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15 de jul. de 2015

MUDANÇA DE RUMO

Out



Renê Simões
é demitido

Olá amigos.

Há pouco mais de 40 minutos, o globoesporte.com anunciou a demissão do Renê Simões. Iremos atualizando esta matéria com as próximos novidades.
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- Jair Ventura assume como auxiliar até a escolha do novo técnico - (14:00).

- Após anunciar a demissão do técnico, o presidente CE disse que podem pintar reforços no decorrer desta semana - (14:00)

- 

14 de jul. de 2015

EM BUSCA DO SONHO - A volta da CB



Botafogo 0 x 1 Figueirense


Merecido...

Por alguns jogadores que se desdobraram e correram por dois, como Pimpão, Luís Henrique e Arão, não foi merecido. Mas pelo conjunto da obra foi.

Não dá pra discutir. Alguns jogadores não tem culhões para vestir a camisa do Botafogo e provavelmente de nenhum time grande. Tomás Bastos definitivamente é um bom jogador, para jogar no Boa, e só.

Serve de consolo que se tivéssemos passado seriam só mais dois jogos, com muita sorte quatro, e viria a eliminação, que não foi nada precoce.

Minha conclusão é que com 4 meias não conseguimos somar 2: Otávio, Elvis, Tomás e Daniel juntos valeram por menos de 2. Desculpa-se os dois primeiros, o Elvis por ter saído por contusão, e o Otávio que provavelmente não aguentaria os 90 minutos por falta de ritmo.

Substituições equivocadas? Talvez.... não sei se haveria muitas outras opções. No final também pecamos por não ter matado o jogo no primeiro tempo, quando a partida esteve a nosso favor, ou mesmo ter aproveitado os raros contra-ataques, alguns muito perigosos.

O gol deles no final? Serviu só pra deixar a certeza que Jefferson pode agarrar muito, mas não faz milagres.

Foi merecido.





Merecemos o castigo - simples assim.

Por conta do engarrafamento, cheguei ao estádio já com quase meia hora de jogo mas o que eu ouvia pelo rádio dava bem a medida do que é um time bom, bem estruturado mas, ao que me parecia, com um comando que não tem a competência para saber explorar as características de cada jogo, de cada adversário. Levamos sufôco no início, superamos este sufôco, passamos então a jogar melhor do que eles mas veio a maldita perda de bola no fim, naquele momento em que não dá mais para recuperar o prejuízo. Não quero me preocupar com o nome do atleta que perdeu aquela bola na esquerda, na jogada que resultou em retomada de bola, com a posterior troca de passes e o gol deles. Isto não importa mais. Até nem podemos dizer que foi culpa do jogador, que de onde eu estava (do lado oposto) me parecia sem opção de passe.

Nada disto mais importa. Aliás, se não temos time para encarar os times mais fortes da segunda fase, melhor sair agora do que pegar um Atlético-MG e fazer mais feio ainda. Agora é vermos se temos score do ano passado para entrar na sulamericana e no mais, vida que segue. No sábado, o Timbu vem aí.

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13 de jul. de 2015

MAGRO


Campeonato ganhou emoção. A coisa está embolada, e muito por nossa culpa.

Queimamos toda gordura, e está tudo embolado. Não podemos dizer que está ruim, mas se formos ver o desempenho das últimas 5 rodadas ele é bem preocupante. Desandou a maionese?


G4 com as 4 equipes com 24 pontos. 3 pontos separando o primeiro do oitavo. E desta vez começa a clarear que são estes 8 brigando pelo acesso, pois o nono colocado, nosso último algoz Bragantino, está 5 pontos atrás do oitavo.

Conforme conversado na postagem anterior e bem dito pelo Alexandre, não se pode considerar como consequência das saídas de Bill e Marcelo Mattos. Se foi isso, então a situação é desesperadora. 

Mas não, o que aconteceu é que viramos o time a ser batido, o time visto, estudado, e que tem várias fragilidades já mapeadas pelos adversários e que estão sem bem exploradas. São dificuldades na saída de bola e na criação, são deficiências no último passe, são dificuldades na passagem e na cobertura dos laterais.

Resumo da história? Não dá para simplesmente continuar fazendo o mesmo. Tem que variar um pouco, voltar a surpreender e se impor nos jogos.

Teremos esta semana para pensar e preparar isso. Na terça-feira o jogo é pela Copa do Brasil, e ali, teoricamente, temos um pouquinho de gordura, pelo empate fora em 2 a 2. Mas no sábado, jogando em casa contra o quarto colocado Náutico não podemos pensar em outra coisa senão a vitória.

Ao contrário de Daniel Carvalho, estamos magrinhos.

Abraços.

10 de jul. de 2015

BOTAFOGO 0 x 1 BRAGANTINO

Era jogo para
manter a liderança
mas o time perdeu

Liderança ameaçada

Amanhã, Bahia e América-MG também podem chegar aos 24 pontos e a única coisa que nos segura ainda é o saldo de gols.

Tomamos uma bola na trave e em seguida, demos um chute perigoso no gol deles mas na primeira etapa, o passe perdia para os erros. Sem um meio de campo minimamente criativo, os dois times não conseguiam uma boa passagem de bola para o ataque e assim, tentava-se chegar numa área e na outra mais na base da empolgação mesmo. Afinal, no nosso caso, querer criar com o Tomas e sem o Daniel Carvalho não é mesmo uma tarefa das mais fáceis.

E tome sufôco. Jefferson teve que começar então a trabalhar e ainda perdemos o Arão, expulso, aos 38 minutos, o que levou o time então a se perder. Cometemos um pênalti aos 43 minutos que, para a nossa sorte (a sorte de 2015), foi na trave antes, com defesa do Jefferson. Aí um atleta deles foi expulso e parecia que a nossa sorte iria mudar mas eles ainda conseguiram fazer um gol aos 45 minutos. Noite das mais complicadas esta.

Na segunda etapa, Renê Simões voltou com Camacho no lugar do Lulinha mas como o time não fazia nada e o adversário ameaçava sair da sua retranca e voltar a atacar, o treinador tirou o Luis Henrique para colocar o Sassá aos 12 minutos. O time deu uma melhorada, chegou perto do gol deles e aos 20 minutos, Fernandes entrou no lugar do Giaretta para ver se melhorávanos na criação. Só que quando chegávamos na cara do gol deles, era a nulidade chamada Tomas quem estava na área para chutar. Perda de tempo.

O nosso futebol, em relação ao jogado na primeira etapa, melhorou muito mas infelizmente, quem tinha que tentar as jogadas de gol era o Tomas, um atleta completamente nulo. Perto do fim, Camacho ainda saiu machucado e acabamos ficando com nove em campo e jogando mal e, ainda, atacando com o Tomas, não conseguimos empatar.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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