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5 de mar. de 2011
Taça Rio começa para o Botafogo
Olá amigos,
Nem vou comentar muito sobre o jogo. Vou só falar a história para quem não pode acompanhar, e deixar a avaliação detalhada por conta do nosso galerão.
O Botafogo começou em ótimo ritmo, partindo pra cima. Partida promissora. Com menos de 4 minutos, pênalti no Lucas, e Herrera bateu, abrindo o 1 a 0.
Parecia que seria um passeio, mas o time mais uma vez resolveu abrir o placar e tirar férias. E o Volta Redonda começou a gostar da partida. Quando parecia que sairia um empate, a garotada se entrosou, Lucas triangulou com Everton, que cruzou na cabeça do Caio. 2 a 0. Estava tudo tranquilo.
Mas numa bobeada do ótimo Antonio Carlos, o Voltaço arrumou um gol. E as reviravoltas foram acontecendo direto. Quando parecia que o Voltaço iria esboçar uma reação, numa jogada infantil de um meio-campo deles, que acertou uma cotovelada no Herrera e arrancou um cartão vermelho do "ameba de preto", o jogo pareceu voltar para o Botafogo.
Doce ilusão, o Voltaço continuou atacando, arrumaram um belo chute que obrigou o Jefferson a fazer uma linda defesa. Escanteio e deixaram uma avenida na lateral esquerda do Botafogo, e pronto, jogo empatado em 2 a 2, e assim foi para o intervalo.
Na volta, tivemos Alex no lugar de Cajá. O time com 1 a mais partiu pra cima, agora com 3 atacantes, e logo no início ampliou, fazendo 3 a 2. O jogo ficou morno, mas ao mesmo tempo corrido e cheio de faltas e cartões. Ainda entraram Fabrício e Arévalo, no lugar de Caio e Everton.
Antes da última substituição o jogo já estava 4 a 2, e o Volta Redonda ainda teve mais um jogador expulso. Não foi uma boa partida, e a tal montanha-russa de atuações que o Botafogo vem tendo, esteve presente o jogo todo, eram 5 minutos de ascendente e depois um mergulho de atuação. Foi uma alternância de ótimas jogadas, com coisas bizarras.
Por exemplo, o Márcio Azevedo encontrou uma jogadas de linha de fundo sensacionais, completadas com cruzamentos ridículos. O gol do Caio foi muito bonito, pela jogada entre Lucas e Éverton, com o cruzamento deste. O gol do Alex também foi lindo, desde o belo lançamento do Bruno Tiago para o Lucas, que muito bem fechado pelo goleiro, teve a tranquilidade de rolar para trás para o chute de gol aberto do Alex.
Mas o time se apagava e se perdia na marcação em outros momentos, muito facilmente. Os gols do Volta Redonda foram em falhas absurdas. As vezes o time tinha ritmo, pegada na marcação e velocidade. Outras horas parecia ter saído de férias, ou estar com a cabeça no bloco de carnaval que sai mais tarde.
O que temos certo é que o elenco é bom, mas ainda falta muito de entrosamento e treinamento. O acerto que falta não está vindo, e isto é preocupante.
Deixo os comentários com vocês. Abraços!
Carlos Henrique
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2 de mar. de 2011
BOTAFOGO SE CLASSIFICA NOS PÊNALTIS

Do que se viu no primeiro tempo, tínhamos um time bem confuso em campo, lentíssimo, facilitando desta maneira enormemente a marcação do adversário. Na única jogada mais lúcida mas mesmo assim lenta, o Lucas avançou bem pela direita mas o Caio não acertou na cabeçada. E isto já lá se iam quase 35 m do primeiro tempo. Mais uma boa jogada a seguir, Caio cruza ainda de costas na área mas quem estava lá para escorar de cabeça era o Cajá. Era esperar demais. Não podemos reclamar do cai-cai do goleiro adversário, vez que este é o tamanho do time deles. O Botafogo tinha que dar o seu jeito. O gol nesta etapa só poderia ter mesmo acontecido num lance de pura sorte. A bola não foi bem cruzada, ninguém chegou bem na área e se eles tivessem Jefferson no gol e nós o goleiro deles, não seria surpresa se o Botafogo fosse o derrotado nesta parte do jogo. Incrível como, mesmo perdendo, o toque de bola do time alagoano era bem melhor do que o nosso.
E se o segundo tempo, com aquela blitz dos vinte primeiros minutos, mostrava que algo de bom poderia acontecer, não tínhamos pontaria e nossos atacantes pareciam estar de mal com a bola. E pasmem: o time, aos 25/27 minutos do segundo tempo já mostrava um cansaço inexplicável. Estava mesmo feia a coisa. O jogo sempre afunilava e os fominhas de sempre, agora nervosos, ficavam de vez sem fazer jogadas mais simples e rápidas. O jogo caía para os cruzamentos na área e quem poderia fazer a jogada aérea bem feita? Perdi a conta das bolas em que os nossos confusos atacantes, Caio à frente, depois de uma jogada boa para ataque, tentaram passar pelo restante da defesa sozinhos e isto, todos já sabemos, só foi concedido pelos deuses do futebol a Garrincha e Pelé.
Na disputa de pênaltis, cheguei a pensar, numa viagem de torcedor que só pode estar mesmo desesperançoso com o que o time apresenta em campo, que aquilo foi o que de melhor poderia ter nos acontecido. Fazendo o segundo gol e vendo o time do interior vir para cima, perigávamos dar uma bobeira e com um gol deles, adeus classificação. Nos tiros livres, transferimos o nervosismo das cobranças para o outro lado.
Que me desculpe a galera que gosta de dar um tempo para ver se melhora, mas eu faço aniversário nos próximos meses e gostaria sinceramente de receber um presentão inesquecível: A DEMISSÃO DO JOEL SANTANA DO COMANDO DO TIME.
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- Gostei do Fabrício. Jogo escamadíssimo, dia difícil e o jogador entra tranqüilo, mostrando categoria. Vamos aguardar por mais um tempo.
- Esqueceram de avisar ao Alex lá nas categorias de base, que numa cabeçada daquelas manda-se a bola para o chão e não em linha reta. Acho que esse aí é o novo Zé do Gol, de triste lembrança.
- E que o galerão não me queira mal, mas continuo firme na campanha FORA JOEEEELLL!!!.
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23 de fev. de 2011
BOTAFOGO JOGA MAL DE NOVO, E PERDE.

BOTAFOGO PERDE DE 1X0 EM ARACAJU
Nem um segundo tempo nataliniano, ou seja, com as manjadíssimas alterações de sempre, foram capazes de trazer novo alento ao time, vindo de uma primeira etava risível. Parece que os treinadores adversários já sabem o que vai acontecer e mudam também seus esquemas, e assim, quando parece para o Joel que na parte final do jogo as coisas vão mudar, é surpreendido pelo jogo do outro time que nesta partida, nesta segunda etapa repito, já começou obrigando o Jefferson a fazer defesa difícil.
Tá feia a coisa, galera. O time está na descendente e uso esta palavra somente em relação a um gráfico iniciado na partida contra o Flu. Isso mesmo. Peguem o início de ano do Botafogo e digam quando jogamos bem? Atacou muito no segundo tempo mas Herrera nem quase gol é mais, meio de campo não temos, bolas rifadas da defesa direto para o ataque já estão sendo muito bem marcadas pelos zagueiros adversários e aí, fazer o que? Eu respondo: jogar sete e meia da noite da próxima quarta contra o (hor) River na nossa Arena que a esta altura, já merecia, para o elenco que o time possui, espetáculos melhores. E tooome vaia (ainda bem que não vou, pois reclamo mas não gosto desta fase de vaias e perseguições a jogadores).
Vamos falar sério: era para ir a Aracaju e meter uns 4x0 naquele time sem dó, mas o que se viu foi a imprensa tentar meter a surradíssima expressão “quem não faz, leva”. Quem não faz leva uma vírgula. Tínhamos torcida a favor, o adversário é fraco sim, o time estava pronto para um jogo deste (baixo) nível mas mesmo assim, o Botafogo resolveu complicar sua situação. Terá que jogar bonito no Rio (isto está cada vez mais difícil) e enfiar uma goleada daquelas para não dar chance ao adversário de pensar. Eles agora vão vir querendo amarrar o jogo. Joel que se vire.
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- Que me desculpe a galera mas depois de fazer aqui a campanha "fora L. Flávio", inico mais uma: "Fooooooora Joeeeeeeeeeeeeeeeeelllll".
- Estamos sem meia de criação, Everton periga não chegar 'inteiro' até à volta do Maicosuel e assim, estão falando em Ibson. Que Deus nos ajude.
- O time está na descendente sim, galera. Não adianta buscar desculpas.
- Somente a mudança do treinador pode fazer as coisas melhorarem no Botafogo, que conta com um dos bons elencos do país.
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20 de fev. de 2011
TIME INSEGURO NOS PÊNALTIS

Numa análise inicial, poder-se-ia dizer que nenhum dos dois times entrou em campo num clima de decisão. O que se viu na primeira etapa foi mesmo o morno futebol que as duas equipes apresentaram neste início de temporada, excetuando-se aí a soberba atuação do Botafogo contra o Fluminense.
O gol do Flamengo surgiu por puro acaso. Algum dos jogadores da nossa defesa tivesse raspado de cabeça e teríamos tido um primeiro tempo daqueles em que os dois times saem vaiados de campo. O Botafogo sem criação, sentindo falta de mais alguém na meia já que a “timidez” do Cajá (nas palavras do Joel) o estavam matando e vendo que enquanto o Mago não volta, o garoto Bruno se tornou peça fundamental no setor. Hoje, já deu para ver a dificuldade de jogar sem a jovem promessa.
Veio o segundo tempo e quando o Everton, em boa jogada, rolou para o meio para a chegada da bola ao Alessandro surgindo então o passe para o belo gol do Loco, logo se viu que isto (a meia toda desarrumada) precisava ser consertado. Teve show de mídia? Teve sim senhoooorrr. O Ex-jogadorzinho gaúcho chutou uma bola que resvalou no microorganismo que estava na ponta da luva do Jefferson. A discussão então foi sobre o escanteio de difícil vizualização para os ‘torcedores’ de amarelo e preto, E NÃO O EMPURRÃO DO FLAMENGUCHO NO SOMÁLIA para sair limpo com a bola.
Mas o Botafogo ainda depende do Alessandro na criação ou nos cruzamentos, e exigir do limitadíssimo lateral a missão de resolver um jogo inteiro já é um exagero para as suas parcas condições técnicas.
Cobrança de pênaltis e os nossos jogadores se posicionando muito longe da bola, já demonstravam a insegurança que caracterizou todas ... TODAS.. as cobranças. Mesmo na cobrança do Cajá, muito bem feita, com aquela distância da bola num momento nervoso do jogo, a batida na bola pode não corresponder ao que o jogador pretende fazer. Não fosse a sorte e até o Rosário teria perdido o seu, tamanha a violência do chute. Deixamos escapar uma ótima chance de levarmos a primeira taça e agora, é brigar pelo segundo turno, muito mais escamado. A decisão ainda virá e o Botafogo tem tudo para ser BI-Campeão.
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