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2 de abr. de 2017

INDO PARA DECISÃO

UM JOGO - DUAS VISÕES

BOTAFOGO 3 X 2 RESENDE


Os gols do jogo - Botafogo TV (o melhor ângulo do golaço de bicicleta do Sassá)

Fomos a campo hoje como favoritos, para encerrar a fase classificatória da Taça Rio, e mergulhar no processo de decisão estranho: que time usar daqui para frente no estadual?

Este jogo fomos a campo com Gatito, Marcinho, Renan Fonseca, Emerson, Vitor Luiz; Bruno Silva, Lindoso, Camilo, Montillo; Pimpão e Roger. Dava para o gasto.

Começamos dominando, girando a bola, e chegando ao gol com certa facilidade. Mas uma certa displicência, provavelmente pela falta de foco na competição, fazia com que os erros nos últimos passes não permitissem o gol.

E de bolas alçadas, chutes mixurucas, escanteios repetidos, finalmente numa cabeçada desviada por Lindoso, saiu nosso gol.

Se o time estava acomodado, mais ainda ficou. Antes disso, vimos mais uma vez a maldição da lateral direita nos atacar, com Marcinho saindo com uma contusão aparentemente séria, em um lance relativamente bobo, onde travou o pé no chão e teve talvez uma entorse de joelho. Entrou no seu lugar Fernandes, que soube ocupar o espaço na lateral com dignidade. Que Luiz Ricardo e Marcelo possam voltar logo!

No segundo tempo, mais acomodados, vimos a vontade do adversário crescer, inclusive com a complacência da arbitragem, que deixava as faltas deles rolarem soltas, e só puxava cartão para nosso jogadores, quando assim era exigido pelo adversário. E não deu outra, chegaram ao empate.

Com placar adverso, Jair partiu para tirar Camilo, totalmente apagado em campo mais uma vez, e colocar Guilherme, que nos ofereceu mais velocidade. Logo depois tirou o nosso pivô Roger, totalmente improdutivo e sem faro de gol, e colocou Sassá.

O jogo mudou de panorama, a cera comeu solta por parte deles, e voltamos à pressão. Em pouco tempo conseguimos um penalty e com a cobrança do Sassá voltamos à frente no placar.

Logo em seguida, em belo contra-ataque, a bola chegou no feitio para Sassá, e aí...


Mais uma bicicleta para nosso coleção ciclística. Golaço que quero ver de novo!!!

Resende ainda tentou fazer onda, arrumou um gol em um escanteio, mais uma vez eu reputo a acomodação, mas não tinha time, e nem torcida, para colocar pressão.

Agora vem a decisão da Taça Rio e depois do Estadual. Tudo isso com nossos jogos da Libertadores, na Colômbia e no Equador, entremeando. Não dá para imaginar nenhum time diferente do reserva, com Renan Fonseca, Leandrinho, Dudu Cearense, Gilson, Joel, etc. para os jogos do Carioca. E o curioso: Flamengo e Fluminense estarão em situação parecida, com Fluminense na Copa do Brasil. Sem problemas o Vasco buscar o tri deles, não fará diferença.

Cumprimos nossa missão nesta competição. Agora deixem nossos reservas tentarem mostrar alguma coisa.

Abraços
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Olá amigos alvinegros.

Num texto muito bem produzido, acerca do nosso jogo passado, Henrique fez a indagação que vários fazem nos dias de hoje: para que servia mesmo o campeonato carioca? Pois bem, vou de novo seguir por esta via.
Inicialmente, claro, quero falar do que vimos ontem no Nilton Santos: nosso time burocrático, com todos tirando o pé das divididas para não correrem o risco de ficar de fora dos jogos da Libertadores mas ainda assim, um time extremamente eficaz após a entrada do Sassá. Como anda jogando o garoto. E que belíssimo gol. Acho que vamos transformar o estádio num velódromo e partir para outra atividade (ciclismo contra o relógio, velocidade, etc.). Nota de destaque também para o Bruno Silva, que com o sumiço do futebol do Camilo e sem Airton (e com Montillo ainda por recobrar a forma ou o futebol), assumiu ares de comandante da meiuca.

Mas vamos bater de novo na tecla do cada vez mais esquisito campeonato carioca. Vejam amigos: o Botafogo vai jogar no domingo contra o Fluminense, pela semifinal da Taça Rio. Depois teremos uma viagem na qual ficaremos 20 dias fora do país, por conta dos dois jogos da Libertadores.

Tem-se, no regulamento do torneio daqui, que se perdermos a Taça Rio, ainda assim estaremos nas finais do campeonato carioca. Insólito, porém está escrito. Não seria demais então, querer que Jair não arrisque o elenco principal e vá decidir a Taça Rio com um misto, uma vez que decisões são decisões, atletas podem se machucar como ocorreu com o principal atleta do nosso adversário próximo e assim, como enfrentar duas pedreiras fora do país sem os principais jogadores à disposição?

É para refletir.

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30 de mar. de 2017

CAMPEONATO CALVARIOCA

Segue a procissão!




BOTAFOGO 4 X 1 PORTUGUESA

Para que serve mesmo hoje em dia o campeonato carioca? Eu, definitivamente, não sei. Fora o (ainda) glamour de ser charmoso (será?) esta encrenca não classifica para nada, “produz” públicos de pouco mais de 1.500 torcedores em jogo do time mais povudo, quebra os elencos que estão em disputa do campeonato mais importante (Libertadores) ou para o início do brasileirão. Enfim, virou um pombo (só atrapalha.. não serve para nada).

Enfim, hoje o jogo foi contra a Lusinha da ilha, clube que era nosso antigo aliado mas que virou desafeto por conta do imbróglio da Arena. E não nos trouxe dificuldades.

Conseguimos rodar o elenco, começando o jogo com Gatito, Marcinho, Renan Fonseca, Emerson e Gilson; Airton, Bruno Silva, Fernandes e Camilo, Joel e Roger. Na segunda etapa trocamos o totalmente ineficiente Joel por um ligado e inspirado Montillo, Fernandes por Guilherme e Roger por Sassá.

Os gols saíram nas duas etapas, dois com Bruno Silva, e um com Roger e Gilson. Estamos encaminhado para semifinais da Taça Rio, e também para a do estadual. Resumindo: mais espaço para os jogadores ditos secundários pegarem ritmo.

Hoje o Gilson fez uma boa partida, Joel foi sofrível, Renan Fonseca conseguiu ser discreto, e Camilo não esteve muito bem. De resto nada para questionar. Que venha o jogo contra o Resende, com mais um giro do elenco.

Abraços.
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Os gols do jogo

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27 de mar. de 2017

CARIOCA 2017 - O JOGO CONTRA O BANGU


Time vai a Moça Bonita e
vence o adversário
Botafogo 2x0 Bangu

Sassá - a tranquilidade de quem está chegando lá.

Este campeonato carioca só nos tem servido mesmo para (boas) observações. De ontem, vimos que não é possível que o competente Vitor Luis possa tomar o calor que tomou daquele pontinha do time adversário, a não ser que o cara do lado de lá seja um Messi e ele, definitivamente, não o é.

Vimos, igualmente, que o tranquilo e centrado Pimpão “não estava ali”. Aquelas duas faltas não são coisa dele. Não o são mesmo. Vimos, por fim, que o time não está focado neste desmotivante e mal organizado torneio e assim, agora, não tenho a menor dúvida de que entraremos focados no jogo de Medelin, este sim, o que realmente importa.

A falar de ontem, a certeza de que temos sim um atacante dos bons: o nosso Sassá, lá de dentro mesmo. Estou indo na firme convicção de que, se o Jair Ventura conseguir que o seu antigo garoto da base ponha a cabeça no lugar, nosso ataque está em boas mãos. Ele simplesmente mudou o jogo fazendo crer que eles sim, estavam com um a menos. Que partida!

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24 de mar. de 2017

TREINO QUENTE


BOTAFOGO 2 X 3 FLUMINENSE

Fomos a campo com Saulo, Marcinho, Carli, Emerson, Vitor Luiz; Airton, Bruno Silva, Camilo, Montillo, Pimpão e Roger. E apesar do clima de treino, o jogo começou bem mais quente que o clássico anterior.

Pimpão cheio de vontade, e um pouco mais de presença de Camilo e Montillo, mas ainda sem emocionar. E sem muita dificuldade abrimos 2 a 0, dois gols de Roger, um em passe de Pimpão e outro de Montillo.

Podemos dizer que apesar da boa movimentação, do bom pivô e dos dois gols feitos, ainda faltou ao Roger mostrar o faro de gol e postura de artilheiro. Nos dois gols, apesar da tranquilidade e do sucesso na conversão dos gols, pareceu ocorrer uma certa displicência na conversão do lance.

Ainda no primeiro tempo Carli sentiu um pisão no pé e foi substituído por Renan Fonseca. Parecendo uma maldição, após a entrada do nosso contestado zagueiro, que chegou a ser vaiado pela torcida em boa parte do segundo tempo, os gols tricolores ocorreram.

Apesar da fragilidade que nossa defesa passou a apresentar, eu diria que o resultado da virada foi mais consequência do clima de treino e de fatura liquidada que nosso time adotou, e a sumida do jogo e sucessão de erros que nossos dois principais jogadores em várias partidas começaram a apresentar: Bruno Silva e Airton.

Ninguém gosta de perder, muito menos um clássico jogado em casa, e muito menos colocando em risco a participação nos jogos finais do Carioca. Mas sinceramente, foi um jogo mais gostoso de se ver, e foi um treino de conjunto e funcionamento tático, até pela qualidade e esforço do adversário, muito melhor.

Creio que independente do risco de desclassificação, daqui para frente deveríamos ver times mistos ou quase que totalmente time B em campo no Carioca.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG