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11 de dez. de 2016

JOGANDO PELA CLASSIFICAÇÃO

BOTAFOGO 1x0 GRÊMIO
Em Porto Alegre



Time vai ao sul enfrentar o Grêmio
em jogo que valia a classificação para a Libertadores, 
vence por 1x0, fica em quinto lugar
no brasileirão e se garante no torneio continental.

Notas iniciais - Sassá: vende logo diretoria! Não está mesmo com a cabeça boa e assim, o momento de ter lucro é esse.

Elenco: agora temos que pensar em reforçar a zaga, no número 10 que vem sendo alardeado (e Montillo é um nome que não me agrada), em mais um volante e em todo o setor de ataque.

Elenco-II: notícia boa: a base continua a produzir bons atletas e ontem, Pachu foi a bola da vez. Gostei dos toques que deu na bola e na sua personalidade para se apresentar para as jogadas. Tem que ser tratado com muito jeito para não se queimar.
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Não foi um jogo bonito. Não fizemos uma daquelas partidas em que, fora de casa, enervávamos o adversário com a nossa marcação forte surpreendendo-os sempre com aquele gol, ou no fim ou durante a partida mas enfim, um futebol que se tornou o modelo a ser copiado e, pelos adversários, estudados e atacados, por uma parte do primeiro turno e por quase todo o segundo.

Mas o importante meus amigos foi que, sendo jogo decisivo e por isso muito nervoso, o time em campo se superou em tudo. Superou o ímpeto inicial daqueles reservas do adversário que queriam mostrar serviço, segurou esta onda inicial para, no momento certo, marcar o seu gol (e que belo gol do Bruno Silva) e na segunda parte do jogo, com a expulsão do Airton, foi valente o suficiente para não deixar que eles empatassem.

O Fogão chega, enfim, à sua 5ª Libertadores e agora, esperando por um 2017 melhor ainda (coisa de que falaremos durante a semana), estou daqui com a impressão que esta nossa participação no torneio continental passará a ser mais rotineiro do que a princípio podem pensar os nossos adversários. Vamos comemorar então.

O gol do jogo - Bruno Silva - Sportv

NOTÍCIAS

12/12 – 13:40h. Nosso primeiro adversário do mata-mata na Libertadores, segundo informação divulgada pela imprensa nesta segunda-feira, será conhecido no dia 21 próximo.

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16 de out. de 2016

ENGRENAMOS A QUARTA

BOTAFOGO 3x2 ATLÉTICO-MG



Um ensandencido Dudu Cearense marca o gol da vitória
e enlouquece – e com ele a torcida


NA ARENA BOTAFOGO NÃO TEM JEITO:
TODOS DOBRAM OS JOELHOS

Eram mais ou menos 16:40, quando um grande alvoroço se ouviu ali no setor Leste (eu criei o hábito de ir na área Norte) e isto se deu pela entrada do time em campo para o aquecimento. Do lado deles, os seus goleiros já aqueciam no gol junto ao nosso setor.

Com isto, logo começou aquele ‘viiitoooorr... viiaaaadoooo!’. Eles, sabemos bem disto, começam a ficar preocupados já dali. Mas do nosso lado, eram duas as coisas que nos preocupavam: a “seleção” que iríamos enfrentar e o que faria o nosso valente escrete para se defender de Robinho, Fred e Lucas Prato, mais Eraso e Cazares e, ainda, os ótimos nomes novos surgidos naquele time este ano, e ainda outros já conhecidos como Leonardo Silva (imbatível pelo alto – ou quase) e Rafael Carioca, sem a nossa principal peça da defesa: Joel Carli.

Era para preocupar mesmo mas vimos, mal o jogo começou, que o dia era do Botafogo (mais um, naquele inferno alvinegro – somente para os nossos adversários). Para o bem ou para o mal. Para o bem, quando lhes sapecamos 2x0 sem dar a eles tempo para respirar (em situação semelhante à que ocorreu contra o Palmeiras) e para o mal, ou pelo menos para uma grande preocupação com um revés, quando eles empataram e vieram para cima com o seu “selecionado”. Estávamos tão bem com o Airton em campo que, ao fim da primeira etapa, no meu costumeiro olhar pelo gramado, vi Fred ir cumprimentar o menino Emerson Santos e isto mostrou medo do paredão e respeito pelo que ele enfrentava do outro lado (não lembro se foi antes ou depois da cotovelada)

Mas como que para espantar toda a má sorte que nos persegue há décadas, com juízes desfavoráveis, jogos decididos em lances de puro azar e momentos de campeonato em que entramos na crescente na hora errada, desta vez somos nós que estamos subindo na hora certa, é o nosso gol que sai no finzinho do jogo e é o nosso time quem mostra um inacreditável elenco (eu chamaria de exército de Brancaleone mas os nossos bons talentos não merecem) que luta, que joga e joga bem e que no fim, sai sempre como o vencedor, na nossa Arena Botafogo e agora, até mesmo fora de casa e, até, contra adversários de peso.

Ao fim da partida, ninguém queria ir embora, como se ali outro jogo fosse ser iniciado. Fiquei rouco, fiquei maluco mas pelo menos, diferentemente do que é assistir a uma partida assim pela TV, sem dor no peito. No estádio a emoção é gritar e se preocupar, na TV é sentir pressão e levar o nervosismo a níveis altíssimos.

No final, TODOS DOBRARAM OS JOELHOS NA NOSSA ARENA. Até o próprio Santos, único vencedor ali no brasileirão mas que nos venceu recebendo o seu gol de presente e depois, teve que suportar uma das maiores pressões que já impusemos a um adversário este ano. Venceram mas saíram respeitando o nosso grupo. Que venha o Santa!


- Momentos que nos preocuparam – a já citada ausência do Carli ante o escrete que vinha do outro lado e no jogo, a saída do Airton. As duas preocupações plenamente justificadas. E vejam que ainda perdemos o Neilton, ontem, em dia de Neymar.

- Yaca Nunez entrou e foi bem. Dudu Cearense entrou e quase não errou no meio, ainda nos brindando com o gol da vitória. Vitor Luiz cresce a cada dia e, sem medo de errar, apresenta futebol de seleção. Que elenco é esse?

- E como quando as coisas estão bem tudo vai na mesma onda: Rodrigo Pimpão “esqueceu” por uns 50 minutos que era um jogador de nível de segunda divisão e não tomou conhecimento do adversário. Que belo gol!

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24 de set. de 2016

EM BUSCA DE VÔOS MAIS ALTOS

Time enfrenta o América-MG
em Belo Horizonte, joga mal e
"
perde por 1x0



Cadê aquele Botafogo envolvente, marcador e criativo que estava aí no campeonato? Bom meus amigos, hoje ele não foi a campo e com isto, perdemos para o outrora fraco lanterna, agora um time razoavelmente organizado e em viés de subida na tabela.

Este Botafogo de hoje estava confuso, sem criatividade e mesmo quando Camilo ainda estava em campo, não conseguia produzir com a finalidade de levar a bola com qualidade ao ataque. Nossa defesa, por sua vez, foi afrouxando, afrouxando até se entregar de vez aos pés dos rapidíssimos atacantes adversários e com isto, a derrota, vista de quem assistia a partida, foi plenamente justa, apesar de inesperada antes de a bola rolar.

Vida que segue (expressão que já está ficando bem batida aqui no blog). Não sei até que ponto uma derrota assim, com o time inteiro jogando mal, pode tirar o ímpeto para receber um Corinthians que, em condições normais, seria batido aqui na Arena Botafogo sem grandes dificuldades. Vamos ver então como este elenco reage mas para o ano que vem, urgem contratações.

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7 de set. de 2016

'PRÁ' CIMA DELES, FOGÃO!

Time pega o Flu, na Arena,
por mais uma vitória
e acaba sendo mais feliz no confronto
1x0





O gol do jogo - Neilton, após boa jogada do Sassá Resumidamente, foi um jogo amarrado, no qual os dois times mais se preocuparam em não perder do que primordialmente em buscar a vitória. No primeiro tempo, eles ainda deram um certo calor ali pelo setor do garoto Diego com aquele ponta driblando em sequência e tentando chegar na frente do Sidão mas felizmente, o Botafogo teve mais vontade, voltou com mais vontade no segundo tempo e abriu logo o placar.

Palmas para o Sassá, que virou na frente do zagueiro com competência e serviu muito bem ao Bruno, livre, no lado oposto da área. Já quanto ao Neilton, só faz corroborar o momento de subida de produção. Domingo a "briga" é lá no Mineirão, contra o Cruzeiro.


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4 de set. de 2016

JOGO IMPORTANTE


BOTAFOGO 2x1 GRÊMIO

Os gols da partida - Camilo marcou o gol do ano no brasileirão

Vou falar deste jogo, sob a ótica da troca de um atleta que não atuou e do qual espero nunca mais ter que citar o nome: Renan Fonseca.

O time não fez a partida maravilhosa que fez somente pelas ótimas atuações da maioria dos jogadores não. O time hoje se comportou da maneira que vimos, muito mesmo por conta da volta à zaga do argentino Joel Carli. Mas ainda, jogou este Botafogo da maneira firme que jogou, porque quando ocorreu a contusão do Luís Ricardo, não teve que colocar em campo aquele do qual prometi aí acima não voltar mais a citar o nome.

Agora sim, falemos de mais esta bela atuação do elenco. O velho e bom sistema do "não deixar jogar" hoje elogiado até pelo treinador adversário, contou nesta partida com a atuação completamente sem erros de quase todos os 14 atletas que foram para o jogo. Assim, não há como adversário algum criar num meio de campo em que hoje, até o criticado Bruno Silva jogou muito bem. Camilo e Airton, cansados e em momento físico delicado, mesmo assim, mandavam na partida e na frente, Sassá e Neilton faziam da tarde dos zagueiros deles um verdadeiro filme de terror.

E que golaço foi aquele do Camilo (imagens acima)? E que calma de atacante teve hoje (como vem tendo há alguns jogos) o Sassá! Foi uma grande pena a contusão do Luís Ricardo, mas agora vai ser a hora do garoto Diego mostrar que também tem futebol, claro, contando com a compreensão da nossa afobada torcida.

Então foi isso galera. Em mais uma tarde muito feliz na nossa Arena, despachamos mais um favoritaço aí do campeonato e vibramos muito ali na Leste e agora, que venha o Flu.


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29 de ago. de 2016

PARA SUBIR NA TABELA

MARCOS PARET




Time joga bem mas erra muito 
nas conclusões e perde por 1x0

Não se pode ficar carimbando todas as situações pelas quais passa o Botafogo com frases de efeito, situações literalmente perfeitas para cada ato. Não sei se neste jogo pode-se ir pela onda do "quem não faz leva" mas quando Sassá perdeu aquele gol de frente para a meta, via-se claramente que poderia não ser uma noite alvinegra.

E como não li nada sobre o jogo até a manhã desta terça-feira, nem posso afirmar se o Carli foi mesmo barrado para a manutenção do inoperante e falho Renan Fonseca mas se foi o caso, debitem o ponto (por um provável empate) não conseguido na conta do barbudo, sem técnica e sem noção do que se deve fazer na área. Tomamos um gol de cabeça que não tomávamos quando o Carli era titular e acho que foi por aí. Podem até falar que a grama sintética atrapalhou mas acho que não é esta a melhor explicação para que não tivéssemos feito, ao menos, um gol. Enfim, vamos aguardar os próximos jogos, em casa.

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23 de ago. de 2016

BALANÇO GERAL

MARCOS PARET




O que o Botafogo e o Brasil sempre tiveram em comum.

DO CLUBE

O que duas vitórias não fazem!

Pois é, mesmo atuando sem o ótimo Joel Carli (ou seja, entrando para jogar com o temerário Renan Fonseca), o Fogão conseguiu duas belas vitórias em sequência, encontra-se agora na 13ª posição, um ponto à frente do 14º mas, mais importante, um atrás do S. Paulo, o 12º e a 4 pontos do Atlético Paranaense, nosso próximo adversário só que um dado importante nos é favorável – TEMOS UM JOGO A MENOS DO QUE ESTES CONCORRENTES. O G-10 é logo ali e não que isto signifique grande coisa no campeonato, significa sim a bandeira da 'missão cumprida' de um elenco para o qual todos apostavam novo rebaixamento.

E este período olímpico foi mesmo muito motivador no clube. Tivemos a exclusão do Maurício Assumpção do quadro de sócios e a saída do Ricardo Gomes, a chegada do Jair Filho com as suas citadas duas vitórias, este bom Sassá se firmando como o homem gol que era na base e um Airton cada vez mais atuante e eficiente.

E sabem aquela turminha do sub-20, que levou a taça no carioca vencendo o adversário mais midiático na finalíssima? Pois é, eles continuam no alto e hoje, decidem vaga na final do brasileirão sub-20 contra o Coritiba. Com um ataque fenomenal que já contabilizou 110 gols nesta temporada, é de se esperar um resultado animador.

No mais, a comemorar também os 8 milhões de reais nos cofres do clube pela venda do Ribamar, a grande possibilidade de conseguir uma boa vitória sobre o Cruzeiro pelo primeiro jogo da CB aqui no nosso caldeirão e, acredito, um segundo semestre bem diferente daquele que passou.


DO BRASIL


BALANÇO

Vôlei feminino – foi vítima do seu favoritismo.
Vôlei masculino – se beneficiou das suas fraquezas: explico.

As meninas não tinham adversárias, ao vencer as inconstantes chinesas no primeiro set com facilidade, decerto, dormiram na fama e tomaram a virada. Acordamos então um monstro.

Já no masculino, o sinal de alerta foi acesso já lá desde a decisão da liga, quando fomos surpreendidos por uma seleção que sequer havia conseguido se classificar para as Olimpíadas. Sim, o time não veio (acho que era a Croácia) e assim, após os nossos maus jogos contra americanos e italianos, o time focou mais, venceu equipes menos qualificadas e ao reencontrar a Itália na final, já era outro time.

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Vela – é aquilo mesmo. Podíamos até sair sem o ouro já que ali quem manda é a natureza (o vento), mas esta turma que está aí faz tempo faz trabalho sério, de primeiríssimo mundo.

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Boxe – palmas, palmas e mais palmas para o baiano Robson. Sem palavras para descrever o seu feito, mormente a vitória contra o cubano, sabidamente, uma fera deste esporte.
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Canoagem – mais dois baianos que, se não deixarem o sucesso subir à cabeça, principalmente o Izaquias, têm tudo para nos deixar como líderes neste esporte por mais alguns anos.
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Futebol – como dizia o pessoal da transmissão na TV, a geladeira saiu das costas. Era para termos vencido com mais facilidade mas não é fácil carregar uma responsabilidade de mais de 100 anos. O Botafogo/89 que o diga, um timaço mas que ganhou ali, no detalhe, no fio da navalha. Depois, só não venceu o brasileiro no segundo semestre daquele ano por causa da venda do Maurício, ganhou o bi em 90 e aí, mesmo com os sobressaltos de 92, passou uma década vencendo com razoável competência.
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Handebol – acho que as meninas estão na entressafra. Senti isso mesmo em jogos anteriores à derrota que as eliminou. Já quanto aos homens, conseguiram um bom resultado e se vierem mais bons jogadores, devem subir muito.
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Judô – a grande decepção dos jogos, honrando-se a exceção da Rafaela.
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Nos demais esportes, decepções aqui e surpresas ali, tivemos até a esfuziante medalha de ouro do Thiago Braz, aquele tipo de surpresa que toma de assalto a todo o público olímpico, seja de que parte do planeta for e não somente os torcedores do país. Palmas para o garoto mas em algumas outras modalidades, o trabalho tem que ser reforçado (o psicológico, o técnico, seja lá o que for). Da ginástica, acho que podemos esperar um bom futuro mas agora é que vem a parte que nos é bem cara, bem particular e que nos dá orgulho sempre – O POLO AQUÁTICO MASCULINO.
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Aqui, uma singela amostra do que sempre fizemos pelo esporte brasileiro, mas que eles têm sempre uma imensa dificuldade para reconhecer.

O time alvinegro do polo aquático – a nova selefogo.


Segundo matéria do site ‘torcedores.com’, 8 atletas do botafogo e mais o técnico do nosso polo aquático representaram o país nestas olimpíadas e o resultado foi, sem nenhuma exagero, bem significativo – o quinto lugar. Pois é meus amigos, aí está de novo o Botafogo, como lá nas Copas do Mundo de futebol da década de 30, mais uma vez assumindo o pioneirismo em um esporte, levando o nome do país “nas costas” e, claro, sem nenhum reconhecimento da mídia – NEM UMA PALAVRA FOI DITA NESTES DIAS DE COMPETIÇÃO acerca “das cores” alvinegras do selecionado. Eles nunca vão nos engolir.

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4 de ago. de 2016

BRASILEIRÃO - JOGO EM CAMPINAS

Time enfrenta a Ponte em busca
de mais uma vitória



Perdemos - 2x0

Jogo com resultado perigoso este de hoje. Vamos ter uma sequência de jogos fora do Rio. Faremos, para ser mais preciso, até o fim de agosto, apenas os jogos com mando de campo do adversário e aí é que mora o perigo acima referido, vejamos: próxima parada, São Paulo, lá no estádio deles e nesta sequência, temos também o Atlético-PR e mais outros adversários complicados. Fica difícil saber em que situação este time/elenco irá se encontrar quando voltar a jogar no nosso caldeirão de novo.

Do jogo? Neilton no negativo, Camilo tímido, um árbitro que não coibia a violência do adversário quando, em desvantagem no placar, procurávamos o jogo e assim, Airton sozinho nada poderia mesmo fazer.

Dos que jogaram mal não vou falar. Eles são o nosso calcanhar de aquiles e é com eles que teremos que ir até o fim do ano. Vida que segue.

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31 de jul. de 2016

BOTAFOGO 3x1 PALMEIRAS

LÍDER? ..... QUE LÍDER?




Time tem atuação soberba, atropela o líder 
por 3x1, sobe 3 posições na tabela e
mantém invencibilidade na Arena Botafogo

Neilton - um gol com a marca do craque

Neste domingo, 31/8, deu gosto de ver. Éramos 8.477 torcedores presentes no nosso novo caldeirão e assim como dali de cima não deixamos o tempo esfriar (apesar do vento siberiano), em campo, os 11 ‘botafogos’ também seguraram a onda como gigantes.

E se temos em Camilo e Airton hoje dois atletas que não fazem feio ante nenhum destaque de seleção (pelo menos destas seleções dos últimos anos, excetuando-se o Neymar), o que dizer deste cada vez mais presente Neilton? O garoto vem resolvendo jogos sobre jogos. Vejam que eu disse que na quarta feira, não fossem duas jogadas erradas (de afobação), ele teria sido perfeito: pois a perfeição veio hoje.

Hoje, qual um abridor de latas, o nosso ensaboado 7 rasgou a defesa do tal líder do jeito que quis. O fez pela direita e saiu o primeiro e belo gol. Aí, quando o esperavam por aquele lado, surgiu na esquerda como um garrincha canhoto, dobrou a coluna do marcador e marcou o gol mais lindo do fim de semana, um dos mais bonitos do brasileirão até agora. E deu passes, e atazanou a vida dos verdes até o fim do jogo e foi, sem dúvida, o grande destaque desta partida.

E vejam, Camilo e Airton atuavam de forma soberba. Como é técnico este novo Airton e, como é técnico e inteligente este Camilo. Juro que ali pelos 36/37 minutos da primeira etapa, só acreditei no 2x0 lá no placar do setor sul porque o que eu via em campo denotava até uma quantidade maior de gols a nosso favor. Demos um verdadeiro chocolate neles. Os números do scout de um site de esportes dá bem a medida do que foi o inferno vivido pelos verdes hoje na nossa gelada mas fervente Arena – Ganhamos nos desarmes por 38x10 e nas roubadas de bola por 19x11. Naquele mágico primeiro tempo, numa determinada jogada, os tais líderes tentavam articular no seu ataque mas a voracidade com que 3 dos nossos desarmadores cercavam um habilidoso adversário era similar a uma presa no mato sendo cercada por 3 predadores violentos. Sem qualquer exagero meus amigos. Foi assim o jogo praticamente todo e nesta toada, eles não conseguiram desenvolver praticamente nada em matéria de criação de jogadas.

É claro que uma atuação assim, sendo contra quem fosse, só poderia resultar em vitória.

Palmas para o Neilton, o melhor em campo, para Airton e Camilo, os caras de um dos melhores meios de campo do país (a modéstia me impede de dizer que é o melhor) e para o Ricardo Gomes, que consegue fazer o nosso time detonar o até então líder com meio zagueiro em campo. Para se ter a idéia completa do que foi este jogo de hoje, nem o pífio Bruno Silva cometeu um daqueles seus erros costumeiros, sendo capaz de, a cada perda de bola, se multiplicar em campo em busca da retomada da bola.

Que o Joel Carli se recupere por completo pois com ele, acho que poderemos ter uma boa sequência de pontos rumo à parte de cima da tabela e, até, uma boa caminhada na CB.

Sem mais palavras. Vamos aos comentários.

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23 de jul. de 2016

PARA SUBIR NA TABELA

Time vai a Chapecó
erra demais e perde no fim
2x1






Apesar do belíssimo gol do Camilo, de falta (imagem abaixo), não me lembro de ter assistido até hoje a um jogo pior do que este. É preciso puxar muito pela memória para tentar recordar algo pior.

Camilo, um belo gol de falta – cobrança de quem sabe

Foram 100 passes errados, 51 do Botafogo. Mas acho que nem isso explica o porquê de eles terem vencido. Vou em poucas palavras, apenas citando um ou outro lance do jogo – deixo as análises para os nossos amigos alvinegros do blog.
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Vejam o ataque com que entramos em campo hoje: Camilo chegando na  frente com Salgueiro e o Canales para concluir. Acho que aí só faltou mesmo compor, de cara, com o Neilton, ajustando-se o meio para melhorar a marcação, mas a notícia vinda lá de dentro é a de que o Neilton, na série A, jamais rendeu saindo jogando como rende quando entra durante a partida.

Uma coisa já se mostrou como um bom sintoma de cara: o treinador deles era o nosso velho conhecido Harry Potter (Caio Junior). Mas o outro sintoma nos era desfavorável e dizia respeito direto à questão “Neilton/Salgueiro”: se o primeiro não joga bem quando sai de início, sequer o segundo consegue sucesso quando está na escalação original e foi assim que ele entregou uma bola na defesa, aos 25 minutos, que redundou no gol deles, justamente quando, mesmo errando muitos passes, tomávamos conta da partida.

Se não posso dizer que dominamos o adversário naquela primeira etapa, afirmo sem medo de errar que tivemos uma larga posse de bola, mas os constantes erros de passes barravam qualquer pretensão de sucesso em relação ao placar. Até fizemos o nosso primeiro gol, aos 45 minutos, mas o juiz atendeu a um erro do bandeirinha e deu impedimento inexistente. Ricardo Gomes voltou então do intervalo com Neilton, mas contrariando todas as expectativas, tirou o Fernandes de campo e não o errante e reclamado Salgueiro.

Mas a segunda etapa parecia a segunda parte do show de horrores da primeira. Ricardo colocou Luis Henrique no lugar do Canales que, isolado, nada conseguia produzir e aí ficamos naquela dúvida: com Salgueiro e Bruno Silva como entregadores de bola para as pouquíssimas jogadas deles, quem deixar em campo na próxima substituição? O treinador acabou deixando o Bruno Silva e quem saiu foi o uruguaio. Ah! Quem entrou em campo no lugar do “falso Loco Abreu” (o Salgueiro) foi o Gervasio Nuñez e isto, já aos 30 minutos de jogo, com o nosso time atuando de forma pífia, sem conseguir trocar 3 passes.

A esta altura, aos 33 minutos de jogo, precisávamos desesperadamente do gol pois com os resultados, estávamos ficando em primeiro dentro da zona do rebaixamento. Fizemos o nosso gol, com Camilo, aos 41, numa bela cobrança de falta mas logo depois (2 minutos depois), Diogo Barbosa fez as vezes do duo Salgueiro/Bruno Silva, entregando mais uma bola que eles aproveitaram para fazer o seu segundo gol.

Posso afirmar que jogamos tão mal, mas tão mal que mesmo jogando melhor do que eles, merecemos perder. O time deles não incomodou ao nosso goleiro em nenhum momento do jogo: ele apenas foi ao fundo das redes pegar as duas bolas que entraram.

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16 de jul. de 2016

A ARENA BOTAFOGO

Botafogo estréia na mais nova casa,
a Arena Botafogo, na Ilha.



E o verdadeiro
time de guerreiros consegue
um empate improvável
3x3

O golaço do Salgueiro - o primeiro jogando no Botafogo

Não pude, por conta de um compromisso inadiável, acompanhar este jogo da estréia na Arena Botafogo como deveria. Acompanhei, contudo, algumas partes, a inicial, quando colocamos aquela bola na trave com o Lindoso, a intermediária, quando lhes demos pelo menos 2 gols de presente e o placar foi  a 3x1 para  eles mas, acima de tudo, a final, e é desta que vou falar.

Pois é meus amigos. De tudo o que reclamávamos, vimos hoje naquela reação quase completa. Guerreiros em campo, jogando com um a menos, o Emerson, que não podia sair e assim, foi lá para a frente fazer figuração e ainda assim, encurralando o adversário como se fossem eles a jogar com um, dois, três a menos. Precisão na hora de fazer os gols, e que gols: o do Salgueiro (finalmente o do Salgueiro) nos deu a sensação de que aquele velho e bom Salgueiro do Olímpia estava de volta.

E Airton então? O que poderíamos falar do cara que não nos faz sentir saudade alguma do Arão? Nosso volante/meia de ligação/zagueiro. Zagueiro sim, pois coube a ele, com a contusão do garoto Emerson, ser o novo zagueiro, vejam. Do que podemos reclamar deste time então? Agora eu acho que quase nada. A simples volta do Carli, que deve retornar já tinindo, dará a consistência que a defesa precisa e com mais uns 3 jogos, o Canalis, decerto,já estará na mesma toada do elenco todo.

Não sei o que os amigos do blog vão falar a respeito deste jogo de hoje o qual, seguramente, sem os erros da defesa (erros crassos), teríamos vencido mas falo sobre mim: gostei do que vi. Estou esperançoso para o restante da temporada.

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9 de jul. de 2016

HORA DE SUBIR NA TABELA





Time vai a Curitiba enfrentar o Coxa
fica no 0x0 e está momentaneamente em 14º lugar

Corajoso, Ricardo Gomes colocou o time em campo com um trio de atacantes, a saber, Pimpão, Neilton e Sassá. E como o adversário também anunciou que viria com outro trio na frente, era jogo para se esperar uma chuva de gols . A notícia boa para nós, que já contávamos com Leandrinho no banco, era a escalação do Airton para sair jogando, sem dúvida, o melhor reforço para a produção e a contenção no nosso meio de campo.

Já aos 3 minutos eles perderam um gol feito, aos 15 fomos nós que perdemos, quando Camilo tentou tirar do goleiro mas este se recuperou e tirou o gol mas aí, já víamos que a chuva de gols imaginada foi trocada por uma realidade mais dura: uma tempestade de passes tortos e dois times com um futebol de ruim para sofrível.

Nem sei mesmo se o certo é dizer que acabamos perdendo o meio de campo mas como a corroborar a minha opinião sobre ele, Pimpão, atleta até aqui com uma razoável carreira apenas em divisões inferiores, era um a menos em campo e assim, restava uma sobrecarga excessiva sobre o nosso meio e o ataque, isolando o Sassá e dando muito trabalho para Airton e Camilo e, ainda, para o Lindoso na contenção. Com isto, quem se organizou melhor foi o time deles a ponto de termos cedido, até o último minuto, uns “três mil e oitocentos” escanteios, em jogadas nas quais poderíamos, sem exagero, ter tomado uns dois gols. Um, pelo menos, o Sidão tirou na pura sorte, com a bola batendo na sua perna direita e parando em cima da linha.

Mas não tomamos o gol e na segunda etapa, voltamos com Leandrinho no lugar do Neilton para, mesmo permanecendo o Pimpão em campo, equilibrarmos o jogo no meio de campo, setor, repito, no qual estávamos perdendo as ações na partida. Mas demorou para respirarmos nesta fase do jogo, já que logo de início começamos a ceder os mesmos escanteios com que terminamos o primeiro tempo. Até que eles cansaram por não conseguirem fazer o seu gol e quando já equilibrávamos as ações, aos 22 minutos, Airton, com cartão amarelo, saiu para a entrada do Fernandes.

Só que nada foi capaz de dar ritmo ao este jogo, nem mesmo a entrada do bom Leandrinho no lugar do Neilton. O jogo continuou horrível, agora com os dois times errando quase tudo. Aos 40 minutos, Ricardo Gomes deve ter tido uma bela visão para, pois colocou Vinícius Tanque no lugar do Sassá mas nada de melhor se produziu ali na frente. E ainda fomos perder o gol da vitória, quando Luis Ricardo roubou uma bola na saída de jogo deles e tentou jogá-la por cobertura. Jogou com muita força, o gol não saiu e o 0x0 deu o tom do que foi o jogo.

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6 de jul. de 2016

A ARENA BOTAFOGO

MARCOS PARET



Uh! Uh!... É alçapão!!!

Agora pela manhã, o elenco do time principal realizou o seu primeiro treino na mais nova casa, a Arena Botafogo, na Ilha do Governador.

Não é nada não é nada, teremos em 2017 2 estádios (este com custo de manutenção perto do zero) para mandar jogos que, sendo deficitários na Arena Nilton Santos (o Engenhão), podem muito bem virem para cá. Gostei desta idéia e digo mais, caso o moderno estádio olímpico não venha a dar lucro num futuro bem próximo, sou pelo desfazimento do contrato com o poder público, claro, com o ajuizamento de uma belíssima ação por perdas e danos desde 2013 (só não se inclui este 2016, ano olímpico previsto no contrato). E no tocante ao time (ao futebol em si), ficamos aqui mesmo, fazemos um acordo de arrendamento de 30 anos com a Portuguesa e assim como o Atlético-MG fez com o América lá em BH, ficamos com o alçapão para os jogos menores e o Maraca para aqueles de maior apelo.

Enfim, é coisa para os rabos presos no clube resolverem mas de imediato, com a subida de produção vista nos últimos jogos, este alçapão veio em boa hora para nos livrar de vez deste pedaço incômodo da tabela. A conferir.

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26 de jun. de 2016

JOGO FORA DE CASA



Time vai ao sul
enfrentar o Inter
vence por 3x2  e respira
na competição



Olha eeeeleeeeee!


Boa noite amigos alvinegros. Hoje eu não vou começar com aquela máxima muito chata "há coisas que só acontecem ao Botafogo. E não vou por vários motivos, entre os quais: a) eu já havia falado que não tem time imbatível nesta competição e assim, com o nosso elenco apenas reforçado, ficaríamos praticamente no nível dos demais; b) perdemos pontos inacreditáveis, como os 2 contra o Sport, os 2 ou 3 contra o S. Paulo e só para ficar nestes 3 jogos, os 2 contra o Figueirense (alguém anotou aí?); e, finalmente.. c) nosso futebol no primeiro semestre estava bom demais para se transformar, de repente, naquela pasmaceira que vínhamos acompanhando e isto só se justificava pela ausência de tantos nomes entre os titulares.

Então prezados alvinegros, de tudo o que havíamos pedido a Deus para o nosso elenco, chegou o 10, o 9 está a caminho e ainda temos mais outro meia para vir completar o nosso meio de campo, o Dudu Cearense. O time vai encaixar sim e da forma que imaginei lá no final do carioca, usando não só este jogo de abafa inicial, que por meia hora deixa o adversário tonto sem conseguir trocar 3 passes e agora, com organização a partir do meio, usando contraataques mortais para matar os jogos e não reclamemos: assim o time corintiano conquistou tudo até chegar ao seu mundial no Japão.

Do jogo nem precisamos falar. Camilo cumpriu quase à perfeição o seu papel de número 10, armando, procurando o seu setor de campo, acalmando o jogo quando foi preciso e, creme de la creme, fazendo o seu gol de estréia. Ele vai ter momentos de entressafra sim mas até lá, creiam, o elenco já estará encaixado.

E vamos que vamos pois na quinta-feira a pedreira é no Mineirão, contra o Galo.

Os gols do jogo - vitória maiúscula do Fogão.

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22 de jun. de 2016

BOTAFOGO x FIGUEIRENSE



Time recebe o Figueirense em Juiz de Fora
mas não sai do zero a zero

O time que foi a campo hoje estava tão mexido, mas tão mexido, que vimos o Anderson Aquino ir para o jogo e o Gegê sequer ficar no banco. Airton voltou na meia e Fernandes também saiu jogando e com isto, ficou claro mesmo antes do início da partida que iria faltar entrosamento.

E foi esta falta de entrosamento aliada à ruindade de alguns jogadores (ruindade ou então má fase) que fez com que saíssemos para o intervalo no zero. Tivemos algo como 8 escanteios contra nenhum deles, tivemos mais de 60% de posse de bola mas cadê criatividade para fazer a bola chegar aos homens de ataque? Pois é meus amigos. É muito preocupante esta fase do Botafogo, com 12 atletas que poderiam estar jogando mas que estão fora.

No intervalo então, esperava-se que voltássemos com algum novo jogador mas nada aconteceu e assim, recomeçamos o jogo na segunda etapa naquela mesma vibe: domínio em campo, posse de bola mas nada de criação. E vejam, temos atletas não aptos a envergar a camisa de times grandes. Se o Bruno Silva não é jogador de time da primeira divisão, Anderson Aquino é atleta da terceira e assim, as esperanças de gol repousavam no ímpeto e na vontade dos outros atletas, rezando para que a bola não passasse, na hora dos ataques, pelos pés dos inoperantes.

As substituições só foram começar aos 15, com a entrada do Luis Henrique no lugar do Aquino e, por contusão, a saída do Airton para a entrada do Otávio. Parece então que a saída do jogador da C, o Aquino, fez com que passássemos a “jogar com 11”, já que a partida se tornou um ‘ataque contra defesa’ sem fim. Quando os escanteios então chegaram a 13x0, aos 38 minutos, com mais um gol perdido, Ricardo Gomes tirou o Gervásio para colocar o Ribamar, numa tentativa desesperada de sair do zero no placar.

Mas a inoperância dos 12 reservas do nosso time que jogaram hoje é tal que o time conseguiu criar um tempo inteiro de chances de gol sem conseguir colocar a bola na rede e vejam, o domínio era tão grande que eles sequer tinham aquela bola do ‘quem não faz, leva’, apesar de terem perdido um gol incrível no final da partida. Vida que segue... Domingo a parada é lá em Porto Alegre, contra o Inter, já com o Camilo e o Pimpão jogando. Até este momento da rodada, subimos para o 17º lugar com chances de sair da zona do rebaixamento com os resultados de amanhã.

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15 de jun. de 2016

HORA DE REAÇÃO





Time vence o América-MG por 3x1
e respera aliviado na competição

Os gols da partida – Sassá em dia de graça

Bom dia meus amigos alvinegros e aqueles que nos visitam.

Meio que bom dia sim. Fui acompanhar o jogo, conforme tentei mostrar no banner aí acima, no “natv”, mas ficou meio complicado. Assim, pelo rádio mesmo, pude perceber o quanto de sorte tivemos ontem, para não sermos surpreendidos no início com o ímpeto deles e daí, com o despreparo deste time campeão de Minas, fazendo faltas por falhas de marcação e deixando o seu sistema defensivo totalmente exposto, podendo aproveitar estas situações para deslanchar no placar e não tomar sustos lá na defesa.

Sassá, que estava ali mesmo para fazer a sua parte, o fez e até de forma muito competente, no caso dos dois pênaltis cobrados. Me surpreendeu até a tranquilidade do ainda garoto para ludibriar o goleiro e conseguir anotar os dois gols. Mas que não nos iludamos com esta vitória: ela serviu apenas para acalmar o ambiente.

A parada contra os paulistas no domingo vai ser bem mais salgada, com o nosso time ainda se reencontrando e sem os novos contratados para dar mais uma encorpada no 11 titular. Enfim, respiramos e isto é o que importa. Vamos aguardar a tabela com jogos menos pegados até que o time se firme novamente, já que após o Corinthians teremos que receber o bom Figueirense aqui e assim, firmeza e tranquilidade serão necessários para mais 3 pontos tranquilizadores.

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12 de jun. de 2016

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO






O gol do Sassá - o melhor momento do time na partida

Time ainda inconsistente
só empata em casa - 1x1

Hoje o Ricardo Gomes mexeu na defesa, tirando o garoto Emerson da base daquela posição incômoda na direita e voltando com o Renan Fonseca. No gol, conforme mostra a imagem acima, tivemos a estréia do Sidão. Na direita tivemos o retorno do Luis Ricardo e na esquerda o do Diogo Barbosa.

Mas o grande motivador desta partida, para nós em casa e aqueles 2.000 guerreiros alvinegros que foram a Volta Redonda nesta fria manhã de domingo, parecia ser mesmo a volta do Airton, que até jogou sem cometer erros enquanto o fôlego permitiu. O que foi difícil de encontrar no campo hoje foram o Gegê, o Anderson Aquino e o Bruno Silva. Aliás, este último pôde ser visto sim, tal era a quantidade de jogadas inócuas que produziu. Já quanto ao pseudo atacante Anderson, só foi visto ao receber um cartão amarelo, já no fim desta etapa.

O time então voltou do intervalo com Sassá no lugar do Ribamar e parece que isto motivou todo o grupo, mas continuava não ficando claro o porquê de o Ricardo Gomes já não sair com o Neilton de titular desde o início. Era mais um jogo em que teríamos que aguardar pelo garoto em campo por pelo menos mais uns 20 minutos mas nem isto vimos. O time voltou para esta segunda etapa mais organizado e depois de algumas boas jogadas, numa cobrança de escanteio aos 6 minutos, Sassá abriu o placar. A esta altura, Leandrinho era um dos que se destacavam no time mas era um momento de alta, com todos jogando com firmeza, seguros na marcação e atacando com muito mais precisão e vontade.

O time então sofreu um recuo normal para o momento psicolígico que vivia o elenco e aos 17 minutos, Fernandes entrou no lugar do extenuado Airton. 6 minutos depois, Leandrinho, que passou mal em campo, foi outro que saiu para a entrada do Salgueiro mas nada de Neilton, nada de velocidade e tome oportunidades de gol perdidas por atletas não orientados a passar a bola para um companheiro melhor colocado.

E aí meus amigos, apesar de a vitória parecer assegurada, com o time até prendendo bem bola, o distraído Diogo Barbosa parou num cruzamento e sofremos o empate, aos 47 minutos, sem tempo para reagir. Segue a caminhada.

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5 de jun. de 2016

A LUTA CONTINUA

BOTAFOGO 0x3 SANTOS
Jogo fora de casa



Em jogo realizado às 11 da manhã no Pacaembu, time perde por 3x0 e a crise se instala do clube.

As novidades neste jogo eram o Anderson Aquino, que mesmo saindo jogando pela segunda vez veio para se firmar, o Dudu Cearense fazendo a sua estréia e a volta do Gegê. Mal sabíamos o que estaria por vir.

E vou resumir. Gegê e mostrou nulo, Anderson Aquino mais do que nulo e no meio, somente o Dudu Cearense, mesmo sem ritmo, tentava dar um mínimo de organização ao elenco, sem sucesso claro. Veio o primeiro gol aos 10 minutos, numa falha coletiva de marcação na defesa, o segundo já depois dos 20, agora em “meia falha” do goleiro e ao voltarmos do intervalo, com Neilton no lugar do Gegê e Gervásio no do Anderson Aquino, o time até tentou se organizar, chegando inclusive a perder um pênalti com o Neilton, mas a realidade nua e crua mesmo foi tomarmos o terceiro gol.

Assim, aos 30, Ricardo Gomes colocou o bonde Sassá em campo, em substituição ao Ribamar mas a esta altura, quem poderia mudar o rumo que tomou esta partida, iniciada justamente por um gol tomado em erro de todo o sistema defensivo?

É meus amigos, esta, como diz um comentarista aí, é a imensa procissão do brasileiro da série A. Por enquanto estamos entre os últimos “fiéis” mas com 8 jogadores ainda por entrar no time, a esperança é de, se não pudermos chegar perto do andor, que pelo menos fiquemos ali no meio do bolo.

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29 de mai. de 2016

BOTAFOGO 0x1 FLUMINENSE







Foi alardeado antes do jogo que entraríamos sem 5 titulares mas ao meu ver, considero como titulares propriamente ditos apenas o Jefferson, o Carli e o Lindoso e este último, por enquanto, já que tem gente chegando com cancha para tirar-lhe a titularidade. Airton, que vinha sendo o nosso bom armador, jamais foi capaz de fazer uma sequência de jogos e quato ao Gegê... bem, é bom nem comentar.

E vejam que com os atletas que levamos a campo, fomos bem neste jogo. Eu diria até que fomos bem independentemente de termos tomado aquele gol imbecil e de, com isso, termos dado a vitória no colo deles. Nossa marcação, mais uma vez, não deixava o adversário pensar, não os deixava trocar passes com a habilidade que vários dos seus jogadores têm e com isso, o equilíbrio se viu por boa parte do tempo até o famigerado gol.

Na verdade, sem que tenhamos as estréias dos recém contratados, somos efetivamente um time de destruição e não de criação e foi isto que nos fez perdedores hoje. Fomos bem até tomarmos o gol, controlando o jogo do meio para trás e tentando sair pelas laterais do campo, sem muita qualidade mas, ainda assim, evitando que o bom time deles crescesse no jogo. Eles, evidentemente, tiveram muito mais chances do que nós para abrir o placar antes da nossa entregada mas sempre que tentavam um chute, a nossa marcação chegava.

Tentando então mudar esta situação, Ricardo Gomes voltou do intervalo com Neilton e Sassá nos lugares do Marquinhos e do Leandrinho mas aos 5 minutos, cometemos um dos nossos pouquíssimos erros de saída da defesa neste ano e fomos punidos com o gol, aquele erro já citado aí acima. Pouca coisa mudou para nós já que, sem saber construir e atrás no placar contra um time superior, não conseguíamos produzir nada na meia capaz de fazer a bola chegar com qualidade lá na frente.

Aos 36, Salgueiro saiu mas em vez de vermos o Anderson Aquino em campo, quem entrou foi o Gervásio Nuñez, que até atuou razoavelmente bem nas poucas vezes em que tocou na bola mas construir jogadas que era bom, nem pensar. Perdemos o segundo jogo e agora, vamos em busca da tranquilidade para o seguimento do campeonato.

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25 de mai. de 2016

BOTAFOGO ENFRENTA O FURACÃO

PRÉ-JOGO



Finalmente, nesta quarta-feira, foi anunciado o acerto com o meia Camilo, ex Chapecoense. Fala-se muito bem deste jogador como sendo aquele que pode dar qualidade à nossa meia, talvez até atuando com a 10. O importante mesmo, será vê-lo se entrosar com o Salgueiro para, aí sim, termos 2 bons nomes na criação. Falta agora um atacante, caso o Anderson Aquino não segure a onda.


O JOGO




Os gols do jogo

BOTAFOGO 2x1 ATLÉTICO-PR


Foi no sufoco, mas o time conseguiu a 

sua primeira vitória no campeonato.


O Botafogo foi a Juiz de Fora enfrentar o clube paranaense, desta vez, sem o xerifao da zaga, o Joel Carli. Fomos de “duplo Emerson” no miolo de defesa mas animados, já que durante a tarde não se falava em outra coisa que não fosse a nova dupla “sertanejocomhermano”: Canales e Camilo

Tentando logo de cara encaixar aquele esquema de marcação, característico do time deste ano, não íamos bem e assim, só conseguimos o nosso gol aos 17:30m, quando eles estavam melhor no jogo mas, numa perda de bola próximo à nossa área, nos deram o contraataque que precisávamos. Ribamar recebeu então um lançamento milimétrico do bom Vitor Luis, entrou sozinho, driblou o goleiro e tocou no meio do gol. Era tudo o que precisávamos para, enfrentando um elenco um pouco melhor do que o nosso, com um time mais organizado, ficarmos tranquilos no jogo e, enfim, encaixarmos aquela marcação que tanto deu certo em outros embates contra os grandes.

Mas não conseguimos tirar a posse de bola deles e assim, continuaram a mandar no jogo, chegando a colocar uma bola na nossa trave no final do primeiro tempo. Isto não melhorou na segunda etapa e assim, já aos 12 minutos do tempo final, Neilton entrou para a saída do Gegê, um dos que estavam mal em campo (Fernandes era outro). Só que era um momento de sufoco, quando surgia um escanteio e na cobrança, sofremos o empate.

Mas aos 27 quem desempatou foi o Fogão, quando numa roubada de bola na meia, Salgueiro, que jogava mal e já começava a ser vaiado, conduziu muito bem a bola até à entrada da área e tocou para Neilton que vinha pelo lado chutar forte no alto, canto esquerdo do goleiro. Ufa, ufa!

Aos 39 minutos, um agora aplaudido Salgueiro saiu para a entrada do Yaca Nuñez e neste momento, fora o desligado Fernandes, o time segurava bem o jogo tentando levar a situação sob controle até o final mas não foi um final tão tranquilo assim: alguns dos nossos atletas jogavam muito mal e com um deles, Fernandes, conforme já dito, errando quase tudo, eles criaram ânimo, foram para cima e até os 48 minutos, ainda tínhamos bolas rondando a nossa área. Mas vencemos. Foi teste para cardíaco!

No domingo temos o Fluminense em Brasília.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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