E, ainda, a possibilidade de contratar Luciano, atacante do Corinthians.
MARCOS PARET
O VAI E VEM
Vai-se, finalmente, o problemático Sassá e vem o Marcos Vinícius. O que vem, vem com fama de chinelinho, o que vai é, com fama e provas, super problemático. Só vi coisa boa: deixamos de perder o atacante de graça, vamos ficar com 50% do valor da sua futura venda pelo novo clube e ganhamos 50% de uma futura negociação do Marcos Vinícius. Reclamar do que?
Fala-se também no atacante Luciano, do Corinthians, e de um equatoriano que, dizem, é bom de bola (o nome é algo tipo Cienfuegos). Este último ainda está na linha do boato. Vale a pena aguardar.
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Foram definidos, agora há pouco, os confrontos das quartas de final da CB-2017. Vamos pegar o Atlético-MG e, finalmente, decidindo em casa (revivendo 2007). A data do primeiro jogo é que ainda depende de confirmação, podendo ser em 28/6 ou 5/7. O jogo da volta somente ocorrerá um mês depois.
Passando para a semifinal, enfrentaremos o vencedor do confronto SantosxFlamengo.
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Perdemos o Vitor Luis e o Airton ainda durante a primeira etapa. Perdemos a melhor chance de gol do jogo. Mas tenho certeza de que não perdemos o foco.
Estamos numa particular temporada "européia-alvinegra", que começou na reação no brasileirão passado e parece não ter data para acabar, 'desembarcados' numa espécie de plataforma que bem poderia ter na sua faixada, um slogan dizendo "vença-me, se puderes!".
Pois é meus amigos. Chegamos ao maravilhoso patamar de "time difícil de ser batido", o que não é nenhum exagero. Nossos adversários encontram enormes dificuldades para entrar na nossa área ou então, entrando, para chegar à frente do nosso goleiro com a bola limpa.
Aprendemos a jogar como fazem estes "times-surpresa" ou então os vários elencos com que o Grêmio se mantém como time brasileiro com inúmeras participações em Libertadores, com duas conquistas.
Vimos reclamando de elenco mas e esta profusão de nomes que não param de surgir, da base ou de fora, como o eficiente Arnaldo?
Pois é. Chegamos aos 7 pontos no campeonato, bem próximo dos líderes e agora, sem o 'motor' Vitor Luiz, vamos encarar o Santos fora de casa. Mais uma batalha, mais uma entrega, que joguemos por mais uma Vitória.
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Time vai a Recife, empata em 1x1 e se classifica para as quartas de final da Copa do Brasil
Imagens da partida - Youtube
Olá, amigos alvinegros e demais visitantes do blog!
Não quero falar do jogo (futebol em si), deste maravilhoso “mais do mesmo” implantado pelo Botafogo a partir da chegada do Jair Ventura ao comando da equipe, ou até mesmo antes, nos tempos do Ricardo Gomes. Falar do jogo é repetir à exaustão a entrega do time em campo, o fechamento dos espaços e a forma como deixamos atônitos adversários, aqui ou em seus domínios.
Hoje eu quero voltar a um assunto o qual prometi não mais mencionar aqui no nosso eapaço, mas que, ante a gravidade do que vimos ontem, não tenho como deixar passar sem uma forte menção: a atuação daquela bandeirinha no segundo tempo.
O que foi aquela marcação de impedimento, pelo amor de Deus? Ela não deve ser uma iniciante, uma vez que estava auxiliando o árbitro (bom árbitro) num jogo importante, do qual sairia um dos 8 melhores times do país. Se ela não era, então, primária no seu ofício, como não saber que, naquele tipo de jogada (o lançamento do Roger para o Rodrigo Pimpão), ela teria toda a linha da grande área para se orientar?
Então meus amigos, com esta breve análise, só podemos deduzir que aquilo ali estava, de novo, à moda 2007, com aquela outra da qual não vale a pena nem citar o nome, A SOLDO DE ALGUÉM. Não é possível que a mesma história se repita como fato grave: um adversário perdido é recolocado no jogo por um lance que, em minutos, desnorteia nossos atletas. Já vimos isto no carioca de 2007, na Copa do Brasil do mesmo ano com aquela “todos sabem quem”, em 2008 e também no carioca de 2009. Já vimos isto, jogo a jogo, no brasileirão de 2009, campeonato este no qual tentaram marcar o Botafogo para rebaixá-lo mas ele, de forma guerreira, disse não em campo e sobreviveu.
Fica mais do que claro que muitas competições no país, com o mando de quem paga (e paga muito mas só a quem quer) estão viciadas. O Botafogo, se não pegar seus próximos jogos e resolvê-los de forma categórica, vai passar muito sufoco ainda com este tipo de desmando. Acho que, mesmo com as dificuldades inerentes à competição, (e é opinião pessoal) o clube poderia priorizar a Libertadores, competição na qual os podres poderes do nosso futebol não podem interferir. Tentar a Copa do Brasil não é de todo ruim, mas o caminho pode ser árduo.
Vamos aguardar a repercussão que o caso de ontem vai ter nas mídias independentes, que acabam por mexer com aquela que (ainda) manda. Nosso clube é gigante (e o tem sido também com este novo e competitivo futebol que tem apresentado), mas, sozinho, não será capaz de se sobrepor a todo um sistema que privilegia uns 2 ou 3 em detrimento dos demais. É o que penso.
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