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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

11 de out. de 2014

UMA LUZ?

BOTAFOGO 1 X 0 CORINTHIANS



Uma luz no fim do túnel?

Conquistamos 3 pontos inesperados, em uma vitória heróica, que mostra a vontade dos jogadores em não se entregarem.

3 pontos épicos, creditados ao espírito de Jefferson, goleiraço do Botafogo e da seleção que hoje defendeu penalty cobrado por ninguém menos que Messi, e que sem dúvida foi incorporado pelo jovem, guerreiro e eficaz Helton Leite, que defendeu tudo e mais um pouco.

É claro que a vitória tem um pouco das limitações do arrumado time do Corinthians. Tem crédito também a coragem do Mancini, em colocar o time fechado e explorar os contra-ataques, o que nos deu um pênalty no primeiro tempo, convertido por Wallyson.

E toda a luta, inclusive dos nossos meias, que marcavam as laterias do campo exaustivamente, mesmo com todo o calor e umidade de Manaus.

No segundo tempo a pressão foi maior, e no meio do segundo tempo Bolatti levou o segundo amarelo e foi expulso. Jogamos mais quase meia hora com um a menos. Muita correria, muito espaço, mas quando eles acertavam, esbarravam ou na ansiedade dos atacantes, ou na firmeza e perfeição de Helton Leite.

Os garotos entraram e se portaram bem. No final com Andreazzi e Murilo em campo, em natural contra-ataque que conseguimos, quase marcaram o gol que fecharia o placar. Infelizmente não saiu e tivemos que torcer ansiosamente até os 50 minutos do segundo tempo, com direito a Cássio na nossa área e outro contra-ataque nosso, com eles sem goleiro.

Felizmente o placar terminou assim, somamos os 3 pontos necessários, saímos da lanterna e podemos sonhar em sair da Z4.

Mas com tudo isso, ainda não estou satisfeito. Ver o Botafogo fechado, tomando sufoco por minutos a fio, encurralado como um time pequeno, só se defendendo, como ficou nos 15 minutos finais, é algo que me dói, e dói a todo botafoguense. Mas é um mal necessário, para seguirmos na luta pela permanência na série A, à espera de um 2015 melhor.

Abraços.


10 de out. de 2014

BASTA QUERER

Eis aqui um bombeiro, talvez o único disponível caso haja uma réstia de bom senso dentro do clube, capaz de fazer uma reviravolta que nos tire desta situação



Jorginho, ex atleta do Palmeiras e ex treinador da Ponte (popularmente chamado de 'Jorginho cicatriz').

Nesta reportagem do Lance, o técnico relata como fez para sapecar 5x0 no engraçadíssimo* time do Inter.

*Muita gente me critica na internet por isso, mas sempre elegi as grnades enceradeiras do futebol mundial e D´Alessandro é uma das mais vistosas. Nem sei se ele estava em campo mas aí está um daqueles conhecidos atletas de jogos resolvidos.

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8 de out. de 2014

E A SAGA CONTINUA


BOTAFOGO 0 x 1 PALMEIRAS




Mais uma derrota com luta. Foi o primeiro dos  últimos 12 jogos do campeonato. Agora faltam mais 11 trabalhos de Hércules.

Infelizmente a expectativa é péssima. Não dá pra dizer que estamos rebaixados, não dá pra desistir antes da hora, mas não podemos negar que o ano foi todo conduzido errado. Uma sucessão de erros gerenciais básicos, e aos lotes. Resultado disto é estarmos agora na lanterna do campeonato, após uma eliminação ridícula na Libertadores e o pior desempenho do clube no campeonato carioca.

As marcas do senhor Maurício Assumpção no clube serão inesquecíveis. Não faço política, mas comparando com o questionado Bebeto de Freitas, este recebeu o clube na segunda divisão e devolveu na primera, recebeu o clube sem estádio e devolveu com o Engenhão. Cheio de dívidas, sem jogadores, e com salários atrasados. O clube que o Maurício Assumpção entregará também estará sem jogadores, salários atrasados e cheio de dívidas, mas sem o Engenhão e talvez, provavelmente, na série B.

Sobre o jogo, muito pouco a dizer. Alguns perna-de-paus brigando por 90 minutos, mostrando esforço e quase fazendo gol, mas saindo derrotados.

Para consertar tudo que foi destruído, só a longo prazo. E antes que venham com "Fora Mancini", o lema tem que ser "Fora Maurício". Mancini já pediu demissão, Maurício é que não deixou ele sair.

Abraços.




Pois é meus caros amigos, doença é doença.

Fui sim a este jogo perigoso, escamado e que ao fim e ao cabo, nos deixou na lanterna do campeonato. Discordei de todos os comentaristas que ouvi, exceto do Carlos Eduardo Éboli, da CBN. Só este foi capaz de, não tentando enganar o torcedor que acompanhava a partida apenas pelo rádio, dizer o óbvio – NÃO TEMOS MAIS TIME.

Entrar com Zeballos é pedir para tomar gol logo de início. Lançam-lhe a bola, o adversário parece já saber que ele é lerdo e, mal lhe chegam perto, por moleza ou por falta de ritmo (parece que não treina), ele a entrega para contraataques sempre perigosos. Com a saída dos zagueiros mais experientes, nos jogos em que falte o Dankler, entra na zaga um garoto chamado Mateus Menezes. É bom de bola, parece ter futuro mas este futuro pode estar sendo queimado pela imensa responsabilidade do momento.

Nosso adversário de hoje era um time ridículo com um bom meia, Valdívia e um atacante em ascensão. E só isso. Mas nós, infelizmente, podemos ter cavado o buraco que faltava para que o nosso caminho para a segunda divisão em 2015 fique sacramentado antes mesmo do fim do campeonato. Não temos, com o que vi hoje no estádio, como enfrentar Figueirense, Chapecoense e Coritiba de igual para igual. Serão sempre jogos desiguais.

Nada a dizer do que rolou em campo. Não adianta pressionar o adversário se, na hora de decidir, não temos atacante. Não adianta escalar Carlos Alberto como o homem a pensar o jogo, se ele hoje é apenas um ex atleta em atividade. E para piorar, o treinador coloca Wallyson em campo mas, em vez de tirar o Zeballos, tira o Airton. Ora, se era para tirar um volante e reforçar o ataque, que tirasse o Zé de qualquer forma: com o hoje bom Airton armando as jogadas, as bolas chegariam muito mais limpas lá na frente.

Então é isso meus amigos. O Corinthians, nosso adversário do final de semana, venceu hoje o Cruzeiro em plena Belo Horizonte. O que está ruim sempre pode piorar mais.

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- Pela primeira vez nos marcadores da postagem, foi digitada a expressão 'segunda divisão'. Afinal, este blog teve o seu início justamente naquele final de 2009, com Jobson e Jefferson segurando a onda na reta final contra favoritos ao título.

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4 de out. de 2014

DEPOIS DA TEMPESTADE...

...Time vai a Salvador, cochila e perde o jogo.



BOTAFOGO 1x2 VITÓRIA
A CRISE



 Vejam mais uma matéria sobre a semana mais negra dos nossos últimos 12 anos.

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O JOGO

Crise que segue, fomos para o jogo em Salvador. Confesso que assim que li a escalação, pouco vi do assombro que seria ficar sem o Sheik problemático, a recente avenida Bolívar e também o Edilson, de quem já há muito não tínhamos notícia. Entramos em campo então, tendo como desconhecidos apenas o Régis e o Fabiano, um garoto das divisões de base. Eram tão poucas novidades que foi possível até barrar o Wallyson de novo, vejam que maravilha. Afinal meus amigos, entrar com o Wally-quem? e o Zeballos juntos em campo não é coisa das mais agradáveis de se ver no nosso time nestes dias negros. Os dois se tornam aqueles já falados “dois a menos” e aí, com as falhas, o grupo vira um bando.

Com a bola rolando, do show de horrores que saía dos pés daqueles 22 valentes atletas, vejam que irônico, dominamos amplamente a partida e perdemos, daquelas certas, 3 chances de gol em 4 jogadas, já que na última, a da bola na trave do Ramirez, a jogada ainda voltou do Zeballos mas sem chance para o equatoriano tentar o gol outra vez. E dominamos, pode-se afirmar, por todos os números estatísticos desta etapa: posse de bola, escanteios, as chances já faladas e até um que de espectador da partida em relação ao nosso goleiro.

Foi mesmo uma pena não termos revertido esta vantagem em gol. Até a nossa marcação, mesmo com o desentrosamento natural entre gente recém chegada e atletas já há mais tempo no clube mas sem a titularidade, até nisto fomos relativamente bem. O show de horrores falado lá em cima refere-se, sim, ao péssimo futebol para quem apenas assiste, e não para quem torce.

Mas nesta fase em que estamos nada é tão seguro assim. Veio a segunda etapa e com ela, a crise na bola, no campo. O time deles chegou mais ligado, nossa defesa delivery começou a dar suas pixotadas e logo, logo abriram o placar. Chegamos até a empatar nos momentos em que Carlos Alberto entrou no lugar do Fabiano, num gol do Rogério bem feio, bem à feição desta partida ruim. Mas eles voltaram ao ataque, chegaram ao segundo gol e perdemos mais uma. Do ameba continuo não falando nada (e olha que ele nos prejudicou duas vezes), pois a minha opinião é que nós mesmos é que temos que reagir. O treinador ainda trocou o Gabriel pelo jovem Murilo (aos 31 minutos), mas nada se viu que mudasse a nossa forma de jogar ou nos desse mais poder de fogo.

Ah! Aquele grande temor que tenho de ver os “dois a menos” não se confirmou hoje. Pelo menos, não se confirmou em relação aos dois juntos: Wallyson substituiu Zeballos já no fim do jogo.
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Mas para não dizer que o blog não tem notícia boa (em hora triste, como comemorar?), eu mesmo, em acesso hoje à tarde, cravei a visita de número 175 mil.





Depois da tempestade?

Isso me faz lembrar que podemos tentar relaxar com um clássico da MPB...


Sobre o jogo? Blá-blá-blá, dominamos o primeiro tempo, perdemos gol, a bola pune, quem não faz leva, jogamos como nunca, perdemos como sempre... o de sempre.

O elenco e ruim, ficou pior. E duvido que só os 4 criavam problemas, tumultos, etc. Vai ser feito o que agora? Não tem como contratar e inscrever mais ninguém, então vamos ter que ficar esperando a estreia do Régis, que não vi jogar, o Dankler deixar de boicotar e fazer corpo mole igual ao Bolívar fazia e passar a marcar o atacante e não colocar a mão na bola na área, vamos ter que aguardar o Zeballos mostrar força e disposição.

Conclamar a torcida para ir ao estádio? Faço gosto, mas ninguém mais tem paciência, e com certeza as vaias virão rapidamente. Jogar em casa com estádio cheio não dará ânimo, só aumentará a pressão sobre os jogadores, que parecem já não ter o interesse em nada mesmo, afinal quem manda no clube também não quer saber de nada.

Vida que segue. Futebol não é a coisa mais importante do mundo. Vou aguardar o fechamento das cortinas deste ano com indiferença.

Abraços.



Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG