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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

26 de abr. de 2016

CONVIDADO INSUSPEITO

MARCOS PARET



NOVE EM 11 FINAIS

Este é o número meus amigos.

Desde 2006, só não fomos à final do campeonato em 2011, quando o campeão contava com o bom time do Ronaldinho e do Tiago Neves e em 2014, quando abandonamos a competição pela disputa da Libertadores, já sem elenco e sem condições financeiras para montar um grupo mais forte para encarar as duas competições. Vieram apenas 3 títulos, muito por conta dos problemas surgidos no triênio 2007/9, coisa para se esquecer. Agora é hora de tentar reforçar também a sala de troféus, impedindo o adversário (bom time/elenco) de bisar o feito conquistado no ano passado.

A conferir.

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24 de abr. de 2016

AFINAL, NA FINAL


BOTAFOGO 1 X 0 FLUMINENSE

Chegada a hora do campeonato de verdade, sabedores da equipe restrita montada, a expectativa era de luta, honrar a camisa.

E vimos isso, e mais muita coisa. Uma equipe bem treinada, aproveitada no seu máximo, entrosada aonde era possível. Rolava a bola, trocava passes, pressionava a saída de bola induzindo ao erro. Deitava e rolava sobre o time perdido e acuado do Fluminense.

Iniciamos com equipe praticamente titular... Jefferson, Luís Ricardo, Carli, Emerson Santos, Diogo Barbosa, Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Gege, Salgueiro, Leandrinho e Lucas Ribamar. A novidade foi Leandrinho iniciar a partida.

No primeiro tempo tivemos bola na trave de Gegê, defesa de Cavalieri em chutes de Gegê e Salgueiro, e mais oportunidades perdidas... No primeiro tempo ainda vimos uma das grandes revelações do campeonato sair, Emerson Santos, voltando a sentir o músculo da coxa. Entrou Renan Fonseca, que se saiu muito bem.

No segundo tempo, naturalmente, o ritmo caiu um pouco, o Fluminense comecou a conseguir ficar com a bola nos pés, mas o dominio seguia nosso, até abrirmos o placar. Em um dos vários escanteios que conseguimos, Ribamar subiu mais que a zaga e cabeceou para baixo, sem chances para o goleiro, aos 18 do segundo tempo.

Depois disso o Fluminense partiu com tudo para cima do Botafogo, e mesmo assim não parecia que iria empatar. Perdemos mais um gol, em contra-ataque que foi para os pés do Salgueiro que não soube chutar tirando do Cavalieri. Era para ter liquidado o jogo ali, mas não aconteceu.

E então a coisa ganhou contornos dramáticos, afinal era jogo do Botafogo, em uma das investidas na base da correria que o Fluminense passou a tentar, Carli fez falta, tomou o segundo amarelo e foi expulso. Eram 38 do segundo tempo, e Ricardo Gomes havia tirado o bom Leandrinho para colocar Fernandes pouco antes, numa clara tentativa de melhorar a marcação.

Com um a mais o Fluminense tentou abafar e partir com tudo. Mas o dedo do treinador se fez presente mais uma vez: time bem treinado, motivado, e com nervos controlados, soube segurar a bola, ameaçar o adversário, e segurar a bola por mais de 3 minutos no campo de ataque, ganhando alternadamente laterais e escanteios, mostrando que temos uma equipe.

No final venceu o melhor, que teve mais volume e consistência. Mas ficou a sensação de que falta alguém para matar as partidas mais facilmente... poderia ter sido sem sufoco.

Agora para final vamos de zaga reserva, Emerson contundido e Carli suspenso. Será nosso ponto fraco no primeiro jogo. Mas vamos seguir torcendo.

Abraços.

16 de abr. de 2016

RETA DE CHEGADA - E JÁ COM FESTA

SUB-20 VENCE O FLU NOS PÊNALTIS
E CONQUISTA A TAÇA-GB



Neste sábado, em jogo decisivo disputado num Caio Martins em festa (muita gente compareceu), a nossa meninada do sub 20 conquistou a Taça GB de 2016. Já havíamos vencido o Fluminense nas Laranjeiras, na semana passada, por 2x1. Hoje eles devolveram o placar mas nos pênaltis, o nosso goleiraço Victor Hugo fez a diferença e vencemos nas cobranças individuais por 3x0, placar definitivo em disputa de tiros livres, como a corroborar a campanha irretocável do time que chegou a este jogo ainda invicto. Parabéns então para os nossos meninos de ouro.




Vencemos, mas nem foi tão convincente assim.

Indo para campo com uma defesa reserva, com Renan Fonseca fora de forma e em má fase técnica, e com Emerson Silva, postando uma defesa experiente mas lenta e desentrosada, sofremos, e precisamos das excelentes defesas de Jefferson para não levar gol.

No meio o time segue sentindo falta de mais criação. Sem Airton, que melhora a marcação e facilita a saída de bola, não foram os volantes Lindoso e Bruno Silva que dificultaram o desenvolvimento. Foi sim a baixa eficiência de Gegê e Salgueiro, este último demonstrando muita dificuldade na evolução física, que não nos permitiu um controle do jogo.

Com isto o jogo ficou até "divertido" de assistir, com as oportunidades surgindo com frequência de lado a lado, mas sem sair nenhum gol.

O ataque com Luís Henrique e Neilton parecia conseguir produzir algo, mas acabava por não ser efetivo. No intervalo saiu o jovem, e promissor, Luís Henrique, para a entrada do tão jovem e talvez até mais promissor Lucas Ribamar. E o garoto entrou bem, aumentando a movimentação e criando perigo. Mas o gol insistia em não sair, e a fragilidade, principalmente do lado esquerdo de nossa defesa, seguia obrigando Jefferson a defender.

Mais a frente Ricardo Gomes mudou o nosso meio: em uma dupla substituição retirou Gegê e Salgueiro e colocou Nuñez e Leandro, mais um garoto que havia entrado muito bem em outro jogo.

Se não deu certo tecnicamente ou taticamente, deu sorte. Em boa jogada que deixou Ribamar de frente para o goleiro, na velocidade, o arqueiro adversário fez ótima defesa, mas não sem dar o rebote para a entrada da área, e Leandro chutou fraco, tirando do goleiro e do zagueiro que ainda tentavam se recompor, sacramentando o placar que fechou o jogo.

Eu pouco acompanhei este campeonato, mas considero que a missão foi cumprida com louvor por este time desacreditado e montado baseado na garotada e reforçado com as oportunidades baratas do mercado. Agora seguimos precisando de reforços para a temporada, mas pelo menos o Ricardo Gomes mostrou ter o elenco na mão e entrosado, e ter um ponto de partida para montar um time mais competitivo se as contratações pontuais saírem a contento.

Antes disso, as finais do Carioca... só para treinar mais e quem sabe até levantar uma taça. Não somos favoritos, não tem muita relevância para o restante da temporada, mas temos o dever de torcer e apoiar.

Abraços.

10 de abr. de 2016

RETA FINAL

BOTAFOGO 1x0 BANGU



Rodrigo Lindoso, o autor do gol único.


O time que foi a campo não era exatamente o 11 com que o Ricardo Gomes anda fazendo aqueles milagres. Jefferson, Luis Ricardo, Carli, Emerson Silva e Diogo Barbosa, Lindoso, Fernandes, Otávio, Salgueiro e Gegê, com Ribamar na frente.

Sem Emerson (zagueiro da base), Airton e Bruno Silva, o time ficava visivelmente enfraquecido, o que pudemos observar durante o desenrolar da partida. E outra coisa a ficar também visível naquele início de partida, foi que aquele Bangu a quem goleamos no início do campeonato não era este que nos enfrentava novamente hoje. O Botafogo até era o dono das ações na primeira parte dos 45 minutos iniciais, mas eles sempre procuravam chegar à nossa área nas retomadas de bola. Não nos preocupavam muito mas ainda assim, o risco de uma bola vadia sempre assustava.

Na parada técnica, perdemos o substituto do Airton, o Fernandes, que sentiu uma contusão e vejam, na falta de agressividade do nosso time ele era o que melhor organizava as jogadas. Quem entrou no seu lugar foi o Dierson. E no jogo, a coisa seguia assim: tentar o Botafogo até tentava mas criar com Gegê e Otávio, realmente, era querer demais de 2 meninos que, sabemos, não deram certo.

Discordo quando dizem nas redes sociais que este time é pior do que o de 2015. Não é. Mas é sim, do mesmo nível daquele do final de 2014, ou seja, um time até aguerrido mas que, perdendo um ou dois homens que produzem com mais qualidade, perde a agressividade e a capacidade de criar jogadas. Aliás, de diferente do time rebaixado, temos este ano apenas a defesa consistente. Fomos então para o intervalo no zero e do vestiário, voltamos sem o Otávio e com o Luis Henrique como segundo homem de frente.

Aos 32, ante a total inoperância do 11 que não se encontrava em campo, Gegê saiu para a entrada do Neilton, o que nos deixou com o meio de campo definitivamente fragilizado. Restava então rezar para que o ataque, agora com 2 homens de ofício e mais um de chegada (o recente Neilton) resolvessem o jogo. E vejam, já estávamos nos 45 minutos da etapa final e a realidade é que poderíamos estar perdendo, já que eles perderam um gol, anteriormente, na frente do Jefferson numa cabeçada e neste final, outro num chute que passou raspando o travessão. Mas a sorte que tem nos ajudado veio através de um pênalti no Luis Henrique, cobrado pelo Rodrigo Lindoso, para dar o número final ao placar.

Foi uma vitória imerecida para o péssimo futebol que jogamos, mas camisa é camisa. A classificação para as semifinais veio, no sufoco mas veio. Aquele medo de perdermos os meias e sofrermos o gol se transformou na alegria de vermos o ataque resolver a partida, na jogada em que o Luis Henrique foi derrubado na área. E sobre as semifinais, jogaremos no sábado, independentemente o adversário.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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