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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

23 de nov. de 2014

RESPIRANDO POR APARELHOS


Botafogo 0x2 Chapecoense
Jogo disputado em Chapecó

Hoje, num estádio chamado Arena Condá, o Sr. Maurício Assumpção praticou o seu último ato como presidente (sic) do Botafogo. Na terça feira, teremos eleições no clube.

E para que os outros cariocas não comecem a pensar que estamos somente nós em situação preocupante, vale lembrar: este ano, em relação ao aproveitamento dos times do Rio, apenas um ganhou alguma coisa digna de nota – O MACAÉ.







Não, vou discordar.

Não li o texto, só vi o título, mas discordarei dele. Não estamos respirando por aparelhos ou estamos em coma. Não, a situação é de morte cerebral. É irreversível. Caímos, tecnicamente rebaixados, mesmo que uma combinação esdrúxula resultados possa nos resgatar.

Teremos eleições presidenciais, nova administração assumirá o clube, e acho que tem que começar já pensando em 2015. Esquece qualquer coisa este ano. Faz a relação de dispensas agora, pensando no lado técnico, disciplinar e financeiro, e prepara uma comissão técnica provisória, para testar os jogadores que há dúvidas se podem ser utilizados em 2015 ou não.

Começaria tirando Mancini, colocaria um técnico interino. Dispensaria Zeballos, Rogério, Wallyson, Carlos Alberto, Ronny, Aírton e mais alguns. Devolveria Bolatti, tentaria trazer Gilberto de volta. Tentaria trazer Sassá de volta.

E começaria a testar a garotada da base logo agora. Andreazzi, Sidney, Gegê, Murilo, Vinícius, Rabelo. Tentaria manter Gabriel e André Bahia. Teria uma séria conversa com Jefferson, que acho que tem que ser negociado. Precisamos do dinheiro, não será bom para ele jogar a série B, e será caro demais ao Botafogo, que pode se virar muito bem com Helton Leite, Milton Raphael (outro que pode voltar) e Andrey. Todos tem nível para encarar série B.

Quem sabe sem peso, só querendo mostrar serviço para garantir vaga no time em 2015, até conseguimos algum resultado bom e nos afastamos da última posição do campeonato? Não dá pra imaginar conseguir mais do que isso. O foco agora é consertar todo o estrago feito para o ano que vem.

Abraços.


19 de nov. de 2014

NÃO CAIU


BOTAFOGO 0 X 1 FIGUEIRENSE

O fracasso já estava desenhado quando vimos a escalação: 3 volantes e 3 atacantes. Que invenção é essa?

Para completar, quem acreditava que Jobson poderia fazer toda a diferença, está aí, perdeu um penalty de forma até bisonha. Não, não estou colocando a culpa nas costas dele, mas era claro e evidente de que não se poderia colocar a solução nas costas dele e muito menos na do Carlos Alberto.

Sobre o jogo? Mais um que não jogamos. Então deixo para o Paret falar e os amigos comentarem. Sobre o título, eu aviso que não é otimismo exagerado, ou uma espera pela consumação matemática do fato. Simplesmente é o complemento de uma postagem que fiz em maio deste ano: NÃO VAI CAIR.

O que posso dizer sobre aquela postagem e esta? É que até o Botafogo caiu, mas a cobertura do Engenhão não caiu! 

Então temos que considerar tudo já vivido e dar a volta por cima. É o momento de expulsar aqueles que se aproveitaram e destruíram nosso clube, e tratar logo de colocá-lo no caminho novamente. Acho que cabe uma auditoria externa e processos pesados contra estes que estão se retirando, porque há muitos desmandos e muita sujeira feita.

Abraços. Eu
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VIA CELULAR - 1:30 da madrugada

Fui ao jogo sim, meus amigos do blog. E foi dali, daqueles inacreditáveis degraus de S. Januário que os donos do lugar teimam em chamar de arquibancada que assisti, triste mas resignado, a um dos últimos atos de um time esfacelado, destruído no meio da competição, ainda atuando na elite do nosso futebol

Estou na rua, neste pré-feriado, digitando do celular e assim, prometo para o dia desta quinta-feira outras impressões sobre o jogo.

*    *    *
VIA WEB - 13:00

Bom meus amigos, hoje já estou em casa (são 13:05 desta quinta-feira amarga) e passo então a refletir melhor sobre a nossa situação, apesar de ter ido para esta partida, mais uma vez, menos com olhos apaixonados de torcedor do que com a cabeça do crítico frio e direto.

E foi, como em vários jogos já nesta segunda parte do campeonato (fase pós-copa), com este olhar bem distanciado daquele do torcedor apaixonado que sou, que fui analisando, jogada por jogada, o que o nosso time fazia em campo. Desta forma, me ficou facilitado o ato de, por exemplo, observar  vários lances e jogadas com bastante correção e concluir que, naquelas chances de gol do primeiro tempo, a bola do Jobson foi sim bem colocada mas ainda assim, a jogada de perigo, aquela que chega dentro do gol em condições de deixar o goleiro vendido, esta não aconteceu. Bolatti também recebeu pelo meio e isolou mas ele sempre chega com uma moleza, uma displiscência que sequer conseguiu me tirar do chão. Vi a bola ser rolada para ele mas juro, não esperei nada.

E antes que pareça que sou um 'desertor' vou logo avisando: pulei, bati nas costas do amigo do lado na arquibancada e gritei quando o pênalti foi marcado mas ato contínuo, ao ver o Jobson decidir que ele iria cobrar, o medo tomou conta de mim e passei então a apenas rezar para que ele acertasse um canto qualquer da rede, pelo lado de dentro. Claro que ele não era o jogador indicado para bater. Até o insosso Bolatti poderia ter feito a cobrança, menos ele, o garoto que acaba de voltar e precisa primeiro reafirmar o bom futebol que tem.

Pela minha ótica então a coisa fica assim - vamos viajar por duas rodadas e dificilmente voltamos com mais de um ponto (na nossa atual situação, voltar no zero é o mais esperado). Desta forma, o jogo contra o Galo aqui se tornou mera formalidade. Que os nossos novos comandantes tomem o clube como um todo, com a responsabilidade de quem vai gerir, pelos próximos 3 anos, uma das maiores agremiações da história do futebol e não nos deixem ficar à deriva também na segunda divisão. O Botafogo não é lugar de moleques, não é lugar para brincadeiras.

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17 de nov. de 2014

POR UM TRIZ


Este é o nome de um filme com o ótimo Denzel Washington mas, diferentemente do enredo do filme, eu não corri qualquer risco de ser apanhado em nenhuma situação que fizesse supor estar comentendo ato ilícito (rsrsrs).

Na verdade, nesta nossa condição atual de alvinegros sem esperança (esportiva), fui ver o blog hoje cedo e, ao responder a comentário do Luiz, me deparei com o número 177768. Vi logo que, faltando nove números para que atingíssemos o cabalístico 7 (um 7 múltiplo), poderia eu tentar acessá-lo e assim, fazer uma postagem só para descontrair. Mas não consegui, pelo envolvimento aqui no trabalho. Fica o "final ...778" mesmo. E quanto ao nosso amantíssimo Glorioso, que a sorte o bafeje de forma precisa e que, ao final, tudo dê certo, mesmo que este final venha somente em novembro de 2015.

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15 de nov. de 2014

BOTAFOGO 0x1 FLUMINENSE


Botafogo perde
jogo decisivo no Maracanã

A coisa fica mais ou menos resumida assim: num BotafogoxFluminense nestes dias deste novembro negro, com toda a varrida que ocorreu no nosso elenco...

De um lado, um time entra com Fred, Cavalieri, Jean, Conca, Vagner, tira do banco o ótimo Válter e ainda escala outros muito bem votados.

Do outro, o nosso time vai de Dankler, Sidney, Andreazzi, um Carlos Alberto totalmente desinteressado e inúmeros outros em quem talvez só os familiares votariam.

Foi assim que vimos ser iniciado este jogo de hoje no Maraca. E vejam, não tínhamos posse de bola, não tínhamos jogadas bem criadas mas éramos nós que perdíamos as melhores chances de gol.

Quando liguei para o Henrique uma hora antes do jogo, o desânimo era o tom da nossa conversa e como eu não estava ligado em nada que falasse de futebol neste fim de semana, ele me informou que iríamos de 3 atacantes outra vez. O desânimo então se transformou numa grande apatia.

No início, as coisas funcionaram pois os tais três atacantes eram meio que um blefe: Murilo entrou com a missão de ajudar o Sidnei na lateral esquerda e assim, compactamos o jogo a partir da nossa intermediária e fomos para o ataque apenas com Jobson e Carlos Alberto, o que, com a boa marcação que fazíamos, sempre nos deixava em situações de bons contraataques

Mas não conseguimos nada, não temos time, não temos homem de frente e sem ele, contraataque com o falido Carlos Alberto e o insosso Jobson não serve para nada. No início do segundo tempo, Andreazi foi tentar o gol mas além de perder a jogada, no pique, se contundiu e cedeu o lugar ao Bolatti. Aos 17, vendo o time sofrer uma pressão insana, o treinador trocou Jobson por Gegê, ou seja, recuou ainda mais o time.

Recuamos, tomamos pressão, levamos o gol e o treinador teve que colocar novamente o time no ataque, trocando Sidnei por Bruno Correia. Nada disto porém serviu para nos levar ao empate. O grupo já entra com os nervos à flor da pele e contra adversários mais bem montados, fica praticamente impossível sair da partida levando ao menos um ponto. O próximo jogo, contra o Figueirense, será em São Januário mas não nos iludamos: vai ser pedreira.



Pouco a se falar. Devemos virar a página de 2014 o mais rápido possível. Devemos pensar na nova gestão, em 2015, em um bom planejamento. 

Sobre hoje, iniciamos escalados com Jefferson, Régis, Dankler, André Bahia, Sidney, Marcelo Mattos, Gabriel, Andreazzi, Carlos Alberto, Murilo e Jobson.

Analisando um por um, Jefferson foi bem como sempre, o gol ele quase pegou, mas era muito difícil. Se agarrasse seria uma defesa gigante. Régis vem subindo de produção na lateral direita. Dankler finalmente fez uma boa partida na zaga, apesar de não passar segurança.

André Bahia foi bem, completou a marcação na esquerda com Sidney e Murilo. Falhou no gol deles, mas foi em mais de 20 cruzamentos que sofremos. Sidney, improvisado e apagado, não apoiou nada, e foi mais ou menos na marcação, sempre ajudado por Murilo e André Bahia.

No meio, Andreazzi fez boa partida, Mattos um ótimo retorno, até inesperado para quem ficou tanto tempo sem jogar, e Gabriel correu o campo todo. Marcava e puxava os contra-ataques, foi o motor do time, infelizmente um time que vem jogando com o freio-de-mão puxado a muito tempo.

Carlos Alberto tem domínio de bola e aquele belo drible curto, mas não foi nada produtivo. Murilo de uma dedicação tática impressionante, merece ter um time mais armado para se mostrar mais no ataque. E Jobson continua apagado, hoje jogando no sacrifício, justificou a baixa mobilidade.

Perdemos dois gols importantes: primeiro Carlos Alberto numa tolice de dar dó, e logo dele, escolhido pelo presidente para ser seu representante em campo. Sem dúvida uma escolha perfeita, nada poderia representar mais nosso presidente do que aquele gol perdido.

O outro gol foi a arrancada do Andreazzi, que optou pelo chute, no meio do gol, quando poderia abrir na direita, acho que para o Jobson, que entraria na área de frente para Cavalieri.

Tivemos as entrada de Bolatti no lugar do Andreazzi, por contusão, de Gegê no lugar de Jobson, acho que pelo cansaço, e no final de Bruno Correa no lugar do Sidney, por desespero. Bolatti foi o de sempre, jogo vistoso, mas marcação meio que arame liso, e pouca produtividade se o time não estiver azeitado. Gegê começou se esforçando, correu, mas não foi efetivo também. E Bruno Correr mostrou vontade, mas em jogo já no final e no desespero, pouco acrescentou.

Se o ânimo deixar em breve coloco postagem já pensando em 2015. De 2014 só podemos contar com a sorte.

Abraços.


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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