Visualizações

A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

Mostrando postagens com marcador empate.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empate.. Mostrar todas as postagens

2 de abr. de 2016

BOTAFOGO x FLAMENGO



Times se enfrentam em Juiz de Fora
e empatam - 2x2

Joel Carli no primeiro gol - oportunista como um centroavante

Duas grandes constatações tivemos ainda durante o desenrolar dos primeiros minutos deste jogo: a) perdendo o Airton, hoje o nosso mais efetivo meia, o time se enfraquece e não consegue criar mais quase nada .. e.. b) Renan Fonseca era mesmo aquele zagueiro no limite para jogos da série B. Para os que virão aí pelo brasileirão, ele não serve nem para reserva imediato. Credito o resultado deste jogo, mormente o gol do empate deles, unicamente à inépcia deste defensor.

Mal começou o jogo e já vimos bola na nossa área, com os atletas deles dando trabalho ao Jefferson muito cedo. Correram alguns outros poucos minutos e perdemos o Airton por contusão. Quem entrou foi o Fernandes, que foi fazer a função do Rodrigo Lindoso. Este, por sua vez, acabou indo para a meia, para “substituir” o Airton (daí a falta de criação do time em boa parte do jogo).

Mas fomos nós que abrimos o placar, aos 13, com o bom Joel Carli, escorando cruzamento do Luis Ricardo da direita. O Hermano gostou mesmo de fazer gols, haja vista já ter balançado as redes no jogo passado. Só que hoje, fazer aquele jogo de, tendo a vantagem esperar o adversário marcando por pressão, não deu muito resultado. As citadas alterações aí acima comprovaram isso (a despeito da boa entrada do Fernandes) e mesmo jogando contra um adversário que ainda procura o seu melhor momento no campeonato, tal foi a presença deles na nossa área que aos 33, tomamos o gol do empate.

E abrimos o segundo tempo como fechamos o primeiro, defendendo para contraatacar e assim tentar um resultado positivo. Conseguimos desempatar, com um pênalti, que mesmo mal cobrado pelo Lindoso, teve a bola, no rebote, convertida em gol por ele. Mas foi um 2x1 que nos deixou ainda apreensivos, já que mesmo tendo no Ribamar, lá na frente, o nosso melhor jogador, nada ou quase nada era criado para que o garoto pudesse deixar o seu nas redes do adversário.

Aops 31, Salgueiro deu lugar ao Neilton mas aos 35 eles empataram de novo. Ficou claro que dificilmente conseguiríamos sair da partida com a vitória e assim, só nos restou garantir o resultado, mesmo com bolas e mais bolas voando em direção à nossa área nos segundos finais da partida. Aos 45, Luis Henrique ainda substituiu o Ribamar mas não deu tempo para que o garoto mostrasse nada. Na próxima terça teremos jogo pela Copa do Brasil.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

25 de set. de 2013

RUMO AO TÍTULO - COPA DO BRASIL


Quartas de final da CB
Botafogo 1x1 Flamengo

Nesta sequência que eles tanto gostam de mencionar como de supremacia (não os vencemos, dizem sempre), este, seguramente, deve ter sido o "centésimo" empate entre os dois times de 2000 para cá. Vou ver se no jogo do brasileirão, coloco aqui a sequência de partidas desde o nosso 3x1 daquele ano.
____________________________________________________

No fim do primeiro tempo, lá do Maraca, o Carlos Henrique me passou um SMS reclamando da atitude do time e de mudanças para o intervalo, claro, incluindo o Seedorf entre os que deveriam sair. Mas o time voltou, mudou e não venceu porque a fase não é boa e, o mais importante agora, passou a ser recobrar a confiança e reimplantar aquele bom toque de bola para a sequência da temporada.

Com este resumo acima, vimos num primeiro tempo um Botafogo totalmente envolvido por um adversário voluntarioso e só. Fizeram um belo gol, tocavam a bola como se o Botafogo fossem e nem parecia que o nosso time era o vice líder do brasileirão e o deles, um dos candidatos ao Z4. Mas foi assim que sofremos por toda a primeira etapa.

Os gritos da nossa torcida antes da bola rolar até ecoavam bonito, vindos da TV, mas o time, infelizmente, não conseguiu levar este incentivo para os pés. Perdíamos tudo, de passes a bolas pelo alto. Todo rebote era deles e o toque que prevalecia era, invariavelmente, o do time adversário. Sofremos o primeiro chute perigoso logo aos 2 minutos, não fomos na área deles e, aos 12, deu a lógica. Numa arrancada pela esquerda, a bola foi cruzada na nossa área e o atleta deles a rebateu com precisão na cabeça do companheiro que completou no canto.

Nosso time então se perdeu em campo. Se não conseguia se impor antes do gol, a partir dele, nos arriscamos até a tomar o segundo e o terceiro. Pouco objetivo, nosso time ia à frente sem sequer chegar perto da área deles e os contraataques eram a consequência perigosa, já que a proposta deles era jogar com o time fechado e sair com rapidez para o nosso cmapo, claro que muito ajudados depois pelo gol logo cedo. Para se ter uma idéia da inoperância do nosso time, só fomos chutar a primeira bola a gol depois dos 37 minutos.

Mas nada como um tempo depois do outro. Retornando do vestiário com mudanças de posição (Seedorf recuou e Rafael Marques foi mais para perto da área), começamos a chutar a gol de tal forma que, lá pelo meio desta etapa, sofrêramos apenas um chute, contra os mais de 9 que lhes impusemos lá atrás. E, num deles, Edilson, que brilha na direita (não errou praticamente nada hoje), chutou com força para o meio da área para que a bola alcançasse o Rafael mas, quando o zagueiro marcador tentou interferir na jogada, a bola lhe tocou a perna e enganou o goleiro, morrendo nas redes.

O gol incendiou a nossa arquibancada e o time em campo, a ponto de não termos virado, logo 2 minutos depois, por pura falta de sorte, numa bela troca de passes entre Rafael e Lodeiro dentro da área. E não só equilibramos as ações a partir do gol como, principalmente, anulamos qualquer possibilidade de que pudessem nos incomodar, mesmo com todas as alterações feitas pelo técnico adversário. Ele trocava jogador para atacar pela ponta e a nossa marcação não bobeava, reforçava o meio e Mattos ajudado por Gabriel fechavam o setor como nos bons tempos.

O time melhorou a tal ponto que só não virou o jogo devido mesmo à fase ruim e ao fato de ainda termos o Seedorf muito abaixo do que pode render, apesar de ter melhorado muito na segunda etapa. Alex entrou então no lugar do cansado Lodeiro aos 30 mas este aí, já sabemos, só dá certo quando todo o time vai bem e assim, nem a posterior troca do Hyuri pelo Otávio, 4 minutos depois, rendeu mais nada, apesar de termos visto mais uma vez o garoto dos juniores fazer boas jogadas. No fim, com as cãimbras do zagueiro substituto Dankler, Zen entrou e foi para o meio, ficando o Mattos recuado na zaga. Não deu mais tempo para organizar melhor o time e tentar a virada.

O jogo da volta é daqui a um mês e até lá, com toda a certeza, teremos "de volta" Seedorf e Lodeiro, que atualmente estão na fase de 'troca de penas'. Ah! Eu disse que com a entrada do Alex não iríamos conseguir nada mas vejam como Otávio, com mais tranquilidade, faria o gol da vitória aos 46 minutos, numa belíssima jogada do Rafael. Só não fez devido a fatores destes que sempre envolvem um atleta recém saído dos juniores, em fim de jogo tão escamado e perigoso. Sorte e vida longa ao nosso mais novo atleta do celeiro de craques de General Severiano.


CURTAS

- Dankler - podemos dizer que, à venda inevitável do Dória, já temos zagueiro pronto para o substituir. Para quem fez a sua estréia, aos 21 anos, num jogo deste porte e, ainda mais, vindo de um ano sem atuar profissionalmente, o garoto jogou muito. Os erros pontuais devem ser perdoados  sem medo de estarmos sendo precipitados.

- Me surpreendi positivamente com o Seedorf hoje. Acho que é mesmo problema de joelho este que o tem feito jogar tão mal. Tomara que seja poupado no domingo para que se recupere para jogos como o contra o Grêmio, pelo brasileirão. Agora, vamos esperar a opinião de quem esteve no estádio, bem ali em frente ao gol do Edilson. O Henrique vem aí e o bicho vai pegar.

- E o gol deles ainda foi com a mão (1:19 do vídeo abaixo). Vejam em tela grande. 





Fui...

E não gostei. Alguns poucos minutos de iniciativa, e depois domínio deles. Depois do gol achado, pior ainda. O time errava passes demais e não tinha mobilidade. Fatal isso. Como jogar se não sabe fazer a bola circular pelo campo, e se depois não consegue chegar nas jogadas? Não ganhávamos uma dividida, não levávamos nenhuma segunda bola, não pegávamos um rebote.

Parecia um jogo de veteranos contra garotos. E logo contra um Flamengo que sabemos que é lento, insosso, e impreciso. Passamos o primeiro tempo praticamente em branco, tendo dado um único chute a gol. Tudo bem, eles só deram uns 5. Pior ainda. Jogo feio, de baixo nível. Era de se esperar, sendo um time que está logo acima da zona do rebaixamento, que conseguiu um empate e uma derrota para o time que talvez tenha a pior campanha dos pontos corridos, o lanterna Náutico.

Mas isso também do vice-líder? Do time que almeja tirar oito pontos de diferença para o Cruzeiro? Ou pelo menos se manter na vice-liderança e conseguir vaga na Libertadores? Ou o time que pretende ser campeão da Copa do Brasil? 

Sinceramente, não será com o futebol apresentado do primeiro tempo que chegaremos a isso. Antes do segundo tempo começar indiquei via SMS para o Paret uma substituição: tirar Seedorf, inoperante e perdido lá na frente, e colocar Alex. A ideia era recuar Rafael Marques, dar mais mobilidade, passe e marcação ao meio, algo que Seedorf não estava fazendo, perdido na frente junto com o Rafael, e ao mesmo tempo dar mais velocidade e capacidade de brigar com os zagueiros, com a entrada do Alex.

Oswaldo não pensou o mesmo. Fez diferente e talvez melhor. Recuou Seedorf, que passou a jogar quase que como um terceiro volante, e jogou o Lodeiro mais a frente, caindo mais pela esquerda. Ótimo, isso nos deu saída de bola, e recuperamos o controle do meio. 

Mas foi pouco. Muitos jogadores estão mal, errando demais. Lodeiro, por exemplo, foi só vontade. Muita vontade, muita correria, mas pouco resultado. Rafael Marques foi discreto, no primeiro tempo chegou a cometer erros medíocres.

Precisamos melhorar. Pelo menos não perdemos, e  o primeiro tempo indicava isto. Mas não estou nem um pouco satisfeito. Precisamos ir além, oferecer alternativas, variações táticas, e voltar a apertar marcação e correr. Será só o cansaço, ou mais alguma coisa pesa sobre esta equipe, que já mostrou diversas vezes ser capaz de fazer mais?

O fato é que a classificação na Copa do Brasil ficou em aberto. Vamos ter mais 90 minutos de muita luta. Sem descanso. 

Agora voltamos ao Brasileirão, e sábado só a vitória contra a Ponte interessa. Sem descanso.

Abraços. 


14 de out. de 2012

FOI BOM, MAS FOI MAIS UM EMPATE



BOTAFOGO 1X1 GRÊMIO

Um bom empate fora, mas que pode não servir
para absolutamente nada.

Como havia sido aqui cantado há meses, o Fogão mais uma vez deu mole e pode não beliscar a sua vaga no G4. E o aviso foi de que pelo menos 2 times lá de cima iriam despencar no final e eles estão aí, Galo e Vasco.

Vamos então ao jogo.

Seedorf, gripado, ficou no banco, Antonio Carlos barrou a Cacatua e Elkeson foi barrado por R. Marques. Meu Deus. Será que Oswaldo de Oliveira acha mesmo que este japa poderia barrar um garçom num jogo do Aterro? Quem também não veio a jogo foi Jadson, que parece não ter ido nem para o banco, infelizmente eu acho, para que se possa escalar de novo o molengão Renato.

Vimos então de cara que batia muito, este time gaúcho, num Botafogo não tão tranquilo assim para tentar mostrar a nós torcedores se ainda podia alguma coisa em 2012. E nesta insegurança toda, o adversário começou a vir e a partir dos 10 minutos começou o sufôco. Até bola no travessão nós levamos, apesar de não estarem mais os azuis naquele pique que estavam nos dias após nos vencerem aqui no nosso estádio, no primeiro turno (eles podem ser considerados mais um time normal, incentivado por nós naquela derrota para hoje, estarem aonde estão).

Uma pena mesmo aquela cabeçada do Fellype Gabriel nesta primeira etapa não ter resultado em gol, pois nos deixaria muito mais tranquilos no jogo, visto termos entrado em campo hoje com 2 a menos: Vitor Junior e o nosso inacreditável atacante Rafael Marques. Fomos então levando o jogo na base da marcação até que no segundo tempo, com as mesmas cenas da primeira etapa, com o nosso time igualmente indo à frente nas mesmas condições que eles, numa jogada idiota, uma falta bem imbecil, um cara chamado Leo Gago conseguiu aquela cobrança de craque e tomamos o primeiro gol. Quando a fase é ruim, até jogador comum vira cobrador magistral de faltas.

Isto se deu aos 6 minutos e vejam que insisto em dizer que jogávamos com 2 a menos, os mesmos “2 a menos” que retornaram do intervalo para nos deixar apreensivos quanto ao resultado final desta partida. Após este gol, com o time já começando a ficar perdido em campo, o ‘gripado’ Seedorf entrou e passamos a jogar com 10, visto o inoperante Vitor Junior não ter sido nem notado em campo (a não ser por umas 3 pixotadas na primeira etapa). Elkeson também entrou aos 30 no lugar do Márcio Azevedo, e Bruno Mendes no lugar do inútil Renato aos 37. Vejam que ficamos quase 10 minutos com 3 atacantes em campo (ou pelo menos, 3 jogadores atuando na área), mas como atacante é atacante, o menino que veio do Guarani conseguiu achar o seu espaço e meteu aquela bola mágica, que seria até salvadora se não tivéssemos tomado a falta. Imaginem uma vitória nestas condições.

E aí eu pergunto: alguém sabe me dizer o porquê de o Bruno Mendes não ter ainda sido escalado em jogos anteriores, estando ele apto a jogar pelo menos há umas 4 rodadas? Mandem suas dúvidas por escrito para General Severiano. Agora vem o Vasco, que pela distância de pontos eu nem sei se pode ser mais considerado adversário direto.



Os gols da partida - Lancenet
- Muita coisa será preciso para 2013. Treinar cruzamentos, passes, cobranças de bola parada (bolas alçadas), jogadas ensaiadas, posicionamento, contratação de jogadores DE FUTEBOL, .. uuuufaaa. Muita coisa mesmo.

- E precisar-se-á treinar também formação de barreira, não é mesmo Sr. Renan?

- Neto Berola, Leo Gago: estamos tomando gol de cada coisa que só Jesus.

- E se o Bruno Mendes começar a completar mesmo o time desmontado pelo Oswaldo, atuar de atacante efetivo e goleador e formos fazendo pontos, MAS PONTOS INÚTEIS PELA GRANDE DISTÂNCIA DO G4?

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

13 de set. de 2012

EMPATE RUIM, EMPATE NORMAL, BOM EMPATE



BOTAFOGO 1 X 1 INTER
Um resultado ruim para o campeonato. Empate, em casa, perdemos 2 pontos, o Vasco e o G4 ficou a 4 pontos de distância. Começamos abafando, marcação em cima, não deixando o Inter sair, mas não chutamos a gol. Falta a finalização, principalmente quando jogamos contra times mais bem armados na defesa e que sabem marcar e tocar e contra-atacar.

O Inter veio satisfeito com o empate, mas buscando surpreender aproveitando o espaço que o Botafogo deixasse. Na verdade as duas equipes se respeitaram muito.

Seedorf fez falta, e não tínhamos Renato para substituí-lo. Márcio Azevedo e Fellype Gabriel não estavam numa boa noite, nos deixando com poucas opções de ataque pela esquerda. No meio, Gabriel e Jadson tiveram sua prova de fogo, definitiva, e mesmo contra um time altamente qualificado, deram a segurança necessária à defesa, sem deixar de apoiar o ataque. É fato que hoje Jadson foi um pouco mais discreto, mas muito pelos méritos do Inter, que sabia marcar e travar o jogo, e com a complacência do árbitro, matava os contra-ataques à base de faltas, pouco levando cartões por isso.

Considerando a ausência de Seedorf, mais nossos outros desfalques, tendo entrado em campo com os garotos da base Gabriel, Jadson e Dória, contra uma equipe com D´Alessandro e Leandro Damião em campo, e Fórlan no banco, que acabou entrando no segundo tempo, podemos dizer que foi um empate normal. 

São duas equipes com desempenho semelhantes no campeonato, e que foram muito parecidas no jogo. Começamos melhor, terminamos melhor, mas o meio da partida foi dominado por eles.

No final, terminamos com os garotos Dória, Gabriel, Jeferson e Cidinho em campo. Realmente a base floresceu. Nosso gol de empate saiu em bela alçada/lançamento de Jeferson, que encontrou Cidinho na área, pronto para finalizar.




 
No final, podíamos ter vencido, ficou certo gosto de derrota, inclusive pelo pênalti não marcado no Elkeson (posso dar um desconto, pois a visão do árbitro estava meio encoberta). Foi um bom jogo, não pelo lado técnico, mas pela disposição das equipes, e por finalmente o Botafogo começar a apresentar um padrão de jogo. Ainda falta muita coisa para acertar, como presença de área e aumentar as finalizações de fora da área, ainda mais em jogos travados como este. Então não foi um empate bom, mas foi um bom empate.
Abraços.





Olá amigos. Como sempre, não li o texto do Henrique mas como tive que abrir a tela, vi algo sobre 'empate ruim para o campeonato' lá no começo. Vou me permitir discordar em parte do nobre amigo por um sincero motivo: não tínhamos hoje como suportar pressão, mesmo de um Inter jogando mal, com o nosso time escalando 3 a 5 garotos da base, com o temerário Fábio Ferreira na zaga e eles, vindo com Damião, D´Alessandro e suas sempre perigosas novidades (uma delas atende hoje pelo nome de Fred).

A superioridade do adversário sobre o time que conseguimos colocar em campo era visível em cada bola disputada, em cada passe e em cada triangulação que eles faziam muito bem, e que na nossa vez sempre resultava em passe errado. Tivesse este adversário hoje o pique do ano passado, temo que teríamos amargado outra derrota das que sempre têm nos impingido aqui nos nossos domínios.


As imagens do jogo - Lancenet
E com tudo isso, vejam a ironia do futebol: não ganhamos a droga do jogo devido a um pênalti não marcado a nosso favor (o segundo em dois jogos seguidos). O que vi de bom então nesta partida foi mesmo a garotada. Jadson, mesmo hoje sem a produção dos últimos jogos, ainda assim esteve corajoso, tentando jogadas de meia de criação e destruindo quando a sua missão era a de volante. Do Gabriel nem preciso mais falar, tal é a adoração dos comentaristas pelo garoto.

E por fim meus amigos, um pedido bem firme e decidido: SR. OSWALDO DE OLIVEIRA. SE O SENHOR, NA VOLTA DO ANTONIO CARLOS, NOS VIER DE NOVO COM AQUELA ZAGA FORMADA POR ELE E PELA CACATUA, TODA A RESPONSABILIDADE PELOS JOGOS QUE FATALMENTE PERDEREMOS SERÁ ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE SUA.

A nossa zaga agora é Dória e Antonio Carlos, ou seja, grande parte dos anseios da galera (atacante, meia e zagueiro) foi atendida, lá atrás, com uma formidável solução da base. Dória foi hoje, na análise do comentarista da Rádio Globo, o craque deste jogo, visto até ter dado condição para o Leandro Damião no gol deles sim, mas ter tido quase que parcela ínfima de culpa na jogada, toda ela desenhada pelo destrambelhamento da Calopsita abestalhada.

Então meus amigos, o que achávamos que aconteceria esta semana, 3 pontos hoje e a tentativa de 3 no domingo com bom aproveitamento se trouxéssemos 1, passou a ser agora necessidade de vitória contra a enjoada Ponte Preta. Vai ser carne de pescoço encarar este time lá em Campinas mas por outro lado, time que tem as aspirações do Botafogo não pode esmorecer ante obstáculos que virão daqui até o fim. Foi isso o que vi deste jogo e o que penso desta rodada.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG