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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

24 de mar. de 2019

BOTAFOGO x AMERICANO





No último jogo do carioca/2019,
time joga de forma displicente 
e cede o empate no fim
2x2

O time entrou em campo na mesma vibe dos últimos jogos, desde a tentativa de efetivação dos mais novos no elenco: sem coordenação para nada, cedendo espaços (que, decerto, não serão desperdiçados por um adversário minimamente eficiente) e sem que nos desse qualquer esperança de abrir o placar logo, como seria obrigatório contra um adversário tão fraco (eles estão na lanterna do campeonato).

A coisa só foi fluir mesmo na segunda etapa, através de algumas boas jogadas e dois gols bem trabalhados. Aliás, o primeiro foi realmente muito bonito, vindo de um belo chapéu dado pelo Ferrareis no zagueiro e depois, com a conclusão rápida do Alex Santana. No mais, foi só.

Próximo compromisso: dia 4 de abril, quinta feira, aqui no Nilton Santos contra o Juventude pela Copa do Brasil. É sim aquele time que ficou engasgado naquela malfadada decisão de 1999 (o Márcio Resende nos tirou a taça naqueles 2 gols anulados lá em Caxias do Sul), mas é o Juventude atual, que tomou de 6 ontem do Grêmio jogando em casa.

Deste início de temporada inconstante, temos então que as boas e gratas surpresas são.

- Pimpão – não se sabe exatamente se é pela fraqueza dos adversários do carioca, mas este atleta vem fazendo jogos (mormente os 2 últimos) dignos de nota. Errando muito pouco e fazendo jogadas que até nos causam estranheza, por virem de quem vem.

- Alex Santana – de tão criticada, a nossa diretoria deu a maior bola dentro desta década: nos livramos do insosso Lindoso e trouxemos uma jóia que, até agora, não deixou passar nenhuma oportunidade para brilhar, tornando-se o artilheiro do time na temporada e o nosso melhor jogador.

Ferrareis – confesso que não o acho esta cereja toda no bolo do elenco, mas é outro que vem tendo boas participações.

Mas temos também as notas preocupantes, a saber.

- Erick – Sempre tive a impressão de ser este um jogador de oportunidade, de momento e agora, acho que estou certo. Talento para resolver as jogadas ele não tem mesmo e lhe basta uma marcação mais em cima para isto ficar flagrante.

Johnatan – O menino anda meio tímido. Já há uns 3 jogos que não o vemos brilhar como nas primeiras partidas, mesmo depois do belo gol feito contra o Madureira.

Diego Souza – Não creio que venha a ser o “novo Loco Abreu” que a galera sonhadora tanto espera. Aguardemos pelo avançar da temporada e, claro, por um esquema de jogo que o favoreça.

Zé Ricardo – Acho que não é o treinador ideal para este bom elenco que foi montado para disputar as Copas do Brasil e Sulamericana.

21 de mar. de 2019

ULTIMA CHANCE - CARIOCA 2019

Time recebe a Lusa (a que restou)
em busca de uma goleada para
sobreviver na competição e
marca 4 vezes



BOTAFOGO 4X1 PORTUGUESA



 A goleada - UOL

Voltamos, com as novas contratações (Diego, Cícero e mais Ferrareis e Johnatan) e mais a saída do Valencia do 11 titular, àquela condição de “time precisando encontrar novamente a sua forma de jogar”.

E é assim que temos tido dificuldades em praticamente todos os jogos, do Resende ao Fluminense. Não raro, temos saído atrás no placar (Flu, Vasco e Madureira) para só então, correr para não perder o jogo. Nossos primeiros tempos têm sido pífios, fruto, impressão minha, desta falta da liga que o time havia adquirido no final do ano passado mas que foi perdida com a entrada de novos nomes no time, mudando a filosofia de jogar dos titulares.

Temos que torcer para que isto não nos prejudique por mais tempo. Não haverá erro na partida contra o Juventude, em mais duas semanas e mais ainda, nossa estréia no brasileirão, lá no Morumbi contra o S. Paulo, é um jogo que se mostra como promissor para uma boa arrancada na competição, haja vista o momento crítico por que vem passando o tricolor de lá.

Deste jogo, viu-se muito do que expressei acima ou seja, minutos e minutos de puro desentrosamento do nosso elenco, do que se aproveitam nossos adversários para nos prender no nosso campo. O primeiro gol saiu de sorte, o segundo na esteira do primeiro mas quando eles fizeram o seu gol, temi que pudéssemos perder os rumos da partida. O talento do Alex Santana, contudo, nos deixou mais tranquilos, com aquele golaço.

Para passarmos para a semi da competição, temos que torcer por resultados adversos dos nossos concorrentes e ainda fazermos outro placar elástico no Americano, no próximo domingo. Juro que não estou preocupado com esta competição. O Juventude vem aí e vencer é preciso.

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- Por incrível que pareça, neste jogo o Pimpão fez uma partida irrepreensível. Na hora do gol contra, é visível a sua tranquilidade para enganar o último zagueiro a marcá-lo.

17 de mar. de 2019

TIME ENFRENTA O FLU

Na estréia do Diego Souza

Time visita o Fluminense,
faz um primeiro tempo pífio
e apenas empata

1x1








Quem joga com um lateral como o Marcinho (o atual) “pede” para perder campeonatos viáveis de serem conquistados. Sim, porque já praticamente eliminado do carioca deste ano, o elenco montado pelo Botafogo tem reais condições de brigar até às últimas rodadas pela CB e pela sulamericana mas, com o Marcinho.....

É visível como já é de conhecimento de vários adversários nossos, quando nos enfrentam, a existência de uma rua em campo – a Avenida Márcio Almeida de Oliveira (o Marcinho). Muitos treinadores já perceberam que a “avenida” é larga e sem trânsito. Estes treinadores, suponho, mandam o seu time começar a apertar o jogo por ali (devem até treinar seus times para este fim) e não raro, perdemos nós a capacidade de articular jogadas e de colocar o nosso jogo para funcionar.

Assim foi hoje, num primeiro tempo que para ser horrível (da nossa parte) teria que melhorar muito. Depois de umas duas estocadas iniciais, a partir dos 5 minutos, perdemos completamente a capacidade de fazer qualquer coisa no gramado. De uma simples troca de passes à obtenção de rebotes, à saída de bola, etc. Perdemos tudo. No estádio, não tive a informação sobre a posse de bola mas creio que ela chegou a algo tipo 70/30 desfavorável ao Botafogo naquela primeira etapa. O time deles passeou em campo e, tivessem mais uns dois atletas qualificados, teriam vencido este jogo fazendo o placar ainda naqueles primeiros 48 minutos iniciais.

Mas voltamos para o segundo tempo e aí, o talento do nosso lado fez valer o seu valor em apenas uma jogada, apenas no primeiro ataque, com bola de pé em pé até o chute colocado do Alex Santana, tudo isto aos 36 segundos de bola rolando. E foi só. Atacávamos, atacávamos mas cadê a ajuda pelas laterais? Marcinho chegou a tal ponto que sequer uma boa jogada sua consegue aplacar a ira da torcida, como aquele chute forte que, defendido pelo goleiro ainda raspou a trave. Sim, pois depois disto ele foi capaz de se atrapalhar com a bola sozinho e, ao deixá-la bater na canela, cedeu um contraataque perigosíssimo.

Eu vejo daqui uma solução para este problema: tira-se o garoto da lateral para que ele possa se reinventar, talvez em outra posição, coloca-se o Benevenuto nesta posição e vem-se com outro zagueiro. Pronto, está resolvido o maior calcanhar de Aquiles do time e creiam, mesmo sem (ainda) um meia efetivamente criativo, podemos ir para “as cabeças”. Com Marcinho, corre-se o risco de se perder jogos idiotas e aí, lembremos daquela levada de 5 que tomamos do Cruzeiro aqui na Ilha, em 2006, pela Copa do Brasil, justamente quando o nosso time se tornou o “passa rodo” do brasileirão, tudo na conta do esquecível Renan Fonseca.

Foi isto. Agora é pensarmos no Juventude (jogo da CB) e torcermos para que se assustem com o nosso estádio, que pegará prováveis 20 mil torcedores e esqueçam da avenida acima mencionada.



Apesar dos pesares, A. Santana marca um golaço no empate - Youtube-Premiere

11 de mar. de 2019

TAÇA RIO - TERCEIRA RODADA

Time recebe o Madureira
no Nilton Santos e
Vence de virada
Botafogo 2 x 1 Madureira








Os gols do jogo - Youtube


Depois de um tempo pouco participativo do Blog, do Botafogo, do futebol, estou eu aqui de volta para cobrir uma ausência necessária do Paret...

E que jogo difícil de comentar. Então, para começar, o básico, a escalação: fomos a campo com Gatito, Marcinho, Marcelo, Gabriel e Jonathan; Gustavo, Cícero, Ferrareis, Luis Fernando; Erick e Kieza.

O time não começou mal, tinha a posse de bola e alguma dificuldade de propor o jogo, e temos visto que quando o adversário propõe o jogo nos saímos melhor. Mesmo assim em uma bela enfiada do Erick, Kieza ficou na cara do goleiro mas perdeu o gol, numa bela saída do goleiro adversário, que acabaria sendo um dos melhores em campo.

Pouco tempo depois, e ainda no começo do jogo, em um contra-ataque o Madureira abriu o placar com gol contra do Marcinho. A bola defendida por Gatito foi direto nos pés dele que não conseguiu impedir que a bola batesse e voltasse para dentro do gol. Nosso jovem lateral, limitado e em má fase, pressionado e tentando manter a cabeça no lugar teve azar, que fez a torcida pegar mais ainda no pé dele.

Com isso Madureira se fechou mais, o jogo ficou feio, e com Luís Fernando totalmente apagado e Erick mostrando talento (lindas matadas de bola, domínio, dribles) mas baixa efetividade (quase nada para frente, criando situação de gol), ficava difícil de crer que o gol sairia. Ainda assim, em uma defesa aqui e outra acolá, o goleiro deles foi se destacando.

Do nosso lado, podíamos enaltecer os bons chutes de Cícero, um bom passe dele na esquerda para Ferrareis, a boa presença deste ali pelo lado esquerdo, e além disso, só a paciência para seguir rodando a bola.

Na volta do intervalo o Botafogo veio mais determinado, mas não se pode dizer mais objetivo. Até que Gustavo (ex-Bochecha) acertou belo lançamento aberto na esquerda para Ferrareis que conseguiu com esforço matar a bola e rolar para trás para o belo chute de Jonathan empatar a partida.

O Madureira se desestruturou um pouco com o gol, mas não se abriu. Zé Ricardo foi fazendo substituições, primeiro Pimpão no lugar de Ferrareis, algo inexplicável, pois o jogador apagado era Luís Fernando, mas talvez tenha sido substituição pelo cansaço. Depois João Paulo no lugar de Gustavo. Com sangue novo o time foi mais para cima.

E os Deuses do futebol, querendo mostrar que mandam e desmandam no que pode acontecer, fizeram que numa jogada de ataque a bola parasse nos pés de Marcinho para cruzar na cabeça de Kieza e virar o jogo.

Ainda tivemos a entrada do jovem Igor Cássio, que com fôlego novo e aproveitando um Madureira que saiu para o ataque desordenadamente, pudesse mostrar qualidade em algumas boas jogadas de ataque. Será que o garoto pode deslanchar este ano e ter oportunidades com frequência no time? Vamos observar.

E o jogo terminou assim, no 2 a 1, com importante vitória alvinegra frente o tricolor suburbano. Acho que bons ventos estão chegando, principalmente considerando que este pode ser dito um time misto do Botafogo, pelas ausências de Carli e Alex Santana, e ainda com a chegada de Diego Souza. Fora a clara possibilidade de crescimento e entrosamento de Cícero, Ferrareis, João Paulo e outros.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG