- A notícia que mais tem chamado a atenção diz respeito à contratação do novo treinador. Contudo, o John Textor pede paciência à torcida para evitar qualquer tipo de erro na escolha.
- Escalação:
O time titular
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OPINIÃO
O resumo dessa ópera bufa de alvinegros relegados ao quinto plano do elenco principal é o seguinte...
Não temos base. Os anos e anos de desmando produziram, até mesmo no tocante a atletas de destaque, gente que nem mesmo consegue se firmar nos seus clubes como jogadores decisivos, vide os casos do Vitinho, do Igor Rabelo e até mesmo do Caio Alexandre.
E vamos penar com isto por mais algum tempo.
Foi o que vi ontem e até mesmo na única vitória neste carioca até agora.
A notícia é essa e já sabemos, desde 2013 (aliás, desde sempre não?), que o caminho a ser percorrido passa sempre pela base... Então amigos, já vamos firmes aí com essa dupla de ouro, o outro garoto de bom da defesa (Emerson), vários deles saindo do banco e segurando a onda e ainda temos aquela tênue esperança de que o Gegê se firme de vez (ele já saiu bastante daquela letargia pós era Seedorf). O caminho é esse e assim é que voltaremos a impor o nosso domínio, como na década de 30 e de 57 a 73
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Entrando em campo invicto e como o melhor clube da elite do futebol brasileiro no ano (entre os 12 grandes), o Botafogo atuou hoje contra o Boavista para cumprir tabela, no fim desta primeira fase do campeonato e com um time de reservas, foi um jogo duro de assistir.
1º TEMPO – UM FESTIVAL DE PASSES ERRADOS
O 11 que entrou em campo sequer poderia ser chamado de time misto: tendo apenas o Jefferson como titular, já que o garoto Ribamar, que também saiu jogando, somente começou a atuar em partidas inteiras há 3 rodadas, fomos com o que tínhamos para mostrar dos atletas que ficam sempre no banco. Foi até compreensível então, sob esta ótica, a profusão de passes errados e jogadas perdidas de um elenco que nunca jogou junto.
O time foi a campo com Jefferson, Diego, Emerson Silva, Renan Fonseca e Jean. Fernandes, Dierson, Gervásio “Yaca” Nunes e Salgueiro e no ataque, Neilton e Ribamar. Ninguém conseguia se destacar no jogo e até alguns atletas que fizeram seu nome no ano passado, como Fernandes e Neilton, sumiram em campo. Aos 12 minutos, Ribamar perdeu um gol feito, cabeceando no canto mas errando muito o alvo. Neilton, durante esta parte do jogo, ficou esquecido na esquerda já que o atleta que vinha tentando alimentar o ataque, Salgueiro, jogava pelo lado oposto. Só que jogava muito mal, errando passes, visivelmente sem ritmo. Lentidão, adversário igualmente sem ofensividade e não querendo arriscar também ele a sua invencibilidade e assim, terminou a primeira etapa na qual Jefferson foi um espactador em campo.
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2º TEMPO – FOI DE DAR SONO
Na segunda etapa o time deu a impressão de que iria entrar partindo para cima, mas os passes não saíam e assim, somente aos 7 minutos, com Jefferson ainda assistindo ao jogo, houve um pênalti no Ribamar cobrado pelo Salgueiro mas como a cobrança foi fraca, o goleiro defendeu. Como o tempo passava e nada acontecia, Ricardo colocou de uma vez só Luis Henrique e Leandrinho, aos 20 minutos, nos lugares de Neilton e Gervásio Nunez . Nada mudou. Aos 30, Salgueiro saiu para a entrada do Lizio. Nada de novo. O o time jogava cada vez pior e a isso ainda começava a se somar a falta de gás, com vários jogadores se mostrando cansados.
O que mais me impressionou neste 11 quase reserva foi ver o Fernandes, aquela jóia da base que tanto nos impressionou no ano passado, hoje atuando muito mal. Foi a sorte dos bons que o premiou com o gol da vitória, como que o acaso querendo acordá-lo ou a dizer-lhe que ele tem talento mas não pode ficar tão descansado como se mostrou neste jogo. Terminamos então esta fase em primeiro, não só no nosso grupo como também no cômputo geral. O presente de grego por esta bela caminhada, porém, será fazer O ÚNICO CLÁSSICO DA ESTRÉIA DA PRÓXIMA FASE. Os outros 2 jogarão contra os pequenos que também se classificaram e haverá até um jogo entre estes pequenos. Haja desorganização!
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Esta sexta-feira ferveu em matéria de notícias sobre estes dois atletas, mormente o primeiro. Quanto ao Daniel Carvalho, o clube resolveu não renovar o contrato e o atleta está livre. Daqui, acho mesmo que ele não aguentaria uma sequência de 10 dos 38 jogos do brasileirão na série A.
Já quanto ao antigo anônimo meia, o atleta e o pai decidiram devolver o dinheiro que o clube havia depositado para exercer o direito à renovação do vínculo mas, coitados, desinformados como vários aí não sabiam que com isso, fizeram o clube economizar os 400 mil e o vínculo acabou por prevalecer, dando ao clube o direito de adquirir mais 20% dos direitos federativos do atleta, perfazendo um total de 70%. Com isto, segundo o departamento jurídico do alvinegro, ele só sai com o pagamento de uma multa de 20 milhões. Vamos aguardar os próximos capítulos desta novela.
O JOGO
BOTAFOGO 0x0 AMÉRICA-MG
Hoje foi dia de nova festa. Foi dia da garotada da base ter a sua tarde de Alemanha (7x1 no Friburguense e a taça do torneio OPG-vídeo abaixo), foi o dia da Maitê no estádio fazendo graça conosco ali no setor leste e, enfim, foi dia dos dois times.
No intervalo do jogo principal, garotada dá a volta olímpica com a taça-Botafogo Eterno
O nosso time, que entrou apenas com Lindoso e Neilton de titulares (fomos com 5 moleques da base) e o deles, que chegou para jogar retrancado e tentar a sorte mas jamais se arriscou além de algumas jogadas de contraataques.
E o zero a zero foi mesmo o placar justo. Para mim, que fui ao estádio apenas querendo que os nossos atletas se portassem em campo com seriedade (e eles o fizeram), foi dia de ficar na arquibancada apenas sentindo a energia. Ali pelos 30 minutos do segundo tempo, a organização do jogo resolveu soltar os fogos previstos, talvez, para o fim do jogo e isto até animou um pouco o time, mas o que deu mesmo foi num imenso grito de alegria dos 16 mil alvinegros que ali estavam.
No fim, ninguém reclamou do jogo, ninguém quis saber se a atuação do time tinha sido convincente, já que o ano terminou e o time agora será outro. De divertido, além do que já citei acima, houve também a trilha sonora bizarra, com o público cantando no início e no fim da partida. .."Arãããoo...vá se f....o Botafogo não precisa de vocêê!". Eu acho mesmo que ele não fará falta, desde que a diretoria não erre nas contratações. E também acho que, apesar de jamais torcer contra, o ostracismo (de novo) será o seu destino. Deixa quieto.
De Luis Henrique, Tomas, Neilson, Fernandes e Helton Leite só posso dizer que constatações definitivas foram feitas hoje. Enquanto o mineiro do Boa Esporte pode sim voltar para a sua terra (que jogador inútil!), os garotos se houveram bem e o goleiro reserva então, teve até uma defesa de Jefferson no fim.
E ainda fomos brindados com uma atuação bela e segura do garoto Emerson, zagueiro que hoje atuou pela esquerda, firme, seguro, tranquilo. Diego, o lateral, também jogou com segurança e o Dierson não deixou a desejar, mesmo com alguns erros de passe no início da partida. Ganhou confiança e com o Lindoso, fez um meio de marcação bem eficiente.
Foi isso. Terminou 2015 (ufa, ufa!). Durante a semana, virei com uma postagem daquele tipo "cabeça fria", já que, finalmente, me veio o discernimento ideal para falar sobre o que achei de tantos jogos instáveis do time.
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Neste momento de indecisões/desilusão/desconforto (mas nunca sem perder a esperança), vamos observando que algo mudou sim no Botafogo e mudou para muito melhor: a nossa base.
Eis que agora, a exemplo do que já ocorrera com o Daniel, trouxemos mais um garoto de muito futuro, desta vez do sul do país: trata-se de Murilo Costa (reportagem aqui), que despontou no Inter mas, em desacordo com o clube gaúcho, aceitou oferta do Botafogo para vir integrar o elenco dos juniores. E é atleta já em condições de vestir a camisa do time principal.
O importante agora é que não se perca o foco nestes garotos e, principalmente, que a nova gestão traga de volta o principal responsável pelo surgimento de tantos garotos no time de cima, o ex coordenador da base Sidney Loureiro. Sem ele sim, podemos voltar aos tempos negros de times de juriores fracos e sem apoio da direção do clube.
E o blog vai, velas ao mar, caminhando, caminhando - só falta mesmo o Botafogo entrar nos eixos para que o espaço aqui fique ainda mais animado.
A postagem do último domingo, a que falou do jogo lá no sul, foi a de número 600 na nossa já longa história neste espaço. Foram 600 inserções de textos, com mais de 14 mil comentários já publicados. Parabéns para aquela galera que faz parte do grupo lá de cima e que venham mais 600 e, claro, combinado com uma boa fase do Glorioso.
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17:40 - Agora vai (ou racha?).
Jobson é reintegrado ao elenco. Só de bad boy agora, já contamos com 3 e dos "bons". Eu, sinceramente, não acredito em nada de bom (para o futebol e até para a vida) que venha dele. Não dá mais, só no Botafogo foram 3 chances jogadas fora. O risco é imenso e o buraco pode ser o fim deste tortuoso caminho de 2014.
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Capa do disco Never Surrender - Triumph
Fonte: Wikipedia
Copyright: Triumph/CBS Records
Amigos,
Hoje faço uma postagem para a garotada. Para começar, nossos garotos do sub-20, que jogam hoje a primeira partida das semifinais da Copa do Brasil sub-20 contra o Criciúma. Jogo terá transmissão pela ESPN Brasil e ocorrerá às 19 horas no estádio Los Larios, em Xerém. Reproduzo abaixo a dica para chegar lá passada pelo nosso colaborador, Gigante:
Do Centro do Rio até o Estádio de Los Larios, em Caxias, são aproximadamente 46 km (48 minutos de carro)
O TRAJETO DE CARRO
1. Pegar a Linha Vermelha e seguir até a altura de Duque de Caxias
2. Pegar a saída em direção à Rodovia Washington Luiz (BR-040), como se fosse seguir para Petrópolis
3. Passar o primeiro pedágio (R$ 7,20 carros e R$ 3,60 motocicletas), e logo à frente fazer o retorno ao Rio
4. Seguir na direção de Xerém, entrar na guarita da entrada do bairro, passar pelo CT do Fluminense até a Praça de Mantiquira
5. Na praça, virar à esquerda no primeiro cruzamento com sinal de trânsito
6. Seguir pela Estrada Rio d’Ouro até o Km 49, onde fica o Estádio de Los Larios Ao lado do estádio, há um estacionamento gratuito
COMO IR DE ÔNIBUS
Pegar o ônibus Central x Xerém (R$ 4,50) no Terminal Américo Fontenelle (atrás da Central do Brasil), e descer na Praça da Mantiquira
Pegar o ônibus Central x Xerém (R$ 4,50) no ponto final do Passeio, e descer na Praça da Mantiquira.
Nossos garotos são valorosos, time jovem, no primeiro ano do sub-20, ou seja, em sua maioria poderiam jogar o mesmo torneio ano que vem de novo. Além disso, estão com vários desfalques. Além do capitão original, Sidney Pages, que levantou a taça na Europa no início do ano, e que só volta ao time para a pré-temporada, segundo ele mesmo me passou pelo twitter, também não teremos, todos em idade para jogar o torneio: Gilberto, Dória, Gegê, Dedé, Renan Lemos, Andrey e Sassá. Imaginem.
Para completar a postagem, um presente para nossa torcedora pé-quente e rockeira. Tiro do fundo do baú uma banda canadense da década de 70/80, pouco conhecida, no estilo "power trio" e que se pode dizer com inspirações do conterrâneo Rush, do Experience de Hendrix e algo de Led Zeppelin.
Fica lá no alto a capa do disco do início da década de 80, que inspira o título desta postagem, e o espírito de luta que vemos nos garotos, que temos nas arquibancadas, e queremos ver sempre em campo. Para curtirem, Triumph, Never Surrender.
O time foi a campo com praticamente todos os jogadores reservas e até jogador que nem no banco figurava fazia tempo. Vitinho, titular eventual, algo como o Caio de 2010 ou o Dimba de 97, também foi poupado, só para se ter uma idéia do 11 que trouxemos para esta partida.
E assim, entrando para o jogo que, mesmo sendo o adversário um time pequeno tratava-se de um pequeno que se inseriu nas semifinais do campeonato, entramos em campo com um meio aonde alinhavam Jadson, Lucas Zen, Jefferson Paulista e Gegê. Era mesmo coisa para se ver e conferir o que podiam fazer estes atletas, esta juventude alvinegra.
Somente aos 11 minutos de partida fomos chutar a gol pela primeira vez com Henrique mas a bola, em boa jogada na qual o 9 poderia tentar algo mais produtivo, foi para fora. O desentrosamento ganhava da técnica e para piorar, na frente, Bruno Mendes continuava inoperante. Num jogo então muito morno e sem lances de perigo para os goleiros, somente o time deles é que foi incomodar na nossa área mas isto já aos 41 minutos. Mas o atacante não marcou, demos o troco e Lucas Zen ficou a caráter para marcar mas a defesa desviou a bola para escanteio. E foi somente o que se viu neste primeiro tempo que mais parecia um sonolento treino de fim de temporada de time sem qualquer aspiração no campeonato.
Os lances e o gol da partida - Lancenet
Na segunda etapa, voltaram os mesmos atletas a campo para mais um tempo em que o que prometiam era o jogo sonolento da primeira fase mas logo aos 2 minutos e meio, numa jogada quase perdida na ponta esquerda, o surpreendente Lima tocou de calcanhar no meio de 2 marcadores e saiu livre na área mas aí, errou a jogada seguinte e chutou em cima do goleiro. Eu falei surpreendente pois no brasileiro passado, ele já fizera uma outra jogada de bastante plasticidade em jogo no Engenhão, jogo este o qual não lembro o adversário. Não demorou então para abrirmos o placar com Bruno Mendes. A jogada foi em cobrança de falta do Jefferson em que o goleiro rebateu, André Bahia perdeu o lance mas Bruno não desperdiçou.
Que bela opção para a bola parada vem a ser o Jefferson galera. Já dera provas disto no campeonato carioca do ano passado e hoje, na primeira chance, não decepcionou. E depois deste gol, como que incentivados pelo bom resultado, os garotos começaram a mostrar o bom futebol que faziam na base. Gegê, Lima e Jefferson, finalmente, deram ao time um jeito de meio de campo de Botafogo e as jogadas de perigo a nosso favor foram surgindo.
Aos 33 minutos desta etapa, Oswaldo tirou Jefferson para colocar outra jóia da base, o Otávio (Sassá já entrara no lugar do Henrique aos 28) só que, neste momento do jogo, quem apertava e ameaçava era o adversário e o empate parecia questão de tempo, já que o atacante deles que estava na reserva entrou e deu outra movimentação ao ataque, envolvendo nossa defesa com deslocamentos rápidos e chegando a colocar uma bola na trave. Aos 43 minutos, Bruno Mendes ainda saiu para dar lugar ao Rodrigo Dantas mas o nosso bloqueio conseguiu segurar o ímpeto deles e fechamos a Taça Rio com 100% de aproveitamento
Agora vem o Resende na semifinal e antes, o Sobradinho na CB. O momento é de concentração total.
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Olá meus caros amigos. Sei que o título já assusta mas infelizmente, é isto mesmo que se deve ter em mente quando vem a indagação sempre corrente de ‘o que é feito com tanto garoto bom de bola da base’?
Sim ilustres alvinegros. O que é feito com os jogadores melhores (muito melhores) do que os bons que sobem para o time principal? Alguém sabe? Alguém pode dizer porquê estamos tão organizados hoje mas não conseguimos trazer mais um Josimar que jogue ao lado de um outro Alemão e ainda encontre um Mendonça no time?
Ou então, porquê o Vasco não consegue mais fazer subirem Pedrinhos, Felipes e Juninhos que lá em cima vão substituir Romário, Dinamite e Mazinho? E o Flamengo, um time que após a nossa derrocada passou a ser o grande criador de talentos, e que substituía Zico, Leandro e Adílio por Mozer, Jorginho e Aldair, que eram substituídos por Juan, Leonardo e Bebeto?
Alguém sabe dizer porquê hoje sobem apenas aqueles bons de bola, ou seja, aqueles que ao menor sinal de descuido no time principal somem e seu futebol é logo misturado a uma insegurança e a um despreparo para segurar a onda quando a coisa pega? Fato este que é perfeitamente superado quando o talento chega ao nível do de um Neymar, um Ganso ou um Lucas (o do São Paulo)?
Será que o país parou de produzir craques mesmo, ou será que algo de podre ocorre nos porões da base, estas informações são sempre abafadas e o grande público do futebol jamais chega a saber aonde aqueles talentos raros foram parar?
Bom, chega de suspense não é mesmo? Num recente programa esportivo (me permitam não citar a fonte da informação mesmo ela tendo sido pública), falava-se justamente destas contratações de jogadores que vêm do exterior mas ninguém ou quase ninguém mais lembra o time em que jogou aqui, de quem leva mais ou menos ao se repatriar tanto jogador mediano, de contratarmos técnicos não tão mágicos assim mas que levam salários de 700 mil reais e que sempre carregam consigo tais jogadores e aí, quando um dos jornalistas perguntou aonde estavam os meninos da base, um terceiro, meio que querendo falar e querendo abafar o caso mandou na latinha (o microfone)... “aaaahhhh! Mas ali na base ninguém mexe!... Quero ver quem é que vai assumir um clube e mexer naquele vespeiro da base!.... Duvido!... O dia em que alguém assumir a direção de um clube e quiser mexer na base, cai do cargo no dia seguinte.... colocam rapidinho para correr!”.
Ainda veio a nada singela explicação de como se dá o sumiço dos candidatos a craques: surge um garoto bem dotado futebolisticamente nas categorias mirins, abre-se no clube a porta para um cara que antigamente era conhecido como empresário e o sujeito manda 30 mil dólares na mão de um pai que jamais veria tanto dinheiro na vida (normalmente, 80% destes jovens vêm de áreas bem carentes). Com isto, o filho já deixa de ter vínculo (qualquer vínculo) com o clube. Claro que se ninguém no clube pode “mexer com este vespeiro”, alguém lá dentro deve também levar a sua parte e deve ser muuuuiiiiito dinheiro. É evidente e cristalino que, aqueles garotos que vemos em torneios de bairros e que fazem misérias com a bola não deixaram de existir de uma hora para outra. Basta se passar em frente a uma quadra quando os turnos de aulas nas escolas acabam para que confirmemos este fato: crianças que driblam galalaus bem maiores do que elas como se estivessem andando pela calçada e desviando de um simples obstáculo, magia pura com a bola nos pés. Escolinhas de futebol também proliferam e hoje as temos em muito maior número do que as que existiam há umas 3 décadas.
Bom meus amigos. O fato parece ser este mesmo. O debate está aberto e só posso dizer que, infelizmente, não tive como me calar ante o conhecimento de algo que desconfiávamos ser esquisito mas que, só mesmo com detalhes como estes, pudemos ver o quão tenebroso é de verdade. Isto foi falado, repito, num programa esportivo e apesar de sermos um blog “familiar”, se alguém ler e aparecer para comentar contestando, podem acreditar que estou falando a verdade.
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