
BOTAFOGO 1X0 GRÊMIO, no Olímpico.
ESCRITAS EXISTEM PARA SEREM QUEBRADAS.
Olá pessoal. O Botafogo hoje chegou ao Olímpico para jogar com Elkson convocado e Cortêz e Jefferson confirmados na seleção brasileira. Além destes fatores, Zen também foi para este jogo lá no sul com a missão de substituir o Mattos e com isto, nossos garotos já entraram em campo acumulando responsabilidades. Logo com um minuto e meio, uma bola cruzada na área do adversário quase nos deu o gol: Loco e Herrera não alcançaram o cruzamento e a bola acabou saindo, mas foi só.
Fazíamos uma inteligente opção pela posse de bola e isto mantinha o adversário ou longe da nossa área, ou então levando poucas jogadas de perigo ao nosso gol. Tomamos uns 2 sustos até os 10 minutos do primeiro tempo mas nada que atrapalhasse o trabalho do Jefferson. Vendo o jogo sob a ótica da transmissão da TV, o Botafogo estava neste primeiro tempo muito sonolento, Mago disperso e meio perdido em campo e a entrada da nossa área só “convidando” os azuis para o chute. E eles passaram, depois daqueles citados 10 minutos, a chutar muito, mas para nossa sorte, só para fora ou em cima do Jefferson.
Nosso querido maluco Herrera tomou seu cartão-bobeira de praxe, o Fogão não saiu da defesa mesmo defendendo mal e graças ao bom Deus que o time deles era horrível. Nesta etapa do jogo, nosso primeiro chute ao gol só foi surgir aos 43 minutos com Elkson, e isto dava um certo medo de revivermos na segunda etapa o calvário de Curitiba. E olha que o adversário quase consegue o gol que tanto perseguiu, numa falta do F. Ferreira aos 45 minutos. Ainda bem que nos livramos do sufôco desta primeira etapa com sustos mas sem escoriações.
No segundo tempo, voltamos com o Cabeçandro, segundo o pequeno Harry, para poupar Lucas para domingo devido ao cartão amarelo. Poupar do que, treinador? O jogo era este, era hoje. Bom, o bravo Herrera também saiu para dar lugar a Felipe Moleza (oopss.. Menezes) e continuamos fazendo o mesmo joguinho chato da primeira etapa. Mago ainda apagado, Cabeçandro sem fazer as jogadas erradas de sempre mas também sem produzir nada que prestasse e graças aos céus que o nosso adversário era o clube que homenageia André Lima. No domingo, o que contrata Rivaldo vem aí.
Lancenet
Mas se o Botafogo não era o mesmo dos jogos aqui NO NOSSO ESTÁDIO, o deles é um amontoado horrível e não está nesta faixa de pontuação à toa. Felipe Menezes, errando e dando passes para o meio de campo deles, tocou bem a bola (jogava mal mas seus passes corretos acabavam em boas jogadas), deu uma cara de meio de campo à nossa meia insossa e numa bela jogada, ligou o ataque com o até então sumido Mago, que deixou Loco livre para marcar justamente no momento em que o Batista, comentando na TV, o criticava até corretamente por estar tão sumido em campo. Nosso time foi mantendo então a coisa naquele banho maria dos contraataques, contraataques estes invariavelmente armados mesmo só para tirar a bola do nosso campo e no fim, Mago ainda foi poupado para a entrada do Cidinho. Isto não mudou em mais nada este jogo de hoje.
Só uma coisa a falar. Ganhamos sim mas isto é tudo? Não sei. Esta partida fora foi uma espécie de teste, teste este para ver o que pretende nosso maravilhoso grupo quando chamado a assumir responsabilidades maiores. Temos que abir os olhos galera, pois este futebol horroroso que temos jogado fora do Rio não é o futebol de um time campeão não. E até completo perguntando: jogando assim na casa do adversário, Libertadores para que? Vamos melhorar isto, Sr. Harry Potter.
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- Elkshow não se abalou com a convocação antes do jogo. Fez uma jogadaça na meia aos 20 minutos do primeiro tempo, dando dribles com estilo e de forma aguda e pouco errou.
- Loco foi jogador do Grêmio há 13 anos. Zagallo vai adorar isto.
- Já que reclamei feito aposentado na fila na parte de cima da postagem, vou agora aliviar. Dando esta sorte (de campeão?) de poder fazer um jogo ao nosso feitio (à moda do Harry) fora, que bom que foi contra um fracote como este. Serve como laboratório, pois a próxima saída é para pegar o Goianiense lá.
- Harry quer fazer nosso time jogar fora de casa se defendendo, mas sem uma vírgula da capacidade que tinha o Joel de armar estas arapucas para nossos adversários. O resultado é que o belo futebol que ele faz o time jogar aqui se transforma, fora de casa, num monstrengo que defende muito mal e ataca pior ainda.
- Não me canso de repetir que eles jogam com Rafael Marques e André Lima. Acham que é pouco? Nosso esquecível atacante já ganhou boneco por lá. Dizem que é um tal de guerreiro imortal. Eu hein!
- Aquele Marquinhos que era do Avaí e provocou todo aquele sururu no nosso jogo em Floripa pela Copa do Brasil, joga hoje nos imortais BI-rebaixados. Não criou nenhum problema, seja com a bola ou sem ela.
Lancenet - gol do Fogão no TOP FIVE da rodada