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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

19 de ago. de 2018

BRASILEIRÃO-ÚLTIMA RODADA DO TURNO






Time recebe o Atlético-MG
pela última rodada do turno do brasileirão,
faz um mau segundo tempo
e perde por 2x0

Ao final do jogo, o jornalista perguntou ao goleiro Saulo o que havia acontecido de quinta-feira para cá. Confesso que não liguei muito para a resposta do atleta, haja vista a mesmície com que eles tratam tais perguntas nas suas constantes entrevistas.

Mas a dedução é lógica. Hoje nós enfrentamos um time da parte de cima de todas as tabelas dos campeonatos que ele disputa, UM TIME DE VERDADE e na última quinta-feira, jogamos contra um genérico e que, ainda assim, é uma espécie de pária do futebol paraguaio, um time horrível em qualquer setor do campo em todas as suas linhas.

E vejam que fizemos um bom primeiro tempo, ainda no modo ‘arame liso’ mas com boas jogadas de área. Sofremos umas duas situações de risco de gol mas rondamos a área deles muito mais do que fomos atacados. Já na segunda etapa, como virei para o lado do ataque do Botafogo, fiquei em frente ao banco do adversário e vi aquele cabeludo aquecendo (o Luan). Estranhei quando percebi o cara como reserva e no exato segundo em que isto se deu (a minha percepção da sua presença ali na área de aquecimento), ele tirou o colete e entrou em campo. E ele entrou em campo, pegou o seu time, que já ‘cozinhava’ o resultado e o levou para a frente, para o ataque, com muita fome de bola e, consequentemente, para o primeiro gol.

Daí em diante, alguns outros fatores contribuíram para a debacle total: o famigerado Luis Ricardo, a já conhecida falta de conhecimento do nosso atual técnico para substituir (tirar o Gustavo Bochecha, seja por qual razão tenha sido, foi o seu primeiro grande mico como treinador aqui no Botafogo) e, por consequência, a falta dos necessários volantes depois da contusão do Lindoso. Perdemos feio, o próximo adversário é o agora competitivo (de novo) Palmeiras lá na sua Arena e assim, começa de verdade o nosso suplício no brasileirão.

16 de ago. de 2018

BOTAFOGO NA SULAMERICANA-SEGUNDA FASE



Time recebe o Nacional-PAR
pela segunda fase da sulamericana,
vence por 2x0 e vai enfrentar
o Bahia nas oitavas



Os gols do jogo - Fox_Youtube

Eu posso estar enganado e no jogo deste domingo aqui, contra o Atlético-MG, quero ver o time queimar a minha língua mas, a minha opinião é a de que jogamos muito bem, mas contra um fracote, um time no qual víamos apenas um fiapo de aplicação tática e só. E vejam, o fiapo se rompeu após o nosso primeiro gol (do Lindoso), a ponto de, mesmo ainda sem a metade da organização que precisamos para avançar na competição, termos feito um segundo tempo bem massacrante, com duas bolas na trave, mais um gol, desta vez do Valencia e incontáveis jogadas de contraataque, que poderiam, caso o nosso time estivesse em uma fase um pouco melhor, transformar o resultado em uma goleada.

Foi o tipo de jogo ideal para quem precisa buscar novamente o conjunto, o bom futebol perdido após a saída do Alberto Valentim, enfim, o jogo certo na hora certa. Tivéssemos nós um adversário do nível de um Peñarol ou até mesmo o ontem eliminado São Paulo e creiam, sequer teríamos tido visto a evolução que vimos da nossa equipe. Não teríamos espaço para isto.

Enfim, que venha o Bahia!

Foi lindo ver o estádio lotado (as poucas cadeiras vazias nos cantos dos setores tinham donos, mas eles estavam em pé, enfileirados nos corredores ou atrás dos gols). A festa, elogiada até pelo locutor da TV paraguaia, foi digna dos melhores momentos da Libertadores e agora, o que queremos é que o time evolua. Não é fácil, num brasileirão em que a maioria dos grandes concorrentes ao título já estão num patamar bem superior.

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O mosaico, nas palavras do locutor da TV argentina - "Impressionante"  

ATUAÇÕES

Poucos atletas jogaram abaixo do normal e mesmo assim, não foi criada nenhuma situação que comprometesse o todo. Para se ter uma idéia, o ainda inconstante Matheus Fernandes hoje desarmou e distribuiu bem o jogo, não havendo uma jogada sequer na qual não se entregasse.

Moisés – o melhor em campo. Voltou a ser aquele Moisés do campeonato carioca (pelo menos neste jogo).

Valência – o segundo melhor em campo e vejam, já no fim da partida, deu um passe errado que, por pouco, não proporcionou ao adversário uma jogada de risco. Mas foi só entrega o tempo todo, fez um golaço e caiu nas graças da galera, acho, de vez.

Marcinho – Sem se destacar, cumpriu bem o seu papel e não deu chances na marcação.

Lindoso – o mesmo jogador limitado, mas atento e eficiente. Fez um gol providencial e fechou bem os espaços no meio.

Renatinho – Apesar de ainda se mostrar tímido, conseguiu ajudar a triangular a bola com eficiência, na passagem para o ataque.

Aguirre – Ele não é O CARA, mas pode vir a ser o cara do nosso ataque. Tá faltando a bola entrar. E, talvez, um acerto no seu posicionamento.

Pimpão – Ahhhh o nosso Pimpão! E não é que o carcamano é mesmo o utilíssimo jogador de segundo tempo? Se o adversário ainda tinha esperanças de tentar um empate (o nosso segundo gol saiu já no fim da partida), com a sua entrada, os paraguaios viram “o inferno se abrir”. Numa das suas jogadas (esta pela esquerda – ele não guardou posição em campo), o zagueiro foi quem o ajudou no drible, escorregando bisonhamente ante a sua passagem. Merecia o seu golzinho.

Carli e Rabelo – Ainda estou achando a defesa um tanto desprotegida. O Zé Ricardo chegou prometendo voltar com aquele eficientíssimo sistema montado pelo Ricardo Gomes e adotado pelo Jair Ventura mas para tal, o time vai ter que propor menos o jogo para que os volantes voltem a fazer aquela bela parede à frente da zaga. Mas ontem, chamados, os nossos dois homens de área não comprometeram.

DOMINGO, TEMOS O ATLETICO-MG AQUI, PELO BRASILEIRÃO. Que bom seria vermos, ao menos, uns 20 mil torcedores no estádio. Vamos aguardar.

12 de ago. de 2018

BOTAFOGO VAI A CURITIBA



Buscando se firmar na tabela do brasileirão
time vai a Curitiba enfrentar o Paraná



Quando aquele primeiro tempo terminou, o zero a zero era um placar totalmente injusto. Não com as equipes mas sim, com o futebol. Deveria haver placar negativo no futebol para assim, podermos pontuar jogos deste baixíssimo nível. Desta forma, um -4 x -4 seria o placar real daqueles primeiros 45 minutos de jogo.

Existem situações que são explicadas numa rápida análise: o Paraná não é lanterna à toa não. Tem uma defesa pior do que defesa de time de pelada e o ataque chuta para qualquer lado, menos para o gol. Isto foi facilmente percebido, não só pelo sem número de chutes que deram “nas arquibancadas” mas, principalmente, no seu gol, o do empate: o atleta simplesmente chutou a bola e ela até poderia tomar a direção da linha de fundo – mas bateu no Igor e enganou o goleiro Saulo.

Na segunda etapa o time voltou com um pouco mais de organização e, na única jogada lúcida do Luis Fernando, conseguimos o pênalti convertido pelo Rodrigo Lindoso. Ficamos com aquele gosto amargo no fim, tomando aquele gol ao acaso mas agora, é hora de pensar na sulamericana.

Como detalhe de tudo o que vem acontecendo com o Botafogo neste insólito 2018, fico com a observação do locutor da Globo acerca da até agora fase inócua do Aguirre: disse o radialista - "ele é o jogador 'gerúndio'...vai tentando, buscando, chegando mas até agora, nada". Tomara que o jogo contra os paraguaios seja o da "estréia" do nosso centroavante.

7 de ago. de 2018

NOVIDADES 'NA ÁREA'

A volta do João Paulo




Nesta imagem divulgada hoje pela imprensa, vê-se o atleta nos primeiros trabalhos, tecnicamente chamados de "introdução ao campo", no anexo do estádio Nilton Santos. Que bons ventos o tragam de volta o mais rápido possível.
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O novo treinador




Contratado no último sábado como novo treinador do time, Zé Ricardo faz o seu primeiro contato com o elenco. Nem precisa dizer que ventos queremos que soprem neste seu início de trabalho: manutenção da pegada no domingo no Paraná, próximo jogo contra os paraguaios aqui. Numa das suas primeiras declarações, foi dito por ele que pretende dar continuidade àquele trabalho feito pelo Jair Ventura entre 2016 e 2017. É por aí mesmo.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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