Time vai a Maceió
em busca do G4 e
vence de virada.
2x1
vence de virada.
2x1
Foi um primeiro tempo no qual, por 10 minutos, pensávamos que o Diego Souza havia emagrecido milagrosamente, que o nosso ataque passaria a funcionar como o alemão naquele 7x1, enfim, que do nada, o sistema de jogo barroquiano havia encaixado como por milagre.
Nesses 10 minutos, numa jogada muito bem trabalhada, Diego Souza colocou uma bola no travessão que, com um pouco menos de força, resultaria no gol de abertura da partida. Mas foi melhor assim (explico no final). O gol não saiu, fomos mais algumas vezes ao ataque por conta do atordoamento do 11 deles mas dos 20 minutos em diante, só deu azul em campo.
Não levamos nós o gol na primeira etapa muito por conta de algumas defesas do Cavallieri e, também, pela má pontaria do adversário. Muitos dos nossos atletas pouco ou nada produziam (nota negativa para o garoto Fernando, substituto do Marcinho). Veio a segunda etapa e com ela, no ímpeto com que os azuis terminaram o primeiro tempo, fizeram o seu gol, um gol que surgiu muito mais pela nossa incapacidade de criar do que propriamente pelo erro na marcação.
Mas vieram as substituições do Barroca. Cirúrgicas. A do Pimpão então foi a que deve ocorrer sempre neste ano, ao menos, enquanto este elenco não for encorpado com novos nomes. Rápido e raçudo, quando entra na segunda etapa, não raro, o nosso insosso Rodrigo faz a diferença. E fez. Atazanou a defesa deles, partiu para cima com os outros atacantes que o treinador mandou ao gramado, num gesto temerário quee acabou dando certo (enfraquecer o meio para colocar mais e mais atacantes) e veio a virada, o G4 e agora, não é de todo improvável vencermos o Grêmio aqui na quarta e vermos onde este elenco pode parar no campeonato mais difícil do mundo, segundo os analistas.
Foi melhor então, explico agora, aquele gol do Diego Souza não ter saído lá no início. Passaríamos, é certo, a defender o resultado e com isto, seria presumível que eles sim, viessem a promover uma virada à qual não teríamos força para reverter. Aquela nossa arrancada no final do jogo ficou como uma marca, um dado a ficar incutido na cabeça daqueles atletas de que nunca se deve desistir e, acredito, é assim que se aprende no decorrer de qualquer competição. Ah! E o sistema de jogo barroquiano, falado lá no início, vai sim encaixando jogo a jogo.
Nesses 10 minutos, numa jogada muito bem trabalhada, Diego Souza colocou uma bola no travessão que, com um pouco menos de força, resultaria no gol de abertura da partida. Mas foi melhor assim (explico no final). O gol não saiu, fomos mais algumas vezes ao ataque por conta do atordoamento do 11 deles mas dos 20 minutos em diante, só deu azul em campo.
Não levamos nós o gol na primeira etapa muito por conta de algumas defesas do Cavallieri e, também, pela má pontaria do adversário. Muitos dos nossos atletas pouco ou nada produziam (nota negativa para o garoto Fernando, substituto do Marcinho). Veio a segunda etapa e com ela, no ímpeto com que os azuis terminaram o primeiro tempo, fizeram o seu gol, um gol que surgiu muito mais pela nossa incapacidade de criar do que propriamente pelo erro na marcação.
Mas vieram as substituições do Barroca. Cirúrgicas. A do Pimpão então foi a que deve ocorrer sempre neste ano, ao menos, enquanto este elenco não for encorpado com novos nomes. Rápido e raçudo, quando entra na segunda etapa, não raro, o nosso insosso Rodrigo faz a diferença. E fez. Atazanou a defesa deles, partiu para cima com os outros atacantes que o treinador mandou ao gramado, num gesto temerário quee acabou dando certo (enfraquecer o meio para colocar mais e mais atacantes) e veio a virada, o G4 e agora, não é de todo improvável vencermos o Grêmio aqui na quarta e vermos onde este elenco pode parar no campeonato mais difícil do mundo, segundo os analistas.
Foi melhor então, explico agora, aquele gol do Diego Souza não ter saído lá no início. Passaríamos, é certo, a defender o resultado e com isto, seria presumível que eles sim, viessem a promover uma virada à qual não teríamos força para reverter. Aquela nossa arrancada no final do jogo ficou como uma marca, um dado a ficar incutido na cabeça daqueles atletas de que nunca se deve desistir e, acredito, é assim que se aprende no decorrer de qualquer competição. Ah! E o sistema de jogo barroquiano, falado lá no início, vai sim encaixando jogo a jogo.





