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23 de ago. de 2017

VALE VAGA NA FINAL








No Maracanã, time não
impõe o seu jogo e
perde por 1x0

Não jogamos absolutamente nada nas semifinais.

Eu comecei falando desta forma para sintetizar o que foi o Botafogo nesta fase da Copa do Brasil. Se não apertamos o nosso adversário no Nilton Santos mas saímos no zero, hoje tentamos levar o placar em branco por muito tempo mas, no único vacilo de marcação do Vitor, tomamos o gol fatal.

E nem foi um erro tão criticável assim, haja vista a inteligência do atleta adversário na jogada.

Não se pode afirmar que o time sentiu a falta do Pimpão, uma vez que, enquanto o grupo esteve bem, o Guilherme não comprometeu. Contudo, logo no início da partida, perdeu um gol que poderia ter sido fundamental.

Vida que segue. Fica para a próxima.


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22 de ago. de 2017

UMA META, DOIS DESEJOS, TRÊS CAMINHOS





Esta semana uma reportagem, entre tantas, causou certa indignação aos botafoguenses. Nem teve tanto destaque, no meio de tanto disse-me-disse e confusões. E até porque, de certa forma tem razão, mesmo estando totalmente errada. Segue o link:

http://sportv.globo.com/site/programas/troca-de-passes/noticia/2017/08/apos-derrota-do-bota-barreto-adverte-para-risco-de-time-ficar-sem-nada.html


Diante do falado resolvi fazer minhas considerações, e concluir que praticamente já temos tudo, mas que não podemos baixar a guarda e bobear nesses meses que faltam para encerrar o ano.

Meu primeiro comentário é insistir no que deve ser nossa principal meta do ano, o piso de conquistas aceitáveis. E insisto que nossa meta é dar continuidade e manutenção ao que foi conquistado. Ou seja, precisamos em 2018 jogar a Libertadores e entrar na Copa do Brasil nas oitavas, conforme fizemos este ano. Esta é a meta básica. Este é o caminho de resgate do clube, e é fácil de entender porque.

Somos hoje 35819 sócios-torcedores, com um número crescente, que até o final do ano deve chegar aos 40 mil, e que com vaga na Libertadores 2018 nos garantirá a manutenção desse número e até algum crescimento.

Para chegar nessa vaga temos amanhã o confronto na semifinal da Copa do Brasil. Antigo desejo do clube e dos torcedores. Faltam teóricas 3 partidas para isso, sendo a de amanhã portanto a partida mais importante do ano, até agora.

Se a mídia diz que podemos ficar sem nada, digo que nada nos tira o que já conquistamos este ano. No momento pode não ser títulos, mas se na visão deles podemos ficar sem nada, digo que Palmeiras, Atlético-MG quase certamente ficarão sem nada. Que Flamengo, Santos e Cruzeiro podem ficar sem nada. Que Botafogo e Grêmio podem ficar sem nada. Até o Corinthians pode ficar sem nada. Nada está decidido, então só estão falando o óbvio.

Mas os quase 36 mil STs, os 10 milhõess de renda na Libertadores, o reencontro de torcida, time e clube, isso ninguém nos tirará.

Temos que continuar nossa jornada. Nada está ganho, mas chegamos até aqui porque fomos capazes, e podemos ir mais longe. É possível, e é nosso desejo, vencer a Copa do Brasil. É possível, e é nosso desejo, vencer a Libertadores 2017. E uma dessas conquistas premiará um trabalho consistente e vencedor que vem sendo feito, e dará de bônus o atingimento da meta básica, disputar a Libertadores 2018 (e aumentar ST, obter mais renda, mais exposição na TV, mais patrocinadores, etc.).

Há o caminho pelo Brasileirão para se atingir a meta, mas é sem dúvida a terceira via, e ela é possível. Há de se lembrar que alguns dos clubes que estão na nossa frente no Brasileirão são também alguns dos que podem ser o obstáculo no caminho para nossos desejos. Santos, Grêmio, Flamengo, Cruzeiro estão ali, na mesma briga.

Estou muito confiante com este ano de 2017. Acredito que podemos chegar a esta necessária vaga pelos 3 caminhos, ao mesmo tempo. Não é fácil, mas é possível.

O que não faltará será luta.

Dá-lhe Fogão.

16 de ago. de 2017

VALE VAGA NA FINAL

COPA DO BRASIL
BOTAFOGO 0x0 FLAMENGO






Pelo primeiro jogo das semifinais, na Arena
Nilton Santos, time empata em 0x0 e a decisão
vai para o Maracanã, no dia 23/8

Segredo desvendado (?).

Ôpa! O nosso adversário desvendou o nosso segredo mesmo? Hoje? 


Não! Pelo menos, não hoje, não neste jogo.

O segredo alvinegro já foi desvendado faz tempo, todos já o conhecem, já sabem o que vão encontrar quando jogam contra nós, só que até então, nenhum time havia conseguido colocar em campo o ‘antídoto’ correto para tentar anular a nossa forma de jogar.

Pois vou me atrever a escrever aqui o que fez o colombiano (agora rubronegro) nesta partida, contando com o fato de que o nosso blog seja mesmo um ‘encontro entre amigos’, de pouca divulgação. Foi assim meus amigos, que “ninguém nos leia” (kkk) que este treinador, que já perdera duas partidas para o nosso time, pegou o seu elenco, bem mais talentoso do que o nosso e, de maneira simples e determinada, o colocou em campo para fazer exatamente o que nós fazemos: jogar sem propor o jogo, tocar a bola esperando brechas, jogar fechado esperando o adversário atacar para, aí sim, retomar a jogada e sair com rapidez.

Com isto, como poderia ter havido um jogo com emoção hoje? Sem a menor chance! Foram dois times que se estudaram, que tentavam sair em velocidade ante a retomada de bola e aí, me arrisco a dizer, eles até com mais perigo (muito pouco perigo mas, ainda assim, com os talentos que possuem, tentando nos expor) e desta forma, como disse um comentarista no rádio, parafraseando o João Saldanha, jogaram por 97 minutos e poderiam jogar 97 meses que, ainda assim, haveriam muito poucas chances de saírem do zero a zero. No talento deles, tiveram aquela venenosa bola no travessão mas, no mais, ninguém passou sufoco, nenhum dos goleiros teve que trabalhar mais que o trivial e no fim, a impressão que eu havia passado com quem falei sobre esta partida acabou prevalecendo, a de que, ante a impossibilidade de sair com uma vitória hoje, o melhor que poderia ocorrer ao Botafogo seria um empate sem gols.

Sim, o empate sem gols foi uma bênção para um Botafogo que não teve como imprimir o jogo que é o seu padrão atual, senão vejamos: eles não vão poder jogar no Maracanã escondidos, vão deixar espaços e com isto, podemos sim fazer gols, o que os obriga a vencer a partida. E se, em caso de jogo de muita cautela, a decisão for para os pênaltis, temos o Gatito e eles irão de terceiro reserva. Preciso dizer mais alguma coisa?


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26 de jul. de 2017

RUMO À SEMIFINAL

Botafogo recebe o Atlético-MG
pelo segundo jogo das quartas de final 
da Copa do Brasil/2017








BOTAFOGO 3x0 ATLÉTICO-MG

Um show para 27 mil alvinegros felizes.

Desde a Conmebol/93, já enfrentamos este adversário
por 6 ou 7 vezes em mata mata e...

VENCEMOS TODAS 

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Os gols e lances da partida - Youtube

Ao final deste jogo, Eraldo Leite, botafoguense e comentarista da rádio Globo, não como torcedor mas sim pelo que viu em campo, referiu-se àquele primeiro tempo do Botafogo como o melhor primeiro tempo de um time brasileiro este ano aqui no país.

Pois eu afirmo aqui que o futebol apresentado pelo nosso time nos primeiros 45 minutos chegou perto da perfeição e se perfeito não foi, isto se deveu exclusivamente à falta de trato do Pimpão com a bola. Vejam como estamos: se o Camilo parou, Bruno Silva começou a jogar como meia. João Paulo subiu de produção no momento em que perdemos o Airton e agora, com os boatos de interesse europeu no J. P., ele voltou um pouco com a timidez do início mas Roger resolveu virar a página e se transformar num atacante eficaz e habilidoso.

E foi nesta toada que chegamos aos 2x0 na primeira etapa. Dominamos os 3 setores do campo, não demos espaços para eles criarem e isto transformou o Jefferson em espectador privilegiado do jogo. Levamos sim um certo sufôco na etapa final, muito pelo bom elenco que eles possuem, mas quando saíram do banco os garotos Guilherme e Gilson, nosso fator surpresa colocou números definitivos na partida. Estamos na semifinal da CB.

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29 de jun. de 2017

FLICK OF SWITCH AGAIN: COPA DO BRASIL, VISITANDO O GALO


BOTAFOGO X ATLÉTICO-MG



Não sou muito de me queixar. De queixumes vazios, inúteis ou repetitivos.

Eu já venho falando aqui, faz tempo, que parei de reclamar de juizes. No máximo, cito jogos nos quais eles ficam de má vontade mas reclamar mesmo, não mais. E o faço igualmente em relação ao time, explicando que esta introdução se dá pela questão dos atacantes, nosso calcanhar de Aquiles atual.

Saí da frente da TV esta noite definitivamente convencido de que não poderemos almejar algo maior este ano, sem um atacante, ao mínimo, efetivo. E, também, ficou evidente, temos que torcer muito para que o Jair não se perca na fama e pare de fazer escalações inadequadas, como foi a de segunda feira e a de ontem, com Emerson Silva lento, sem ritmo e dando totais condições para que o atleta deles entrasse livre e fizesse o gol único da partida, fora outras pixotadas.

Foi o que ficou evidente ontem: um erro de escalação nos custou um gol, a falta de um 9 minimamente capaz de empurrar a bola para as redes nos deixou com este 1x0 contrário, quando poderíamos, sem medo de errar, ao menos, empatar aquela partida, tendo tido mais tempo de posse de bola e, ao meu ver, domínio das ações por quase 80% de todo o jogo.

Vida que segue: este é um dos dois anos de recuperação do clube e, convenhamos, estamos indo até mais longe do que qualquer um poderia prever. Vamos para mais uma “guerra” no domingo e, claro, guardando baterias para a próxima quinta-feira, jogo no qual, falando como torcedor alvinegro mas sem fanatismo, pelo futebol apresentado pelo nosso Glorioso e pelos uruguaios do Nacional, entramos, se não como favoritos, em pé de igualdade. É isso.

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5 de jun. de 2017

O TEMPO NÃO PARA - CB-2017, FASE DE QUARTAS

MARCOS PARET




Foram definidos, agora há pouco, os confrontos das quartas de final da CB-2017. Vamos pegar o Atlético-MG e, finalmente, decidindo em casa (revivendo 2007). A data do primeiro jogo é que ainda depende de confirmação, podendo ser em 28/6 ou 5/7. O jogo da volta somente ocorrerá um mês depois.

Passando para a semifinal, enfrentaremos o vencedor do confronto SantosxFlamengo.

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31 de mai. de 2017

COPA DO BRASIL - JOGO DA VOLTA

Time vai a Recife, empata em 1x1
e se classifica para as
quartas de final da
Copa do Brasil



Imagens da partida - Youtube

Olá, amigos alvinegros e demais visitantes do blog!

Não quero falar do jogo (futebol em si), deste maravilhoso “mais do mesmo” implantado pelo Botafogo a partir da chegada do Jair Ventura ao comando da equipe, ou até mesmo antes, nos tempos do Ricardo Gomes. Falar do jogo é repetir à exaustão a entrega do time em campo, o fechamento dos espaços e a forma como deixamos atônitos adversários, aqui ou em seus domínios.

Hoje eu quero voltar a um assunto o qual prometi não mais mencionar aqui no nosso eapaço, mas que, ante a gravidade do que vimos ontem, não tenho como deixar passar sem uma forte menção: a atuação daquela bandeirinha no segundo tempo.

O que foi aquela marcação de impedimento, pelo amor de Deus? Ela não deve ser uma iniciante, uma vez que estava auxiliando o árbitro (bom árbitro) num jogo importante, do qual sairia um dos 8 melhores times do país. Se ela não era, então, primária no seu ofício, como não saber que, naquele tipo de jogada (o lançamento do Roger para o Rodrigo Pimpão), ela teria toda a linha da grande área para se orientar?

Então meus amigos, com esta breve análise, só podemos deduzir que aquilo ali estava, de novo, à moda 2007, com aquela outra da qual não vale a pena nem citar o nome, A SOLDO DE ALGUÉM. Não é possível que a mesma história se repita como fato grave: um adversário perdido é recolocado no jogo por um lance que, em minutos, desnorteia nossos atletas. Já vimos isto no carioca de 2007, na Copa do Brasil do mesmo ano com aquela “todos sabem quem”, em 2008 e também no carioca de 2009. Já vimos isto, jogo a jogo, no brasileirão de 2009, campeonato este no qual tentaram marcar o Botafogo para rebaixá-lo mas ele, de forma guerreira, disse não em campo e sobreviveu.

Fica mais do que claro que muitas competições no país, com o mando de quem paga (e paga muito mas só a quem quer) estão viciadas. O Botafogo, se não pegar seus próximos jogos e resolvê-los de forma categórica, vai passar muito sufoco ainda com este tipo de desmando. Acho que, mesmo com as dificuldades inerentes à competição, (e é opinião pessoal) o clube poderia priorizar a Libertadores, competição na qual os podres poderes do nosso futebol não podem interferir. Tentar a Copa do Brasil não é de todo ruim, mas o caminho pode ser árduo.

Vamos aguardar a repercussão que o caso de ontem vai ter nas mídias independentes, que acabam por mexer com aquela que (ainda) manda. Nosso clube é gigante (e o tem sido também com este novo e competitivo futebol que tem apresentado), mas, sozinho, não será capaz de se sobrepor a todo um sistema que privilegia uns 2 ou 3 em detrimento dos demais. É o que penso.


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26 de abr. de 2017

COMEÇA A COPA DO BRASIL-2017



Em busca de um dos únicos títulos que ainda não possui,
time estréia em casa contra o Sport pela Copa do Brasil.


BOTAFOGO 2x1 SPORT-RECIFE

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Que jogo, senhores! Só mesmo quem estava naquele estádio pode descrever o que foi a sensação de ver em campo a garra, a superação e aquele "buscar a vitória até à morte". Nossos 14 guerreiros merecem muito mais do que aplaudos, merecem estátuas.
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Não acompanhei com muita atenção o noticiário do dia. Afinal, o time deles (o da mídia, o da TV) ia fazer o seu “super mega jogo” e assim, quase nada era falado dos outros clubes. Pelo telão, vimos que Pimpão iria ficar no banco, Airton estaria de volta e Bruno Silva, ainda sem julgamento pela expulsão no jogo contra o Vasco, começaria como titular.

Nosso ataque viria então formando com Sassá e o bom e promissor Guilherme. E o que o garoto recém chegado estava aprontando para aqueles apreensivos mas felizes 12 mil alvinegros presentes ao estádio, meus amigos? Que noite foi esta?

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Os gols da partida - noite de gala do Guilherme e do Botafogo  

O JOGO


Não há muito para se falar de um jogo como este. Superação é pouco, garra é pouco, chamar os 14 atletas presentes em campo de guerreiros é, ainda assim, muito pouco. O que vimos foi um show de entrega, de disposição tática. Sem querer fazer parecer uma afirmação chula, quando vemos um adversário (seja de que quilate for, em que campo/país for) tentando fazer jogadas e olhamos para os nossos atletas a fechar espaços e correr para forçar uma jogada, é como se víssemos um monte de piranhas num rio a atacar a sua presa.

E com tudo isso, eles ainda saíram na frente do placar (o seu atleta vai levar um bom tempo para acertar outro chute daquele), perdemos o Bruno Silva por explusão (num campo pesado e escorregadio, ficamos com um a menos por mais de 50 minutos) e ainda assim, viramos o jogo. E viramos quando, após o empate, fizemos um pênalti magicamente defendido pelo incrível Gatito Fernandez.

Eu e o Henrique, com seus familiares, estávamos ali na leste inferior e o coração apertou, apertou demais quando a defesa, num dos raros momentos em que não se houve bem, cometeu aquele pênalti. Por outro lado, após a defesa, se não se tinha a certeza da virada, tinha-se pelo menos a nítida visão de que, perder, não perderíamos de jeito nenhum.

E não perdemos, e viramos, e vencemos. Foi uma das viradas mais incríveis que já acompanhei no futebol, Poucas tiveram tal valor. Talvez só mesmo, das mais conhecidas, a batalha dos Aflitos (vitória do Grêmio com 7 atletas contra o Náutico, em 2005).

Não podemos esquecer da volta, a lenta volta mas ainda assim a saudável volta do futebol do Camilo. Não se sabe o que o treinador vai fazer quando Montillo estiver apto a jogar novamente, mas tirar o Camilo das suas funções vai ser algo a trazer problemas para o elenco. Já temos o complicado Sassá querendo se sentir a estrela da companhia. Não precisamos de mais confusões. É ano para se beliscar uma taça importante e o clube/time não pode cochilar.

Guilherme – um capítulo à parte. Pensar que o Botafogo pode não conseguir adquirir os direitos federativos deste atleta é mesmo uma pena. Que jogador promissor, que disposição tática e, nas suas limitações, que técnica. Dois belos gols de quem sabe o que fazer na frente da área.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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