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11 de set. de 2025

COPA DO BRASIL 2025

Time é superior ao adversário,
toma conta do jogo no segundo tempo
mas perde nos pênaltis.

1 (3) x (5) 1
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PRÉ JOGO

- Notícias

- Neste período de jogos das eliminatórias para a Copa do Mundo, Vitinho e Savarino atuaram pelas seleções brasileira e venezuelana mas não por todo o tempo dos jogos, sendo o primeiro substituído no segundo tempo e o segundo só entrando em campo depois dos 65 minutos de partida. É bem provável que estejam à disposição do técnico para irem a campo.


- Escalação: 
 

O time titular 

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OPINIÃO 




Poderia escrever muito, mas a decepção me fará ser breve. O time foi superior ao adversário basicamente por ter elenco bem superior, dominou mas foi arame liso, tomou gol bobo, conseguiu buscar o empate, mas apresentou futebol pouco objetivo, o típico arame liso, cercou, cercou, mas não machucou.

Tivemos condições de matar o jogo, mesmo tendo começado o jogo com uma escalação lerda e pouco efetiva. Não vou fazer críticas individuais e nem massacrar nosso treinador trainee, mas estamos fora de mais uma competição importante, e o objetivo agora é chegar até o final do Brasileirão no G4 e pegar uma vaga na Libertadores 2026.

Muita coisa para arrumar, muita coisa para evoluir, apesar do time não mostrar evolução e sim um comportamento errático. Temos os problemas de gestão e briga pelo comando do clube, o que acaba gerando dificuldades e parece refletir em campo, até pelas mexidas no elenco.

Agora é lamentar a eliminação na disputa de pênaltis e mandar bola para frente... não podemos desanimar, apesar do ano muito mal conduzido desde as férias até hoje.

Abraços.

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Um erro do treinador (na escalação)
Um erro do goleiro (pulando atrasado no gol do adversário)

Se as duas ações combinadas não forem suficientes para justificar esta eliminação amarga contra um 11 no qual pode-se afirmar que nenhum atleta consegue ser melhor tecnicamente do que até vários do nosso banco de reservas, podemos escolher qualquer uma das duas acima e o fracasso desta noite no Niltão estará explicado.

Não cabe, a meu ver, achar que o Alex Teles, autor da primeira cobrança na decisão por pênaltis e que teve o seu chute defendido pelo goleiro deles pode ser considerado o vilão deste jogo. A vilania já veio do vestiário, com a escalação do bom mas ainda sem a pegada ideal Jefinho e do nulo e lento Joaquin Correia para entrarem de cara numa partida que até as cadeiras do estádio sabiam que seria um jogo pegado, corrido e contra um time tecnicamente inferior sim, mas muito bem arrumado pelo seu treinador.

E um outro detalhe, mesmo não sendo o vilão por ter perdido a sua cobrança de pênalti (a primeira), Alex Teles, que converteu no tempo normal o pênalti do empate, não deveria estar sendo sobrecarregado com a tarefa de cobrador oficial do time. Tem experiência mas não me passa segurança para esta tarefa, independentemente de ter sido o autor da cobrança que nos deu fôlego na decisão da Libertadores. Pode parecer até uma heresia, mas não o acho apto a ser o cara dos pênaltis, haja vista termos no Savarino um jogador ainda mais técnico para tal fim.

Mas foi isso. Um erro do nosso goleiro e tomamos o 1x0 (foi  de mão mole e atrasado na bola numa cobrança de falta lá do meio da rua). Foi o erro que definiu o empate que levou aos pênaltis, não tanto pela nossa superioridade técnica que sem um bom sistema de jogo tem nos atrapalhado nessa caminhada torta de 2025, mas muito, muito mesmo, pela inapetência técnica do adversário. São no máximo (e com muito boa vontade) 3 atletas técnicos cercados por um bando de jogadores de comuns para fracos e até para sofríveis.

Cheguei a dizer no grupo do Whatsapp que seria (como acabou sendo) um crime de lesa futebol se não nos classificássemos, definindo ou não este jogo no tempo normal, mormente pelo volume que apresentamos na segunda etapa com as entradas do Savarino, do Vitinho, do Matheus Martins mas principalmente com a saída do Correia, já que quem passou para a semifinal foi o time mais fraco e que vai deixar o caminho livre para, talvez, o Cruzeiro chegar ao título sem muito esforço. Uma pena pois com o tempo até dezembro para a próxima etapa, poderíamos chegar lá mais ajustados taticamente.

Sobre jogadores, Artur, que entrou no segundo tempo mas não fez nada de útil e até saiu contundido, já dá mostras de que pode vir a ser um reforço de peso.... para o Molenbeek da Bélgica e o Correia é aquilo, ou fica sendo um atleta de segundo tempo e finais de jogos para ver se dá liga a partir da próxima pré temporada ou então, vai ser o craaaaaque da camisa 10... lá na Bélgica também.

Vida que segue. Torçamos para que o caldo não entorne pois precisaremos muito permanecer entre os seis primeiros do brasileirão e no domingo já temos pedreira lá no Morumbis contra o São Paulo. 

 

16 de jan. de 2022

COPINHA 2022 - CLASSIFICADO


Time vence mais uma vez
nos pênaltis e pula de fase




O JOGO

O time jogou em igualdade de condições com o adversário. Vira-se duas equipes com bons valores em campo, o 6 e o 10 pelo time dele e do nosso lado, Raí, Caíque, Maranhão e vários outros.

Com isto, conseguimos levar mais perigo ao gol deles, mormente em dois lances já perto do fim da primeira etapa. Mas erramos na marcação no segundo tempo e eles abriram o placar. Só que corroborando a informação acima de termos mais atletas qualificados, empatamos logo em seguida com o Maranhão, após ótima jogada do craque da 10, Raí.

E a 'peleja' foi para os pênaltis, já sob intenso temporal. E mais uma vez, vencemos. 5x4.
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Time erra uma vez, leva o gol no 
primeiro tempo e não consegue a reação


O time cometeu, basicamente, apenas um erro. Um errinho só ....... mas que erro! Numa saída de bola com marcação sob pressão deles (tática que nós usamos a partida inteira), a bola foi mal atravessada à frente da nossa área e parou nos pés do atleta adversário. Nosso goleiro até que podia ter defendido, mas não pode ser considerado culpado pelo lance.

Daí em diante e por toda a segunda etapa, o jogo virou um 'ataque contra defesa'. E ficou assim de forma tão flagrante, que mesmo quando eles conseguiam alguma saída em contraataque, sequer chegavam perto do nosso goleiro.

Fica para a próxima.

14 de jan. de 2022

APROVADA A VENDA DA SAF - NOVOS TEMPOS

 13/01/2022 - Dia histórico

Nesta data, o Conselho deliberativo do clube
aprovou, por 167 votos a 3 (com uma abstenção)
a venda da SAF alvinegra para o empresário americano
John Textor (O MAIS NOVO ESCOLHIDO)



1 - Copinha
2 - A aprovação do Conselho e a festa alvinegra



Copinha

Pela Copa São Paulo de futebol Jr., a alegria já começou na última terça-feira (dia11), com a vitória nos pênaltis sobre o São José (RS) por 9x8, após empate em 0x0 no tempo normal.

Já nesta sexta-feira (14/1), passamos pelo Taubaté após empate em 1x1 no tempo normal (2 gols de falta, o deles em belíssima cobrança). Terminamos as cobranças de pênaltis em 4x3, após defesa do nosso goleiro na quinta tentativa deles (houve mais duas bolas desperdiçadas para cada lado).

Vejo como atletas que, agora sob um comando totalmente profissional, podem vingar no time de cima: o 10, Raí, o 9, Tigrão, o volante Liberato e Maranhão, jogador de lado de campo mas que também sabe chegar na área para concluir. E se o nosso atual lateral esquerdo Carlinhos já anda precisando de alguém com quem revezar (por conta da idade), o camisa 6, Jefinho, também joga um futebol de gente grande.

Avançamos e agora, vamos aguardar o adversário que vai sair do confronto entre Corinthians e Resende, jogo das 21h desta sexta

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O presidente Durcésio Melo, ovacionado pela galera na entrada da Sede

A linda festa que rolou após a votação (a torcida teve até
a entrada na sede permitida pela direção do clube)


A votação da SAF

Por 167 votos a favor, com uma abstenção e 3 contra (esqueçamos de cobrar os nomes - já nos basta saber que terão que pagar as prestações dos Porsches do próprio bolso), o Conselho Deliberativo do clube aprovou a venda de 90% da recém criada SAF alvinegra para a empresa Eagle Holding, de propriedade do mais novo alvinegro, o americano John Textor.

Os números falam por si, as imagens então... estão aí mesmo. Lá nos EUA, o Textor vibrou mais uma vez com as manifestações da torcida alvinegra, acompanhando as imagens acima via celular.

Começou a nova era, que reputo como, após as décadas de 30 e, depois, 50 e 60, a mais nova revolução alvinegra no futebol).

9 de jan. de 2022

BOTAFOGO 2 x 0 TAUBATÉ

Vitória na casa do adversário e primeiro lugar no grupo


 
PRÉ JOGO - Muito desfalcado em função dos casos de Covid, time vai a campo com o que tem e tendo o meia Raí como destaque.
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O JOGO




O Botafogo começou em cima, com o adversário se defendendo bem e à espera do contra-ataque perfeito, com os dois times querendo o primeiro lugar do grupo, o que viria para eles com o empate.

Fizemos inúmeras jogadas de ataque sem sucesso, até que já no fim da primeira etapa, numa tabelinha bem feita, Raí entrou e chutou cruzado para fazer 1x0.

Na segunda etapa, os dois times foram pra cima e os destaques passaram a ser os dois goleiros. Eram chances dos dois lados mas mais uma vez, no finalzinho do jogo, Maranhão entrou de cabeça e mandou para as redes.

Agora iremos enfrentar o 2º colocado do grupo 13, que ainda não teve seus jogos concluídos. O grupo será decidido nesta segunda-feira, entre o XV de Piracicaba e o São José do Rio Grande do Sul.
 


18 de abr. de 2015

CARIOCA/2015 - SEMIFINAL

BOTAFOGO 2x1 FLUMINENSE



ELES FORAM HERÓIS 
EM CADA JOGO

E FORAM NOSSOS SUPER HERÓIS NESTE JOGO

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TIME VENCE POR 2X1 NO TEMPO NORMAL
E SE CLASSIFICA NOS PÊNALTIS

Não meus amigos. Estou esgotado em termos mentais. Estou sem a menor condição de listar aqui os pênaltis perdidos e convertidos. Vou deixar isto para as imagens que estão aí intercaladas no meio do texto.

No texto, estão inseridas imagens, a primeira, do Renan extraída do Lancenet e as demais, pinçadas da transmissão do SporTV

O treinador resolveu acertar o time justamente num jogo decisivo, tirando então Jobson para colocar o Pimpão e nos lugares do Alison e do Tomas, vieram Marcelo Mattos e Fernandes, com Giaretta sendo deslocado para a zaga.

Vocês foram heróis a cada jogo.

E assim fomos para este jogo, já histórico pelo seu desfecho.

Aos 8 segundos, perdemos o Elvis com problemas musculares e no seu lugar entrou o Gegê. Era um mau sinal mas a princípio, tanto não incomodou o time que em busca da bola do ataque, Pimpão, em posição de impedimento numa jogada rápida, levantou a bola na área, sem goleiro, para o menino Fernandes completar. Que estrela tem este garoto Fernandes.

E era o que o time precisava paa se impor em campo, claro, com o adversário sem o seu principal jogador (e nós não?). Aos 22, numa roubada de bola do garoto de futuro magnífico, Fernandes, a jogada chegou até Gilberto que fez aquela enfiada de craue para o Bill no meio da defesa. O botinubill até chutou em cima do goleiro mas na sobra, escorou para fazer o segundo gol e hoje, pela postura guerreira, merece o nosso respeito. O nosso domínio era tal que o adversário até ameaçou fazer uma substituição após a marcação deste gol (mas só a fez na volta do intervalo. A esta altura, o “nosso homem” em campo, independentemente de todos atuarem bem, era mesmo Rodrigo Pimpão. Que partida fazia este jogador.

E íamos passeando pelo gramado com a categoria que estes atletas mambembes podiam exibir, mas com a garra que sempre têm exibindo. Jogávamos tão bem que, pelo menos eu, assistindo aqui pela TV, já havia esquecido que de todos os desfalques, havíamos também perdido o Elvis logo na saída de bola. Vejam como é o futebol, Elvis saiu e entrou o Gegê e este, entrou sem ser notado, continuou nulo no gramado mas ninguém sentia a sua falta. Pois pode-se dizer que, desta lista de heróis, também ele mereceria figurar aí abaixo, pelo pênalti tranquilo que cobrou naquele momento super delicado. No fim do primeiro tempo, o juiz, que deve ter lembrado do primeiro jogo desta semi, marcou outro pênalti do Renan e de tanta vergonha, só lembrou do cartão amarelo do goleiro já na hora da cobrança da penalidade.

Herói o campeonato inteiro

Bom, tomamos este gol inesperado, já que jogávamos muitissimamente bem e fomos para o intervalo com este pequeno prejuízo mas na segunda etapa, voltamos jogando muito mal. E de novo, ainda nos “primeiros acordes” desta etapa, Fernandes foi subir de cabeça e sofreu um choque, tendo que sair de campo para dar lugar ao Luis Ricardo. Temerário, a princípio, mas era o que o treinador queria para recompor a nossa marcação pelo setor esquerdo, já que o adversário crescia no jogo por ali e convenhamos, ele não só não decepcionou como também fez a sua parte na hora dos pênaltis. Aos 19 minutos, pelo cansaço do time vindo do jogo pesado do meio de semana, o esgotado Pimpão deu lugar ao Jobson, no exato momento da parada técnica. Era um momento perigoso, haja vista termos perdido quase que totalmente o domínio das ações.

E então este jogo, de heróis para nós, foi seguindo com nossos jogadores sucumbindo ante os músculos um a um. Em fila, após perder Fernandes, foram caindo pelo campo Bill, Mattos, Carleto e até William Arão, que não estava na lista dos que mostravam os músculos falidos, mas caía a cada tentativa de marcar os jovens atletas deles. Mas estes heróis foram até o fim mantendo o resultado que, num regulamento mais inteligente, já nos daria a classificação (dois resultados iguais). Fomos enfim, com estes atletas inseguros fisicamente, para as cobranças de pênaltis.

Nossos heróis já no fim - Fonseca, que quase perdeu o seu pênalti e Mattos

O resultado, pelo menos aqui aonde moro, se ouviu pelos fogos ao final da partida.
Ééééé Fooooooogooooooooo!


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22 de mar. de 2012

BOTAFOGO CLASSIFICADO NOS PÊNALTIS


 Amigos,

Valeu a classificação, mas não valeu o desempenho geral. 

Para começar, tomamos um gol aos 2 minutos, mais um gol logo no início de partida, um verdadeiro deja vù do que foi a campanha claudicante do ano passado. Tudo bem, nem foi uma jogada bem armada, um chute despretensioso de fora da área, bola desviada pelo Fábio Ferreira, pegando o Jefferson no contrapé.

Depois disso foram minutos a fio de nervosismo, gente amarelando, e os velhos problemas de sempre. Márcio Cabelo dando sustos, Fábio Ferreira chegando atrasado, Lucas errando tudo, Renato sumindo... a fraqueza psicológica exibida em todas as suas cores e nuances.

Mas aos 22 minutos, em falta na esquerda, Renato alçou e Loco desviou para empatar. Parecia que as coisas iriam deslanchar, e a virada sairia naturalmente. Puro engano. Lucas continuou errando, Herrera não produzia, e o meio-campo atuando totalmente burocrático com Andrezinho, Felllype Gabriel e Renato.

Teria sido o desempenho contra o Vasco um lampejo? Teria sido a atuação de Felllype um lampejo? Eu não acredito, até porque não foi o primeiro e nem o último. O problema é que o time ainda insiste em viver na montanha russa, com altos e baixos se alternando freneticamente, às vezes dentro da própria partida. A insistirem nesta montanha-russa, iremos parar num trem-fantasma.

Diante do resultado, o Treze começou a bater um pouco, parar o jogo e evitar contra-ataques, e foi se carregando nos cartões amarelos. Uma expulsão se anunciava. Mas o primeiro tempo terminou assim, no 1 a 1.

O segundo tempo se iniciou com Jobson no lugar de Herrera. Nosso moleque mostrou que queria jogo e que tem técnica, mas que ainda falta muito de ritmo de jogo. Fez boas jogadas, mas sua atuação também ficava limitada pelo comportamento montanha-russa do time.

Pressão, escanteios, bolas defendidas pelo eficiente goleiro Beto, do Treze, e nada de gol. Lucas continuava errando tudo, ou quase tudo, tomávamos contra-ataques bobos, e a coisa ficando cada vez mais dramática. Numa disputa de bola Mattos chocou cabeça com cabeça, e foi substituído, entrando Felipe Menezes. Mais toque de bola, mas nenhuma mudança significativa. Aos 35 do segundo tempo o Treze sofreu a expulsão a tanto anunciada, pois no segundo tempo as faltas e cera se intensificaram.

Saiu Felllype Gabriel e entrou Caio. A mudança significou mais correria, e quase nada de efetivo. Tínhamos um a mais em campo, pressionávamos, mas o gol não saía. Afobação, precipitação, incompetência e boas defesas do goleiro impediam o gol. Loco? Fazia sua partida, sem prejudicar, mas sem resolver.

E o tempo passou, os 4 de acréscimos vieram, Fábio Ferreira se contundiu e mais um minuto foi acrescido, mas nada, mais uma vez o gol não saiu. Não se pode falar de azar. Não se soube fazer o gol.

E fomos mais uma vez para os pênaltis... que foi duro de assistir. Andrezinho abriu o placar, eles perderam a primeira cobrança, com um chute na trave. Em seguida Antonio Carlos e Felipe Menezes converteram, e o Treze também. Na quarta cobrança Renato bateu mal e Beto defendeu. O Treze podia empatar a disputa, mas também errou a quarta cobrança, mantendo o placar no 3 a 2. 

Então foi a vez de Loco cobrar, era só fazer e liquidar a fatura. O goleiro estava pulando bem nos cantos, então uma cavadinha poderia entrar, mas ele não seria Loco de tentar. E realmente não tentou, bateu no meio, fraco, e o goleiro defendeu com os pés. A cavadinha teria entrado. Forte no meio alto também. Forte no canto, baixo ou meia altura também entraria. E Loco erra mais uma vez sua especialidade.

Portanto, mais uma vez o Treze poderia empatar a disputa, e esticá-la. Só que o batedor do Treze resolveu fazer uma cavadinha, novamente ela, mas o chute saiu fraco, Jefferson de joelhos "aparou" a bola, e levantou indo direto ao batedor com a frase da noite:

CAVADINHA AQUI NÃO!!!



Vamos respeitar o Botafogo pessoal! A começar pelo pessoal que "manda". Alguém acha sinceramente que jogando assim dá pra ser campeão? Tem que arrumar a casa.

Abraços!

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG