
É pessoal. Foi a impressão de quem viu o jogo da arquibancada. O Botafogo não jogou praticamente nada hoje, o que sobra como conclusão o fato de que se jogasse 10% do que pode, Herrera não perderia aquele gol incrível no início.
Tudo errado. Lucio Flávio o mesmo amarelão de sempre, Tulio Souza provando que não pode ser titular e o Alessandro, fazendo pose para cortar os ataques adversários e aí... tome bola isolada e de graça para a defesa deles. Para que o jogo fosse ruim, teria que melhorar muito.
O garoto Caio, mesmo vaiado, é que pode se safar a partir da seguinte constatação: mereceu um jogador do Vasco exclusivamente para marcá-lo, e agora, conseguindo se livrar destas cada vez mais constantes marcações especiais, poderá conseguir passar de estágio, de promessa e garoto do futuro a craque.
Vamos aguardar que o time tenha novamente a coesão dos primeiros jogos nesta quarta em Curitiba. Não pode dar mole, pois ainda estamos em quinto mas se perdermos, a queda será braba.


De Luís Fabiano neste domingo – “não adianta ser artilheiro e não ser campeão” – não deixa de ser um alento numa Copa em que a ótima Argentina pode amarelar de novo e aí, jogando sério, nosso time pode ir buscando classificação até surgir como o grande fantasma (para os adversários) nos momentos decisivos. Aí, não adianta dizer o contrário, todo mundo treme.
- Hoje assisti uma reportagem na TV sobre os momentos emblemáticos de todas as Copas, e o golaço (no sentido individual e coletivo) do Carlos Aberto na final de 70 foi eleito por torcedores de todo o mundo na África do Sul, como o número um. E ainda tem gente “dor de cotovelo” querendo tentar abafar o brilho daquele time mágico para incluir o amarelão de 82, muito bom de bola sim mas sem força psicológica para levar uma campanha de Copa do Mundo adiante, como time até melhor (sic) do que o escrete do TRI. Será que os amarelaccios de 82 enfrentariam um BrasilXUruguai como o de 70? Violência “profissional” dos uruguaios, pressão psicológica histórica, marcação perfeita dos adversários e Pelé, num dia inspirado de jogadas mas não no jogo. Quase todos sucumbindo à violência menos Jairzinho. Foi notório o Rivelino querendo criar e parando ante as bordunadas dos adversários. Só Pelé e Jairzinho se sobressaíram: o primeiro com uma reação a uma pancada e três jogadas e o segundo, carrengado o jogo como se fosse um ‘homem de ferro’.
É amigos. Acompanhei aquela memorável Copa de 70 jogo a jogo como se fosse uma epopéia clássica (e foi isso mesmo) e nada mais foi igual em muito tempo no futebol. O time do Santos hoje, seria um bom quarto colocado na fila daquele timaço.
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