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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

8 de jun. de 2014

A COPA NO BRASIL

OS FEIOS QUE 
ME PERDOEM MAS...



...A ARTE, NO FUTEBOL, É FUNDAMENTAL

Estamos no liminar de mais uma copa do mundo. Desta vez, no 'nosso quintal', na 'nossa sala', na 'nossa varanda'.

Muito contestada (até por nós mesmos), muito custosa, muito usada para fins ilícitos (o caso Cuiabá é caso de crime inafiançável contra os cofres públicos) mas na verdade, o que fica mesmo é aquilo que gostamos e debatemos sempre, não só aqui no blog como nos lugares por onde andamos: o futebol.

E aí as perguntas de sempre nos caem sobre a cabeça. Temos seleção? Já é, de cara, uma pergunta aqui para o debate mas a minha opinião pessoal é a de que não temos. Vamos a campo com apenas um fora de série, sim, um garoto que, se entrar em campo e fizer o que sabe, faz a diferença mas aí reside o grande problema: ele mandou ver na Copa das Confederações, sabidamente uma espécie de torneio de preparação para a verdadeira Copa. Agora, todo o peso da responsabilidade recai sobre ele, já que os demais são apenas bons jogadores (para falarmos de nível de seleção). Não sei, portanto, se estaremos preparados para enfrentar times já de há muito montados e com seus elencos muito bem afiados. Imaginar esta nossa seleção batendo de frente com Alemanha, Argentina, Inglaterra e Espanha, esta última, inclusive, que não se deixará (certamente) envolver de novo como o foi no ano passado, será tarefa hercúlea. Até mesmo contra mediano Uruguai teremos que esperar sufôco, jogo pegado e possibilidade de insucesso.

Não estou sendo pessimista. Acho sim que a minha opinião vem calcada numa realidade bem visível, ante o que se percebe na escalação do nosso time. Alguém já escreveu por aí que hoje em dia, já não existem mais brigas na convocação. Aquela coisa de 'leva Romário, deixa Romário', só para ficar num exemplo. A convocação para esta copa foi tranquila, ninguém reclamou a falta de nenhum jogador, não houve debate algum acerca deste assunto. Nosso time completo é praticamente composto de atletas que já não são mais titulares em seus times (a não ser a zaga) e assim, um sucesso só pode ser esperado se jogarem as sonhadas 7 partidas com o mesmo elã daquela final do ano passado, algo difícil de um time manter de forma seguida. De toda sorte, vamos torcer muito, vamos esperar que o fator casa nos seja benéfico e no fim, ainda aguardarmos por uma titularidade do melhor goleiro (o Jefferson), afinal, desejo não só dos alvinegros como também da maioria da nossa torcida (exceto a de mídia).

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3 de jun. de 2014

DÍVIDAS TRABALHISTAS - O BLOG


Carlos Henrique 
'o cara dos 14.000'

Meio que sem notarmos, meio no calor dos acontecimentos do bom jogo de domingo, eis que o nosso bravo Henrique foi o autor do comentário de número 14.000 no nosso blog. Eu mesmo, off que estive (e ainda estou) nestes dias, só fui notar durante o dia de ontem. Valeu Henrique! Não nos ligamos nisso mas ainda assim, o comentário foi esse aí acima e a marca merece ser lembrada.


BLOQUEIO

Esta é, infelizmente, a palavra do momento em General Severiano. Do pouco que conheço acerca do assunto posso lhes dizer que tem sim caroço nesse angu e digo mais, é caroço dos grandes. Sim pois não há situação de constrição (penhora/bloqueio) que permita uma retenção por medida judicial de verba alimentar e desta forma, não há como estabelecer uma prioridade entre os alimentos (forma como são chamados rendimentos para subsistência / salário / pensão) de quem está numa fila e os de quem está efetivamente trabalhando. Neste caso, a Lei deve beneficiar os dois lados, ou seja, faz-se uma reserva para pagar o pessoal da ativa e bloqueia-se o que sobrar para os que estão com processos judiciais na citada fila. E ainda tem mais. O dia a dia da empresa/entidade (o clube, no caso) também não pode ser afetado pela penhora. "São absolutamente impenhoráveis os móveis, utensílios e máquinas indispensáveis ao funcionamento da empresa executada (executado - termo usado para definir o devedor)". É mais ou menos o que diz o texto da Lei, talvez sem estes termos exatos mas com esta conotação sim. Então amigos, linha, molinete e anzol pois tem muito, mas muuuiito caroço mesmo para ser pescado neste balde de angu.

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1 de jun. de 2014

BOTAFOGO X CORINTHIANS - EMPATE PARA PAUSAR


BOTAFOGO 1 X 1 CORINTHIANS

Fomos mais uma vez a São Paulo, em partida com mando trocado, e saímos com um empate providencial.

O jogo em si mais uma vez não foi bom, mas podemos ver consistente evolução no grupo, apesar de algumas peças destoantes.

Iniciamos a partida escalados com Renan, Lucas, Bolívar, André Bahia, Júnior César; Airton, Bolatti, Edílson, Zeballos, Wallyson e Ferreyra. Não dava para saber se era um 4-4-2, um 4-3-2-1, com 3 volantes, ou mesmo um 4-3-3, no tradicional estilo utilizado pelo Brasil na Copa de 70.

Apesar do domínio territorial, ou de iniciativa, uma vez que a posse de bola era quase igual, o Corinthians pouco levava perigo ao gol do Botafogo.

Em compensação o Botafogo fazia o mesmo. Ferreyra ficou isolado na frente, e apesar da insistência do narrador em criticá-lo, indicando que ele deveria sair, era visível que este não era o problema, mas sim a lentidão na ligação defesa-meio-ataque, um problema que as duas equipes enfrentavam.

Nossas puxadas de contra-ataque ficavam dependentes do Bolatti, jogador cadenciado, de Zeballos, que não demonstrou rapidez de raciocínio no jogo, e de Lucas e Edílson, nas triangulações pela direita. 

Em um jogo com estas características o gol acabou saindo em jogada individual, onde Jadson deixou Bolatti pra trás e bateu no canto, cruzado.


Podemos dizer que o jogo foi para o intervalo assim, mas antes, aos 43 minutos, Wallyson fez a jogada que resumiu sua atuação. Recebeu bola na esquerda, avançou ameaçando ir à linha de fundo, ameaçou cruzar, ameaçou cortar pra dentro, e foi avançando, avançando, ameaçando, e pronto. Saiu de campo com bola e tudo, sem fazer nada.

No segundo tempo vieram as substituições. Primeiro Daniel no lugar de Lucas, fazendo Edílson voltar para lateral. Isto deu mais mobilidade e agudeza ao time, mas o jogo ainda continuou quase com a mesma cara, tendo inclusive Renan salvo o segundo gol.

Depois entrou Gegê no lugar de Wallyson, e mesmo sem Gegê render praticamente nada, o time foi crescendo, talvez também pelo cansaço do Corinthians, e pelas mexidas erradas do Mano Menezes.

Começamos pressionar, chegando por alguns minutos o jogo a ficar no estilo "aluga-se meio campo", com as rebatidas, populares chutões, da zaga corintiana que iam parar na nossa intermediária serem recebidos pelo Renan.

Logo veio a última substituição, entrando Jorge Wagner no lugar do eficiente, mas sempre amarelado, Aírton. E que decepção mais uma vez. Mesmo assim seguimos dominando, mas sem levar tanto perigo assim, até que aos 40 minutos do segundo tempo a bola puniu a falta de ousadia do Mano Menezes. Edílson avançou bem, deu lindo corte no lateral, e chutou cruzado, uma bola que iria para fora, mas acabou desviada para as redes pelo zagueiro. O jogo, que até aquele momento ia com cara de derrota normal do cameponato, estava empatado.

Daí foram 5 minutos de aflição, com mais 4 de descontos, o Corinthians tentando pressionar, mas o jogo equilibrado, com cara de que qualquer coisa poderia acontecer, mas nada. Terminou assim mesmo. Não sem antes, agora aos 43 do segundo tempo, Jorge Wagner errar o seu tradicional passe na intermediária que dá o contra-ataque. Felizmente a bola saiu em escanteio que não deu em nada, só em um contra-ataque do Botafogo no qual faltou pernas para o Zeballos.

Agora é pausar para a Copa, tentar não perder muitos jogadores, e dar mais padrão ao time. Fiquei com a nítida sensação que se Wallyson, Jorge Wagner e Gegê rendessem 90% do que podem, o que não é muito, o time poderia jogar muito mais.

Abraços.

PS: No meio da digitação do texto precisei dar uma saída e só agora pude completá-lo, então vou direto para os comentários, que já vi que são 3, mas ainda não li.

MORRE MARINHO CHAGAS


Caros,

Com pesar, de luto, iremos a mais uma partida do campeonato Brasileiro. Morreu hoje Marinho Chagas, talvez o maior lateral esquerdo do futebol mundial depois de Nilton Santos.

Atleta folclórico, já havia recebido texto em sua homenagem em nosso sub-blog para nossos ídolos, BOTAFOGO ETERNO - ÍDOLOS ALVINEGROS.

Paret já escrevera lá, em 2011: "A situação atual de Marinho, vivendo de forma humilde e com problemas de saúde, em nada lembra o passado do “touro”, como o chamava o jornalista Franklin Machado, 66, à época comentarista e um dos votantes da eleição que premiava desde o começo dos anos 60 o craque das partidas de futebol profissional no Brasil com um rádio portátil movido a pilhas elétricas. “Marinho era indomável”, sentencia.". O texto completo pode ser lido aqui.

Mais uma estrela no céu.

Vamos à luta.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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