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4 de mar. de 2023

VIRADA DE CHAVE - VOLTAMOS AO CARIOCA

 Botafogo 2 x 0 Resende
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PRÉ JOGO

- Notícias

- Hoje
  

CONTRATAÇÕES

- O lateral Di Plácido já está regularizado, mas ainda não poderá fazer a sua estreia neste jogo.

- Escalação: 
 

E o time titular jogou com:



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O JOGO -

Eu poderia parafrasear o Sílvio Santos e dizer "Não vi e não gostei". Mas apesar dos contratempos, um atraso em compromisso para pegar o início do jogo e uma falta de luz no meio, eu prefiro dizer "Enfrentamos o fortíssimo Resende, superamos as dificuldades das partidas anteriores e vencemos com qualidade". Sim, contém ironia.

O time começou com freio de mão puxado, muito pela atuação do Gabriel Pires no meio. E nem as boas atuações de Tche Tchê, sempre ele, e do jovem JP, que mostrou o suficiente para merecer ser mais visto, destravavam o jogo. Na frente um Mateus Nascimento claudicante não dava segurança.

Felizmente nossa jovem eterna futura promessa fez jogada de craque, dando drible de letra e passe de calcanhar para o "interessante" mas "irregular" Carlos Alberto abrir o placar.

Com tranquilidade, e a entrada de Lucas Fernandes, que mudou o panorama do nosso meio campo, logo aumentamos o placar no início do segundo tempo com belo gol do MN9.

Ainda tivemos a entrada de Raí, que timidamente mostrou alguma qualidade, e Luis Henrique, que finalmente jogou bem e inclusive articulou bela jogada com Matheus Nascimento, que terminou com toque do LH por cobertura no travessão. Mantivemos o controle do jogo, garantindo o 2 a 0 e os 3 pontos.

Do meu ponto de vista, se o jogo de hoje mostrou alguma evolução é algo totalmente aleatório. O time ainda deve muito em termos de padrão de jogo, apesar de termos algumas peças muito boas no elenco.

Abraços.

1 de fev. de 2019

TIME RECEBE O RESENDE EM BUSCA DE REABILITAÇÃO

MAS PERDE OUTRA VEZ




Resende 1x0 Botafogo. Sim, passando mal, com uma recaída de gripe muito forte que já está na quarta vez, fui ao nosso estádio acompanhar esta complicada caminhada do nosso clube. Aqui no trabalho, um amigo alvinegro veio com a seguinte afirmativa - "você é um herói, Marcos".

Não, não sou um herói de nada. Sou apenas um alvinegro doente (não fanático - apenas apaixonado pelo clube) que deu de cara com um elenco que alinhava Gérson, Jairzinho, P. C. Caju, Carlos Roberto e várias outras lendas da era de ouro, logo na minha chegada ao Rio, num 4x0 mágico em cima do Vasco (o jogo decisivo do carioca de 1968)

Dali, vi todas as derrocadas mas acompanhei também aquilo que a Jovem canta nas arquibancadas como "momentos ruins eu já vivi, mas nunca parei de cantar".

Este elenco de hoje não é inferior ao do ano passado. Não é mesmo. Gabriel não deixa termos muitas saudades do Igor e quanto ao Matheus, era sim contestado mas muito valioso para o elenco, mas o Alex Santana vem dando conta do recado. O problema foi este grupo de times pequenos muito fortes e o desentrosamento total do nosso elenco, aliado à falta hoje sofrida do Leo Valencia. É, ao meu ver, um momento em que as coisas não funcionam. Claro que para funcionarem, teremos que encontrar uma solução para o grande problema chamado Kieza, este sim uma completa nulidade.

Um dado importante, contudo, deve ser observado: a recuperação não pode demorar, pois o nervosismo da má fase arrasta sempre os que resolvem jogos para o fosso das jogadas erradas e das vaias da torcida. Coloquemos neste quesito o Luis Fernando e o Erick, já começando a errar mais do que é esperado deles.

Vamos pegar o Boavista no domingo como um simples amistoso e na outra quarta, que recebamos os argentinos do D & J com uma boa vitória.

2 de abr. de 2017

INDO PARA DECISÃO

UM JOGO - DUAS VISÕES

BOTAFOGO 3 X 2 RESENDE


Os gols do jogo - Botafogo TV (o melhor ângulo do golaço de bicicleta do Sassá)

Fomos a campo hoje como favoritos, para encerrar a fase classificatória da Taça Rio, e mergulhar no processo de decisão estranho: que time usar daqui para frente no estadual?

Este jogo fomos a campo com Gatito, Marcinho, Renan Fonseca, Emerson, Vitor Luiz; Bruno Silva, Lindoso, Camilo, Montillo; Pimpão e Roger. Dava para o gasto.

Começamos dominando, girando a bola, e chegando ao gol com certa facilidade. Mas uma certa displicência, provavelmente pela falta de foco na competição, fazia com que os erros nos últimos passes não permitissem o gol.

E de bolas alçadas, chutes mixurucas, escanteios repetidos, finalmente numa cabeçada desviada por Lindoso, saiu nosso gol.

Se o time estava acomodado, mais ainda ficou. Antes disso, vimos mais uma vez a maldição da lateral direita nos atacar, com Marcinho saindo com uma contusão aparentemente séria, em um lance relativamente bobo, onde travou o pé no chão e teve talvez uma entorse de joelho. Entrou no seu lugar Fernandes, que soube ocupar o espaço na lateral com dignidade. Que Luiz Ricardo e Marcelo possam voltar logo!

No segundo tempo, mais acomodados, vimos a vontade do adversário crescer, inclusive com a complacência da arbitragem, que deixava as faltas deles rolarem soltas, e só puxava cartão para nosso jogadores, quando assim era exigido pelo adversário. E não deu outra, chegaram ao empate.

Com placar adverso, Jair partiu para tirar Camilo, totalmente apagado em campo mais uma vez, e colocar Guilherme, que nos ofereceu mais velocidade. Logo depois tirou o nosso pivô Roger, totalmente improdutivo e sem faro de gol, e colocou Sassá.

O jogo mudou de panorama, a cera comeu solta por parte deles, e voltamos à pressão. Em pouco tempo conseguimos um penalty e com a cobrança do Sassá voltamos à frente no placar.

Logo em seguida, em belo contra-ataque, a bola chegou no feitio para Sassá, e aí...


Mais uma bicicleta para nosso coleção ciclística. Golaço que quero ver de novo!!!

Resende ainda tentou fazer onda, arrumou um gol em um escanteio, mais uma vez eu reputo a acomodação, mas não tinha time, e nem torcida, para colocar pressão.

Agora vem a decisão da Taça Rio e depois do Estadual. Tudo isso com nossos jogos da Libertadores, na Colômbia e no Equador, entremeando. Não dá para imaginar nenhum time diferente do reserva, com Renan Fonseca, Leandrinho, Dudu Cearense, Gilson, Joel, etc. para os jogos do Carioca. E o curioso: Flamengo e Fluminense estarão em situação parecida, com Fluminense na Copa do Brasil. Sem problemas o Vasco buscar o tri deles, não fará diferença.

Cumprimos nossa missão nesta competição. Agora deixem nossos reservas tentarem mostrar alguma coisa.

Abraços
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Olá amigos alvinegros.

Num texto muito bem produzido, acerca do nosso jogo passado, Henrique fez a indagação que vários fazem nos dias de hoje: para que servia mesmo o campeonato carioca? Pois bem, vou de novo seguir por esta via.
Inicialmente, claro, quero falar do que vimos ontem no Nilton Santos: nosso time burocrático, com todos tirando o pé das divididas para não correrem o risco de ficar de fora dos jogos da Libertadores mas ainda assim, um time extremamente eficaz após a entrada do Sassá. Como anda jogando o garoto. E que belíssimo gol. Acho que vamos transformar o estádio num velódromo e partir para outra atividade (ciclismo contra o relógio, velocidade, etc.). Nota de destaque também para o Bruno Silva, que com o sumiço do futebol do Camilo e sem Airton (e com Montillo ainda por recobrar a forma ou o futebol), assumiu ares de comandante da meiuca.

Mas vamos bater de novo na tecla do cada vez mais esquisito campeonato carioca. Vejam amigos: o Botafogo vai jogar no domingo contra o Fluminense, pela semifinal da Taça Rio. Depois teremos uma viagem na qual ficaremos 20 dias fora do país, por conta dos dois jogos da Libertadores.

Tem-se, no regulamento do torneio daqui, que se perdermos a Taça Rio, ainda assim estaremos nas finais do campeonato carioca. Insólito, porém está escrito. Não seria demais então, querer que Jair não arrisque o elenco principal e vá decidir a Taça Rio com um misto, uma vez que decisões são decisões, atletas podem se machucar como ocorreu com o principal atleta do nosso adversário próximo e assim, como enfrentar duas pedreiras fora do país sem os principais jogadores à disposição?

É para refletir.

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15 de mar. de 2015

BOTAFOGO X RESENDE - AINDA FALTA


BOTAFOGO 3 X 0 RESENDE

Vencemos mais uma, com outro 3 a 0. Melhor ataque da competição, 4 pontos de vantagem para o quinto colocado, e tudo encaminhado para firmarmos o G4 e pegarmos vaga nas semifinais.

Mas ainda falta alguma coisa. Um primeiro tempo sem fazer gols, várias chances desperdiçadas por Tássio e Diego Jardel, muita lentidão na transição defesa-ataque, alguns espaços deixados nas costas da marcação, que obrigaram Jefferson a grandes defesas.

Mas no segundo tempo os gols saíram, com Tássio, Jobson e o retorno do Pimpão, que voltando de contusão jogou só os minutos finais, mas com tempo suficiente para marcar.

Vamos aguardar, pois na próxima rodada, só no fim de semana que vem, teremos mais opções, com o próprio Pimpão, talvez Bill, e o principal, um desfalque sério: Jefferson na seleção. Não creio que nosso goleirão fará tanta falta no jogo contra Cabofriense, mas contra o Vasco pode ser que sim. Que estas duas partidas sirvam para dar ritmo ao Renan.

Abraços.



Olá amigos alvinegros.

Ontem, todos os mais de 4 mil apaixonados que foram ao Engenhão, entre os quais me incluo (e, finalmente, comprei aquela camisa preta com dourado, linda, já com preço bem aquém do 'roubão' que é dar quase 200 reais por uma camiseta), chegaram (amos) ao final da nossa conclusão sobre 2015 e ela é, para mim, imutável - temos time, apenas esperando mais uns dois homens de ligação, para adversários estilo Bahia, Náutico, Payssandu e os demais disputantes da série B mas não temos que nos iludir com Copa do Brasil ou com jogos, neste torneio, contra os elencos de primeira montados por Atlético, Cruzeiro, Corinthians ou até mesmo este Flu da "Fred-dependência".



Este jogo nos mostrou isso claramente, mormente por dois fatores. O primeiro, o fator 'Tássio', que no primeiro tempo deu bem o tom do que seria este grandalhão entrando em defesas bem preparadas e dos times de ponta já acima mencionados. Nos faria lembrar do antigo Chicão, aquele de 1992, e isto em menor escala. É eficiente mas seria sim um cara decisivo caso o treinador fosse mais observador (ou pelo menos, observador como é, hoje, trabalhador) e criasse jogadas de bolas alçadas na área. Se ele pegasse os bons jogadores que temos de flanco de campo e os colocasse para fazer treinos extras com o grandalhão naquele estilo do antigo Grêmio (Paulo Nunes-Jardel), aí sim poderíamos ter um elenco de segunda mas um time bem competitivo contra os outros 11 grandes. Mas esqueçamos - nosso negócio será mesmo visitar Natal, Recife, Salvador e o interior do sul do país.



E o segundo foi o fator trabalho, aliado aos 3 bons jogadores que temos. Temos um Jefferson inigualável, que ontem, sozinho, nos permitiu sair com zero na defesa e na linha, temos dois atletas muito competentes, um deles, Jobson, do qual não se sabe o que esperar por não ter feito até hoje, na carreira profissional, uma temporada inteira mas que ainda assim, vai ser cada vez mais decisivo enquanto não pensar em besteiras. Já do outro, este notável Gabriel, está enchendo os olhos de quem acompanha a carreira dos meninos vindos da base. Ontem, este candidato a craque viu subir e descer à sua frente uma daquelas bolas que até gente muito qualificada não consegue matar, luta para dominar e às vezes, não evita que a redonda bata na canela e saia para o lado. Pois ele mediu a distância da bola, ao melhor estilo dos craques, percebeu a velocidade e com o seu cálculo correto, deu uma amortecida na 'criança' que me fez comemorar no estádio como se fosse um gol. Eram poucos os craques do passado que matavam uma bola daquela, com adversário chegando e pouco espaço na lateral do campo. É muito bom este Gabriel, faltando apenas ter mais atenção na marcação, fator no qual já evoluiu muito.



De resto, o Renê Simões bem poderia nos antecipar uma solução para o meio de campo com o propósito de barrar de vez aquela 'lady' da 10, o tal do Diego Jardel, jogador lento, lerdo, molenga e que em jogos escamados, vai entregar a rapadura. Não me critiquem ainda mas este cara é mesmo o novo Lúcio Flávio, só que canhoto. No fim, foi o que temos visto neste campeonato - um time grande com um elenco de pequeno mas com 3 jogadores capazes de mudar o rumo das coisas,  o que os pequenos não têm, acaba vencendo sempre. Contra os grandes é que vai residir o perigo.


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18 de jan. de 2014

AGORA É PRA VALER - COMEÇA O ANO PRO TIME B

CARIOCA COMEÇANDO 
BOTAFOGO 1 X 1 RESENDE

TORCIDA ANSIOSA E TAMBÉM TREINANDO



E vários jogadores a serem observados. Hoje, que precisam mostrar logo bom futebol, teremos Renan, Lucas, Renato, Gegê e Daniel.



Empatamos.

Indo direto ao ponto. Não foi uma boa partida, de nenhum dos lados. Tomamos um gol aos 2 minutos numa falha de marcação entre volante, Rodrigo Souto e Gabriel, e zagueiros, Dória e Dankler. 

Dória e Gabriel seguiram confirmando a condição de titulares, mesmo não tendo rendido junto com um time que também não rendeu.

Dos 5+1 (os que citei no início + Dankler) a serem seriamente observados, Lucas brilhou. Mostrou vontade, defendeu, apoiou e fez a assistência que rendeu o gol do empate. Bola na área que Renato só precisou empurrar.

Renato fez o gol, deu uma excelente cabeceada, e conduziu o meio, mas foi discreto demais para o que pode render (e pro salário que recebe). Uma pena, pois caberia a ele a responsabilidade de acalmar a garotada e empurrá-los pro jogo.




Daniel foi tímido. Sentiu a estreia, fez algumas boas jogadas, mostrou lucidez, mas não brilhou. No final, na entrevista, deixou claro toda emoção e timidez pela estreia. Vamos aguardar.

Gegê começou tímido, melhorou no final, mas fez algumas jogadas ruins. Esperava mais. Dankler foi semelhante, com algumas alternâncias, mas no geral se saiu bem. Ambos com mais ritmo podem sim encorpar o elenco da Libertadores.

Por último Renan. Não chegou a falhar no gol do Resende, não cometeu grandes erros e nem fez grandes defesas. No começo passou uma certa insegurança, mas foi ficando seguro. Precisa ganhar esta confiança para estar 100% pronto para substituir Jefferson quando necessário.

Os demais? Não entendi a contratação do Rodrigo Souto. Lima não rendeu nada mais uma vez. Henrique se mostrou em um bom dia, quando consegue alguma movimentação, alguns chutes e nenhum gol. Imagina num dia ruim...

No segundo tempo entrou Octávio no lugar do Daniel, e apesar da experiência a mais parecia que a ansiedade era maior ainda. Não rendeu.

Entrou Airton no lugar do Lucas, assumiu bem a função de volante, e Gabriel foi pra lateral direita. Cabe observar o Airton, achei que entrou com bastante vontade.

E no final Sassá entrou no lugar do Henrique. Fiquei sem saber se a troca foi 6 por meia dúzia ou se faltou tempo pro Sassá.

Pro Carioca? Vamos ver Renan Lemos e o tal dos gêmeos, pois duvido que Lima emplaque. No ataque acho que vamos ter que colocar Elias, então que Ferreyra se firme no time titular, e que Zeballos venha logo.

De resto é este time pra tentar ficar entre os 4 no Carioca e pegar vaga nas semi-finais. Não devemos planejar nada além disso, pois nosso foco está no dia 29 de janeiro.

Abraços.



Posso dizer sim que assisti a este jogo ou, pelo menos, àquilo que acabou me dando a idéia exata do que foi o Botafogo hoje nesta estréia, com um time que sequer pode ser chamado de misto já que, mesmo contando com Gabriel, Dória e Renato, trazia também na escalação gente já testada e não aprovada como Lima, novatos duvidosos como Rodrigo Souto e garotos ainda inseguros, os quais não temos certeza ainda se serão ou não boas apostas (Gegê como exemplo). Tínhamos até o eficiente Lucas, mas um jogador experiente voltando de cirurgia como ele voltou jamais vai fazer seu primeiro jogo de maneira efetiva, mostrando realmente do que é capaz.

Assisti sim ao jogo, ou seja, parte dele. Só pude ver o primeiro tempo já que tinha compromisso muito importante depois das 8 da noite e assim, fiquei no tal evento ligado no celular e ouvindo, pela transmissão do outro jogo, as notícias do nosso. Mas, como eu disse no início da postagem, me parece mesmo que aqueles 45 minutos iniciais me deram sim a noção exata do que foi o Botafogo nesta partida.

Desentrosado, sem o mesmo pique do adversário (os pequenos sempre fazem 4 a 5 rodadas do carioca em melhor forma física, por vezes com superioridade tática) e com as citadas dúvidas de elenco, até que vi o Botafogo se sair bem das situações de sufôco impostas pelo adversário. Os próprios gols já mostraram isso, já que fomos surpreendidos logo de início mas conseguimos equilibrar as ações e achar o nosso empate. Não há mais muito o que falar então sobre este time estranho, a não ser que a equipe titular (a da Libertadores) vai ter que vir, talvez já na próxima partida, a fim de garantir os 3 pontos necessários para que não fiquemos em desvantagem na parte final do campeonato (o mata-mata). Vamos aguardar a semana e a próxima partida então, pois avaliar tantos jogadores jovens e outros estreantes não é tarefa simples para quem atuou em um jogo apenas.

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7 de fev. de 2013

COM PASSOS DE FORMIGA E SEM VONTADE

BOTAFOGO 4 X 2 RESENDE



E assim caminha o Botafogo, na liderança, rumo às semifinais.

Mais um vez o time começou sonolento, ameaçou, virou a bola pra um lado e pro outro, tomou uns sufocos, e levou um gol...

Foi uma falha geral da defesa, inclusive do Jefferson, pois a bola não passou tão longe. E o time continuou sem vontade, apesar de tocar melhor e continuar conseguindo alguns chutes de fora.

Em mais uma jogada um tento despretensiosa do Resende, o Bolívar se embolou com o atacante deles na nossa área e pênalti marcado. Olhando o replay, pênalti idiota. Não foi bem cobrado, mas  o atacante esperou Jefferson cair, e a bola entrou no meio do gol. 2 a 0 Resende. E o Botafogo parecia cada vez mais entregue.

O nipônico esquema 4-1-4-1 do Oswaldo não funcionava. Rendia alguns chutes, mas o bom goleiro do Resende agarrava com segurança. Até que já perto do fim do primeiro tempo Vitinho enfiou uma bola no meio, perfeita. Nem precisei ver o chute, quando Seedorf matou a bola com perfeição eu já sabia que era gol. Primeiro chute do nosso craque, e a bola estava lá no fundo das redes.


Lancenet:"Seedorf comandou o Botafogo mais uma vez"

E assim terminou o primeiro tempo. Mas foi um gol providencial, já sabíamos que o segundo tempo prometia emoções e que podíamos empatar, e tranquilamente virar o placar. Bastava um pouco de vontade.

Fim do intervalo e um susto: Mattos não retornou, com uma torção no tornozelo. Em seu lugar Júlio César, que eu conhecia como lateral. Não entendi a substituição do Oswaldo, mas ela de fato funcionou. Júlio César foi eficiente, e o time continuou melhorando. 

Nem precisou muito, com 2 minutos, se muito, do segundo tempo, Seedorf providencialmente furou um voleio e a bola sobrou para Márcio Azevedo, que cortou e acertou o chute. Jogo empatado em 2 a 2. Parecia questão de tempo virar.

Mas o time pareceu perder um pouco da vontade, mesmo continuando o domínio. Seedorf, sempre ele, seguiu como maestro, comandando o time. Num chutão pra frente da defesa, ele disputou com o zagueiro, e no bate-rebate conseguiu matar a bola e dar uma caneta, para imediatamente enfiar a bola do outro lado para o Cidinho, que matou abrindo, foi marcado, mas girou de volta para o meio e chutou sem defesa para o goleiro no outro canto. Virada quase espetacular.

Daí pra frente a vontade diminuiu mais, e Seedorf brilhou mais ainda, dando show em cima de show, inclusive num belo corte nos zagueiros e chute buscando o ângulo, que forçou Mauro, o goleiro do Resende, a fazer uma linda defesa de mãos trocadas.

Com o domínio e o cansaço, Oswaldo tirou Cidinho e colocou Jadson, voltando o time ao seguro 4-2-3-1, uma vez que estávamos com vantagem no placar.

E o show de Seedorf continuou. Sassá fez o quarto, para fechar o placar, mas no final nosso craque da 10 ainda fez duas jogadas maravilhosas. Primeiro, em lindo passe para jogada em profundidade de Lucas, que tocou para trás, mas Vitinho chutou por cima. Segundo, no lance final, recebendo bela virada de bola, matou no peito fazendo passe preciso, deixando a bola nos pés de nosso atacante. Vou ser sincero, a jogada foi tão inusitada, tão bela, tão magistral, que nem deu pra ver quem chutou a bola nas mãos do goleiro ou ficar com raiva pelo gol perdido.

Seedorf está sobrando. Mas a garra neste time do OO ainda não apareceu. Acho que as palavras dele no vestiário não convenceram ninguém.




BOTAFOGO VIRA-VIRA

1 – A apatia do primeiro tempo


2 – Seedorf.


Olá amigos, acabo de chegar do jogo, claro que com tempo para um banho e uma boa refeição, e pretendo ser suscinto em relação ao que vou falar desta partida. Assim, ouvindo o que disse agora há pouco o Felipe Cardoso na Rádio Globo, comentarista do qual discordo quase sempre, vou sair deste antagonismo platônico que guardo com este profissional do rádio, para usar duas de suas impressões acerca do jogo e lhes dizer exatamente o que se passou hoje.

- A apatia_um time que começa um ano com o planejamento que o nosso começou, não pode de jeito nenhum jogar daquela forma apática como jogamos toda a primeira etapa. A vergonha foi tanta que até Vitinho, um moleque bom de bola que só, mas já com aquela ‘fominhagem’ do Caio cai-cai prendedor de bolas, vendo que as coisas iriam desabar no intervalo, não prendeu a bola, desenrolou o lance, tocou com maestria para Seedorf que por sua vez fez o que sabe, ou seja, um belo gol. Mas a verdade é que ninguém jogou nada nos primeiros 45 minutos. Poderíamos tranquilamente ter tomado o terceiro gol numa bola em que Jefferson foi encoberto pelo jogador adversário.

- Seedorf_eis meus amigos, mais uma lenda a vestir a camisa alvinegra e esta aí, passando direto pelo Túlio dos anos 90, faz um link direto entre os nossos gênios dos anos 70 e os dias atuais. Quando o time tomou jeito (e vergonha na cara) na segunda etapa, Seedorf fez de tudo: driblou, pegou bola de contraataque, defendeu, lançou (e como lança este Gérson negro) e quase marcou o segundo, que seria um golaço digno da sua história. Os lances abaixo mostram como foi este recital do holandês de ouro. Hoje, podemos dizer que para a maioria dos nossos jogos nós temos time; para aqueles jogos em que estamos mal, temos o Seedorf: não podemos sair de General Severiano sem ele.

O show de genialidade de Seedorf no Engenhão – Lancenet


ALGUMAS ATUAÇÕES.

Fellype Gabriel – o burocrático de sempre.

Márcio Azevedo e Lucas – foram os “não” laterais da primeira etapa que pareceram ter tomado bronca no vestiário. Se viraram na segunda etapa e honraram o salário.

Vitinho – excelente, mas precisa ser orientado a tocar mais a bola. Prende as jogadas inutilmente e assim, várias situações que poderiam resultar em bolas na área acabam se perdendo, deixando ainda o time sob o risco de contraataques.

Cidinho – tomara que, com o gol, recupere a confiança. Não tenho muita certeza disto.

Bolívar – eu já disse antes: não é mais aquele xerifão de antes. Precisamos proteger a zaga como fazia Parreira naquela seleção de 94, pois com A. Carlos ao lado dele, ficamos com dois pesadões a disputar bolas com os cada vez mais rápidos atacantes que andam surgindo por aí.

Sassá – tem estrela e pode até barrar Bruno Mendes nesta fase ruim do nosso 7.

Julio Cesar – com as várias contratações para laterais, tem sido treinado na posição de volante e hoje deu outra mobilidade àquele setor quando entrou, no segundo tempo. Foi uma espécie de sub Seedorf a distribuir bolas e, quando preciso, a matar as tentativas de jogadas do adversário.

Os gols de Botafogo 4x2 Resende – Lancenet

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22 de jan. de 2012

BOTAFOGO CUMPRE A PRIMEIRA ETAPA - 3 A 1 NO RESENDE



BOTAFOGO VENCE O RESENDE.

Fogão estréia no cariocão/2012 contra o Resende com vitória de 3 a 1. Poderia ter sido placar maior, tal o domínio no primeiro tempo. Duas bolas na trave, penalti perdido.


Mas como falei, o que interessa são os 3 pontos, ter cumprido a tarefa, ter mostrado consistência e possibilidades de melhoras. Não vou me entusiasmar, nem execrar nenhum dos erros.


Loco fez 2 gols, Maicosuel 1

Ainda precisamos evoluir. Andrezinho estreou bem, e deve ter diminuído as dúvidas da galera sobre o valor contratação dele. Maicosuel começou bem, fez o seu gol, mas ainda acho que pode evoluir bastante. Márcio Azevedo repetiu a boa primeira partida da temporada, mas mantenho pé atrás, até por conta de umas vaciladas. Felipe Menezes entrou lento no lugar do Andrezinho.


Elkeson foi a bola fora. Não acompanhou o ritmo dos demais e iniciou o ano no nível que encerrou o ano passado. Foi substituído pelo Herrera, que todos sabemos limitado, mas que soube fazer direito aquilo que deve, e passou a ameaçar seriamente a posição do Elkeson. Acho isso bom.


A primeira tarefa está cumprida. Como falei o que quero ver é regularidade. Quero esta atuação, ritmo, e desenvoltura se repetindo, mais umas duas, três, quatro vezes, e aí sim, poderemos dizer que vamos na direção certa. Com isto o Osvaldo de Oliveira também poderá avaliar melhor aonde os reforços são essenciais.


Agora é se preparar para a partida contra o Nova Iguaçu... estaremos atentos no BOTAFOGO ETERNO.


Abraços.






Olá meus amigos.

Após o sufôco para voltar do estádio, aqui estou com minhas impressões sobre o que vi no jogo de hoje. Vi e, pelo menos neste momento, não gostei. Andrezinho jogou bem, Loco fez os gols de sempre e Herrera, quando entrou, jogou com a eficiência de OUTROS ESTADUAIS. Mas o que vi mesmo foi um time com vários atletas sem condições de vestir nossa camisa, seja por deficiência mesmo, seja por não conseguirem readquirir uma forma que parece cada vez mais longe.

Nos momentos em que precisou, o Botafogo apertou e fez os gols que tinha que fazer, vez que vencer era obrigação máxima (eu falei disto na postagem da chamada para o jogo). O problema vai ser, nas fases mais agudas das competições, achar que Andrezinho será mesmo o organizador do nosso meio de campo. Acreditem que, o dia em que o adversário vier preparado para marcá-lo com mais firmeza (marcação individual), ele vai sumir em campo. Desculpem se estou parecendo amargo e pessimista, mas era jogo para, com nosso time praticamente completo, sairmos com um 5x0, 6x0, mas dificuldades ocorreram hoje em campo.

Estamos na preocupante situação de termos pelo menos 5 jogadores no time titular sem a menor condição de jogo: Maicosuel, Elkson e Mattos pelo mau momento e Fábio Ferreira e Márcio (cabelo) Azevedo por pura inapetência para resolver as coisas em campo. Não adianta dizer que o cabelo hoje merecia que aquela bola nas duas traves entrasse, pois eu mesmo reclamei da sorte por este lance, mas suas entregadas de bola para os pontas adversários e as bolas que toma nas costas são situações que, criadas em jogo contra Fluminense ou Vasco, nos levarão inapelavelmente à derrota.

Vamos esperar que dos outros três, pelo menos dois deles retomem a antiga forma, vez que se Jobson voltar e jogar bem, ou sai Maicosuel ou então Elkson. É notório o crescimento de jogo do time quando um destes dois é substituído e assim, só nos resta torcer para que o garoto-problema deixe a segunda parte do termo para traz.


Os gols do jogo - Lancenet.



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20 de jan. de 2012

COMEÇA O CARIOCÃO 2012





Arena Stadium Rio, 22 de janeiro de 2012 - Começa o ano para o Botafogo



Olá pessoal. É chegada a hora. Neste domingo, às 19 horas, lugar de alvinegro é no NOSSO ESTÁDIO. Afinal, aquela base do Botafogo que tanto nos deu esperanças no ano passado entra em campo para tentar começar bem esta temporada, fazendo cair no esquecimento os vacilos passados.

O Resende é apenas a primeira pedra no nosso caminho neste 2012 que, acredito, promete boas surpresas. Temos aí ainda a novela Rojas, negociação que nos fez acreditar em início de formação de elenco bem forte, mas isto passa. Vamos por etapas e a primeira a ser ultrapassada é este jogo de domingo. Vencer é mais que obrigação: é meta prioritária para que este novo trabalho possa fluir sem sobressaltos, dando continuidade a uma pré-temporada tão elogiada e de tanta paz. Que venham os bons frutos.

Então alvinegros aqui do Rio, depois de amanhã, façam como o seu amigo Paret, saiam da praia, do restaurante, do shopping e se dirijam ao NOSSO ESTÁDIO, pois como eu já disse em comentário na postagem anterior, nem que o falado fim do mundo marcado para 2012 se iniciasse às 18 horas do domingo, eu deixaria de ir ao jogo.





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3 de abr. de 2011

BOTAFOGO SÓ EMPATA


Botafogo 1x1 Resende

Amigos. Vamos falar com sinceridade e sem medo de errar: foi o pior início de jogo do Botafogo em muitos anos. Sem medo mesmo de ser injusto, até aos 6 minutos do primeiro tempo já podia estar 1x0 para o adversário. O Botafogo estava tão perdido, que se sofresse uns 2 gols em acertos do ataque adversário, dificilmente se recuperaria, no jogo e no campeonato. Só conseguimos fazer contato com o goleiro adversário aos 7:40 desta etapa, numa bola levantada pelo Herrera tentando sabe-se lá o que.

Fica no crédito do início de trabalho do novo técnico. Afinal de contas, Caio Junior cancelou o recreativo de ontem para ministrar treino tático, o que prova que não fica mesmo muito fácil a equipe assimiliar tudo de uma vez só. E neste pé, o Botafogo chegou apenas duas vezes com perigo no gol adversário neste primeiro tempo, o que combinemos, é muito pouco para um candidato a título. E aos 43 minutos meus caros amigos, quem perdeu o gol mais feito do campeonato foi o Resende, com o Alecsandro (em impedimento) escorregando na frente do gol vazio, sozinho e para nossa sorte, vendo a bola ir pela linha de fundo. Sorte breve pois, na cobrança do escanteio, sofremos o gol que não poderíamos sofrer.

Não foi observado de cara nada de novo nos primeiros minutos do segundo tempo, a equipe entrou sem saber o que fazer com a bola e o adversário, plantado, fazendo a parte do time pequeno que não tem nada a perder. Foi tanto passe errado que por vezes, parecia que o nome ‘Herrera’ (com uma pequena licença poética) foi dado para que ele errasse já com uma justificativa pronta. 12 minutos, nada de o Botafogo se organizar para chegar à área adversária com mais propriedade e assim, o time foi tentando se superar na base da garra até a saída do nosso gol. Até ali, o que se viu não foi organização e sim, muita luta mas com a contraposição de erros que poderiam ser fatais. Felizmente Bruno Tiago entrou com a conhecida movimentação e o Caio, se não ajudou, não comprometeu. A nossa defesa hoje errou tanto nas saídas de bola, que deu gás ao sumido Sérgio Noronha para meter-lhes o malho. O que este já ultrapassado comentarista falou da nossa linha de zagueiros chegou a ser ofensivo, e Marcio Rosário ali, como a querer dar mais voz ao falido opinador. Com o retorno do Antonio Carlos, deixar o Rosário em campo e o Filipe no banco foi brincadeira, hein? O que foi aquilo hoje, meus amigos? A impressão que dava, era que o pífio zagueiro estava ali querendo entregar o jogo.

Ainda bem que brilhou, mais uma vez (a segunda esta semana), a estrela do Antonio Carlos e vimos surgir o gol salvador, pois perdendo esta partida o campeonato carioca já iria (na minha opinião) definitivamente para o brejo.
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- Caio Junior declarou, ao final da partida, estar satisfeito com o Bruno Tiago e com o Somália na direita. Ainda bem.

- Bruno Tiago tem lugar no time, e o Filipe, se não jogar pelo setor do Antonio Carlos, também.

- As reclamações de hoje não se prendem a tática ou forma de jogar. O trabalho vai começar agora, e faltam apenas 2 jogos para terminar o turno. Vamos ver se dá frutos na Copa do Brasil.

- Declaração do momento (21:00) no vestiário, após a partida. Reforços, por enquanto, ainda não virão. Só teremos novos jogadores para o brasileirão.

7 de fev. de 2010

Camisa que tem cheiro de gol!!!


É isso, galera alvinegra. Sem ôba-ôba mas já com uma empolgação que irá junto com o crescimento do time. Só não podemos começar a fazer como alguns apressados, que já iniciam aquela máxima do "deixou chegar, já era". Não é bem assim.

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Agora, se Joel conseguir nestes dias que faltam para a semi, dar um sentido de marcação mais forte a este meio de campo, o time pode começar a fazer resultados mais consistentes.

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Sem empolgação, mas não podemos esquecer também é que “tinha gente aí" que achava que viria um Resendaccio... cácácácácá (uma mariola para quem descobrir de quem FLAlo).

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Incrível.

Fahel tenta um drible na área (rsrsrs... cácácácá). O drible FLAlha (termo colocado aqui em homenagem ao próximo emprego do nadaEL), mas ele retém a bola e a passa para o Lúcio Flraco (outro que vai.... Eles sempre levam alguém... vejam o Gil e o Michael... cácácácá) que cruza para o Loco Abreu, o artilheiro do Brasil.....

É a vida (principalmente no futebol).

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O entrosamento do time, conforme eu já havia presenciado em jogadas com a marca Herrera/Loco Abreu (por FLAvor periferia, copia mas não plagia.....cácácácácá), no estádio ÉdiNósTodos, cês sabem, o Maraca, está começando a dar samba. O gol do Marcelo Ramos prova isto. ACERTA ESSA DEFESA AÍÍÍÍ JOEEEEEEEEL.

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E será que o Abreu enlouqueceu mesmo? Será que ele achava que NUM JOGO SÓ, com 5 gols a menos, passaria o artilheiro do campeonato? .. rsrsrsrsrsrs.

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Calma com o garoto Caio, galera. Não vamos querer que ele se queime como parece ter acontecido com o promissor Gabriel.

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P.S. Este futebol jogado no país atualmente é de nível tão baixo, que Robinho volta, jogando nada (barrado num time médio da Europa) e faz um gol como se estivesse em treino. Rogério Ceni nem dorme num dia destes. Como explicar a si mesmo que só é 1/8 do que pensa? E ainda teve a cara de pau de reclamar do Neymar sobre a paradinha no pênalti, coisa que ele faz à larga.

É isso.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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