Em prévia da decisão da Libertadores, time vai a BH
enfrenta uma retranca pesada e não sai do zero no placar
enfrenta uma retranca pesada e não sai do zero no placar
PRÉ JOGO
- Notícias
- Em participação numa live da TV argentina, Textor sinalizou com 4 nomes de pessoas para 2025, explicando como se sará o vai (inevitável) e vem de atletas, mas prometendo um time cada vez mais forte ano após ano.
"Top 3 do Brasil", frisou o Boss.
- Escalação:
O time titular
_______________________________________
E foi sem novidade. Time quase completo, banco recheado, e começamos controlando as ações, pouco a pouco encurralando o galo, mas praticamente só conseguindo finalizações de fora da área, que vivia congestionada. Pouco antes do final do primeiro tempo lateral deles tomou segundo amarelo por falta em Luiz Henrique e foi expulso.
OPINIÃO
E foi sem novidade. Time quase completo, banco recheado, e começamos controlando as ações, pouco a pouco encurralando o galo, mas praticamente só conseguindo finalizações de fora da área, que vivia congestionada. Pouco antes do final do primeiro tempo lateral deles tomou segundo amarelo por falta em Luiz Henrique e foi expulso.
Jogo se configurou em ataque contra defesa, e mais uma vez, sem novidade, martelamos e não soubemos abrir o ferrolho. Diferença para o Palmeiras caiu, dois jogadores nossos, importantes, Barboza e Luiz Henrique, expulsos no final por destempero, e a situação ficou muito preocupante,
Títulos em risco, essa é a verdade, não por falta de futebol, não por falta de elenco, não por amarelada, não por corpo mole, não por ansiedade. O time simplesmente não está conseguindo sair do outro lado em partidas onde o adversário coloca todos os jogadores atrás da linha da bola e abdica do jogo e espera o tempo passar. E eu mesmo não tenho a menor ideia de qual seria a alternativa para mudar jogo nessas circuntâncias,
Para piorar, caímos na pilha deles e o clima em Buenos Aires vai esquentar, e devem tentar usar isso contra a gente. Será que vai faltar cabeça para administrar e procurar os espaços onde não existe?
Abraços.
_________________
E lá vem mais um final de temporada com disse-me disses e mídia escancarando que não temos ainda cabeça e, pior, que 2023 ainda está vivo e outras baboseiras do tipo.
Não está fácil para nós, muito menos o está para eles.
A realidade - não estamos sem cabeça para o(s) título(s). Todos estão tensos e jogando no limite (vide o nosso adversário hoje em Salvador, virando o placar em cima da hora).
A briga que aconteceu hoje lá entre as delegações mas sem a presença da torcida, ocorreu de forma ainda mais grave há 10 dias na decisão da Copa do Brasil. Foi uma briga de dois adversários surgida de um desentendimento que ocorre aqui, em Porto Alegre, em Munique, no Santiago Bernabeu (RealxBarça não raro acaba assim) e em qualquer lugar em que dois times grandes disputem jogos importantes. Simples, não?
O Botafogo não está 'entregando' um campeonato: ele o está disputando. Temos um adversário no encalço e não se vai ganhar um título na sorte. Pelo menos, nesses momentos em que retornamos à parte de cima das competições, não ainda na sorte.
Fomos enfrentar um adversário grande que, por destempero da sua torcida há 10 dias, jogou com portões fechados. Ponto positivo para eles e explico o porquê. Estão numa briga tão acirrada com seus torcedores que a ausência deles lhes traria muito mais tranquilidade (como trouxe hoje) do que se tivessem ali 40 mil pessoas vaiando e cobrando resultados.
Com efeito. Jogaram tão tranquilos sem gritos de cobrança que até nem lhes foi muito difícil segurar um adversário que os encurralou por um segundo tempo inteiro. Jogaram tão tranquilos sem cobranças ou vaias que conseguiram controlar o nosso jogo na área deles a ponto de quase não se ver defesas mirabolantes do goleiro, o que era previsível por jogarem na retranca e com um a menos durante boa parte do jogo. O scout final bateu a nosso favor em 28 chutes a 4 e 10 escanteios a 1, ou seja, não saiu gol unicamente por ser um time grande, de qualidade, jogando todo lá atrás e apenas se defendendo. Já é difícil contra pequenos, imagine-se contra um adversário desse porte. A bola simplesmente não passa devido, no jargão atual da internet, àquele "ônibus estacionado à frente da área".
O que quero dizer com tudo isso? Que jogamos contra uma RETRANCA DE TIME GRANDE e que, além de se ver obrigado a jogar no modo "defesa contra ataque", tinha ainda a seu favor a ausência de uma enfurecida torcida vaiando e cobrando resultados.
O fim disso tudo é que vamos para o final de semana com 2 pontos de vantagem sobre o nosso adversário direto e cada um vai enfrentar um time da parte de baixo da tabela para, no jogo seguinte, haver enfim o encontro dos dois lá em São Paulo. Lá chegando com os mesmos dois pontos, não é crível imaginar que aquele adversário vá jogar fechado esperando o Botafogo e aí, saímos de lá, ou com os mesmos dois ou com 5 pontos de vantagem (pois não creio em derrota), numa situação bem favorável para o título.



