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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

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16 de jun. de 2024

BOTAFOGO x GRÊMIO

Em Cariacica-ES, time enfrenta o Grêmio, vence por 2x1
e assume a liderança do campeonato
 

PRÉ JOGO

- Notícias

- Por conta do falecimento do pai,  Tiquinho não viajou com o elenco.

- E o clube continua tentando a contratação do argentino Tiago Almada. São boas as chances de o atleta vir jogar aqui.

- Escalação: 
 

O time titular 




_______________________________________

OPINIÃO 




Definitivamente temos um padrão, o padrão Artur Jorge. Com desfalques vários, cito como principais Tiquinho e Savarino, o time iniciou a partida demonstrando o mesmo padrão, a marcação alta, a saída rápida e vertical ao ataque, mas sem correria, tudo nos passes rápidos.

Mas não foi a mesma apresentação de sempre. O time sentiu a falta do 9 de referência, o esquema com Romero, Luiz Henrique e Junior Santos embolava, e Luiz Henrique errava absurdamente.

Ainda assim dominamos e envolvemos o adversário, e em lindo passe de Marlon Freitas, Cuiabano infiltrou pela esquerda atrás da linha defensiva, fez a diagonal e chutou para matar o goleiro no contrapé.

Placar aberto, parecia que seria fácil, mas o Grêmio mostrou que tem um bom time. Primeiro em mais uma falha do Luiz Henrique, eles armaram contra ataque e empataram, e com isso subiram de produção.

Mas se o Grêmio por vezes equilibrou a partida e até foi melhor em raros momentos, o fato é que nossa atuação, apesar de precisa, era abaixo do que temos visto. Os desfalques, algum cansaço, alguns jogadores não tão bem, em especial Gregore, afobado e fazendo muitas faltas, Luiz Henrique displicente, e Tche Tchê bastante sumido na partida.

No segundo tempo tivemos a entrada de Yarlen, que também se mostrou afobado em alguns lances, Eduardo, que mostrou a qualidade e mobilidade de sempre, a incógnita Hernandez e Danilo Barbosa.

Neste segundo tempo tivemos o gol da vitória, em brilhante assistência de Luiz Henrique, mostrando que tem qualidade, o que falta é concentração e vontade, para deixar Junior Santos na cara do gol e definir o placar.

Depois do gol ainda teve bastante jogo, e enquanto tentávamos liquidar a partida, desperdiçando algumas chances, o Grêmio se lançou ao ataque, gerando pelo menos dois lances salvos quase em cima da linha, um por Junior Santos e outro pelo nosso goleiro John.

No final, administramos com algum risco o placar, emendamos mais um vitória, e assumimos a ponta da tabela na rodada.

Na quarta já temos embate de G4, recebendo o Athletico Paranaense no Niltão. Com o maior número de vitórias, e também maior número de gols marcados e saldo, empatado com o vice-líder, vamos nos tornando o time a ser batido. 

O campeonato é longo, mas o time do Artur Jorge está pronto, funcionou mesmo com desfalques críticos, e só tende a crescer com os reforços.

Abraços.

27 de out. de 2019

BOTAFOGO 0x3 GRÊMIO

Em Porto Alegre, time
"não entra em campo" e passa vexame





NÃO VIAMOS A COR DA BOLA

-Carli - errou em 2 dos gols.
-Marcinho 'seleção' - haha.
-Yuri - inacreditavelmente fraco.
--s velhos (Diego e Cícero) - indignos de vestirem a gloriosa camisa.

E vejam: o João Paulo melhorou muito .... Mas nesta partida isto não adiantou nada.

******************

Conclusão - se o nosso adversário não se vingou no todo da humilhação que sofreu aqui no Maracanã na última quarta (aquela derrota por 5x0), agradeçamos unicamente ao Gatito Fernandez.

12 de jun. de 2019

TIME RECEBE O GRÊMIO

Em busca de mais
uma vitória, time recebe os
reservas do Grêmio, não produz 
absolutamente nada e perde por 1x0









Hoje, talvez tenhamos tido a prova de que vamos ser meio de tabela no brasileirão.

Perdemos este jogo para o time reserva do Grêmio. Vi sim, o Diego Tardelli em campo. Não o vi com a desenvoltura dos tempos de Atlético-MG e não sei se, pela pouca aplicação, ele pode estar na reserva lá. Mas o que vi foi que, reserva ou não, mesmo longe daquela forma que o levou à seleção, ele ainda é melhor do que qualquer atleta nosso que foi a campo hoje.

Ah! Podem dizer que perdemos por causa do Cavallieri. Não sei. Os caras, a rigor, quase não deram trabalho ao nosso goleiro mas pô! Era o time de reservas deles. Pois a tal prova de que falei lá em cima é que, mesmo ainda estando no G6 (e ainda falta time abaixo de nós para jogar na rodada), vejam o que aconteceu quando enfrentamos elencos minimamente capazes de resolver jogos: perdemos para São Paulo, Palmeiras e para estes reservas do Grêmio, muito mais organizados do que o nosso time.

Posso apresentar outra prova do quanto somos carentes de elenco. O goleiro deles só viu bola do nosso ataque já nos 45 minutos da primeira etapa, numa tentativa de cabeçada que acabou em bola atrasada para ele. A sua próxima intervenção, esta bem difícil, foi somente nos acréscimosl do jogo, já aos 47 minutos da etapa final. É triste mas, vendo a partida ali de perto, bem pertinho da beira do gramado, ali sim é que temos a noção de quem pode e quem não pode

E Alex Santana, bom jogador, precisa ser alertado para soltar mais a bola. O tal herói dos últimos jogos, Diego Souza, tá tropeçando nela. O João Paulo da Libertadores de 2017 já era. Mantém o bom controle de bola mas já não tem mais firmeza após a cirurgia da perna. Estamos liberando o Leo Valencia, outro meia boca. Pois afirmo sem medo de errar que o João Paulo não tem mais nem a metade da precisão que o anão chileno tem nos passes. Vai jogar no Chile e creiam, vai nos aporrinhar nesta caminhada da sulamericana. Queira Deus que o time que o contrate ainda esteja na Libertadores

Enfim meus amigos, volto a afirmar que o tal ‘tic-tac’ do Eduardo Barroca é estéril, haja vista a ausência de talentos minimamente capazes de levar as jogadas adiante. Foi lindo contra o Sol de America, aquele time de várzea mas contra Inter, o riquinho do Rio, o Santos e o Atlético-MG vai ser uma complicação só. A rigor, só vencemos os confusos Vasco e Flu por conta da inoperância deles e não por algum mérito nosso em produzir jogadas de gol.

Me perdoem pelas palavras mas, longe de ser pessimismo, trata-se da mais pura realidade. Começou agora nas redes sociais um disse-me disse sobre os Moreira Salles assumirem o clube agora no meio do ano - Queira Deus que sim.

Vamos à insossa Copa América!

13 de ago. de 2017

BRASILEIRÃO - SEGUNDO TURNO

BOTAFOGO 1x0 GRÊMIO






O gol do jogo - Leandrinho

Nestes dias de “pressa alvinegra”, eu diria que é proibido chegar atrasado aos nossos jogos. Se na partida da última quinta-feira, contra os uruguaios, precavido, acabei saindo meia hora mais cedo do trablaho (vou pagar este tempo hoje, ficando meia hora além do meu horário) e, mesmo assim, tive que passar por multidões para estar no meu lugar lá na Leste superior uma hora antes da festa, hoje, infelizmente perdi o gol do Leandrinho.

A justificativa é compreensível: era dia dos pais, o evento principal do dia era com o ‘meu casal amado’. Fiquei com os dois até meio dia e na parte da tarde, com a menina tendo compromissos particulares, continuei a programação com o garoto. Compreensivo, como íamos para shopping, em vez de ficarmos por aqui pelo bairro, ele mesmo escolheu o Norteshopping. Assim, cumpríamos o nosso gostoso ritual de comemoração do meu dia e, na saída, ele já estaria no caminho de casa e eu não tão longe assim para chegar ao estádio.

Só que o compromisso se estendeu até 18:30. Saímos do shopping, fomos até o carro, ele pegou a sua mochila e dali, o levei ao ponto de ônibus mais próximo e, enfim, “partiu! Arena Nilton Santos”. Mas este Botafogo “the flash” tá demais. Fui ouvindo a narração e quando virava a rua das Oficinas, já atrás do setor norte, ouvi a narração no fone e o grito vindo de lá do interior do estádio. Gol do Leandrinho. O narrador insistia em falar ‘Leandro’ mas confirmei com o Henrique (ele já tinha entrado), pelo whatsapp, que era mesmo o nosso futuro camisa 10.

Contada então a minha história que, convenhamos, praticamente nada tem a ver com o que temos para discutir aqui, fechei com esta parte do gol para falar deste garoto (mais um) da nossa base. Desde as suas primeiras aparições, vi ali potencial de jogador para ser tudo o que o Camilo foi por pouco tempo e neste caso especial, o da nossa cria, o ser de forma duradoura. Ele fez gol em final de carioca, jogou muito por várias partidas do ano passado, se contundiu, perdeu o ritmo e o tempo de bola, se contundiu de novo mas vejam como voltou. Foi dele o passe para o terceiro gol naquele jogaço contra o Atlético-MG, mostrando tranquilidade, controle de bola e cabeça erguida para antever a melhor jogada.

Destas três qualidades, quando conferi o gol mais tarde, pela TV, pude perceber a sua boa habilidade na feitura do gol. Um ‘tapa’ bem rápido na bola, sem ter que pensar a jogada, a escolha do canto e a colocação da “redonda” de forma correta no gol, sem a menor chance para o goleiro.

Foi o jogo do nosso 11 reserva que, a cada dia, pega mais ritmo, mais entrosamento, não deixando a pegada do time titular fazer-lhe inveja. E o que é o Bruno Silva, meus amigos? O que é aquilo, pelo amor de Deus? O cara chega aos 45 minutos finais de uma partida, o time perde uma bola no ataque e ele corre na meia esquerda, o adversário vira a bola para o outro lado e lá vem ele, num pique de início de jogo, correndo de novo para evitar a evolução da jogada. O inacreditável Bruno Silva, realmente, não tem explicação.

Quanto ao Leo Valencia, fora a mania de querer resolver o jogo sozinho, gostei da sua participação em campo (foi dele o início da jogada no gol único da partida) e vimos que cansou no fim. Mas já mostra ter entendido qual é a deste time, correndo, igualmente, de um lado para o outro do campo a evitar que o adversário possa avançar livre para a nossa área, fechando o espaço, dificultando o passe. Acho que vai dar liga. Nota de destaque também para o Marcelo. Atuou com desenvoltura, matando quase todas as jogadas do adversário pela esquerda, mormente no final do jogo, com fôlego de velocista.

E o Gatito, 'avila lá' que defendeu mais um pênalti.


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11 de mai. de 2017

VAI COMEÇAR O BRASILEIRÃO 2017




Vamos começar logo a partir dos fatos, esquecendo o que oportunistas de plantão na mídia falam, sempre em cima do resultado.

Para a imprensa, ou somos ignorados quando estamos bem ou, no momento oposto, vamos para o buraco quando um jogo não dá certo. E o caso em questão é que, neste jogo, se o time não encontrou a velha pegada, não encaixou a marcação, o nosso adversário parecia fazer um daqueles jogos únicos, nos quais tudo dá certo.

Então meus amigos, não temos do que reclamar. Hoje não era dia, nada nos foi favorável e neste diapasão, que a má atuação tenha vindo hoje mesmo. Antes hoje do que na quinta feira, na partida pela Libertadores, contra os colombianos.

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4 de set. de 2016

JOGO IMPORTANTE


BOTAFOGO 2x1 GRÊMIO

Os gols da partida - Camilo marcou o gol do ano no brasileirão

Vou falar deste jogo, sob a ótica da troca de um atleta que não atuou e do qual espero nunca mais ter que citar o nome: Renan Fonseca.

O time não fez a partida maravilhosa que fez somente pelas ótimas atuações da maioria dos jogadores não. O time hoje se comportou da maneira que vimos, muito mesmo por conta da volta à zaga do argentino Joel Carli. Mas ainda, jogou este Botafogo da maneira firme que jogou, porque quando ocorreu a contusão do Luís Ricardo, não teve que colocar em campo aquele do qual prometi aí acima não voltar mais a citar o nome.

Agora sim, falemos de mais esta bela atuação do elenco. O velho e bom sistema do "não deixar jogar" hoje elogiado até pelo treinador adversário, contou nesta partida com a atuação completamente sem erros de quase todos os 14 atletas que foram para o jogo. Assim, não há como adversário algum criar num meio de campo em que hoje, até o criticado Bruno Silva jogou muito bem. Camilo e Airton, cansados e em momento físico delicado, mesmo assim, mandavam na partida e na frente, Sassá e Neilton faziam da tarde dos zagueiros deles um verdadeiro filme de terror.

E que golaço foi aquele do Camilo (imagens acima)? E que calma de atacante teve hoje (como vem tendo há alguns jogos) o Sassá! Foi uma grande pena a contusão do Luís Ricardo, mas agora vai ser a hora do garoto Diego mostrar que também tem futebol, claro, contando com a compreensão da nossa afobada torcida.

Então foi isso galera. Em mais uma tarde muito feliz na nossa Arena, despachamos mais um favoritaço aí do campeonato e vibramos muito ali na Leste e agora, que venha o Flu.


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21 de mai. de 2014

BOTAFOGO EM BUSCA DA REABILITAÇÃO



BOTAFOGO 1x2 GRÊMIO
a crise continua

Fomos a Caxias do Sul jogar contra o time da capital, só que em partida transferida para aquele estadiozinho maldito daquela cidade, o mesmo no qual nos tiraram, na mão grande, a Copa do Brasil de 99 (Márcio Resende de Freitas, ele mesmo).

Um frio danado, um time do Botafogo bem desfalcado (jogar hoje sem Jefferson é terrível) e um gramado que sofreu o dia inteiro com chuva deram o tom da partida. Mas o Botafogo entrou surpreendentemente focado, todos muito ligados na partida e, principalmente, marcando em cima sem dar muitos espaços e, com isto, sempre conseguíamos recuperar bolas na nossa intermediária. Numa delas, o Predador (Carlos Alberto) deu uma bela esticada entre os homens de marcação deles e rolou na meia esquerda para Zeballos que, de pé trocado, abriu o placar, logo aos 5 minutos.

O time então se aproveitou do susto tomado pelo adversário e procurou, com um bom trabalho de marcação, tentar dominar o meio de campo, no que era bem sucedido pelo bom jogo feito pelo estreante C. Alberto. Mas o adversário se organizou e começou a dar trabalho para o Renan, vindo a conseguir o seu empate perto do fim desta etapa, no meu entender, primeiro por falha no sistema de marcação mas mais à frente, por ter o nosso goleiro reserva pulado atrasado.

Voltamos para o segundo tempo então sem a pegada do primeiro e com um irritante jogo de bate e volta, muito prejudicado pela avenida aberta na nossa lateral direita, que nos deixavam por diversas vezes em situação perigosa. O meio de campo ‘sumiu’ e assim, voltamos à odiosa ligação direta da defesa para o ataque, com um adversário agora mais ligado, sufocando e não nos deixando trocar três passes. Aos 20, o técnico colocou Wallyson no lugar do Zeballos, trocou também, aos 24, Carlos Alberto pelo Gegê mas nenhum dos dois que entrou foi capaz sequer de aparecer em campo. Gegê ainda chutou uma bola com violência já no final, mas totalmente sem direção.

Neste cenário, o risco de tomarmos a virada se apresentava a cada perdida de bola nossa, jogadas que os deixavam triangulando no nosso campo até com certa liberdade. Veio então a virada aos 35 e, como que por castigo, vinda em jogada de craque do Max Rodriguez, aquele mesmo que o Maurício Assumpção não quis contratar com o adversário oferecendo numa bandeja de prata. Depois desse gol o Mancini resolveu entrar com Sassá no lugar do Gabriel mas o time não se acertou. No fim, ainda tentamos chegar do jeito que dava mas até um “perigo de gol” contra nós foi marcado pelo confuso juiz já no fim. Vida que segue. Não se pode dizer que merecíamos sorte melhor hoje.



Muito pouco a dizer, então resolvi contrariar a tradição e ler o texto do Paret antes de escrever o meu. Conclusão óbvia: se tinha pouco a dizer, nada sobrou a acrescentar.

No geral, acho que o time caiu por conta do campo pesado e muitos jogadores sem ritmo, que acabaram esgotados.

No final me atrevo a dizer que a atuação não chegou a ser um pesadelo em si. Poderíamos colocar como um resultado normal, e uma atuação aceitável levando-se em conta os desfalques. Mas isso se olharmos somente para esta partida. Olhando o contexto completo a conclusão é mais uma vez óbvia: a situação é muito ruim, e isto se materializa na posição na tabela, e no nosso desempenho sofrível ao longo do ano.

Precisamos melhorar muito, e rapidamente. O tempo urge.

Abraços.

5 de out. de 2013

BOTAFOGO X GRÊMIO
JOGO CRÍTICO




BOTAFOGO 0 X 1 GRÊMIO
 
Amigos,

Derrubado de novo por uma gripe, abdiquei de ir ao Maracanã apoiar nosso Botafogo. Mas sigo apoiando e acreditando, daqui de casa.

Postagem dupla mais uma vez combinada com Paret, que acaba de me passar SMS lá do estádio, e completará a postagem após o jogo. A informação dele é que a fila está boa, indicando um público razoável, algo importantíssimo. É momento de apoiar, estar junto, e não desistir. Nossa campanha é especial, e apesar do momento complicado tem tudo para ter um final feliz.

Aproveitando este momento diferente, resolvi fazer também algo diferente. Farei minha postagem dentro do jogo. Começo com este pré-jogo, com a TV já ligada e com imagens do Maracanã, hoje todo em rosa pela adesão à Campanha de Luta contra o Câncer de Mama, e comentários e estatísticas dos times.

Espero que o jogo seja duro, pegado, amarrado. Grêmio vem com 3 zagueiros e 3 volantes, segundo as notícias dão contas. Nós vamos com desfalques, sem Bolívar, entra Dankler, sem Edílson, entra Gilberto, e sem Gabriel, entra Renato, e sem Elias e Hyuri, entra Henrique.

Acredito na entrada do Bruno Mendes no segundo tempo. Talvez tenhamos Lucas Zen ou Gegê ou Dedé ou Octávio. Vai depender do andamento.

Oswaldo de Oliveira já disse que tomará cuidado com os contra-ataques, então o time não deve atacar com ímpeto total. Será um jogo complicado, talvez complicado até de se ver, exigirá paciência de todos, inclusive da torcida. Quem bobear ou se desesperar primeiro corre o risco de perder.

Conforme publicado pelo Lancenet, temos as seguintes escalações:
"Desta maneira, o comandante alvinegro manda a campo Jefferson; Gilberto, Dankler, Dória e Júlio César; Marcelo Matos, Renato, Lodeiro e Seedorf; Henrique e Rafael Marques. Do outro lado, sem surpresas, Renato Gaúcho escala o Grêmio com Dida; Werley, Rhodolfo e Bressan; Pará, Souza, Ramiro, Riveros e Alex Telles; Kléber e Barcos."

Volto durante e no final da partida, e depois teremos a impressão de quem viu lá, ao vivo: a postagem do Paret.



Intervalo de jogo e vamos perdendo de 1 a 0.

O jogo não trouxe grandes surpresas. O Grêmio começou postado atrás, e o Botafogo tinha posse de bola e iniciativa. Mas com quase 100% de posse de bola, só fomos finalizar com 3 minutos de jogo, em cabeçada de Henrique que não levou o menor perigo.


O jogo seguiu assim, com Grêmio só esboçando o primeiro contra-ataque aos 8 minutos, também sem o menor perigo.


Com 15 minutos de jogo eu perdi definitivamente a paciência com o Lodeiro e seu futebol tesoura de mágico. Em bola na entrada da área ele cortou, cortou, cortou e cortou, e nada! Porque não chutar ou passar a bola?


Definitivamente nosso problema é o meio. Lodeiro só corre, briga e nada produz. Hoje foi possível perceber como o bom futebol do Gabriel sumiu e faz falta. Ele está suspenso, Renato entrou em seu lugar e com poucos minutos deu pra ver como o bom passe do segundo volante está fazendo falta. Renato veio buscar a bola e distribuir o jogo, facilitando o trabalho de Seedorf. Mas isso durou poucos minutos, e logo Renato sumiu.


O Botafogo corria risco cedendo escanteio, a jogada mais perigosa do time deles. Por outro lado, eles faziam falta e batiam, e numa tentativa de contra-ataque deles, Kleber chutou e deixou as travas lá em cima, para acertarem a coxa de Dória. Cartão vermelho e o Grêmio com um a menos.

E o time sentiu... mas não o deles, e sim o nosso. O Grêmio se desdobrou, passou a correr mais para suprir a falta do Kleber. Como Lédio Carmona, comentarista do Sportv, falava, era jogo de paciência, e o Botafogo ficou se sentindo pressionado. Se desesperou no ataque, deu o contra-ataque, e numa jogada que Dankler e Gilberto, que vinham bem demais, mas falharam por aquela questão de falta de ritmo, deram espaço e o jogador do Grêmio acertou o chute no ângulo de Jefferson, sem defesa.

Pelo jogo, com calma, era perfeitamente possível empatar ainda no primeiro tempo e matar no segundo. Não empatamos, e agora iniciamos o segundo com a saída de Lodeiro para entrada de Bruno Mendes.

Não será fácil. A torcida já está pra lá de impaciente, e o time muito nervoso.



Fim de jogo.


Podemos resumir o resultado com dois motivos: uma falha defensiva e uma incapacidade ofensiva.

Mais de 20 chutes a gol e só um levou perigo, de Renato de fora da área, defendido pelo Dida em dois tempos. Mais de 10 escanteios e nenhum levou o menor perigo. Também não levaram perigo os insistentes cruzamentos e as bolas alçadas na área.

 Substituições? Sairam Lodeiro, Mattos e Henrique. Entraram Bruno Mendes, Jeferson e Sassá. Mas nada de diferente aconteceu.

Tivemos a bola, em alguns momentos nossos zagueiros chegaram a fazer a marcação na intermediária... deles. Mas de nada adiantava.

Agora até o vice-campeonato começa a ficar distante. Precisamos conquistar esta vaga na Libertadores, e para isto muita coisa terá que mudar, mas não há muito o que mudar.

O momento psicológico é muito pesado, o clima está ruim, e até as notícias de fim de jogo dão conta disso: Oswaldo de Oliveira passou mal na saída de jogo, o que gerou grande preocupação. Até a suspeita de um enfarto havia. Todos com o coração apertado.

E o mais grave, se o momento psicológico ruim não passar, até a continuidade da Copa do Brasil se tornará complicada.

Como se reinventar mais uma vez? Espero ouvir algo de bom do Paret, que deve estar retornando deste sufoco.

Abraços.
  




Terminado o jogo, ao descer a rampa ouvi pelo rádio que Oswaldo de Oliveira teve um mal súbito mas, já no hospital, foi declarado fora de perigo. Então, mando-lhe o meu recado.

Oswaldo. Desejo (desejamos) melhoras mas, 
quando sair daí, leia isto.

O TIC-TAC JÁ ERA – TREINA LOGO OUTRA COISA!

Olá amigos alvinegros.

Retornando do estádio, não adianta dizer que esperei a cabeça esfriar para escrever pois o que fui fazer mesmo foi cuidar de banho, refeição e uma atenção aos filhos. A cabeça mesmo não esfria tão cedo.

Quando este jogo começou, vi um Botafogo partindo para cima do adversário com vontade, fazendo até com que este se acomodasse em campo e começasse a chutar a bola para o lado que o pé dos seus atletas estivesse virado. A falta de saber o que fazer do time deles foi tamanha que até a expulsão do Kléber se deu por este motivo, ou seja, se éramos o já conhecido arame liso destes últimos jogos, também conseguíamos, hoje, anular todas as jogadas de ataque deles.

Mas, não sei se por aquela situação de que falei na postagem anterior, a do “há coisas...”, ou mesmo se pelo momento cruel que vivemos, abrimos um buraco formidável na nossa defesa em falha dupla do Dankler e do Gilberto, que tinha até uma atuação de razoável para boa e, ato contínuo, veio um atleta deles, recebeu a bola, preparou o chute com tempo para pensar, olhou o canto oposto do Jefferson e ensacou. Foi o que bastou para que o nosso time se perdesse em campo.

O tic-tac desgraçado então se mostrou na sua face mais cruel. Seedorf (vaiado do meio do segundo tempo para o fim), que tentou algumas boas jogadas até àquele minuto 37 (o do malfadado gol), não acertou mais nada, Renato, sozinho para criar, até chutou uma bola perigosa mas ela não desviou o suficiente para entrar e, creiam, perdemos um jogo para uma equipe parecida com aquela do Corinthians de que falei aqui há algum tempo, time grande, com bons jogadores mas com futebol de segunda divisão do campeonato carioca. Pasmem meus amigos mas, num jogo em que não fizemos quase nada em campo, apenas um goleiro praticou defesa difícil: o deles. Este adversário entra no jogo retrancado, tenta tocar e penetrar com 2 baita atacantes (Kleber e Barcos) mas a sua vocação para a retranca é tanta que no segundo tmepo, o jogo foi de ataque contra defesa e creiam, eles tiram uma bola na sua área e o chute sai para qualquer lado. É feio ver um time desses como um dos dois melhores do país.

Falei aqui por semanas que não tínhamos elenco, acho que naquela fase dos empates no fim, fomos então escalando garotos que davam certo e isto começou a ser mascarado mas agora, com um sistema de jogo que não funciona pela simples falta de um finalizador e com garotos que, conforme reclamei, não foram escalados antes (Jeferson, por exemplo, para cobrar faltas), precisamos desesperadamente do tal fato novo o qual também cobrei há umas duas rodadas. Sem este fato novo, o ano já era. Talvez possamos salvar o período final da temporada com a Copa do Brasil mas, jogando o que estamos, até a mediocridade flamenguista periga nos superar.

É triste? Muito triste mesmo certo? Imaginem então para quem já vai ao estádio esperando complicações em campo e tem que presenciar o que presenciei hoje.

- Seedorf (que pena) começou a acertar mais passes mas ‘morreu’ com todo o time após o gol. Pior em campo sem medo de errar. Começou a ser vaiado e, ato contínuo, recebeu uma bola virada da esquerda e a perdeu, por baixo do pé, pela linha lateral. Jogada bisonha.

- Gilberto, creiam, foi o melhor jogador do nosso time. No primeiro tempo, insinuante e driblador, chegou a fazer um barulhinho no lado esquerdo da defesa deles mas ao olhar para o meio, “não achava” o Lodeiro. Sumiu no segunto tempo.

- Lodeiro – quase não foi visto em campo hoje.

- Renato – Talvez o segundo melhor em campo mas criou sozinho e sem ter com quem tabelar ali no meio não vai render nunca. Deu o nosso melhor chute a gol.

- Henrique – não dá.

- Bruno Mendes – esperamos ansiosamente que ‘volte’ daquele bom ano passado.

- Dankler – falhou junto com Gilberto no gol mas esteve firme e seguro. Tem futuro no time.

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14 de jul. de 2013

BOTAFOGO x GRÊMIO



BOTAFOGO PERDE PARA O GRÊMIO NO SUL - 2X1

Jefferson reclama no lance do segundo gol - UOL

Foi um primeiro tempo no qual abrimos a nossa defesa duas vezes para que eles fizessem os seus dois gols. Estranho isso, pois perdemos um golaço (perder um golaço?), com Renato, mas fizemos outro com Seedorf.

Que bola foi aquela do Renato logo no início da partida? Como ela passou pelo gol adversário com jeito de que poderia entrar! Um voleio sensacional que, infelizmente, não nos fez abrir o placar naquele momento em que nos livrávamos do rush inicial deles, time da casa e jogando com estádio cheio.

Aí veio o primeiro lance estranho. Deixaram cruzar uma bola da esquerda e na área, o atacante deles estava sozinho para escorar para o gol. Falha da marcação. Corremos atrás e não foi difícil pois, Seedorf, numa jogada “de Seedorf”, limpou para a perna direita driblando dois e, vendo a posição do goleiro, mandou a bola na gaveta. GOLAÇO. Só que assim como fomos dominando o jogo a partir daí, com bom toque de bola e marcação correta, veio novamente o tal homem sozinho na área, não marcado. Na bola espirrada da defesa, o cara só teve o trabalho de chutar em cima de Jefferson, mas com aquela violência que dificilmente permite a defesa.

O golaço do Seedorf - uma obra prima que, infelizmente, não nos deu a vitória.

As falhas desta primeira etapa: excessivo jogo individual do Vitinho que nos tirou a possibilidade de pelo menos um gol, um ainda também não aceitável jogo individual do Lodeiro que tenta dribles em vez de tocar a bola com rapidez e as já reclamadas cochiladas da defesa num jogo tão escamado. Para o segundo tempo, precisávamos manter a pegada e chegar com toque envolvente no ataque, pois não estava difícil entrar na defesa deles.

Quando veio a segunda etapa, nossa proposta de jogo de ir buscar o empate esbarrava invariavelmente nos pés dos individualistas Vitinho e Lodeiro, o primeiro bem mais que o segundo. Demoramos a fazer o jogo que fizemos no final da partida, de abafa e bolas na área deles e isto lhes deu tranquilidade para ir reforçando a sua marcação e, com seus bons atletas, por vezes irem à nossa área mas, todo mundo que assistiu ao jogo viu que Jefferson não fez nenhuma defesa difícil.

Só que para fazer gol há que ter atacantes e os que tiramos do banco, Elias e Henrique, não perdem tantas bolas quanto Vitinho simplesmente por não a verem em campo. Mas não há o que reclamar senhores. Nosso time foi à casa de um adversário direto pelo título, pode ter se ressentido pela troca do Gabriel pelo Renato mas jogou muito mais do que eles. Temos, de qualquer forma, que definir quem vai ser o homem do ataque mas um 2x1, com uma cara incrível de empate, mostrando um desespero por parte deles, um sufôco tamanho que chegou a proporcionar, primeiro aquela entrada criminosa do Kleber no Seedorf mas também, o nervosismo dos seus atletas a cada bola tirada do gol ao final partida, não é resultado para ser reclamado.

No próximo jogo, vem aí o Náutico e vamos partir para os 16 pontos, não tenho dúvidas em afirmar. Vamos então aguardar a opinião avalizada do Henrique, o cara que vê o jogo pelos olhos de um ‘blogueiro-Garrincha’.




Perdemos. Foi a segunda em um longo campeonato, onde perderemos outras. E perdemos a liderança, que acredito que assumiremos novamente, para talvez perder de novo, e reassumir, numa alternância natural neste campeonato.

Não estou feliz com o resultado. Um empate teria sido muito bom, uma vitória maravilhoso. Mas fiquei satisfeito.

Foi uma linda partida, ótimas atuações dos dois times, jogo brigado e disputado a cada lance, sempre aberto, podendo acontecer qualquer coisa. E perdemos gols, a defesa do Grêmio é forte, estava ligada e com vontade, e Dida foi quase perfeito na partida.

Sobre os gols, no primeiro há uma falha de marcação do Dória, mas o grande erro foi do Lucas, que não poderia ter deixado aquela bola ser cruzada com tanta facilidade. Não sobrou nada para Jefferson fazer.

No nosso gol de empate, o brilho de Seedorf. Golaço-aço-aço. Mas apesar deste gol, e do bom segundo tempo, ele pode render mais. Falhou um pouco além da conta nos passes.

No gol de desempate, houve falha de marcação, mas não sei dizer nem exatamente de quem. Falha da arbitragem? Sim e não, questão de critério, diria que seria motivo para terem "uma nota baixa", mas, por mais que o jogo tenha sido disputado e tenha sido decidido ali, não é o tipo de falha que se possa crucificar ou acusar de alguma leviandade.

Na verdade, falando de arbitragem, diria que a maior falha foi não ter sido dado cartão ao Zé Roberto pelo carrinho que tirou Lucas de campo.

Dória brilhou do início ao fim, e arrisco dizer que foi o melhor do Botafogo, apesar do espaço dado ao atacante no primeiro gol do Grêmio. Nosso menino vai crescer mais ainda na competição. Assim como todo o elenco. E nesse ponto que fica minha dúvida: Renato.

A saída de Andrezinho, Jadson e Fellype Gabriel abre o espaço no elenco que estava faltando para Renato. Ele fez um primeiro tempo muito apagado, cometeu falhas primárias no segundo tempo, mas nesta segunda etapa participou mais e conseguiu algumas boas jogadas. Ele precisa render muito mais, pela qualidade que tem, e será essencial para uma campanha vitoriosa do Botafogo. Que entre logo no ritmo, ou precisaremos buscar alguém, da base ou de fora.

Vitinho continua irregular, e me deixou com a impressão que minha ideia, ventilada aqui no BLOG durante a semana, teria sido o ideal. Entrar com Zen e Renato no meio, e guardar Vitinho para o segundo tempo. Não sei se daria certo.

Henrique e Elias? Vale a pena insistir. Podem ser opção na próxima partida, contra o Náutico em São Januário. É obrigação vencer? Não. É uma necessidade.

Obrigação é da torcida, de comparecer, lotar São Januário, e apoiar este time por 90 minutos ou mais. Hoje eles não desistiram. Vamos deixá-los sozinhos?

Abraços!




14 de out. de 2012

FOI BOM, MAS FOI MAIS UM EMPATE



BOTAFOGO 1X1 GRÊMIO

Um bom empate fora, mas que pode não servir
para absolutamente nada.

Como havia sido aqui cantado há meses, o Fogão mais uma vez deu mole e pode não beliscar a sua vaga no G4. E o aviso foi de que pelo menos 2 times lá de cima iriam despencar no final e eles estão aí, Galo e Vasco.

Vamos então ao jogo.

Seedorf, gripado, ficou no banco, Antonio Carlos barrou a Cacatua e Elkeson foi barrado por R. Marques. Meu Deus. Será que Oswaldo de Oliveira acha mesmo que este japa poderia barrar um garçom num jogo do Aterro? Quem também não veio a jogo foi Jadson, que parece não ter ido nem para o banco, infelizmente eu acho, para que se possa escalar de novo o molengão Renato.

Vimos então de cara que batia muito, este time gaúcho, num Botafogo não tão tranquilo assim para tentar mostrar a nós torcedores se ainda podia alguma coisa em 2012. E nesta insegurança toda, o adversário começou a vir e a partir dos 10 minutos começou o sufôco. Até bola no travessão nós levamos, apesar de não estarem mais os azuis naquele pique que estavam nos dias após nos vencerem aqui no nosso estádio, no primeiro turno (eles podem ser considerados mais um time normal, incentivado por nós naquela derrota para hoje, estarem aonde estão).

Uma pena mesmo aquela cabeçada do Fellype Gabriel nesta primeira etapa não ter resultado em gol, pois nos deixaria muito mais tranquilos no jogo, visto termos entrado em campo hoje com 2 a menos: Vitor Junior e o nosso inacreditável atacante Rafael Marques. Fomos então levando o jogo na base da marcação até que no segundo tempo, com as mesmas cenas da primeira etapa, com o nosso time igualmente indo à frente nas mesmas condições que eles, numa jogada idiota, uma falta bem imbecil, um cara chamado Leo Gago conseguiu aquela cobrança de craque e tomamos o primeiro gol. Quando a fase é ruim, até jogador comum vira cobrador magistral de faltas.

Isto se deu aos 6 minutos e vejam que insisto em dizer que jogávamos com 2 a menos, os mesmos “2 a menos” que retornaram do intervalo para nos deixar apreensivos quanto ao resultado final desta partida. Após este gol, com o time já começando a ficar perdido em campo, o ‘gripado’ Seedorf entrou e passamos a jogar com 10, visto o inoperante Vitor Junior não ter sido nem notado em campo (a não ser por umas 3 pixotadas na primeira etapa). Elkeson também entrou aos 30 no lugar do Márcio Azevedo, e Bruno Mendes no lugar do inútil Renato aos 37. Vejam que ficamos quase 10 minutos com 3 atacantes em campo (ou pelo menos, 3 jogadores atuando na área), mas como atacante é atacante, o menino que veio do Guarani conseguiu achar o seu espaço e meteu aquela bola mágica, que seria até salvadora se não tivéssemos tomado a falta. Imaginem uma vitória nestas condições.

E aí eu pergunto: alguém sabe me dizer o porquê de o Bruno Mendes não ter ainda sido escalado em jogos anteriores, estando ele apto a jogar pelo menos há umas 4 rodadas? Mandem suas dúvidas por escrito para General Severiano. Agora vem o Vasco, que pela distância de pontos eu nem sei se pode ser mais considerado adversário direto.



Os gols da partida - Lancenet
- Muita coisa será preciso para 2013. Treinar cruzamentos, passes, cobranças de bola parada (bolas alçadas), jogadas ensaiadas, posicionamento, contratação de jogadores DE FUTEBOL, .. uuuufaaa. Muita coisa mesmo.

- E precisar-se-á treinar também formação de barreira, não é mesmo Sr. Renan?

- Neto Berola, Leo Gago: estamos tomando gol de cada coisa que só Jesus.

- E se o Bruno Mendes começar a completar mesmo o time desmontado pelo Oswaldo, atuar de atacante efetivo e goleador e formos fazendo pontos, MAS PONTOS INÚTEIS PELA GRANDE DISTÂNCIA DO G4?

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22 de jul. de 2012

BOTAFOGO PERDE PARA O GRÊMIO


Botafogo 0X1 Grêmio

A estréia do Seedorf.


Acabo de chegar da Arena João Saldanha e vejo que a galera já veio em comentários (somando, neste exato momento, 6). Antes de ler o que vocês escreveram, vou lhes dizer o que vi desde antes do jogo (no caso antevi), quando foi anunciado que Andrezinho ficaria no banco para a entrada do Fellype.

Oswaldo pensou uma coisa mas aconteceu outra. Claro que todos viram que ele entrou de cara com Fellype para imprimir velocidade, pensando em se sair bem no primeiro tempo para somente então colocar Andrezinho e cadenciar o jogo. Mas não se ligou no fato de que Andrezinho é quem está hoje rendendo melhor, em melhor momento, e que o seu ex pupilo japonês parou de jogar bem e até a sua correria, hoje anda bem ineficaz.

Mesmo assim, com o time tentando chegar ao gol adversário (e estava complicado, com todo mundo errando muito no último e até no penúltimo passe), Seedorf não tinha muito o que fazer visto carecer de melhor condicionamento técnico, estando, porém, em nítida evolução na parte física. Vitor Junior já perdeu aquele elã inicial e Elkeson ainda não se encontrou naquela posição no ataque (perdeu um gol inacreditável). Tomamos aquele gol muito que pela inoperância do meio de campo, que acabou dando espaços e chamando, naquele momento, o time deles para a nossa área. A jogada teve lance reclamado pelo Antonio Carlos como falta mas na minha opinião, isto não foi desculpa para que Zé Roberto aparecesse tão sem marcação a ponto de olhar aonde iria colocar a bola.

Perdemos o jogo então. E o que isto tem de ruim? Acho que não muita coisa, visto ser hoje uma vitória neste jogo algo enganoso (e isto poderia se dar caso o time acertasse pelo menos o último passe). O time está se acertando, não jogamos tão mal assim apesar da inoperância de vários atletas (Márcio 'Cabelo' Azevedo hoje não jogou nada) e a evolução técnica e tática virá. Se tivéssemos saído com o Andrezinho de cara, acho que o nosso gol teria surgido no primeiro tempo e as coisas teriam sido diferentes, mas isto é uma previsão e nós queremos resultados. Com calma e esperando o time se acertar com seu novo 10, acho que isto virá.

Imagens do jogo - Lancenet

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22 de set. de 2011

O FIM DA ESCRITA


BOTAFOGO 1X0 GRÊMIO, no Olímpico.

ESCRITAS EXISTEM PARA SEREM QUEBRADAS.

Olá pessoal. O Botafogo hoje chegou ao Olímpico para jogar com Elkson convocado e Cortêz e Jefferson confirmados na seleção brasileira. Além destes fatores, Zen também foi para este jogo lá no sul com a missão de substituir o Mattos e com isto, nossos garotos já entraram em campo acumulando responsabilidades. Logo com um minuto e meio, uma bola cruzada na área do adversário quase nos deu o gol: Loco e Herrera não alcançaram o cruzamento e a bola acabou saindo, mas foi só.

Fazíamos uma inteligente opção pela posse de bola e isto mantinha o adversário ou longe da nossa área, ou então levando poucas jogadas de perigo ao nosso gol. Tomamos uns 2 sustos até os 10 minutos do primeiro tempo mas nada que atrapalhasse o trabalho do Jefferson. Vendo o jogo sob a ótica da transmissão da TV, o Botafogo estava neste primeiro tempo muito sonolento, Mago disperso e meio perdido em campo e a entrada da nossa área só “convidando” os azuis para o chute. E eles passaram, depois daqueles citados 10 minutos, a chutar muito, mas para nossa sorte, só para fora ou em cima do Jefferson.

Nosso querido maluco Herrera tomou seu cartão-bobeira de praxe, o Fogão não saiu da defesa mesmo defendendo mal e graças ao bom Deus que o time deles era horrível. Nesta etapa do jogo, nosso primeiro chute ao gol só foi surgir aos 43 minutos com Elkson, e isto dava um certo medo de revivermos na segunda etapa o calvário de Curitiba. E olha que o adversário quase consegue o gol que tanto perseguiu, numa falta do F. Ferreira aos 45 minutos. Ainda bem que nos livramos do sufôco desta primeira etapa com sustos mas sem escoriações.

No segundo tempo, voltamos com o Cabeçandro, segundo o pequeno Harry, para poupar Lucas para domingo devido ao cartão amarelo. Poupar do que, treinador? O jogo era este, era hoje. Bom, o bravo Herrera também saiu para dar lugar a Felipe Moleza (oopss.. Menezes) e continuamos fazendo o mesmo joguinho chato da primeira etapa. Mago ainda apagado, Cabeçandro sem fazer as jogadas erradas de sempre mas também sem produzir nada que prestasse e graças aos céus que o nosso adversário era o clube que homenageia André Lima. No domingo, o que contrata Rivaldo vem aí.


Lancenet

Mas se o Botafogo não era o mesmo dos jogos aqui NO NOSSO ESTÁDIO, o deles é um amontoado horrível e não está nesta faixa de pontuação à toa. Felipe Menezes, errando e dando passes para o meio de campo deles, tocou bem a bola (jogava mal mas seus passes corretos acabavam em boas jogadas), deu uma cara de meio de campo à nossa meia insossa e numa bela jogada, ligou o ataque com o até então sumido Mago, que deixou Loco livre para marcar justamente no momento em que o Batista, comentando na TV, o criticava até corretamente por estar tão sumido em campo. Nosso time foi mantendo então a coisa naquele banho maria dos contraataques, contraataques estes invariavelmente armados mesmo só para tirar a bola do nosso campo e no fim, Mago ainda foi poupado para a entrada do Cidinho. Isto não mudou em mais nada este jogo de hoje.

Só uma coisa a falar. Ganhamos sim mas isto é tudo? Não sei. Esta partida fora foi uma espécie de teste, teste este para ver o que pretende nosso maravilhoso grupo quando chamado a assumir responsabilidades maiores. Temos que abir os olhos galera, pois este futebol horroroso que temos jogado fora do Rio não é o futebol de um time campeão não. E até completo perguntando: jogando assim na casa do adversário, Libertadores para que? Vamos melhorar isto, Sr. Harry Potter.
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- Elkshow não se abalou com a convocação antes do jogo. Fez uma jogadaça na meia aos 20 minutos do primeiro tempo, dando dribles com estilo e de forma aguda e pouco errou.

- Loco foi jogador do Grêmio há 13 anos. Zagallo vai adorar isto.

- Já que reclamei feito aposentado na fila na parte de cima da postagem, vou agora aliviar. Dando esta sorte (de campeão?) de poder fazer um jogo ao nosso feitio (à moda do Harry) fora, que bom que foi contra um fracote como este. Serve como laboratório, pois a próxima saída é para pegar o Goianiense lá.

- Harry quer fazer nosso time jogar fora de casa se defendendo, mas sem uma vírgula da capacidade que tinha o Joel de armar estas arapucas para nossos adversários. O resultado é que o belo futebol que ele faz o time jogar aqui se transforma, fora de casa, num monstrengo que defende muito mal e ataca pior ainda.

- Não me canso de repetir que eles jogam com Rafael Marques e André Lima. Acham que é pouco? Nosso esquecível atacante já ganhou boneco por lá. Dizem que é um tal de guerreiro imortal. Eu hein!

- Aquele Marquinhos que era do Avaí e provocou todo aquele sururu no nosso jogo em Floripa pela Copa do Brasil, joga hoje nos imortais BI-rebaixados. Não criou nenhum problema, seja com a bola ou sem ela.


Lancenet - gol do Fogão no TOP FIVE da rodada

20 de set. de 2011

BOTAFOGO ENFRENTA O GRÊMIO NO SUL

Lancenet


É ISTO O QUE QUEREMOS NESTA QUINTA-FEIRA.
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Olá pessoal. O amigo Merlin chegou e veio sugerindo sobre estas postagens intermediárias, chamando para o jogo (mais um) decisivo do Fogão. Vamos então conclamar nossa nação para fazer uma torcida bem incrementada, mesmo na TV, pelo jogo lá do Olímpico, e que todos façam aquele pensamento positivo no sentido de trazermos os três pontos lá do sul.

Condições o Botafogo tem. Basta não repetir os erros do jogo em Curitiba e a vitória se torna perfeitamente possível. Deixo agora as palavras do Merlin, conclamando os alvinegros e deixando informações acerca da ida a Porto Alegre (para quem está perto e não precisa se afastar do trabalho), mais uma incrementada NO BLOG do mais novo alvinegro no pedaço

“......Meus amigos,

Botafogo 1 X 1 Flamengo já está no meu passado.

Estou em preparativos para os pampas.

Passagem na mão.
Hotel reservado.
Não vou precisar de serviço de transfer porque sou convidado e, como sempre, vão me pegar no aeroporto e depois me levar ao jogo.
A cuia para a erva já está na mala.
Fico por lá até o sábado.............

.....Bem que esta turma do BOTAFOGO ETERNO, da qual já estou me aproximando, poderia começar a divulgar o próximo jogo e dar dicas para que a torcida tenha entusiasmo e siga o time – estou indo na frente.
Dicas de oferta de passagens (aérea e rodoviária), hotéis e serviços de transfer seriam interessantes.
E até descobrir se alguma empresa de turismo, mesmo que seja de gremista, tem interesse em acolher a torcida do Botafogo (compra de ingresso, reserva de hotel e transfer do aeroporto para o hotel e do hotel para o jogo).
Basta o telefone.

Saudações alvinegras de cinco pontas.

Merlin
A bordo do Botafogo desde 1534

26 de jun. de 2011

Botafogo vence o Grêmio

E está no G4

Amigos alvinegros,

Neste post tentarei algo diferente. No lugar de começar com algo opinativo, vou tentar contar a história do jogo, da ótica de que viu de casa, pela TV, com algumas interrupções.


Marcelo Mattos comemora seu gol pelo Fogão


A partida começou com bom ritmo e domínio total do Botafogo. Já aos 2 minutos, Elkeson, o Fabuloso, aprontou das suas, dando o famoso ovinho no adversário, aquela colocada de bola por baixo das pernas, e sofreu falta. Aos 4 minutos, o Fabuloso aprontou outra, num passe estilo balão, quase chapéu, e levou outra falta. O domínio do Botafogo era claro.

Com isso aos 5 minutos, numa boa trama de ataque, com vários passes, a bola foi recuada para Marcelo Mattos acertar lindo chute de fora da área. Um minuto depois Alessandro faz um cruzamento, que se não foi um primor, funcionou e levou perigo, mas que acabou sendo afastado da área. O Botafogo continuou pressionando e o Mago deu uma linda arrancada pela direita, driblando um, mas infelizmente acertando um chute muito fraco.

Logo depois, aos 9 minutos Evérton conseguiu uma boa roubada de bola e tocou para Márcio Azevedo, que levantou para Herrera cabecear para cima, sem perigo. Pode parecer que o relato tem viés de torcedor, só falando sobre o Botafogo. De fato é isso, mas a verdade é que aos 11 minutos o Renan apareceu na TV para tocar pela primeira vez na bola, num passe errado do Grêmio que virou recuo.

Entretanto, um minuto depois Marcio Azevedo mostrou insegurança, perdeu a bola na intermediária defensiva, deu o ataque para o Grêmio, que não articulou bem o ataque e o próprio Marcio se redimiu cortando. Aos 13 minutos numa bola enfiada pela esquerda, Everton cruzou e Herrera perdeu um gol feito. Entretanto, a jogada não valeu por conta de impedimento do Evérton.

Aos 15, mais uma boa trama de ataque do Botafogo, que termina com recuo do Mago para bom chute do Lucas Zen. A partir daí o Grêmio começa a acertar a marcação e os passes, o jogo passa a se concentrar no meio e perder ritmo.

Com isso, só aos 20 minutos temos uma jogada relevante, com uma triangulação entre Mago, Zen e Alessandro, que cruza, e o Herrera cabeceia nas mãos do goleiro. Logo em seguida o Mago faz outra ótima jogada pela direita, mas o passe não chega ao Herrera. Aos 22 Marquinhos do Grêmio sai por contusão.

Aos 25 Everton faz excelente jogada pela esquerda e cruza por baixo.Herrera toca girando, meio letra, meio garrancho, diferente, e a bola engana o goleiro mas sai passando perto da trave. Aos 27 Elkeson levanta uma falta na área, zaga corta para escanteio. Mago bate, e Mattos cabeceia nas mãos do goleiro.

Aos 30, nova falta, Elkeson levanta na área, a zaga corta, e o Grêmio sai em contra-ataque. O atacante lança da direita para esquerda, Alessandro fura, e o atacante fica cara-a-cara com Renan, que faz linda defesa, a primeira no jogo. O Grêmio se empolga, e aos 31minutos fazem o famoso 1,2 no Marcio Azevedo, a bola é cruzada, e o atacante chuta forte, mas a bola estoura no Marcelo Mattos. Aos 33 o Grêmio dá outro chute, o terceiro deles a gol. Mas o Fogão sai em contra-ataque e volta pressionar.

Entretanto, logo em seguida o jogo esfria de novo. E só aos 41 Everton faz ótima jogada pela esquerda novamente e no cruzamento a zaga quase faz gol contra, e no rebote dividido com o Mago, novo escanteio. O Botafogo ainda pressionou, até com cruzamento do Alessandro, mas o primeiro tempo terminou nesse magro e inesperado 0 a 0.

Bem, como é um relato feito de casa, existem os contratempos. Visita do filho em casa, e meu intervalo se estendeu demais. Mas o segundo tempo começou como o primeiro, com pressão do Botafogo e em ritmo forte. Mas novamente o Grêmio acertou a marcação, a partir dos 15 minutos. Aos 18 Lucas Zen cruza da direita, o zagueiro "espirra" o taco, é cede escanteio. Na cobrança, novo contra-ataque e grande defesa do Renan, mostrando estar 100% pronto para o gol do Botafogo, e não só substituir o Jefferson.

Aos 20 minutos Caio Jr faz duas substituições, saem Everton e Maicosuel, que já mostraram grande progresso nessa partida mas cansaram, principalmente o Mago, que teve problemas durante a semana, e entram Caio e Cidinho. O time fica mais leve e rápido, e isso é impressionante, considerando que Everton e Mago já são leves e rápidos.

Aos 23 minutos Cidinho faz fila, driblando uns 3, e recebe falta para cartão. Fernando, que já tinha cartão, recebe o segundo e é expulso. Com um a mais o Botafogo aumenta a pressão, Caio faz boa jogada pela direita e ganha o escanteio. Elkeson bate, a zaga corta e a bola volta para ele, que corta para o meio e enche o pé, num chute que sai torto. Marcelo Mattos mete a cabeça na bola e faz o primeiro gol do Botafogo!


Cidinho continua driblando pelo meio e esquerda e recebendo faltas, e Caio fazendo jogadas pela direita. Entretanto, aos 32 minutos mais uma vez cai a luz no Stadium Rio. Depois de uns 25 minutos de paralisação o jogo retorna. Logo após o retorno, mais uma excelente jogada do Caio, que passa por dois, invade a área, tira de mais um em direção a linha de fundo, e toca para trás, para Elkeson, Fabuloso, completar para o gol.

Com 2 a 0 e um a mais em campo, parecia fatura liquidada, mas o Grêmio resolve sair para o jogo. Renata Gaúcho coloca um novo atacante, que dá trabalho ao Fabio Ferreira, que mostrou bastante evolução nesta partida também. Os deveres de casa me forçam a para de ver a partida de novo... eu retorno e o jogo já está 2 a 1. Fica uma partida lá e cá, com cara de 2 a 1, mas podendo ainda sair gol para qualquer dos dois times. O Botafogo com 1 a mais ainda consegue manter um certo controle da partida e ameaçar mais. O Grêmio passa a conseguir alçar mais bolas na área. Mas o jogo fica nisso mesmo. Vitória segura de um time claramente em evolução, e que sabe jogar mesmo com seus desfalques.




- A evolução de Maicosuel, Fabio Ferreira, Everton e Herrera foi evidente.

- Alessandro e Marcio Azevedo não comprometeram, e dão mostras de poderem ficar no elenco, mesmo com todas as críticas.

- Renan cada vez mais mostra que já está pronto. A sequência de partidas que terá pela frente será fundamental para comprovar isso.

E na tabela já estamos em quarto. Temos que esperar o final da rodada. O Corinthians detonou o invicto e 100% São Paulo, com uma goleada de 5 a 0, com direito a frango de Rogério Ceni. Felizmente para quem está correndo atrás, isso deve deixar o São Paulo abalado por algumas rodadas. Agora o desafio é segurar o avanço do Corinthians.




Pessoal, não resisti e então copio e transcrevo aqui a ótima sacada do site Fogao.net

NA IMPRENSA: Marcelo Mattos aparece em todas as capas do Rio


Mais popular dos jornais, o "Meia Hora" destacou o Botafogo e praticamente ignorou as vitórias de Fluminense e Vasco. O "RJ Sports" também manchetou o Fogão, único no G-4.


O "Lance!" dividiu a manchete com o Vasco, 5º colocado. Já "O Dia" falou dos cariocas, mas a foto foi de Marcelo Mattos.


Maior jornal do Rio, "O Globo" também celebrou a vitória dos cariocas, mas escolheu a foto do grito de Marcelo Mattos. Já o "Marca" estampou a foto dos quatro cariocas - inclusive do Flamengo, que jogou sábado.

5 de dez. de 2010

UM FINAL MUITO RUIM


BOTAFOGO 0X3 GRÊMIO

Pois é, amigos alvinegros. Desde o primeiro tempo do jogo, sem meio de campo, ataque perdido e com a marcação frágil, a defesa se perdendo em todas as jogadas. O nosso goleiro deixa para, num dia como este, falhar em bolas fatais e aí, não tem mesmo jeito.

Nossa marcação no combate ali no meio simplesmente não existiu, e logo nos primeiros minutos, já tínhamos bolas na cara do nosso goleiro, bola na trave, e o adversário parecendo passear em campo.

Não há nada mais o que falar de um jogo tão pífio do nosso time. Somente um 2011 como vem sendo prometido, E QUEIRA DEUS, SEM LUCIO FLÁVIO, FAHEL E OUTROS já com prazo de validade vencido.
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- Com a Sulamericana, iríamos ainda de Lucio Flávio e Falhael?

- O garoto Caio já melhorou muito, parou de dar bolas de graça nos pés do adversário que sempre culminavam em jogadas de gol contra nós. Somália é que precisa ser mais efetivo quando resolve atacar.

- O Fluminense merece, mas contando com a Copa do Brasil de 2007, é o segundo título que o tricolor leva e que tinha cara de Botafogo, caso não tivéssemos jogado tanto tempo sem mais de meio time.

- O Joel, mais uma vez, errou ao deixar o garoto Lucas Zen jogar de saída. Assim foi queimado o Gabriel num jogo de Copa do Brasil pegado. Ô Natalino.. Apreeeennde!!!

- E também (O Nata) não conseguiu fazer o time marcar de forma correta, um adversário que era, no momento do campeonato, o melhor time da competição.

- E ainda, só mandou Herrera a campo já com a vaca com três patas no brejo.

- Não é por nada não Joel, mas se você for, JÁ VAI TARDE.

4 de set. de 2010

O TIME DEU O EMPATE DE BANDEJA


BOTAFOGO 2X2 GRÊMIO

Desde o primeiro tempo já ficava claro que não estávamos jogando bem. Entrar com o FLAlhahel é jogar com 10 jogadores, e se considerarmos que o tão reclamado pela torcida Marcelo Cordeiro está uma verdadeira nulidade, vamos ter que refazer este “11” aí à maneira que a galera tem feito, ou seja, 9 jogadores e meio e assim por diante.

No segundo tempo, mesmo o time ainda sem forçar o jogo, várias chances foram criadas e aí foi a inépcia do L. Abreu ou a afobação do Herrera a deixarem o terceiro gol na estrada. O time aí começou a tentar ver o que fazer com a bola até aquela falta, desnecessária ou não, e o apagão da defesa em não acompnhar a trajetória da bola. Aliás, falta muitissimamente bem cobrada. Fazer o que, né?

Agora é o Santos lá, e é pedra na chuteira. Se arrancarmos um empate já é bom resultado, tendo em vista o nível do adversário. Vamos aguardar e ver o que acontece.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG