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22 de fev. de 2018

CARIOCA/2018 - COMEÇA A TAÇA RIO





Time "visita" o Nova Iguaçu
em Edson Passos

Olá, amigos alvinegros!

Já começamos esta partida, ao meu ver, melhor do que terminamos o ciclo do Sr. Tigrão: fomos com os laterais Marcinho (o bom garoto da base que já conhecíamos) e o Moisés, que mal pegou na bola e já vimos que, se não vai ser um Marcelo (Real Madri), é infinitamente superior ao Gilson.

Podíamos então esperar muito mais deste jogo do que de vários daqueles da Taça GB, claro. E assim foi.

O time ainda demorou uns 10 minutos tentando se acertar. A saída de bola ficou complicada, haja vista o ímpeto do adversário (inteligentemente orientado pelo seu treinador) utilizado na marcação. Alertados no vestiário, os adversários aproveitavam o nosso desentrosamento e o mau momento psicológico e marcavam muito bem a nossa saída de bola.

Nada que impedisse o bom jogo do nosso agora promissor lado direito, com as jogadas entre o Marcinho e o Ezequiel. Numa delas, aos 17 minutos, saiu o gol do Kieza. Daí em diante, com a tranquilidade novamente reinando na cabeça dos jogadores, bastou fazer o óbvio, ou seja, se impor ante um time pequeno.

Não, o Botafogo não passou a jogar bem como num passe de mágica. Claro que jogar bem é algo que ainda vai precisar de algum tempo. Devemos até, sim, fazer um bom jogo no domingo, na nossa casa, mas vamos alternar boas e más exibições, fruto da segunda mudança de filosofia de jogo implantada em menos de 2 meses.

Exatos 10 minutos após o primeiro gol, fomos brindados com uma belíssima cobrança de falta do Leo Valencia (que ainda tá devendo muito) e já com o jogo garantido com este 2x0, uma pixotada do Arnaldo (que substituiu o Marcinho), à la Cerezo naquele jogo contra a Itália em 82, entregando uma bola de graça, ao adversário, redundou no gol deles. Mas não passamos tanto sufoco assim após este lance, apesar do cansaço dos nossos atletas (repito, mais pelo psicológico do que propriamente pelo preparo físico).

Foi isso. Acho que não vamos brilhar como brilhamos até o mês de outubro do ano passado, mas sem dinheiro para contratar e com elenco enxuto, a onda é essa mesmo: ir subindo os garotos aos poucos (ontem, começamos a partida com 4 crias da base em campo) e tentando se firmar nas competições. Vamos aguardar mais alguns jogos para que possamos avaliar as nossas possibilidades na sulamericana.


Os gols do jogo - Imagens do Youtube

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10 de fev. de 2018

SEM SURPRESAS



BOTAFOGO 1 X 3 FLAMENGO

Gostaria de dizer igual ao Silvio Santos: Não vi e não gostei. Mas eu vi. Não queria, mas eu vi.

Sem surpresas, fomos dominados sem padrão de jogo, sem criatividade, sem comando. Para não dizer que não houve surpresa nenhuma: não chegamos a ser goleados e conseguimos fazer um gol. É, esse time do Flamengo, que ainda pode evoluir, conseguiu tomar um gol de um bando em campo.

Sobre o nosso time, pouco a dizer. Jogadores como Arnaldo, Gilson, Pimpão, e alguns outros, podem compor um elenco se tiverem alguns bons por perto, e um técnico a comandar e dar padrão. Nosso adversário de hoje mesmo tem os seus perebas, como Pará, Everton, e outros que não conheço. Ainda bem, pois senão seria pior para nós.

Agora só nos resta esperar nossa direção mostrar alguma lucidez (é pedir muito?) e começar algum planejamento para 2018, pois já tem muito tempo perdido. Brasileirão e Sulamericana chegam em breve, menos de 60 dias, e se deixar o tempo passar só piora.

Segundo turno do Carioca só pode servir mesmo como laboratório para essas competições. E aí não dá para dizer que a torcida não teve paciência, ou cobrou resultados no Carioca que não vale nada. Tivemos muita paciência, mas desde o jogo contra o Madureira que a tragédia (na Copa do Brasil) e ficar de fora dessa final da Taça Guanabara já estava traçado.

Se forçarmos a barra para buscar alguma coisa desse jogo, eu só diria a assistência de Renatinho para Kieza, e a seriedade e serenidade que alguns jogadores, como Marcelo, Rabello e João Paulo demonstraram.

Agora é começar 2018 e torcer que façam algum planejamento de fato, pois até agora foi nulo.

Abraços.

6 de fev. de 2018

COMEÇA A CB-2018 - TRAGÉDIA ANUNCIADA

TIME VAI A GOIÁS, EM
JOGO DA COPA DO BRASIL

BOTAFOGO 1 x 2 APARECIDENSE




Bom dia,

Tem muita coisa para falar, mas pouco a se dizer.

Tragédia anunciada, e nosso ex-técnico Felipe Conceição fez aquilo que imaginei: mexeu em tudo para este jogo. Algo que só pode receber o nome de burrice associada a arrogância, insegurança e imaturidade.

A escalação para o início do jogo foi Jefferson, Arnaldo, Marcelo, Carli, Rabello e Gilson; Dudu Cearense, João Paulo, Pimpão, Luiz Fernando e Brenner. Exatamente isto, com 3 zagueiros, sacando Valencia para entrada do Carli.

Fez isso sem treinar, sem testar, etc. Ridículo. Ainda saímos na frente, com um gol de Pimpão. Mas tomamos a virada.

Então não vou entrar em mais detalhes. Só acrescento que falo ex-técnico porque não há a menor possibilidade dele dar a volta por cima. O elenco é fraco, sem foco e ele não demonstrou nenhuma característica como técnico que permita isso: não sabe escalar, não consegue dar padrão ao time, não tem leitura do jogo para saber mudar (primeira substituição foi tirar o Brenner, que estava isolado, para colocar Kieza, isolado. A segunda foi tirar Dudu Cearense e colocar Rodrigo Lindoso), não tem carisma nem com jogadores e nem com torcedores, e nem tem comando sobre o grupo. É uma questão de tempo, que já passou.

Abraços.

PS: antes do jogo Paret sugeriu eu postar por conta de saber esse negócio de sopa de números. Não sei não, mas eu diria que ele tentou, de improviso, montar o time em um padrão europeu, tipo 3-5-2, com três zagueiros, e liberando os laterais para atacar, atuando como alas. Não foi isso que aconteceu. Primeiro que não tinha o segundo atacante para fazer o 2. Segundo que Luiz Fernando e Pimpão ocuparam os lados, tirando de certa forma o espaço dos nossos laterais para avançar, laterais esses que não entenderam nada do esquema tático não treinado por serem extremamente limitados. Resumindo, de fato ficamos num 5-4-1!!! 5 defensores, meio de campo com dois "volantes", dois meias caindo pelos lados, e um atacante isolado lá na frente! Absurdo!

PS2: Nossa melhor jogada de ataque quando o time estava perdendo foi uma subida pelo lado de campo feita pelo Marcelo (atuando como lateral!!), que cruzou, Carli escorou de cabeça (como centro-avante) e Rabello chutou rente a trave (como meia!!!!!). Alguma dúvida que está tudo errado?



3 de fev. de 2018

PARA FECHAR LíDER



BOTAFOGO 0 X 0 MADUREIRA

A postagem poderia se resumir a 3 pequenas frases:

1 - Não deu.
2 - Jogo horrível
3 - Situação está perigosa.

Classificamos, estamos na semifinal. Ficamos em segundo no grupo, eliminando o Fluminense, e ficando atrás só do "poderoso" Boavista. A única informação "boa" é essa...

O time começou escalado com Jefferson, Arnaldo, Marcelo, Rabello, Gilson, Matheus Fernandes, João Paulo, Leo Valencia, Luiz Fernando, Pimpão e Brenner. Nenhuma novidade.

Em campo o que vimos foi um time começar propondo o jogo ao defensivo Madureira, escalado pelo estreante Djair com três volantes. Mas era pressão tipo cerca de arame liso: cerca, cerca, mas não machuca. A bola circulava no campo adversário mas não chegava a área e nem se transformava em chute.

O resultado é que o adversário gostou, e começou a preparar seus contra-ataques. Talvez só depois da primeira parada técnica é que tivemos algum lance de perigo no jogo, e o primeiro foi deles... mas bem sem graça também.

O fato é que em partida que João Paulo esteve mediano, Leo Valencia parecia querer algo mas não era nada efetivo, Luiz Fernando tímido e Pimpão dando pimpadas de fazer uma boa jogada a concluindo de maneira infantil, nenhum perigo levava ao adversário.

No segundo tempo, eu com a esperança de Renatinho entrar no intervalo, naquele momento no lugar do sumido Luiz Fernando, o que vimos foi Dudu Cearense entrar no lugar de Matheus Fernandes. Dupla preocupação: Matheus Fernandes sentiu alguma contusão, e Felipe Conceição realmente considera o Dudu o reserva do Matheus.

Ainda assim pude observar uma pequena melhora no time quando Luiz Fernando jogou um pouco centralizado, Valencia caiu pela direita e Pimpão na esquerda. Não sei se foi algo conjuntural, ou uma tentativa do Felipe ou dos jogadores. Diante da mudança de atitude passei a considerar a melhor substituição a saída de Pimpão para a entrada de Renatinho centralizado, ficando Valencia e Luiz Fernando pelos lados. Neste contexto, a substituição seguinte natural seria a entrada de Ezequiel no lugar de Valencia. Mas nada, Felipe optou por trocar o 6 pelo meia dúzia, ou o 9 pelo 18. Tirou Brenner, que não era acionado, e colocou Kieza, que também não foi acionado.

Nosso novo segundo 9 mostrou vontade, e apesar do jogo ruim como um todo, deu para ver que tem tudo para pegar a posição do Brenner. Vamos aguardar. 

Mais a frente a última substituição com Renatinho no lugar do Valencia, mas sem tempo para mostrar nada (já devia ser uns 40 minutos do segundo tempo). A torcida sem paciência não teve ânimo nem para vaiar o idiota do Souza (aquele pseudo jogador, o 9 deste sofrível Madureira), e só conseguiu ensaiar algumas reclamações e vaias no final, mas com vontade proporcional a do time.

Em outro jogo do grupo o Boavista venceu, com gol de pênalti convertido pelo Fellipe Gabriel, e assumiu a liderança do grupo. Com o empate ficamos em segundo e enfrentamos o Flamengo na semifinal desta Taça Guanabara, em jogo que provavelmente será no sábado de Carnaval, indicando possivelmente um grande público no Bola Preta ou na Sapucaí.

Ainda falta muito para termos padrão de jogo e sonharmos com qualquer coisa minimamente razoável este ano, mas sinceramente, não me assusta esta semi-final da Taça Guanabara. Podemos vencer e ir para final. Podemos empatar ou perder e ser desclassificados. Não vejo o menor problema nisso.

O que de fato me preocupa é este jogo durante a semana pela Copa do Brasil. Enfrentar este desconhecido Aparecidense pode ser catastrófico. Todo cuidado é pouco. Jogando assim corremos sérios riscos.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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