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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

15 de mai. de 2014

MUDAR É PRECISO


Notícia de agora à noite.

O atacante Irven Ávila, do Sporting Cristal, pode vir a ser o novo reforço de área do Botafogo. A notícia saiu neste site e já está sendo divulgada nas redes sociais.

Não lembro mesmo deste atleta mas a notícia é a de que fez gols nos dois jogos da Libertadores, contra o Atlético-PR. Vamos aguardando e conferindo.

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14 de mai. de 2014

VOANDO BAIXO


BOTAFOGO PERDE PARA O GOIÁS POR 2X0
E SE COMPLICA NO CAMPEONATO

O time entrou para jogar naqueles primeiros minutos de jogo ainda embalado pelo ótimo fim de jogo da goleada do último sábado, só que o adversário era mais qualificado do que aquele dos 6x0 e não se intimidou com o torcidão que compareceu ao estádio de Juiz de Fora. Até tentávamos abafar mas não havia organização de jogadas. Ouvindo agora comentários de fim de jogo, o vaticínio é que temos que brigar este ano para não cair mas como contrariar esta afirmativa?

Já não estamos assim com tantos jogadores “a menos”, talvez até somente o Jorge Vagner ainda esteja destoando mas aí começam a residir novos problemas. Trocamos Julio “marca nada” César pelo Junior Cesar, mas se ganhamos em termos de boa marcação pela esquerda, perdemos o bom homem de frente que tínhamos no Julio, neste quesito, sem dúvidas, um bom jogador. Taticamente, vemos há meses que o time adversário sempre parece mais arrumado do que o nosso, o que significa conjunto e treinamento. Talvez estejamos ainda para trás nisto pelas constantes trocas no elenco e no time que vai a campo

Hoje a pontaria também não estava boa. Emerson perdeu pelo menos duas boas oportunidades, Bolatti cabeceou fraco uma bola vinda de escanteio e não mais fizemos na área. Os cruzamentos, esta praga que sempre está aonde não deveria (na época do Loco ou com o Tanque em campo sempre insistem em bolas enfiadas e não nas aéreas), hoje rolou farto na primeira etapa. Jefferson, por seu lado, nem teve tanto trabalho assim mas em vacilos nossos, por pouco não saímos para o intervalo perdendo. Seria injusto mas as chances deles surgiram.

Veio então a segunda etapa e não vimos nenhuma modificação no modo de atuar das equipes. Claro que o time deles, indo somente na boa, acabou conseguindo o seu gol e foi logo cedo, em bola jogada em cima do lateral que entrou porque o Julio Cesar não marca: Junior Cesar. Foi o suficiente para o torcidão que compareceu ao estádio se calar e, claro, escolher o Cristo da vez, vaiando insistentemente o Jorge Vagner até que ele fosse substituído pelo Wallyson. Claro que não deu certo. Trocamos 6 e não por meia dúzia mas sim por 4. A pane no time, lá pela altura dos 15 do segundo tempo, era geral.

O segundo gol deles foi reflexo deste destempero, um gol que tomamos por pura falta de ímpeto para atacar e, por tabela, desorganização e disposição para marcar. Tomamos este segundo gol antes ainda dos 25 minutos e, claro, a derrota se configurava. Era triste ver a falta de um meia criativo que pudesse colocar uma bola boa na área para Zeballos ou Sheik. Não havia mesmo como se sair bem com tanto desencontro no campo. Perdemos, estamos mal na tabela, no campeonato e as perspectivas futuras são sombrias: vamos ao sul pegar o Grêmio daqui a uma semana. Deus salve o Fogão!

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13 de mai. de 2014

PRÉ JOGO


BOTAFOGO x GOIÁS

Olá amigos do blog.

O jogo é remarcado (não importa), o tempo é curto (e daí?) e o adversário incerto (não nos interessa).

Vamos então ver tudo por outro ângulo: depois de fazermos a nossa estréia no campeonato contra times arrumados e nas suas "casas", tomando logo duas derrotas pela proa, a hora agora é de reação. O momento não poderia ser mais propício, o time parece estar embalando e o local é Juiz de Fora, ou seja, nosso território.

Ver este adversário obrigado a jogar ali por punição é algo como ter o Engenhão liberado e trazer o jogo para lá. É casa cheia e alvinegros apoiando o tempo todo. Vamos então aos 7 pontos! É jogo antecipado mas, por alguns dias, olhar a tabela e ver o Fogão ali próximo ao G4 é mais um dado a trazer moral para a equipe. Então meus amigos, é jogo fora com jeito de jogo em casa e nesta situação, só a vitória interessa.

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10 de mai. de 2014

BOTAFOGO x CRICIÚMA


BOTAFOGO VAI A CAMPO E CONSEGUE
A PRIMEIRA VITÓRIA NO CAMPEONATO

6X0

A QUEM ANOTOU A PLACA,
FAVOR INFORMAR AO DETRAN

Me chamou a atenção hoje a informação do narrador da partida de que os times viriam desfalcados, eles do Paulo Bayer e o Botafogo do Lodeiro. Desinformados esses repórteres: a ausência do Lodeiro é, antes, um reforço, pois estou quase chegando à conclusão de que ele, ou é jogador de partidas menores (carioqueiro) ou então, aquele que só aparece em grandes jogos se os protagonistas já estiverem resolvendo a partida, garantindo o resultado.

Um recital de futebol - imagens do Lancenet

E assim foi que o Jorge Vagner voltou a ser titular e, com a contusão do Mattos, Bolatti também entrou de cara. E fui gostando do time logo de cara. Antes dos dois minutos, Emerson e Zeballos já davam trabalho ao goleiro deles. Sheik meteu bola na trave aos 7 e aos 9, a Cacatua quase nos devolve anos e anos de lambanças no Engenhão mas o Daniel se afobou e perdeu a chance de pegar a sobra na área. Aos 13, o Sheik, pegando uma ótima bola do Daniel (que jogava muito bem), se antecipou e tirou uma bola que estaria à feição para o Zeballos, chutando para fora.

Todos jogavam bem, uns mais, outros discretamente mas, no conjunto, íamos nos firmando em campo e evitando que o adversário nos surpreendesse. A lamentar apenas a péssima forma do Jorge Vagner, vez que se trata de um bom jogador mas a cabeça, definitivamente, não está no lugar certo. Tamanha tranquilidade, mesmo sem muito poder ofensivo, só podia resultar em gol. Após ótima triangulação pela direita entre Zeballos, Gabriel e Bolatti, este último cruzou no pé do Sheik que só teve o trabalho de dominar e colocar no canto. 1x0 e tranquilidade em campo.

E no segundo tempo, jogando da mesma forma (tentando não errar e procurando ir à frente com mais rapidez), Emerson Sheik pegou uma bola de sobra do goleiro e, com muita categoria, aumentou e deixou o time mais tranquilo ainda. Estou muito confiante em que, mesmo sendo um cara bipolar e perigoso, este nosso 7 de 2014 é um atleta que vai dar mais produtividade do que problemas.

E como estamos bem em matéria de boa fase dos jogadores. Aos 8 e meio, Gabriel desperdiçou um contraataque em jogada que até pareceu nos trazer perigo na retomada mas ato contínuo, retomamos nós a bola e, de novo com o Gabriel que, desta vez, fez jogada magnífica para o Edilson na direita. Fechando para o meio, Edilson tocou para Daniel que em belíssima jogada, aumentou para 3. Belo gol mesmo e, também, gol para dar moral ao menino.

Falei sobre dar moral durante a comemoração do gol e vejam que, 2 minutos depois, o garoto, em jogada de atleta europeu, arrancou e, sozinho, foi levando a defesa e colocou na saída do goleiro, no cantinho.

4x0 e caixão fechado.

É incrível “esse tal” de futebol. Remando contra a maré dominante, sempre achei que tínhamos um bom time, porém, sem treinador até à chegada do Vagner (que também ainda não tem cacife para um time da envergadura do Botafogo, mas já está furos acima do antecessor aprendiz) e que só nos faltava elenco. Estão contratando e vejam que, após o quarto gol, nosso toque de bola melhorou muito, mesmo com a marcação deles ainda em cima.

E o mais incrível: com este quarto gol acontecendo aos 9 minutos, fiquei sem ter mais o que dizer do jogo por mais de 40 minutos. Mas, aos 27, o craque que “está vindo” nos pés e no cérebro do Daniel, roubou uma bola e só nisso a jogada não foi de craque. No mais, levou sozinho, deixou a zoeira para o zagueiro que ficou entre tentar tirar a bola ou derrubá-lo e, não o derrubando, teve que ver o garoto colocar, de novo, no cantinho, em jogada apertada na qual um atleta comum perderia o gol.

Era o quinto gol e eu já estava até conferindo o placar com medo de perder a conta.

O Botafogo sequer precisou se preocupar com substituição e a primeira só veio já aos 24 minutos, com Lucas entrando no lugar do J. Vagner (o único a destoar em campo), deslocando mais uma vez o competente Edilson para o meio. Aos 29, Wallyson entrou no lugar do Zeballos e aos 34, Bolatti saiu e entrou Julio César. E vejam que falei, após dizer como foi o quinto gol, que podia perder a conta e não estava enganado. Aos 36, Wallyson (até ele) fez uma jogada de ‘um-dois’ na meia direita e, ao receber de volta, cortou o zagueiro e meteu no canto. 6x0.

Medo só estou tendo mesmo por ter sido este jogo o ‘JOGO DA CHINA” ... vocês.. sabiam?..... (Rádio Relógio – para os mais antigos). Tomara que, pelo menos, o Daniel não se transforme no Vitinho versão 2014. Agora vamos ler a opinião do Henrique.



Amigos,


Vitória categórica, era o que precisávamos. Três pontos que nos tiram do sufoco, e nos colocam no meio da tabela. Seis gols que nos qualificam em termos de saldo e nos deixam, neste momento, como o ataque mais positivo. E o principal: a tranquilidade que Vagner Mancini precisava para dar mais estrutura e consistência ao time que está montando.


Mas como foi a história deste jogo? Primeiro, o adversário foi o mais frágil e desestruturado de todos os quatro que enfrentamos. Igualmente pressionado pela situação na tabela, buscava sair com pelo menos um ponto.


Diante destas circunstâncias o jogo começou com a retranca deles, e o Botafogo com uma marcação adiantada e pressionando a saída de bola, algo que o time só passou a fazer adequadamente com a vinda do Mancini.


Mas a minha impressão foi que logo o nervosismo tomou conta do jogo, e as duas equipes começaram a errar muito, e o jogo começou a ficar igual. Mas a estrela, e vontade de brilhar forte, do Emerson, funcionou, e estando bem posicionado na área recebeu passe preciso e não perdoou, colocando a bola dentro do gol.


Foi a redenção. Neste ponto o nervosismo, que estava dividido entre os dois times se mudou todo pro lado catarinense, e então nosso time pode produzir tudo que podia, pela sua qualidade, e pela incapacidade do adversário entrar no jogo.


E assim foi construída a goleada. Sheik fez mais um, Daniel três, e Wallyson fechou o placar. Acho que Daniel pode ser o exemplo desta situação. Contra o Bahia já havia jogado bem, mas como todos falaram, e eu comentei, ainda precisava comer muito feijão. Fez três gols, mostrando o acerto de nossas observações. Mas até a timidez que mostrou na entrevista na saída do jogo prova o quanto ainda precisa amadurecer.


É um garoto, ainda vai brilhar, pode crescer junto com o time, mas não se pode colocar sobre os ombros dele o peso de resolver nossos problemas em todos os jogos. Nestes jogos mais escamados ele poderá contribuir, mas a atuação de jogadores mais experientes, como o Sheik, Jorge Wagner, Edílson, Bolatti, será essencial. E para tudo dar certo, o entrosamento terá que ser maior, e dependeremos bastante deste trabalho do Mancini.


Acho que chegamos a uma bifurcação. O time abriu um novo caminho, que é de crescimento e sucesso, mas há ainda o caminho possível de se retornar ao ponto de partida. Vamos torcer que o caminho percorrido seja o primeiro, e vamos apoiar o time, para chegarmos bem longe neste campeonato. Rebaixamento? Espero que seja definitivamente um fantasma do passado.

Abraços.


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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