Time recebe o Atlético-MG
pela última rodada do turno do brasileirão,
faz um mau segundo tempo
e perde por 2x0
faz um mau segundo tempo
e perde por 2x0
Ao final do jogo, o jornalista perguntou ao goleiro Saulo o que havia acontecido de quinta-feira para cá. Confesso que não liguei muito para a resposta do atleta, haja vista a mesmície com que eles tratam tais perguntas nas suas constantes entrevistas.
Mas a dedução é lógica. Hoje nós enfrentamos um time da parte de cima de todas as tabelas dos campeonatos que ele disputa, UM TIME DE VERDADE e na última quinta-feira, jogamos contra um genérico e que, ainda assim, é uma espécie de pária do futebol paraguaio, um time horrível em qualquer setor do campo em todas as suas linhas.
E vejam que fizemos um bom primeiro tempo, ainda no modo ‘arame liso’ mas com boas jogadas de área. Sofremos umas duas situações de risco de gol mas rondamos a área deles muito mais do que fomos atacados. Já na segunda etapa, como virei para o lado do ataque do Botafogo, fiquei em frente ao banco do adversário e vi aquele cabeludo aquecendo (o Luan). Estranhei quando percebi o cara como reserva e no exato segundo em que isto se deu (a minha percepção da sua presença ali na área de aquecimento), ele tirou o colete e entrou em campo. E ele entrou em campo, pegou o seu time, que já ‘cozinhava’ o resultado e o levou para a frente, para o ataque, com muita fome de bola e, consequentemente, para o primeiro gol.
Daí em diante, alguns outros fatores contribuíram para a debacle total: o famigerado Luis Ricardo, a já conhecida falta de conhecimento do nosso atual técnico para substituir (tirar o Gustavo Bochecha, seja por qual razão tenha sido, foi o seu primeiro grande mico como treinador aqui no Botafogo) e, por consequência, a falta dos necessários volantes depois da contusão do Lindoso. Perdemos feio, o próximo adversário é o agora competitivo (de novo) Palmeiras lá na sua Arena e assim, começa de verdade o nosso suplício no brasileirão.
Mas a dedução é lógica. Hoje nós enfrentamos um time da parte de cima de todas as tabelas dos campeonatos que ele disputa, UM TIME DE VERDADE e na última quinta-feira, jogamos contra um genérico e que, ainda assim, é uma espécie de pária do futebol paraguaio, um time horrível em qualquer setor do campo em todas as suas linhas.
E vejam que fizemos um bom primeiro tempo, ainda no modo ‘arame liso’ mas com boas jogadas de área. Sofremos umas duas situações de risco de gol mas rondamos a área deles muito mais do que fomos atacados. Já na segunda etapa, como virei para o lado do ataque do Botafogo, fiquei em frente ao banco do adversário e vi aquele cabeludo aquecendo (o Luan). Estranhei quando percebi o cara como reserva e no exato segundo em que isto se deu (a minha percepção da sua presença ali na área de aquecimento), ele tirou o colete e entrou em campo. E ele entrou em campo, pegou o seu time, que já ‘cozinhava’ o resultado e o levou para a frente, para o ataque, com muita fome de bola e, consequentemente, para o primeiro gol.
Daí em diante, alguns outros fatores contribuíram para a debacle total: o famigerado Luis Ricardo, a já conhecida falta de conhecimento do nosso atual técnico para substituir (tirar o Gustavo Bochecha, seja por qual razão tenha sido, foi o seu primeiro grande mico como treinador aqui no Botafogo) e, por consequência, a falta dos necessários volantes depois da contusão do Lindoso. Perdemos feio, o próximo adversário é o agora competitivo (de novo) Palmeiras lá na sua Arena e assim, começa de verdade o nosso suplício no brasileirão.






