que arrumou um passe aéreo lindo do outro lado da área para Marlon, que teve toda tranquilidade para assistir Nathan, tocando no meio da área para uma simples empurrado pro gol.

Daí para frente algumas substituições para poupar e dar fôlego, para observar, e para segurar o placar. Ainda assim estivemos por alguns momentos mais próximos de fazer o terceiro do que eles conseguirem diminuir o placar.

Retorno ao Brasileirão feito com louvor, estreia do novo técnico com tranquilidade e autoridade, subimos para 5a posição e podemos terminar a rodada na 6a posição na pior hipótese. Vamos a esse segundo semestre, mas a situação está bem clara, é só olharem o retrovisor...




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Como dizia o Carlos Henrique perto do final da partida lá no grupo do Whatsapp, o Vasco pode ir para as redes sociais tirar onda de "jogamos de igul para igual com o Botafogo e só perdemos por 2x0".

Brincadeiras à parte, se não fizemos uma partida arrasa quarteirão como foi a do ano passado contra este mesmo adversário, vencemos os caras, o campo de bezerro e o mando de campo deles. E vencemos com muita autoridade, mormente na segunda etapa muito bem jogada.

E veja-se que este Vasco não é, nem de longe, aquele time trôpego e frágil do ano passado, haja vista terem vencido o São Paulo na rodada anterior lá no Morumbis por 3x1.

Dito isto, que felicidade foi ver a técnica do Montoro, o oportunismo do Artur Cabral, a eficiência do zagueiro Kaio, o jogo correto e firme do nosso meio de campo mesmo com a atual má fase do Savarino. Que felicidade ver o menino Nathan entrar, errar, acertar e desencantar com um gol de centroavante.

Das mudanças no campo no comparativo do trabalho do Renato Paiva com o do Ancelotti, já vimos os atletas se entregando de corpo e alma nas jogadas (fazendo abafa em  cima de adversários nos últimos minutos do jogo), vimos pressão alta, vimos acerto na escalação e vimos ainda substituições no tempo correto, enfim, vimos coisas que podem trazer de volta um Botafogo capaz de brigar pelos títulos dos campeonatos que está disputando.

Subimos para o quinto lugar. Vamos voltar ao sétimo ou oitavo ao final da rodada, mas com um jogo a menos em relação aos que estão próximos.

 

15 de jun. de 2025

BOTAFOGO x SEATTLE SOUNDERS

Time abre 2x0, vacila no fim
mas sai com a vitória 

2x1


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PRÉ JOGO

- Notícias

-As notícias agora são quase todas sobre o mundial. O clube contratou para a competição o Artur Cabral, o Joaquín Correa, ambos atacantes, o zagueiro Kaio Pantaleão e o garoto Álvaro Montoro do Vélez da Argentina. Lógico que esses nomes formarão também o time do segundo semestre, quando teremos a saída do Igor Jesus e possivelmente do Cuiabano e do Jair.


- Escalação: 
 
O time foi a campo com
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Opinião 


Conseguimos transformar, já no final da partida, o que seria um jogo tranquilo num sufoco inimaginável para o futebol que jogamos na primeira etapa.

O adversário, jogando no seu estádio, começou tentando trazer sufoco para a nossa área mas tudo mudou quando colocamos a bola no chão e a partir daí, entrou em campo o Botafogo way.

Eram trocas de passes precisas, marcação firme para a retomada de bola, jogo se desenrolando praticamente todo no campo deles e numa falta cobrada pelo Alex, Jair subiu no meio da zaga e abriu o placar.

A essa altura, o mini atleta Artur conseguia um espaço inexplicável no bolso do calção onde apertou o enorme lateral esquerdo deles e começou a "brincar" ali na ponta direita (já sofrera a falta que redundou no primeiro gol).

E o segundo gol acabou saindo também por ali, quando numa troca de passes com o serelepe Artur o Vitinho alçou a bola na área na cabeça do Igor. Dois a zero, domínio total, mais umas duas chances perdidas mas veio o segundo tempo e uma salada que às vezes costuma ser fatal: o adversário voltando mais organizado, o Botafogo substituindo mal, o cansaço chegando e um domínio absurdo deles.

Não tardou a sair o gol do adversário, infelizmente, numa bola que iria para o John mas desviou no Igor e matou o nosso paredão. Daí para o fim foi drama digno dos nossos tempos passados, mas também temos que reconhecer que soubemos sofrer, seguramos o placar, cada time ainda teve uma chance de gol perdida já no fim e para a nossa felicidade, saímos com a vitória. 

Na quinta feira vamos bater de frente com o atual melhor time do mundo, o PSG. Mais cedo eles espetaram um 4x0 irrepreensível no Atlético de Madri. Que os deuses do futebol nos protejam.

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Vitória maiúscula, atuação minúscula. Vencemos um jogo tenso, primeiro time brasileiro a marcar um gol e vencer uma partida numa Copa do Mundo de Clubes. Entramos para a história, mais uma vez, Jair e Igor Jesus colocaram seu nome lá.

Mas a atuação foi discutível, começamos errando passes, e tendo dificuldade na criação, aceitamos a marcação do time muito forte fisicamente deles, e também com futebol intensos (eles são exatamente o oposto do outro americano, a Inter de Miami).

Mas após falta idiota do lateral pilhado deles, abrimos o placar em cruzamento magistral de Telles, cabeceado com força e precisão por Jair.

Daí para frente o jogo começou a tomar um feitio do nosso jeito, fomos controlando as ações, e acabamos aumentando o placar com Igor Jesus, ainda no primeiro tempo. E tinha toda cara de que iríamos aumentar o placar no segundo tempo.

Mas substituições erradas foram bagunçando o time. Um Correa estático, com jeito de doente ou desmotivado, entrou em campo quando o time deles mordia e brigava por todas as bolas. Havia desde o início um espaço na esquerda, mas a opção de Paiva foi tirar Telles e colocar Cuiabano, que entrou também pilhado - na minha opinião o ideal era usar a esquerda dobrada, como já testada com sucesso - e ainda vimos Mastriani apagado no primeiro tempo, e Savarino bastante abaixo do que rende normalmente.

Correa, como dito entrou parado, Cuiabano sentindo pressão, Danilo Barbosa no seu normal, Santi sem mostrar a que veio, e Artur Cabral também estreiou sem a gente poder saber em que posição ele entrou, era atacante, meia ou volante? 

Precisamos melhorar bastante para conseguir conter parte do ímpeto do PSG, literalmente o favorito ao título e time a ser batido. Também precisamos pensar em um jogo mais reativo contra eles, mas tendo que ficar com a posse da bola. De qualquer forma nosso foco deve ser a decisão de vaga contra o Atlético de Madrid, mas creio que podemos chegar lá precisando só do empate.

Essa Copa do Mundo promete emoções.

Abraços.

4 de jun. de 2025

EM BUSCA DO G6

O Time vence o Ceará por 3x2
e entra no G6

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana ferveu. Igor Jesus, Cuiabano e Jair já estão negociados com o Nottingham da Inglaterra (vão embora após o mundial de clubes), mas teve também a ótima renovação do Savarino por mais alguns anos. 

Para reformar o elenco, trouxeram o meia de 18 anos Álvaro Montoro, o zagueiro Kaio (quem?) Pantaleão do Krasnodar da Rússia, clube que (ainda) não tem restrições de embargos para negociar com a Eagle e o atacante Arthur Cabral do Benfica (ainda em tratativas até hoje, 4/6/2025),

Está também sendo negociada a contratação do atacante Joaquin Correa, da Inter de Milão. 


- Escalação: 
 

O time titular 


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OPINIÃO 




E podemos dizer que foi um jogo um tanto quanto atípico. Começamos bem, tivemos o controle da partida, e os números poderiam até dizer que foi um jogo de ataque contra defesa, mas na verdade foi o jogo de um time que tocava bem a bola e tentava construir contra o time que organizadamente tentava destruir e aproveitar erros.

Mas foi justamente o contrário. Após termos colocado bola até no travessão, numa falha deles um chute cruzado de Santi Rodriguez foi mal espalmado pelo goleiro que segurou o placar, e sobrou para Mastriani fazer seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

Parecia que o segundo tempo seria tranquilo, a tocada do jogo não mudou muito, mesmo com eles saindo mais um pouco pro jogo, e numa retribuição de falha Pedro Raul empatou para eles. Jogo parecia ganhar contornos dramáticos até nosso time voltar a encaixar jogadas e numa jogada de Artur a bola desviar no braço do marcador dentro da área, proporcionando o pênalti cobrado com perfeição por Alex Telles.

O 2 a 1 deixava o jogo a nosso feitio, ainda conseguíamos ficar com a bola e produzir, e isso foi premiado com lindo gol de Marlon Freitas. Já passávamos da metade do segundo tempo, e um 3 a 1 no placar mostrava justiça e parecia ter matado o jogo, uma vez que eles eram melhores destruindo do que construindo. Mas em nova falha, já nos 40 do segundo tempo, eles fizeram mais um e deram contornos dramáticos para o final de jogo, incluindo os 8 minutos de acréscimo que foram até 9.

Apesar da tentativa de abafa deles, seguramos a bola, criamos, e como foi durante todo o jogo, parecíamos mais próximos de ampliar do que eles empatarem, mas como em futebol as aparências enganam, só o apito final nos deu a tranquilidade e os 3 pontos que nos colocam no G6, zona de classificação na Libertadores.

Se vários jogadores se destacaram hoje, incluindo Igor, Telles, Marlon, Artur e o agora consistente Vitinho, foi possível observar algumas dificuldades em alguns jogadores, mas principalmente constatar que a vitória teria sido muito mais tranquila se tivéssemos Savarino em campo. E quero destacar isso: dominamos, vencemos, e chegamos ao G6 sem um dos nossos principais jogadores.

Pessoal de cima da tabela, fiquem atentos ao retrovisor, tem um time com patch de campeão chegando rápido e ganhando consistência. Segundo semestre promete.

Abraços.

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COM LEI DO EX DUPLA, 
TIME VENCE JOGO CONTRA O COMPETENTE CEARÁ

E quero começar falando to "tal" competente Ceará aí do título. Sim meus amigos, este clube do nordeste não vem bem e mesmo assim, deu um tremendo trabalho ao Atlético Mineiro no último final de semana, perdendo já no final com um gol daqueles que o atleta não acerta a bola nem em mais 10 anos de tentativas.

Estão perdendo jogos sim, mas antes desta fase já chegaram a frequentar o G4 e não por acaso. Foi o que vi ontem ali do setor oeste inferior. Sabem jogar, tocam bem a bola, são taticamente muito arrumados e pecam apenas pelo modo arame liso, já que as jogadas de ataque se resumem a tentativas de chegadas pelas pontas para cruzamentos na cabeça do Pedro Raul, o ex acima citado.

Dito isto, o que se vê é a evolução gradativa do Botafogo jogo a jogo. Fizemos uma bela partida, independentemente das falhas que redundaram nos dois gols do adversário. Fomos a Santos e vencemos o time deles que fez, segundo analistas, a sua melhor partida no ano. Fomos ajudados pela expulsão do Neymar, claro, mas a vitória fez sim parte da evolução já que ainda não havíamos vencido fora de casa. Recebemos este pequeno organizado, não lhes demos chances e chegamos aos 3x1 sustentando no final o 3x2 como já havíamos feito na vitória sobre a La U na semana passada.

E já que citamos estes jogos, veja-se que atuamos em Santos sem o Igor e hoje sem o Savarino. Aliás, é impressionante como são certas fases no futebol: fase ruim, craque quase vira bagre; fase boa, sempre tem um destaque. No nosso caso, a cada jogo alguém assume protagonismo em uma partida. Já foi o Artur, o Igor no jogo da Libertadores (uma das maiores atuações individuais da história do Niltão) e hoje, o nosso "maestro" Marlon Freitas.

O Marlon hoje só não fez chover porque até as nuvens se esconderam, impressionadas com a atuação do craque. Assistência, firmeza nos bloqueios ali na volância, gol de atacante nato, situações que mostram que o nosso 17 vai parar na seleção brasileira se continuar mantendo esse padrão de atuações. E assim, vários são os atletas que conseguem, com maior ou com nem tanto destaque, espaço para mostrar o seu potencial, valendo como exemplo neste jogo dois deles: Mastriani e Santi Rodriguez.

Do primeiro se pode dizer que serve sim a este elenco como 'homem de segundo tempo', com a característica que lhe é peculiar de estar na área para concluir. Jamais será um Igor ou mesmo um Tiquinho, pela incapacidade de voltar para buscar jogo. Já o Santi, que vinha meio que inseguro até o primeiro gol, teve ali uma amostra de que sabe o que fazer quando a situação se lhe apresenta, tirando o marcador da jogada e mandando a bola no meio da área no lance do primeiro gol. Parece estar só precisando de mais condicionamento físico para ganhar jogadas, driblar com mais confiança, etc..

Foi, no fim, um ótimo resultado pela imposição técnica e tática da equipe, pela chegada ao G6 mesmo sem ter ainda o elenco que virá nestas duas janelas e, mais ainda, para coroar a despedida do Igor Jesus, homenageado no final pela torcida. Vamos pro super mundial com a cabeça erguida, sabendo que a responsabilidade de se obter resultados não é nossa (lá estarão o melhor time do mundo e um dos 5 melhores), mas certos de que o segundo semestre promete coisas boas.

A DESPEDIDA DO IGOR - NOS BRAÇOS DA TORCIDA

                                            Imagem - GE



 

11 de dez. de 2024

O DERBY DAS AMÉRICAS

Em jogo com erros, time vacila e perde por 3x0

 

PRÉ JOGO

- Notícias

- E já estamos no mundial. Começando pela fase de quartas de final hoje.

- Escalação: 
 
 


O time titular 

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OPINIÃO 




Não deu, é o resumo. 

Pachuca fez dois gols em erros bobos, depois acertou um contra ataque quando pressionávamos. 

De fato, após ganhar o Brasileirão, com jogo terminado domingo às 18 horas, embarcar já na segunda 1 da madrugada, viajar 20 horas, e 37 horas após embarcar entrar em campo, o corpo sentiu.

Artur Jorge optou por mesclar, quem tinha menos minutagem nos últimos jogos foi a campo, mas o Pachuca foi irrepreensível na tática para explorar a vantagem que tinham: marcação alta, força física em todas as jogadas, e imprimir muita velocidade. Nosso time não conseguiu acompanhar, não teve oportunidade de cadenciar o jogo como desejava, e foi se esgotando, até os erros acontecerem e nos tornarmos presas pela força.

Tanto é fato que os gols todos saíram no segundo tempo. Sofremos o que fizemos com o Peñarol, que tentou se segurar, mas não aguentou um segundo tempo avassalador nosso. Só que ali tínhamos técnica, força e fôlego. Hoje as jogadas mais técnicas eram nossas, fora dois jogadores deles que se destacaram, o marroquino, autor do lindíssimo primeiro gol, e o chato atacante Rondon.

Agora é voltar, comemorar o título do Brasileiro com a torcida (até disso os jogadores foram meio que privados), e entrar de férias, reforçar o elenco, ver quem sai, quem fica, quem vem, quem sobe da base, e entrar no Carioca com um mistão, dos retornados de empréstimo, time de aspirantes, e alguns outros reservas, pelo menos nas partidas iniciais, fazendo uma boa pré-temporada, e fazendo no máximo um jogo de apronto para a tal SuperCopa, decisão entre campeão do Brasileirão e campeão da Copa do Brasil.

O ano foi mágico, os antis estão tendo o dia deles de Flipper, o golfinho que botava a cara fora d'água e fazia umas gracinhas de vez em quando, para depois sumir por um tempão de novo.

Abraços.

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Não que tenha sido um jogo difícil, mas ele "terminou" no erro infantil do Almada numa saída de bola que permitiu o segundo gol do adversário. 

Ainda estávamos ali pelos 20 minutos da etapa final e o Artur Jorge já houvera feito as substituições necessárias (colocou o citado Almada, o Tiquinho e o Júnior Santos em campo).

Já havíamos tomado o primeiro gol num cochilo coletivo de marcação, gol feito pelo camisa 11 deles, um marroquino com futebol de sul-americano, habilidosíssimo e muito perigoso no ataque.

Com o 2x0, a vaca, que já estava ali pela cerca, olhou para o lado de fora, fixou o olhar no futebol que o Almada estava jogando (hoje bem falho), viu até o Savarino entrar, criar lances de ataque promissores mas não ter mais um grupo tranquilo em campo para buscar alguma coisa e deve ter pensado: "...éée...acho melhor eu ir mesmo para o lado de lá da cerca (o brejo...".

E assim foi.

O nosso descansado adversário se postou na sua área, jogou com o placar (e o impiedoso jet lag do nosso time) debaixo do braço e só teve que esperar mais um da coleção de contraataques surgidos para fechar o placar com o terceiro gol.

Vida que segue!

Vamos buscar nossos atletas no aeroporto na volta e retornar às comemorações.


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG