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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

30 de jun. de 2016

POR MAIS UMA VITÓRIA

Time encara o Galo
no Mineirão, joga bem
mas em circunstâncias inexplicáveis,
perde por 5x3




E assim, vou tentar explicar como a vitória a que me referi no título desta postagem não veio.

Para este jogo, Pimpão, já regularizado, começou do banco e a opção do R. Gomes por sair com o Ribamar de cara, possivelmente, se deu por conta da exploração da velocidade do garoto nos contraataques, contra um adversário embalado e que em casa, gosta de partir para cima no início do jogo.

E eles fizeram isso, e foram para cima e assim, tomamos o gol com 12 segundos, o que não chegou a assustar o time que não só se firmou em campo como também passou a mandar na partida. Não quero, de novo, colocar a culpa na atuação do juiz mas não se pode negar que, depois de perdermos alguns gols, ele nos tirou a possibilidade do empate num impedimento inventado do Ribamar e depois, por não dar a falta no Camilo no lance em que eles fizeram o segundo, no fechamento da primeira etapa.

No segundo tempo, aos 9 minutos, Rodrigo Pimpão entrou no lugar do Neilton. Aí, já estávamos na segunda substituição, haja vista a saída do Ribamar no finzinho da etapa inicial, por contusão, dando lugar ao Sassá. O impressionante é que o time, além de não jogar mal, ainda conseguia criar jogadas lá na frente só que a objetividade era a mesma daqueles jogos sem gols. Eram lances, não raro, não aproveitados pelos atacantes. E assim, numa jogada rápida, eles fizeram o terceiro mas quem disse que o Botafogo desanimou?

Continuamos a buscar o jogo até que aos 27, Sassá fez o nosso primeiro gol de pênalti mas tomamos o quarto gol, num contraataque deles aos 33 minutos, o que colocou uma pá de cal nas nossas intenções nesta partida. Gervásio ainda substituiu o Fernandes aos 33 minutos e fez o seu gol aos 43 mas como castigo, eles fizeram o seu quinto gol logo na saída de bola. Aí, 3 minutos depois (aos 43, nos acréscimos), Bruno Silva arriscou de fora da área e no desvio, fizemos o terceiro gol. Que jogo foi esse?

Incrível, realmente inexplicável, mas eu gostei do time, achei-o bem mais organizado até mesmo do que em algumas vitórias e confio nos 3 pontos contra o Santa Cruz no jogo de domingo, em Juiz de Fora.

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26 de jun. de 2016

JOGO FORA DE CASA



Time vai ao sul
enfrentar o Inter
vence por 3x2  e respira
na competição



Olha eeeeleeeeee!


Boa noite amigos alvinegros. Hoje eu não vou começar com aquela máxima muito chata "há coisas que só acontecem ao Botafogo. E não vou por vários motivos, entre os quais: a) eu já havia falado que não tem time imbatível nesta competição e assim, com o nosso elenco apenas reforçado, ficaríamos praticamente no nível dos demais; b) perdemos pontos inacreditáveis, como os 2 contra o Sport, os 2 ou 3 contra o S. Paulo e só para ficar nestes 3 jogos, os 2 contra o Figueirense (alguém anotou aí?); e, finalmente.. c) nosso futebol no primeiro semestre estava bom demais para se transformar, de repente, naquela pasmaceira que vínhamos acompanhando e isto só se justificava pela ausência de tantos nomes entre os titulares.

Então prezados alvinegros, de tudo o que havíamos pedido a Deus para o nosso elenco, chegou o 10, o 9 está a caminho e ainda temos mais outro meia para vir completar o nosso meio de campo, o Dudu Cearense. O time vai encaixar sim e da forma que imaginei lá no final do carioca, usando não só este jogo de abafa inicial, que por meia hora deixa o adversário tonto sem conseguir trocar 3 passes e agora, com organização a partir do meio, usando contraataques mortais para matar os jogos e não reclamemos: assim o time corintiano conquistou tudo até chegar ao seu mundial no Japão.

Do jogo nem precisamos falar. Camilo cumpriu quase à perfeição o seu papel de número 10, armando, procurando o seu setor de campo, acalmando o jogo quando foi preciso e, creme de la creme, fazendo o seu gol de estréia. Ele vai ter momentos de entressafra sim mas até lá, creiam, o elenco já estará encaixado.

E vamos que vamos pois na quinta-feira a pedreira é no Mineirão, contra o Galo.

Os gols do jogo - vitória maiúscula do Fogão.

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22 de jun. de 2016

BOTAFOGO x FIGUEIRENSE



Time recebe o Figueirense em Juiz de Fora
mas não sai do zero a zero

O time que foi a campo hoje estava tão mexido, mas tão mexido, que vimos o Anderson Aquino ir para o jogo e o Gegê sequer ficar no banco. Airton voltou na meia e Fernandes também saiu jogando e com isto, ficou claro mesmo antes do início da partida que iria faltar entrosamento.

E foi esta falta de entrosamento aliada à ruindade de alguns jogadores (ruindade ou então má fase) que fez com que saíssemos para o intervalo no zero. Tivemos algo como 8 escanteios contra nenhum deles, tivemos mais de 60% de posse de bola mas cadê criatividade para fazer a bola chegar aos homens de ataque? Pois é meus amigos. É muito preocupante esta fase do Botafogo, com 12 atletas que poderiam estar jogando mas que estão fora.

No intervalo então, esperava-se que voltássemos com algum novo jogador mas nada aconteceu e assim, recomeçamos o jogo na segunda etapa naquela mesma vibe: domínio em campo, posse de bola mas nada de criação. E vejam, temos atletas não aptos a envergar a camisa de times grandes. Se o Bruno Silva não é jogador de time da primeira divisão, Anderson Aquino é atleta da terceira e assim, as esperanças de gol repousavam no ímpeto e na vontade dos outros atletas, rezando para que a bola não passasse, na hora dos ataques, pelos pés dos inoperantes.

As substituições só foram começar aos 15, com a entrada do Luis Henrique no lugar do Aquino e, por contusão, a saída do Airton para a entrada do Otávio. Parece então que a saída do jogador da C, o Aquino, fez com que passássemos a “jogar com 11”, já que a partida se tornou um ‘ataque contra defesa’ sem fim. Quando os escanteios então chegaram a 13x0, aos 38 minutos, com mais um gol perdido, Ricardo Gomes tirou o Gervásio para colocar o Ribamar, numa tentativa desesperada de sair do zero no placar.

Mas a inoperância dos 12 reservas do nosso time que jogaram hoje é tal que o time conseguiu criar um tempo inteiro de chances de gol sem conseguir colocar a bola na rede e vejam, o domínio era tão grande que eles sequer tinham aquela bola do ‘quem não faz, leva’, apesar de terem perdido um gol incrível no final da partida. Vida que segue... Domingo a parada é lá em Porto Alegre, contra o Inter, já com o Camilo e o Pimpão jogando. Até este momento da rodada, subimos para o 17º lugar com chances de sair da zona do rebaixamento com os resultados de amanhã.

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19 de jun. de 2016

BOTAFOGO PEGA O CORINTHIANS



Airton foi poupado do jogo e Sassá, poupado no intervalo. Na minha opinião (e isto é pessoal, não ouvi de ninguém), estes dois fatores deram o tom do jogo, marcaram a diferença entre os 3x1 deles e uma possível vitória nossa. A explicação dada pelo Ricardo Gomes em relação ao Sassá, e que se torna extensiva ao Airton, foi de que os atletas estão com um tal índice que mede a fadiga muscular no limite e desta forma, o risco de contusão é iminente.

Ainda assim, com um Sassá jogando muito mas desta vez vindo de trás, armando jogadas (vejam), dividimos as ações com o time adversário até que o bom Sidão se adiantou e aos 24 minutos, a nossa arrumadinha, certinha mas frágil casa, caiu. Bem meus amigos, dizer “a casa caiu” é força de expressão, já que jovens como o citado e repetido Sassá e Leandrinho ‘andaram’ para o fato de jogarem naquela arena lotada com torcida contra. Fomos para cima, tocamos a bola com tranquilidade e desta forma, a resposta veio à altura, 4 minutos depois, com Leandrinho, após bela enfiada do Bruno Silva, também encobrindo o goleiro Cássio.

Jogo empatado, jogávamos com firmeza e os nossos meninos, ajudados por (hoje) um Yaca em bom dia, atuando com correção, não deixavam a peteca cair. O time jogava tão focado naquele sistema utilizado no início do ano, que já nos minutos finais do primeiro tempo, mandávamos em campo, destruindo todas as articulações deles do meio para a frente. Deveríamos ter saído desta primeira etapa com a vantagem no placar. Até o próprio Yaca mandou uma bola na trave já no finalzinho.

Voltamos para a segunda etapa então sem o Sassá, que deu lugar ao Ribamar e até fomos à frente, cruzando bolas na área deles mas numa cochilada da nossa marcação, o atacante adversário entrou driblando e tocou no canto. Achei, neste gol, além do sono intenso dos marcadores, o Sidão meio pesado para ir em bolas rasteiras mas pode ter sido impressão minha (só minha também, visão particular do lance). Afinal, ele tem se mostrado seguro e parece agora o reserva correto para o nosso aguardado titular Jefferson. Mas a verdade é que o bom e articulador Sassá fez falta, fomos sim para a área deles mas já sem qualidade, muito por conta de um hoje claudicante Neilton e assim, nem as substituições, Vitor Luis no lugar do Gervásio aos 17 minutos e Salgueiro no lugar do Leandrinho aos 35, foram capazes de nos devolver aquele belo primeiro tempo. Sofremos inclusive o terceiro gol, já no fim e agora, só nos resta focar no jogo contra o Figueirense, aqui em Volta Redonda, próxima etapa da caminhada.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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