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12 de ago. de 2018

BOTAFOGO VAI A CURITIBA



Buscando se firmar na tabela do brasileirão
time vai a Curitiba enfrentar o Paraná



Quando aquele primeiro tempo terminou, o zero a zero era um placar totalmente injusto. Não com as equipes mas sim, com o futebol. Deveria haver placar negativo no futebol para assim, podermos pontuar jogos deste baixíssimo nível. Desta forma, um -4 x -4 seria o placar real daqueles primeiros 45 minutos de jogo.

Existem situações que são explicadas numa rápida análise: o Paraná não é lanterna à toa não. Tem uma defesa pior do que defesa de time de pelada e o ataque chuta para qualquer lado, menos para o gol. Isto foi facilmente percebido, não só pelo sem número de chutes que deram “nas arquibancadas” mas, principalmente, no seu gol, o do empate: o atleta simplesmente chutou a bola e ela até poderia tomar a direção da linha de fundo – mas bateu no Igor e enganou o goleiro Saulo.

Na segunda etapa o time voltou com um pouco mais de organização e, na única jogada lúcida do Luis Fernando, conseguimos o pênalti convertido pelo Rodrigo Lindoso. Ficamos com aquele gosto amargo no fim, tomando aquele gol ao acaso mas agora, é hora de pensar na sulamericana.

Como detalhe de tudo o que vem acontecendo com o Botafogo neste insólito 2018, fico com a observação do locutor da Globo acerca da até agora fase inócua do Aguirre: disse o radialista - "ele é o jogador 'gerúndio'...vai tentando, buscando, chegando mas até agora, nada". Tomara que o jogo contra os paraguaios seja o da "estréia" do nosso centroavante.

4 de ago. de 2018

BOTAFOGO RECEBE O SANTOS





Time recebe o Santos
em busca de reabilitação no brasileiro mas, com erro
da arbitragem, empata
em 0x0

Tá aí o que nós queríamos, como diria o velho e bom narrador Januário de Oliveira.

Esse é o time que tem que jogar (nos dias atuais) como Botafogo. Todo mundo marcando, não dando espaços, sufocando adversários com elencos bem mais qualificados do que o nosso.

Este jogo começou com o estigma de clássico centenário (começou a ser disputado em 1918) e, segundo o treinador interino Lazaroni, com a notícia da contratção do Zé Ricardo sabida pelo grupo já no ônibus que os levou ao estádio.

Zé assinou, estava fora do Rio e, ouvindo o radinho no estádio, soubemos ainda que na gestão do Paquetá, os jogadores tinham enormes dificuldades para entender o que ele queria que fizessem em campo. Pois hoje, o Lazaroni "cantou e todos dançaram direitinho"

Para se ter uma idéia do que fez o grupo hoje, nos parecia ali da arquibancada que quem estava mal (caso do Matheus Fernandes) tinha tanta consciência disto que, mal perdia uma bola e já se atirava em cima do adversário para atrapalhar a jogada dele.

E vimos isto até o fim. Luis Fernando parece estar voltando a jogar bem, o garoto Yuri tomou conta da lateral e poucos atletas não corresponderam. Foi uma pena mesmo a trapalhada dos caras do apito no gol do Renatinho, pois merecíamos sair com a vitória.

Mas foi bom o que vimos hoje. O elenco lembrou, por diversas vezes, aquele de 2017. Tomara que o Zé Ricardo dê sequência a este ritmo de jogo. É a nossa vibe.

Quanto ao 'apitazzo', o Cuca, do lado de lá, mesmo de forma inconfessa, deve estar até agora com a certeza de que "nada mudou por aqui".

21 de jul. de 2018

BOTAFOGO x FLAMENGO

No Maracanã




Time enfrenta o Flamengo
no Maraca
e sofre nova derrota por 2 a 0




Pouco, muito pouco a dizer.

Time começou escalado com Jefferson, Luís Ricardo, Carli, Rabello e Moisés; Lindoso, Matheus Fernandes, Jean, Valência, Kieza e Pimpão.

Para começar vimos uma grande modificação de escalação em relação a derrota contra Corinthians. Em campo, pouca diferença.

Time com futebol arame liso, que cerca sem machucar, e que quando tem as bolas nos pés joga no pior estilo espanhol de futebol.

Sem a bola, gols relâmpagos, bateção de cabeça, e ver o placar desfavorável com menos de 5 minutos de jogo. Neste, diferente da partida contra o Corinthians, nem volume de jogo e nem o fechamento de placar no segundo tempo: tudo decidido ainda antes dos 10 minutos.

Pouco, muito pouco a dizer, muito a fazer.

Se não arrumar o setor defensivo, se não conseguir melhorar a criação e se não conseguir um ataque ativo, instigante, será difícil vencer o próximo jogo e aí iniciaremos uma luta inglória contra o rebaixamento.

Ainda acredito em ficarmos no meio da tabela, sem brigar por nada, mas nesse momento é mais fácil apostar na Megassena do que no futuro do Botafogo, que segue incerto e conturbado fora de campo também, com grave crise financeira.

Marcelo Benevenuto e Brenner merecem alguma oportunidade em treinos pelo menos. Nosso jovem zagueiro pode ser testado na lateral, onde ninguém vem dando certo mesmo.

De resto é torcer, torcer e torcer. 

Importantes:
- A lesão no Jefferson é algo a se destacar. Que nosso ídolo se recupere rápido, mesmo que seja para assumir o banco com a volta de Gatito. Creio que no momento iremos com Saulo, e nem tem ideia de quem assume o banco.

- A expulsão de Aguirre preocupa... Terá entrado na lista negra? Lembrando que ele foi expulso na Libertadores (e suspenso por 3 jogos) por entrada violenta - nem lembro exatamente sobre quem, se Vitor Luiz ou outro jogador nosso - e também que, tendo saído expulso contra o Bahia, de forma totalmente injusta, saiu de campo muito transtornado pelas provocações adversárias. Atacante sem fazer gols, mentalmente instável, e sendo expulso toda hora, mesmo que de forma injusta, não prospera.

9 de jul. de 2018

BOTAFOGO F. R. - DE VOLTA AO TRABALHO

1 - O NOVO TREINADOR 

2 - COPA DO MUNDO - Últimos jogos


Marcos Paquetá - é o nome dele.


Bom dia, amigos alvinegros!

É chegada a hora de voltarmos aos nossos assuntos, àquilo que diz respeito ao Botafogo de Futebol e Regatas. E o assunto do mês da Copa do Mundo foi – O NOVO TREINADOR.

Não postamos nada aqui por ter sido uma troca até simples, sem muito alarde e apenas com algumas queixas dos torcedores mais exaltados nas redes sociais, mas a contratação do Marcos Paquetá, cujos bastidores estão na matéria aqui linkada, mostram a realidade financeira do clube e como teremos que ir contando com o binômio ‘sorte/acaso’ até 2020, prazo que os pensadores financeiros do clube deram para que a realidade financeira volte ao patamar de um clube realmente grande.


Os jogos-treino


No primeiro teste sob o comando do Paquetá, o time enfrentou o Audax e na primeira parte, os titulares empataram em 0x0, vindo os reservas, na segunda metade, a perder para o pequeno carioca por 1x0. Já no segundo teste (imagem acima), o resultado foi bem satisfatório, com um sonoro 6x0 no Bangu, que disputou a primeira divisão aqui do estadual. O que preocupa ainda é que, mesmo atuando, Aguirre não balançou as redes desde que chegou ao clube.Vamos aguardar os próximos testes.


COPA DO MUNDO - SEMIFINAIS.


Terça Feira - 15:00h - França x Bélgica

Num primeiro tempo de um jogo tão estudado que até ficaria chato, não fosse a categoria da maioria dos jogadores em campo, a Bélgica tentou manter a França na sua defesa mas o seu ataque atuava no modo ‘arame liso’, sem levar praticamente nenhum perigo ao gol de Hugo Lloris. Na segunda etapa, pesou a camisa azul dos campeões de 1998.

A França, que já vinha bem na marcação, fez o seu gol logo aos 5 minutos desta etapa final (escorada de Umtiti de cabeça, após cobrança de escanteio) e a partir daí, os belgas não conseguiam nem sombra dos espaços que tiveram contra Japão e Brasil, tal a aplicação tática do 11 francês. A reclamar, uma falta claríssima sobre o Hazard na entrada da área, aos 35 minutos, não marcada pelo árbitro. Mas a Bélgica, a rigor, não criou nada, não viu o brilho dos seus grandes jogadores e por este jogo, não merecia mesmo um lugar na final. A França, por tudo, aí incluído aquele futebol amarrado de fim de jogo para manter o placar, merece estar onde está.
Se ganhar a taça, o futebol francês será real candidato a um lugar entre os gigantes. Motivos para isto estão aí aos olhos de todos, mas o principal é um jovem craque, que atua com a 10 em plena Copa como se estivesse treinando no PSG e que (te cuida, Pelé!) pode vir a ser campeão do mundo com apenas 19 anos, portanto, tendo idade para brihar, futuramente, em mais 3 (e até 4) Copas. Sim, te cuida Pelé mas, mais importante ainda, te cuida Itália. O futebol da Bota não está mostrando renovação e por isto, a França está aí mesmo pedindo passagem.

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Quarta Feira - 15:00h - Croácia 2x1 Inglaterra

Enfim, um jogo para a Copa chamar de seu 

Um jogo DE COPA DO MUNDO.

Este sim, foi o tal jogo histórico pelo qual aguardamos por todo o torneio, aquela partida que, em mais alguns anos, será usada para lembrar o que é o épico em futebol, o que foi marcante numa Copa do Mundo sem muita coisa digna de nota, enfim, para exibir heróis de carne e osso.

Os ingleses não tomaram conhecimento da pouca tradição croata no primeiro tempo inteiro. Abriram o placar ainda aos 5 minutos, perderam gols em série e não conseguiram ampliar o placar para, imaginamos sempre, deixar a vitória encaminhada para a segunda etapa. E o tempo 2 foi então de mudanças.

O 11 croata, mais talentoso, acordou para o jogo, empatou a partida e na prorrogação, uma assustada Inglaterra já nem sabia mais pelo que esperar: se um gol salvador ou se a temida disputa de pênaltis. Mas um cansado e machucado Mandzukic, que já havia até abaixado a cabeça, quase desistido da jogada em mais um lance de ataque não concluído, sentiu que a bola voltava para a área e não perdoou, marcando o segundo gol croata já na parte final da prorrogação.

Um jogaço digno, enfim, de fazer parte dos melhores das Copas do Mundo.

Que venha a França! – Devem estar gritando em Zagreb.

2 de jun. de 2018

BOTAFOGO x VASCO

Em São Januário



Foram dois tempos distintos, o primeiro do Botafogo e o segundo deles. O Botafogo começou em cima e, aproveitando-se da fraqueza do sistema defensivo deles, abriu logo 2x0. E Kieza, autor do primeiro gol, perdeu o terceiro por puro preciosismo. Poderia ter feito falta

E se aproveitamos bem a nossa primeira etapa, fazendo logo este 2x0 rapidíssimo, eles voltaram modificados para a segunda etapa e a vontade mudou de lado. Sufocaram o nosso time, fizeram o seu gol e corremos o risco de ceder o empate. E o Kieza, de novo, perdeu gol feito.

Com isto, era para termos nos aproveitado dos contraataques mas isto não ocorreu. As bolas rifadas pela nossa defesa voltavam para a nossa área como aquela granada dos filmes que, jogadas em cima do inimigo, são devolvidas e explodem em cima de quem as arremessou.

Neste segundo tempo crítico, sofremos exatos 30 minutos de sufôco, sufôco este que só arrefeceu por conta do cansaço do adversário. Conseguimos segurar o placar, poderíamos ter feito o terceiro gol na citada jogada do Kieza mas ficou mesmo no 2x1

Tivemos a boa surpresa do Jean no meio de campo, mas precisamos melhorar. É preciso definir o time titular, para que possamos, após a parada da Copa, ter um 11 confiável e entrosado. Na quarta feira, receberemos o Ceará e só a vitória interessa.

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30 de mai. de 2018

BOTAFOGO 2x3 SÃO PAULO





Time vai ao Morumbi
em busca de reabilitação,
mas erra muito e perde o jogo

O time, verdadeiramente, se perdeu em campo depois daquele pênalti maroto. Aquilo foi um pênalti que, fora daquele estádio, o juiz jamais iria marcar.

A partir daí, mesmo tendo saído à frente no placar com aquele golaço do Valencia, o nosso time começou a errar e não parou mais

Existe uma reclamação já bem ruidosa da nossa torcida nas redes sociais, que diz que o Rodrigo Pimpão anda fazendo falta. Pode até ser, mas a verdade é que o time não ganharia nada com ele neste momento e está mesmo é se livrando do problema que ele representa, com a sua total inaptidão para jogar futebol.

Ah! Ele fez um gol hoje. E daí? Fez um gol por acaso, mas desperdiçou as jogadas de sempre. A verdade meus amigos, em primeiro lugar, é que parece que Ceará, Paraná e Chape não vão entrar no caminho do Botafogo neste brasileirão.

Sim, eu sei, os fortes estarão no caminho de todos, mas sempre de forma alternada. Estamos apenas na oitava rodada e já enfrentamos o Cruzeiro, o São Paulo, o Grêmio e o Palmeiras. O time não está conseguindo aquele joguinho tranquilo para colocar o seu esquema para funcionar.

Vejam que hoje nós começamos até bem, mas o ataque do adversário é quase imparável (não à toa, são os únicos invictos da competição). No sábado, já teremos o nosso segundo clássico regional (de 3 possíveis). Não é mesmo fácil. Vamos ver como o time vai se comportar contra o Vasco, jogo da nona rodada e, nada de Ceará ou Paraná.

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20 de mai. de 2018

TIME VAI A BELO HORIZONTE

BOTAFOGO x AMÉRICA-MG




Em jogo fora de casa,
time atua mal e perde por 1x0

Um dado preocupante nos assustou hoje desde o início desta partida: a marcação frouxa no setor esquerdo da nossa defesa deixava o time deles (e o atleta que caía por ali em especial) com uma liberdade excessiva para chegar na nossa área, o que, para a nossa felicidade, não souberam aproveitar de forma adequada.

Gilson, o “temporão de 2 jogos”, voltou ao normal e era o grande responsável pelo buraco na marcação por aquele setor. Por outro lado, também não produzíamos como era de se esperar, já que Luis Fernando ainda não encontrou a melhor forma (jogou bem mas ainda carece de mais tempo de bola) e, tristemente, estamos vendo que o Renatinho pode mesmo vir a ser um excelente camisa 10 de clubes de meio de tabela para baixo. A camisa parece já ter pesado para o garoto.

Assim, sem criatividade e com esta constante preocupação no setor defensivo, podemos até não ter visto o Jefferson ser acossado lá atrás (e ele não foi mesmo, o jogo inteiro) mas da nossa parte, pouco chegamos na frente do goleiro deles. Uma bola do Renatinho (em bela jogada do Luis pela direita), alguns cruzamentos na área na segunda etapa muito mal feitos e nada mais fizemos para tentar chegar a um gol, pelo menos.

Na parte final do jogo (ali pelos 19 minutos), Valentim tirou o Gilson e o Renatinho e promoveu as entradas do Kieza e do Aguirre. Mesmo atabalhoadamente, o nosso time melhorou, muito ante o cansaço deles mas as boas jogadas de área, pela inoperância dos cruzamentos já acima citada, não nos fizeram levar medo à zaga deles. Lá perto do fim, numa jogada em que o Bochecha não acompanhou o atleta que vinha de trás, a bola lhe foi rolada e ele, livre, chutou de bico no canto esquerdo do Jefferson, para dar o número do placar da partida. Já perto do fim, Moisés entrou no lugar do Gilson, mas não teve tempo de fazer aquelas boas jogadas que vimos aqui no carioca.

Foi uma pena. Era um jogo para fazermos 3 pontos mas que, depois de iniciado, viu-se que se o gol era difícil, era sim, até razoável, pensarmos num empate. Mas perdemos. Que se corrijam os erros para a importante partida do próximo domingo.

ATUAÇÕES

- Jefferson - sem trabalho.
- Carli e Igor - seguros. A falha no gol foi do Bochecha, que não acompanhou o atleta.
- Matheus - jogou bem como em outros jogos.
- Lindoso - seguro mas sem ter com quem "dialogar" para fazer a bola chegar na frente com qualidade.
- Renatinho - sem medo de errar, já era.
- Luis Fernando - parece que pode vir a recuperar aquela forma técnica dos bons jogos da parte final do carioca. - Brenner - O esforçado de sempre. Às vezes dá certo, às vezes....
- Marcinho - fazendo o seu feijão com arroz, não atrapalhou.
- Bochecha - tem personalidade, mas é muito verde ainda. Precisa que alguém o corrija nas jogadas erradas.
- Gilson - sem comentários (o mesmo de sempre).

SUBSTITUTOS

- Kieza - Foi jogar pelo setor esquerdo, com o Moisés (que entrou perto do fim). O time subiu de produção mas quando a bola chegava na área, não se via qualidade na jogada.
- Moisés - Ainda não voltou a jogar como jogou no carioca. Deve fazê-lo em mais uns 3 jogos, caso não seja outra decepção.
- Aguirre - é muito raçudo, reclama, pede a bola mas sem criação atrás, nada vai poder fazer.

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14 de mai. de 2018

BOTAFOGO x FLUMINENSE - VENCEMOS



Time recebe o tricolor
pela quinta rodada
e vence em show de Jefferson
BOTAFOGO 2 X 1 FLUMINENSE

Vencemos. 3 pontos e G6.


Os gols do jogo - TV UOL

Pode ter mimimi, reclamação, etc, mas o que interessa é bola na rede. A vitória foi nossa e somamos 3 pontos fundamentais. Temos que comemorar e vibrar.

Mas também não dá para tapar o Sol com peneira. Jogando assim não será todo jogo que venceremos. Não será todo jogo que Jefferson, ou Gatito, salvará o placar.

Claro, houve méritos do Fluminense pelo volume de jogo e pelas oportunidades criadas. Mas houve certa fraqueza do nosso time, e houve méritos totais de Jefferson, melhor em campo disparado.

Entramos em campo com mais desfalques, sem Valencia e Marcos Vinícius que sentiram nos treinos. Escalados com Jefferson, Marcinho, Carli, Rabello, Gilson, Lindoso, Matheus Fernandes, Renatinho, Luís Fernando, Brenner e Kieza, sentimos a fragilidade do meio, com renatinho ineficiente, Luís Fernando criando pouco e cooperando pouco na marcação, e Kieza muito aberto.

Com isso o domínio do Fluminense no meio era óbvio, mas mesmo assim abrimos o placar em cruzamento finalizado por Lindoso. Logo o Flu empatou.

No segundo tempo Valentim tentou corrigir o problema do meio. Tirou Renatinho, que pode estar sentindo a falta de ritmo ou o peso da camisa - tomara que não, pois futebol ele tem -e colocou Gustavo Bochecha. Aumentou a marcação, adiantou Lindoso para ficar mais a frente, e com isso o time melhorou, igualando as ações. Mesmo assim eles continuavam mais incisivos, e abusando de perder gols ou de pararem em defesas brilhantes de Jefferson, foram no mínimo 7 grandes defesas.

Finalmente voltamos a frente em outro cruzamento desta vez escorado por Kieza. Ainda tivemos chance de liquidar a partida em chute de Brenner, mas depois disto o que vimos foi Abel colocar o Flu no ataque e nosso time se defender.

Ainda tivemos a estreia de Aguirre, que entrou no lugar de Brenner, e depois a entrada de Jean no lugar de Lindoso.

E o jogo terminou no 2 a 1, com direito a vaga no G6.

Agora precisamos melhorar para o próximo jogo. Jogando assim não será fácil obter novas vitórias.

Abraços.

23 de abr. de 2018

CONTRA SPORT FORA


BOTAFOGO 1 X 1 SPORT
Segunda rodada do Brasileirão
Hora de ver o que realmente podemos fazer

E ganhamos mais um ponto.

Se havia alguma dúvida se o primeiro ponto havia sido um bom resultado, este segundo sem dúvida foi, pois não jogamos absolutamente nada, e após tomar o gol aos 40 minutos do segundo tempo, não havia muita esperança de empate.

Diante de tantos desfalques, e de um campo que não permitia o toque de bola, o time ficou perdido. Tendo iniciado a partida com Gatito, Marcinho, Carli, Rabello e Gilson; Lindoso, Bochecha, Matheus Fernandes, Pimpão, Brenner e Valencia, o time não se encontrou em campo, e apesar de algumas atuações "limpas", o único que brilhou foi Gatito.

No segundo tempo Alberto Valentim mudou os jogadores de frente todos. Prmeiro Pachu no lugar do amarelado e ineficiente Pimpão, depois Kieza e Ezequiel nos lugares de Brenner e Valencia. Pouco fez diferença.

Parece que ainda iremos ver este time oscilar. E as ausências de Renatinho, Luis Fernando e Moisés complicam o funcionamento do time.

Mesmo assim podemos ter alguma esperança de uma boa temporada. Na próxima partida está prevista a estreia de Aguirre no complicado jogo contra o Grêmio. Mas não dá para acreditar que a entrada de um jogador vindo de uma longa parada vá resolver todos os problemas deste time.

A temporada segue em aberto para nós. Quem sabe mais tempo e o entrosamento melhore, e nosso desempenho estabilize.

Abraços.

16 de abr. de 2018

BRASILEIRÃO 2018 - ESTREIA CONTRA O PORCO


BOTAFOGO 1 X 1 PALMEIRAS


Gols e lances do jogo - Premiere_Youtube


Ganhamos um ponto.

Perdemos dois pontos.

Deixamos de perder três pontos.


Foi um resultado que pode ser enxergado pela ótica que se quiser. Jogamos em casa, mas contra o vice-campeão brasileiro e paulista, dito elenco mais caro do Brasil, completo, e nós cheios de desfalques...

Fomos a campo sem João Paulo, ausência a se lamentar por quase todo ano, Renatinho, Luiz Fernando, Moisés e de última hora o Marcelo Santos, volante que chegou a pouco e vinha jogando.

Entramos escalados com Gatito, Marcinho, Carli, Rabello, Gilson, Matheus Fernandes, Bochecha, Lindoso, Leandro Carvalho, Brenner e Valencia. Podemos dizer que parecia um 4-3-3, com os últimos 3 fazendo o trio de ataque, mas era de verdade um 4-3-2-1, com 3 volantes e dois meias abertos, ficando Brenner a frente.

E isso deu um nó no Palmeiras. Seus laterais pouco podiam apoiar, pois ficavam seriamente expostos, e no meio não conseguiam vantagem frente a marcação dos nossos três.

Sem bola, nossa marcação não os deixava jogar, com bola sabíamos girar a bola e procurar os espaços. Ainda pecamos bastante no último passe e pecamos mais ainda nas finalizações.

Foi um jogo equilibrado, e se não foi exuberante, foi sim uma partida divertida. O primeiro tempo terminou no 0 a 0, e apesar do nosso maior número de finalizações, ao final do jogo a posse de bola foi meio a meio. Mas coube a eles abrir o placar.

Numa das raras bolas perdidas no meio, na saída para o jogo – normalmente só perdíamos mais a frente, já nas tentativas de último passe – o Palmeiras conseguiu armar o contra-ataque, Rabello foi envolvido pelo atacante, mesmo sem dar espaço para o chute dele, que rolou para o que vinha de trás marcar sem chances para Gatito.

Mas isso não abateu nosso time. Alberto Valentim fez pequenas mudanças... Pimpão no lugar de Leandro Carvalho, Marcos Vinícius no ligar de Bochecha. Claramente o objetivo era aumentar velocidade e melhor o passe ofensivo, sem contar em dar um gás novo, pois os dois que saíram estão ainda pegando ritmo.

Mais à frente tivemos a saída de Matheus Fernandes para a entrada de Kieza. O time ficou bem ofensivo, partiu para cima, empatou com gol de Rabello, e teve oportunidade de virar, apesar das tentativas de contra-ataque do Palmeiras, inclusive com um sufoco no minuto final.

O fato é que vimos um time aguerrido, que o técnico já pegou mão, e que se conseguir manter este nível de concentração e vontade poderá fazer frente a qualquer adversário da série A. É suficiente para sonhar com algo mais alto? Eu creio que ainda não. Mas considerando o retorno dos 5 citados lá no início, a chegada do Aguirre, a volta de Leandrinho, e mais algum reforço que possa vir, tanto da base – ao estilo da grata surpresa de ontem, Bochecha – ou contratado no mercado, podemos sim aspirar um espaço no G6.

Mas ainda é tudo muito cedo. As osciladas virão, e temos que ver se os resultados também virão. Um ponto em casa não foi ruim, mas não é um número para criar grandes ilusões.

Igor Rabelo - um dos nomes do jogo


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG