Visualizações

A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

5 de jun. de 2016

A LUTA CONTINUA

BOTAFOGO 0x3 SANTOS
Jogo fora de casa



Em jogo realizado às 11 da manhã no Pacaembu, time perde por 3x0 e a crise se instala do clube.

As novidades neste jogo eram o Anderson Aquino, que mesmo saindo jogando pela segunda vez veio para se firmar, o Dudu Cearense fazendo a sua estréia e a volta do Gegê. Mal sabíamos o que estaria por vir.

E vou resumir. Gegê e mostrou nulo, Anderson Aquino mais do que nulo e no meio, somente o Dudu Cearense, mesmo sem ritmo, tentava dar um mínimo de organização ao elenco, sem sucesso claro. Veio o primeiro gol aos 10 minutos, numa falha coletiva de marcação na defesa, o segundo já depois dos 20, agora em “meia falha” do goleiro e ao voltarmos do intervalo, com Neilton no lugar do Gegê e Gervásio no do Anderson Aquino, o time até tentou se organizar, chegando inclusive a perder um pênalti com o Neilton, mas a realidade nua e crua mesmo foi tomarmos o terceiro gol.

Assim, aos 30, Ricardo Gomes colocou o bonde Sassá em campo, em substituição ao Ribamar mas a esta altura, quem poderia mudar o rumo que tomou esta partida, iniciada justamente por um gol tomado em erro de todo o sistema defensivo?

É meus amigos, esta, como diz um comentarista aí, é a imensa procissão do brasileiro da série A. Por enquanto estamos entre os últimos “fiéis” mas com 8 jogadores ainda por entrar no time, a esperança é de, se não pudermos chegar perto do andor, que pelo menos fiquemos ali no meio do bolo.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

1 de jun. de 2016

BOTAFOGO 0x1 CRUZEIRO




Time recebe os azuis em Brasília
mas faz um péssimo primeiro tempo
e perde por 1x0


As novidades para este jogo de hoje eram o Dierson, o garoto Diego na lateral direita e Anderson Aquino no ataque. Foi informado que somos o time com mais atletas contundidos entre todos os da série A. Leandrinho também veio de meia atacante e assim, com um time quase que completamente reserva, começamos errando muito e dando campo para eles. Errávamos muito e num desses erros, do Anderson Aquino lá na intermediária do adversário, eles contraatacaram e marcaram o seu gol aos 26 minutos.

Tava feia a coisa e o ‘mapa da mina’ para eles era o seu lado esquerdo, lado direito da nossa defesa, por onde o seu homem de frente entrava como queria. O sujeito driblava o menino Diego como se estivesse numa pelada de fim de semana. Jogávamos um primeiro tempo ridículo, sem conseguir imprimir aquela nossa marcação e com o time deles tocando a bola como se o jogo fosse um simples treino.

A lista dos que iam mal no jogo não caberia aqui numa linha: o já citado Diego, Salgueiro, um Bruno Silva totalmente perdido e lá na frente, Ribamar correndo feito um touro brabo e o Anderson Aquino omisso. O time foi para o intervalo arrasado e a esperança de que voltasse do vestiário com mudanças que pudessem melhorar o nosso desempenho não era grande. Afinal, tínhamos aí, por baixo, uns 8 desfalques sérios de atletas machucados e assim, como mudar o time com quem estava na reserva? Para se ter uma idéia disto tudo, até o Vitor Luis, que vinha sendo um destaque, se perdeu no meio da mediocridade geral.

Do vestiário então, voltamos com Leandrinho no lugar do Salgueiro mas a impressão que se tinha nos primeiros minutos era a de que nada iria mudar. Aquele nosso sistema tático que tanto incomodava os nossos adversários, com o time titular quase todo fora, sumiu. Não foi possível manter o padrão de jogo com tantos reservas em campo.

  O que se pôde verificar de bom, foi que o Salgueiro vinha sendo tão nulo, tão inútil que a simples mudança (colocar o Leandrinho em seu lugar) nos levou muito mais à área deles em menos de 10 minutos do que em toda a primeira etapa. Aos 19 minutos então, Neilton finalmente entrou em campo no lugar do Fernandes, num momento da partida em que estávamos bem. E se o Ribamar não fosse tão apavorado, menos de 2 minutos depois teríamos empatado mas ele se desequilibrou na frente do goleiro.

E quando já mandávamos na partida, conseguindo acuar o time adversário no seu campo, aos 28 minutos, Sassá entrou em campo para a saída do Ribamar mas mais atrapalhou do que propriamente ajudou e mesmo com o nosso time imprimindo aquela citada pressão bem forte, o nosso gol não saiu e sofremos a nossa segunda derrota “em casa”.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

29 de mai. de 2016

BOTAFOGO 0x1 FLUMINENSE







Foi alardeado antes do jogo que entraríamos sem 5 titulares mas ao meu ver, considero como titulares propriamente ditos apenas o Jefferson, o Carli e o Lindoso e este último, por enquanto, já que tem gente chegando com cancha para tirar-lhe a titularidade. Airton, que vinha sendo o nosso bom armador, jamais foi capaz de fazer uma sequência de jogos e quato ao Gegê... bem, é bom nem comentar.

E vejam que com os atletas que levamos a campo, fomos bem neste jogo. Eu diria até que fomos bem independentemente de termos tomado aquele gol imbecil e de, com isso, termos dado a vitória no colo deles. Nossa marcação, mais uma vez, não deixava o adversário pensar, não os deixava trocar passes com a habilidade que vários dos seus jogadores têm e com isso, o equilíbrio se viu por boa parte do tempo até o famigerado gol.

Na verdade, sem que tenhamos as estréias dos recém contratados, somos efetivamente um time de destruição e não de criação e foi isto que nos fez perdedores hoje. Fomos bem até tomarmos o gol, controlando o jogo do meio para trás e tentando sair pelas laterais do campo, sem muita qualidade mas, ainda assim, evitando que o bom time deles crescesse no jogo. Eles, evidentemente, tiveram muito mais chances do que nós para abrir o placar antes da nossa entregada mas sempre que tentavam um chute, a nossa marcação chegava.

Tentando então mudar esta situação, Ricardo Gomes voltou do intervalo com Neilton e Sassá nos lugares do Marquinhos e do Leandrinho mas aos 5 minutos, cometemos um dos nossos pouquíssimos erros de saída da defesa neste ano e fomos punidos com o gol, aquele erro já citado aí acima. Pouca coisa mudou para nós já que, sem saber construir e atrás no placar contra um time superior, não conseguíamos produzir nada na meia capaz de fazer a bola chegar com qualidade lá na frente.

Aos 36, Salgueiro saiu mas em vez de vermos o Anderson Aquino em campo, quem entrou foi o Gervásio Nuñez, que até atuou razoavelmente bem nas poucas vezes em que tocou na bola mas construir jogadas que era bom, nem pensar. Perdemos o segundo jogo e agora, vamos em busca da tranquilidade para o seguimento do campeonato.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

25 de mai. de 2016

BOTAFOGO ENFRENTA O FURACÃO

PRÉ-JOGO



Finalmente, nesta quarta-feira, foi anunciado o acerto com o meia Camilo, ex Chapecoense. Fala-se muito bem deste jogador como sendo aquele que pode dar qualidade à nossa meia, talvez até atuando com a 10. O importante mesmo, será vê-lo se entrosar com o Salgueiro para, aí sim, termos 2 bons nomes na criação. Falta agora um atacante, caso o Anderson Aquino não segure a onda.


O JOGO




Os gols do jogo

BOTAFOGO 2x1 ATLÉTICO-PR


Foi no sufoco, mas o time conseguiu a 

sua primeira vitória no campeonato.


O Botafogo foi a Juiz de Fora enfrentar o clube paranaense, desta vez, sem o xerifao da zaga, o Joel Carli. Fomos de “duplo Emerson” no miolo de defesa mas animados, já que durante a tarde não se falava em outra coisa que não fosse a nova dupla “sertanejocomhermano”: Canales e Camilo

Tentando logo de cara encaixar aquele esquema de marcação, característico do time deste ano, não íamos bem e assim, só conseguimos o nosso gol aos 17:30m, quando eles estavam melhor no jogo mas, numa perda de bola próximo à nossa área, nos deram o contraataque que precisávamos. Ribamar recebeu então um lançamento milimétrico do bom Vitor Luis, entrou sozinho, driblou o goleiro e tocou no meio do gol. Era tudo o que precisávamos para, enfrentando um elenco um pouco melhor do que o nosso, com um time mais organizado, ficarmos tranquilos no jogo e, enfim, encaixarmos aquela marcação que tanto deu certo em outros embates contra os grandes.

Mas não conseguimos tirar a posse de bola deles e assim, continuaram a mandar no jogo, chegando a colocar uma bola na nossa trave no final do primeiro tempo. Isto não melhorou na segunda etapa e assim, já aos 12 minutos do tempo final, Neilton entrou para a saída do Gegê, um dos que estavam mal em campo (Fernandes era outro). Só que era um momento de sufoco, quando surgia um escanteio e na cobrança, sofremos o empate.

Mas aos 27 quem desempatou foi o Fogão, quando numa roubada de bola na meia, Salgueiro, que jogava mal e já começava a ser vaiado, conduziu muito bem a bola até à entrada da área e tocou para Neilton que vinha pelo lado chutar forte no alto, canto esquerdo do goleiro. Ufa, ufa!

Aos 39 minutos, um agora aplaudido Salgueiro saiu para a entrada do Yaca Nuñez e neste momento, fora o desligado Fernandes, o time segurava bem o jogo tentando levar a situação sob controle até o final mas não foi um final tão tranquilo assim: alguns dos nossos atletas jogavam muito mal e com um deles, Fernandes, conforme já dito, errando quase tudo, eles criaram ânimo, foram para cima e até os 48 minutos, ainda tínhamos bolas rondando a nossa área. Mas vencemos. Foi teste para cardíaco!

No domingo temos o Fluminense em Brasília.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG