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26 de out. de 2021

BOTAFOGO 1x1 GOIÁS

 Time empata e perde a chance de
assumir a ponta da competiçao
 

  
PRÉ JOGO

- Escalação: Diego Loureiro, Daniel Borges, Carli, Kanu e Hugo. Barreto, Pedro Castro e Chay. Warley, Navarro e Diego Gonçalves.

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O JOGO - O jogo até começou bem corrido, o que fez com que os dois gols saíssem logo antes do primeiro terço da etapa inicial (Warley errou na área permitindo a eles a abertura do placar mas Carli empatou aos 10 minutos).

A partir daí, praticamente não se viu os goleiros trabalharem (com apenas umas duas boas defesas do Diego Loureiro). O Botafogo não conseguia criar e pelo lado do adversário, mostrando que perderam e muito o bom momento que tiveram em boa parte do torneio, também eles não chegavam à nossa área com uma jogada inteira, completa.

As coisas sequer mudaram muito na segunda etapa, uma vez que mesmo nos momentos em que conseguia reter a bola o Botafogo não criava, mostrando que pode vir a ser até o fim um time que, definitivamente, não joga bem fora de casa. 

Vamos agora receber o confiança na próxima quarta-feira, uma bem provável vitória tranquila.

20 de out. de 2021

EM BUSCA DE MAIS UMA VITÓRIA

 Time recebe o Brusque, joga bem
e vence por 3x0



 
PRÉ JOGO

- Escalação: Diego Loureiro, Daniel Borges, Carli, Kanu e Hugo. Barreto, Pedro Castro (ou Oyama). Diego Gonçalves, Chay e Warley. Rafael Navarro.

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Que partidaça!
Time joga muito e vence com folga

O JOGO - O primeiro gol até que demorou a sair. Foi anotado pelo Navarro já aos 44 da primeira etapa, depois de duas anulações anteriores por impedimento. Parecia que o time queria acertar o passo depois dos maus jogos feitos anteriormente, até mesmo naqueles realizados na nossa casa, o que nos levava a produzir jogadas do meio para a frente mas ainda sem acertar o gol.

Só que agora o Chay, felizmente, "voltou". O futebol do nosso meia está de novo em alta, com jogadas rapidíssimas, dribles confiantes e uma segurança que havia sido perdida nos dias ruins que enfrentou em vários jogos. Some-se a isto a exuberância do futebol do Navarro e  a fome de bola dos companheiros, apesar de não tão talentosos assim e temos um conjunto que está novamente crescendo na reta final da competição.

Lembro que após aquelas boas partidas (incluída aí uma goleada por 4x0 aqui), a imprensa falou que o Botafogo era o time a ser batido na série B mas logo depois, fomos deixando escapar pontos e parando de jogar com aquela eficiência. Pois d
o que se viu hoje, percebeu-se que aquele futebol voltou, mas voltou de forma mais madura, mais consistente, com o todo já atuando com muito mais conjunto, com cada vez menos passes errados.

Foi, enfim, uma partida para nos deixar sem nenhuma dúvida a respeito do acesso. O banco também mostrou eficiência (o terceiro gol saiu dos pés do Marco Antonio após uma bela jogada do Rafael Moura no meio - dois que entraram já perto do fim). Não podemos dizer que é um elenco apto a brigar por algo mais lá em cima na série A mas sim que, sendo reforçado de forma pontual, pode nos levar de volta à briga por uma vaga na Libertadores em 2022.

12 de out. de 2021

EM BH, TIME EMPATA E NÃO CHEGA À LIDERANÇA

Em jogo muito disputado, time não sai
do zero a zero com o Cruzeiro
e fica a dois pontos do líder



 
PRÉ JOGO

- Escalação: Diego Loureiro, Jonathan Lemos, Carli, Kanu e Jonathan Silva. Barreto, Pedro Castro e Chay. Warley, Marco Antonio e Navarro.

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O JOGO - Hoje atuamos em um dos dois maiores jogos desta série B 2021. O primeiro foi aquele CoritibaxBotafogo, do qual saímos vencedores. Hoje, poderíamos ter perdido, haja vista a nossa inoperância no ataque, o que sobrecarregou o setor de marcação com as vindas constantes do adversário à nossa área mas felizmente, não saimos derrotados.

A explicação é simples: em Curitiba, tínhamos Chay e Navarro mas hoje, estamos atuando "sem o Chay", que parece mesmo ter sucumbido de vez à marcação em jogos mais elevados. E o de hoje o foi, e foi bastante. Este adversário deu chance ao azar, ao não começar o campeonato com um treinador competente, pois o seu futebol é muito superior a quase todos os disputantes do torneio.

Das lições de hoje, temos que vários atletas, pelo nível da partida, já mostraram que para a série A, ou não vão servir, caso o clube queira subir bem o patamar e pensar em G4 ou então, podem apenas compor elenco, caso a meta seja se manter na parte de cima da tabela sem correr riscos. Cito aqui alguns: Warley, Oyama, Jonathan Silva, Pedro Castro e talvez o Chay e o Marco Antonio.

Ainda bem, para o nosso sonho de classificação, que só teremos mais um jogo escamado como este, o que faremos em Goiânia contra o Goiás.



8 de out. de 2021

TIME RECEBE O CRB PARA VOLTAR À VICE LIDERANÇA

 Em jogo de seis pontos, deu Botafogo

2x0



 
PRÉ JOGO

Novidades no grupo: a volta do Kanu que estava suspenso e também o retorno do departamento médico do Ronald e do Pedro Castro. Já o Rafael 'europeu' sentiu um problema no joelho e está fora.

- Escalação: TIME PROVÁVEL - Douglas Borges, Jonathan, Kanu, Joel Carli e Jonathan Silva. Oyama, Barreto e Marco Antonio. Warley, Chay e Navarro.

Foram três mexidas no time principal, com as entradas dos Jonathans nas laterais e do goleiro Douglas Borges. Daniel Borges e Carlinhos, os laterais titulares, vão começar no banco.

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O JOGO - Com um gol do hoje efetivo Marco Antonio aos 44 minutos do primeiro tempo e outro do Carlinhos nos acréscimos do segundo, vencemos uma verdadeira decisão. Sim, decisão, jogo importantíssimo. Empatando já ficaríamos na berlinda, ainda em terceiro lugar mas com um jogo fora na próxima rodada, contra o Cruzeiro, que poderia nos rebaixar ao sexto lugar. Vencendo, pulamos de novo para a vice-liderança.

O futebol vistoso não voltou, mas o competitivo sim. Chay realmente sucumbiu à marcação. É aquilo: foi descoberto, os marcadores não lhe dão mais os espaços que tinha antes para ser aquele atleta diferenciado (o melhor da série B na nossa fase de recuperação) e agora, virou quase um atleta comum. 

Mas o Marco Antonio já recobrou parte do bom futebol que possui, o Jonathan Lemos (o da direita) também fez uma partida correta (problemaço para o Daniel Borges), a zaga (o sistema defensivo como um todo) foi corretíssima e o Warley jogou uma das suas boas partidas, tendo coroada a sua atuação com a assistência para o segundo gol, depois de uma arrancada de velocista.

Vamos agora para BH enfrentar o Cruzeiro, jogo no qual um empate já nos serve muito bem.

29 de set. de 2021

CONTINUA A CAMINHADA

 Time vai a Salvador, não consegue
encaixar o seu jogo e fica no empate com o Vitória-BA

0x0



 
PRÉ JOGO


No decorrer desta semana, mais e boas notícias chegaram para nós, que já acostumados ao 'time embalado'. Com o veto presidencial derrubato, o passo a ser dado para alcançar o projeto S/A (agora em mãos profissionais e não sob o comando do confuso grupo de transição do ano passado) ficou mais curto.

Não há notícias sobre como anda a captação de investidores, o que pode (e aí não é certeza, é conjectura) significar também um bom sintoma, ou seja, evita-se divulgar notícias de contatos toda semana e se deixa para anunciar o que for fechado somente no ato de conclusão do negócio.

Ontem, também, o líder Coritiba recebeu o vice lanterna em casa (o Confiança) e por pouco não perdeu o jogo: empatou já nos acréscimos da segunda etapa. Precisamos vencer hoje para encostar ainda mais, uma vez que o vencedor do torneio já entra direto na terceira fase da Copa do Brasil.

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- Escalação: Diego Loureiro, Jonathan Lemos, Kanu, Gilvan e Carlinhos. Barreto, Oyama e Chay. Marco Antonio, Diego Gonçalves e Navarro.

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O JOGO - Não merecíamos a vitória no jogo de hoje. E não a merecíamos, exclusivamente por conta da nossa inoperância no ataque, da nossa falta de velocidade nas jogadas de frente, uma vez que este adversário é daqueles times mais fracos na competição.

Dois problemas são identificados. O primeiro, que o 'futebol magia' desta era Enderson acabou. E o segundo, que uma peça importantíssima nas jogadas de frente, personagem fundamental no desenvolvimento do citado belo futebol não voltou bem da contusão. Falo do Marco Antonio.

Com estes dois fatos, igualamos adversários em matéria de inoperância, tanto que após a expulsão do Kanu na segunda etapa, o fraquíssimo time do Vitória cresceu tanto de produção que se tivesse no seu conjunto um mínimo de ataque, poderia ter feito o seu gol. Felizmente, o setor de frente deles é fraquíssimo.

A minha opinião é que, daqui para a frente, o ritmo de vitórias vai diminuir mas também tenho quase certeza de que se isto não levar a um desânimo e uma falta de combatividade geral, conseguiremos a vaga na série A.

Fomos a 48 pontos e mantivemos a vice-liderança.

11 de set. de 2021

BOTAFOGO 4x0 LONDRINA

 Em casa, time atropela o adversário
e vai temporariamente para a vice liderança




PRÉ JOGO

Novidade no time titular para o jogo de hoje - o lateral esquerdo Carlinhos

- Escalação: Diego Loureiro, Daniel Borges, Kanu, Gilvan e Carlinhos. Barreto e Pedro Castro. Warley, Chay e Marco Antonio. Rafael Navarro.

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O JOGO - Fica difícil falar de um jogo assim. Ok, vencemos, goleamos mas a forma absolutamente correta com que isto se deu não é muito fácil de explicar. O time adversário é fraco, mas joga fechado e sabe sair tocando a bola (se perdeu neste aspecto na segunda etapa mas o fez bem nos primeiros minutos de jogo). Só que o sistema de marcação deles comete o "crime" do jogo violento. Tanto que aos 14 minutos, já com um sem número de faltas (3 delas bem fortes), um jogador foi expulso por atingir o rosto do Barreto com este já no chão.

Até então, estudávamos a partida procurando a melhor forma de entrar na área deles e conseguimos isto muito pela excelente atuação de vários atletas hoje (com o time todo jogando praticamente sem errar). E tocando a bola com paciência, aos 32 minutos saiu o primeiro gol: Marco Antonio recebeu livre pela esquerda, deu uma caneta no zagueiro e cruzou na área para o Warley completar.

Daí, abriu-se a porteira. Fomos ao 3x0 já na primeira etapa e na volta do intervalo, o jogo se desenrolou em quase 80% do tempo naquele "ataque contra defesa", típico jogo de time dominador e time dominado. Warley fechaou o placar completando um bom cruzamento do Carlinhos, já aos24 minutos, corroborando a justiça do placar numa partida em que nada do que o adversário fizesse tiraria o foco do nosso time.

Virou passeio.

Como disse o Daniel Borges na saída, ao ser entrevistado: 'o conjunto, o entrosamento do time hoje é o seu forte'. Daniel foi o autor do segundo gol, numa bela jogada pela meia direita em passe do Pedro Castro.

Como comentei com o Henrique no Wzapp, subir nós vamos. Só temos agora é que ver em qual posição.

15 de ago. de 2015

BOTAFOGO VAI A BH


Jogo no Horto
e o adversário é quem está morto
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Botafogo 2x1 América-RJ


OS GOLS JÁ VOLTARAM - O FUTEBOL AINDA ESTÁ DE FOLGA


Que pedrada - golaço de falta do Carleto - Imagem-ESPN

O time entrou jogando de forma tão desligada, atuando de maneira tão descansada que ficou difícil para o adversário, mais um time mediano desses "bons" da segundona, não querer fazer o seu gol. Pedimos para tomar aquele primeiro gol. E este gol veio aos 16 minutos de jogo, depois que eles repetiram aquela jogada pela quarta ou quinta vez. E aonde estava o Carleto que não marcava o seu setor?

Bom, Carleto só entrou em campo para fazer o que sabe: deixar o seu setor de marcação desguarnecido, não ajudar no ataque, tomar o cartão amarelo de praxe e cobrar uma falta. Ôpa! Sim, cobrar falta. Para isso, o futebol reservou um lugar em campo para pernas de pau. Primeiro para aqueles números nove que não têm medo de defesas (a bola lhes bate na canela e entra - Jô, Brocador, etc.) e depois, para os bons cobradores de falta e nisto, temos que concordar, Carleto é bom. Que bela cobrança, de longe, na gaveta. 1x1.

É amigos, mas isto não conseguiu maquiar uma verdade incontestável desta primeira etapa: o que o adversário fez em campo nestes primeiros 45 minutos foi um quase baile e o quase, eu reputo ao fato de não serem time qualificado para dar bailes em adversários, pelo menos não em adversários que têm o peso da nossa camisa. E assim, fomos para o intervelo pelo menos não tão nervosos,  como seria de se esperar se o resultado fosse, imaginem, um 2x0 contra. A esperança então era que o time voltasse melhor para a segunda etapa.

E voltamos, e fomos para a área deles, e rondamos o gol do seu goleiro mas cadê jogada efetiva de área? Assim, logo aos 10 minutos, perdemos aquele ímpeto inicial e lá vieram os caras com os seus 2 bons jogadores a tocar a bola como se fossem eles o Botafogo. Só que hoje, podemos pelo menos sonhar que temos um treinador que sabe das coisas e foi ele quem "virou este jogo" para nós, ao tirar aquela inutilidade chamada Diego Jardel e colocar o Elvis em campo. O garoto deu o primeiro, o segundo toque na bola e no terceiro, deixou Neilton livre para tocar sobre o goleiro. 2x1 mas quem disse que a tranquilidade veio?

Foi como eu disse lá em cima, voltaram os gols (algumas jogadas de gol) mas o futebol ainda está deixando muito a desejar. Com Daniel Carvalho, o homem que deveria cadenciar o jogo, escondido lá do lado direito do campo, atleta com potencial para dar tranquilidade na parte final do jogo e assim mesmo muito bem marcado, os nossos fracos homens de trás não conseguiam dar a saída e fazer a bola chegar nele e assim, ficamos até o fim da partida naquela base dos chutões para a frente e sofrendo, com isso, as subidas ainda organizadas (enquanto tiveram pernas) do adversário. Mas ficou nisso, muito também graças a São Jefferson.

Agora é o segundo turno - BotafogoxPaisandu na Arena, no domingo, 11 da manhã.

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13 de out. de 2013

BOTAFOGO 2 x 1 FLAMENGO


BOTAFOGO EM BUSCA DO TOPO



Amigos, o que dizer depois de uma partida destas? De uma vitória destas? Inclusive o Paret sabe que se está difícil escrever, mais difícil ainda está falar.

Sabemos que esta vitória já deveria ter vindo a mais tempo. Não é de hoje que somos superiores em diversos jogos e eles arrancam, sem nem saber como, um empatezinho, que saem comemorando como se fosse uma vitória.

Mas em dia que Seedorf entra pra jogar, que Rafael Marques mesmo começando meio apagado, soube brilhar, com lances monumentais, e o principal, em dia que Gegê mostrou que veio para ficar, não tinha como.

Foi sofrido, de virada, pois mais uma vez eles conseguiram um golzinho no início. O excelente empurrador de bolas deles recebeu passe açucarado dentro da área, e colocou lá dentro sem chances para Renan. Se a zaga demorou no bote, a verdade é que a troca de passes foi muito rápida. Na verdade a falha foi fora da área.

Em outro Renan ainda falhou, espalmando pro lado bola perfeitamente defensável. Mas no segundo tempo fez ótimas defesas, e soube dominar a pequena área, provando que para vir a ser um grande goleiro só lhe falta a segurança que ele só irá adquirir jogando.

Renato conseguiu ter altos e baixos, mas fez muito bem aquilo que sabe melhor: passar. Ajudou muito quando o time tinha a bola, o que no primeiro tempo foi quase sempre.

O empate saiu ainda no primeiro tempo, em jogada bem tramada pela esquerda, acho que entre Júlio César e Seedorf, que caído ou caindo conseguiu encontrar Gegê na área, que mais uma vez mostrou maturidade e tranquilidade para matar e procurar o canto.

O segundo tempo não começou muito diferente. Bola nossa, ação nossa, e a minoria botafoguense cantando e empurrando o time, diante de uma multidão rubro-negra quase que calada.

E foi nesse segundo tempo que vimos Rafael Marques receber uma bola na direita, avançar um pouco e virar o jogo, em passe magistral, lá na esquerda, para Seedorf livre. O Negão matou maravilhosamente bem, adiantando a bola, impedindo a chegada do marcador. Avançou pela ponta esquerda, e devolveu a bola. Sim, devolveu, retribuindo o passe viajante, agora da esquerda para direita, para encontrar de volta Rafael Marques, que avançara livre e matou na entrada da grande área, e chutou forte e indefensável no canto oposto. Jogada sensacional, valeu o ingresso, o sócio-torcedor, o fim de semana. 

A jogadaça Seedorf/Rafael Marques


Mas infelizmente a bola explodiu no pé da trave, e não foi gol. Não naquele momento. Mas em jogada posterior Rafael deixou o dele, confirmando o apelido de Homem-Clássico. Estava desenhada a vitória do Botafogo, que nos alçou de volta à vice-liderança do campeonato. Cavalo paraguaio? Piada sem graça e sem sentido. Mangalarga Marchador, marchando em direção ao topo. Título? Quem sabe... vamos consolidar esta vice-liderança e mirar, neste momento, os 62 pontos.



O final de jogo ainda foi sofrido. Recuamos muito, mais uma vez sentimos o cansaço, eles pressionaram, mas a verdade é que são um time muito fraco. Estão com um esqueminha de jogo certinho, bem treinado, correm bastante, mas não possuem quase qualidade técnica nenhuma. Então, mesmo com algum sufoco, seguramos o resultado e chegamos à vitória.

Agora é seguir a caminhada. Alguém ainda duvida?

Abraços!




ANO - 2013           DIA - 13
Última vitória em brasileiros - há 13 anos

Os gols da vitória - Lancenet
Após o gol deles, olhei para o Henrique ao lado (ficamos no setor sul superior) falando que não tinha medo de derrota ou de novo 'blablablá' por parte deles, com aquela coisa de escrita, visto estar bem claro para quem ficou tranquilo assistindo à partida que o mote do time deles é, sim, uma boa organização para chegar à área mas sem qualquer criatividade no meio, com uma defesa fraca e sem qualquer organização tática razoável, talvez fruto dos fraquíssimos jogadores que possuem.

Fiquei tranquilo então, mesmo sem saber se empataríamos ainda naquele primeiro tempo ou se isto viria na segunda etapa, com o velho risco de tomarmos um contraataque. Mas aí amigos, a má sorte tem hora, já nos perseguiu por anos a fio e hoje, hoje meus irmãos alvinegros, era dia 13, do ano 2013 e para tirar os tais 13 anos de escrita em brasileiros, nada como uma vitória com o time jogando bem e com alguns dos nossos atletas decisivos também voltando à velha forma.

Aquele bom Seedorf, por exemplo, já está quase de volta e o eficiente Rafael Marques tornou-se hoje um perigo para qualquer sistema defensivo. Já na parte do 'berçário', saiu mais uma criança "levada" (Gegê) andando como se adulto fosse, e que, mesmo nervoso por ter que entrar de saída num jogo tão falado e tão chato, teve tranquilidade suficiente na área para tirar o zagueiro e colocar a bola e não, a isolar na direção do goleiro. O técnico, por sua vez, parece ter voltado do problema de saúde menos arrogante e mais preciso, pois viu Alex não render nada e o tirou no início do segundo tempo e, ato contínuo, vendo o substituto deste, Henrique, igualmente nada fazer, o tirou no final para a entrada do Hyuri.

O Botafogo está quase voltando ao patamar daquela mágica partida contra o Atlético-MG aqui no Maraca (os 4x2 da CB) e para isto, é importante tentar vencer lá em Salvador na próxima quinta-feira. De todos os jogadores que tínhamos pendurados em cartões, nenhum deles estará fora e assim, só no jogo da volta já no domingo aqui no Rio, contra o Vasco, é que poderemos atuar sem uns 2 ou 3. Nada que assuste.

Então meus amigos, a conclusão lógica é que o time do Botafogo (aquele do qual tanto gostamos) está voltando. E, creiam, começou a fase ruim do tal super Cruzeiro. Este final de campeonato vai ser muito interessante.

Agora uma continha básica:

Este adversário de hoje não nos vence em brasileiros
há exatos e longos 3 anos.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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