O primeiro comentário do jogo da vitória de domingo foi o de número 16 mil (imagem abaixo).
Eu vinha aqui na expectativa, durante o pré-jogo, já que o pessoal também estava aguardando a partida para voltar e coincidentemente, o número parou em 15.999. Eis que na segunda-feira, Luiz Fernando acessou para falar da partida e consegui, antes da primeira resposta, printar a tela aí acima. Para aqueles que estão acostumados com os nossos números, desde que chegamos aos 5.000 visitantes (lááá em 2010), é mais uma marca alcançada. Parabéns Luiz! Aí está a imagem do seu comentário com as réplicas.
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Entrando em campo invicto e como o melhor clube da elite do futebol brasileiro no ano (entre os 12 grandes), o Botafogo atuou hoje contra o Boavista para cumprir tabela, no fim desta primeira fase do campeonato e com um time de reservas, foi um jogo duro de assistir.
1º TEMPO – UM FESTIVAL DE PASSES ERRADOS
O 11 que entrou em campo sequer poderia ser chamado de time misto: tendo apenas o Jefferson como titular, já que o garoto Ribamar, que também saiu jogando, somente começou a atuar em partidas inteiras há 3 rodadas, fomos com o que tínhamos para mostrar dos atletas que ficam sempre no banco. Foi até compreensível então, sob esta ótica, a profusão de passes errados e jogadas perdidas de um elenco que nunca jogou junto.
O time foi a campo com Jefferson, Diego, Emerson Silva, Renan Fonseca e Jean. Fernandes, Dierson, Gervásio “Yaca” Nunes e Salgueiro e no ataque, Neilton e Ribamar. Ninguém conseguia se destacar no jogo e até alguns atletas que fizeram seu nome no ano passado, como Fernandes e Neilton, sumiram em campo. Aos 12 minutos, Ribamar perdeu um gol feito, cabeceando no canto mas errando muito o alvo. Neilton, durante esta parte do jogo, ficou esquecido na esquerda já que o atleta que vinha tentando alimentar o ataque, Salgueiro, jogava pelo lado oposto. Só que jogava muito mal, errando passes, visivelmente sem ritmo. Lentidão, adversário igualmente sem ofensividade e não querendo arriscar também ele a sua invencibilidade e assim, terminou a primeira etapa na qual Jefferson foi um espactador em campo.
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2º TEMPO – FOI DE DAR SONO
Na segunda etapa o time deu a impressão de que iria entrar partindo para cima, mas os passes não saíam e assim, somente aos 7 minutos, com Jefferson ainda assistindo ao jogo, houve um pênalti no Ribamar cobrado pelo Salgueiro mas como a cobrança foi fraca, o goleiro defendeu. Como o tempo passava e nada acontecia, Ricardo colocou de uma vez só Luis Henrique e Leandrinho, aos 20 minutos, nos lugares de Neilton e Gervásio Nunez . Nada mudou. Aos 30, Salgueiro saiu para a entrada do Lizio. Nada de novo. O o time jogava cada vez pior e a isso ainda começava a se somar a falta de gás, com vários jogadores se mostrando cansados.
O que mais me impressionou neste 11 quase reserva foi ver o Fernandes, aquela jóia da base que tanto nos impressionou no ano passado, hoje atuando muito mal. Foi a sorte dos bons que o premiou com o gol da vitória, como que o acaso querendo acordá-lo ou a dizer-lhe que ele tem talento mas não pode ficar tão descansado como se mostrou neste jogo. Terminamos então esta fase em primeiro, não só no nosso grupo como também no cômputo geral. O presente de grego por esta bela caminhada, porém, será fazer O ÚNICO CLÁSSICO DA ESTRÉIA DA PRÓXIMA FASE. Os outros 2 jogarão contra os pequenos que também se classificaram e haverá até um jogo entre estes pequenos. Haja desorganização!
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Atribuída ontem ao nosso mais novo xerife da zaga, surgiu uma declaração que lembra em muito aquela máxima cunhada pelo Didi, o Mr. Futebol (segundo a imprensa especializada da Inglaterra), acerca de aproveitamento em treinos e em jogos. A matéria é esta aqui. O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.
Os gols do jogo - belíssima cobrança de falta do garoto Emerson (Premiere)
Mostrando que é um técnico realmente descomprometido com qualquer esquema que seja, Ricardo Gomes trouxe o Joel Carli como titular para esta partida. E o Hermano não decepcionou, atuando com a mesma seriedade que mostrou no jogo anterior e ainda tentando jogadas de área quando tínhamos escanteios a favor.
Vimos, de cara, que enfrentávamos o adversário mais qualificado até agora neste campeonato e eles realmente foram para cima da nossa defesa, por sinal, um dos nossos pontos fortes neste início de ano. A marcação do Botafogo anda fazendo bonito, fechando espaços, com os três setores de campo bem próximos um do outro e usando isto para dificultar não só a saída de bola do adversário como também as trocas de passes.
Mas apesar do jogo movimentado, os times não buscavam o gol como em partidas em que um deles (ou os dois) têm que garantir pontos para classificação (os dois já entraram classificados) e assim, prevaleceu mesmo o embate entre os homens de meio de campo, com ninguém arriscando nada. Veio o intervalo e Neilton voltou para a segunda etapa no lugar do Luis Henrique e logo aos 2 minutos e meio, o garoto quase abriu o placar mas o goleiro colocou a bola para escanteio. Mas fomos nós que levamos o gol, aos 15, numa falha de marcação pelo nosso lado esquerdo de defesa.
Ricardo Gomes então não esperou mais para tirar o nulo Gegê de campo e aos 17 minutos, colocou o Salgueiro em seu lugar. Mas a verdade é que o gol tirou um pouco da atenção do time, que passou até a atacar mas com pouquíssima objetividade. Até os famigerados passes errados, aquilo de que já tínhamos nos livrado e que era uma dor de cabeça no time do ano passado, voltaram e voltaram com força.
Aos 38, Lizio entrou no lugar do Rodrigo Lindoso e no minuto seguinte, levamos uma bola na trave. Aos 41, naquele abafa que fazíamos no ataque, Salgueiro carregou uma bola mas foi derrubado próximo à grande área. A falta foi cobrada por Emerson, aos 41, para empatar o jogo. Gol lindo, bola na gaveta. Na quarta o Ribamar, hoje o Emerson: a nossa base está chegando com força.
Tivemos então nós as chances para virar mas acabou nisso. Domingo ainda temos o jogo contra o Boavista, o último adversário desta fase mas já cabe aqui uma avaliação: não somos o melhor elenco do Rio mas, definitivamente, temos o time mais bem arrumado. Palmas para o nosso treinador.
- Rodrigo Lindoso e Bruno Silva, definitivamente, num projeto de time grande (falo de time para o brasileirão) não podem ser considerados titulares. E quanto ao Gegê, caiu muito de produção desde o último jogo bom que fez. Ou está sentindo a sombra do Salgueiro ou então, perdeu o foco de novo.
- Hoje o Salgueiro entrou de novo do meio para o fim da segunda etapa e com estrela, foi o responsável pela jogada da falta que redundou no gol do empate.
- Neilton parece que vai estar tinindo na reta final do campeonato. Entrou bem no último jogo e hoje, por pouco, não fez um belo gol.
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