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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

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27 de out. de 2018

BOTAFOGO x ATLÉTICO-PR

Em Curitiba




Time vai a Curitiba enfrentar
o Furacão, joga mal e perde de virada
2x1



"Assim caminha a humanidade", já dizia uma senhora chamada Edna Ferber, escritora americana, autora da história que deu origem ao filme aí citado.

É tortuoso, o nosso caminho e isto me faz pensar, numa alusão à citada história, 'para onde caminha o nosso Botafogo?'. Sim, tá certo, os caras vieram com um mistão mas na hora decisiva, entraram com dois atletas fundamentais na recuperação daquele time a quem batemos com propriedade, na última partida antes da parada para a Copa (2x0 aqui no Nilton Santos).

E, também, é certo que depois de termos 2 dos melhores goleiros em atividade no país, estamos atuando com um bom garoto, mas que veio da base, sem cancha para estes jogos pesados do brasileirão, um garoto de futuro mas que entrou numa roubada. E, por fim, assusta-nos o fato de vermos o quanto foi maléfica para o futebol carioca a ida do Alberto Valentim para aquele clube daquele milionário lá nos confins da Terra. Ele manteria (tenho certeza) um elenco que tinha nas mãos aí, no mínimo, entre os 10 primeiros da competiçao e brigando por coisa melhor - saiu e nunca mais um treinador conseguiu dar liga ao 11 de novo. Veio ele para o Vasco e, igualmente, não achou a vibe do time. Temo que um ou outro clube possa sofrer as piores consequências ao fim de novembro.

Não deveríamos nos desesperar. Afinal de contas, aquele fim de jogo foi desigual para os padrões do que estamos jogando agora. Mas precisaríamos da moral do empate (ao menos o empate) para receber o Corinthians com os nervos menos acirrados. Com a derrota do jeito que foi, esta partida do próximo domingo vai ser osso. É jogo para tentarmos os 3 pontos ou então, não perdermos, sob pena de vermos um ano que não começou tão ruim assim ir pelo ralo.

Eu que sempre venho ao blog com palavras de esperança e analisando a situação sempre pelo viés do momento, agora não sei mesmo o que pensar. Aguardemos as cenas dos próximos (e, queira Deus não) dolorosos capítulos.

11 de nov. de 2017

BRASILEIRÃO/2017, A SAGA - PARTE FINAL



Botafogo 0x1 Atlético-PR



O resumo da ópera em dois curtíssimos capítulos (duas frases, melhor dizendo)

1 - Não demos sequer UM CHUTE CERTO na direção do goleiro deles, em 96 minutos de jogo (só bolas atrasadas).

2 - Nosso elenco é o menos qualificado (tecnicamente) entre a imensa maioria dos 20 clubes da primeira divisão.

P.S. Por alguns momentos daquele Atlético-GOxBotafogo do primeiro turno, vi mais qualidade no toque de bola até em alguns atletas deles. Preparemo-nos para uma sofrida quarta-feira.

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20 de jul. de 2017

EM BUSCA DO G4

TIME VAI A CURITIBA
MAS SÓ EMPATA
0x0





Botafogo 0x0 Atlético-PR

Olá, amigos alvinegros.

Duas visões, eu diria que podemos ter tido deste jogo. A primeira, que não demos a sorte de enfrentar este adversário nos momentos finais do trabalho do seu último treinador, o que, decerto, nos levaria a uma quase certa vitória. E a segunda, que, ainda assim, não os vencemos unicamente por conta do azar (e da fominhagem) do Guilherme, opinião que não sei se todos irão corroborar.

Dito isto, falar deste jogo é resumir a coisa toda da seguinte forma: sofremos com o gramado sintético aliado à falta do bom homem de ligação ontem, haja vista termos visto o eficientíssimo Lindoso dar passes absurdamente errados, não usamos a boa velocidade de saída para contraataques no primeiro tempo e assim, nas 3 ou 4 vezes em que fomos à área deles acabamos por não chegar com tanta força assim.

Eles tiveram suas chances, obviamente, por jogarem em seus domínios, com Jefferson, mesmo com aquela espalmada final para a frente da área, fazendo boas defesas mas isto é do jogo. Afinal, os fatos lhes conspiravam a favor. A verdade é que o nosso time tinha uma viagem de 6 pontos dos quais, se voltarmos com 4, teremos cumprido a meta desta fase do campeonato. Claro que a vitória ontem nos cairia bem demais, pelo salto que daríamos na tabela, mas ninguém vence todas.

Nesta noite, o Bruno não se houve muito bem como em outros jogos, o que dificultou em muito a ligação da defesa para o ataque, Emerson Santos, que jogou compreensivelmente no lugar do Luis Ricardo (este não pode ser exigido muito nesta volta) ficou perdido, haja vista a falta de ritmo de jogo. Acabou expulso por uma jogada ríspida seguida de uma bola isolada na arquibancada, já nos minutos finais da partida. O que nos resta então é ir a Goiânia, trazer 3 pontos e preparar o elenco para o jogo que importa nestes dias, o de quinta-feira, aqui na nossa casa, contra o Atlético-MG.

Por conta da “chuva” de cartões amarelos de ontem, iremos enfrentar os goianos sem a zaga principal e com mais alguns desfalques, mas creio que o nosso mistão pode dar conta do recado. Afinal, descansar o Pimpão (outro dos suspensos por cartão amarelo), é fundamental para o jogo decisivo da Copa BR, contra o Galo.

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8 de nov. de 2014

PRESA FÁCIL

BOTAFOGO 0 X 2 ATLÉTICO-PR

Acho que é a condição atual do nosso time: uma presa fácil.

Com vários desfalques, jogadores fora de ritmo, e improvisações. Zaga improvisada, Rodrigo Souto, um volante limitado improvisado de zagueiro, e Dankler, zagueiro, jogador de futebol improvisado.

Time nervoso, instável, que tem que contar com o futebol de Carlos Alberto e Jobson... se fosse 5 anos atrás eu ficaria tranquilo. Mas hoje, sem chances.

Podemos escapar, mas será mais por conta de sorte e incompetência dos nossos concorrentes, porque nosso time hoje é uma presa fácil. Basta um adversário minimamente organizado, que saiba esperar com calma e não precise do resultado, e pronto: vamos errar até sofrer o gol.

As chances de isso não acontecer são pequenas, e quando eventualmente ocorra, acabamos sendo presa fácil para a arbitragem. Sim, a velha e decisiva arbitragem.

Neste jogo ela pode ser discreta, e nem foi necessária, mas acabou nos prejudicando seriamente. Não, não falo do gol em impedimento, jogada dificílima de marcar, assim como no impedimento inexistente marcado anteriormente. O problema são as faltas, as paradas de jogadas, e tudo correndo tranquilamente na cara do árbitro. Ele plantou a expulsão do Júnior César, e ainda no primeiro tempo já estava claro que ele havia conseguido.

Júnior César foi expulso por agressão, soltou o braço no adversário, na quarta vez que foi seguro quando partia com a bola. Ele sofreu a falta e foi expulso. E o árbitro marcou falta para o adversário. E nas outras vezes que foi seguro, ele reclamou, pediu cartão para o adversário, e foi intimidado pelo árbitro. Foi assim também no jogo contra o Bahia, e em outras ocasiões. Porque nosso time virou uma presa fácil.

A arbitragem não foi exatamente decisiva, mas acaba por colocar a pá de cal em um time que não parece preparado para vencer, e muito menos para reverter um placar adverso. Some-se a isso jogadores que não parecem ter a mínima condições de serem amadores, como Dankler e Zeballos, e o desastre está feito.

Tomara que nosso próximo presidente consiga reconstruir o clube. O estrago que a atual administração fez é muito grande. Restará pouca coisa de pé ao final do ano.

Abraços.

16 de nov. de 2013

TUDO OU NADA


Botafogo recebe Atlético-PR
________________________________  
E foi tudo!
Goleia por 4 a 0, e mantém a esperança do G4 


Ela está viva!


Finalmente, depois de várias e várias rodadas (alguém se atreve a dizer quando foi a última vez que tivemos uma atuação assim?) o time se portou bem, muito bem em campo, e venceu categoricamente.

Destaque? O time. Seedorf, Renato, Gabriel, Hyuri, Elias, Rafael Marques, Bruno Mendes, a lista de jogadores dando sangue, correndo, buscando a vitória e a classificação poderia incluir todos.

O time começou pressionando, com mais velocidade, posse de bola e criação que o time paranaense. Era questão de tempo sair o gol e assim o foi.


Não precisaria fazer uma descrição das jogadas dos gols, como em muitas postagens. mas citarei algumas coisas por sua relevância ao que tivemos de diferente. 

Brevemente, o primeiro saiu de um cruzamento na área, que Seedorf escorou de cabeça e Elias completou também de cabeça. 

No segundo, uma briga na área, entre Elias e Hyuri com 2 ou 3 zagueiros do Furacão e mais o goleiro. Na indecisão da defesa Hyuri conseguiu rolar para Seedorf chutar forte para o gol, sem defesa. E neste gol a primeira grande diferença: a luta até o fim, acreditando em cada lance. Era o típico gol que levávamos e não fazíamos. Isto sim é uma mudança de postura.

No segundo tempo o Atlético-PR saiu mais pro jogo. Mancini colocou mais um atacante, Delatorre, e conseguiram pressionar. Passados alguns momento de ansiedade, o time conseguiu acertar alguns contra-ataques, o que arrefeceu o ímpeto deles.

A partir daí começou a aparecer o cansaço. Comentei com os filhos, haviam 5 candidatos a substituição: Bolívar, pelo amarelo levado, Elias, que claramente já vinha sentindo seus músculos, Seedorf e Rafael Marques com menos mobilidade, principalmente este último, e Hyuri, que vinha correndo muito, tanto para marcar quanto para puxar contra-ataques e iria perder velocidade rapidamente.

Foi eu falar isso e Elias sentiu. Espero que não seja desfalque para as próximas partidas, mas entrou Bruno Mendes, que marcou mais dois gols, fechando a goleada. O primeiro, bastante brigado, suado, diferente mas equivalente ao segundo. E o quarto gol em cruzamento de Lima, exatamente, de Lima que havia substituído Júlio César, que cansou.

Essa lesão do Elias, recorrente, e a entrada do Bruno Mendes, fazendo dois gols, nos remetem, mesmo num dia como hoje, de vitória para se comemorar efusivamente, a colocar o dedo na ferida:

- primeiro, a questão da lesão do Elias, que não é a primeira, remete à conversa com Luiz Fernando na postagem anterior. Acho que já está evidente que Elias e Hyuri chegaram ao Botafogo em condições físicas bem deficientes, e não conseguem acompanhar o grupo, e o ritmo de série A do Brasileirão;

- segundo, Bruno Mendes, que voltou a ser escalado e agora voltou a fazer gols. Foi o comentário do Corrêa sobre a vitrine, que o Botafogo, e quase todos os clubes se tornaram. Enquanto ele tinha pendências com Macaé, Guarani, justiça, etc. ficou na geladeira, e quando entrava, nada fazia. Agora, pendências judiciais resolvidas, anunciado que ele não renovará, passou a ser figura constante do banco e entrar nos jogos, até brilhar como brilhou hoje. Tudo isso para ser negociado?

Deixando estas coisas atravessadas de lado, vamos em busca da vaga na Libertadores. Pelas minhas contas mais 6 pontos são suficientes. Com 5 já deve dar, e mesmo com 4 é bem possível. Sigamos pensando nos 63, ou mesmo 64 pontos, que podem nos dar o vice-campeonato e a vaga na Libertadores sem passar pela pré.


Mudança de ânimos? Sem dúvida, não goleamos qualquer time. Mas sigo com o pé atrás, esperando de novo a regularidade que tanto pedimos, e já tivemos por muitas rodadas neste campeonato.

Agora aguardo o texto do Paret, com a sensação de quem foi lá esperando o pior e recebeu o melhor possível.

Abraços.



As belas imagens do jogo que, dependendo do que vier para 2014, já pode ser marcante - Lancenet
Como sempre digo aqui ao voltar do jogo e escrever depois do Henrique, nunca leio o texto dele antes de publicar o meu. Isto ajuda a levar à tela do blog apenas o que vi em campo, sem misturar impressões e com isso, cada um expressa a sua opinião sem se preocupar com o que já está escrito no blog.

Só que hoje, fui no finzinho dar uma lida pois tinha quase certeza de que ele faria uma citação à minha vinda para postar e não deu outra. Então amigos do blog e em especial Henrique, respondo.

FOI ELA HENRIQUE. Hoje ela foi lá, aquela figurinha abençoada, aquela menina que você já conhece: a minha amantíssima e adorada pé quente (minha amada filha). E olha que hoje, como em todo sábado vindo do seu curso de teatro, a danadinha ainda estava de botas ou seja, os pés deviam estar fervando ali dentro, com aqueles mais do que 40 graus que faziam quando adentramos ao estádio.

E como ela tirou onda. O time saiu para o intervalo e ela “oooolha... sou eeeeuuu”... kkkkkk. Ela é realmente uma botafoguense iluminada. Até quem está à nossa volta (e aquela parte superior hoje ficou lotadinha) acaba se envolvendo nas brincadeiras que faço com ela.

O jogo? Bem meus amigos, a disposição, que muitos viram na última quarta, hoje foi caprichosamente misturada a uma formidável presença de área. O que vi nisso foi que, com a ausência do Mattos, Oswaldo acabou dando sorte. Sim pois Renato entrou e, tomando conta da meiuca, acabou não só criando excelentes jogadas para que a bola chegasse mais redonda ao ataque como, principalmente, liberou Seedorf que sempre estava mais próximo à área com condições de se livrar da marcação, e justamente agora que o futebol do holandês está voltando.

Há jogos em que dizemos que o placar é exagerado mas hoje não foi assim. O adversário sim, não merecia perder de tanto por ser um time coeso e muito bem arrumado. Poderiam inverter o placar se entrássemos como entramos contra o Inter, mas o que fazer quando aquele belíssimo Botafogo do meio do ano volta inteiro em apenas uns 80 ou 85 minutos? Pois tudo o que não vínhamos jogando desde que vencemos o Santos lá na Vila Belmiro nós jogamos hoje, nesta partida, exceto pelos primeiros 10 minutos na segunda etapa.

Neste momento, com uma confusão criada por alguns marginais de camisa que resolveram tomar lugares de quem tinha ido ao banheiro no intervalo e se postaram de pé, à frente de uma multidão de gente (pela inscrição nas camisetas, foram lá protestar profissionalmente mas o caldo entornou para eles), fator que demorou para ser resolvido pelos policiais e não o foi a contento, acabei não prestando muita atenção ao jogo mas se alguém puder, me diga se Jefferson chegou a ser exigido nesta parte do jogo pois para mim, a não ser pela bolas pelo alto nas quais foi perfeito, tornou-se espectador privilegiado da partida. Nossa marcação simplesmente anulou tudo o que eles tentaram lá na frente.

Então meus amigos, foi assim que vi o jogo. Difícil hoje dizer quem não jogou bem. Até Hyuri estava lúcido, fraco fisicamente mas ligado, dando um trabalho imenso para a defesa deles. A imprensa, ao final do jogo, apontou Seedorf como o nome do jogo mas apesar de ter visto um bom número 10 em campo hoje, eu discordaria e dividiria este ‘prêmio’ entre Renato e Gabriel. O garoto da base hoje simplesmente “comeu” a bola.

Então, só me resta comemorar. Vou para a galeeeeraaaaa!

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25 de ago. de 2013

BOTAFOGO x ATLÉTICO-PR



FOGÃO PERDE POR 2X0
LÁ EM CURITIBA

Seedorf - praticamente nulo em campo na partida de hoje

Numa análise fria do que vi neste jogo, posso dizer sem medo de errar que aos 21 minutos da segunda etapa, já com o jogo correndo em 2x0 contra, estávamos muito mais perto de tomar o terceiro do que propriamente fazer o primeiro gol. Víamos Vitinho muito esforçado mas todos os outros muito mal, com o agravante de estamos com alguns “a menos” em campo e, entre estes, desculpem-me, Seedorf. Hoje, Lima mostrou que no final do ano tem que ser dispensado por absoluta incapacidade de enfrentar um jogo de Libertadores e Mattos, que não sei o porquê de estar tão mal, já pode pedir a sua aposentadoria ou então, sair para jogar num time da raia média.

Este jogo então correu assim: achamos (os atletas em campo acharem) que poderíamos cozinhar o jogo para tentar uma bola boa e nos enganamos com isso (enganaram-se, repito, eles lá no gramado). Hoje, conforme eu disse aí acima, muita gente “não entrou em campo”. Lima, Mattos e Lodeiro (fiquei nestes três mas foi munta gente mesmo) estavam muito mal e até mesmo o incensado Vitinho, que não conseguiu tocar bem a bola como vinha fazendo, prendendo-a e a perdendo como naquele início de carreira profissional, não conseguiu ser decisivo. A falta de controle do time neste jogo pôde ser vista na jogada do jovem prodígio da 31 com o goleiro adversário, aos 39 minutos da segunda etapa. Sem ter culpa no lance, o garoto acabou atingindo o goleiro e teve seu cabelo puxado pelo defensor deles: o resultado foi uma posterior confusão que resultou na sua expulsão, um cartão amarelo para Jefferson (ambos não jogam no próximo domingo) e a derrota sacramentada.

O Oswaldo bem que tentou mas, assim como lhe cabe orientar, ele não entra em campo. Trocou Rafael Marques por Elias aos 11 e isto também mostrou o astral do mau dia, pois foi justamente o momento do segundo gol. Aos 27 minutos, ele ainda tentou algo mais lá na frente tirando o Mattos para a entrada do pelo Alex mas, 2 minutos depois, acabamos perdendo o Gilberto, provavelmente por lesão muscular. A substituição então foi a previsível, com Elias entrando para compor o setor direito da defesa.

Para nossa sorte, a Libertadores vai se mostrando cada vez mais viável, com Corinthians e Inter ainda com seus mega elencos sem conseguirem formar times coesos. E em outra ponta, ou seja, naquilo que nos importa, podemos ter a certeza de que não o time não vai se abalar como também, de que o pior já passou. Até à segunda rodada do returno, quando vamos à Vila enfrentar o Santos, temos jogos nos quais até as perdas de jogadores de hoje podem ser menos sentidas. A sequência é São Paulo e Coritiba aqui, Criciúma fora e Corinthians aqui. A calma irá imperar e o time, decerto, irá retomar a liderança a qualquer momento. Vamos agora aguardar a opinião avalizada do Henrique que, com certeza, virá com uma ótima análise sobre outra ótica naquilo que é, sem dúvidas, uma bela novidade aqui do nosso blog, um espaço que também NINGUÉM CALA.



Paret, não li seu texto, mas vi o último parágrafo, e adianto, não darei minha opinião sobre o jogo. Perdemos, eles jogaram bem, e foi isso.


Virando a Página





Vou sair pela tangente e olhar pra frente. 

Achei crítica esta contusão do Gilberto, poderá nos trazer sérias dificuldades. Tomara que a recuperação seja rápida.


Para quarta-feira não teremos Elias e Mattos, e quase certamente o Gilberto. Já havia falado sobre isso, e então vemos nosso rodízio ocorrendo. Não dá para poupar ninguém mesmo, isso acaba ocorrendo naturalmente.


Contra o São Paulo, jogo crítico e que precisa da participação da torcida, não teremos Jefferson, Vitinho e Bolívar. Confere? Gilberto deve também ficar fora. Por baixo, nosso lateral direito deve levar 10 dias pra voltar. 

E o Jefferson e o Lodeiro ainda devem desfalcar em várias partidas por conta de atuação com as seleções.

Júlio César volta, e apesar de criticado, e ter atuações de certa forma discretas, a verdade é que  faz muita falta nosso lateral esquerdo.

Vamos seguir em frente, foi só uma mudança temporária de liderança. Até a vigésima-segunda rodada nós retomamos a ponta.

Abraços.


16 de out. de 2011

FOGÃO ARRASADOR COMO UM TUFÃO



Tufão Ma-on, levou chuvas ao Japão, em julho.
Tufão Fogão, passa por cima da chuva no Engenhão e leva
tempestades à Curitiba



Olá amigos!!!


Seguimos firmes rumo ao título. É isso que nos interessa. Cumprimos nossa tarefa.


Hoje vou me dar o direito de não analisar nada. De falar pouco. Consegui capturar algumas imagens do jogo através do celular, e acho que isso, bem legendado, bastará. 


Mas o principal disto tudo é deixar registrado que a família do BLOG vai de vento em popa, e hoje pudemos contar com a presença de Quarentinha e filha em NOSSO ESTÁDIO, torcendo conosco para o nosso Botafogo, nesta caminhada ao título. 


Sobre o jogo, deixo para o Paret e vocês falarem com toda a propriedade. Sobre a arbitragem pífia, aguardo os comentários do Alexandre e quem mais quiser espinafrar.


Abraços!

Primeiro gol do Botafogo



Antonio Carlos e Loco Abreu invadem a área



Antonio Carlos sobre mais que a zaga

A bola entra, sem defesa

A galera vibra, 1 a 0

Segundo Gol
Loco se prepara para cobrar penalti

Cobrança rápida...

E a galera vibra...

pula...

explosão da vitória!

Esquece a foto, o que importa é comemorar!

Para finalizar esta minha parte, uma homenagem aos nossos adversários, através de Chico Buarque:







BOTAFOGO ATROPELA O FURACÃO NO RIO - 2X0

Olá galera.

Vencemos mais uma retranca, um dia de chuva e campo pesado para um time que veio de um desgaste muito grande no jogo contra o Corinthians no Pacaembu, e finalmente, vencemos também a desconfiança da torcida.

Ao lado do Henrique com seus filhos, e de um visitante para lá de ilustre, Quarentinha que também viajou meio Brasil com sua filha para prestigiar o Glorioso, vi nosso time num massacre territorial avassalador na primeira etapa, que fazia supor ser aquilo um treinamento de ataque contra defesa e não uma partida oficial, e só aos 40 minutos desta etapa é que pensei: “puxa, e estamos sem o Cortêz em campo”. Pois é galera, sem o cabeludo, Mago até criava boas jogadas mas não com aquele toque por música com o qual já se acostumou a fazer com o garoto da seleção.

Mas é como eu disse, me dei conta da falta do 6 do nosso time quando já íamos para o intervalo, tal o domínio exercido pelo Botafogo neste jogo. Chuva, cansaço, alguns jogadores carecendo de melhor condicionamento técnico (Elkson) mas compensando com uma garra impressionante e o Botafogo seguia célere em busca da tão sonhada liderança no jogo da próxima quarta.


Os gols da partida - Lancenet


O segundo tempo foi apenas uma confirmação do nosso domínio, o adversário vivendo apenas das tentativas de criação do Paulo Bayer e tendo até bons garotos (o da camisa 8 é promissor....atenção diretoria) mas sem conseguir sair da marcação fortíssima do nosso time. Percebendo que ficamos no início desta etapa com a nossa meia sem o mesmo pique da primeira etapa, Caio tirou Herrera, um leão hoje, e colocou F. Menezes. Ele errou a primeira bola na qual tentou drible, mas depois se redimiu e deu aquele toque de classe e inteligência que o time precisava para não passar sufôco no fim. Passamos sem sustos por mais um compromisso, Jefferson fez a grande defesa de praxe quando ainda estava 1x0 e agora, que venha o Santos. Sou mais o Botafogo na partida da próxima quarta-feira.
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- E hoje o blog está bem autoral. O Henrique nos brindou, mostrando os dois gols com imagens próprias. E no fim, ainda traz (mais) uma lição de sabedoria do mestre Chico. Muito bom, Henrique.

- A paulistada tá alvoroçada. O Palmeiras agoniza pelos gramados do país, o Corinthians, ainda na minha humilde opinião, é apenas um moribundo (com ótimos jogadores e só isto o salva) pendurado no galho de uma árvore, ou esperando o fim da ventania, ou procurando ver lá embaixo na rua, um caminhão de areia que lhe seja útil para que possa cair de onde está sem sofrer escoriações. E quanto ao São Paulo, seu resultado de hoje mostrou que nossa torcida deveria ter tido mais calma após aquele 2x0 lá em Goiânia. O bambi foi lá, tomou de 3 mas pela narrativa de quem viu a partida, foram 3 com cara de 6. Periga São Paulo ficar só com o Santos na próxima Libertadores, e sem Neymar, ou seja, um Santos só para fazer número.

- Estou começando a dar a mão à palmatória. Primeiramente ao Caio Junior (estou tentando parar de chamá-lo de Harry) que anda agora fazendo mudanças no time feito gente grande, e depois ao Felipe Menezes. A displicência deste jogador que se dá apenas por uma má formação atlética, é largamente compensada pela capacidade de tocar a bola e pela inteligência rara em campo.

- E finalmente conseguiram. Tentando fazer de tudo para desestabilizar o Botafogo, que como disse o Merlin lá no NINGUÉM CALA, cismou de ficar plantado na Zn da Libertadores, vendo que marcar faltas à frente da nossa área o jogo inteiro não resolve mais, hoje tiraram o Renato de uma partida por suspensão pela primeira vez na carreira deste brilhante atleta. O cartão que ele tomou nesta partida (bem como um dos dois anteriores) foi absolutamente ridículo, do ponto de vista da interpretação do ameba de amarelo. Mas acho que vão ter que nos engolir, galera.

23 de jul. de 2011

BOTAFOGO PERDE DE NOVO


O time começou a partida de hoje insinuando algumas jogadas de ataque, ainda sem a desejada força de área, mas chegando. Se o ‘cabelo’ soubesse trabalhar melhor a jogada, na penetração que fez aos 12 minutos, já poderíamos ter saído com 1x0 mas ele resolveu chutar e o zagueiro adversário escorou para escanteio.

Nada foi feito porém de objetivo e naquelas jogadas atrapalhadas dos nossos homens de criação, sem objetividade e sem que conseguíssemos apresentar nosso ataque ao goleiro adversário, o time deles ia, de vez em quando, tocando a bola até à nossa área. Já pelos 20 minutos de jogo, eles desciam meio que sem muita força também para atacar mas com uma boa velocidade e estas investidas poderiam levar perigo ao nosso gol. Leo, aquele que veio do Santa Cruz, não era nada demais em relação ao que jogou naquela Copa do Brasil mas ajudava bem no toque de bola da nossa meia, só que Mago e Elkson continuavam tímidos, como que ainda mostrando reflexos do último jogo.

Nossa defesa, que se não é nenhum arroubo de genialidade pelo menos não comprometia em jogos mais tranqüilos como este de hoje, batia cabeça e dava sustos que não deveríamos tomar, repito, contra adversário tão inoperante. Ali pelos 28m de partida, a má qualidade do jogo já era visível, erros seguidos de passe de parte a parte, falta de objetividade e com isto, nada de bolas para os goleiros. E eles ainda tinham Madson, o pândego (lembram-se dele, naquele Fogão 1x0 no Santos lá na Vila, golaço do Loco?). O primeiro bom chute a gol foi deles, e isto já aos 34 minutos da primeira etapa, ou seja, muito pouco para um jogo da primeira divisão.

No calor daquele BotafogoXCorinthians da última quarta, discutimos e discutimos e o mais importante não foi dito: Harry Potter, idiotamente, quer que o Botafogo jogue à la equipe européia, muito toque na bola e manutenção de maior posse da mesma no jogo mas com alguns dos sofríveis jogadores que temos, isto acaba se mostrando infrutífero e até nocivo para o time. E assim, sendo atacado por um adversário rápido e sem conseguir se organizar na frente, tomamos o primeiro gol de um time que até hoje, marcara apenas 2 vezes, se não me falha a memória. Pagaríamos o mico de lhes dar seu terceiro ponto, já nesta altura do campeonato? Pois é caríssimos alvinegros, eles fizeram seu histórico gol. Jogada de área e nossos zagueiros não conseguiram evitar que o uruguaio deles chutasse para as redes do Jefferson.

Aos 42 minutos, numa jogada nossa de ataque, a sinuosíssima Avenida Cabeçandro ainda deu um contraataque para o adversário que poderia ter se transformado naquele castigo extremo, ou seja, sair no 2x0 para um time tão fraco como este do Paraná. Por sorte eles não aproveitaram e para mais sorte nossa ainda, o Garcia meteu a bola do segundo gol no travessão. Uuuuufffaaaa!!!. Meus caros amigos, Kleberson é um dos jogadores mais mortinhos que já vi atuar, só joga bem se a situação em campo for totalmente favorável e o que fizemos nesta primeira etapa, foi trazer este amarelão para o jogo, deixando-o armar o jogo ao seu bel prazer. Mas, ainda bem para nós que a primeira etapa acabou e o nosso time pôde pelo menos esfriar a cabeça.

Começamos o segundo tempo tentando atacar mas a desorganização era visível. Somália entrou no lugar do Leo que acabou sumindo no primeiro tempo e Alexandre Oliveira se apresentava na frente tentando fazer o primeiro gol. O Botafogo começou efetivamente a atacar e levar perigo à área adversária e parecia que o gol era mesmo questão de tempo. Cabeçada do Alexandre Oliveira no travessão e chute perigoso do Cabeçandro aos 20 minutos e a bola era insistente em não entrar. Neste mesmo período, ‘Cabelo’ (Márcio Azevedo) saiu para dar lugar ao Felipe Menezes, que foi ajudar no ataque pela direita, vez que Somália ocupou o setor esquerdo do campo. O time continuou atacando e posso dizer sem medo de errar que já jogávamos muito melhor que o adversário aos 25 do segundo tempo, retomando a posse de bola e chegando para chutar. Mas ocorreu mais uma daquelas avenidas inacreditáveis que temos “construído” nas laterais do campo e tomamos de novo gol bobo, em momento em que estávamos para fazer o nosso.

O time então se perdeu de vez e já no fim, Caio Junior tirou Alexandre Oliveira para colocar Alex. O garoto fez um belo gol mas a esta altura, algumas pessoas opinavam pela internet que este treinador só terá mais dois jogos com o Loco para testar seu prazo de validade. Na quarta-feira, teremos o uruguaio e o Herrera de volta mas vamos sem o Mattos, expulso por falta de tranqüilidade, e sem o Antonio Carlos que levou o terceiro cartão amarelo. Vamos ver até quando o Harry Potter agüenta.
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- Sei que alguns amigos vão dizer que mais uma vez, a má sorte nos perseguiu pois o time jogou bem e assim jogava quando tomou o primeiro gol mas meus amigos, para quem tem as pretensões que tem o nosso alvinegro, jogar bem contra este adversário de hoje ERA OBRIGAÇÃO.

- Já são duas derrotas seguidas e 4 partidas sem vencer. O jogo de quarta ficou com cara de filme de terror e o seguinte, contra o Cruzeiro em Minas, se apresenta como tarefa para entrar em campo com o Rambo e o Superman.

- Não adianta reclamar e agora, é saber se o Caio Junior vai pedir o seu boné. Cuca pode vir aí e que Deus nos ajude. Hoje, este adversário fez contra nós a mesma quantidade de gols que havia feito até agora. Vamos levantar mais um defunto em brasileiros, e isto já ocorre por uns 4 anos seguidos. Lembro deste mesmo Atlético, do Grêmio ano passado e teve mais sim. Acorda, Botafogo!!!

- Jefferson meus amigos, é um bom goleiro de clube, mas precisa fazer mais que jogar apenas embaixo da trave. Rebatendo bolas ou saindo do gol, é tão fraco quanto os goleiros comuns que temos por aí. Podem debater isto mas a partir de agora, prestem atenção quando ele recebe bola recuada para jogá-la para a frente.

- Mais um mico para a coleção alvinegra na era pós Bebeto: o Brisinha (by Henrique) consegue sua incrível primeira vitória justamente contra nós.

26 de set. de 2010

RESULTADO RUIM


Mas não, na minha opinião, para Libertadores. O time poderia sim ter feito o placar da vitória durante o jogo, mas vejam que se formos reclamar disto, teríamos que reclamar de Tulio Souza, Lucio Flávio, Fahel e Marcelo Cordeiro. Algo como pregar no deserto.

A verdade é que na hora de decidir o jogo, os titulares fizeram falta sim já que temos que colocar em mente que o time que veio aqui, primeiramente vem ganhando todo mundo que enfrenta e depois, tinha o Paulo Bayer no banco para colocá-lo bem descansado na segunda etapa, ou seja, seu elenco hoje tava sobrando.

Não quero deixar desculpas para o resultado pois se formos ver erros de verdade, Joel colocar o Eliseu naquele momento do jogo foi mesmo de lascar, mas isto (Joel Santana) é inevitável. Temos que ir com ele até que nos aconteça uma tragédia como por exemplo a que tirou Vaderlei do Galo. E isto, não queremos mesmo, certo?

Vamos agora com a metade dos faltosos de hoje retornando no Pacaembu, e que o Corinthias jogue tudo o que sabe, pois senão podemos sim surpreender lá como já fizemos contra o Santos.
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João Melgarejo, caro amigo. Foi publicado seu comentário (mandei imagem...)feito antes da partida no post anterior mas....mais uma vez, me atrapalhei com 16 horas ou 18:30e demorei para sair de casa. Com isso, não pude fazer a atualização do blog com o modelo provisório da forma correta.

2 de jun. de 2010

QUE BOBEIRA É ESSA, JOEL?


Primeiro tempo perfeito, mas como pode o time voltar para a segunda etapa tão apático, achando que o jogo já estava ganho depois do show apresentado nos primeiros 45 minutos? Impressionante como transformamos a Arena vermelha em Arena alvinegra na primeira parte do jogo e bastou o time voltar do vestiário para a bobeira se instalar em campo. Ressucitamos um morto, arranjamos um problemão para o jogo em casa e agora, 'se vira nos 30 Joel'!!!.

Não há muito o que falar. O time simplesmente apagou e deixou o Atlético se criar na partida quando já estava entregue (repito que a primeira parte teve minutos intermináveis de chocolate alvinegro).

Vamos aguardar uma reação neste fim de semana, senão voltamos para a segunda fase do campeonato tendo que retomar a tranquilidade. Uma pena mesmo. Uma cochilada contra o Vasco e esta moleza de hoje e ficamos sem 5 pontos importantíssimos. É o futebol.

Reage, Fogão!!!
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- Se o placar do primeiro tempo tivesse sido uns 4x1, não seria favor nenhum ao Botafogo.

- As expulsões eram esperadas. Primeiro tempo rolando e o Sr. Paulo Cesar enchendo nosso time de cartões amarelos por qualquer esbarrão (hoje, o Pet quase foi assassinado em S. Paulo e não aconteceu nada com o cara que fez a falta). Cuidado Fogão! O esquemão está aí mesmo e a emissora líder ainda não desistiu de ter seu grande na segundona com vistas a vender o sábado também.

- Joel terá que segurar a onda na marcação, pois os botinudos (Fahel na liderança deste quesito) estão se excedendo e como cartão amarelo para o nosso time "é obrigação", acabamos entregando de bandeja.

- E aí meu goleirão Jefferson!! Já começou a preguiça do golpe de vista ainda na fase intermediária da carreira? Vamos trabalhar, amigão! Tem que ir em todas.



Seleção em campo, jogo contra o quase inexistente Zimbábue (no sentido futebolístico) e percebeu-se que só serviu mesmo como treino. Nenhuma jogada mais elaborada, nossos jogadores desistindo do jogo à medida que a inépcia dos africanos com a bola resvalava para a violência e aí nada se pode tirar como experiência do jogo.

O negócio é aguardar o próximo amistoso para ver se tendo enfim uma cara de jogo, o trabalho do Dunga possa ser visto em campo. Este aí, não conta mesmo.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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