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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

4 de ago. de 2018

BOTAFOGO RECEBE O SANTOS





Time recebe o Santos
em busca de reabilitação no brasileiro mas, com erro
da arbitragem, empata
em 0x0

Tá aí o que nós queríamos, como diria o velho e bom narrador Januário de Oliveira.

Esse é o time que tem que jogar (nos dias atuais) como Botafogo. Todo mundo marcando, não dando espaços, sufocando adversários com elencos bem mais qualificados do que o nosso.

Este jogo começou com o estigma de clássico centenário (começou a ser disputado em 1918) e, segundo o treinador interino Lazaroni, com a notícia da contratção do Zé Ricardo sabida pelo grupo já no ônibus que os levou ao estádio.

Zé assinou, estava fora do Rio e, ouvindo o radinho no estádio, soubemos ainda que na gestão do Paquetá, os jogadores tinham enormes dificuldades para entender o que ele queria que fizessem em campo. Pois hoje, o Lazaroni "cantou e todos dançaram direitinho"

Para se ter uma idéia do que fez o grupo hoje, nos parecia ali da arquibancada que quem estava mal (caso do Matheus Fernandes) tinha tanta consciência disto que, mal perdia uma bola e já se atirava em cima do adversário para atrapalhar a jogada dele.

E vimos isto até o fim. Luis Fernando parece estar voltando a jogar bem, o garoto Yuri tomou conta da lateral e poucos atletas não corresponderam. Foi uma pena mesmo a trapalhada dos caras do apito no gol do Renatinho, pois merecíamos sair com a vitória.

Mas foi bom o que vimos hoje. O elenco lembrou, por diversas vezes, aquele de 2017. Tomara que o Zé Ricardo dê sequência a este ritmo de jogo. É a nossa vibe.

Quanto ao 'apitazzo', o Cuca, do lado de lá, mesmo de forma inconfessa, deve estar até agora com a certeza de que "nada mudou por aqui".

1 de ago. de 2018

BOTAFOGO NA SULAMERICANA

SEGUNDA FASE







Time vai ao Paraguai
enfrentar o Nacional, joga
muito mal e perde por 3x2


PRÉ-JOGO

Com liminar concedida pelo desembargador Guilherme Couto de Castro, do TRF-2 (Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro e Espírito Santo), o clube conseguiu o desbloqueio de 20 milhões de reais referentes a valores recebidos ainda da Guaraviton (situação anterior a 2016), penhorados pela justiça.

Contudo, o que o desembargador concedeu foi a suspensão dos efeitos dos recursos que tramitam em Brasília contra acórdão (decisão/sentença) da Quarta Turma aqui do TRF-2, ou seja, a situação (e isto não foi explicado pela imprensa) ainda é passível de decisão desfavorável. Por isto, o valor ficará à disposição do judiciário, só que, ainda assim, abatendo as parcelas do Profut. Poderemos ter os 'temíveis' próximos capítulos.

O que se depreende do texto da decisão é: a penhora de 20 milhões foi temporariamente liberada e com isto, vai abater a dívida com o Profut. Caso os recursos nos tribunais superiores sejam concedidos (ou seja, havendo a perda de causa pelo clube), o que foi abatido fica pago e assim, volta à penhora o valor que sobra do pagamento das parcelas (o que restar dos 20 milhões agora liberados).

Deverá ainda entender o torcedor que imagina terem entrado 20 milhões nos cofres do clube que isto inexiste. O valor foi desbloqueado e não reavido. O dinheiro continua à disposição da justiça só que, agora, não como garantia de dívida (não bloqueado/penhorado) mas sim, disponível para quitar dívidas existentes (no caso, o Profut). O dinheiro que fica para o clube (no caso, que não se vai gastar)  é aquele que o Botafogo tem que disponibilizar todo mês para fins de quitação das parcelas do Profut, ou seja, mais de um milhão/mês. Sem este gasto, sim, é possível pensar em um atleta de bom nível, com salário diferenciado para o segundo semestre de 2018.
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O JOGO

Das duas, uma: ou se troca imediatamente o treinador ou então, o sistema de jogo.

Mas é "para ontem".

Dê-se uma olhada no emparceiramento futuro desta sulamericana e se veja como é real a probabilidade de sucesso do time nesta competição, só que, ou o sr. Paquetá se conscientiza de que somos um time de elenco apropriado para se defender ou então, pede prá sair.

Não podemos propor jogo. Não dá. É preciso ter meio de campo criativo para tal e não o temos. Nossa zaga, que é eficiente, está exposta e com isso, levamos um gol atrás do outro.

A conclusão então é que, ou se muda tudo logo agora ou podemos deixar ir pelo ralo uma bela chance de sucesso na competição continental. Por enquanto, a vaga na próxima fase está em aberto. Que a diretoria se mexa logo e aja com inteligência.

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ADENDO

Às 22:07, saiu a notícia da demissão do treinador Marcos Paquetá.

29 de jul. de 2018

TIME VAI AO SUL EM BUSCA DE ESTABILIDADE NO CAMPEONATO

Mas erra muito eperde o jogo.


BOTAFOGO 0x3 INTERNACIONAL



Não há muito o que se falar de um jogo como este.

O primeiro chute nosso no gol do goleiro colorado só foi acontecer aos 30 minutos do segundo tempo. Alguém sabe lá o que é isto? A partir daí, muito pela entrada do Leo Valencia (sim, ele ficou no banco o tempo quase todo), começamos a dar mais trabalho ao dono da meta e, segundo um comentarista, muito por isto, ele andou soltando bolas. Afinal, foram mais de uma hora e 10 minutos sem saber o que foi fazer uma defesa. Não há aquecimento que aguente.

Não sei o que dizer deste treinador. O cara está fazendo testes nos jogos errados, na hora errada do campeonato. Na quarta, entramos com 2 laterais esquerdos, hoje foram 2 pelo lado direito. Ali ficou o buraco pelo qual eles construíram a sua vitória.

Que os deuses do futebol nos dêem melhor sorte lá no Paraguai, na quarta-feira. Acho que lá se vai mais um torneio bom de ganhar que vamos jogar pelo ralo (a sulamericana).

26 de jul. de 2018

BOTAFOGO x CHAPECOENSE




Time recebe a Chapecoense,
não chega a jogar muito bem
mas vence por 1x0

Melhores momentos – Youtube – Premiere

Não chegou a ser uma batalha, como sugeria o banner aí acima. Pelo menos, não uma batalha em campo, como aquelas às quais nos acostumamos nos tempos de Libertadores. Não, nenhum atleta sofreu com marcação cerrada ou teve que dar tudo de si para “vencer a guerra”, uma vez que o ‘inimigo’ hoje não é, nem de longe, aquela Chapecoense de antes do acidente, aquele time enjoado que atuava contra qualquer um dos 12 grandes como se fosse o décimo terceiro. Hoje, ficou apenas uma parte daquela chama de candidato a alguma coisa, como a postura sóbria ante um adversário de mais camisa mas lhe falta, por exemplo, muito da boa técnica de 2016.

Mas do nosso lado havia uma guerra sim: de nervos.

Inaugurando o meu período de gratuidade (completei a “idade jovem” de 60 em março), depois de sofrer de guichê em guichê (coisa bem brasileira) até adentrar ao estádio, resolvi usar o meu benefício e voltar à área nobre – fui de setor oeste.

Dali, sem aquele ‘vuco-vuco’ do popular setor leste, pude observar com mais calma cada um dos nossos atletas, seu comportamento em cada parte do jogo e com aquela tranquilidade toda, ninguém gritando muito ao redor, a conclusão foi uma só: a guerra existiu sim, só que foi de nervos. O time, visivelmente abalado pelos jogos do pós Copa, a cada jogada que não dava certo se perdia em passes bisonhamente errados, tendo como exemplo mais claro disto o eficientíssimo Igor Rabelo. Uma simples matada de bola vinda pelo alto era um drama para o nosso bom zagueiro. Atletas hoje já com muito melhor condição técnica como Valencia ou Matheus Fernandes erravam muito, e isto por conta dos nervos. A bola “queimava” o pé de quase todos.

E assim foi que quando veio o gol, a coisa mudou bastante. O Igor ainda fez uma jogada errada de muito perigo, uma atrasada de bola que quase queimou o nosso bom goleiro mas foi só. Tivemos um gol anulado na conta da má vontade dos auxiliares do apito mas no fim, viu-se um time, se não ainda na boa condição técnica de antes da parada para a Copa, já bem mais tranquilo, administrando o resultado e, mesmo com os seguidos escanteios contra, se postando muito bem na defesa. É uma esperança que temos para o complicado jogo do próximo domingo lá no Beira Rio e, na sequência, para a partida de ida da sulamericana no Paraguai.



ATUAÇÕES

ESTIVERAM MAL - Como eu disse, muita gente anda jogando mal. A lista não é pequena – Igor, Matheus, Kieza (com a desculpa de que não sabe sair da área mas é eficiente dentro dela), Moisés, que fez um primeiro tempo bom mas errou tudo na segunda etapa (menos o gol anulado),

SE SALVARAM – Márcio Almeida de Oliveira (Marcinho, como é chamado na publicação sobre o jogo e o gol), Valencia, que não tem perna para acompanhar adversário mas é muito correto quando dá assistência, Pimpão (não foi bem mas não comprometeu), Carli, Lindoso (não acertou nada mas não deu os costumeiros passes errados) e aqui, um parêntese: Gilson.

Gilson: este atleta, ao meu ver, é movido a bateria da rua Uruguaiana. Quando ele volta do banco, faz jogos memoráveis (no primeiro tempo deste jogo, foi capaz de dribles de Copa do Mundo) mas o seu problema é o segundo jogo, o terceiro, etc. No quarto, ele já volta a fazer tudo errado. Mas ajudou sim, naquela primeira etapa nervosa, na saída de bola da defesa para o ataque.

JOGOU MUITO BEM – O garoto Saulo. Muita segurança, personalidade de veterano e sem dar sustos na torcida.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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