BOTAFOGO 1 X 0 CABOFRIENSE
Segunda partida sob o comando de Alberto Valentim e tivemos mais uma boa impressão.
Como falei no twitter do blog, e no comentário que fiz na postagem anterior, feita pelo Paret, nada vi do outro jogo, então não tenho uma comparação das duas partidas. Esta vi pela TV, o que facilita a postagem, enquanto Paret foi um dos poucos guerreiros torcedores a comparecerem no Niltão.
Eu gostei do jogo. Gostei de ver o time tocando a bola e propondo o jogo. Gostei da repetição da escalação inicial, repetindo o jogo anterior, iniciando com Gatito, Marcinho, Marcelo, Rabello, Moisés; Lindoso, João Paulo, Valência; Ezequiel, Kieza e Pimpão.
Com Jefferson, Renatinho e Matheus Fernandes em recuperação, Leandrinho em transição, Marcos Vinícius com problemas em relação a documentação de medicamentos e Leandro Carvalho esquecido, não tinha coisa muito diferente para se fazer.
Uma surpresa foi a barração do Arnaldo... barrado até do banco, indo Luís Ricardo como opção. Creio que não foi sem motivos, apesar da clara ineficiência do Luís, também.
Logo nos primeiros minutos, mesmo com a Cabofriense procurando fazer o abafa e adiantar a marcação, o Botafogo dominou a partida, tendo finalizado 4 vezes antes dos 10 minutos de partida. E com isso não demorou a chegar ao gol em ótimo cruzamento de Pimpão, escorado de cabeça por Kieza, quase de peixinho.
O placar ficou nisso, mas o jogo não. Mesmo deixando de lado o ímpeto inicial, e permitindo a chegada do adversário, por diversas vezes chegamos ao ataque e quase aumentamos o placar. O time todo jogava bem, em especial as duas novas opções de laterais. Destoava do conjunto Valência, inseguro e vacilante, alternando algumas poucas boas jogadas com alguns erros infantis, e Ezequiel, que ficou sumido e pouco participativo. João Paulo e Lindoso bem como volantes, Pimpão participando bastante, e a dupla de zaga segura fez com que Gatito não tivesse trabalho nos 90 minutos.
No começo do segundo tempo Valentim trocou Ezequiel por Luís Fernando. A troca não mudou muito a forma de jogo do time, mesmo com a vinda de Pimpão para direita. São 3 jogadores brigando por duas vagas e o contestado Pimpão parece vir garantindo vantagem na disputa.
Ainda tivemos a substituição de Pimpão por Luís Ricardo, que entrou realmente jogando mais a frente, e por duas vezes quase fez o segundo gol, e também a entrada de Brenner substituindo Kieza.
Há muito o que fazer, e os clássicos permitirão uma observação mais clara da evolução. Por hora dá para ter certeza que estamos tendo atuações mais consistentes e competitivas, mesmo ainda chegando somente a resultados magros.
O gol único do jogo - imagem do Youtube
Abraços.
Como falei no twitter do blog, e no comentário que fiz na postagem anterior, feita pelo Paret, nada vi do outro jogo, então não tenho uma comparação das duas partidas. Esta vi pela TV, o que facilita a postagem, enquanto Paret foi um dos poucos guerreiros torcedores a comparecerem no Niltão.
Eu gostei do jogo. Gostei de ver o time tocando a bola e propondo o jogo. Gostei da repetição da escalação inicial, repetindo o jogo anterior, iniciando com Gatito, Marcinho, Marcelo, Rabello, Moisés; Lindoso, João Paulo, Valência; Ezequiel, Kieza e Pimpão.
Com Jefferson, Renatinho e Matheus Fernandes em recuperação, Leandrinho em transição, Marcos Vinícius com problemas em relação a documentação de medicamentos e Leandro Carvalho esquecido, não tinha coisa muito diferente para se fazer.
Uma surpresa foi a barração do Arnaldo... barrado até do banco, indo Luís Ricardo como opção. Creio que não foi sem motivos, apesar da clara ineficiência do Luís, também.
Logo nos primeiros minutos, mesmo com a Cabofriense procurando fazer o abafa e adiantar a marcação, o Botafogo dominou a partida, tendo finalizado 4 vezes antes dos 10 minutos de partida. E com isso não demorou a chegar ao gol em ótimo cruzamento de Pimpão, escorado de cabeça por Kieza, quase de peixinho.
O placar ficou nisso, mas o jogo não. Mesmo deixando de lado o ímpeto inicial, e permitindo a chegada do adversário, por diversas vezes chegamos ao ataque e quase aumentamos o placar. O time todo jogava bem, em especial as duas novas opções de laterais. Destoava do conjunto Valência, inseguro e vacilante, alternando algumas poucas boas jogadas com alguns erros infantis, e Ezequiel, que ficou sumido e pouco participativo. João Paulo e Lindoso bem como volantes, Pimpão participando bastante, e a dupla de zaga segura fez com que Gatito não tivesse trabalho nos 90 minutos.
No começo do segundo tempo Valentim trocou Ezequiel por Luís Fernando. A troca não mudou muito a forma de jogo do time, mesmo com a vinda de Pimpão para direita. São 3 jogadores brigando por duas vagas e o contestado Pimpão parece vir garantindo vantagem na disputa.
Ainda tivemos a substituição de Pimpão por Luís Ricardo, que entrou realmente jogando mais a frente, e por duas vezes quase fez o segundo gol, e também a entrada de Brenner substituindo Kieza.
Há muito o que fazer, e os clássicos permitirão uma observação mais clara da evolução. Por hora dá para ter certeza que estamos tendo atuações mais consistentes e competitivas, mesmo ainda chegando somente a resultados magros.
O gol único do jogo - imagem do Youtube
Abraços.








