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4 de jun. de 2025

EM BUSCA DO G6

O Time vence o Ceará por 3x2
e entra no G6

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana ferveu. Igor Jesus, Cuiabano e Jair já estão negociados com o Nottingham da Inglaterra (vão embora após o mundial de clubes), mas teve também a ótima renovação do Savarino por mais alguns anos. 

Para reformar o elenco, trouxeram o meia de 18 anos Álvaro Montoro, o zagueiro Kaio (quem?) Pantaleão do Krasnodar da Rússia, clube que (ainda) não tem restrições de embargos para negociar com a Eagle e o atacante Arthur Cabral do Benfica (ainda em tratativas até hoje, 4/6/2025),

Está também sendo negociada a contratação do atacante Joaquin Correa, da Inter de Milão. 


- Escalação: 
 

O time titular 


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OPINIÃO 




E podemos dizer que foi um jogo um tanto quanto atípico. Começamos bem, tivemos o controle da partida, e os números poderiam até dizer que foi um jogo de ataque contra defesa, mas na verdade foi o jogo de um time que tocava bem a bola e tentava construir contra o time que organizadamente tentava destruir e aproveitar erros.

Mas foi justamente o contrário. Após termos colocado bola até no travessão, numa falha deles um chute cruzado de Santi Rodriguez foi mal espalmado pelo goleiro que segurou o placar, e sobrou para Mastriani fazer seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

Parecia que o segundo tempo seria tranquilo, a tocada do jogo não mudou muito, mesmo com eles saindo mais um pouco pro jogo, e numa retribuição de falha Pedro Raul empatou para eles. Jogo parecia ganhar contornos dramáticos até nosso time voltar a encaixar jogadas e numa jogada de Artur a bola desviar no braço do marcador dentro da área, proporcionando o pênalti cobrado com perfeição por Alex Telles.

O 2 a 1 deixava o jogo a nosso feitio, ainda conseguíamos ficar com a bola e produzir, e isso foi premiado com lindo gol de Marlon Freitas. Já passávamos da metade do segundo tempo, e um 3 a 1 no placar mostrava justiça e parecia ter matado o jogo, uma vez que eles eram melhores destruindo do que construindo. Mas em nova falha, já nos 40 do segundo tempo, eles fizeram mais um e deram contornos dramáticos para o final de jogo, incluindo os 8 minutos de acréscimo que foram até 9.

Apesar da tentativa de abafa deles, seguramos a bola, criamos, e como foi durante todo o jogo, parecíamos mais próximos de ampliar do que eles empatarem, mas como em futebol as aparências enganam, só o apito final nos deu a tranquilidade e os 3 pontos que nos colocam no G6, zona de classificação na Libertadores.

Se vários jogadores se destacaram hoje, incluindo Igor, Telles, Marlon, Artur e o agora consistente Vitinho, foi possível observar algumas dificuldades em alguns jogadores, mas principalmente constatar que a vitória teria sido muito mais tranquila se tivéssemos Savarino em campo. E quero destacar isso: dominamos, vencemos, e chegamos ao G6 sem um dos nossos principais jogadores.

Pessoal de cima da tabela, fiquem atentos ao retrovisor, tem um time com patch de campeão chegando rápido e ganhando consistência. Segundo semestre promete.

Abraços.

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COM LEI DO EX DUPLA, 
TIME VENCE JOGO CONTRA O COMPETENTE CEARÁ

E quero começar falando to "tal" competente Ceará aí do título. Sim meus amigos, este clube do nordeste não vem bem e mesmo assim, deu um tremendo trabalho ao Atlético Mineiro no último final de semana, perdendo já no final com um gol daqueles que o atleta não acerta a bola nem em mais 10 anos de tentativas.

Estão perdendo jogos sim, mas antes desta fase já chegaram a frequentar o G4 e não por acaso. Foi o que vi ontem ali do setor oeste inferior. Sabem jogar, tocam bem a bola, são taticamente muito arrumados e pecam apenas pelo modo arame liso, já que as jogadas de ataque se resumem a tentativas de chegadas pelas pontas para cruzamentos na cabeça do Pedro Raul, o ex acima citado.

Dito isto, o que se vê é a evolução gradativa do Botafogo jogo a jogo. Fizemos uma bela partida, independentemente das falhas que redundaram nos dois gols do adversário. Fomos a Santos e vencemos o time deles que fez, segundo analistas, a sua melhor partida no ano. Fomos ajudados pela expulsão do Neymar, claro, mas a vitória fez sim parte da evolução já que ainda não havíamos vencido fora de casa. Recebemos este pequeno organizado, não lhes demos chances e chegamos aos 3x1 sustentando no final o 3x2 como já havíamos feito na vitória sobre a La U na semana passada.

E já que citamos estes jogos, veja-se que atuamos em Santos sem o Igor e hoje sem o Savarino. Aliás, é impressionante como são certas fases no futebol: fase ruim, craque quase vira bagre; fase boa, sempre tem um destaque. No nosso caso, a cada jogo alguém assume protagonismo em uma partida. Já foi o Artur, o Igor no jogo da Libertadores (uma das maiores atuações individuais da história do Niltão) e hoje, o nosso "maestro" Marlon Freitas.

O Marlon hoje só não fez chover porque até as nuvens se esconderam, impressionadas com a atuação do craque. Assistência, firmeza nos bloqueios ali na volância, gol de atacante nato, situações que mostram que o nosso 17 vai parar na seleção brasileira se continuar mantendo esse padrão de atuações. E assim, vários são os atletas que conseguem, com maior ou com nem tanto destaque, espaço para mostrar o seu potencial, valendo como exemplo neste jogo dois deles: Mastriani e Santi Rodriguez.

Do primeiro se pode dizer que serve sim a este elenco como 'homem de segundo tempo', com a característica que lhe é peculiar de estar na área para concluir. Jamais será um Igor ou mesmo um Tiquinho, pela incapacidade de voltar para buscar jogo. Já o Santi, que vinha meio que inseguro até o primeiro gol, teve ali uma amostra de que sabe o que fazer quando a situação se lhe apresenta, tirando o marcador da jogada e mandando a bola no meio da área no lance do primeiro gol. Parece estar só precisando de mais condicionamento físico para ganhar jogadas, driblar com mais confiança, etc..

Foi, no fim, um ótimo resultado pela imposição técnica e tática da equipe, pela chegada ao G6 mesmo sem ter ainda o elenco que virá nestas duas janelas e, mais ainda, para coroar a despedida do Igor Jesus, homenageado no final pela torcida. Vamos pro super mundial com a cabeça erguida, sabendo que a responsabilidade de se obter resultados não é nossa (lá estarão o melhor time do mundo e um dos 5 melhores), mas certos de que o segundo semestre promete coisas boas.

A DESPEDIDA DO IGOR - NOS BRAÇOS DA TORCIDA

                                            Imagem - GE



 

6 de ago. de 2022

ERA JOGO PRÁ VENCER

 Mas o time cedeu o empate

Botafogo 1x1 Ceará 




 
PRÉ JOGO

- Notícias

- Marcelo, ex Real Madri. Uma notícia veiculada pela ESPN informou que o atleta, sem clube, continua no radar do Botafogo. É um 'projeto pessoal do Textor ", segundo a reportagem.

- Igor Gomes, do São Paulo, outro nome muito ventilado nos últimos meses, não renovou com o clube e fica livre para assinar outra agremiação a partir de outubro. Vem sendo informado também que o Danilo Barbosa (Nice) está bem encaminhado e mesmo quanto ao Tiquinho Soares.
  
- Escalação: 

Novidade no blog a partir deste jogo

O PALPITE DO HENRIQUE

O editor Carlos Henrique aposta que o time pode ir a campo com: Gatito, Saravia, Sampaio, Adryelson e Daniel Borges. Tchê Tchê, Lucas Fernandes e Eduardo. Luís Henrique, Erison e Jefinho.

E o time foi a campo com:



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O JOGO - 

A realidade.

1 - Ainda não temos time (conjunto) e ao enfrentarmos times mais arrumados, que jogam junto há muito mais tempo, sempre vai haver dificuldade no confronto.

2 - Alguns atletas têm um limite. Um teto, um estágio de desenvolvimento que não vai ultrapassar este limite: Saravia, Daniel Borges, Sampaio e hoje em dia, até o próprio Gatito. Num time como o do Ceará eles podem se encaixar: num dos 12 grandes, mal servem para reservas.

3 - Matheus Nascimento: a única boa jogada feita por ele perto do meio de campo (longe da área, para melhor explicar), foi aquela roubada em cima do Lucas Lima (Palmeiras) em 2020. Ele tomou, carregou até à grande área e rolou para o gol do Navarro. No mais, ele é jogador de área e, mormente tendo que se adaptar ao elenco principal, vai desaparecer se o obrigarem agora a sair para buscar jogo.

E foi isso. Abrimos o placar cedo mas num erro crasso de marcação, permitimos o empate. Falando sem clubismo, eles mereceriam muito mais o segundo gol do que nós.




Do Contra
 
 
Bem, como Paret colocou no início da postagem, resolvi fazer um exercício para entender a cabeça do Luís Castro, e contrariando o que havia sido noticiado no FogãoNet , resolvi especular uma escalação, e errei só um jogador: achei que Cuesta não estaria pronto para retornar ao jogo usando máscara e especulei que iria estrear o Adryelson.
 
No meu entendimento Castro iria na segurança de lançar Daniel Borges na esquerda e Saravia pela direita, sem arriscar DG de titular. E na falta de Piazon lançaria Luís Henrique na direita, enquanto repetiria o meio de campo que começou contra o Athlético-PR: Tche Tche, Lucas Fernandes e Eduardo.
 
O que vejo de positivo: já existe um esqueleto de time, que é basicamente este com Piazon fazendo a direita, mais como quarto homem de meio, no lugar de Luís Henrique, que não atuou bem.
 
O esqueleto de Castro então deve ser: Gatito, Daniel Borges, Sampaio, Cuesta, Marçal, Tche Tche, Lucas Fernandes, Piazon, Eduardo, Jeffinho e Erison. Com retornos de Sauer e Rafael podemos ter mudanças, assim como se chegarem Danilo Barbosa e Tiquinho Soares.
 
Não vou entrar em mais detalhes do jogo em si, só gostaria de salientar que Botafogo, Goiás, Coritiba e Avaí subiram da B ano passado, nessa ordem. E neste momento temos Botafogo décimo-segundo com 25 pontos, Goiás décimo-terceiro com 25 pontos, Coritiba décimo-quinto com 22 e Avaí décimo-sexto com 22, sendo que Goiás e Coritiba ainda irão jogar. Trago isso para o argumento que é o desempenho esperado para o que os clubes trouxeram da B para A, mesmo considerando o investimento a mais feito com a subida.
 
A questão é que diferente dos outros 3 nós recebemos o aporte da SAF e fizemos investimentos muito mais elevados, e daí vem a expectativa de que estivéssemos em outro nível, logo se justifica a frustração.
 
E porque motivo não estamos nos saindo melhor? Separo 3 respostas parciais, que somadas talvez formem a explicação.
 
1 - Problema estrutural, o investimento e o time foi formado em cima da hora. Técnico, novas contratações, comissão, tudo chegou com o campeonato já começando, sem pré-temporada. O período de adaptação está passando agora, e daqui pra frente é que se espera melhores resultados. De fato, para mim deveria ter começado hoje.
 
2 - Problema conjuntural, muitas lesões inesperadas, com uma taxa de desfalques e improvisações muito elevadas. Isso acaba atrasando o entrosamento e o entendimento do grupo como um todo. Só agora consigo imaginar e entender como Castro vai entrar como time, e o acerto sobre a escalação me mostrou isso, seguirei fazendo este exercício de escalação nas próximas partidas, ressaltando, não estou apontando uma escalação que gostaria, mas o que acho que o Castro vai tentar.

3 - A resposta que todos querem: investimento mal feito. Colocou-se muita grana em jogadores duvidosos, ficando o mais claro de todos o PK. Essa terceira parte acaba sendo explicada pela primeira também, o investimento foi corrido, para montar um time minimamente competitivo, às pressas, e pelo visto o pessoal, do Textor até os auxiliares do Castro, não tinham essa visão de que é mais fácil encontrar um Jeffinho no Resende do que fazer um jogador semi-estrela encostada no Palmeiras ou na Europa, voltar a jogar bem.
 
No final das contas sigo acreditando no projeto, mas as coisas serão mais devagar do que os mais pessimistas estavam crendo. O time tem um esqueleto e começa a ganhar uma forma de jogar, mas ainda erra muito. Algumas peças terão que ser repensadas, PK é um, mas por exemplo o grupo de atacantes pro lado, Victor Sá, Vinícius Lopes e Luís Henrique, precisam mostrar uma fração maior do que Jeffinho mostra para permanecer no grupo, senão a solução será contratar mais um para a posição e dispensar dois desses três.

Aguardemos o próximo jogo com retornos de Marçal e Piazon, precisaremos muito dos 3 pontos.
 
 

8 de dez. de 2019

O FIM (e o recomeço)

Chega ao fim (ufa, ufa!) o brasileirão/2019. Time recebe o Ceará precisando de combinação de resultados para almejar vaga na sulamericana em 2020, mas só empata e fica fora da competição continental - 1x1






PRÉ JOGO


12:00h - Já era sabido que iríamos a campo sem Diego Souza, Cícero e Luis Fernando, todos suspensos pelo terceiro cartão amarelo. A opinião de grande parte da massa torcedora nas redes sociais foi a de que ganhamos 3 reforços. Vamos ver isto durante o jogo.

13:00h - Com as ausências de Cícero, Diego Souza e Luís Fernando por conta do terceiro cartão amarelo, foram anunciados para começar jogando os temerários Vinícius Tanque, Marcos Vinicius e Jean.

15:55h - O time entrou em campo com o Cavallieri no gol. Foi informado que o Gatito passou mal indi$posição de última hora. Sabemos!
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O JOGO

A real disputa neste jogo da última rodada estava sim, ali no campo mas também, na Arena Corinthians, onde o Fluminense não poderia vencer o seu jogo. Empatando o nosso adversário lá, bastaria ao Botafogo vencer aqui para estar classificado na sulamericana/2020. Mas os paulistas foram desinteressados para aquele confronto, e tal, e... esqueçamos isto!

Seria uma melhor saída ir para a sulamericana, haja vista a dificuldade imensa que existe em chegar ao título da Copa do Brasil. No torneio continental, este caminho ainda é o mais fácil e assim, mesmo com o projeto S/A já em andamento (o blog trará notícias sobre a mudança ainda esta semana), poder-se-ia montar um time competitivo para tentar a sorte contra times como o Colon ou o Emelec, alguns dos que sempre estão na disputa desta competição.

Uma pena: a sulamericana do ano que vem dará vaga ao campeão no novo modelo de mundial de clubes, que passará a ser quadrienal (o deste 2019 é o último a ser disputado anualmente). Eu disse “ainda” é o caminho mais fácil. É provável que também este torneio se torne muito competitivo daqui por diante. Já paga uma bela soma ao campeão e agora, dando vaga no mundial...

Do jogo – vimos as boas jogadas e o belo toque para o gol do Marcos Vinícius e pensamos: será que existe algum departamento médico capaz de dar a este atleta a resistência física que ele precisa para jogar em alto nível? Não se sabe. Dizem que ele é asmático, falam muita coisa mas ontem, viu-se que a sua condição atlética é sofrível. Uma arrancada mais forte e lá se vai um músculo que passa o ano tão tranquilo, sem jogar praticamente nem uma partida inteira.
Enfim, 2019 acabou (ufa, ufa). Falam na permanência do Alberto Valentim, em manter (inteligentemente) a base e alguns dos nomes experientes e agora, é esperar para ver com quanto dinheiro o clube começará na nova fase. É conversa para a próxima postagem.

14 de set. de 2019

BOTAFOGO 0x0 CEARÁ

Time vai a Fortaleza, não joga
absolutamente nada mas segura o empate





Este jogo de hoje foi o de um time de camisa grande contra outro dos chamados pequenos do futebol brasileiro mas em campo, enfrentaram-se DOIS TIMES DE ELENCO PEQUENO. Foram dois elencos que se assemelhavam em praticamente tudo.

Infelizmente, quando as coisas não vão bem, mormente fora de casa, nosso time tende a sofrer e se não sofreu mais hoje, devemos isto exclusivamente ao tamanho do adversário. O domínio das ações de jogo foi todo deles, tiveram 18 escanteios a favor CONTRA ZERO. Isso mesmo, cedemos 18 escanteios e não tivemos nenhum a favor mas para a nossa sorte, o talento lhes faltou para nos derrotarem.

Eles chutaram 25 bolas ao nosso gol (8 diretamente em cima do Gatito) e nós, apenas duas ao gol deles: uma no primeiro tempo e outra no segundo. Vai ser uma agonia esperar o fim do ano para ver o que os senhores da S/A vão fazer em matéria de elenco. A agonia, diga-se, está sendo bem minimizada pelo bom início que o Barroca conseguiu que este elenco fizesse, uma vez que se não fossem aquelas vitórias lá atrás e estaríamos nós ali perto dos quatro últimos colocados.

Vamos que vamos: no próximo final de semana, início do segundo turno, receberemos o São Paulo.

15 de out. de 2018

BOTAFOGO VAI A FORTALEZA



Em busca de um melhor
posicionamento na tabela, time 
vai ao Castelão e empata com o Ceará
0x0



O resumo da ópera: o time de 2017 esteve presente (nos desarmes) mas faltou ao jogo (no ímpeto de partir com eficiência em contraataques).

Tivemos menor posse de bola, fomos nulos no ataque (exceto pela raspada de cabeça do Kieza no segundo tempo) e eles não fizeram o seu gol, muito pela sua ineficiência e, na etapa final, pela ótima atuação do nosso goleiro Saulo. A sorte, definitivamente, esteve do nosso lado, quando eles jogaram aquela chance de gol no pênalti para fora (pênalti infantil e desnecessário do Lindoso). Precisaremos desta sorte e do ímpeto de mandante no sábado, aqui na nossa casa, contra o Bahia.

O que não dá é para voltar a atuar com o Luis Ricardo. Torçamos para que o Marcinho não complete nova série de cartões amarelos até o fim do ano, pois o seu substituto já acabou para o futebol. Não fosse o atleta adversário estar em impedimento, decerto, teríamos perdido este jogo.

Ficou a impressão de que o risco de rebaixamento, se não inexiste, ao menos está um pouco distante. Fomos a 35 pontos e vencendo no domingo, mais uma vitória e um empate já nos deixa bem tranquilos em relação ao descenso. Não totalmente fora de risco mas sim, mais sossegados. Que venha o Bahia!

6 de jun. de 2018

BRASILEIRÃO - SEGUE O CURSO

BOTAFOGO 0x0 CEARÁ



Olá, amigos alvinegros e demais visitantes do blog!

Já na saída do estádio, resolvi refletir antes de deixar a raiva me envolver. Chamei o nosso amigo Henrique no wzapp e passei-lhe o que achava. Disse-lhe que cheguei a uma conclusão definitiva - não temos elenco para jogos assim. O pequeno arma uma retranca e não existem, do nosso lado, talentos capazes de produzir as jogadas para levar a bola à área adversária e desta forma, se não fizermos um gol de cara, vai ser sempre um jogo com seus 95/100 minutos de sofrimento e angústia.

Ah, temos atletas de bom domínio de bola sim. Renatinho, Luis Fernando e até o ainda inoperante João Pedro. Valencia também é outro que, mesmo ainda jogando timidamente, é capaz de boas assistências. Sobre João Pedro, meu Deus, não foi de perder bolas ou dar passes absurdamente errados, como ocorre com os desprovidos de habilidade, mas cadê o punsh de jogador de time grande? Ele não tem e, receio, não vai adquirir. Assim, será mais um Jerson (Com J – aquela foca de 1989, quem lembra? Genial nos treinos, mas um bebezão medroso nos jogos).

Mais tarde, ainda em conversa com o Henrique, vimos que temos sim um elenco para nos manter, enquanto 2020 não chega (prazo para o clube voltar a brigar por grandes nomes no mercado), ainda na primeira divisão mas até lá, a vibe do Botafogo será tentar a sorte numa CB favorável (aquela em que vão sobrando os times médios) ou então, nesta boa mas misteriosa Sulamericana, torneio onde tanto podemos jogar sempre contra Palestinos ou então, o destino pode nos reservar um San Lorenzo ou Peñarol pela frente.

Vejam que dado curioso deste jogo (e vai em caixa alta mesmo): NÃO OBRIGAMOS O GOLEIRO DELES A UMA DEFESA DIFÍCIL SEQUER. Nossos chutes a gol não aconteceram, nossos homens de frente erraram todas as jogadas de área e já lá no fim, naqueles minutos extras da contusão do nosso zagueiro, naquele bate-rebate quase na linha do gol, ainda assim, não houve em ninguém que estava na jogada lucidez capaz de tentar um balãozinho, jogada capaz de colocar a bola no gol pelo inesperado do lance. Enfim, não temos criação, os homens de frente não recebem bolas em condições (vcs já viram como o Aguirre acaba jogando longe da área?) e assim, só vai sair gol mesmo contra times que venham nos atacar.

Contra estes pequenos aqui na nossa casa, receio, será isto que vimos hoje até o fim do campeonato. Posso afirmar, pelo que vi e analisei ali das cadeiras do setor Leste, que apenas o Jean se salvou na geleia geral. Ontem meus amigos, fora as boas assistências do Valência e o citado volante, TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS JOGARAM MUITO MAL. Todos erravam, ninguém acertava uma jogada aguda e assim, o festival de bolas laterais rolou por mais de uma hora e meia desta noite gelada aqui no Rio. Vamos ver como vai ser lá na Fonte Nova, no domingo.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG