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30 de mai. de 2026

TIME VISITA O BAHIA

Time abre o placar mas toma a virada

Venceu o pior,
mas que cometeu menos besteiras
Botafogo 1 x 2 Bahia
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PRÉ JOGO

- Notícias

PITACOS

- Newton encaminhado no São Paulo. 
- Em entrevista, Gregore mostra que falta de projeto no clube foi o principal motivo que levou atletas importantes a deixarem o clube.
- Saiu o sorteio do mata-mata da sulamericana. Time vai pegar o vencedor do play off Lanus x Cienciano do Peru, este último, na altitude.
- Clube anuncia ida ao mercado em busca de zagueiro e goleiro.


- Escalação: 
 


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OPINIÃO 


   
Time começou bem o jogo, tendo mais ação, marcando saída de bola, e logo abriu o placar, em golaço de Huguinho. Parecia que seria fácil, mas time foi dando espaço, só que o Bahia está mal demais, parecia que mesmo a gente facilitando eles não fariam gol, até que fizeram um bom ataque já ali pelos 45 do primeiro tempo.

No lance de ataque deles Neto fez boa defesa, se emocionou, ficou com a bola muito tempo, até o árbitro abrir contagem, e mesmo assim ele ficou com a bola, e não teve jeito. Não sei como se chama, se é reversão, mas a bola passa ao adversário em escanteio.

Não satifeito com a lambança feita Neto se destemperou, xingou acintosamente, e foi agraciado com um vermelho direto. O jogo que parecia fácil passou a ser uma tentativa de de manter o placar.

Mesmo assim fomos para o intervalo na vantagem, e voltamos em um jogo equilibrado, onde eles tinham ação e nós bons contra ataques. Nem parecia 11 contra 10. Havia esperanço de sair com os 3 pontos, até que Ferraresi atrasou uma bola para Raul totalmente sem sentido, fora da direção do goleiro, em direção ao gol. Raul mostrou toda falta de qualidade com os pés e aceitou, sem se poder dizer que teve culpa relevante. Bizonhice tremenda do Ferraresi, que fez o gol que o Bahia se mostrava incompetente para fazer.

E o jogo foi nisso, eles pressionando e a gente contra atacando. Teve um momento no segundo tempo que houve um festival de gols perdidos para os dois lados, até que aos 46 do segundo tempo eles acertaram uma e fizeram o gol da virada.

Castigo para quem brincou de fazer besteira em campo. Eles não mereceram ganhar, mas nós merecemos perder. O que Neto e Ferraresi fizeram é difícil de aceitar para amadores, inadimissível para profissionais.

Abraços.


23 de abr. de 2023

VOLTA AO BRASILEIRÃO

 Time vai a Salvador 

e vence por 2 a 1 mantendo

 100%



PRÉ JOGO

- Notícias

- Depois da goleada....

Foi uma semana interessantíssima. Os detratores da imprensa se calaram ante os 9 jogos de invencibilidade (os 5 últimos com vitórias). A burrice de manada da torcida, que ante a apresentação dos elencos na quinta feira aplaudiu o Loco (compreensível) mas vaiou o Castro, também já anda calada, possivelmente esperando um tropeço para reaparecer ofendendo aqueles que torcem pelo sucesso do projeto. 

Enfim, o que importa é que temos elenco e a única bola fora, o De Plácido, tem já contados os minutos para ir para o banco (ou nem isso) e não deve permanecer para 2024.
  
- Escalação: 
 

O time titular


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O JOGO - Bahia iniciou o jogo acelerando as jogadas e explorando a fragilidade defensiva já conhecida do nosso time: as bolas enfiadas em velocidade nas costas dos laterais.

Mas aguentamos bem a pressão inicial, e na nossa primeira tentativa de arremate a gol, em boa retomada no meio e rápido contra ataque, abrimos o placar.

O Bahia tentou manter a pressão mas sentiu o gol, e a partida que antes era toda deles ficou um pouco equilibrada, mas mesmo assim no final do primeiro tempo eles empataram.

O segundo tempo começou totalmente diferente. Jogo mais cadenciado e muita marcação no meio, com poucas chances criadas, até que logo após os 30 minutos em bela jogada Tche Tche nos deixou na frente novamente. O Bahia ainda tentou se lançar ao ataque, e o Botafogo arriscou contra ataques, mas nem o abafa de final de jogo modificou o placar.

Alguns jogadores mereceram destaque, Junior Santos e Tche Tche pelos belos gols, Danilo Barbosa pelos desarmes e saídas avançando pelo meio, e Perri pela segurança e boas defesas. Eduardo, que foi destaque em outras partidas, desta vez esteve um tanto quanto apagado, o que talvez explique uma certa falta de criatividade do nosso meio durante a partida.

Chegamos a duas vitórias no Brasileirão, e se não errei nas contas a décima partida de invencibilidade. Mas não me iludo. O elenco é bom, mas insiste em pontos frágeis conhecidos. Falta também explorar a boa e rápida reposição de bola do Perri, e ser mais eficiente nos contra ataques.

No geral é muito óbvio que não vivemos mais as épocas de bagunça dos últimos anos, mas esperava um pouco mais desse elenco e de um trabalho que já deveria estar bem maduro. Mas tenho esperança de coisas muito boas para esse ano.

Abraços.



27 de ago. de 2017

BOTAFOGO 2x1 BAHIA

Time vai a Salvador em busca de melhora
na tabela do brasileirão, 
vence por 2x1 e sobe para o sétimo lugar







Do fundamental à faculdade, 
em 3 atos

Olá, amigos alvinegros.

No último sábado, dia 26, completamos exatamente um ano e 2 meses da estreia do Camilo no time do Botafogo. Foi o início do primeiro ato dos 3 a que me referi no título e cuja história vou explicar agora. O jogo foi no sul do país, contra o fortíssimo Internacional. O nosso treinador, pouca gente lembra, ainda era o bom e competente Ricardo Gomes.

Naquela ocasião, uma jornalista gaúcha da TV paulista, torcedora do colorado (nem sempre gosto de trazer ao blog o nome desta gente despreparada), dizia abertamente no seu programa, na semana que antecedia ao jogo, que no domingo o Botafogo (que estava no grupo dos rebaixados ou beirando o Z4) iria permanecer lá embaixo enquanto o seu time, que era o segundo colocado do campeonato, iria assumir a liderança. Claro que entre nós, apesar do receio acerca do jogo difícil, havia a esperança de um resultado, ao menos, não muito desanimador (um empate já nos seria de bom grado). Ir ao sul naquela ocasião e trazer um ponto seria um excelente resultado para nós – aqui, a matéria do pré-jogo.

O time já vinha atuando bem sob o comando do Gomes e se formos lembrar, sua saída, poucos dias depois, se deu apenas pelo assédio do São Paulo e não por resultados. Aliás, Jair Ventura, que tinha convicções opostas às do treinador principal, teve que adotar o seu esquema de jogo, de marcação e fechamento de espaços, claro, atualizando isto para fechar mais ainda a entrada da nossa área o que, combinado ao início dos jogos do time na Arena Botafogo na Ilha, nos levou aonde levou.

Pois foi naquele jogo inesquecível, com aquela atuação de gala do Camilo, que começamos a fazer uma espécie de intensivão no ‘fundamental do futebol’. Ali começamos a encarar os grandes elencos do país e, um a um, na nossa Arena Botafogo ou até na casa deles (caso do Cruzeiro – 2x0 lá no Mineirão) colocá-los de joelhos. Os jogos contra Palmeiras (cujos atletas saíram de campo atônitos), Grêmio e Atlético-MG foram sintomáticos. Verdadeiros massacres.

E a coisa se deu de forma intensiva mesmo. “Cursos rápidos”. Já nestes citados jogos, alçamos o nível médio com aproveitamento de aluno nota 1.000. Nem precisa dizer que daquele jogo no sul, as feridas não cicratizaram mais para o adversário que “assumiria a liderança”, ao passo que para o Botafogo, começou a se criar uma liga de tal forma resistente, que mal abriu-se o ano de 2017, até copeiro o nosso time se tornou.

E veio, enfim, a “faculdade”. À base de uma cruel (crudelíssima) vitória por pênaltis em Assumção (cruel para eles, claro – crianças chorando no estádio, torcida sem entender nada), passamos para a fase de grupos da Libertadores e, de maneira eficiente e inédita na história da competição, enfileiramos campeões. Perdi a conta mas já lá se foram algo em torno de 13 Taças Libertadores para casa, golpeadas sem dó pelo nosso Glorioso. Caminhávamos a passos largos rumo (de volta) à Glória até que, na quarta-feira, tinha um clássico local a nos esperar, de tocaia, como que a mostrar que o caminho poderia sim, ser seguido a passos largos, mas os cacos de vidro estariam também ali ‘na estrada dos louros’, a nos esperar.

A esta altura, até a imprensa (notória em sua má vontade histórica com o clube), se não estava de joelhos por nós, pelo menos, já vinha nos aceitando como elenco vencedor. Pois veio a derrota na Copa do Brasil e mesmo assim, cautelosos, jornalistas e até adversários não pegaram pesado, como era costume fazerem conosco em anos passados. Mas, daqui de dentro, ficou sim o receio de que o time desandasse no brasileirão, haja vista a forma como perdemos o citado jogo e, também, pelo adversário a ser enfrentado neste domingo, repito, um ano e 2 meses após colocarmos os pés no primeiro degrau da escadaria para o céu.

O JOGO – BOTAFOGO x BAHIA, na Fonte Nova.

Repetindo Jorge Benjor, mas que nada! Hoje meus amigos, pelo menos da minha ótica, podemos ter visto a formatura do Botafogo no nível superior do atual futebol brasileiro. Como quem sai daquela citada derrota, chega no vestiário, chora sua mágoas em minutos e ali mesmo sacode a poeira e olha em frente, o Botafogo entrou em campo para este jogo renovado, de cabeça erguida e, vejam, até mudado. Sim, percebi um time propondo jogo, tendo posse de bola (aliás, uma massacrante posse de bola), não abandonando a marcação (pelo menos não de todo – por propor o jogo, tomamos o empate, com a marcação meio desligada na jogada) e se impondo ante um adversário difícil.

Este Botafogo que vi hoje não me deixou feliz apenas pela vitória, mas sim pelo que vi em termos de personalidade. Um time que perde como perdemos aquela classificação e, 4 dias depois, entra no campo de um adversário reconhecidamente forte em seus domínios e toma as rédeas do jogo como tomamos, é sim um time maduro, que tem confiança, pronto para o que vier.

Pronto para o que vier sim mas, se não vier a esperada taça continental, ainda assim, temos que estar satisfeitos pois vimos que temos time, temos elenco sim (pois a garotada “jorra” da base e vem chegando cada vez com mais personalidade) e temos uma estrutura digna do nosso passado glorioso. Desculpem por não me alongar sobre o jogo em si, mas precisei postar esta matéria pela “viagem” que fiz enquanto apreciava o ótimo futebol do Arnaldo, a postura do Bruno, do Vitor (nem parece ter sido execrado pela mídia após o gol da quarta-feira) e de tantos outros.

Tive, neste jogo (sobre elenco), a alegria de ver que, na medida em que o Marcos Vinícius passou a jogar mal, podemos prescindir da sua presença em campo pois temos substitutos que não deixam o ritmo de jogo cair. Que assim seja com o Leo Valencia, para que o chileno tenha tempo de sobra para se adaptar. E temos o Matheus Fernandes, o monstro de 18 anos que sequer jogou ontem.

De tudo isto, meus amigos, só me resta dizer uma coisa: “parabéns, meu Botafogo amado!”


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28 de mai. de 2017

BOTAFOGO x BAHIA

NA ARENA NITON SANTOS
BOTAFOGO 1x0 BAHIA






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25/05/2017

Nesta data, em jogo no qual fomos derrotados pelo Estudiantes da Argentina por 1x0, beneficiados pela derrota do Barcelona de Guaiaquil para o Atlético Nacional da Colômbia, alçamos ao primeiro lugar do nosso grupo na tabela de classificação da Libertadores.

Em meados de junho, será feito o sorteio dos jogos das oitavas de final e, como primeiro colocado de grupo, o Botafogo poderá decidir a vaga jogando em casa.

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Agora, voltemos ao brasileirao

Foi mais um bom teste para o nosso time/elenco.

Quem pensava que tínhamos acuado uma Ponte Preta por mais de 90 minutos somente por ser aquele um time pequeno, teve a prova, ontem, do que vão fazer os paulistas do interior neste campeonato: quase venceram o Atlético-MG no seu próprio caldeirão. E quem acha que o Bahia nos deu trabalho porque não estamos tão bem assim, já deve ter esquecido que este time foi campeão no meio da semana, vencendo o Sport Recife.

A verdade é que, com ou sem elenco qualificado, o que está contando neste Botafogo atual é, antes a vontade de vencer do que a técnica. E é assim que, com 7 mil ou 40 mil torcedores, estamos transformando um estádio que chamavam de frio num caldeirão maravilhoso.

E o hoje muito útil Bruno Silva, recuperado do "tiroteio de boladas em árbitros" por um providencial efeito suspensivo, foi quem nos brindou com um belo gol de volante que sabe jogar futebol, ajudado pelo incansável lutador Rodrigo Pimpão, neste incansável elenco que, rapidinho, já estará pegando o avião para Recife. Na quarta-feira, temos decisão de vaga na CB contra o Sport. Deste jogo, a destacar mais, tivemos a atuação do Gatito Fernandez, em tarde/noite de goleiro europeu. Pegou tudo.


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31 de out. de 2015

BOTAFOGO 1x0 BAHIA

Tá chegando a hora
da volta à elite



Na saída do estádio, a torcida grita 'éé.. campeãããoo'- imagens/Botafogo Eterno

Olá amigos. Faz tempo não via o Botafogo jogar uma partida de forma tão consistente, com o 11 em campo tão coeso e tão ciente da responsabilidade do jogo e do momento. Fora as amebices do cara do apito, posso dizer que o Bahia teve sim as suas chances, mas tal foi o domínio imposto pelo Botafogo que ficou difícil pensar em resultado diferente da nossa vitória na partida desta tarde.

Especialmente inspirados, Neilton, Jefferson (que defesa ainda no primeiro tempo) e William Arão deram o tom do que foi hoje este embate com o (talvez) adversário mais difícil desta caminhada. E o time se impôs como Botafogo, jogou como Botafogo e venceu, o que é o mínimo que se poderia esperar. E que gol senhores: logo aos 6 minutos do segundo tempo, com o time em cima, perdendo uma ou outra jogada de ataque mas voltando para buscar, para morder a jogada, Neilton (hoje quase perfeito) tabelou com o Ronaldo, hoje também uma grata supresa, e se deslocou de forma brilhante para, recebendo de calcanhar, apenas tocar de leve, no canto do goleiro, sem nenhuma chance de defesa.

O golaço do jogo - Neilton_ESPN (youtube)

Hoje o jogo seguiu naquele 1x0 magro mas não deu o medo que sentimos em outros jogos com placar assim. A entrega foi total e mesmo quando eles conseguiam boas estocadas pelos lados do campo, ainda assim não lhes era possível trazer perigo maior ao gol do Jefferson, tal a segurança demonstrada pelos homens de área. Gostei do que vi, vi que tem aí uns 3 a 4 jogadores para começarmos a pensar no elenco de 2015 e, mais feliz ainda, sei que temos uma base com atletas que estão subindo e mostrando competência. Agora podemos dizer, sem medo de errar, que voltamos ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído. A série A chamou e nós estamos lá. Os 2 próximos jogos são apenas detalhes no caminho.

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30 de out. de 2015

QUESTÃO DE TEMPO

MARCOS PARET


Sem Navarro, time vai com novo ataque
Neilton e Sassá

Impossibilitado de escalar o Navarro, machucado, Ricardo Gomes vai mandar a campo um ataque inédito com Neilton e Sassá. Serão então os dois homens de frente que terão a obrigação de somar mais 3 pontos em busca do retorno à elite. Este retorno, não fosse a derrota para o Ceará, poderia já ser conseguido nesta partida de amanhã mas como não faremos os 15 pontos de distância para o 5º colocado (após o jogo vão faltar 5 rodadas), teremos que esperar o próximo. Aí sim, ou vencendo ou então com escorregões dos que estão fora do G4, poderemos comemorar a volta à elite até mesmo com um empate.

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25 de jul. de 2015

BOTAFOGO VAI A SALVADOR


BOTAFOGO 1 X 1 BAHIA

EMPATE FORA E LIDERANÇA

Não vencemos, não perdemos. Mas considerando o jogo fora e os resultados dos adversários, podemos ficar satisfeitos...

Mas o fato é que no geral o Bahia foi melhor, e tomou as ações dos jogos. Mas tivemos a sorte e a eficiência de no nosso primeiro lance importante de ataque abrir o placar. Para isso contamos mais uma vez com o bom apoio do Luís Ricardo, e a eficiência, boa colocação e oportunismo de nosso garoto Luís Henrique.


No geral, mesmo não jogando tão bem, o time foi compacto e funcionou. Isso com vários jogadores da base, ou seja, um time jovem e nem tão inexperiente: Jean, Fernandes, Gegê, Octávio, Luís Henrique... a lista é longa.

Seguimos na liderança, mas o principal agora é fazer o dever de casa e vencer. Não há gordura para se queimar e a tabela mostra que a briga pelo G4 será acirrada.

Vamos aguardar as novidades na comissão técnica. Acho que daremos alguns saltos no desempenho.

Abraços.

22 de set. de 2013

A SAGA CONTINUA - BOTAFOGOxBAHIA


PERDEMOS UM JOGO FÁCIL
Botafogo 1x2 Bahia

Acabei de concluir em casa o roteiro de um suarento torcedor que retorna do estádio, num calor de dezembro e, claro, com a cabeça inchada. Muuiiito inchada. Mas, ainda assim, lá no Maraca, tive clareza até mesmo nos momentos anteriores e posteriores ao nosso gol, para mostrar para o torcedor ao lado na arquibancada como estávamos mal e os nossos erros em campo. Henrique é que pode ser considerado o cara de sorte: está no Rock in Rio e lá, não tem possibilidade de "dar ruim".

Mas, voltando ao jogo, nem mesmo na minha já vasta experiência de Maracanã e de Botafogo, poderia eu prever um final de partida tão sacrificado e tão cruel. Se no início, mostrei ao tal torcedor estarmos com 2 a menos em campo (Elias e Seedorf), no segundo, com a saída deste último, aquele abafa promovido pelo Hyuri se mostrou inútil na medida em que faltavam, ou pernas ou tranquilidade para que as nossas bolas de ataque pudessem ser colocadas no fundo do gol da forma correta, e não naquela base dos chutões. Claro, faltava organização na medida em que as nossas bolas não entravam.

E o nosso abafa que produziu pelo menos 5 chances claras de gol se mostrou inútil, vez que com a saída do Seedorf, que não acertava um passe mas tinha um sopro de lucidez para, com os braços, mostrar ao Gabriel e ao Mattos aonde a bola deveria ser tocada, acabamos perdendo completamente este setor do campo. Sem criatividade no meio, nunca um rush lá na frente sem resultar em gols se mostrou tão inoperante. Quando os jogadores do Bahia perceberam isso, trocaram imediatamente os chutões por uma matada de bola mais tranquila na retomada da jogada, passando então a entregar a mesma para que atletas mais ligados e mais preparados para o setor de meio de campo, como o 10, pudessem trabalhar a jogada e assim, foram saindo do sufôco, fomos cansando e em um contraataque e uma jogada de bola parada, tomamos o primeiro e o segundo gols.

Ainda foi dito pelo rádio que o atacante deles estava em posição irregular no gol da virada mas e daí? Empataríamos o jogo? Pode ser que ficasse mesmo no 1x1 mas a questão relevante agora é, temos que recuperar o fôlego e começar a colocar mais Gegê e Otávio para jogar e em jogos meus amigos, como o do próximo domingo contra a Ponte Preta. Ou entram de saída agora ou ficam no banco para segurar bolas em finais de jogos. Colocá-los, por exemplo, numa partida como a que faremos contra o Grêmio daqui a três ou quatro rodadas vai ser suicídio, bastando para isso o treinador deles perceber a inexperiência dos moleques e mandar o jogo cair em cima deles.

Gegê e Otávio já, contra Ponte, Náutico e talvez até na próxima quarta-feira, contra o sub lanterna do brasileirão. Aí sim, voltamos a ter opções de meias de criação, o que no momento poderá vir a ser o calcanhar de aquiles do time.

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20 de set. de 2013

DEVER DE CASA


Caros,

Encerrada a vigésima-segunda rodada, que análise podemos fazer?


De cara, sabemos que o Cruzeiro disparou na frente. São confortáveis 7 pontos de vantagem, que segundo o site de estatísticas da UFMG sobre futebol (na verdade uma modelagem analítica), nos mostra esta situação:





São impressionantes 77% de chances para eles, "somente" 13% para nós. Desistir? Não dá mais? Não é o caso. Somente precisamos fazer o dever de casa.


Olhando de outra forma, temos no momento 8 pontos de vantagem para o quinto colocado. Exatamente, um ponto a mais do que nos separa do líder. Se alguém considera 7 pontos uma diferença impossível de ser retirada em 16 rodadas, porque 8 pontos seriam possíveis?

Mas são. Não se pode dar bobeira, porque quem está ali colado são equipes qualificadas.  Ainda recorrendo à mesma matemática, quais são as chances?




85% de chances de conseguir a vaga. Tranquilidade? Sapato alto? Vaga garantida? De forma alguma. Preocupação? Desespero? Também de forma alguma. Só precisamos fazer o dever de casa.

E semana que vem teremos Copa do Brasil ainda. No nosso lado do emparceiramento Vasco, Flamengo, e Goiás. Décimo-oitavo, décimo-quinto e nono colocados do Brasileirão. Isto torna nosso caminho à final mais fácil do que o de Grêmio (terceiro), Atlético-PR (quarto), Internacional (quinto) e Corinthians (sétimo)? É óbvio que não. Basta fazer o dever de casa.

E nosso dever de casa começa neste domingo, 16 horas, no Maracanã, contra o Bahia. O mesmo Bahia que venceu o Internacional ontem. O mesmo Bahia que nos venceu no primeiro turno. Mas que podemos vencer, até com certa tranquilidade.

Tenho certeza que a torcida estará junto. Maraca terá bom público, e estaremos todos junto com o time. 50 mil? Seria ótimo, mas não é necessário. Basta fazermos o dever de casa, repetir os 20 e tantos mil pagantes, os 30 mil presentes, que temos feito, e vibrarmos com o time.

Depois serão vários jogos seguidos em casa. Quem não for domingo, e eu não vou por conta do Rock in Rio, e com muitos isso pode estar acontecendo, certamente poderá ir na quarta, no outro domingo, ou no seguinte.

Setembro ainda não acabou. O que interessa é o que vamos ver no começo de dezembro.

Façamos o dever de casa agora.

Abraços.

5 de jun. de 2013

NUVENS PESADAS?



BOTAFOGO 1x2 BAHIA

Em Salvador

Fogão vai em busca da liderança, mas se enrola e perde o jogo.


O jogo de hoje foi transferido para Aracaju, devido ao fato de estarem os estádios de Salvador à disposição da Fifa para a Copa das Confederações. Assim, saímos do caldeirão baiano e como sempre acontece no nordeste, bem como também em outros pontos conhecidos do país como Vitória, Juiz de Fora e Brasília, o mando de campo era deles mas a torcida era nossa.

Os resultados dos outros jogos também deixaram o time entrar em campo animado, haja vista a derrota do líder e do time que estava em segundo lugar na tabela, portanto, à nossa frente na classificação. A curiosidade ficava então para a substituição do Lodeiro, que foi servir a seleção uruguaia. E matamos esta curiosidade ao melhor estilo, logo aos 7 minutos, fazendo o nosso primeiro gol. Numa jogada de ataque deles, Renan teve que rebater com o pé mas o fez dando um passe precioso para o Vitinho, o substituto do uruguaio, armar o contraataque pela meia esquerda. O garoto então foi avançando, avançando e na intermediária, cortou para o meio e soltou a bomba. A bola quicou duas vezes e enganou o goleiro, indo morrer no cantinho.

Com um gol tão cedo, o time se tranquilizou e o toque de bola apareceu, mesmo com Fellype Gabriel ainda não estando tão bem na criação (mas já melhorando muito na marcação, como jogador tático). Tivemos a chance do segundo, quando o próprio Fellype escorou na trave uma bola cruzada pelo Julio César mas infelizmente, numa má rebatida do Renan, sofremos o empate já nos minutos finais. Foi uma pena, pois o time atuava com muita tranquilidade e conseguia segurar bem a velocidade do adversário. Sair então para o intervalo vencendo até por 2x0 não seria nenhum favor, mas o futebol é mesmo irônico e, num lance isolado, sofremos o gol que não havíamos corrido o risco de levar durante todos os 48 minutos desta etapa.

A volta para o segundo tempo teria que mostrar um time com atitude diferente e até que o toque de bola melhorou, voltou a aparecer aquele bom passe e a equipe começou de novo a rondar a área do adversário. Mas o gol não saía e assim, Oswaldo de Oliveira começou com substituições para tentar melhorar o passe. Primeiramente ele tirou o Mattos aos 19 para a entrada do Renato, visando a criatividade na meia, mas hoje o destino estava com um tremendo mau humor e numa jogada bisonha do Fellype Gabriel, o atacante deles pegou a bola na frente e chegou na cara do Renan para virar o jogo. Isto já foi aos 24 minutos e, com o time já se perdendo em campo, não tardou para que as substituições recomeçassem, com a entrada, primeiramente, do Bruno Mendes no lugar do Fellype (muito mal tecnicamente), aos 28 e, posteriormente, do Andrezinho no lugar do Vitinho que sentia a perna esquerda. De nada adiantou.

Bruno, muito mal, perdeu o gol do empate no finzinho e antes, Seedorf, que também não anda jogando praticamente nada, isolou uma falta bem próxima da área e assim, sofremos a primeira derrota em 4 meses, a primeira do brasileirão e perdemos igualmente a chance de, com o empate, nos fixarmos na liderança do campeonato. Agora estamos em quinto e no sábado, o jogo é lá em campinas contra a Ponte Preta. O time precisa melhorar, e muito.


Não amigos, me recuso a falar sobre o jogo. Não jogamos nada, então porque teria que comentar alguma coisa?

Só posso dizer que o único jogador que fez uma boa partida, mais uma vez se destacando sem receber o merecido reconhecimento, foi Gabriel. Nosso jovem volante é preciso faça Sol ou faça chuva...

E por falar nisso, onde terá ficado o futebol do nosso time? Ele já vinha se escondendo nos últimos jogos, sobrevivendo de lampejos e contando com alguma sorte.

Claro que os desfalques de Lodeiro, Dória e Jefferson fizeram alguma diferença, mas não creio que seja só isso. Um apagão desses, generalizado, pode passar por um clima ruim. Tempo sujeito a chuvas e trovoadas?



Não digo que seja corpo mole, mas falta de concentração, não aquela oficial de reunir jogadores e comissão técnica, mas aquela da questão de foco, da cabeça voltada para o jogo. Esta boataria toda, as notícias e sondagens de vendas e negociações, as preocupações com salários atrasados, e toda a pressão externa, pode sim provocar uma queda de rendimento. Este era um dos nossos medos.

Creio que agora é torcer para que tenha sido algo casual, e não estrutural. Mas conseguir os 3 pontos contra a Ponte virou necessidade absoluta.

Encerro trazendo um boato de elevador: informações estariam circulando dando conta que até 13 de junho o Engenhão reabriria parcialmente, ficando só o setor Oeste fechado, pois seria a parte da cobertura com maiores problemas. Será verdade? 

Vamos continuar torcendo.

7 de jul. de 2012

VITÓRIA FÁCIL EM DIA DE FESTA




FESTA POR SEEDORF

FESTA NA ARQUIBANCADA

FESTA EM CAMPO



Era uma partida preocupante, mas tudo deu certo no script, apesar de dois espíritos-de-porco que tentaram atrapalhar. Deixo pra falar sobre eles no final.

O time foi consistente, como deveria ser contra um adversário nitidamente inferior. O time do Bahia só possui força física e um jogo redondinho, bem treinado. Mais nada.

Sabendo ser eficiente, o Botafogo construiu o resultado de 3 a 0, onde na noite de apresentação do Sidão, o Cidinho brilhou com dois gols. Poderiam ter sido 3 dele... e uma goleada humilhante.

Não me atrevo a apontar nosso melhor jogador, nem pior. O conjunto funcionou, Cidinho fez dois, Elkeson perturbou a zaga no estilo Herrera, e conseguiu seu golaço. Vitor Junior brilhou, Andrezinho muito eficiente na distribuição do jogo. Renato rodou o jogo e deu até balãozinho.

Até a zaga funcionou bem, Fabio Ferreira cortou ótimas bolas, sabendo se antecipar.

Sabendo que o elenco ainda recebe reforços, que vemos um banco já consistente, com a garotada entrando e dando conta, dá para ter esperança da coisa engrenar. Quarta-feira teremos que confirmar a fase, fazendo pelo menos uma boa exibição contra o Corinthians, numa partida que o empate já não é mau resultado.

Sobre os pontos negativos do jogo, só duas coisas a falar, e me darei ao direito de sair da linha editorial do BLOG. Primeiro, Souza é um merda, e mau-caráter. Não se faz o que ele fez com  colegas de profissão. Segundo, Dona Maria de Lourdes não tem nada com isso, mas o filhinho Raphael dela mereceu muito xingamento. Mas que árbitro frouxo e sem critério... vai ser incompetente lá longe, fdp desgraçado.

Abraços.







BOTAFOGO 3X0 BAHIA

Olá amigos. Hoje a demora foi bem maior para o retorno ao lar, visto eu estar testando novas opções de deslocamento a partir do NOSSO ENGENHÃO e a de hoje, seguramente, não foi a mais adequada para dias de jogo com o estádio com público maior, coisa que veremos doravante a partir da chegada do Seedorf.

SEEDORF CHEGA AO ENGENHÃO 
DE HELICÓPTERO

Festa linda no NOSSO ENGENHÃO. Ao chegar, liguei para o Henrique para que ele marcasse meu lugar e já fiquei na mureta do lado do heliporto. Eu tinha plena certeza de que o voo não desceria no gramado e assim, me posicionei de forma a não perder o melhor ângulo. Uma pena mesmo não ter levado a câmera e assim, com a filmagem pelo celular, a imagem da aeronave contraposta ao lindo céu da região ficou muito boa mas a do craque descendo e acenando não ficou adequada devido à distância.

Ô-ôô-ôô-ôôô-O SOUZA É UM M......

Tudo hoje foi mágico: a apresentação da mais nova lenda a emoldurar nossos painéis nas nossas sedes, Marcelo Adnet fazendo o ‘pré’ com piadas hilariantes, Oswaldo de Oliveira e seus acertos táticos e Cidinho. Que garoto é este, pessoal? Seedorf, do seu camarote (nós o víamos de onde estávamos e o telão não parava de mostrar o craque) se empolgou tanto que até voltou a postar no seu twitter. E o anti atleta Souza teve a lição que um mau elemento da sua espécie merece: saiu daqui em 2008 para tentar ridicularizar a imagem do Botafogo lá em São Paulo, acabou indo parar na raia média do nosso futebol e hoje, teve que ir para o vestiário do qual não voltou  para o segundo tempo, ouvindo que ele era apenas um monte daquilo de que desviamos nas calçadas. FLAzer o que, né?

Não há muito o que dizer do jogo: ficamos meio confusos em boa parte da primeira etapa mas credito isto aos péssimos jogos feitos no NOSSO ENGENHÃO, mormente o último, coisa que sempre deixa um time nervoso na hora de enfrentar a responsabilidade do próximo jogo, mas o gol que fechou estes primeiros 45 minutos deu a tranquilidade que o time precisava para voltar para o segundo tempo tocando melhor a bola. A consequência foi o golaço do Elkson, que está mais calmo, agradeceu a todo mundo e QUER FICAR. Ele não é bobo nem nada, certo?

CIDINHO FAZ 2 GOLS 
E SAI CONSAGRADO DE CAMPO

Foi uma bela vitória e isto dá ânimo para a partida da próxima quarta lá no Pacaembu. Quiçá o time entre firme e nos traga mais estes três pontos que, seguramente, dependendo da rodada de amanhã, poderão até nos levar de volta aos primeiros lugares. Vamos então de Cidinho para cima deles. Quando o “tio” Seedão fizer a sua estreia, o garoto vai arrebentar de vez. Foram hoje 2 gols num jogo em dia nervoso por ter que tirar o estigma da última derrota, o que mostra uma maturidade que nos deixa bem animados pelo que virá.



Os gols da partida - Lancenet
- Mas este Oswaldo, hein? Sem Herrera, Sem Loco e sem mais nenhum atleta para colocar ali na frente, lançou Elkeson às feras, Botou Vitor Junior na direita, Cidinho na esquerda (funções antigas do Elkeson e do Maicosuel), mandou os dois irem alternando durante o decorrer da partida e foi para a luta. E os garotos aprontaram. Teve até troca de passes na lateral do campo com toque de calcanhar do baixinho da 7 (VJ).

- Elkeson parece em paz com a vida de novo. Ao final da partida, agradeceu a Deus e ao mundo e mandou sem medo de ser feliz: "QUERO FICAR". Não é nada bobo esse garoto.

- Foi emocionante durante a festa pelo primeiro gol, vermos o Seedorf no telão comemorando como se já estivesse aqui há muito tempo. Do local em que estávamos na arquibancada, conseguíamos vê-lo com uma mulher que supomos fosse a sua esposa e mais um grupo de pessoas. Era o último camarote sob a Oeste superior (lado direito).

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8 de out. de 2011

BOTAFOGO EMPATA COM O BAHIA


Dramático. Abri o computador aos 35 minutos do segundo para já começar a escrever, e fiquei parado na primeira palavra: dramático.

Decepcionante. Poderíamos ter vencido. Jogamos para isso, atacamos, chutamos. O Bahia jogou para empatar e alcançou seu objetivo. São dois pontos hoje, foram dois pontos contra o São Paulo. Assim as coisas vão ficando complicadas.





Não vou me alongar. Vou aguardar a adrenalina baixar. Até porque o time, quase todo, jogou bem. O ponto baixo foi nossa defesa, um queijo suíço, que a cada jogo coloca mais à prova nossos corações.


De positivo, foi ver o Caio calando a boca de quem o colocava só como jogador de 45 minutos. Alex e Willians foram bem, mas fica claro que o Loco mesmo jogando mal é algo assustador para as defesas adversárias, e hoje, sem ele, não ganhamos nada pelo alto.


Não vou fazer contas. Gosto de usar a calculadora quando as coisas estão sob controle, para quantificar exatamente o tamanho das realizações. Não gosto de fazer contas quando a situação foge da mão.


Agora é crítico, Caio Jr. está em xeque. Não pelo desempenho e inventadas, das quais também sou crítico, nem pelos resultados que vem obtendo no Botafogo. O problema é o histórico dele, com Flamengo e Palmeiras. Se não souber manter a cabeça fria, e o Botafogo nos trilhos, ficará definitivamente estigmatizado, e aí volta para as arábias, talvez para o futebol líbio.


Quem me conhece sabe que não sou de entregar os pontos. Ainda falta muito campeonato, mas a palavra que me ocorre para encerrar este post, sobre este jogo dramático, é TRÁGICO.





Carlos Henrique.
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Boa noite galera. Voltei há pouco do estádio, tomei aquele banho e tentei esfriar a cabeça. Com base neste tipo de postagem que implantamos, de termos aqui a visão de quem assistiu a partida de casa e de quem foi ao estádio, vi no campo que o time poderia até ter perdido este jogo mas no fim, posso lhes afirmar que o que ficou mesmo engasgado na garganta foi o grito da vitória.

Vou pular direto para o segundo tempo, vez que no primeiro, com os nossos melhores nomes sem conseguir produzir nada e os adversários se aproveitando desta letargia e batendo à vontade, até bagunça tática se viu em campo por parte do Botafogo perto da parada para o intervalo.

Mas vejam o que é o destino. Caio, o treinador Junior, faz uma substituição daquelas e William entrou e mudou a forma de jogar do nosso ataque. Em duas bolas, dois minutos, tivemos a chance de fazer a história deste campeonato mudar de vez para General Severiano/Engenho de Dentro, quando viramos o jogo, mas infelizmente, nossos defeitos ainda estão muito visíveis meus caros alvinegros. Alex é uma boa promessa de atacante mas não está nem longe de poder entrar em jogo tão nervoso e resolver e Caio, agora querendo jogar feito gente grande, ou ouve alguém e aprende que o jogo é coletivo, ou vai morrer chutando bolas para a estratosfera ou então, se estatelando entre zagueiros achando que os juízes vão entrar na sua onda.

Foi mais um castigo para um time que voltou visivelmente nervoso de Goiânia. Agora, estes atletas precisam colocar os pés no chão e a cabeça no lugar e o jogo lá em São Paulo pode sim ser mais promissor do que propriamente uma ameaça de uma partida problemática. Ainda repito que, longe da torcida, justamente nesta hora de tantas dúvidas e de nervos à flor da pele, o time pode vir de lá com um bom resultado e aqui no Rio sim, ou fazer o que o elenco tem condições de fazer ou então, repensar todo o trabalho feito até agora e aguardar 2012.

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- Posso lhes afirmar sem medo de errar, que o domínio territorial que tivemos na segunda etapa só não foi traduzido em vitória, devido à trave maldita aos 50 minutos. Esta urucubaca tem que acabar. Afinal, se vencêssemos nesta hora do jogo sem merecer poderia parecer enganação mas no jogo de hoje, era pura justiça. O espírito de luta voltou, galera.

- O trio Mago, Elkshow e Cortêz hoje demorou muito tempo para começar a fazer jogadas efetivas de área. Quando chegaram, encurralamos o time baiano de vez na sua defesa. Mas hoje, Maicosuel estava num dia praticamente nulo. Nada dava certo e acho que, em parte, pela péssima partida do Cortêz.

- Nossa vitória também escapou pela pixotada da dupla Renan/Cortêz. O primeiro por sair com a bola (no primeiro gol) para um jogador marcado e o segundo, por fazer logo a falta em vez de cercar e esperar a defesa se postar na área. A falha de marcação no gol e a bobeira do Mattos no pênalti foram o fecho trágico de um conjunto de bobagens.

10 de jul. de 2011

BOTAFOGO NÃO VENCE O BAHIA


1 – Botafogo sente os desfalques e só empata

2 – Ééééé cammmpeãããããoooo – nossos juniores mostram futuro, e os juvenis vêm aí.
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O Botafogo começou o jogo mandando em campo mas a quantidade de passes errados talvez tenha nos tirado a chance de um gol nos primeiros minutos. Mesmo com a visível falta que faziam os desfalques, nosso time se mostrava infinitamente superior ao do Bahia com seus dois faltantes, Jobson e Carlos Alberto. E que torcidão do Fogão em Pituaçu, hein?

O Mago, corajoso e sem se conformar com toques inúteis na bola já tentando fazer a diferença com seus dribles, sofre falta pela meia direita e para responder aos gritos de “Eeelkson.. viaaaadooo” da torcida baiana, o nosso Fabuloso meteu a redonda na gaveta, lance praticamente idêntico (ângulo mais aberto) àquela pintura que ele já havia feito contra o Coritiba aqui no nosso estádio. Gooolaaaaaaaaçoooooooooo.

De qualquer forma, o time não melhorou muito depois disso vez que vários dos jogadores que estavam em campo eram provisórios e não servem mesmo como titulares. O ‘cabelo’ (o Azevedo), corroborando o que tem dito a galera, é mesmo um belo Antônio: muita firula mas objetividade praticamente nenhuma (melhor dito seria feio Antônio, não é mesmo?.. hehehehe). A dificuldade de fazer a bola chegar ao ataque sem meias de qualidade era imensa e só mesmo a fraqueza do adversário para nos deixar com a vantagem no placar. Incrível como alguns adversários são frágeis e enganam com resultados pontuais. O Botafogo nada criava mas bastava apertar a marcação para deixar o Bahia sem ter o que fazer à frente da nossa área. Aquela bola na trave do Herrera, contraataque, uma das poucas jogadas que ainda podíamos realizar, poderia ter entrado para que ficássemos mais tranqüilos ainda. E assim, só marcando e com a obra prima do Elkson, termina o primeiro tempo.

Veio o segundo tempo e Leo, aquele do Santa Cruz, finalmente estréia. Sai o Somália, uma das nulidades da primeira etapa, mas o tom dos primeiros minutos foi a velocidade que o Renê Simões conseguiu imprimir ao seu time com as alterações que fez. Nosso time começou a ser atacado de forma mais perigosa. Afirmo que sem ser essa macarronada toda, o adversário mandou no jogo nos primeiros 10 minutos e rondou nossa área de forma a deixar nosso time apreensivo. Já aí, Caio Junior poderia ter feito alterações no sentido de nos levar à frente de novo, vez que não produzimos mais que uma jogada de área até este momento. Só mesmo a fraqueza deles para deixar o placar com a cara do primeiro tempo. Foi incrível como num bom ataque baiano, um dos jogadores que entrou, Maranhão, tentou cruzar a bola e se machucou sozinho. O rapaz sofreu uma luxação no braço mas isso se deu pela bizonhice da jogada.

E assim fomos vivendo de conttaataques, mas aceitando perigosamente as jogadas de frente do adversário que, felizmente, a partir dos 30 minutos já haviam diminuído de quantidade mas não de periculosidade. Nessa altura do jogo, Tiago Galhardo já havia também entrado no lugar do Azevedo (oooppss.. o ‘cabelo’) e para nossa sorte em relação ao desenrolar do jogo, o Fabuloso Elkson era peça muito lúcida em campo e sempre nos proporcionava algumas jogadas que levavam nosso time à frente, diminuindo temporariamente o ímpeto ofensivo do adversário.

E aí meus amigos, ironia do destino, apesar de ter empurrado o nosso marcador, Fahel subiu de cabeça na cobrança do escanteio e até deu números mais reais à partida, empatando e deixando o jogo muito perigoso. Mais uma vez, perdemos o gol na boa jogada do Mago em que todo mundo chutou mas o time deles apareceu com uns 10 goleiros. Já no final, 39 minutos, Caio entrou no lugar do Herrera, mas não teve tempo para nada. No finalzinho, duas pixotadas do Cabeçandro para deixar o povão-Fogão de cabelos em pé, mas o adversário perdeu o gol na primeira e não aproveitou a jogada de escanteio na segunda. Jogo terminado e pelas jogadas que fizemos, poderíamos ter saído com a vitória mas em outra ponta, pelo que jogamos, foi empate que valeu como vitória.
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ÉÉÉÉÉ CAMMPEÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!!!

Cidinho ergue a taça de campeão e comemora

BOTAFOGO CAMPEÃO DOS JUNIORES/2011

Nas finais do campeonato carioca de juniores, o Botafogo venceu o Flamengo por 2x0 na primeira partida e ontem, sábado, dia 9/7, empatou em 1x1 e garantiu o título carioca deste ano.

Cidinho, aos 17 minutos do primeiro tempo, abriu o placar aproveitando rebote do goleiro adversário após cobrança de falta feita por Renan Lemos. O adversário ainda empatou na mesma etapa, aos 27 minutos, mas o Botafogo impôs seu melhor toque de bola e manteve o resultado até o final garantindo o título para General Severiano.

Nesta reveladora reportagem, o blog "Ninguém Cala" desmascara a A FLApress, que alardeava com (des)informações durante o jogo dizendo que a urubuzada era maioria na torcida presente ao estádio de Los Larios. Os valorosos alvinegros daquele blog destruíram a farsa.

Avante garotada!!! A glória os espera.

VÍDEO – LANCENET

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- O Fogão poderia agora estar buscando até a liderança ou ficar a um ponto dela. Uma pena mesmo o mole dado na última quinta, mas principalmente a demora da diretoria em definir o time principal. Acho que com os reforços, o nosso volume de jogo vai fazer o deste time atual parecer time de campeonato carioca.

- Da seleção brasileira me recuso a falar, mas é comovente a forma com que Galvão Bueno tenta fazer do Daniel Alves, a perereca albina, uma coisa importante em campo. Quase “vou às lágrimas”. hehehehe.

- Juniores – O adversário investiu os tubos na base (Lancenet, notícia de sábado), ganhou a copinha mas dançou para os jovens valores do Fogão. E veio na Taça Guanabara E NA PRIMEIRA PARTIDA DAS FINAIS, 2X0 FOGÃO, com tudo o que tinha de melhor.

- Loco Abreu, o maior artilheiro da seleção uruguaia, 4 vezes campeã mundial: bi-campeã olímpica e bi-campeã do mundo. Botafogo e o futebol mundial... tudo a ver.

- No time deles, Jobson não jogou e Carlos Alberto também não mas nosso time estava irreconhecível. Não estavam lá, Cortêz, El Loco, Marcelo Mattos, Jefferson (já tem meio time?), Everton, e podemos incluir REInato, que já jogaria esta partida. Reforço que não estréia, é desfalque sim.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG