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26 de nov. de 2018

A DESPEDIDA DO JEFFERSON

BOTAFOGO x PARANÁ







Melhores momentos – Premiere - Youtube

Não tivemos o Carli, ainda machucado (Marcelo Benevenuto jogou na zaga). Jean também não pôde retornar e no meio, fomos com Lindoso e Bochecha, já que o Matheus estava suspenso. E na parte final, a festa ainda foi coroada com a boa entrada do João Paulo, de volta após a cirurgia. O nosso meia voltou, jogou bem e conseguiu até retomar a consistência da meiuca, que vez ou outra perdia espaços para o já rebaixado (e descompromissado) adversário.

Mas o que importava mesmo nesta partida, além (até muito além, eu diria) do que os 2 gols do Erick, eram as intervenções do Jefferson. Cada uma delas, ovacionada pela galera, fosse uma simples bola atrasada.

Era a festa do Jefferson, o seu jogo, enfim, o momento de despedida gloriosa de um dos nossos maiores jogadores depois da era de ouro. Valeu, Jefferson! Levou um gol (absolutamente indefensável - nem 2 Jeffersons pegariam aquela bola, disse o narrador), participou ativamente do jogo em intervenções ou saídas de bola e no fim, só vai restar mesmo a saudade. Deixou um bom substituto em matéria de segurança no gol.

Domingo o jogo é em BH. Se vencermos o Galo e o Cruzeiro não passar do empate, subimos para o oitavo lugar e o clube fatura mais um din-din da premiação da CBF.

14 de out. de 2015

SOMOS TODOS JEFFERSON

MARCOS PARET




MANIFESTO


SOMOS TODOS JEFFERSON


Jefferson foi barrado em 1912 (ou desde lá).

Naquele ano, o time/clube abandonou a liga principal do futebol carioca em repúdio à suspensão do Alberto de Lamare (este brigou com o Gabriel Carvalho do América no jogo de 1911). Solidário com o seu atleta e com as suas razões, o clube abandonou a Liga principal e passou um ano jogando a Liga secundária (não era acesso, era outra competição).

O Botafogo então já houvera patrocinado a primeira revolução no nosso futebol. Os outros clubes jogavam com jogadores mais velhos, ninguém sabia como trazer os garotos para o time principal: o Botafogo soube, trouxe a meninada e brilhou em 1910. Todos nos copiaram a partir dali mas a inveja, que já vinha lá dos tempos do Remo no século anterior (somos campeões de 3 séculos – únicos no país), veio a reboque.

Levamos um bom tempo até nos reerguermos e quando o fizemos, nos transformamos NO futebol brasileiro. Mandamos nos anos 30 a ponto de não só conquistarmos o tetra (o quarto título, em 1935, reuniu todos os clubes do Rio), como também servirmos de espelho para que um clube do nordeste copiasse, desde o nosso nome ao uniforme e até o estatuto. Mudaram, depois, traços do uniforme nos anos 70 para evitar a comparação excessiva.

Nestes mesmos anos 30 veio mais uma revolução. Fomos A seleção brasileira na Copa de 1934, na Itália. Com a briga da Confederação Brasileira com clubes e Federações estaduais, a entidade decidiu que o país não iria à Copa MAS O BOTAFOGO DISCORDOU.

Para pinçar matérias sobre a epopeia alvinegra de além mar, fui buscar publicações mas, incrível, citam a briga das entidades, Carlito Rocha mas nada de falarem o óbvio: quando a entidade antecessora da CBF desistiu de levar o país à Copa da Itália, O BOTAFOGO FOI CONTRA E DECIDIU QUE O PAÍS IRIA À COPA. A viagem de navio muito longa tirou a forma física dos atletas e fez com que fôssemos eliminados de cara mas SEM O BOTAFOGO, NÃO SERÍAMOS O ÚNICO PAÍS PRESENTE EM TODAS AS COPAS DO MUNDO.

Voltamos e fomos atravessar mais um período inglório, somente aliviado (em parte) pelo título de 1948.

Veio a década de 50 e o famoso complexo de viralatas. Com suas participações apenas figurativas em torneios internacionais, mais a perda da Copa de 50 e uma eliminação traumática em 54, na Suíça, o nosso time passou a ser considerado ‘aquele que jogava com beleza mas sem qualquer objetividade’. No país, ninguém queria saber de sair do seu casulo, todos estavam satisfeitos com seus títulos (por muitas vezes estranhos, contestáveis – vem dessa época o tapetão), mas o Botafogo queria mais.

Em 1956 o clube foi às compras. Depois de trazer do Atlético-MG o ótimo atacante Paulo Valentim, tendo à frente o ainda dirigente João Saldanha, fomos às Laranjeiras e de lá não saímos sem o passe da futura lenda do futebol mundial: Didi. Era empolgante como o Saldanha contava um lance bem engraçado da saga para se tirar o ainda obscuro (em matéria de fama) meio campista do Fluminense. Segundo João, com todo o dinheiro já entregue, um dirigente tricolor reclamou que faltava um valor, uma coisa irrisória para o montante envolvido (algo como uma moeda de R$0,50 neste 2015). Nas palavras do Saldanha, o dirigente tricolor recebeu a mala com o dinheiro, contou e depois rosnou "o passe do jogador é tantos mil, não sei quantos Cruzeiros e cinquenta centavos e faltam os cinquenta centavos". Um dos nossos diretores então fez correr sobre a mesa a dita moeda e o Didi saiu do ostracismo para a glória.

Em 1957, com Saldanha como técnico, vencemos a final das finais, sapecando 6x2 do Fluminense, até então o time a ser batido. O título carioca de 1957 ficou conhecido como supercampeonato, pela forma de disputa. Saímos dali para fazer a história do país nas copas de 58 e 62, (nesta última, com 5 titulares absolutos entre os bi-campeões). O Botafogo foi protagonista, em 1962, do seguinte feito – CONQUISTOU 120 HONRARIAS, entre taças, medalhas e premiações similares, um recorde jamais alcançado por nenhuma agremiação esportiva no mundo: 120 premiações em um só ano. Foi campeão em sequência em atletismo, basquete, vôlei, futebol em várias categorias, natação, esgrima, O DIABO.

Numa época em que o esporte aéreo (aeromodelismo) era praticado e era popular, ganhamos, naquele mágico 1962, um título que nenhum clube possui até hoje – campeão de terra, mar e ar em um só ano. O Comitê Olímpico Internacional entregou uma flâmula comemorativa do feito ao clube.

Veio a copa de 1970 (a Copa das Copas) e tínhamos 8 atletas entre os 22 convocados.

Vieram com isto, da nossa parte, a acomodação, uma perigosíssima certeza de que os títulos eram tido como certos e o pior, a soberba. Da parte da periferia do futebol sobrava a inveja, o ódio e um juiz que, em 1971, no apito final, nos tirou o título do carioca para entregá-lo ao Fluminense. Juntadas todas as mazelas citadas acima, fomos à lona e por uma conjunção de fatores, até hoje tentamos nos reerguer, claro, sem nunca deixarmos de ser grandes. Não alcançamos ainda, neste 2015, o nosso lugar de volta no olimpo do futebol mas como gigante, temos, mesmo sem nenhum período de estabilidade maior que 1 ou 2 anos, um sulamericano, um brasileirão, uma Taça Tereza Herrera (vencemos a poderosa Juventus na final), mais um Rio-São Paulo, o quarto (vencemos o S. Paulo no primeiro jogo da final lá mesmo) e, ainda, detonado que foi pela inveja e pelo medo que têm de nós, um projeto de time de sonhos em 2007, que jogou por música e encantou o país.

A história não pode ser contada senão desta maneira. Quem não concordar que pesquise.

SOMOS TODOS JEFFERSON

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31 de mar. de 2015

JEFFERSON DRIBLADOR



Goleiro-espetáculo


Parece que não faltava mais nada. Como se não bastasse ter o maior número de convocados entre todos os clubes brasileiros para Copas do Mundo, ou então ter dado três Copas do Mundo ao país (em duas delas, sendo protagonista absoluto), ou ainda ter o maior número de atletas convocados para a seleção brasileira, agora temos também um titular absoluto com jeito de atleta-superstar.

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2 de fev. de 2015

HUMILHANDO COM HUMILDADE

JEFFERSON DÁ CANETA EM ADVERSÁRIO NA ÁREA



Em futebol, humilhação é isso aí.
Na bola, ninguém desrespeita ninguém

No jogo da estréia do time contra o Boavista, em São Januário, ao receber bola recuada, Jefferson dá uma caneta no adversário em vez do drible convencional. Quem sabe, sabe!

Lancenet

2 de jan. de 2015

FELIZ ANIVERSÁRIO


Hoje nosso paredão está completando 32 anos! O BLOG não poderia deixar passar a data, inclusive por conta de toda situação em torno do nome dele nos últimos anos e meses.

Nosso goleirão, atual titular da seleção, ainda não está confirmado no elenco de 2015. Há pendências, mas por tudo que estamos vendo do que ocorre no clube, não há como ter dúvidas de que ele está fazendo um esforço para ficar.

Sem saber da data, aniversário no segundo dia do ano, eu de última hora decidi mudar e usar algo diferente na virada do ano. Também decidimos de última hora ir para Copacabana, algo que não fazia a décadas, e em vez do branco resolvi usar um verde esperança, e dentre algumas opções de camisas verde escolhi uma igual a desta imagem abaixo, parte do meu guarda-roupa botafoguense:


Espero que ele tenha sucesso neste ano e nos próximos. Mesmo que saia do clube, a imagem dele sempre estará vinculada à do Botafogo, e isto é bom. E ele sempre estará no coração da torcida.

Parabéns.



Mudando de assunto, apesar da temporada, ou pré-temporada, do nosso time principal só se iniciar no dia 11, se não me engano, amanhã inicia-se a Copa São Paulo de Futebol Junior, a Copinha. Nossa primeira partida será somente no dia 04/01, contra o XV de Piracicaba, e é um bom momento para vermos a nova garotada que chega ao clube, e que pode chegar ao final do ano já fazendo algumas participações na equipe principal. Alguns canais de esportes costumam transmitir jogos, e tentarei manter o BLOG atualizado com notícias da competição.

Acho que não devemos criar grandes expectativas em relação a resultados, pois será uma nova equipe, em vista das diversas promoções de jogadores aos profissionais recentemente feita. Seguindo a tradição, devemos jogar a Copinha com um time próximo da idade mínima, quando boa parte das equipes entram com jogadores próximos da idade máxima, são 2 ou 3 anos que fazem muita diferença, nesta faixa etária.


Abraços!




8 de jun. de 2014

A COPA NO BRASIL

OS FEIOS QUE 
ME PERDOEM MAS...



...A ARTE, NO FUTEBOL, É FUNDAMENTAL

Estamos no liminar de mais uma copa do mundo. Desta vez, no 'nosso quintal', na 'nossa sala', na 'nossa varanda'.

Muito contestada (até por nós mesmos), muito custosa, muito usada para fins ilícitos (o caso Cuiabá é caso de crime inafiançável contra os cofres públicos) mas na verdade, o que fica mesmo é aquilo que gostamos e debatemos sempre, não só aqui no blog como nos lugares por onde andamos: o futebol.

E aí as perguntas de sempre nos caem sobre a cabeça. Temos seleção? Já é, de cara, uma pergunta aqui para o debate mas a minha opinião pessoal é a de que não temos. Vamos a campo com apenas um fora de série, sim, um garoto que, se entrar em campo e fizer o que sabe, faz a diferença mas aí reside o grande problema: ele mandou ver na Copa das Confederações, sabidamente uma espécie de torneio de preparação para a verdadeira Copa. Agora, todo o peso da responsabilidade recai sobre ele, já que os demais são apenas bons jogadores (para falarmos de nível de seleção). Não sei, portanto, se estaremos preparados para enfrentar times já de há muito montados e com seus elencos muito bem afiados. Imaginar esta nossa seleção batendo de frente com Alemanha, Argentina, Inglaterra e Espanha, esta última, inclusive, que não se deixará (certamente) envolver de novo como o foi no ano passado, será tarefa hercúlea. Até mesmo contra mediano Uruguai teremos que esperar sufôco, jogo pegado e possibilidade de insucesso.

Não estou sendo pessimista. Acho sim que a minha opinião vem calcada numa realidade bem visível, ante o que se percebe na escalação do nosso time. Alguém já escreveu por aí que hoje em dia, já não existem mais brigas na convocação. Aquela coisa de 'leva Romário, deixa Romário', só para ficar num exemplo. A convocação para esta copa foi tranquila, ninguém reclamou a falta de nenhum jogador, não houve debate algum acerca deste assunto. Nosso time completo é praticamente composto de atletas que já não são mais titulares em seus times (a não ser a zaga) e assim, um sucesso só pode ser esperado se jogarem as sonhadas 7 partidas com o mesmo elã daquela final do ano passado, algo difícil de um time manter de forma seguida. De toda sorte, vamos torcer muito, vamos esperar que o fator casa nos seja benéfico e no fim, ainda aguardarmos por uma titularidade do melhor goleiro (o Jefferson), afinal, desejo não só dos alvinegros como também da maioria da nossa torcida (exceto a de mídia).

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7 de mai. de 2014

ÉÉÉ SELEÇÃÃÃÃÃÃOOOOO!


JEFFERSON


Imagem - globoesporte.com

Aí está o 47º atleta alvinegro convocado para uma Copa do Mundo. Motivo de muito orgulho para todos os alvinegros, trata-se de uma marca única no mundo inteiro. Nenhum clube de nenhum país (mesmo naqueles países nos quais se tem apenas dois ou três clubes que cedem atletas para seleções), temos uma marca como essa. A imprensa odeia isso, os torcedores da periferia do futebol não se conformam mas história é história e tem que ser respeitada. Na hierarquia do futebol, chegamos primeiro, com mais competência e está escrito. NINGUÉM CALA! .




ESTÁ AÍ UM CASO QUE SE PODE CHAMAR DE
LEI DE MURPHY AO CONTRÁRIO

Olá amigos alvinegros.

Esta é mais uma daquelas situações nas quais a imagem vale por, se não mil, mas pelo menos um grande número de palavras.

Numa só tela ‘printada’ do Lancenet, vemos que, por motivo de força maior, Lodeiro estará fora dos próximos compromissos e, pasmem, logo após este jogo contra o Criciúma aqui, no sábado, quando iríamos jogar contra os goianos com mando de campo deles e falavam em partida lá em Brasília (terreno bem favorável ao time da capital goiana), eis que surge este verdadeiro presente de páscoa atrasado: O JOGO SERÁ EM JUIZ DE FORA (o link da matéria).

O Goiás, pagando punição, não está podendo fazer jogos no seu estádio e por isso, teria mesmo que jogar em Brasília, como evento-teste para a Copa do Mundo mas com medo de perder em arrecadação (pasmem), preferiu Juiz de Fora, reduto justamente do nosso alvinegro. Bom meus prezados companheiros de arquibancada (eletrônica ou física), não é hora para otimismos exagerados mas também não seria agradável ficarmos aqui em lamúrias, com reclamações sobre isto ou aquilo, quando o que está em jogo é o futuro do time no campeonato e, por tabela, o do próprio clube.

Assim, temos que ir em busca destes 6 pontos custe o que custar. Não estou aqui com dados para conferir os jogos restantes mas me parece que, depois deste embate contra os verdes, sairemos novamente para pegar o Grêmio. Não poderemos chegar neste jogo contra os gaúchos com menos de 5 ou 7 pontos de forma alguma, sob pena de ficarmos marcando passo no campeonato, mesmo que o time consiga subir de produção. Acho que é por aí


MAIS JEFFERSON - CLUBE HOMENAGEIA O CRAQUE




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14 de mai. de 2013

SELEFOGO?

Amigos,





Já passada a "ressaca" de mais um título de Campeão Carioca, Campeão da Taça Guanabara e campeão da Taça Rio, a "cachorrada" ainda de férias, merecidas férias conquistadas em campo, temos que voltar as atenções para o tema da moda: a convocação do Felipão para a Copa das Confederações.



Jefferson, nosso goleirão e capitão, é nosso único convocado. Pode parecer estranho ter só um convocado, mas se considerarmos que os dois principais jogadores do estadual foram Seedorf e Lodeiro a coisa fica mais clara.


Jefferson, após várias convocações com Mano, e uma oportunidade com Felipão, irá para um torneio oficial. Justiça seja feita! Eu, pessoalmente, já estava cansado de vê-lo convocado só para amistosos e muitas vezes para ficar no banco. Quando entrava em campo, arrebentava nas partidas, até pênalti já defendeu, e na convocação para valer era deixado de lado.

Acredito que no goleirão está trilhando o caminho para ser o quadragésimo-oitavo jogador do Botafogo em uma Copa do Mundo.

Mas com só um jogador convocado podemos falar em Selefogo? Claro que não temos nada comparável com 1934, ou mesmo a Selefogo que venceu a Argentina por 4 a 1. Mas devemos lembrar que para amistosos da sub-20 tivemos Gabriel, Vitinho e Dória convocados. Os dois primeiros foram liberados a pedidos, mas nosso jovem zagueiro, que já defendeu a seleção principal no super-clássico, aquele só com jogadores que atuam no Brasil, seguirá com a seleção.



Dependendo da atuação não surpreenderá sem ano que vem se torne o quadragésimo-nono jogador do Botafogo em Copa do Mundo. Para isto, a dificuldade maior é a permanência por aqui até a Copa, pois o assédio europeu está crescendo rápido.



Mas por falar em jogador do Botafogo em Copa do Mundo ainda temos mais um, correndo por fora. Lodeiro pode ser nosso segundo uruguaio numa Copa do Mundo, provavelmente será desfalque do Botafogo com convocação para esta Copa das Confederações, e digo que só corre dois riscos para não ser o quinquagésimo jogador do Botafogo numa Copa - recorde mundial absoluto e inquestionável - que seria também o assédio de clubes europeus até o ano que vem, e o pior, o desempenho errático do Uruguai nestas Eliminatórias.



Depois de tanta comemoração, de tantas férias, de se falar de seleção, Copa do Mundo, Copa das Confederações, em breve deveremos voltar o foco para Copa do Brasil, esta da imagem abaixo e que vamos brigar firme por ela.


 Por enquanto fica só a nota de que podemos ter os desfalques de Fellype Gabriel e Júlio César. Vamos ter que discutir elenco em breve.
 
Abraços! 

Volto com as velhas curtinhas, esta cultural, com imagem. Foi lembrança com a ventania do dia 06 de maio ocorrida aqui no Rio de Janeiro:





Pois é, no início do filme fala-se de uma "civilização que vento levou". Aqui ele levou árvores, fios, telhas, e até laudos fajutos e reputação de prefeito. Mas a cobertura do Engenhão o vento ainda não levou.





26 de jul. de 2010

Botafogo 1x1 Fluminense.


BOTAFOGAÇO - 47 - Agora pode correr atrás, periferia!!!!!
E aí está, com a convocação do nosso Jefferson, o 47º jogador do Fogão na seleção brasileira para efeito de Copas do Mundo. Agora, a periferia insana e sem história vai babar de raiva pela mídia até secar e cair na real.
Em termos de convocações o Botafogo dá de goleada.

Até a chamada do Jefferson, está da seguinte forma:

131 jogadores convocados (contando com o Jefferson).
92 atuaram no time principal.
46 foram a Copas do Mundo.

Quem se habilitar pode "trocar números" aqui conosco (rsrsrsrs).

Dááááááááááá-lhe Foooooogooooooooooo!!!



Opinião sobre o jogo – Fui à Arena Stadium Rio achando até que, por estamos numa entressafra de mudança de time e ser o adversário o tal bicho-papão do campeonato, líder e ganhando de timaços deste ano como Cruzeiro e Santos, perderíamos o jogo. Acontece que o Fluminense parece ter voltado de novo ao imbróglio em que se meteu deste que desmontou o time do tri de 85 e perdeu Washington e Assis, ou seja, medalhões que chegam, se aboletam no time principal e acabam levando a equipe para o limbo. Foi o que se pôde ver hoje com o Belletti chegando para barrar uma provável promessa de craque que vinha dando certo. Agora, terão que ver se o Muricy vai deixar estes decadentes no banco.
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Opinião sobre o alvinegro – Como jogamos bem. A reportagem diz que houve chances de parte a parte e houve sim. Mas o volume de jogo do Botafogo, por diversas vezes no jogo, sufocou o tal líder e isto acabou se vendo de forma mais clara quando empatamos. Eles simplesmente não conseguiam trocar mais dois passes.

Uma pena esta maré, mas tenho a plena certeza de que o time vence no barradão e arranca para sua real posição na tabela, com o elenco que tem (só domingo, teremos Jobson e o Mago em campo, com chances também de jogar o Loco Abreu) e com o bom futebol apresentado hoje e antes ainda, na última quinta. Estar entre os quatro últimos, é estar a um ou dois pontos do meio para cima da tabela. O importante é manter este pique, pois hoje, encurralamos o ex líder e só mesmo a sorte deles para livrá-los da derrota.
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DO PÓS-JOGO

- Tem um vídeo no TV-Lance com reportagem sobre o que será do futebol carioca com o uso do Stadium Rio e o Maraca fechado, com o povo achando bom o acesso sem o carro e ruim com ele. Acontece que as reclamações são da torcida adversária, pois com 23 mil pessoas no estádio não há qualquer dificuldade em estacionar. Que o diga a torcida alvinegra, nos seus públicos acima de quarenta ou trinta mil (ver no menu em "Stadium rio") e que, conhecendo os caminhos, não tem problemas para ir lá de carro. Todos acabarão se acostumando.

- Falar em público, ontem o Botafogo manteve por mais uma rodada a sua alta média de comparecimento, que antes da parada da Copa só perdia para o Pacaembu e o Castelão.

7 de abr. de 2010

Vamos para o título!!!


Olá pessoal. A partir de agora, é contagem regressiva até este 18/4. Vamos empurrar o time para a vitória e para que decida o cariocão direto.

Temos jogadores que podem nos levar à vitória, os que não "gostam" muito de decisão estão barrados e a hora é essa.

Campeão por antecipação, criamos outra pré-temporada para a formação do time para o brasileirão, e já está claro que podemos contar com mais reforços.

Vamos que vamos!!!
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Jefferson - É uma enorme satisfação ver uma notícia como a da renovação do goleiraço. Lembro de tempos ainda recentes, em que jogadores deste nível saiam por falta de planejamento, e sempre ficávamos com as sobras. Daí, os martírios com Julio Cesar e Max, só para citar o exemplo do gol.

Contratações - Aguardemos o fim do cariocão para ver como vai ser a contratação do meia que estão buscando (e que não fiquem na mesmície de Edno/Lucio Flávio mesmo que o primeiro se haja bem). Mais dois jogadores em posições chave, e estamos com time e elenco para o brasileirão. Resultados virão, desde que aguardemos que este elenco amadureça.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG