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23 de fev. de 2014

BOTAFOGO x FLUMINENSE


TIME RESERVA VAI PARA O CLÁSSICO
Em busca dos 3 pontos...

e os conquista com vitória por 3 a 0.


Vontade e concentração! Bastou isso e vencemos os tricolores.

Time reserva? Time misto? Isto não interessa, e por incrível, e natural, que pareça, continuamos na briga por vaga nas semifinais do Carioca 2014.

O time entrou escalado com Helton Leite, Lucas, Dankler, André Bahia e Júnior César; Renato, Airton, Bolatti; Daniel, Gegê e Henrique.

Desta escalação podemos dizer logo de cara que as entradas de Lucas, Júnior César e Bolatti fazem desta equipe um time muito mais competitivo do que aquele que jogou algumas partidas no início do Carioca. Além disso, Helton Leite tem se mostrado muito mais firme e seguro do que Renan, tornando o time mais seguro na defesa também.

Outros pontos a favor, para explicar a vitória de hoje, foram a entrada de Gegê como armador, puxando Renato para fazer o volante e cobertura de Lucas. Isto permitiu a Lucas avançar com proteção, e fez que nossa direita não fosse um ponto fraco. Lucas e Renato não fizeram exatamente uma partida brilhante, mas funcionaram muito bem, tanto na marcação como no apoio.

Na esquerda, Júnior César e Daniel não mostraram o mesmo entrosamento, mas funcionaram bem. E Bolatti completou o meio, fazendo por horas a função de volante, horas o de meia de ligação.




O fato é que o time funcionou! E agora podemos acreditar que temos elenco. E isto é mais importante para a Libertadores do que para a conquista da vaga nas semifinais do Carioca.

Resumo do jogo, mais uma vez deixarei para o Paret. O principal é que Henrique foi ótimo atacante e fez dois gols, Bolatti fez mais um, e Helton Leite defendeu penalty cobrado por Fred. 

Muito bom! Agora vamos mais tranquilos para o Chile, sabendo que um empate lá já está de bom tamanho, e que temos time para enfrentar qualquer um, basta entrar concentrado e com vontade.

Abraços!




O jogaço do Fogão - Lancenet


O time foi a campo com um 11 reserva muito, muito interessante. Tínhamos a volta do Lucas, e Bolatti com Renato na meia e o Helton Leite no gol, dando toda a pinta de um time já meio titular, ou neste caso, um time com atletas capazes de assumir perfeitamente um lugar no elenco principal. Era Junior Cesar levando a sua experiência pela esquerda, era Renato, mesmo com a sua conhecida sonolência, tentando se impor no meio e um agora promissor Henrique que finalmente, prometia desencantar.

Tudo isso levou um Botafogo focado e ligado o tempo todo a abafar o adversário por pelo menos uns 15 da primeira etapa, dando às vezes a impressão de serem eles o time reserva e o nosso apenas um time carecendo de melhor entrosamento. Chegamos próximos dos 70% de posse de bola neste momento do jogo e isto, com produtividade, perturbando muito a vida do goleiro deles. O prêmio veio em forma de golaço, um gol com uma mensagem em dose dupla: o gol em si e a esperança, finalmente, do ressurgimento (já falado acima) desta eterna promessa chamada Henrique. Vejam, o Glorioso apostou num garoto no qual ninguém queria colocar mais fichas, adquiriu 100% dos direitos federativos do atleta por 3 milhões e agora, com esta possibilidade de vermos surgir um camisa 9 de respeito, podemos sonhar com mais alegrias no futuro e, na negociação inevitável, muito dinheiro em caixa. Atacantes rendem sempre aquele dinheirão quando vão para a Europa.

O único senão desta etapa foi mesmo a tentativa de reação do adversário, em muito ajudada pela bola fora do nosso time, Airton, que lhes deu várias faltas perigosas que, felizmente, foram perdidas pelo ataque deles. Fomos mesmo para o intervalo com a vantagem no comemoradíssimo gol do Henrique.

Mas a segunda etapa foi aquela na qual o time nos reservou as melhores surpresas. Após aceitar e abafar aquele rush inicial do adversário, numa das belas jogadas de contraataque que sempre surgiam de tentativas de gol deles, Jorge Vagner, que entrara no lugar do Gegê, chutou em cima da zaga e, de novo, Henrique, que vinha na sobra, completou para o gol. Ficou fácil então. Com o 2x0, o time deles foi tentando ir à frente, tirando gente da marcação para colocar atacante e, numa outra arrancada pela esquerda, um dos prováveis futuros titulares, Junior Cesar, levantou a cabeça e cruzou no pé direito do Bolatti que só escorou.

E assim se fez a festa de mais uma vitória de reservas sobre um grande completo aqui do Rio. Teve olé, teve boa apresentação do Dankler, numa das bolas, punido injustamente com pênalti que o nosso goleiro defendeu e teve também as entradas do já citado J. Vagner e do Gabriel no intervalo e do Lodeiro na parte final, que para não fugir das boas atuações dos colegas em campo, criou mais uma bela jogada que quase redundou no quarto gol, de novo do Henrique. Que bela surpresa meus amigos: o time reserva deixou para nos surpreender justamente no jogo mais improvável e, depois de já ter dado um sufôco e tanto no Vasco, hoje resolveu armar a goleada. Será que vem o Bi?

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20 de fev. de 2014

CARIOCA - DESSA VEZ, NEM 3 PONTOS


BOTAFOGO 1 X 1 VOLTA REDONDA

A outra partida tinha sido muito ruim?

Valeu só pelos 3 pontos?

Esta, nem isso. Nada a elogiar. Laterais inoperantes, atacantes sem domínio ou tempo de bola, chutes ruins, muito fracos.

Falta de vontade de jogar a Carioca? Não justifica apatia tão excessiva e resultado tão ruim. De qualquer forma minha expectativa para o jogo de quarta,  na Libertadores, continua alta, pois certamente o espírito será outro.

Análise mais criteriosa da partida? Deixarei mais uma vez para nosso amigo Paret, que estava lá no estádio. Mas acho que hoje só o Jefferson se salvou, e quase não teve trabalho.

Abraços.




Boa noite, amigos alvinegros.

Pois é isso mesmo que vocês estão vendo aí acima. Eu fui ao jogo. Saí aqui do subúrbio às 5 da tarde, ainda parei na padaria próxima para comer algo já que não gosto de consumir nada no estádio, mas vejam como este trânsito está louco: justamente no momento em que o prefake, aquele que nos tomou o estádio na maior cara de pau, quebrou o centro inteirinho, justamente nesta hora de tantos transtornos para quem se desloca de uma parte à outra do nosso sofrido Rio de Janeiro, incrivelmente, para quem sai do subúrbio em direção a Benfica na contramão do rush (depois das 5 da tarde), acabaram-se os esgarrafamentos da Avenida Brasil. Aquele da confluência com a Dutra sumiu, aquele outro da saída para a W. Luis melhorou bastante para quem permanece na pista central e, pasmem, não engarrafa mais nada na Ilha, mesmo com aquela garganta criada para a construção do viaduto desta nova via que vai ligar a Barra ao aeroporto.

Mas o mais incrível é a saída para a Linha Amarela. Aquilo ali conseguia engarrafar tudo desde a praia de Ramos mas de umas semanas para cá (percebi isto também na ida para o jogo contra o Dep. Quito), não se tem nem um segundo de retenção de trânsito. Ou o pessoal abandonou de vez os carros na garagem ou então, fez-se um milagre neste trajeto, antes tão sacrificado (no ano passado, eu perdia uma hora só para ultrapassar os trechos complicados que citei aí acima).

E agora, se vocês quiserem saber do jogo, vamos lá. Cheguei ali em frente à UERJ, encontrei uma 'vaga cativa' que venho usando há tempos ocupada e tive que dar a volta pela 28 de setembro, para acessar a rua paralela à Universidade. O jogo? Caallma galera!.. rsrsrs. Bom, entrei na tal rua (não lembro o nome), encontrei a vaga e segui para o estádio. Já dentro do Maraca, o que vi de bom apenas foi o fato de eu poder tirar onda amanhã com os menguitolenses que, coitados, perderam a última pedra de toque que usavam para tentar zoar um botafoguense: a torcida. Até nos dois piores públicos do novo Maracanã, batemos o time deles. Hoje fomos lá em mais de 3000 pessoas e ontem, eles sequer chegaram aos 3000.

Ainda estou devendo uma conversa sobre o jogo? Que jogo? Acabei indo ler o que o Henrique escreveu e, sem cerimônia, vai rolar aqui entre eu e ele o que aqueles caras fizeram no campo, ou seja, um tocando a bola para o outro para ver quem se livrava dela com mais rapidez.

Me desculpem mesmo. Acho que, nestes pouco mais de 4 anos do blog, é a primeira vez que venho escrever sem falar sobre o que se passou em campo mas meus amigos, falar do que? O time simplesmente ficou esperando o tempo passar, achou um pênalti mas bateu cabeça no gol deles e foi só isso. Assim como andam acusando o time B de não se interessar pelos jogos do carioca por estarem os atletas ali se sentindo desprestigiados, parecia que este time principal também não estava muito a fim de se expor, com os jogadores com medo de uma contusão que os tirasse do filé, a Libertadores. Então, fiquemos com as palavras do Henrique pois não aconteceu mesmo nada além do que ele lhes falou, em 3 ou 4 linhas. Vamos esperar pela quarta-feira (e torcer para que não ocorra uma tragédia no domingo, contra o time da música baiana - tá em cima, tá embaixo).

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19 de fev. de 2014

DE OLHO NOS ADVERSÁRIOS

INDEPENDIENTE DEL VALLE 2 X 2 UNIÓN ESPAÑOLA

Caros,

Abro uma exceção no BLOG para comentar uma partida que não é do Botafogo e nem da nossa  seleção.

Hoje assisti, meio sem vontade, o jogo dos nossos adversários na Libertadores. Foi um jogo movimentado, mas não muito interessante. Estádio acanhado, gramado encharcado, e times que não mostraram muita qualidade. E um resultado ótimo para nós, um empate.

Sobre as equipes, o modesto Independiente, equatoriano, deve criar problemas somente jogando em casa. Tem um número 8, acho que de nome Dangulo, que sabe atrapalhar e incomodar o adversário.

Do outro lado um time mais técnico o chileno, que jogando em casa como será na próxima quarta-feira, poderá criar problemas. Tem um bom camisa 10, Chaves, e terminou a partida com um jogador a menos, parecendo que iria se perder totalmente durante a partida. Pela profusão de faltas e cartões, creio que enfrentará muitas suspensões na competição, o que pode ser determinante para complicar a classificação.

Nenhum dos dois me assustou, podem facilmente ser engolidos com nossa torcida empurrando no Maracanã, mas podem criar problemas jogando em casa. 

Outra observação importante é que o goleiro do Unión mostrou bastante segurança e qualidade. Por outro lado o arqueiro equatoriano pareceu bastante inseguro, mas mesmo com a insistência do Unión em chutar de fora, acabou não comprometendo.

O Unión terá na quarta-feira, para nos enfrentar, o desfalque de um atacante expulso , fora umas contusões que podem persistir.

Do nosso lado temos Zeballos já treinando.



E notícias de Lucas, vindas via twitter, confirmando que já está no apronto final para voltar a ser relacionado.

Olá, boa noite. Já estou treinando com a equipe e dando o melhor p "logo menos" ser relacionado. Abç !!!

16 de fev. de 2014

CARIOCA/2014


BOTAFOGO 2x1 DUQUE DE CAXIAS

Os gols da partida - Lancenet

O time foi anunciado com Dankler no lugar do lesionado Bolívar mas, mesmo sabendo da queda de nível nesta mudança na zaga, o time era o titular, aquele que deu um tremendo chocolate no campeão da Argentina ha apenas 5 dias. Poderíamos então esperar mais um show de bola e uma provável goleada. Ledo engano. E foi justamente através do único reserva em campo, que a coisa ameaçou dar errado.

Bom, com este 11 titular, que vem desfilando a classe do futebol-arte na Libertadores/2014, os quase 1.500 torcedores que foram a Volta Redonda esperavam show de bola do início ao fim do jogo, mas o time parece ter entrado em campo apenas para dizer que estava ali. Faltava a velocidade, faltavam as jogadas agudas e bem trabalhadas pelas laterais. Até se tinha a impressão de que Jorge Vagner pela esquerda e Edilson com Wallyson pela direita produziam jogadas de forma a levar bolas de perigo à área, mas era visível a tranquilidade do goleiro deles. O time, enfim, estava treinando, adquirindo mais ritmo de jogo e, em relação à partida, apenas “marcando ponto”.

Isto fez com que este fraquíssimo adversário até chegasse algumas vezes à nossa área e, para nossa sorte, por serem muito ruins, não vimos o Jefferson ter muito trabalho no gol. Dankler era um que, totalmente fora do ritmo deste grupo, perdia quase todas as bolas para o principal homem de frente deles mas, para nossa sorte, o atacante ganhava a bola mas não tinha mais ninguém com quem tabelar. E fomos assim para o vestiário, jogo morno, sem graça e sem qualquer jogada de emoção, apenas com alguns chutes tortos que animaram a galera na chuva de Volta Redonda.

Na segunda etapa, nada de mudança de postura. O mesmo sono, a mesma andança pelo campo e, claro, o fraquíssimo time adversário tentando se organizar para chegar ao nosso gol. O técnico então se viu obrigado a mexer no 11 titular com o intuito de melhorar, principalmente, a organização do jogo pela meia.

AS SUBSTITUIÇÕES FORAM (no segundo tempo)

Lodeiro no lugar do Junior Cesar aos 19

Mattos no lugar do Bolatti aos 20

e

Gabriel no lugar do Henrique aos 36

Logo após a entrada do Bolatti, o jogo foi paralisado para o tempo técnico e na volta, o time tentou então trabalhar mais bolas a partir do meio. Bolatti chegou até a perder um gol feito em bela jogada vinda da direita, mas nem assim a lerdeza do nosso time saiu de campo. Ficávamos dando passes a ermo, o adversário encolhido e tentando sair para achar aquela bola boa até que acharam. Em uma (mais uma) pixotada do Dankler, aos 33 minutos, a bola espirrou, tocou na cabeça do Dória e entrou, com Jefferson nada podendo fazer. Aí o treinador colocou Henrique em campo no lugar do Gabriel, mas poderia ter tirado de campo os hoje nulos Wallyson ou Ferreyra.

Com três atacantes em campo, o treinador tentava enfim fazer a bola ir para as redes do adversário e isto acabou dando certo. Numa jogada de insistência dos homens de trás, Jorge Vagner conseguiu cruzar para Ferreyra colocar no canto. Eram 39 minutos e o time enfim pôde se tranquilizar, o que levou logo à reação. Ferreyra, novamente ele, foi derrubado na área aos 43 minutos quando ia fazer o gol e, na cobrança do pênalti, Jorge Vagner virou o jogo. E foi só. Não adianta nem dizer que foi difícil furar a retranca de um time pequeno querendo sair da situação de sufôco no campeonato. A obrigação de buscar o jogo e vencer era mesmo do Botafogo. Na quinta-feira, no Maracanã, tem mais jogo deste elenco considerado o principal nesta temporada.

Nota do campo – entrevistado ao final da partida e chamado a falar sobre aquela postura sonolenta do time, Jorge Vagner soltou a pérola: “na verdade, está todo mundo olhando como estamos jogando e assim, não podemos mostrar o verdadeiro jogo do time”. Tradução – o nosso 10 declarou que o time titular escondeu o jogo. Pano rápido.


3 pontos.


Acho que isso é o que interessa e o que valeu. Não li o texto do Paret, deixei de ver os primeiros minutos do jogo, mas parece que não perdi muita coisa.


O que foi o jogo? O embate entre um time muito mais técnico e com pouca vontade e outro, muito limitado e com muita vontade. Acho que não poderíamos ver outra coisa além de certa letargia.


Pouco a dizer sobre o jogo então. Perguntado pelo meu filho, ainda com placar 0 a 0, sobre quem seria o melhor do Botafogo em campo minha conclusão é que não tinha ninguém. Nada tão ruim, mas ninguém a se elogiar de fato. Por sinal, melhor jogador em campo foi o goleiro Andrade do Duque de Caxias, que mesmo o Botafogo pouco levando perigo, salvou o time da Baixada algumas vezes, principalmente em finalizações de Ferreyra.


Acho que somente após o gol acidental do Duque de Caxias nosso time acordou, o que não significou muita coisa, somente o suficiente para em poucos minutos virarmos. Poderíamos ter perdido, poderíamos ter empatado. Vencemos. Sinceramente, só serviu pelos 3 pontos e para vermos algumas opções, como por exemplo o time jogando com 3 atacantes correndo atrás "no desespero". Este tipo de treino pode ser útil para o que interessa, a Libertadores.

Vamos ver como o time se comporta na próxima partida, mas acho que veremos mais uma atuação em ritmo de treino. Talvez a melhor opção fosse tentar um time misto, para podermos usar outro misto também no jogo contra o Flu. Vaga entre os 4? Eu creio. Mas não deve servir para muita coisa além de dar mais uma ou duas oportunidades de treinar nosso elenco.

Agora é esquecer esta exibição de hoje. Foco no próximo treino.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG