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17 de jan. de 2024

COMEÇA O CARIOCA 2024

 Time recebe o Madureira, começa jogando bem, faz 1x0 mas termina tomando sufôco na área 



PRÉ JOGO

- Notícias

- Tiquinho Soares e Marçal, que ainda têm suspensão a cumprir por conta de expulsões num clássico do carioca do ano passado, poderão ser relacionados devido a recursos impetrados pelo clube.
  

CONTRATAÇÕES




- Com o anúncio no dia de hoje do lateral direito português Wilson Manafá, o clube trouxe nessa janela ainda o atacante de lado Savarino, os zagueiros Lucas Halter e Alexander Barboza, o goleiro John e repatriou o atacante Jefinho.

Está sendo feito ainda um esforço em torno do meia Allan, atleta que já defendeu a seleção brasileira e é considerado pela mídia como no mesmo nível do Renato, aquele que surgiu no Santos há 23 anos e jogou aqui ainda na época do Loco Abreu.

- Escalação: 
 

O time titular 


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O JOGO - Como dito no título, o time começou a partida jogando bem. Por momentos, o toque de bola lembrava até o dos grandes lances da boa fase do primeiro turno do brasileiro de 2023. Via-se aqui e ali a falta de ritmo, os passes não encaixados mas em outros momentos, com Jefinho mostrando que não perdeu a capacidade técnica de antes, a bola ia fácil à área adversária.

Logo aos 12 minutos, Jefinho escapou pela meia direita e acertou um lindo chute no travessão. Tiquinho, por sua vez, apesar da participação no gol lá mais para o final da primeira etapa, em matéria de gol não dava em bola.

O gol - numa bela jogada criada entre Tiquinho (muito mal mas participativo), a bola foi na esquerda para o Hugo que cruzou para Jefinho escorar para as redes. 

Com o gol aos 38 minutos, o time se tranquilizou e teve mais chances, chegando ao intervalo podendo já estar com mais 2 gols na conta (em um presumível 3x1) mas a falta de ritmo deu o tom.

No segundo tempo, o melhor condicionamento do adversário acabou por quase prevalecer a ponto de nos inúmeros contraataques que nos proporcionaram, desperdiçarmos todos. E no fim, aquele "sufôco Botafogo" com uma bola no nosso travessão e Gatito salvando o rebote já em cima da linha, numa 'jogada pinball' que, se resulta em gol, traria sem dúvida nenhuma o espctro do fim do campeonato brasileiro com todos aqueles empates de fim de jogo.

Ficou nisso. Acho que o futebol irá evoluir até o primeiro jogo da pré Libertadores, haja vista os treinamentos. 

Melhores em campo - Jefinho e Tchê Tchê.

Piores - Tiquinho e Eduardo.

Bom futebol atuando como auxiliar da defesa - Danilo Barbosa.

Eficientes - os zagueiros Halter e Alexander Barboza. 

O TÉCNICO - No início do jogo, foi estranho ver o Hugo sozinho do lado esquerdo, apesar de estar sempre ajudado por vários que caíam por aquele setor (Tiquinho, Marlon e vários outros) e o lado direito com Victor Sá e Jefinho. Estariam os dois embolados por ali? A dúvida se dissipou logo após a bola na trave do Jefinho e as jogadas subsequentes até o gol.

Não sofremos muito pelo lado do Hugo, apesar da improvisação e quanto ao Jefinho, viu-se depois que ele flutua por todo o ataque (podendo até mesmo ir parar do lado esquerdo - fez algumas jogadas por ali com Hugo e Tiquinho). Se vai dar certo, só o tempo dirá.

13 de jun. de 2021

BOTAFOGO x REMO

Para subir na tabela, time recebe o Remo em Volta Redonda, joga bem e vence com autoridade

3x0


 

 PRÉ JOGO

- Rafael Moura e um outro atacante, Diego Gonçalves (mais um do Mirsssol paulista) foram contratados, já estão inscritos e podem fazer a estréia já nesta partida.

- Jogo em Volta Redonda - o estádio Nilton Santos foi cedido para os jogos da Copa América. De ruim, sairmos do nosso 'habitat' num momento em que o time precisa pegar conjunto. De bom, que vamos ganhar um gramado novinho, já que o atual anda em péssimo estado, mormente no espaço dos goleiros.


- Escalação: Douglas Borges, Warley, Kanu, Gilvan e Paulo Victor (PV). Luís Oyama, Guilherme Santos e Marco Antonio. Ronald, Navarro e Chay.

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O JOGO

O time começou em cima, marcando todas as bolas e tentando chegar na técnica dos bons valores desta nova equipe, o que vimos com alegria nos pés da dupla Oyama (poder vir a ser o cara da função do 10) e Chay.

E foi através do Chay que abrimos o placar, após um desvio de cabeça do Navarro, isto logo aos 13 minutos. Nossa marcação até afrouxou um pouco com este gol cedo, o que fez o nosso adversário, ainda superior taticamente e em conjunto, tentar algumas subidas.

Mas foi na volta do intervalo que intime realmente fez a sua melhor partida este ano, anotando o 2x0 num belo contraataque puxado pelo Ronald (jogando atualmente muito bem e com confiança). Este cortou o zagueiro e tocou para o Navarro, que só desviou do goleiro.

E o terceiro já veio até mais pela tranquilidade que acabou deixando os jogadores mais leves para tentar jogadas sem medo do erro, das críticas, etc.. Foi numa bola do Marco Antonio pela meia esquerda, que limpou e rolou para o Pedro Castro que entrou no segundo tempo e chutou forte de longe.

Venceu e (finalmente) convenceu. Agora vamos viajar ao Paraná para pegar o Londrina e depois, o jogo mais disputado em Recife, contra o Náutico.

16 de ago. de 2018

BOTAFOGO NA SULAMERICANA-SEGUNDA FASE



Time recebe o Nacional-PAR
pela segunda fase da sulamericana,
vence por 2x0 e vai enfrentar
o Bahia nas oitavas



Os gols do jogo - Fox_Youtube

Eu posso estar enganado e no jogo deste domingo aqui, contra o Atlético-MG, quero ver o time queimar a minha língua mas, a minha opinião é a de que jogamos muito bem, mas contra um fracote, um time no qual víamos apenas um fiapo de aplicação tática e só. E vejam, o fiapo se rompeu após o nosso primeiro gol (do Lindoso), a ponto de, mesmo ainda sem a metade da organização que precisamos para avançar na competição, termos feito um segundo tempo bem massacrante, com duas bolas na trave, mais um gol, desta vez do Valencia e incontáveis jogadas de contraataque, que poderiam, caso o nosso time estivesse em uma fase um pouco melhor, transformar o resultado em uma goleada.

Foi o tipo de jogo ideal para quem precisa buscar novamente o conjunto, o bom futebol perdido após a saída do Alberto Valentim, enfim, o jogo certo na hora certa. Tivéssemos nós um adversário do nível de um Peñarol ou até mesmo o ontem eliminado São Paulo e creiam, sequer teríamos tido visto a evolução que vimos da nossa equipe. Não teríamos espaço para isto.

Enfim, que venha o Bahia!

Foi lindo ver o estádio lotado (as poucas cadeiras vazias nos cantos dos setores tinham donos, mas eles estavam em pé, enfileirados nos corredores ou atrás dos gols). A festa, elogiada até pelo locutor da TV paraguaia, foi digna dos melhores momentos da Libertadores e agora, o que queremos é que o time evolua. Não é fácil, num brasileirão em que a maioria dos grandes concorrentes ao título já estão num patamar bem superior.

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O mosaico, nas palavras do locutor da TV argentina - "Impressionante"  

ATUAÇÕES

Poucos atletas jogaram abaixo do normal e mesmo assim, não foi criada nenhuma situação que comprometesse o todo. Para se ter uma idéia, o ainda inconstante Matheus Fernandes hoje desarmou e distribuiu bem o jogo, não havendo uma jogada sequer na qual não se entregasse.

Moisés – o melhor em campo. Voltou a ser aquele Moisés do campeonato carioca (pelo menos neste jogo).

Valência – o segundo melhor em campo e vejam, já no fim da partida, deu um passe errado que, por pouco, não proporcionou ao adversário uma jogada de risco. Mas foi só entrega o tempo todo, fez um golaço e caiu nas graças da galera, acho, de vez.

Marcinho – Sem se destacar, cumpriu bem o seu papel e não deu chances na marcação.

Lindoso – o mesmo jogador limitado, mas atento e eficiente. Fez um gol providencial e fechou bem os espaços no meio.

Renatinho – Apesar de ainda se mostrar tímido, conseguiu ajudar a triangular a bola com eficiência, na passagem para o ataque.

Aguirre – Ele não é O CARA, mas pode vir a ser o cara do nosso ataque. Tá faltando a bola entrar. E, talvez, um acerto no seu posicionamento.

Pimpão – Ahhhh o nosso Pimpão! E não é que o carcamano é mesmo o utilíssimo jogador de segundo tempo? Se o adversário ainda tinha esperanças de tentar um empate (o nosso segundo gol saiu já no fim da partida), com a sua entrada, os paraguaios viram “o inferno se abrir”. Numa das suas jogadas (esta pela esquerda – ele não guardou posição em campo), o zagueiro foi quem o ajudou no drible, escorregando bisonhamente ante a sua passagem. Merecia o seu golzinho.

Carli e Rabelo – Ainda estou achando a defesa um tanto desprotegida. O Zé Ricardo chegou prometendo voltar com aquele eficientíssimo sistema montado pelo Ricardo Gomes e adotado pelo Jair Ventura mas para tal, o time vai ter que propor menos o jogo para que os volantes voltem a fazer aquela bela parede à frente da zaga. Mas ontem, chamados, os nossos dois homens de área não comprometeram.

DOMINGO, TEMOS O ATLETICO-MG AQUI, PELO BRASILEIRÃO. Que bom seria vermos, ao menos, uns 20 mil torcedores no estádio. Vamos aguardar.

22 de fev. de 2018

CARIOCA/2018 - COMEÇA A TAÇA RIO





Time "visita" o Nova Iguaçu
em Edson Passos

Olá, amigos alvinegros!

Já começamos esta partida, ao meu ver, melhor do que terminamos o ciclo do Sr. Tigrão: fomos com os laterais Marcinho (o bom garoto da base que já conhecíamos) e o Moisés, que mal pegou na bola e já vimos que, se não vai ser um Marcelo (Real Madri), é infinitamente superior ao Gilson.

Podíamos então esperar muito mais deste jogo do que de vários daqueles da Taça GB, claro. E assim foi.

O time ainda demorou uns 10 minutos tentando se acertar. A saída de bola ficou complicada, haja vista o ímpeto do adversário (inteligentemente orientado pelo seu treinador) utilizado na marcação. Alertados no vestiário, os adversários aproveitavam o nosso desentrosamento e o mau momento psicológico e marcavam muito bem a nossa saída de bola.

Nada que impedisse o bom jogo do nosso agora promissor lado direito, com as jogadas entre o Marcinho e o Ezequiel. Numa delas, aos 17 minutos, saiu o gol do Kieza. Daí em diante, com a tranquilidade novamente reinando na cabeça dos jogadores, bastou fazer o óbvio, ou seja, se impor ante um time pequeno.

Não, o Botafogo não passou a jogar bem como num passe de mágica. Claro que jogar bem é algo que ainda vai precisar de algum tempo. Devemos até, sim, fazer um bom jogo no domingo, na nossa casa, mas vamos alternar boas e más exibições, fruto da segunda mudança de filosofia de jogo implantada em menos de 2 meses.

Exatos 10 minutos após o primeiro gol, fomos brindados com uma belíssima cobrança de falta do Leo Valencia (que ainda tá devendo muito) e já com o jogo garantido com este 2x0, uma pixotada do Arnaldo (que substituiu o Marcinho), à la Cerezo naquele jogo contra a Itália em 82, entregando uma bola de graça, ao adversário, redundou no gol deles. Mas não passamos tanto sufoco assim após este lance, apesar do cansaço dos nossos atletas (repito, mais pelo psicológico do que propriamente pelo preparo físico).

Foi isso. Acho que não vamos brilhar como brilhamos até o mês de outubro do ano passado, mas sem dinheiro para contratar e com elenco enxuto, a onda é essa mesmo: ir subindo os garotos aos poucos (ontem, começamos a partida com 4 crias da base em campo) e tentando se firmar nas competições. Vamos aguardar mais alguns jogos para que possamos avaliar as nossas possibilidades na sulamericana.


Os gols do jogo - Imagens do Youtube

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23 de ago. de 2014

BOTAFOGO X CHAPECOENSE. REABILITAÇÃO?

BOTAFOGO 1 X 0 CHAPECOENSE


DO MARACA - PARET



Meus caríssimos amigos: vou resumir como há muito não faço numa postagem de jogo do Botafogo:

NÃO TEMOS MAIS TIME.

Hoje, sentei-me ali no canto esquerdo de um setor sul superior absolutamente lotado (não havia menos de 20 mil alvinegros naquele estádio) e fiquei muito intranquilo com o que vi. Dava nos nervos ver que até um adversário limitado com o de hoje, conseguia organizar várias boas jogadas ante nossos bravos lutadores (em campo). Minhas conclusões então foram diretas, cruas, sem delongas: não temos mais um meio de campo que pense e no ano passado, tínhamos em Seedorf este jogador e antes dele, também tivemos alguns jogadores bons de passe. Hoje, a bola chega na meia mas quem está ali, invariavelmente, a devolve para a defesa. Até o número 10 e o cabeludo da 11 do time deles eram capazes de articular um contraataque vindos de trás mas nós, em todas as tentativas, perdíamos a bola.

Não temos igualmente um número nove como o tivemos até mesmo no combativo e correto Elias. Não temos mais este homem. Ferreyra é aplaudido a cada jogada e dali de cima, vê-se com muita clareza que ele mesmo sabe ser não mais que um péssimo jogador daquelas peladas de fim de semana e assim, luta, se entrega, corre em todas as bolas para não passar vexame ante a torcida. Mas ele não é capaz de fazer absolutamente nada se tiver que dar dois passos com a bola nos pés. Vem então outro defeito antigo do time: tínhamos em Loco Abreu um exímio cabeceador mas conto nos dedos as jogadas criadas para as suas cabeçadas mortais. Era ele estar em campo e o time tentava entrar tocando mas bastava ele sair para vivermos 'séculos' intermináveis de chuveirinho na área. Isto foi "aprendido" e tem funcionado assim também com Ferreyra.

Desta forma, com jogadores horrorosos como Junior Cesar e Zeballos e, me arrisco a dizer, o autor do gol de hoje, o Ramirez, com Gabriel caindo cada vez mais de produção, com a dependência de que surja um lampejo de talento dos pés do Daniel, mas vendo-o tenso e tentando fazer tudo (mas errando tudo), ficamos com um time limitado e à espera dos 'chinelinhos' Sheik e Carlos Alberto.

Assim prezados, tendo visto se passarem 95 minutos de um futebol de luta, de briga, de uma saudável entrega dos nossos atletas mas, em outra ponta, sem a menor criatividade e correndo sim o risco de ver uma bola 'vadia' nos surpreender ali no meio do segundo tempo e nos deixar sem reação, receio que a nossa briga até novembro seja mesmo para tentar estes pontos em jogos menos complicados, para não ficarmos dependendo da inglória fuga da degola nas três últimas rodadas (com dois jogos fora do Rio). Copa do Brasil mesmo só por milagre. O time campeão do ano passado, sempre sortudo, tinha um atacante em estado de graça, gente que jogava bem na meia e atletas que entravam e sempre surpreendiam positivamente mas nós, definitivamente, não acertamos neste milhar. Nota de destaque hoje para o povão. Compareceu em bom número e fez uma festa linda de se ver.

Como compensação pelo sufôco em campo, um golaço. Ele é limitado sim mas mandou bem - Lancenet


DO RÁDIO - CARLOS HENRIQUE

Tendo compromisso familiar, casamento de uma prima, tentei acompanhar o jogo pelo rádio, mas nem isso funcionou direito.

O que pude ouvir é que o time partiu para dentro, tentando abafar e resolver o jogo logo, igual sofremos com o Figueirense na rodada passada. Mas as limitações do time faziam o gol não sair, e a Chpaecoense conseguir contra-atacar.

Felizmente o gol saiu, conseguimos os 3 pontos, e daí pra frente não pude acompanhar nem pelo rádio, ficando só na torcida para que fizéssemos mais um e não correr o risco de sofrer o empate. Mas nem uma coisa e nem a outra aconteceram. Terminou em 1 a 0, somamos 3 pontos, e seguiremos assim até o final do ano. Nossa sorte é que existem outros times mal montados e outros clubes em crise institucional. Os candidatos ao rebaixamento, no momento, são muitos.

Vamos seguir empurrando o time, e torcendo por um 2015 melhor.

Abraços.


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1 de jun. de 2013

BOTAFOGO 2x1 CRUZEIRO




BOTAFOGO 2x1 CRUZEIRO

Botafogo é o líder provisório do campeonato

Fellipe Gabriel não conseguiu se recuperar de contusão e não veio para este jogo, mas Seedorf foi a campo. Vitinho entrou no lugar do Fellype e o garoto vem provando a cada dia que é bom mesmo. Numa bela arrancada aos 6 minutos, ignorou a defesa adversária e foi limpando a bola e a levando na velocidade até chutar em cima do goleiro. Na sobra, Lodeiro só teve o trabalho de escorar. 1x0 Botafogo e o mote era aproveitar que, do outro lado, tinha um time bom mas ainda em montagem e forçar o jogo. Dedé, que conhecera Bruno Mendes no último brasileirão, naquele 3x2 com 2 gols do garoto, começou a ser apresentado hoje ao Vitinho. Em mais uma bela jogada, aos 12 minutos, Vitinho, a la Seedorf, recebeu na frente da grande área, limpou e arriscou o chute mas o goleiro deles defendeu para o lado.

Os gols da partida - Lancenet
Mas começamos rápido demais a dar espaços, a deixá-los “gostar do jogo” e a partir dos 20 minutos eles passaram a chegar muito perto do nosso goleiro. E o empate veio, infelizmente, numa falha imperdoável do Renan aos 25 minutos desta primeira etapa. Um inaceitável jogo de chutões para a frente então passou a ser a tônica no nosso time, ficamos acuados e aceitamos a marcação deles e o adversário então é que começou a perder gols em sequência.

Aos 33, Vitinho, que ainda não deixou o jogo individualista apesar de estar jogando bem, recebeu falta praticamente na linha da grande área mas Seedorf chutou na barreira (poderia ter tentado o chute direto e não em três toques). E assim, fomos sofrendo com a apatia do time e correndo sérios riscos de tomar a virada na primeira etapa mas, a sorte ou a inépcia deles nos ajudou e conseguimos levar o empate para o vestiário.

Antes do segundo tempo, Renan explicou ao repórter que a bola desviou no Bolívar e, por isto, ele estava defendendo a jogada em posição diversa daquela em que a bola foi (a trave). Voltando, ela bateu nas suas costas e fez-se a fatalidade. Na segunda etapa, voltamos sem alterações mas o time deles substituiu o marcador do Seedorf, Leandro Guerreiro, por outro sem cartão amarelo. Mas a coisa continuou na mesma balada, nosso time sendo dominado e jogando de forma completamente errada, sem vontade e sem criar absolutamente nada. Até que, sob risco intenso de tomarmos o segundo gol, surgiu um pênalti aos 9 minutos em cima do Lucas o qual Lodeiro, com muita calma, converteu fazendo o 2x1.

Conseguimos então, sem qualquer alteração, mudar completamente o foco da partida e a tranquilidade voltou. Perdemos uma boa chance do terceiro gol com Vitinho, aos 20 minutos, e eles colocaram em campo o tal do Luan, moleque novo e muito perigoso lá na frente. Fomos tentando levar o jogo em banho maria, tentando a jogada certa para o terceiro e, principalmente, mantendo a bola no ataque. Aos 30 minutos, em belíssima troca de passes entre Seedorf e Rafael Marques, foi Julio Cesar quem bateu na trave mas o time deles, aos 34, também respondeu com uma bola do perigoso Luan igualmente na trave.

Aos 38 minutos, ante a possibilidade de perdermos novamente o domínio da partida no momento mais perigoso, Oswaldo tirou Lodeiro para colocar Renato com o intuito de reforçar o meio de campo. Aos 44, André Bahia entrou no lugar de um Seedorf já extenuado, entrando depois o Lucas Zen no lugar do Gabriel, aos 47 minutos. E conseguimos cozinhar a partida, o adversário perdeu as forças e a vitória veio de novo.

Chegamos ao terceiro jogo com 2 vitórias e a manutenção da invencibilidade. Agora são 19 jogos. Estamos na liderança provisória do campeonato.

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22 de mai. de 2013

BOTAFOGO VENCE NA COPA DO BRASIL



BOTAFOGO 3x0 CRB


O goleiro deles começou o jogo mostrando que ia dar trabalho, fazendo uma defesa dificílima em chute de Lodeiro e da mesma forma, a organização tática do time nordestino aliada à nossa ineficiência na marcação, nos levaram a passar sufôco em alguns lances da primeira etapa.

Eles sempre chegavam com certo perigo e felizmente, num destes lances (um escanteio para eles), conseguimos o nosso gol. Jefferson fez a defesa na jogada, lançou otimamente na meia e em bom passe de Seedorf, a bola foi jogada para escanteio. Na cobrança, em sobra na área, Antônio Carlos completou com competência para fazer um a zero.

Mas isto não deu ritmo de jogo ao nosso time e, principalmente, não tirou o ímpeto deles em ir ao ataque. Rafael Marques ainda nos “fez o favor” de perder aquele gol feito aos 42 minutos, chutando na trave sem ninguém pela frente mas, para nossa sorte, chegamos ao fim da primeira etapa com a vitória parcial. Poucos jogadores se destacavam. Lodeiro era um a menos e até Seedorf não produzia como nos seus melhores dias

Mas nada mudou na segunda etapa e um Botafogo absolutamente apavorado voltou a campo, vendo-se latente no rosto dos nossos atletas o medo de tomar o gol do arisco mas fraquíssimo adversário. Aos 21 minutos, Vitinho entrou no lugar de um hoje bem apático Fellype Gabriel mas o inoperante Lodeiro continuava a desfilar o seu arsenal de jogadas erradas em campo. Era aquele famoso “um a menos”. No minuto seguinte, o uruguaio perdeu um gol incrível, chutando para fora em jogada pela esquerda. 2 minutos depois, em jogadaça do Seedorf, chegou atrasado com a bola praticamente correndo sobre a linha do gol e perdeu de novo.


Os gols da partida - Lancenet
Finalmente, saiu aos 36 minutos para a entrada do Andrezinho, depois de perder outro gol feito em boa defesa do goleiro. O jogo então dava medo. Como aceitar que um time tão limitado pudesse ter atletas que pegavam a bola na meia e driblavam nossos jogadores até à intermediária, como se fossem um Neymar ou um Messi?

Mas um deus alvinegro entrou em campo e, numa destas jogadas de sufôco, eles perderam a bola na nossa área em cobrança de falta e, no contraataque, o descansado Andrezinho teve calma para tirar do goleiro e marcar o segundo. Ufa, ufa! Já íamos pelos 39 minutos de jogo e ia ser complicado, como torcedor, sair “vivo” do que poderia ser um final de jogo no qual não podíamos levar o gol de empate.

Abriu-se então a porteira com o segundo gol. Em belíssima jogada do Seedorf, Rafael Marques guardou o seu aos 42 e no minuto seguinte, Oswaldo tirou o holandês para colocar “a Srta” Renato. Foi só para que o nosso 10 pudesse sair aplaudido de campo. O brasileirão vem aí meus amigos. Acho que vai demorar para que o time consiga se impor em jogos de nível mais elevado do que os do nosso carioca.



Preocupante.

Assim classifico uma partida que poderia ter sido fácil, mas o Botafogo complicou. E incrivelmente, que iria pra um final dramático e o Botafogo finalizou com facilidade.

A verdade é que fomos melhores, mas perdemos gols e demos espaço e facilitamos em diversos momentos. Nossa "sorte" é que realmente o adversário era fraco, bem fraco. No geral achei o time do Sobradinho muito mais bem organizado taticamente.

O que aconteceu hoje? Muitos jogadores fazendo o esperado, o Rafael Marques por exemplo, e outros totalmente apáticos ou desligados, como Fellype Gabriel e Lodeiro. Se pensarmos que esta pode ter sido a partida ruim e com azar, então o placar foi muito elástico.

Eu fico preocupado. Brasileirão trará jogos bem mais complicados, não será jogando desta forma que vamos chegar longe.

Dito isso, saio pela tangente... vamos ver o que rolou por aí?

Na Copa do Brasil o nosso próximo adversário será o Figueirense, que ia penando mas no final conseguiu gols e se classificou. Viu? Não somos só nós.

Também teve o Santos, ainda com Neymar, penando para empatar em 0 a 0 com o Joinville. Como os santistas haviam vencido o primeiro jogo por 1 a 0 se classificaram, e jogarão contra o CRAC.

Já o Vitória foi eliminado pelo Salgueiro, que jogará a terceira fase contra Criciúma. Isso mesmo, teremos entre os 16 clubes das oitavas ou o Criciúma ou o Salgueiro.

E para completar o Cruzeiro venceu o Resende, mostrando que não é nada, não é nada, o Cariocão não é nada mesmo. Aquele 5 a 0 que fizemos na semi da Taça Rio foi resultado normal mesmo.

Saindo do futebol, destaque para torcida:



Para Band, por ter transmitido o jogo do Botafogo.

E boa sorte para seleção, que irá treinar no Engenhão e vai precisar de sorte para ele não desabar sobre nossos craques.

5 de set. de 2012

BOTAFOGO VENCE CRUZEIRO COM SHOW DE SEEDORF


BOTAFOGO 3 X 1CRUZEIRO
Em Belo Horizonte
E vamos em busca do G4!


Seedorf! Seedorf!

E a garotada arrebentando! Viva Dória! Viva Gabriel! E golaço do Jadson, com a mais linda assistência da rodada, feita pelo Seedorf!

Vai que é tua Paret! Que eu estou de porre e tentando pensar como vou trabalhar amanhã!

Fooooogooooooo!!

Seedorf "acaba" com o jogo em Minas - Lancenet




Meeeuu Deeeeuuusss. Sempre faço meu texto, quando ele vem após o do Henrique, sem ler o que ele postou mas hoje não teve jeito. Ele não postou, mas sim, comemorou no blog.. hehehe. Parece que vai correr um colarinho da tulipa aqui no canto da tela. Vamos lá então, meu caro amigo.



No primeiro tempo deste jogo, fora o mole da nossa defesa no gol deles que acabou trazendo os azuis para a nossa área, o time se houve bem e o que vi foi que aliou-se a velocidade e a disposição do jogo do último domingo com a classe, hoje incontestável, de um trio que mandou no jogo nos primeiros quarenta e cinco minutos: Fellype Gabriel, Andrezinho e, principalmente, Seedorf. Como jogaram estes três atletas na primeira etapa.

Mas meus amigos, e aí está talvez a explicação para o fato de o Henrique comemorar e não fazer o seu editorial, a atuação do nosso time hoje foi feita com tanta correção, que vira mesmície ficar aqui narrando jogadas. O que se mostrou hoje para o nosso futuro, foi uma faceta muito interessante do projeto Botafogo: trouxeram o “vovô” Seedorf, juntaram-no a um bom Andrezinho e aí, tome garotos da base com estas feras. E como o holandês consegue deixar calma a nossa “criançada”.

Se no primeiro tempo conseguimos mandar na partida com o trio Fellype, André e Seedorf, no segundo o trio se modificou para Jadson, André e Seedorf. Gabriel, o volante, foi corretíssimo (fica no chinelinho, Mattos!) e vimos hoje que já temos elenco também. O problema (e temos que falar dele) é que esta fase de subir garotos dá trabalho. A molecada joga bem, joga bem mas por momentos amarela, claro que motivado pela idade. Mas não temos como deixar de ter esperanças de que podemos ter iniciado, com o jogo contra o Coxa, um período de 12 pontos direto. O G4 nos espera.

Foi o que vi desta partida mas teve muito mais. Vamos deixar então para que a galera venha aqui lembrar os maravilhosos momentos de uma noite maravilhosa para o nosso futebol.

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4 de ago. de 2012

BOTAFOGO VENCE EM GOIÂNIA


Botafogo 2x1 Atlético-GO


Entramos em campo hoje com Seedorf mas vinha também a notícia de que o adversário jogaria nos contraataques. Viiu-se logo de cara no nosso time a mesma confusão que se instalara em campo após o segundo tempo da última partida em São Paulo. Passes errados time lento e parecendo mal posicionado e assim, numa pixotada inacreditável do Jefferson aos 17 minutos, quase tomamos o gol, sendo salvos pelo inacreditável Rafael Marques, que cabeceou quase em cima da linha, fazendo as vezes de goleiro.

Defesa, meio campo e ataque eram um engodo só, o que foi encorajando a inacreditavelmente fraca equipe goiana a chegar à nossa área, mesmo no formato ‘pelada de rua’. Num erro do Seedorf no meio, o adversário saiu com rapidez e o temerário Fábio Ferreira cometeu um pênalti que acabou resultando no primeiro gol da partida. Aquela pixotada do Botafogo em Recife contra o Náutico perigava se repetir em Goiânia. Eu até me recuso a acreditar que tanta gente esteja jogando mal (até Seedorf errava bolas fáceis). Prefiro creditar este jogo ridículo que temos feito ultimamente à bagunça tática, aliada à insegurança do elenco para produzir jogadas neste esquema em que ninguém se entende.

O time saiu então para o intervalo perdendo, mas pareceu voltar para o segundo tempo jogando de forma menos ruim, ou seja, tentando tocar a bola com mais correção para suprir a falta de organização tática, quesito no qual o adversário nos dava um baile até àquele momento. Fellype Gabriel entrara para a saída do Rafael Marques e neste jogo, o ‘Dodói’ (by Alexandre) parecia estar melhor do que nos anteriores. Lennon se machucou aos 15 minutos e Gabriel entrou em seu lugar e o time foi indo para o ataque no toque de bola renovado, até que numa cobrança de falta mal feita pelo Seedorf, houve a segunda falta na risca da grande área e o nosso 10 não perdoou. Cobrou como se tivesse levado a bola até às redes com as mãos. O primeiro gol da lenda tinha que ser mesmo especial. Foi um golaço.


Seedorf faz história 
em seu primeiro gol pelo Botafogo

O time então melhorou substancialmente e, mesmo não sendo aquela equipe envolvente dos jogos contra o Inter e o Coritiba, partiu para o ataque até que, numa bola cruzada da direita, a jogada ficou para Fellype que cabeceou para as redes desempatando a partida, aos 28 minutos do segundo tempo. Era a justiça no placar, visto o péssimo time adversário ter se perdido totalmente em campo após o gol do Seedorf.

O grande problema após a virada foi termos parado de jogar, aceitando de novo as chegadas à nossa área do péssimo time goiano. Aos 46, Brinner entrou para a saída do herói da partida, Seedorf, e aos 47 minutos, faltando menos de 20 segundos para o fim da partida, novamente o inaceitável F. Ferreira fez falta desnecessária junto à nossa grande área mas, para a nossa sorte, a barreira conseguiu evitar o gol. O jogo terminou com a nossa vitória e agora, o treinador tem que se decidir se vai ficar insistindo com Rafael Marques ou vai manter o esquema vencedor do segundo tempo, agora com Seedorf cada vez mais encaixado no elenco. Não é nada não é nada, são duas vitórias consecutivas no campeonato.

Na quarta-feira, vem aí o Palmeiras para a continuidade do brasileirão. Os três pontos se tornam uma obrigação para fazer o time subir mais na tabela.


- Lodeiro vem aí, provavelmente até mesmo para esta semana que entra. O toque de bola so tem a ganhar.

- Mas não podemos esquecer que o Sr. Oswaldo mandou 5 atacantes embora desde a sua chegada e como solução, improvisou o Elkeson e trouxe o Rafael Marques.

- Seedorf finalmente fez a sua estreia. Que venha o Palmeiras. Acredito em mais um gol da lenda na próxima quarta-feira.

- Botafogo disputa contra o Penharol, vaga nas finais do futebol de 7 neste sábado.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG