Visualizações

A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

27 de ago. de 2014

COMEÇA A COPA DO BRASIL


Botafogo 1 x 2 Ceará


Triste noite.

Nosso time se resumiu a Jefferson e mais 10. Não fosse o melhor goleiro do Brasil e teríamos sido goleados por um time que não mostrou nada de mais. Nosso adversário é organizado e joga com vontade, nada além disso.

Mas isso foi o suficiente para nos vencer com facilidade.

Peço desculpas, mas não há o que se falar desses jogadores que não honram nem seus próprios nomes e nem a sua profissão. Como podemos que honrem a gloriosa camisa do Botafogo?

Há pouco o que se esperar de 2014 agora. A permanência na série A é o máximo que consigo desejar.

Abraços.




Olá amigos. Acabo de tomar um bom banho após a chegada do estádio e vou tentar, se for possível ser curto, já que grosso eu sei que terei que ser.

Perdemos um jogo no qual, sem nenhum exagero, o time deles (de branco) parecia o Real Madri ‘brincando’ em campo contra um Getafe qualquer. Quem analisou esta partida com olhos críticos e não pela paixão do torcedor não deve ter visto diferente.

Eles triangulavam feito time grande, faziam ‘um/dois’ como o faz o Cruzeiro, não erravam praticamente nenhum passe e envolviam o nosso time como se fossem eles um dos 12 grandes do país e nós, apenas uma simples Cabofriense. Então meus amigos, volto a bater na mesma tecla: apesar do momento tenebroso do Zeballos, Edilson, mesmo sendo hoje uma avenida, é pior do que o pereirinha do outro lado? Sheik deixa a dever a algum dos atacantes deles? Nossa dupla de zaga poderia ser trocada pela deles e assim, fazer o nosso time disparar para a liderança da série A do brasileirão?

Claro que não ô caramba! Então prezados, o problema não é o elenco, salvo um ou outro nome. Vejam como exemplo o Gabriel que, de nulo no sábado, surgiu hoje em campo como o mesmo atleta valente e competente que conhecemos. O problema ESTÁ NO TIME, na armação, na disposição tática. O time adversário, daquele ‘tamanhico’ que conhecemos, jogava futebol de verdade ao passo que o nosso, lamentavelmente, parecia um bando em campo. Volto então à tecla da saída do treinador enquanto é tempo. Ele pode ser competente, ter boa vontade e já ter a marra dos técnicos de time grande, mas o que precisamos agora, nesta crise horrível que atravessamos, é de um comandante que saiba postar este elenco em campo e ele, definitivamente, já deu mostras de que não tem condições de fazer isso.

É sempre surpreendido com coisas que não viu no treino, não consegue mexer com os brios do elenco e, não raro, sofremos, ou apagões ou então, uma sonolência inaceitável para um time que não pode, de forma alguma, deixar jogos assim acontecerem. A partir de agora, assim como na fase gangorra do esquecível Caio Junior, começo daqui a minha campanha ‘fora Mancini’.

O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

25 de ago. de 2014

COPA DO BRASIL-2014

Não precisa ser com esta classe
basta um resultado igual
  
Golaço do Loco Abreu - jogada coletiva - Botafogo 4x0 Ceará

23 de ago. de 2014

BOTAFOGO X CHAPECOENSE. REABILITAÇÃO?

BOTAFOGO 1 X 0 CHAPECOENSE


DO MARACA - PARET



Meus caríssimos amigos: vou resumir como há muito não faço numa postagem de jogo do Botafogo:

NÃO TEMOS MAIS TIME.

Hoje, sentei-me ali no canto esquerdo de um setor sul superior absolutamente lotado (não havia menos de 20 mil alvinegros naquele estádio) e fiquei muito intranquilo com o que vi. Dava nos nervos ver que até um adversário limitado com o de hoje, conseguia organizar várias boas jogadas ante nossos bravos lutadores (em campo). Minhas conclusões então foram diretas, cruas, sem delongas: não temos mais um meio de campo que pense e no ano passado, tínhamos em Seedorf este jogador e antes dele, também tivemos alguns jogadores bons de passe. Hoje, a bola chega na meia mas quem está ali, invariavelmente, a devolve para a defesa. Até o número 10 e o cabeludo da 11 do time deles eram capazes de articular um contraataque vindos de trás mas nós, em todas as tentativas, perdíamos a bola.

Não temos igualmente um número nove como o tivemos até mesmo no combativo e correto Elias. Não temos mais este homem. Ferreyra é aplaudido a cada jogada e dali de cima, vê-se com muita clareza que ele mesmo sabe ser não mais que um péssimo jogador daquelas peladas de fim de semana e assim, luta, se entrega, corre em todas as bolas para não passar vexame ante a torcida. Mas ele não é capaz de fazer absolutamente nada se tiver que dar dois passos com a bola nos pés. Vem então outro defeito antigo do time: tínhamos em Loco Abreu um exímio cabeceador mas conto nos dedos as jogadas criadas para as suas cabeçadas mortais. Era ele estar em campo e o time tentava entrar tocando mas bastava ele sair para vivermos 'séculos' intermináveis de chuveirinho na área. Isto foi "aprendido" e tem funcionado assim também com Ferreyra.

Desta forma, com jogadores horrorosos como Junior Cesar e Zeballos e, me arrisco a dizer, o autor do gol de hoje, o Ramirez, com Gabriel caindo cada vez mais de produção, com a dependência de que surja um lampejo de talento dos pés do Daniel, mas vendo-o tenso e tentando fazer tudo (mas errando tudo), ficamos com um time limitado e à espera dos 'chinelinhos' Sheik e Carlos Alberto.

Assim prezados, tendo visto se passarem 95 minutos de um futebol de luta, de briga, de uma saudável entrega dos nossos atletas mas, em outra ponta, sem a menor criatividade e correndo sim o risco de ver uma bola 'vadia' nos surpreender ali no meio do segundo tempo e nos deixar sem reação, receio que a nossa briga até novembro seja mesmo para tentar estes pontos em jogos menos complicados, para não ficarmos dependendo da inglória fuga da degola nas três últimas rodadas (com dois jogos fora do Rio). Copa do Brasil mesmo só por milagre. O time campeão do ano passado, sempre sortudo, tinha um atacante em estado de graça, gente que jogava bem na meia e atletas que entravam e sempre surpreendiam positivamente mas nós, definitivamente, não acertamos neste milhar. Nota de destaque hoje para o povão. Compareceu em bom número e fez uma festa linda de se ver.

Como compensação pelo sufôco em campo, um golaço. Ele é limitado sim mas mandou bem - Lancenet


DO RÁDIO - CARLOS HENRIQUE

Tendo compromisso familiar, casamento de uma prima, tentei acompanhar o jogo pelo rádio, mas nem isso funcionou direito.

O que pude ouvir é que o time partiu para dentro, tentando abafar e resolver o jogo logo, igual sofremos com o Figueirense na rodada passada. Mas as limitações do time faziam o gol não sair, e a Chpaecoense conseguir contra-atacar.

Felizmente o gol saiu, conseguimos os 3 pontos, e daí pra frente não pude acompanhar nem pelo rádio, ficando só na torcida para que fizéssemos mais um e não correr o risco de sofrer o empate. Mas nem uma coisa e nem a outra aconteceram. Terminou em 1 a 0, somamos 3 pontos, e seguiremos assim até o final do ano. Nossa sorte é que existem outros times mal montados e outros clubes em crise institucional. Os candidatos ao rebaixamento, no momento, são muitos.

Vamos seguir empurrando o time, e torcendo por um 2015 melhor.

Abraços.


O acesso ao blog não é recomendado com o navegador Internet Explorer.

20 de ago. de 2014

BOTAFOGO VAI A FLORIPA


Botafogo encara o Figueirense
e perde por 1x0


A VOLTA DO FANTASMA DA PANE INICIAL

O Dória hoje ficou no banco com a permanência do André Bahia na zaga e assim, sem Sheik e Carlos Alberto, fomos para esta partida, perigosíssima pelo fator ‘jogo de seis pontos’ e, ainda, pela recuperação técnica do adversário nas últimas rodadas, tendo que confirmar a aguardada subida de produção após a vitória do último domingo. Mas a realidade nos foi madrasta e bem rápido. Após uma pressão da qual não soubemos sair, cometemos alguns erros em sequência e tomamos o gol logo aos 2 minutos de jogo, com nossos jogadores sonolentos, andando em campo e deixando o adversário à vontade ante um Jefferson sobrecarregado.

As tentativas de criação de jogadas eram mal feitas, com passes mal completados e com os nossos (hoje) lentos jogadores esbarrando na marcação deles, muito eficiente por sinal. Mal conseguíamos chegar na área adversária com qualidade, o que praticamente não nos deixou criar quase nada em matéria de jogadas perigosas. Para determinados jogos Ferreyra se torna praticamente inútil, mais atrapalhando do que propriamente prendendo a defesa adversária ou criando jogadas de perigo pelo alto. No jogo de hoje, também Zeballos, Ramires e Gabriel estavam abaixo da crítica, impossibilitando que as tentativas de reação surtissem efeito, perdendo bolas fáceis e dando contraataques para o adversário. Do Junior Cesar então nem falo mais nada: absolutamente inútil e, com algumas jogadas erradas, bastante temerário.

Na volta para o segundo tempo, Rogério voltou no lugar do hoje péssimo Gabriel mas nada de novo se viu em campo. O time até passou a atacar mais, mas os inaceitáveis erros de passe jogavam contra. Aos 25 minutos, Daniel saiu para a entrada do Gegê mas igualmente nada de novo acrescentou (e, claro, sequer o Gegê foi visto no gramado durante o tempo em que atuou). Aos 39, Ramirez saiu para a entrada do Bollati mas em noite negra de vários jogadores (e do sistema de jogo como um todo), nada deu certo. Perdemos mais uma vez pelo inacreditável apagão do time em certos jogos e, convenhamos, não fizemos por merecer sequer empatar esta partida.



Leniência, preguiça, falta de vontade, falta de espírito de grupo, descaso, irresponsabilidade, má vontade...

Poderia passar a noite falando as mazelas que atingiu estes homens que vestiram a camisa do Botafogo hoje. Todas inaceitáveis para aqueles que se dizem profissionais e trabalhadores. Não se pode entrar em um jogo destes com a displicência e o desinteresse que mostraram durante toda a partida.

Para não ser injusto, só salvo o Jefferson, o Airton e mais ou menos o Gegê. E digo isso não falando que jogaram muito e fizeram boa partida, mas só pelo fato de terem mostrado alguma seriedade, qualidade mínima para se tentar uma vaga no banco do Botafogo.

Os demais? Não consegui entender o sumiço do Daniel, o excesso de erros de Gabriel, a improdutividade do Edílson. Isso sem falar na inoperância do Ferreyra, na incógnita que ainda é o Ramirez, a zaga insegura, Júnior César apagado e o pior de todos: Lúcio Pablo Flávio Zeballos. Pra mim já deu, pode voltar pro Paraguai.

Agora é a torcida se movimentar e empurrar este bando para arrancar uma vitória no Maracanã. A promoção está aí, e a vitória não interessa à Diretoria, comissão técnica ou jogadores. A vitória interessa a nós, torcedores, que de fato somos o Botafogo. Nós precisamos vencer.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG