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20 de nov. de 2024

BOTAFOGO VISITA O ATLÉTICO-MG

Em prévia da decisão da Libertadores, time vai a BH
enfrenta uma retranca pesada e não sai do zero no placar 
 
 

PRÉ JOGO

- Notícias

- Em participação numa live da TV argentina, Textor sinalizou com 4 nomes de pessoas para 2025, explicando como se sará o vai (inevitável) e vem de atletas, mas prometendo um time cada vez mais forte ano após ano.

"Top 3 do Brasil", frisou o Boss.

- Escalação: 
 
 


O time titular 

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OPINIÃO 




E foi sem novidade. Time quase completo, banco recheado, e começamos controlando as ações, pouco a pouco encurralando o galo, mas praticamente só conseguindo finalizações de fora da área, que vivia congestionada. Pouco antes do final do primeiro tempo lateral deles tomou segundo amarelo por falta em Luiz Henrique e foi expulso.

Jogo se configurou em ataque contra defesa, e mais uma vez, sem novidade, martelamos e não soubemos abrir o ferrolho. Diferença para o Palmeiras caiu, dois jogadores nossos, importantes, Barboza e Luiz Henrique, expulsos no final por destempero, e a situação ficou muito preocupante,

Títulos em risco, essa é a verdade, não por falta de futebol, não por falta de elenco, não por amarelada, não por corpo mole, não por ansiedade. O time simplesmente não está conseguindo sair do outro lado em partidas onde o adversário coloca todos os jogadores atrás da linha da bola e abdica do jogo e espera o tempo passar. E eu mesmo não tenho a menor ideia de qual seria a alternativa para mudar  jogo nessas circuntâncias,

Para piorar, caímos na pilha deles e o clima em Buenos Aires vai esquentar, e devem tentar usar isso contra a gente. Será que vai faltar cabeça para administrar e procurar os espaços onde não existe?

Abraços.


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E lá vem mais um final de temporada com disse-me disses e mídia escancarando que não temos ainda cabeça e, pior, que 2023 ainda está vivo e outras baboseiras do tipo.

A realidade - não estamos sem cabeça para o(s) título(s). Todos estão tensos e jogando no limite (vide o nosso adversário hoje em Salvador, virando o placar em cima da hora). 

A briga que aconteceu hoje lá entre as delegações mas sem a presença da torcida, ocorreu de forma ainda mais grave há 10 dias na decisão da Copa do Brasil. Foi uma briga de dois adversários surgida de um desentendimento que ocorre aqui, em Porto Alegre, em Munique, no Santiago Bernabeu (RealxBarça não raro acaba assim) e em qualquer lugar em que dois times grandes disputem jogos importantes. Simples, não?

O Botafogo não está 'entregando' um campeonato: ele o está disputando. Temos um adversário no encalço e não se vai ganhar um título na sorte. Pelo menos, nesses momentos em que retornamos à parte de cima das competições, não ainda na sorte.

Fomos enfrentar um adversário grande que, por destempero da sua torcida há 10 dias, jogou com portões fechados. Ponto positivo para eles e explico o porquê. Estão numa briga tão acirrada com seus torcedores que a ausência deles lhes traria muito mais tranquilidade (como trouxe hoje) do que se tivessem ali 40 mil pessoas vaiando e cobrando resultados. 

Com efeito. Jogaram tão tranquilos sem gritos de cobrança que até nem lhes foi muito difícil segurar um adversário que os encurralou por um segundo tempo inteiro. Jogaram tão tranquilos sem cobranças ou vaias que conseguiram controlar o nosso jogo na área deles a ponto de quase não se ver defesas mirabolantes do goleiro, o que era previsível por jogarem na retranca e com um a menos durante boa parte do jogo. O scout final bateu a nosso favor em 28 chutes a 4 e 10 escanteios a 1, ou seja, não saiu gol unicamente por ser um time grande, de qualidade, jogando todo lá atrás e apenas se defendendo. Já é difícil contra pequenos, imagine-se contra um adversário desse porte. A bola simplesmente não passa devido, no jargão atual da internet, àquele "ônibus estacionado à frente da área".

O que quero dizer com tudo isso? Que jogamos contra uma RETRANCA DE TIME GRANDE e que, além de se ver obrigado a jogar no modo "defesa contra ataque", tinha ainda a seu favor a ausência de uma enfurecida torcida vaiando e cobrando resultados.

O fim disso tudo é que vamos para o final de semana com 2 pontos de vantagem sobre o nosso adversário direto e cada um vai enfrentar um time da parte de baixo da tabela para, no jogo seguinte, haver enfim o encontro dos dois lá em São Paulo. Lá chegando com os mesmos dois pontos, não é crível imaginar que aquele adversário vá jogar fechado esperando o Botafogo e aí, saímos de lá, ou com os mesmos dois ou com 5 pontos de vantagem (pois não creio em derrota), numa situação bem favorável para o título.

Não está fácil para nós, muito menos o está para eles.




 

9 de nov. de 2024

PARA MANTER A LIDERANÇA

Time recebe o Cuiabá, joga mal 
e o placar não sai do zero
 

PRÉ JOGO

- Notícias

- EMuitas novidades.

1 - Igor Jesus virou "garoto Nike". Se cuidar bem da carreira, entra na companhia de Ronaldo e outros iluminados com contrato durando enquanto viver.

2 - Jefinho deve ir para o banco de reservas hoje.

3 - A imprensa paulista, ante a impossibilidade de ver o campo minado que criou em torno do time/clube surtir efeito, partiu para o elogio mascarado: fala bem mas cutuca o Textor dizendo que "agora ele não denuncia complô". Outro tiro no pé, pois a cada dia surgem novas denúncias de manipulação.

    

- Escalação: 
 
 O time vai a campo com:



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OPINIÃO 




E o objetivo era manter a distância, os 6 pontos, mas faltando uma rodada a menos. Mas martelamos, martelamos e o jogo ficou no 0 a 0. Agora, faltando 5 rodadas temos 4 pontos de vantagem, vai ser com emoção.

Não brilhamos, mas a verdade é que não ganhamos só porque hoje não era dia. Não dá para culpar ninguém especificamente, alguns jogadores um pouco abaixo da média, mas não dá para falar que faltou vontade ou que Artur Jorge não soube comandar o time para furar a retranca.

Eles vieram com um objetivo, foram muito eficientes, executaram praticamente com perfeição, e ainda deram sorte, por exemplo na bola na trave do Marlon.

Os números da partida não deixam dúvida, 74% de posse de bola, 28 chutes a gol contra 4, 648 passes com 89% de precisão contra 239 com 69% de precisão. 8 escanteios a 1, 5 impedimentos a 0... fez até recordar o fatídico dia de 1999 no Maracanã. Eu estava lá, e não havia como explicar que terminou 0 a 0, mas terminou.

Mas não vamos olhar para trás. Nem tudo é como a gente quer, nem tudo pode ser perfeito.



Agora na quarta-feira vamos visitar o Galo. Não será uma prévia da final, os objetivos são totalmente diferentes, o clima de jogo totalmente diferente. Temos que pensar em vencer e seguir com a vantagem em relação ao Palmeiras. Basicamente o que precisamos é pelo menos replicar os placares deles.

Seguimos favoritos no Brasileirão, apesar do foco dividido. Enquanto a vantagem for superior a 3 pontos seguimos favoritos.

Abraços.


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Olá, amigos!

Foi um daqueles dias em que nada deu certo e mesmo se aquele chute do Júnior Santos ali perto do final do jogo tivesse entrado, ainda assim, seriam 3 pontos com saldo de futebol jogado negativo.

E o pequeno visitante por sua vez, no linguajar que bem define os retranqueiros, "estacionou um ônibus" na frente da sua área, abusou de um crime de lesa futebol popularmente conhecido como cera (e que cera), não queria "nada com a hora do Brasil e dessa forma, estava então armado o cenário para mais um jogo decepcionante em casa.

Do nosso lado, Igor Jesus, aparentemente com a cabeça no super contrato da Nike, nada jogou, Luis Henrique só foi achar algumas jogadas, já de forma trôpega (pelo cansaço e pelo desânimo natural de um dia em que nada dava certo), nos 10 minutos finais do jogo, Junior Santos, Eduardo, Cuiabano e Tiquinho, saídos do banco, não viram a bola, Almada pouco acertou e de bom, tivemos apenas a força da marcação com atuações corretas do Barboza, do Marlon e do Gregore.

Por outro lado, é sempre necessário frisar onde estávamos e onde estamos hoje. Na nossa era pré SAF, em jogos como esse quando estávamos bem nos campeonatos e RECEBIAMOS UM PEQUENO COM ESTÁDIO LOTADO E NAQUELA VIBE DE RETRANCA SIDERÚRGICA, SOFRÍAMOS INVARIAVELMENTE AQUELE GOL DE CONTRA ATAQUE NO FINAL E PERDÍAMOS O JOGO. 

Não é mais assim.

Somos hoje o time grande que já deu espetáculos contra adversários de camisa e que entra em campo ciente do seu potencial e confiando que uma hora a bola vai entrar mas.....não era hoje um dia de bom futebol.

Juntando-se todos esses ingredientes, tem-se o tempero completo para que um jogo dessa natureza (líder isolado contra time praticamente rebaixado) siga na toada angustiante do zero a zero até que uma espirrada de bola altere o placar ou, lamentavelmente, não se saia mesmo do zero.

Tem dias de glória nos quais se diz do nosso time que 'ficou difícil escolher quem não jogou bem'. Retire-se a partícula de negação da frase e temos o roteiro desse jogo de hoje, pois não se pode apontar, a não ser pelos combativos defenaores mencionados anteriormente, um atleta sequer que tenha feito diferente: TODOS JOGARAM DE RAZOÁVEL PARA MAL.

Vida que segue: estamos 4 pontos à frente do segundo colocado, vamos ao seu estádio enfrentá-lo daqui a três rodadas e mantida essa distância, jogamos o peso da partida para o outro lado e vencendo-os, saímos de lá campeões brasileiros para, 4 dias depois, diaputarmos a decisão da Libertadores em Buenos Aires.




  





 

18 de out. de 2024

PARA SE MANTER NA LIDERANÇA

Time lota o Maracanã, abre o placar no fim 
mas cede o empate - 1x1 

PRÉ JOGO

- Notícias

- E a selefogo está de volta. Com 7 atletas convocados para seleções mundo a fora, os nossos atletas brilharam por onde atuaram, a saber: Almada na Argentina, Bastos em Angola (tido pela crítica do país como "bom feito vinho tinto") e até Savarino, na seleção venezuelana.

Mas foi na seleção brasileira mesmo que o velho e bom termo "selefogo" se fez valer, com 5 participações de nossos jogadores em 6 gols nas duas partidas das eliminatórias.

Brasil 2x1 Chile - primeiro gol do Igor Jesus e o segundo, um golaço do Luis Henrique.

Brasil 4x0 Peru - Primeiro gol num pênalti feito a partir de uma infiltração do Igor na área, terceiro gol com um cruzamento perfeito do LH para o companheiro concluir do meio da área e o quarto gol, uma pintura do Luis Henrique.

A selefogo promete voltar com tudo e agora, no modo '

- Escalação: 
 
 


O time titular 


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OPINIÃO 




Não sei o que dizer, o time teve a bola, até certo ponto soube criar as jogadas, mesmo tendo parado muito no eficiente ferrolho do adversário, e quando conseguiu destravar o ferrolho, em bola alçada no segundo pau que Igor Jesus disputou com zagueiro e goleiro, e sobrou para Tiquinho empurrar pro gol, já aos 45 do segundo tempo, aí o time relaxou...

Não sei se foi cansaço, muita adrenalina depois de 90 minutos de pressão, ou alguma soberba ou salto alto. O fato é que logo depois de fazer o mais difícil, o time nõ fez o mais simples e entregou o empate.

No último lance Barboza ainda empurrou a bola para o gol em lance confuso na área, mas a bola havia batido no braço dele.

Preocupa um pouco porque nos próximos 8 jogos no Brasileirão pelo menos uns 5 serão desse jeito. E os jogos na Libertadores contra o Peñarol serão daí para muito pior.

Positivo foi ver Tiquinho entrar motivado e fazer gol, ver Eduardo de volta também no segundo tempo e atuando razoavelmente bem, e Cuiabano também entrando no segundo tempo e correndo bastante e disputando todos os lances. Temos elenco, mas não podemos nos dar ao luxo de relaxar antes do apito final.

O resultado não foi justo, mas faltou ao próprio time fazer justiça ao futebol que apresentou. 

Que o Artur Jorge alerte e coloque a mentalidade de campeão nesses jogadores. Não há nada ganho.

Abraços.
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Fizemos um jogo ruim (ou não fizemos um bom jogo).

Afunilado, preso na retranca siderúrgica feita pelo adversário que no linguajar atual "estacionou um ônibus" na frente da área, pouco abrimos o jogo pelos lados. A rigor, apenas no início do segundo tempo, numa jogada em que o Vitinho perdeu o gol embaixo da trave, houve uma boa estocada do Luis Henrique pela direita mas o gol não saiu.

E naquele 'bate estaca' do chegar, chegar mas não marcar, os erros também começaram a brotar e num deles, logo após abrirmos o placar, veio uma bola cruzada na nossa área e saiu o gol do empate deles.

Imperdoáveis esses erros que levaram a vitória embora. Nesses dias em que as coisas não dão certo, as peças em campo precisam jogar com atenção máxima até o último segundo.

Vida que segue. Vamos virar a chave para mais uma retranca na quarta-feira pela Libertadores.




  





 


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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